Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
Representando trabalhadores rurais e as periferias urbanas, convidamos você a entender mais sobre essa cultura estigmatizada.
Ritmo surgido no sertão do sudeste brasileiro e depois espalhado por todo o Brasil, o sertanejo é atualmente o estilo musical mais popular do país. A cultura sertaneja tem indumentária, costumes e comidas típicas, mas encontra sua representação mais notória na musica. Ritmo que representa a vida do homem do campo e da periferia urbana, os hábitos representam estados como São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso.
Despontado nas roças do interior paulista ao cantar os causos diários dos caipiras, a primeira vez que uma música sertaneja foi grava foi em 1929, por Cornélio Pires.
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1ª era, Música Caipira: Letras evocavam o modo de vida do homem do interior (muitas vezes em oposição à vida do homem da cidade), as duplas Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha são expoentes dessa fase.
2ª era: Teve início após a 2ª Guerra Mundial, com a incorporação de estilos como polca europeia. A temática vai tornando-se gradualmente mais amorosa, conservando ainda sim um caráter autobiográfico. Milionário e José Rico eram destaques com inclusão de violino e trompete.
3ª era, Sertanejo Romântico: Guitarra elétrica e country norte-americano chegam. Sérgio Reis, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Rionegro e Solimões, Chrystian & Ralf, João Paulo & Daniel e muitos outros estouram falando de solidão e isolamento.
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4ª era, Sertanejo Universitário: Falando de um amor que vai dar certo, as canções com sintetizadores ganham espaço. São consideradas mais simples, mas arrebatam a nação. Gusttavo Lima, Jorge & Mateus, Cristiano Araújo, Luan Santana, Henrique & Juliano, são alguns nomes.
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BÔNUS – Feminejo: Ter mulheres no Sertanejo não é novidade, mas cantar os mesmos temas dos homens sim. Bebedeira e pegação estão nas vivências femininas agora é sobre isso que Marília Mendonça, Maiara e Maraísa e Simone e Simaria cantam.
Tudo isso acompanhado da Dança Sertaneja, uma variável da Dança de Salão faz da música sertaneja um ritmo complexo, em constante evolução e aberto a outros ritmos, como forró, funk, samba e vanerão.
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Assim como todos as outras expressão artísticas, o sertanejo reflete uma sociedade – com caracteristicas machistas, racistas, territoriais e precisam ser quebradas.
Agora é com você: Qual sua relação com o sertanejo?
O mais importante diretor de teatro brasileiro construiu, como se fosse uma religião, metodologia exímia para formar bons intérpretes.
Por Sérgio Maggio*
Seria natural num texto de despedida de um grande nome do teatro brasileiro que se elencasse aqui os feitos sobre as tábuas do palco. Recuperar, em palavras escritas, a genialidade do aqui e agora que se foi no exato instante que as cortinas se fecharam. Com Antunes Filho, esse procedimento seria pequeno e incapaz de reter a grandiosidade do seu legado ao teatro brasileiro.
Antunes Filho poderia ter ficado na zona de conforto que se formou em torno de si, quando foi servir cafezinho no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e aprendeu com os diretores estrangeiros a engenharia da encenação. Havia ali, sobretudo, admiração em especial por Ruggero Jacobbi, o italiano mais esquerdista de todos.
Conheceu na grandiosidade importada do TBC o que viria a se tornar a geração de ouro do teatro brasileiro. Fernanda Montenegro, Cleyde Yáconis, Cacilda Becker, Tônia Carrero, Sergio Britto, Leonardo Villar, Raul Cortez. Seguir o caminho ao lado deles seria encontrar o “porquinho de ouro” para a engorda, como costumava dizer quando ficava diante de um ator promissor.
Ao contrário, depois da peça-marco Macunaíma, de 1978, um dos beijos na boca mais gostosos entre o teatro e a brasilidade, virou as costas à tendência febril de montar projetos e assentou-se em sua pesquisa com não-atores ou intérpretes em formação no Centro de Pesquisas Teatrais (CPT), abrigado desde então no Sesc.
