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sábado, 20 de junho de 2020

O desmonte da ANCINE e do cinema brasileiro desde a posse de Bolsonaro

O desmonte da ANCINE e do cinema brasileiro desde a posse de Bolsonaro
Por Rachel Daniel
A área do audiovisual no Brasil emprega cerca de 335 mil pessoas e possui uma receita na casa dos R$ 25 bilhões por ano. 70% dos filmes brasileiros exibidos entre 1995 e 2016 foram contemplados com alguma forma de incentivo público e fazem parte da cultura e história do nosso país.
Os mecanismos de fomento à cultura estão no alvo de Bolsonaro desde a campanha eleitoral. Em 2016, ano em que Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, ganhou 21 prêmios pelo filme e concorreu à Palma de Ouro em Cannes, Bolsonaro, em entrevista à cineasta Petra Costa, disse: “agora o que a cultura produz de bom para o Brasil? Qual filme tá concorrendo em Cannes ou Oscar?” e já dava indícios de que tipo de política defendia para cultura do Brasil.
No primeiro ano de mandato de Jair Bolsonaro, a Ancine recebeu um ultimato do Tribunal de Contas da União (TCU), que determinou a suspensão do repasse de recursos públicos para o setor caso a agência não mudasse a forma de prestação de contas. Isso fez com que nos primeiros meses de 2019 a agência não recebesse e não repassasse nenhum recurso financeiro para as produções no país.
Ainda no primeiro semestre de 2019, o presidente disse que queria transferir a sede da Ancine do Rio de Janeiro para Brasília e criticou o patrocínio federal a produções audiovisuais que, segundo ele, são contra a moral, a família e fazem apologia ao “comunismo”. Na ocasião disse: ‘Se não puder ter filtro, nós extinguiremos a Ancine’
Em 2019 os ataques não pararam e o edital de projetos sobre diversidade (que contempla projetos com temáticas LGBTQI+ ) voltado a TVs públicas foi suspenso. A suspensão veio após Bolsonaro criticar alguns projetos pré-selecionados. Lançado em março de 2018, com recursos previstos de R$ 70 milhões a diversidade proposta, englobando 12 categorias, entre elas raça, religião e meio ambiente.
A Agência Nacional do Cinema (Ancine) decidiu retirar quadros com pôsteres dos filmes brasileiros em cartaz, que estavam desde 2002 expostos nos corredores e nas salas da agência, localizada no centro do Rio de Janeiro. Além dos quadros, os filmes também foram retirados do site oficial – havia uma aba fixa mostrando os cartazes das novas produções brasileiras. A decisão gerou crítica entre cineastas e o movimento #OCinemaBrasileiroEmCartaz ganhou força nas redes sociais. Pessoas postaram cartazes de filme brasileiros para divulgar as produções nacionais.
Em junho do mesmo ano, a Folha de São Paulo publicou uma matéria sobre a Ancine, que declarou que a agência não tem recursos para pagar diversos projetos já contratados por meio de editais públicos em anos anteriores, o que deixa o setor preocupado, já que a paralisação de financiamento acontece desde abril de 2019 e deixa grande parte do setor travado.
Em março de 2020, a atriz Regina Duarte é convidada para assumir a secretaria de cultura. Em 20 de maio demitida e assume a Cinemateca Brasileira, em São Paulo. A Cinemateca é a instituição responsável pela preservação da produção audiovisual do país e é vinculada à Secretaria da Cultura e é a maior cinemateca da América Latina.
Atualmente, em meio à pandemia e ao caos político de um Estado Genocida, a Cinemateca, conduzida agora por Regina Duarte, tem enfrentado diversas crises. Sem repasses orçamentários do Governo Federal, a instituição teve serviços básicos cortados e com funcionários sem receber salário desde abril, e corte de luz que interfere na preservação do patrimônio. Artistas e entidades têm se mobilizado para socorrer a Cinemateca, tendo inclusive criado uma vaquinha virtual para este fim.
Fonte: Mídia Ninja

