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domingo, 26 de agosto de 2018

#AnistiaJá: No Paraná, estudantes lutam contra sentenças arbitrárias pós ocupações


Jovens de escolas públicas estão recebendo condenações com valores entre mil e 30 mil reais por participar de movimento em 2016.

Qualquer um que constrói o movimento estudantil no Brasil conhece o Paraná como estado pioneiro em 2016 nas ocupações de escolas, movimento que depois se espalhou por mais de 1.300 unidades no Brasil todo, contra o congelamento de investimentos na Educação, contra o golpe político-parlamentar de 2016 e contra uma reforma do Ensino Médio autoritária. O que nem todos sabem é que quase dois anos depois esta história de resistência ainda não acabou e ganha traços cada vez mais autoritários e antidemocráticos no estado.
Adolescentes paranaenses têm recebido notificações de sentenças em que são condenados a pagar multas com valores entre mil e 30 mil reais ou a prestar trabalhos voluntários. Foram processados pelo governo estadual, de Beto Richa (PSDB) e Cida Borghetti (PP), e condenados por “reintegração de posse” de colégios já desocupados há mais de 18 meses. É o único estado onde isso acontece. Detalhe: as pessoas julgadas não tinham nem conhecimento dos processos.
“Esta perseguição é feita não só para deslegitimar o maior levante estudantil do último período, mas também para que estudantes se sintam intimidados em participar do movimento estudantil”, denuncia Wellington Tiago, presidente da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES-PR). A entidade realiza a campanha “Anistia Já”, pela anulação dos julgamentos arbitrários que não param de chegar.
Segundo o estudante, a campanha é muito importante também para defender a legitimidade das ocupações, movimentos autogestionados que poderiam ensinar muito aos sistemas de ensino: “Era preciso lutar contra a PEC 55, temos direito de manifestar nossa opinião. E ainda mostramos um novo jeito de organizar as escolas, mais democrático, plural e com participação dos estudantes”.
Leia abaixo entrevista com Wellington, 18 anos, estudante do Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba.

ENTREVISTA:
“O legado das ocupações deve ser mais democracia, não perseguições”

Wellington Tiago, 18 anos, estudante do Colégio Estadual do Paraná e presidente da União Paranaense de Estudantes Secundaristas (UPES): “Queremos anulação dos processos e defender o legado das ocupações”
UBES: O que é a campanha ‘Anistia Já’, criado pelo movimento estudantil do Paraná?
Wellington Tiago: Quase dois anos depois do movimento de ocupações de escola, muitos estudantes estão sendo processados judicialmente por ter participado. São processos absurdos. O único motivo da sentença é ter ocupado sua escola.
São mais de cem pessoas processadas que, como estudantes de escola pública, não têm dinheiro para pagar os valores pedidos nas sentenças. A própria UPES está sendo notificada e não tem dinheiro para pagar.
Além da anistia destes processos arbitrários, queremos mostrar que as ocupações foram sim um movimento legítimo de protesto. A Constituição nos garante o direito à manifestação. Precisamos mostrar a perseguição que estamos sofrendo.
UBES: Qual o legado vocês gostariam que as ocupações deixassem para a educação do Estado, que não o das perseguições políticas?
Wellington: Todas as ocupações do Paraná deixaram um legado de uma escola mais democrática, mais plural, com menos preconceito, mais participação dos estudantes. Principalmente, de um novo modelo de ensino. Onde houve ocupação conseguimos deixar isso claro.
Infelizmente, para o estado ficou esta perseguição. É natural, uma vez que quem está no comando são governadores que já mandaram a polícia agredir professores, em manifestação de 2015 conhecida nacionalmente. O governo de Beto Richa (PSDB) e Cida Borghetti (PP) não deu prioridade nenhuma para a educação e ainda é acusado de desvio de verbas do ensino público.
Essa perseguição acontece não só para deslegitimar o maior levante estudantil do último período, mas também para que estudantes se sintam intimidados em participar do movimento estudantil. A maior parte dos processados deixam seus grêmios, suas entidades municipais.
A ideia da campanha é mostrar para a sociedade também que o movimento foi legítimo, que era preciso lutar contra a PEC 55, que temos direito de manifestar nossa opinião e que mostramos um novo jeito de organizar as escolas.
Cena do documentário
“Ocupa Tudo – Escolas ocupadas no Paraná”
(Carlos Pronzato, 2017)
UBES: Como a campanha está atuando?
Wellington: Estamos indo às escolas conversar com os grêmios e estudantes sobre o que vem ocorrendo. Os grêmios fazem cartazes, rodas de debate. Pretendemos realizar uma audiência pública sobre o assunto e estamos apresentando um Projeto de Lei a deputados para arquivamento dos processos injustos. No dia 30 de agosto, vamos fazer um protesto junto com professores em Curitiba.
UBES: Alguém já foi punido por ter participado de ocupações?
Wellington: Muitas pessoas já foram punidas. Pelo menos mais de cem estudantes, a própria UPES, diversos professores, trabalhadores de escolas e diretores.
No caso dos professores, estão sofrendo processos administrativos em que podem perder o emprego, apesar de concursados. No nosso caso, envolve valores financeiros.
No caso dos estudantes menores de idade, os pais estão respondendo judicialmente, com sentenças entre mil e 30 mil reais e trabalhos voluntários.
UBES: Por que acha que os processos são arbitrários?
Wellington: Em relação aos estudantes, em todos os processos até agora, ninguém foi chamado para nenhuma audiência, ninguém participou ou teve direito de ser ouvido no seu julgamento. Simplesmente recebeu a notificação. É uma perseguição, porque o réu não tem direito à defesa.
Leia também:
Fonte: UBES