“Suas primeiras e históricas explosões como encenador foram, aos poucos, retiradas de cena, e, com obstinação e criatividade únicas nasceu um Antunes celular, intrínseco e incubo”
Fernanda Montenegro, atriz
Foi esse Antunes que formou, ao menos, três gerações de atores brasileiros de forma obstinada, missionária, espiritual e rigorosa como se fosse quase uma religião a ser seguida. Era preciso entregar a alma (e a lombar) ao guru para experimentar um estado de consciência ímpar no teatro brasileiro. Disciplina era um Pai Nosso e treinamento, a Ave Maria.
O método de Antunes Filho é uma antropofagia que se tornou um caminho reto e concreto de abertura de caminhos. Entrava-se no CPT cru e, a depender dessa devoção e da fé/talento, sai-se um ser deslumbrante em cena. Antunes misturava estudos e práticas orientais com a fisiologia da respiração. Todo o ponto de concentração do ator é a região do plexo solar, o terceiro chacra, o da vitalidade, localizado na cavidade abdominal.
O eixo do ator é deslocado para trás por meio da lombar (ai daquele que não soubesse onde se localiza a lombar!). O corpo e a voz tornam-se uma dimensão única. Não se projeta esse duplo para frente. Era preciso falar e gritar pela ressonância (como se falasse para dentro) e não pela extensão da voz.
“Destrua os seus ombros. O ombro não comanda nada aqui. Não tente atuar da cintura para cima, serpenteie com as mãos e os pés, deixe que a mente comande o cérebro”
Antunes Filho
O ator dizia esses comandos em voz alta durante uma tarde em que eu entrei no CPT como um ouvinte e vi esse homem obstinado trabalhando, querendo acertar e descontinuar corpos viciados. Havia ali, sem dúvida, um vulcão, violento, por vezes (há queixas de assédio moral de alguns discípulos), mas capaz de devastar o que era infértil e torná-lo um campo cheio de possibilidades.
Fui cumprimentá-lo ao final. Antunes me disse:
“Não ande com a planta dos pés, não se projete para mim. Vejo ansiedade em sua respiração, seu trapézio (músculo próximo ao ombro) está travado”
Emendou depois uma língua inventada de sotaque russo, metodologia desenvolvida na disciplina de oratória do CPT. Era tudo verdade. Estava muito ansioso diante do mito e queria beber dele. O fiz tantas vezes vendo seus espetáculos-aulas. O que ele fez com Nelson Rodrigues foi genial. Mas nada se iguala à perseguição em esmiuçar as tragédias gregas. A sua Medeia é inesquecível. O coro, uma obra-prima. Fico arrepiado só de me lembrar.
Teve ainda a série histórica Prêt-à-porter, na qual Antunes dava consciência total ao ator que escrevia, encenava e dirigia numa espécie de falso naturalismo. Diante de nossos olhos, tudo parecia muito perto do cotidiano, mas não era. Havia sempre uma “loucurinha” ali e acolá que nos lembrava genialmente que era teatro.
Foi ali que vi alguns dos grandes intérpretes de Antunes. Juliana Galdino, a quem acompanha em suas viagens solos, impactou-me como se tivesse diante de Salmo da Bíblia de Antunes. Ali, Juliana, uma das maiores atrizes de sua geração, era um corpo-voz-poema. Era o trabalho dela e de um mestre oferecidos a plateia como uma hóstia consagrada. Ainda me deslumbrei com Lee Taylor em A Pedra do Reino, obra-prima de Antunes, protagonizado por um dos seus mais fiéis discípulos.
O CPT, como um templo, seguirá de portas abertas. Antunes Filho nunca escondeu nada. O método é maior que a brevidade da vida.
*Sérgio Maggio é diretor-dramaturgo do Criaturas Alaranjadas Núcleo de Criação Continuada, jornalista e mestre em crítica teatral
“O golpe da Previdência e a batalha da comunicação” é o tema do seminário que será realizado pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé no dia 17 de maio das 9 às 17 horas. O evento ocorrerá em São Paulo, no auditório do Barão, situado na rua Rego Freitas, 458, 8º andar, República.
Na abertura, às 9 horas, o propósito é debater a “Capitalização e outros impactos da ´deforma´ privatista”, com Eduardo Fagnani, professor da Unicamp, Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência, e Patrícia Pelatieri, do Dieese.