Dia do Orgulho LGBTI+ e os desafios na atualidade

Parada do Orgulho LGBT, Brasília (DF), 2017. Foto: Mídia NINJA

“A Parada vai ser essa: ficar em casa, mas não ficar quieta”, afirma presidenta da ANTRA.
Por Luciana G. Console para Mídia NINJA
Dia 28 de junho é o Dia do Orgulho LGBTI+. A data, comemorada todo ano com as Paradas do Orgulho LGBT que acontecem em cidades de vários países, marca o levante dos frequentadores do bar Stonewall Inn em Nova Iorque em 1969 contra as frequentes batidas policiais ocorridas no local.
O bar, conhecido por ser ponto de encontro de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersex, enfrentou mais de duas noites de conflito, que resultou na 1° Parada do Orgulho LGBT, em 1970, como forma de representar a resistência do ano anterior e a luta.
No entanto, apesar de décadas terem se passado, o Dia do Orgulho LGBTI+ se faz cada vez mais necessário, tendo em vista os dados de violência recentes. De acordo com o último Dossiê dos Assassinatos e da Violência Contra Pessoas Trans Brasileiras, o Brasil continuar sendo o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Em 2019, foram 124 mortes.
Para Keila Simpson, presidenta da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), o Congresso Nacional não se debruça sobre as questões que são colocadas em pauta em torno das políticas públicas e direitos da população LGBTI+. “Desde o governo Lula e Dilma já tinha esse debate ideológico dos parlamentares mais fanáticos, como a bancada BBB (bala, boi e bíblia), dos agentes de segurança, agropecuária e os religiosos, que são as mais inflamadas com relação a essas proposições que versam sobre direitos ou qualquer pauta mais atual, como o aborto e a questão das drogas.”
Já Carlos Alves, do setorial nacional LGBT da Central de Movimentos Populares destaca que os retrocessos, perdas de direitos e avanço do fascismo são resultado direto do golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, em 2016. “Essa conjuntura com ataques, reforma trabalhista, perda da soberania, prisão do presidente Lula, perseguição aos movimentos sociais, cerco às favelas, tudo atinge diretamente a comunidade LGBT, porque ela está na favela, ela é preta, ela está desempregada ou são trabalhadoras/es do sexo, que vivem em situação de vulnerabilidade social muito grande. E sem direitos, sem política de assistência pública, essa população sofre muito mais”, explica Alves.
Violência contra população LGBTI+
A dificuldade de se enfrentar a questão do preconceito e da violência contra a população LGBTI+ começa na própria identificação destas violências. No Brasil, o fato de não se saber qual é o tamanho da população LGBTI+, devido à, por exemplo, falta de abordagem do tema nas pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), inviabiliza o cálculo da violência contra esse grupo social. Além disso, a não tipificação nos registros policiais da violência atrelada à questões de gênero e orientação sexual dificulta a elaboração de políticas públicas para que o quadro mude.
No entanto, o Atlas da Violência de 2019 conseguiu um vislumbre da situação no Brasil, baseando-se em denúncias registradas no Disque 100, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), e nos registros administrativos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde. O documento aponta evidências no aumento de casos de violência contra a população LGBTI+ no país no últimos anos. Só entre 2016 e 2017, o número de denúncias de homicídios contra LGBTI+ cresceu 127%.
Além dele, o Grupo Gay da Bahia (GGB), realiza, há anos, relatórios de levantamentos do número de pessoas assassinadas por questões homofóbicas, tem sido uma das poucas fontes. O Grupo reúne dados com base em notícias publicadas na imprensa, na internet e informações pessoais de parentes das vítimas. De acordo com o documento sobre mortes violentas de LGBTI+ no Brasil, 329 ocorreram em 2019.
Keila explica que estamos vivendo um momento de verdadeiro caos nas mãos do governo de Jair Bolsonaro, principalmente em meio à pandemia da COVID-19.
“A gente já estava, antes da pandemia, com a condição absurda do presidente da República de governar apenas para o seu curral eleitoral. Não temos, eu pessoalmente, não tenho nova perspectiva com esse governo. As medidas que ele tomou foram sempre para invisibilizar nossa população.”
Em 2019, o governo federal extinguiu os Conselhos Sociais, entre eles, o Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT. Os grupos tinham como função integrar a sociedade civil nas discussões do governo e recomendar ações.
No meio do caos, alguns avanços
A presidenta da ANTRA destaca também que as principais conquistas da população LGBTI+ dos últimos anos aconteceram no âmbito Judiciário, que precisou intervir para evitar retrocessos em conquistas civis. “É assim que o Congresso se movimenta. Perceba que quando o Supremo Tribunal Federal decide equiparar a lgbtfobia com o crime de racismo, o Congresso Nacional, logo em seguida, começa a se mexer e a apresentar projetos nesse sentido”, aponta.
Após anos de luta do movimento, no dia 13 de junho de 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a criminalização da homofobia e da transfobia no Brasil. Desde então, discriminar uma pessoa por sua orientação sexual e de gênero é crime.
Outro exemplo é o Projeto de Lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, apresentado em 1995 pela deputada Marta Suplicy. Desde então, o PL sofreu diversas idas e vindas, até 2011, quando o STF decide a legalidade desta constituição familiar.
“A partir daí, até hoje, todas as conquistas foram assim. Primeiro, com o casamento civil igualitário, depois com a regulamentação de nome e gênero para pessoas trans, depois com a criminalização da lgbtfobia e agora com a doação de sangue de pessoas LGBT”, relembra Keila.