BOLSONARO, NÃO!

PORQUE DIZEMOS NÃO A BOLSONARO?

Em um momento de desesperança com a política e com o nosso país, é natural que saídas fáceis tentam nos seduzir. Mas por trás disso podem estar escondidos retrocessos perigosos aos nossos direitos e a nossa liberdade. Por isso iremos combater as ideias retrógradas que atacam à nossa juventude e a democracia.

Dizemos NÃO à retribuição da violência como solução para a segurança pública.

Dizemos NÃO à privatização das nossas empresas estatais e a entrega de nossas riquezas ao estrangeiro.

Dizemos NÃO à discriminação contra mulheres, negras e negros, LGBTs.

Dizemos NÃO à qualquer tentativa de cerceamento da nossa Liberdade.

Dizemos NÃO à tentativa de dividir nosso povo pelo ódio às diferenças, sejam elas ideológicas, culturais ou étnicas.

Esse não é o Brasil que queremos. Queremos devolver a esperança ao nosso povo.

Queremos uma segurança pública.

Queremos nossa indústria e nossas empresas estatais fortes.

Queremos desenvolvimento e justiça social.

Queremos respeito e igualdade entre todas as pessoas.

Queremos MAIS democracia, MAIS participação e fortalecimento do debate político.

Queremos o nosso povo unido.

SIM À ESPERANÇA!
NÃO À BOLSONARO

!

Pontal do Paraná

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Pontal do Paraná é um município brasileiro do estado do Paraná.. Foi desmembrada do município de Paranaguá em 20 de dezembro de 1995, fazendo parte hoje da Região Metropolitana de Paranaguá (RMP)
A história do município de Pontal do Paraná começou quando houve os primeiros fluxos no século XVII. O objetivo dos primeiros fluxos era de colonizar o território do atual Estado do Paraná. Trata-se de um município geograficamente próximo a Paranaguá, tanto por terra como por mar. Isso permitiu que os fatos políticos e administrativos do município mais antigo do Paraná tivessem influência na vida pública da comunidade pontalense.
As praias de Pontal sempre receberam muitos visitantes vindos do interior do Paraná e da capital, Curitiba. Pontal do Paraná também é objeto de conhecimento por ser o lugar de onde vem os barcos que levam uma grande leva de turistas às ilhas próximas. Entre as ilhas, merece destaque a Ilha do Mel, pertencente ao município de Paranaguá. Esta ilha costeira recebe muitos visitantes de todos os lugares.
Como Chegar
BR 277, seguindo pela PR 407
BR 376, depois pela PR 412. Distante 97 km de Curitiba.