A tarde foi reservada para “A disputa da narrativa na sociedade”, com foco na mídia hegemônica que aborda a matéria com a arrogância do pensamento único neoliberal apresentando a “deforma” como remédio milagroso para todos os males da economia nacional, a mesma narrativa com a qual douraram a pílula amarga da contrarreforma trabalhista.
As palestras estarão a cargo dos jornalistas Leonardo Sakomoto, do Repórter Brasil, Laura Capriglione, do Jornalistas Livre, Paulo Moreira Leite, do Brasil 247 e Altamiro Borges, presidente do Barão de Itararé.
Pela módica quantia de R$ 50 qualquer pessoa interessada poderá participar, desde que se inscreva previamente, uma vez que as vagas são limitadas. As inscrições podem ser realizadas através do site baraodeitarare.org.br
Uma campanha da Faculdade Zumbi dos Palmares propõe uma reparação história a respeito de um dos mais importantes nomes da literatura brasileira.
“Machado de Assis era um homem negro. O racismo o retratou como branco. É hora de reparar essa injustiça”, diz o projeto ‘Machado de Assis Real’. Por causa da ação, o nome do escritor entrou para os assuntos mais comentados do Twitter Brasil neste 1º de maio, quando também se comemora o Dia da Literatura Brasileira.
A campanha afirma que Machado de Assis teve sua imagem embranquecida para ter reconhecimento na sociedade. “O maior nome da história da literatura brasileira. Jornalista, contista, cronista, romancista, poeta, teatrólogo. E o que poucos sabem: negro. O racismo no Brasil escondeu quem ele era por séculos. Sua foto oficial, reproduzida até hoje, muda a cor da sua pele, distorce seus traços e rejeita sua verdadeira origem”, diz o texto.
A página classifica o embranquecimento do escritor “um absurdo que mancha a história do país” e “uma injustiça que fere a comunidade negra”. Para corrigir esse fato e restaurar a imagem real de Machado de Assis, a campanha disponibiliza uma fotografia original do autor em diversos tamanhos. A proposta é que a população possa baixá-la e substituir a foto embranquecida nas capas dos livros do escritor. De acordo com o site, a medida é uma “uma errata histórica feita para impedir que o racismo na literatura seja perpetuado. Para encorajar novos escritores negros. Para dar a chance de a sociedade se retratar com o maior autor do Brasil. E para que todas as gerações reconheçam a pessoa genial e negra que ele foi”.
Ainda, a ação também apresenta um abaixo-assinado propondo que “as editoras e livrarias deixem de imprimir, publicar e comercializar livros em que o escritor aparece embranquecido e substitua a imagem preconceituosa pela foto de Machado de Assis real”.
Nicolau Maquiavel (1469-1527) foi um filósofo político, historiador, diplomata e escritor italiano, autor da obra-prima “O Príncipe”. Foi profundo conhecedor da política da época, estudou-a em suas diferentes obras. Viveu durante o governo de Lourenço de Médici. Realista e patriota definiu os meios para erguer a Itália.
Nicolau Maquiavel nasceu em Florença, Itália, no dia 3 de maio de 1469. Sua família de origem Toscana participou dos cargos públicos por mais de três séculos. Filho de Bernardo Maquiavel, jurista e tesoureiro da província de Marca de Ancona e de Bartolomea Nelli, que era ligada às mais ilustres família de Florença.
Interessado pelos problemas de seu tempo, Maquiavel participou ativamente da política de Florença. Com 29 anos, tornou-se secretário da Segunda Chancelaria durante o governo de Piero Soderim. Tinha a seu cargo questões militares de ordem interna como a redação de documentos oficiais. Ocasionalmente, realizou missões diplomáticas envolvendo a França, Alemanha, os Estados papais e diversas cidades italianas, como Milão, Pisa e Veneza.
Entre 1502 e 1503, Maquiavel exerceu o cargo de embaixador junto a César Bórgia, estadista inescrupuloso e capitão das forças papais. Dominava o governo papal e usava todos os meios para conquistar novas terras e estender o domínio da família Bórgia na Itália. Os cinco meses como embaixador junto a César Bórgia o encheu de admiração.
Exílio
Em 1512, quando os Médici derrubaram a República e retomaram o governo de Florença, perdido em 1494, Maquiavel foi destituído de seu cargo e recolhe-se ao exílio voluntário na propriedade de San Casciano, perto de Florença, onde iniciou sua atividade de escritor político, historiador e literato. Em 1513 começa a trabalhar nos “Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio”, em que faz uma análise da República Romana, e procura nas experiências do passado uma solução para os problemas da Itália.