Dia do Orgulho LGBTI+ em meio à pandemia: a luta não pode parar

Diante do isolamento social por conta do novo coronavírus, as comemorações da semana do Orgulho LGBTQI+ vão tomar as redes na próxima semana. Keila conta que as ações já estão acontecendo desde o início do mês, com diversas Instituições pelo Brasil realizando lives, seminários, debates políticos e atrações culturais nas redes sociais.
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“A Parada vai ser essa: ficar em casa, mas não ficar quieta. É agitar a rede social nessa semana para visibilizar cada vez mais o orgulho de ser quem somos, de sermos pessoas, que apesar das adversidades que enfrentamos no dia a dia, ainda assim temos orgulho de ser como somos”, enfatiza.
A própria ANTRA vai realizar um festival online no dia 26 de junho, com 8 horas de duração e participação de pessoas trans do mundo.
A programação da Semana do Orgulho LGBTQI+, com início no dia 23 de junho, vai contar com webinários temáticos, com projeções em prédios, Marcha Virtual (twittaço nas redes) e uma grande LIVE SHOW, com a participação de artistas de todo o país e está sendo produzida por 26 organizações nacionais para tentar minimizar os impactos negativos do isolamento, denunciar os desmontes e celebrar o ORGULHO de ser LGBTQI+. No dia 28, fechando a semana, acontece o lançamento do Conselho Popular Nacional LGBTI+.
Fonte: MÍDIA NINJA

Chico Buarque assina carta contra Weintraub no Banco Mundial

O documento é assinado por economistas, empresários, políticos, ex-ministros, artistas e intelectuais, e já conta com mais de 250 assinaturas, que incluem ainda as de 15 entidades da sociedade civil.

Da revista Fórum – O cantor e compositor Chico Buarque, que fez aniversário nesta sexta-feira (19), é um dos signatários da carta enviada ao Banco Mundial desaconselhando a nomeação do ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, para uma das diretorias da entidade.

O documento é assinado por economistas, empresários, políticos, ex-ministros, artistas e intelectuais, e já conta com mais de 250 assinaturas, que incluem ainda as de 15 entidades da sociedade civil.