Infra-estrutura de Acesso
Rodoviária
Terminal Rodoviário Ernesto Schaedler
Avenida Beira Mar, s/nº Tel. (41) 3455-1341

Empresa de Ônibus
Viação Graciosa
Tel. (41) 3455-1341 home page: www.viacaograciosa.com.br

O que Visitar
Praias
O município possui 23 km de orla marítima, onde se situam 48 balneários com boa balneabilidade e condições para banho, sendo estes os principais: Pontal do Sul, Las Vegas; Patrick II; Miami; Itapuã; Guapê; Vila Nova; Atami; Iracema; Guarujá; Barranco; Shangri-lá; Miramar; São José; Ipê; Marissol; Jardim Marinês; Beltrame; Jardim Jacarandá; Mirassol; Luciane; Carmery; Marisa; Jardim Canadá; Recanto Uirapuru; São Carlos; Porto Fino; Praia Bela; Leblon; Batel; Santa Terezinha; Canoas; Praia de Leste; Santa Mônica; Vila Jacarandá; Irapuan; Majoraine; Primavera; Santa Fé; Grajaú; Andaraí; Santa Rita Mar; Ipanema I; Ipanema II; Ipanema III; Ipanema IV; Monções.

Balneário de Pontal do Sul
Com praias de areia fina e clara, sua vegetação não difere muito dos demais balneários, sendo que ocorre uma larga área de restinga. Conta ainda com uma grande extensão de Mata Atlântica, além de ser rico em manguezais. Suas águas proporcionam banhos com segurança. Pontal do Sul, também recebe águas da Baía de Paranaguá onde estão instaladas as marinas e o terminal dos barcos que levam à Ilha do Mel.

Balneário de Praia de Leste
Com uma praia de areia branca e águas claras, sua vegetação quase já não pode ser observada nas áreas mais urbanizadas, mas é caracterizada por ser basicamente rasteira. Suas águas são constantemente movimentadas oferecendo locais para banhos.

Balneário de Santa Terezinha
Oferece ótimos picos de surf, além de ser o mais freqüentado por jovens. O balneário realiza o melhor carnaval de Pontal do Paraná e possui uma agitada vida noturna.

Balneário de Shangri-lá
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Praia tranquila de mediana extensão, é mais uma das boas opções que a cidade oferece. Costuma receber um bom número de visitantes todos os anos, que aproveitam para relaxar, tomar um refrescante banho de mar e repor as energias. É uma boa opção para todos os públicos, desde os mais jovens aos mais velhos. Conta com uma boa faixa de areia clara e batida, o mar é levemente agitado, formando boas ondas dependendo do tempo. De um azul muito bonito, suas águas cristalinas são propícias para o banho e prática de esportes como kitesurf e surf, dependendo do tamanho das ondas. No verão, jovens aproveitam a espaçosa faixa de areia para jogar futebol e frescobol. Levar alimentos e bebidas para fazer um pic-nic é uma boa dica. Possui uma larga faixa de areia, ondas mais fortes com alguns pontos propícios para a prática do surf e locais para pescaria.

Balneário de Ipanema
É o de maior movimento durante a temporada, oferece mais opções para atividades noturnas. A praia tem areia um pouco mais grossa que as demais e ondas propicias para a prática do surf.

Comunidade Guaraguaçu
Localizada nas margens do Rio Guaraguaçu, o lugar é apropriado para pesca esportiva, lá se encontram duas marinas, bancas de artesanato e a Estrada Ecológica do Guaraguaçu que leva a comunidade indígena Guarani M`Byá e ao maior Sambaqui, conta com chácaras que servem a gastronomia típica, (somente com reserva). Para visitar deve-se entrar em contato com o Departamento de Turismo Tel. (41) 3975-3102

Calçadão de Praia de Leste
Área de lazer e ponto de encontro durante a temporada de verão. Estruturado com lanchonetes e comércio em geral. Localiza-se entre as Ruas Dídio Costa e Afonso Camargo.