Durante o exílio escreveu também “O Príncipe” (1513), “O Diário em Torno de Nossa Língua” (1516) procurando demonstrar a superioridade do dialeto florentino sobre os demais dialetos da Itália e “A Arte da Guerra”, publicada em 1521, em forma de diálogo, onde expõe as vantagens das milícias nacionais sobre as tropas mercenárias e realiza um exaustivo estudo de estratégia e tática militar.
O Príncipe
A obra “O Príncipe”, escrita por Maquiavel em 1513, e publicada postumamente em 1532, se transformou em sua obra-prima. O livro, um manual sobre a arte de governar, foi inspirado no estilo político de César Bórgia um dos mais ambiciosos comandantes italianos, que ficou conhecido por seu poder e atrocidades que cometeu para conseguir o que queria. Maquiavel viu nele o modelo para os demais governantes da época.
A obra revela a preocupação de Maquiavel com o momento histórico da Itália, fragilizada pela falta de unidade nacional e alvo de invasões e intrigas diplomáticas. Indignado com a decadência política e moral da Itália, o autor dirige conselhos a um príncipe imaginário, com o único objetivo de unificar a Itália e criar uma nação moderna e poderosa.
Para Maquiavel, o importante era realizar o desejo projetado, mesmo sob qualquer forma de governo – monarquia ou república, e por qualquer meio, inclusive a violência. Considerava os fatores morais, religiosos e econômicos, que operavam na sociedade como forças que um governante hábil poderia e deveria utilizar para construir um estado nacional forte. Assim, o príncipe com seu exército nacional que substituísse as precárias forças mercenárias, deveria ser capaz de estender seu domínio sobre todas as cidades italianas, acabando com a discórdia.
A Volta à Florença
Em 1519, anistiado, volta à Florença, sob as graças dos Médici. Em 1520, conseguiu do Cardeal Gíulio de Médici a função remunerada de escrever a “História de Florença”, um tratado em estilo clássico, que ficou consagrado como a primeira obra da historiografia moderna.
Em 1526, é encarregado pelo papa Clemente VII de inspecionar as fortificações de Florença e organizar um exército permanente para sua cidade, sob o comando de Giovanni Delle Bande. Em 1527, o saque de Roma pelo imperador Carlos V, do Sacro Império Romano-Germânico, restabeleceu a república em Florença. Maquiavel, visto como favorito dos Médici foi excluído de toda atividade política.
Nicolau Maquiavel faleceu em Florença, Itália, no dia 22 de julho de 1527. Seu corpo foi sepultado na Igreja da Santa Cruz, em Florença. Morreu sem ver seu sonho realizado, pois a unificação da Itália só se completaria no século XIX.
Curiosidades:
Na linguagem figurada, a expressão “maquiavelismo” significa astúcia e perfídia, e maquiavélico é o indivíduo que não se importa com os meios que escolhe para atingir seus propósitos.
Maquiavel, o importante analista político se transformou em dramaturgo para criticar a sociedade e os costumes de seu tempo em duas comédias: “A Mandrágora” (1518) e “Clizia” (1525), e também na novela “Belgaphor”, uma sátira sobre o casamento.
O Vocal Brasileirão divide o palco com o violonista, cantor e compositor Sérgio Santos (MG). O repertório abrange boa parte da discografia do compositor, contemplando suas diversas facetas, de forte inspiração nas musicalidades mineira e afro-brasileira. Com regência e direção artística de Vicente Ribeiro as apresentações acontecem nesta sexta-feira (3/5) e sábado (4/5), às 20h, no Teatro do Sesc da Esquina.
Esse é o segundo encontro do Brasileirão com o músico, também parceiro em diversas composições de Paulo César Pinheiro, Dori Caymmi e Edu Lobo. Em janeiro deste ano, durante a Oficina de Música, as apresentações amadureceram essa ligação. Entre as composições de destaque apresentadas estão: Litoral e interior, Margem derradeira, Lá vem chuva e Samba pra Mangueira.