Weintraub foi indicado para assumir um cargo no Banco Mundial após deixar a chefia do Ministério da Educação. O anúncio foi feito por meio de vídeo, divulgado nesta quinta-feira (18), ao lado do presidente Jair Bolsonaro.
“Enviamos esta carta para desaconselhar fortemente a indicação do Sr. Weintraub para este importante cargo e informá-lo sobre os possíveis danos irreparáveis que ele causaria à posição do seu país no Banco Mundial. Estamos convencidos de que o Sr. Abraham Weintraub não possui as qualificações éticas, profissionais e morais mínimas para ocupar o assento da 15ª Diretoria Executiva do Banco Mundial”, diz o documento.
Fonte: Brasil 247

domingo, 7 de junho de 2020

Fique longe das fake news

Fique longe das fake news
Novas notícias e informações sobre a Covid-19 surgem todos os dias. Algumas são verdadeiras, mas muitas delas são falsas e é com essas que precisamos tomar cuidado. As fake news têm uma grande força de propagação por meio das redes sociais e de aplicativos de mensagens, por isso, antes de compartilhar com familiares e amigos, procure saber a origem do que está lendo. Opte sempre por portais de notícias e sites oficiais das autoridades de saúde, onde o compromisso é com a verdade. A informação correta é uma maneira eficaz de prevenção contra o novo coronavírus, afinal, ela pode ajudar na adoção das devidas medidas para evitar uma possível contaminação.

Pediu delivery? Confira alguns cuidados

Pediu delivery? Confira alguns cuidados
A vida na quarentena é cheia de novos desafios. E para evitar sair de casa, muitas pessoas estão optando por pedir comida utilizando o serviço de delivery. Mas nessa hora também é importante tomar alguns cuidados para proteger você e sua família. Quando for encontrar o entregador, a recomendação é higienizar as mãos, usar máscara e manter o distanciamento mínimo necessário, além de optar por formas de pagamento online. Depois você pode higienizar as embalagens antes de abri-las ou, se preferir, transferir os alimentos para um recipiente limpo. Cuidados simples que fazem a diferença nesse momento.

Dicas para a correta higienização da máscara de tecido


Dicas para a correta higienização da máscara de tecido
As máscaras de tecido ganharam as ruas no combate ao novo coronavírus. Mas para garantir a proteção é essencial seguir alguns cuidados de uso e higienização. Ela é de uso pessoal, não deve ser compartilhada com ninguém e precisa ser trocada a cada duas horas ou quando estiver úmida. Na hora de lavar, é importante seguir as orientações do Ministério da Saúde:

– Faça a imersão da máscara em uma mistura de água potável e água sanitária por 30 minutos, na proporção de 1 parte de água sanitária para 50 de água (ex: 10 ml de água sanitária para 500 ml de água potável);

– Depois lave a máscara com água e sabão e enxágue com água corrente;

– Deixe secar, passe o ferro quente e guarde em saco plástico limpo;

– Se notar desgaste no tecido, descarte.

Idosos e doentes crônicos são pacientes de risco

Idosos e doentes crônicos são pacientes de risco
Idosos, diabéticos, hipertensos, portadores de insuficiência renal crônica e doenças respiratórias crônicas, como asma e bronquite, estão entre os grupos mais vulneráveis e suscetíveis a Covid-19. Isso acontece pois esses, que são denominados grupos de risco, tem menor capacidade de frear o vírus. Ou seja, surgem complicações que podem aumentar as chances da sua chegada à corrente sanguínea, atingindo os pulmões e provocando pneumonia em casos extremos. Por isso, é importante estar com a imunidade e o acompanhamento médico de tais doenças em dia, além de sempre usar álcool em gel ou lavar as mãos frequentemente.

Avanço do novo Coronavírus

Avanço do novo Coronavírus
Com o avanço do novo Coronavírus, queremos reforçar a importância de ficar em casa nesse momento. A recomendação é procurar orientação médica apenas em casos de sintomas mais graves, como dificuldade para respirar. A medida é para evitar que se aumente ainda mais o número de infectados nos hospitais, repletos de vírus e bactérias. É dessa forma que vamos conseguir impedir que a doença se dissemine rapidamente entre a população.