Casa da Cultura
A Casa da Cultura fica na sede do antigo “Balneário Clube de Ipanema” onde aconteciam os mais famosos bailes de carnaval. Conta com um espaço para exposições itinerantes e permanentes como um acervo que reúne peças, fotos, documentos doados pela comunidade e o registro dos passos para a emancipação do município. Durante o ano é sede de projetos sociais voltados às crianças e adolescentes da rede pública de ensino, ainda é utilizada para a realização de eventos técnicos. No carnaval é oferecido um baile infantil. Localiza-se na Rua Alba de Souza e Silva, s/nº (balneário de Ipanema) Tel: (41) 3975-3102

Centro de Estudos do Mar/UFPR
Mantido pela Universidade Federal do Paraná é um núcleo de exposições e atividades em educação ambiental, tendo inúmeros programas em pleno desenvolvimento. Realiza trabalhos de pesquisas avançados sobre as potencialidades do nosso litoral e recebe estudantes de todos os níveis para explanações e visitas aos seus laboratórios. Possui farto material em vídeo, aquário marinho e exposição de material botânico, zoológico e geológico da região. Abriga desde de 2000 o curso de graduação em Oceanografia. Visitas somente com hora marcada. Tel. (41) 3455-1333 home page: www.cem.ufpr.br . Localiza-se na Avenida Beira-mar, s/n°. (balneário de Pontal do Sul)

Sede do Parque Natural Municipal do Manguezal do Rio Perequê
Inaugurada em 2003, possui biblioteca, videoteca, espaço para exposições, reuniões, além de computador com acesso a internet. Localiza-se na Avenida Mira-Mar ao lado do CEM. (balneário de Pontal do Sul)
Horário de funcionamento: segunda-feira a sexta-feira das 8h30 às 12h e das 13h às 17h

Ilha dos Currais
Afora os costões, possui pequena praia de seixos. Não há trilhas em seu interior. A Ilha está sob os cuidados do Centro de Estudos do Mar. Formada por três pequenas ilhas é a região do litoral com água mais limpa, sendo perfeitas para pesca e mergulho. Informações Tel. (41) 3455-1333. Localiza-se a 12 km do balneário de Praia de Leste.

Ilha da Galheta
De dimensões maiores que a dos Currais, a ilha é cercada pelos costões de rocha. Situa-se próximo à ponta da Ilha do Mel. O desembarque é difícil e não há praia ou trapiches e as ondas são muito fortes. Localiza-se a 3 km do balneário de Pontal do Sul.

Áreas de Lazer / Pesque Pague
Santuário Guaraguaçu
Estrada Ecológica do Guaraguaçu Tel. (41) 9101-9383 / 8435-0784
Horário de atendimento: sábado, domingo e feriado (somente com reserva)

Onde Dormir
Cadastrados no Ministério do Turismo
Tomate’s Bar Pousada & Restaurante
PR 412, 3179 balneário Primavera Tel. (41) 3458-2522

Serviços Turísticos
Terminal de Embarque
Alameda do Café, s/nº balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1144
Horário de Barcos
Pontal do Sul/Ilha do Mel: diariamente das 8h às 19h (a cada 30 minutos)

Marinas
Marina Central Náutica
Rua Erva Mate, s/nº balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1528
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Porto Marina Mares do Sul
Avenida Beira Mar, 88 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1447
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina Vale do Sol
Rua Tapebuia, s/nº balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-2282
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina Bom Abrigo
Rua Imbaúba, 69 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1222
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina 7 Mares (somente associados)
Rua dos Iates, 44 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-2177
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina Sul
Avenida do Mel, 1661 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-2187
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Iate Club de Pontal do Sul
Avenida dos Iates, s/nº balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1141
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina Ilha do Mel (somente associados)
Rua dos Iates, 1577 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1580
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina A
Rua dos Iates, 110 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1392
Horário de atendimento: diariamente das 7h30 às 19h