Convidado
O compositor, cantor, violonista e arranjador Sérgio Santos começou sua carreira em 1982, participando do espetáculo Missa dos Quilombos, de Milton Nascimento. Em 1991 inicia uma parceria com Paulo César Pinheiro, um dos maiores poetas da história da música brasileira, com quem compôs um conjunto de mais de 300 composições.
Tem oito CDs gravados, lançados por gravadoras brasileiras, americanas e japonesas, tendo “Áfrico” sido eleito o melhor CD de 2002 (Prémio Rival BR) e “Litoral e Interior” sido indicado ao Grammy Latino em 2010.
Serviço:
Vocal Brasileirão convida Sérgio Santos
Datas: 03 e 04 maio
Horário: 20h
Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)
Local: Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969)
Ingressos: www.aloingresso.com.br ou na bilheteria da Capela Santa Maria
Vocal Brasileirão
O Vocal Brasileirão foi criado e idealizado pelo regente e arranjador Marcos Leite (1953-2002), que esteve à frente do grupo no período de 1995 a 2001. No período de 2002 a 2005 foi conduzido por Reginaldo Nascimento e desde 2006 conta com a direção artística de Vicente Ribeiro. Todos os cantores do Vocal Brasileirão são solistas; desta maneira, o público tem a oportunidade de ouvir não somente o resultado do conjunto de vozes, mas também os timbres particulares de cada um de seus integrantes. Em um extenso repertório acumulado ao longo de mais de 20 anos, há canções de Ary Barroso, Baden Powell, Caetano Veloso, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Edu Lobo, Gilberto Gil, Guinga, Ivan Lins, Joyce Moreno, Milton Nascimento, Noel Rosa, Sergio Santos, Tom Jobim e Zé Rodrix.
Dentre dezenas de espetáculos realizados, destacam-se “Coisas nossas”, “Como uma onda”, “Duetos”, “Bastidores”, “Eu canto samba”, “Estandartes do Contestado”, “Brasileirão 20 anos” e “Brasil Gongá” e “Antonio Brasileiro”. O grupo recebeu por três vezes consecutivas (1997, 1998, 1999) e ainda em 2002, o prêmio “Saul Trumpet” como Melhor Grupo Vocal do Estado do Paraná. A partir de 2006, sob a direção de Vicente Ribeiro, o grupo passou a dedicar-se paralelamente à montagem de shows com convidados especiais, tendo dividido o palco com grupos e artistas como Boca Livre, Folia de 3, Ivan Lins, Jane Duboc, Joyce Moreno, Quarteto em Cy, Romário Borelli, Sá & Guarabyra e Zé Luiz Mazziotti.
Em 2008, o Vocal Brasileirão gravou seu primeiro CD solo, “Invisível Cordão”, dedicado à obra de Chico Buarque e Edu Lobo. Com um som personalizado e envolvente, já conquistou um lugar de destaque na vida cultural de Curitiba, combinando originalidade e alegria para obter um resultado sem similar.
"O coisinha tão bonitinha do pai/ O coisinha tão bonitinha do pai". Em 1997, foi com estes versos cantados pela Madrinha do Samba, Beth Carvalho, que um robô, programado pela engenheira brasileira da Nasa, Jacqueline Lyra, acordou em Marte, tão longe da Terra e do Rio de Janeiro.
Nem a própria Beth Carvalho poderia ter imaginado que sua voz e sua música iriam tão longe! Hoje, 30 de abril, ela deve estar encantando os anjos: nesta terça-feira a Madrinha do Samba despediu-se da vida.
Foram mais de 50 anos dedicados à música – desde a década de 1960, e profissionalmente desde 1968. Esta brasileira incrível fez o Brasil e grande parte do mundo cantar e dançar na cadência do samba – e, depois, do pagode.
Filha de uma família que vivia a música, desde o início uniu sua voz à luta do povo, e sempre apoiou sindicatos, movimentos populares, partidos de esquerda. Sempre ao lado daqueles que lutam pela democracia e pelos direitos do povo. Lições que trouxe do berço – em 1964 seu pai, o advogado João Francisco Leal de Carvalho, foi cassado pelo golpe militar. Seu crime: ter ideias avançadas e não aceitar a ruptura da legalidade democrática.
Beth Carvalho, que naquele ano completaria 18 anos, arregaçou as mangas e, com a mãe e a irmã Vania, trataram de enfrentar as dificuldades e prover o sustento da família. Ela, cantando, como sempre.