Como prosseguir em caso de contaminação ?

Como prosseguir em caso de contaminação ?
Em 80% dos casos, os sintomas do novo Coronavírus são leves, semelhantes a uma gripe. A orientação é que as pessoas infectadas fiquem em isolamento domiciliar para evitar que o vírus seja propagado. 

Ainda não existem medicamentos específicos para combater a doença, então, o indicado pelos médicos é ficar em casa, de repouso e manter-se hidratado, além de fazer uso de analgésicos e antitérmicos para aliviar os sintomas. Apenas em casos mais graves, quando o paciente apresenta sinais de pneumonia, insuficiência respiratória ou infecção generalizada é necessária a internação.

Como equilibrar a rotina das crianças em casa

Como equilibrar a rotina das crianças em casa
Com a suspensão das aulas, as famílias precisam usar a criatividade para entreter e educar os filhos em casa. É importante adaptar brincadeiras e atividades no dia a dia das crianças para que tragam uma carga educativa e lúdica ao mesmo tempo. 

Resgatar passatempos de infância, como pular corda ou amarelinha, pode ser interessante como atividade física, já os trabalhos manuais desenvolvem a coordenação motora. Além disso, ainda existe a opção de jogos educativos, canais do Youtube e os brinquedos. Lembrando que é muito importante manter esses objetos sempre higienizados com álcool em gel 70%.

Como higienizar o celular corretamente?

Como higienizar o celular corretamente?
A higiene pessoal é uma das maiores aliadas no combate ao novo coronavírus, porém, a de objetos é igualmente importante, principalmente a dos celulares. Apesar de o uso de álcool em gel ser importante para a limpeza das mãos, a substância não é a mais indicada para a higienização de celulares ou outros aparelhos eletrônicos. Para isso, é recomendado o uso de álcool isopropílico, que pode ser encontrado na internet. O celular não deve ser molhado com o produto, mas apenas limpo com um lenço embebido na substância, com o aparelho desligado. Vale lembrar que o ideal é evitar o contato do álcool com conectores de energia ou de fones de ouvido.

Álcool em gel: cuidados na utilização


Água e sabão ou álcool em gel: qual o mais eficaz?

Diante da pandemia, o uso de álcool em gel passou a ser indicado como forma de prevenção ao novo coronavírus. No entanto, é preciso tomar alguns cuidados para evitar acidentes, uma vez que o produto é inflamável e tem como característica a “chama invisível”. O álcool em gel, quando entra em combustão, possui uma chama que não é visível, mas ainda pode causar queimaduras. Caso isso aconteça, a orientação é abafar a área ou colocar embaixo de água corrente. Mas a opção mais segura é higienizar as mãos com água e sabão quando for cozinhar ou manusear objetos, como isqueiros e fósforos.

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Leia mais:

Roupas e o risco de infecção pelo novo Coronavírus

Roupas e o risco de infecção pelo novo Coronavírus
Uma dúvida bastante comum entre a população neste momento é: posso me infectar se o novo coronavírus entrar em contato com minhas roupas? Especialistas em infectologia alegam que é pouco provável e que seria necessário que alguém expelisse grandes gotas ao conversar, tossir ou espirrar, por exemplo, para que elas pousassem nas roupas. A principal área de infecção é pelas mãos, por isso a importância de mantê-las sempre limpas. E na hora de lavar as roupas, água e sabão são eficazes para higienizar e eliminar o vírus.

Fonte: www.paranaclinicas.com.br

QUARENTENA x LOCKDOWN x ISOLAMENTO SOCIAL

10 fotos da rotina de profissionais contra a COVID-19 na UPA de Parnamirim (RN).


