Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
CONCURSOS E SELEÇÃO: Concurso de fotografia homenageia 10º aniversário da Lei Maria da Penha
Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do concurso de fotografia sobre a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06). Com o tema “O empoderamento da mulher e a superação da violência”, o objetivo é homenagear o 10º aniversário da norma. A iniciativa é da Procuradoria da Mulher e Coordenadoria dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, e da Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal, em parceria com o Banco Mundial.
Inscrições
As inscrições poderão ser realizadas até o dia 10 de dezembro de 2016 pela internet, no site. Cada concorrente poderá inscrever até três fotografias inéditas.
Modalidades
O concurso está dividido em duas modalidades: Fotógrafos Adultos – para participantes, profissionais ou não, a partir de 18 anos; e Fotógrafos Jovens – para participantes entre 14 e 17 anos.
Seleção
A divulgação da primeira etapa de seleção dos 40 melhores trabalhos está prevista para o dia 20 de dezembro no site do concurso.
A segunda etapa será definida na página do concurso no Facebook, de acordo com o número de “curtidas” recebidas por cada fotografia selecionada pela Comissão Julgadora na primeira etapa. Nesta fase, será permitido que o autor da obra incentive, por meio de seus próprios recursos, a repercussão e o apoio à sua foto.
As três fotografias mais “curtidas” de cada modalidade vencerão o concurso. Também serão homenageados 14 participantes com o título de menção honrosa.
Premiação
Os vencedores participarão da cerimônia de premiação no Palácio do Congresso Nacional, em Brasília, com data prevista para o dia 8 de março de 2016. Eles receberão troféu ou certificado de menção honrosa e terão sua foto publicada em livro com as 20 imagens vencedoras, em português e espanhol, que será distribuído a três mil escolas públicas e universidades do Brasil e a organismos internacionais.
Os trabalhos selecionados serão exibidos nos meios de comunicação da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, do Banco Mundial, nas redes de comunicação públicas e comerciais nacionais e internacionais, por prazo indeterminado. Os trabalhos vencedores serão expostos no Congresso Nacional.
Para mais informações, confira o regulamento no site do concurso.
Fonte: http://www2.camara.leg.br/
CULTURA: Câmara convida para exposição sobre a luta das mulheres pela igualdade política
"Oh, Igualdade! Por que tardas?" traz fotografias, documentos originais e livros que retratam a busca pelos direitos políticos e sociais femininos
A Câmara dos Deputados promove, a partir desta quinta-feira (10), na Galeria de Arte do Salão Nobre (Edifício Principal), a exposição "Oh, Igualdade! Por que tardas?", composta por fotografias, documentos originais e livros que retratam o trabalho do Poder Legislativo na luta pelos direitos políticos e sociais das mulheres. A visitação, que vai até 6 de fevereiro, tem entrada franca.
A mostra traz momentos em que o Poder Legislativo discutiu a inclusão das mulheres na política brasileira, incluindo registros dos debates sobre os projetos de reforma das leis eleitorais do Império, entre 1831 e 1881, e as tentativas de aprovação do voto feminino durante a Constituinte de 1890-91, entre outros.
Um dos destaques da exposição é o primeiro requerimento formal encaminhado à Câmara dos Deputados, em 1916, pela professora Mariana de Noronha Horta, que pleiteava o direito de voto a todos os brasileiros maiores de 21 anos, sem distinção entre homens e mulheres. Também são destaques personagens como a ativista política Bertha Lutz, uma das pioneiras do movimento feminista no Brasil, e a professora Leolinda Daltro, que há 100 anos apresentou requerimento solicitando a elaboração de uma lei que concedesse o direito de voto à mulher brasileira.
A exposição apresenta material do acervo da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, da Biblioteca Nacional e do Museu Nacional, além de documentos do Museu Imperial de Petrópolis (RJ), do Museu da República, do Itamaraty, da Unicamp, da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC), das Nações Unidas, da Fiocruz e do Arquivo Nacional, entre outros. A curadoria é de Teresa Marques, professora da Universidade de Brasília (UnB).
SERVIÇO
Exposição Oh, Igualdade! Por Que Tardas? - Mulheres em busca da Igualdade política no Brasil
Visitação: de 10 de novembro de 2016 a 6 de fevereiro de 2017
Horário: todos os dias, das 9h às 17h
Local: Galeria de Arte do Salão Nobre - Edifício Principal da Câmara dos Deputados
Informações: 0800 619 619 ou pelo e-mail cultural@camara.leg.br
Fonte: http://www2.camara.leg.br/
Reis Africanos:Shaka Zulu (O GENERAL AFRICANO)
Shaka Zulu, às vezes escrito como Tshaka, Tchaka ou
Chaka -1773 — 22 de setembro de
1828), foi um chefe tribal e estrategista
militarque transformou os zulus de uma etnia com pouca expressão territorial em
um império que ensombrou os desígnios coloniais britânicos.