Nesta terça-feira a Madrinha dos brasileiros enriqueceu o céu com mais uma estrela de brilho forte. Em sua homenagem, que soem os tamborins!
III CAVALGADA RUMO A COMUNIDADE DO SÍTIO CONCEIÇÃO
Assessor de Comunicação do STRAF de Nova Cruz, Eduardo Vasconcelos no CLIC dos melhores momentos da CAVALGADA
Linda cavalgada!
Dr. Marcos George - Assessor Jurídico da FETARN presente a 3ª Cavalgada
Líderes sindicais - juntas estarão na MARCHA DAS MARGARIDAS em agosto - Brasília: Daniele - Tesoureira do STRAF de Nova Cruz, Gabriela, Secretária da Mulher - FETARN e Divina - Secretária de Comunicação da FETARN
Dr. MARCOS GEORGE e Drª MARIONE
Hoje (01) de maio dia alusivo ao DIA DO TRABALHADOR em Nova Cruz já virou tradição! Pois o STRAF (Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Nova Cruz, Rio Grande do Norte promove CAVALGADA DO AGRICULTOR desde de 2017 e já entrou no calendário de grandes eventos voltado para o trabalhador. Sem falar que também é uma data importante para o STRAF, pois se comemora os 58 anos de fundação do sindicato!
Após o café reforçado aos participantes da residência da Drª Veterinária, Marione, que em seguida o Padre AERTON, pároco de Nova Cruz concedeu as bençãos aos participantes. Após as bençãos iniciou-se a cavalgada rumo a comunidade de Conceição, passando pelo Assentamento José Rodrigues Sobrinho.
Chegando na comunidade do Conceição centenas de agricultores/as e convidados esperam ansiosos pela cavalgada. Ouve discursos das autoridades presentes e da própria representação da comunidade, em seguida foi servido uma feijoada ao som de forró pé de serra.
Várias líderanças prestigiaram o evento, entre elas estavam Marcos George, Divina e Gabriela, todos da FETARN, Prefeito de Nova Cruz, Flávio Nogueira, Secretários Municipais, Gerson Vitor, Venceslau Bráz, entre outros. A líder sindicação, Navegantes do Sindicato das Costureiras do RN, representando a CTB/RN, presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos, Janaína, Damião Gomes da Silva, presidente do Conselho Municipal do Desenvolvimento Sustentável de Nova Cruz, entre outras. Além é claro de Edmilson Gomes da Silva, presidente do STRAF.
Obs. Na II etapa desta matéria falaremos mais dos acontecimentos da cavalgada e divulgaremos mais nomes que estiveram presentes.
CURITIBA – Mansueden dos Santos Prudente, o Mestre Chocolate, que criou o Bloco Carnavalesco Ideias do Ritmo, é ainda uma das figuras mais influentes da cultura negra curitibana. Em sua casa, no Capão da Imbuia, diversas expressões culturais, artísticas e religiosas da cultura do samba paranaense, perseguidas na época, encontraram um espaço de liberdade e manifestação.
Referência até os dias de hoje, Mestre Chocolate empreendeu há mais de 50 anos ações sociais e movimentos alinhados com pautas debatidas atualmente como o feminismo, racismo, politica, tolerância religiosa e o fazer e cantar samba.
Bloco Carnavalesco Ideias do Ritmo
Em 14 de janeiro 1970, depois de uma passagem pela lendária Escola de Samba Colorado, Mansueden dos Santos Prudente, o Mestre Chocolate, criou o Bloco Carnavalesco Ideias do Ritmo, com sede e samba no Capão da Imbuia, bairro em que o sambista morava há 20 anos. A agremiação fez história ao “botar” seu bloco na rua. Em 1971 a escola sagrou-se campeã com o samba “Réquiem para mamangava”. Neste memorável ano, compunham a mesa de jurados os lendários sambistas Cartola (deu a nota 9,5 para o samba) e Leci Brandão. Durante muitos anos o Bloco movimentou o bairro, numa época em que o carnaval levava muita gente para Avenida.