Rotina de profissionais na UPA de Parnamirim durante a pandemia de COVID-19. Foto: Ney Douglas
Por 

O fotógrafo Ney Douglas fez alguns registros que mostram o trabalho de médicos e enfermeiros trabalhando no combate a COVID-19 na UPA de Parnamirim. Confira:

Rotina de profissionais na UPA de Parnamirim durante a pandemia de COVID-19. Foto: Ney Douglas
Rotina de profissionais na UPA de Parnamirim durante a pandemia de COVID-19. Foto: Ney Douglas
Rotina de profissionais na UPA de Parnamirim durante a pandemia de COVID-19. Foto: Ney Douglas
Rotina de profissionais na UPA de Parnamirim durante a pandemia de COVID-19. Foto: Ney Douglas
Rotina de profissionais na UPA de Parnamirim durante a pandemia de COVID-19. Foto: Ney Douglas
Rotina de profissionais na UPA de Parnamirim durante a pandemia de COVID-19. Foto: Ney Douglas
Rotina de profissionais na UPA de Parnamirim durante a pandemia de COVID-19. Foto: Ney Douglas
Rotina de profissionais na UPA de Parnamirim durante a pandemia de COVID-19. Foto: Ney Douglas
NOSSO MUITO OBRIGADO A TODOS VOCÊS DA SAÚDE, NA LINHA DE FRENTE DESTA GUERRA POR TODOS NÓS!
Fonte: CURIOZZZO

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Senado aprova auxílio financeiro para a cultura durante pandemia; texto vai a sanção Fonte: Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (4) o projeto de lei que libera R$ 3 bilhões em auxílio financeiro a artistas e estabelecimentos culturais durante a pandemia da covid-19 (PL 1.075/2020). O dinheiro será repassado a estados, Distrito Federal e municípios, que vão aplicá-lo em renda emergencial para os trabalhadores do setor, subsídios para manutenção dos espaços e instrumentos como editais, chamadas públicas e prêmios. O projeto segue para a sanção presidencial.

O texto foi aprovado sem mudanças. Ele chegou a receber 29 emendas, mas todas foram retiradas pelos senadores para evitar que o texto tivesse que retornar à Câmara dos Deputados, de onde veio. O relator, senador Jaques Wagner (PT-BA), destacou que representantes do setor da cultura reivindicaram a aprovação rápida.
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— A emergência é mais importante do que um eventual erro [no texto]. Por isso eu insisto que a Casa tenha essa sensibilidade. A nossa terra é um caleidoscópio de arte e cultura, nas suas várias formas de manifestação — disse Jaques Wagner.

A única alteração foi incluir contadores de história e professores de capoeira entre os profissionais que poderão ser alcançados pelo programa. Essa alteração foi considerada apenas de redação, uma vez que ela não aumenta o valor do repasse federal, e, com isso, não provoca o retorno do projeto à Câmara.

Wagner ressaltou a importância da medida para apoiar o setor cultural, que conta com cerca de 5 milhões de profissionais e que responde por quase 3% do PIB. Ele lembrou ainda que o setor já vinha sofrendo com a crise econômica, mesmo antes da pandemia. Segundo o senador, o Fundo Nacional de Cultura, principal mecanismo governamental de apoio direto a projetos artísticos, passou de R$ 344 milhões em aportes em 2010 para R$ 1 milhão em 2019.

Durante a votação, os senadores fizeram apelos para que o Executivo não vete o projeto. A preocupação surgiu porque o presidente da República, Jair Bolsonaro, vetou a inclusão de artistas no auxílio emergencial aos trabalhadores informais (Lei 13.982, de 2020). Jaques Wagner argumentou que a natureza do auxílio cultural é diferente, já que o dinheiro é de responsabilidade dos governos locais e tem também outras finalidades, além de renda. O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), assegurou que vai trabalhar pela sanção do texto.

Eduardo Gomes também celebrou a aprovação, observando que os artistas brasileiros estiveram entre os primeiros profissionais a reagir à pandemia, promovendo shows ao vivo transmitidos pela internet e realizando campanhas de arrecadação para o combate à covid-19.