Serviços
Hospital
Posto de Saúde 24 Horas
Rua Santa Mônica, 369 balneário Praia de Leste Tel. (41) 3472-7078

Bancos
Banco do Brasil
Avenida Beira Mar, 437 balneário Praia de Leste Tel. (41) 3458-2016

Banco Itaú
Rua São Luiz, 501 balneário Ipanema Tel. (41) 3457-1828

Banco HSBC (Caixa eletrônico)
Pátio do Mercado Super Rede balneário de Ipanema

Artesanato
Ateliê da Dona Jacyra
Rua dos Corais, 50 Tel: (41) 3457-5751
Horário de atendimento: sábado e domingo das 9h às 14h

Feira de Artesanato Centopéia (somente na temporada)
Balneário Marissol
Horário de atendimento: diariamente das 9h ás 23h

Artesanato de Pontal do Sul
Avenida Beira Mar s/nº (ao lado da Pizzaria Karrankas)
Horário de atendimento: diariamente das 9h às 24h (durante a temporada)

Feiras de Artesanato “Mãos de Pontal” (somente na temporada)
Praia de Leste: Avenida Aníbal Curi
Ipanema: Praça Central
Santa Terezinha: Avenida Beira Mar
Shangri-lá: Praça Central
Horário de Funcionamento diariamente das 9h à 24h

M’Byá Artesanato do Brasil
Avenida Beira Mar, 141 balneário Praia de Leste Tel. (41) 3458-3116
Horário de atendimento diariamente das 10h às 22h

Informações Turísticas
Secretaria Municipal de Desenvolvimento
Diretoria de Turismo
Rua Alba de Souza e Silva, s/nº – Casa da Cultura balneário Ipanema Tel. (41) 3975-3102

Terminal de Embarque de Pontal do Sul
Alameda do Café, s/nº Tel. (41) 3455-1144
Horário de atendimento: diariamente das 8h30 às 22h

Fonte  BRASIL CULTURA

sábado, 25 de agosto de 2018

Gastronomia Brasileira

Ao longo de mais de 500 anos de história, a culinária brasileira é resultante de uma grande mistura de tradições, ingredientes e alimentos que foram introduzidos não só pela população nativa indígena como por todas as correntes de imigração que ocorreram no período. Cada região do país tem sua peculiaridade gastronômica e sua culinária adaptada ao clima e à geografia. Além disso, o próprio descobrimento do Brasil remete à culinária, já que as caravelas portuguesas desembarcaram aqui em 1500 enquanto navegavam em busca das Índias e suas especiarias. Devido às diferenças de clima, relevo, tipo de solo e de vegetação, e povos habitando uma mesma região, é muito difícil estabelecer um prato típico brasileiro. A unanimidade nacional é, talvez, o arroz e o feijão, cujo preparo varia conforme a região. No entanto, a mistura de dois ingredientes tão comuns na mesa do brasileiro, apesar de característica, ainda não é suficiente para resumir toda a complexidade e a riqueza da culinária nacional.

Região Norte

Influências: A forte presença indígena mesclada com a imigração européia diferencia a gastronomia do Norte de qualquer outra encontrada no país. É considerada por muitos o maior exemplo de culinária tipicamente nacional. Apesar de suas raízes amazônicas, a cozinha regional sofreu influência forte de imigrantes portugueses, logo no início da colonização. Depois, com o ciclo da borracha, outros povos chegaram e deixaram seus traços na culinária, como é o caso de libaneses, japoneses, italianos e até mesmo os próprios nordestinos que migraram para a região nesse mesmo período.
Principais ingredientes: mandioca, cupuaçu, açaí, pirarucu, urucum (açafrão brasileiro), jambu, guaraná, tucunaré, castanha do Pará.
Pratos típicos: Pato no Tucupi, Caruru, Tacacá, Maniçoba.