Foi uns dos grandes articuladores para manter vivas diversas vertentes das culturas de matriz africana. Ele é certamente figura essencial no processo de formação da nossa identidade paranaense. No início da década de 80 ajudou a refundar a Associação das Escolas de Sambas e Blocos Carnavalescos com a presidência de Cláudio Ribeiro e vice de Delci D’avila.
A Volta em Grande Estilo
Bloco Carnavalesco Ideias do Ritmocomemora seu jubileu de ouro em 2020. E nada melhor do que o dia do Trabalhador para iniciar as atividades. Neste 1º de Maio, os remanescentes do Bloco se reúne na casa de uns dos bambas, na rua Leopoldo Belczak, para compor a nova diretoria e definir o tema para o Carnaval do ano que vem. Levado a revelar como será a homenagem aos 50 anos do bloco, Moysés Ramos sai pela tangente, puxando um samba antigo “Somos um bloco pequeno, porém decente e até alinhado”, e lembra uma máxima usado pelo saudoso Chocolate “Eu mordo o Cão e às vezes a Prefeitura”.
Neste domingo (04), “Quirera com Frutos de Suíno”, por conta da Confraria e Roda de Samba. E você leva sua bebida.
Além de desfrutar a música de raiz e um repertório que inclui clássicos desse ritmo tão brasileiro e com sambas de Chocolate, os “lá chegados” saboreiam a Quirera exclusiva, preparada com a tradicional amizade dos Amigos do Capão da Imbuia e dos componentes do Bloco Carnavalesco Ideais do Ritmo.
O programa Cinema do Brasil ficou sem o apoio do governo federal para divulgar os filmes brasileiros no Festival de Cannes. É que, conforme informa a coluna de hoje de Mônica Bergamo, a iniciativa era patrocinada pela Apex, mas o contrato venceu e não foi renovado. Com isso, os produtores de cinema tiveram que recorrer ao apoio de empresas e de sindicatos. Sem isso, o cinema brasileiro ficaria sem divulgação em um dos mais importantes eventos do setor no mundo. Sempre é bom lembrar: o cinema ajuda a divulgar a imagem do Brasil no exterior e, com isso, atrai negócios e interesses que podem ser positivos para o país. O Brasil bateu o recorde de produções selecionadas para Cannes. Foram sete.
Um dos filmes selecionados, que concorre à Palma de Ouro, é do diretor pernambucano Kléber Mendonça Filho, que já exibiu em Cannes seu filme Aquarius, em 2016.
Desta vez, ele o longa Bacurau, em codireção com Juliano Dornelles. O filme foi descrito como uma mescla de gêneros como faroeste e ficção científica em pleno sertão nordestino.
No Brasil (assista aqui o discurso de Getúlio Vargas no dia Primeiro de maio de 1951) e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.
A História o Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos).
No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores. Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes.
Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais.
No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles.
Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes.
O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas. Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho.
Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.
Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.
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Getúlio Vargas – Discurso do Dia do Trabalho de 1951
Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:
– Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)
– Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.
Até o início da Era Vargas (1930-1945) eram comuns nas grandes cidades brasileiras certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris (o que não constituía, no entanto, um grupo político muito forte, dada a pouca industrialização do país).
Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo (uma espécie de “ideologia” que não está interessada na desconstrução do capital, mas em sua colaboração com o trabalho).
O trabalhismo foi usado pela propaganda do regime varguista como um instrumento de controle das massas urbanas: isto se vê refletido na forma como o trabalho é visto cada vez mais como um valor.
Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país.
A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, trasnforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalho.
Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia, até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalho passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares.
Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradiconalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PTB) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casas próprias e similares.
Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalho, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo.
O internacionalismo e o Dia do Trabalho
A obra teórica de Karl Marx conferiu ao movimento operário um conteúdo ideológico mais sólido que o de outras tendências socialistas. O anarquismo imprimiu um sentido moral e universalista à revolução, que passou a ser o objetivo político do proletariado e do campesinato de alguns dos países mais atrasados no processo de industrialização, como Espanha e Rússia. As duas tendências, representadas por Marx e Bakunin, respectivamente, se uniram em 1864 sob a bandeira da Associação Internacional de Trabalhadores (AIT). Mais conhecida como Primeira Internacional, a AIT foi fundada em Londres com o objetivo de fomentar a solidariedade proletária e promover a conquista do poder por aquela classe social.