O projeto recebeu o apelido de “Lei Aldir Blanc”, em homenagem ao compositor carioca, que faleceu no início de maio, vítima da covid-19. A aprovação do texto aconteceu, ainda, na véspera do aniversário de seis anos da aprovação da Política Nacional de Cultura Viva (Lei 13.018, de 2014), lei que estimula a organização local de projetos culturais.

Distribuição

Os R$ 3 bilhões previstos pelo projeto deverão ser repassados pelo governo federal aos demais entes em até 15 dias após a publicação da lei, e serão aplicados por meio dos fundos de cultura. Metade do valor (R$ 1,5 bilhão) irá para os estados e o DF, e será distribuído entre eles pelo seguinte critério: 80% de acordo com a população e 20% pelos índices de rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

A outra metade ficará com o DF e os municípios, e a partilha seguirá regra semelhante: 80% segundo a população e 20% segundo o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Os municípios terão prazo máximo de 60 dias após o recebimento para destinar os recursos. Caso isso não ocorra, eles serão automaticamente revertidos ao fundo de cultura do respectivo estado ou ao órgão responsável pela gestão desses recursos.

Aplicação

Estão previstas quatro formas de aplicação do dinheiro: renda para trabalhadores da cultura, subsídio para manutenção de espaços culturais, fomento a projetos e linhas de crédito.

Renda

A renda deve ser disponibilizada na forma de auxílio mensal de R$ 600, pagos em três parcelas. O auxílio poderá ser prorrogado pelo mesmo prazo do auxílio do governo federal aos informais. O recebimento está restrito a dois membros de uma mesma família, e mães solteiras terão duas cotas.

Para receber, os trabalhadores devem comprovar atuação no setor cultural nos últimos dois anos, cumprir critérios de renda familiar máxima, não ter vínculo formal de emprego e não receber o auxílio emergencial federal. O auxílio também não será concedido a quem receber benefícios previdenciário ou assistenciais, seguro-desemprego ou valores de programas de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família.

Subsídio

Os governos estaduais e municipais também poderão repassar entre R$ 3 mil e R$ 10 mil mensais para manter espaços artísticos e culturais, micro e pequenas empresas culturais e cooperativas, instituições e organizações culturais comunitárias que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social contra a pandemia.
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O valor será pago ao gestor responsável pelo espaço cultural, que deverá prestar contas do uso do dinheiro em até 120 dias após a última parcela. Os espaços beneficiados também deverão assumir o compromisso de promover atividades gratuitas para alunos de escolas públicas e suas comunidades após a retomada das atividades.

Poderão receber essa ajuda os gestores inscritos em cadastros estaduais, municipais ou distrital, em cadastros de pontos e pontões de cultura, no Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (Sniic) ou no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab). É proibido o recebimento de mais de um subsídio por um gestor, mesmo em caso de múltiplas inscrições.
Também poderão ter acesso ao subsídio as entidades com projetos culturais apoiados pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) nos 24 meses anteriores contados da data de publicação da futura lei. Durante a pandemia, o Pronac deverá priorizar atividades que possam ser transmitidas pela internet.

O projeto lista 25 exemplos de espaços culturais aptos a pleitear o subsídio mensal, tais como teatros independentes; escolas de música, dança, capoeira e artes; circos; centros culturais; museus comunitários; espaços de comunidades indígenas ou quilombolas; festas populares, inclusive a cadeia produtiva do Carnaval; e livrarias. Não poderão receber o auxílio aqueles vinculados à administração pública ou criados ou mantidos por grupos de empresas ou geridos pelos serviços sociais do Sistema S.

Fomento

O projeto direciona 20% dos recursos totais repassados para iniciativas vinculadas à compra de bens e serviços para o setor cultural, a prêmios e outros gastos voltados à manutenção de agentes, espaços, iniciativas, cursos, produções e desenvolvimento de atividades de economia criativa e solidária.

Ficarão prorrogados por um ano os prazos para aplicação de recursos no setor em projetos culturais já aprovados pelo Executivo.