Região Nordeste

Influências: A diversidade climática (tropical na costa e semi-árido no interior) tem reflexos diretos na culinária nordestina. Desde o litoral de Pernambuco até o da Bahia, a presença africana se nota mais forte devido aos resquícios da escravidão durante o ciclo da cana. Já em Alagoas, os frutos do mar são mais recorrentes devido às suas diversas lagoas costeiras. No Maranhão, a influência portuguesa é ainda mais forte que nos demais estados da região, e o consumo de temperos picantes, muito comum no litoral, é menor. No sertão nordestino, o próprio clima favorece o consumo de carnes, sobretudo a carne-de-sol e os pratos feitos com raízes. A culinária das comemorações juninas também é típica do interior.
Principais ingredientes: Azeite de dendê, mandioca, leite de coco, gengibre, milho, graviola, camarão, caranguejo.
Pratos típicos: Acarajé, vatapá, caranguejada, buchada, paçoca, tapioca, sarapatel, cuscuz, cocada.

Região Centro-Oeste

Influências: A culinária da região é altamente influenciada pela pecuária, uma das principais atividades econômicas do território, daí a grande preferência da população do Centro-Oeste por carnes bovina, caprina e suína. Os ciclos de imigração também trouxeram a culinária africana, portuguesa, italiana e síria. E a forte presença indígena liderou a preferência regional por raízes. Ao norte do estado, a proximidade com o Pará refletiu diretamente no preparo de alguns pratos, principalmente os que são feitos com carne-de-sol e pequi. O Mato Grosso do Sul, no entanto, sofreu forte influência da culinária latino-americana, sobretudo nos ensopados de peixe. Devido à diversidade da fauna pantaneira, carnes exóticas e peixes típicos da região, como o Pacu, o Pintado e o Dourado também fazem parte do cardápio local.
Principais ingredientes: Pequi, mandioca, carne seca, erva-mate, milho
Pratos típicos: Arroz com pequi, picadinho com quiabo, sopa paraguaia, empadão goiano, caldo de piranha, vaca atolada.

Região Sudeste

Influências: Até o século XIX, a cozinha do Sudeste era essencialmente influenciada pelas origens portuguesas, indígenas e africanas. Alimentos simples, como raízes, carnes, grãos e vegetais foram disseminados por todo o território do Sudeste, o que fez com que a gastronomia de cada estado se tornasse bastante similar em ingredientes e no preparo dos alimentos. A exceção é a culinária capixaba que, por sua proximidade com o Nordeste e grande área litorânea, tem uma forte presença de peixes e frutos do mar nos pratos do dia-a-dia. Após a chegada de imigrantes japoneses, libaneses, sírios, italianos e espanhóis, a diversidade gastronômica, sobretudo em São Paulo, aumentou. No estado, a culinária internacional mais integrada com a culinária típica paulista é a italiana.
Principais ingredientes: arroz, feijão, ovo, carnes, massas, palmito, mandioca, banana, batatas, polvilho

Pratos típicos: Tutu de feijão, virado à paulista, moqueca capixaba, feijoada, picadinho paulista, pão de queijo.

Região Sul

Influências: A mistura étnica ocorrida na região Sul resultou em uma culinária completamente diferente do resto do país, com a presença ainda mais forte da cozinha italiana, alemã, além das já presentes portuguesa e espanhola. O churrasco, principal prato do Rio Grande do Sul, resultou de um fato histórico. Para catequizar os índios da região na época da colonização, os padres jesuítas introduziram a criação de gado e deixaram o rebanho sob a responsabilidade dos nativos. Com a chegada dos tropeiros paulistas e mineiros, que escravizaram os índios, o gado permaneceu solto pelos campos e se espalhou pelo sul do território, pois não havia predadores. Daí a abundância de pastos e a tradição do churrasco gaúcho. Com a chegada dos italianos, as massas, a polenta e o frango foram integradas ao hábito alimentar regional. Já a influência alemã, ficou restrita às colônias no interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. O Paraná, apesar da forte influência italiana, conta com uma presença também significativa da culinária indígena, sobretudo com raízes e grãos.
Principais ingredientes: carne bovina e ovina, farinha de milho, erva-mate
Pratos típicos: Barreado, churrasco, galeto, sopa de capeletti, arroz carreteiro, sopa catarinense.