Inicialmente, os sindicatos ingleses e franceses detinham a maior representação na Internacional; a partir de 1868, porém, foram criadas seções regionais na Bélgica, Espanha, Suíça, Itália e outros países. A desagregação da Primeira Internacional ocorreu por causa da perseguição movida pelos governos aos seus dirigentes, mas sobretudo pelas discordâncias entre Marx e Bakunin. A derrota da Comuna de Paris em 1871, ensaio frustrado de governo socialista que teve a participação dos internacionalistas, precipitou a dissolução da organização. Durante o Congresso de 1872 em Haia, as seções bakunistas se separaram da AIT e se integraram à Aliança Internacional, uma nova organização anarquista. O fim estava próximo: a Primeira Internacional acabou em 1876, e a Aliança realizou seu último congresso no ano seguinte.
Enquanto isso, a expansão do capitalismo e sua evolução para a etapa imperialista, que se caracterizou por “exportar” para a periferia as contradições do sistema, tornaram possível a concessão de benefícios sociais nos países industrializados. O movimento operário tendeu a orientar suas atividades no sentido de criar organizações sindicais consolidadas e partidos social-democratas nacionais. Em 1889, foi fundada a Segunda Internacional, em que predominava o Partido Social Democrata Alemão. O principal teórico da revisão do marxismo foi Eduard Bernstein, que concebeu a idéia de alcançar o socialismo por um processo de aperfeiçoamento do capitalismo.
Os ideais do dia do trabalho sofreram um duro golpe com a deflagração da primeira guerra mundial e demonstrou a fragilidade do conteúdo internacionalista dos partidos social-democratas da época, pois cada um apoiou o governo de seu país em lugar de trabalhar pela solidariedade operária entre os países em guerra.
Revolução russa e evolução do movimento operário
Diante do “revisionismo” dos socialistas e social-democratas, os revolucionários russos — principalmente Lenin — promoveram a criação de um partido profissional, que representasse a vanguarda do proletariado. O sucesso da revolução russa de 1917 alimentou, na classe operária de outros países, a ilusão de uma rápida vitória do comunismo internacional, e com isso a Europa viveu, entre 1918 e 1922, um novo período de explosões revolucionárias. Em 1919 fundou-se em Moscou a Terceira Internacional, ou Internacional Comunista. Os partidos social-democratas da Hungria, no poder, combateram a revolução proletária. Nos demais países da Europa, fracassaram as revoltas isoladas dos novos partidos comunistas.
Em reação ao ativismo comunista, surgiram os partidos fascista e nazista, que chegaram ao poder na Itália e na Alemanha, respectivamente. Esses partidos tinham tendência a incorporar, em seus programas, elementos do trabalhismo e do sindicalismo.
O movimento comunista se dividiu em 1938, quando Leon Trotski fundou a Quarta Internacional, oposta ao stalinismo. O anarquista perdeu terreno, na primeira metade do século XX, para a social-democracia e para o comunismo.
Depois de um período de isolamento e decadência, os partidos comunistas voltaram a crescer na Europa, após a segunda guerra mundial, principalmente na França e na Itália. A recuperação econômica do continente fez com que esses partidos assumissem papéis compatíveis com os estados capitalistas democráticos. Os grandes sindicatos socialistas e comunistas da Europa, assim como os sindicatos americanos, se transformaram em instituições integradas ao sistema econômico e social capitalista e chegaram mesmo a colaborar com os governos nos planos de austeridade adotados em épocas de crise. A participação operária em alguns escassos episódios revolucionários, como o de maio de 1968 em Paris, ocorreu à margem das diretrizes sindicais.
O fenômeno de institucionalização do sindicalismo se manifestou com maior intensidade dentro dos regimes comunistas, na União Soviética e nos países do leste europeu. Os tímidos movimentos populares de oposição aos regimes centralizadores ganharam expressão no final da década de 1980. Com a dissolução da União Soviética, em 1991, os trabalhadores dos antigos países comunistas passaram a apoiar abertamente o retorno à economia de mercado. O final do século XX encontrou o movimento operário europeu dividido e ameaçado por conflitos nacionalistas, étnicos e religiosos, no leste, e pelo recrudescimento do nazi-fascismo e do racismo, no oeste.
Atualmente o dia do trabalho é comemorado em quase todo o mundo e representa todas essas lutas do passado.