Crédito

Outra medida prevista é a criação de linhas de crédito para fomento de atividades, aquisição de equipamentos e renegociação de dívidas. Os empréstimos deverão ser pagos no prazo de até 36 meses, em parcelas mensais reajustadas pela taxa Selic, a partir de 180 dias contados do final do estado de calamidade pública. É condição para acesso às linhas de crédito o compromisso de manutenção dos níveis de emprego existentes à data de decretação do estado de calamidade pública — 18 de março.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado).


Fonte: Agência Senado

Com 1.473 óbitos por coronavírus em 24h, Brasil bate novo recorde e passa Itália em mortes

País teve mais de uma morte por minuto e total passa de 34 mil; casos confirmados somam mais de 614 mil.
O Brasil registrou nas últimas 24 horas 1.473 óbitos por coronavírus e 30.925 novos casos confirmados de coronavírus nas últimas 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesta quinta-feira (4). Ao todo, são 34.021 mortes e 614.941 casos.
O Brasil passou a Itália em número de mortes acumuladas, que registrava 33.689 óbitos. Com o registro de 1.473 óbitos, o Brasil também atinge a triste marca de mais de uma morte por minuto nas últimas 24 horas.
Esta quinta foi o segundo dia seguido com recorde no número de mortes. Na última quarta (3), foram registradas 1.349 óbitos em um período de 24 h.
Foi também o segundo dia seguido com atraso na divulgação dos números. Marca para 19h, a apresentação aconteceu apenas às 22h. Ontem foi alegado “problema técnico”. Hoje, o Ministério da Saúde não deu explicações.
Fonte: Revista Veja

Tony Tornado faz 90 anos, ao lado do pai, ex-escravizado de 108 anos. Por Arísia Barros

Tony Tornado
Publicado por
 Diario do Centro do Mundo
PUBLICADO NO GELEDÉS 
POR ARÍSIA BARROS
Ray Antenon, o pai de Antônio Viana Gomes, ou Tony Tornado nasceu em Georgetown, capital da Guiana, na costa atlântica norte da América do Sul , depois desembarcou em São Paulo, casou com Maldy Pessanha Viana. Tony nasceu dessa união.
ony conta:- “Meu pai é mais jovem do que eu! Existe um rudeza nele, por tudo que passou na época da escravidão, (apesar de a escravidão no Brasil ter sido ‘abolida’ em 1888, Ray Antenon, ainda trabalhou como ‘escravo’, em fazenda no interior brasileiro na infância), mas, mesmo assim, está melhor do que eu. E casado pela   sétima vez! É um dos sobreviventes da seita religiosa de Jim Jones, que levou ao suicídio/assassinato de quase mil pessoas, em 1978, na Guiana.
Meu pai fala que, até onde ele contou, tem uns cento e poucos filhos, isso é possível pela profissão dele enquanto escravo e tudo o que ele passou e viveu” afirma
Tony Tornado, é ator e cantor brasileiro.
Foi menino de rua no Rio de Janeiro, vendia amendoim de dia e engraxava sapatos à tarde. À noite, dormia em trens ou sob viadutos. Em 1957, foi para o Oriente Médio participar da guerra pelo Canal de Suez, entre Egito e Israel.
Influenciado por James Brown introduziu a soul music e o funk na música brasileira. Em 1970, foi o vencedor do V Festival Internacional a Canção com a canção soul “BR-3.”Desbancou Caetano Veloso, Gilberto Gil e Jair Rodrigues e subiu ao posto de estrela da MPB.
O sucesso o pôs na mira da ditadura. Em 1972, num show de Elis Regina, ele subiu ao palco e fez a saudação dos Panteras Negras americanos. “Fui algemado logo que desci”
Fez dezenas de personagens nos seus 40 anos de televisão, além de atuar no cinema.


Em 26 de maio, Tony Tornado completa 90 anos, ao lado ao lado do pai com  108.


Ancestralidade!
Parabéns para os dois.

Podes crer!
Fonte: diariodocentrodomundo.com.br