AQUI TUDO SOBRE CULINÁRIA BRASILEIRA

Fontes: - Fundaj

Destinos de cinema para curtir a 7ª arte

Festivais de cinema de norte a sul do Brasil são uma aposta certeira para casar a paixão pelas telonas com o prazer de viajar. Em todo o país, os eventos se convertem em roteiros de viagem e contabilizam ganhos para a economia do Turismo, que percebeu neste nicho uma oportunidade de ampliação do fluxo de turistas nos períodos de baixa ocupação dos destinos.
Na Região Sul, um dos principais expoentes é o Festival de Cinema de Gramado, que termina neste sábado (25) e dispensa apresentações. Na cidade luz de clima e matizes europeias, das hortênsias e do Natal Luz, o festival é mais um ingrediente para reforçar a vocação turística de Gramado e região, lotando os hotéis e atrativos da serra com o movimento dos cerca de 300 mil visitantes esperados para o evento.
24.08.2018 SC Urubici
Pedra Furada, “janela do céu” no Parque Nacional de São Joaquim, fica próxima a Urubici (SC). Foto: Beto Garavello/Divulgação

Subindo por Santa Catarina, São Joaquim, Urubici e Lages promovem, de 21 a 29 de setembro, o Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense, que exibe documentários e filmes de animação. Já a capital paranaense, Curitiba, realiza de 4 a 8 de outubro o Curta 8, Festival Internacional de Cinema Super 8. Como diz o nome, a competição é para curtas captados no formato super 8 – novas tecnologias surgem a todo tempo mas o formato Super 8 continua sendo o “queridinho” dos profissionais e interessados em cinema.
Chegando ao Sudeste, está a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que promove de 18 a 31 de outubro uma competição para produções de longa-metragem. Dá pra emendar e dar um pulinho na capital carioca para o Festival do Rio, que começa dia 1º de novembro e se estende até o dia 11, com longas de todos os gêneros. Quem quer fazer as malas antes, já pode se programar para o Festival de Cinema de Vitória (ES), que começa no próximo dia 3 e reúne produções experimentais, de ficção, animação e documentários.
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Avenida Beira Mar, Vitória (ES). Crédito: VitorJubini/Divulgação MTur

Passando pelo Planalto Central, não é à toa que a capital da República é chamada de cidade cinematográfica. Palco do histórico Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro, cuja 51ª edição acontece de 14 a 23 de setembro, aumenta sua presença no cenário cultural do país com o “Curta Brasília – Festival Internacional de Curta Metragem”, programado para dezembro. Para além da tela, os fãs da 7ª arte podem aproveitar a visita para conhecer monumentos, como a Catedral, Palácios do Itamaraty e da Justiça, e o urbanismo dos eixos e superquadras, com as assinaturas de monstros sagrados da arquitetura como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.
A região do Pantanal também é cenário (de cinema e) para curtir cinema. Em outubro, acontece em Cuiabá (MT) a 17ª edição da Mostra de Audiovisual Universitário da América Latina (Maual). O evento é considerado uma das principais vitrines da produção audiovisual universitária e independente do Brasil e da América Latina. É também uma oportunidade de se conhecer a capital mato-grossense e sua culinária repleta de receitas de peixes variados. Se tiver um tempinho a mais, vale pegar estrada até a Chapada dos Guimarães, a cerca de 70 km de distância, e desbravar o Pantanal Norte. É na Chapada, a propósito, que acontece o “Tudo Sobre Mulheres”, festival temático de cinema que vai de 5 a 9 de setembro.
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Entardecer na Chapada dos Guimarães (MT). Foto: Beto Garavello/Divulgação

No Nordeste, o 13º Encontro Nacional de Cinema e Vídeo dos Sertões, de 26 a 30 de setembro, promete lotar os cerca de 700 leitos da pequena cidade de Floriano. O município piauiense está localizado às margens do Rio Paranaíba, seu principal atrativo turístico, margeado de balneários e prédios históricos. Durante o festival serão oferecidas oficinas, palestras, debates e painéis com produtores, diretores e atores.
Em São Miguel do Gostoso, badalado point turístico do Rio Grande do Norte, a 5ª Mostra de Cinema de Gostoso se realiza de 23 a 28 de novembro. Serão seis dias dedicados à apresentação dos mais recentes lançamentos cinematográficos do país em um telão que será montado na Praia de Maceió, um cenário de areia branca e águas azuis no destino onde os ventos convidam à prática de esportes náuticos, como o windsurfe e kitesurf. Distante 110 km de Natal, “Gostoso” é cheio de charme, com praias lindas e boa comida, um destino de referência para descanso e aventura.
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Pôr-do-sol exuberante na orla de São Miguel do Gostoso (RN). Foto: André Martins/MTur

No Norte, volta à cena, depois de cinco anos, o 13º Festival Chico – Festival de Cinema e Vídeo do Tocantins. O evento, de estímulo à produção cinematográfica, promete movimentar a capital Palmas de 25 a 29 de setembro com as mostras Nacional e Tocantins. Vale dedicar um tempo para conhecer a mais nova capital do país. Localizada entre o rio Tocantins e a Serra do Lajeado, a cidade é banhada pelo lago artificial de Palmas com mais de 100 km de extensão, um dos principais atrativos locais com opção de passeios de barcos e outras atividades náuticas pelas praias urbanas e ilhas. Bares e restaurantes pontuam a orla urbana. Com maior disponibilidade, o Jalapão pode entrar na agenda.
Há também casos em que um único festival passeia por diversas cidades. É o caso da Festival Mimo de Cinema 2018, que levará em sua 15ª edição produções inéditas que tratem de música para Paraty (28 a 30/09), candidata ao título de patrimônio natural e cultural; Rio de Janeiro (15 a 17/11), principal destino de lazer do país; São Paulo (19 e 20/11), destino internacional da gastronomia, e Olinda (23 a 25/11), cujo centro histórico é patrimônio cultural da humanidade. Paralelamente ao festival, serão realizados concertos gratuitos de artistas brasileiros e estrangeiros.
Edição: Vanessa Sampaio

Comunicado: Ônibus da Cultura

A SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA, COMUNICA para conhecimento de quantos possam se interessar, que iniciou o procedimento visando a realização de implantação do projeto ônibus da Cultura. Nesse contexto, esta recebendo propostas comerciais  a ser encaminhada no e-mail smccompras@prefeitura.sp.gov.br  também poderá ser visualizado o Termo de Referência. 

Fonte: BRASIL CULTURA

Dia do Artista – 24 de agosto

Ontem foi comemorado o dia 24 de agosto foi escolhido como data para celebrar a existência do artista em nossa sociedade. O artista é qualquer pessoa que dedica sua vida ou algum tempo dela à arte. Aqui, entenda-se arte como qualquer modalidade das mais tradicionais que você faça com muito amor e dedicação. Na maioria das vezes, para ser artista é necessário que a pessoa tenha nascido com um dom. Seja ele para pintura, interpretação, atuação em peças teatrais, cinema e novelas. Esses setores se destacam como importantes espaços para o surgimento de excelentes artistas.
O mundo está cheio de artistas e não são só os famosos que fazem parte dessa lista, existem os autônomos, que são artistas de rua, que com uma maquiagem e alguns acessórios tentam viver dessa arte que nem sempre é uma fonte de riqueza. Existe também a arte de viver. A vida é uma luta constante, por onde passamos por altos e baixos, mas quase sempre saímos triunfantes.
Já tentou imaginar se eles não existissem? O mundo seria menos colorido sem as obras de arte, e menos divertido sem os atores que nos proporcionam tantas risadas, seja no palco, nas telinhas e até mesmo nas ruas.
Fonte: BRASIL CULTURA
Adaptado pelo CPC/RN