"A história Shaka Zulu, líder africano que
expandiu a nação zulu, num feito comparável a Alexandre o Grande, mas também
terminou sua vida como ditador insano".
Origens e Infância - O potentado Zulu tem início com o reinado de Shaka, filho do chefe Senzanga Khoma, de um dos clãs mais fortes dos Zulus, que engravidara Nandi, uma mulher Lengani, que se tornou por isso sua terceira esposa. Mas ela era desagradável e pouco dócil, acabou sendo rejeitada junto com o filho, e voltou para os Lenganis, onde Shaka cresceu acalentando o sonho de se tornar Rei dos Zulus, e expandir o império.
"Filho orfão e ilegítimo de Senzanganakhona, chefe do clã zulu dos nguni, Shaka e a mãe foram banidos da suaumuzi (aldeia), e forçados a viver no exílio entre os mtetwa, na altura do reinado de Dingiswayo".
Ao atingir a puberdade, Shaka seguiu os costumes dos Mtetwa, e juntamente com os outros rapazes da sua idade (intanga), integrou o regimento isiCwe do exército de Dingiswayo. Shaka integrou-se bem na vida militar, e à medida que a sua fama pessoal e autoridade aumentava, introduziu alterações às tácticas anteriormente utilizadas.
Estrategia: Corpo+Braço+Cabeça...
Shaka Instituiu a técnica de combate “corpo-braços-cabeça”, em que o corpo era a grande concentração de tropas central, e a única que os inimigos podiam ver, os braços eram dois grupos de envolvimento rápido que atacavam pelos flancos, e a cabeça, um regimento que, nos dois primeiros estágios de qualquer batalha,uma das mudanças mais importantes foi o abandono das tácticas de combate "atacar e retirar", pelo combate corpo a corpo, perseguição do inimigo, e da aniquilação total do inimigo. Estas tácticas foram sendo adoptadas por outros clã dos Nguni. No início da década de 1810, contra os Buthelezi em 1810, e posteriormente contra os Nongoma em 1812, Shaka havia aperfeiçoado a implementação dos seus homens no campo de batalha numa formação de ataque em forma de lua, com as pontas denominadas izimpondo (cornos), e o centro de isifuba (peito), com a qual obteve grandes êxitos, e seria a formação de combate padrão dos zulus nos próximos noventa anos.
Em 1816 foi enviado por Dingiswayo, chefe dos mtetwa, e regressa do exílio, e
rapidamente se afirma rei dos zulus, eliminando todos que se lhe opunham. Um dos seus primeiros actos é constituir quatro regimentos, que são a origem do impi, nome pelo qual os exércitos zulus ficariam conhecidos. Os impis estavam armados com uma pequena lança, a assegai, um escudo de couro de boi, uma espécie de porrete que podia ser arremessado no inimigo com grande precisão e ainda o "cuspe de veneno", substância tóxica encontrada numa erva que era mastigada pelos guerreiros de Shaka, que a cuspiam no rosto dos inimigos durante os combates, causando grande irritação nos olhos. Apoiado neste impi, parte para nesse mesmo ano para atacar novamente os Buthelezi.
Em 1818 a sua atenção vira-se para os ndwandwe, que vence na batalha de Gqokli, de forma decisiva, apesar de a vantagem à partida não estar do seu lado. A mesma sorte tiveram outros clãs e tribos, contra quem os Zulus apontaram a sua máquina de guerra, numa expansão territorial que iria aumentar o território sob o seu controlo cerca de 12 vezes.
1824 seria um ano marcante na histórios dos Zulus: Shaka autorizou o estabelecimento de europeus (H.F. Fynn e Lt. Farewell, fundadores da Natal Trading Company) no seu território. Estes fundaram Port Natal, a actual cidade de Durban.
Se Liga: A decadencia de Shaka...
Shaka não tinha descendente que pudessem suceder-lhe, assim ficou obcecado com a idéia de envelhecer e morrer. Feiticeiros se aproveitaram desse início de loucura para explorá-lo com promessas de óleos milagrosos que proporcionavam a imortalidade.
O aparecimento dos primeiros cabelos brancos detonou um processo de loucura irreversível; a morte da mãe desencadeou uma onda de crueldade e perseguições terríveis, que abalaram toda a estrutura Zulu.
Começou por ordenar a morte de todas as mulheres a serviço de Nandi, a “mulher elefante”, que com ela compartilharam a tumba, e que, quase todas, eram mulheres de alguns dos seus melhores e mais confiáveis generais.
"A mortalidade gratuita espalhou-se pelo reino; qualquer pessoa, por rir, espirrar, tossir, se coçar, sentar, dormir, amamentar ou mesmo comer e beber, podia ser decapitado, acusado de não demonstrar pesar pela morte da mãe de Shaka".
Turbas frenéticas e assassinas corriam por todo o reino, para ver se alguém deixava de honrar Nandi. Os últimos meses de 1827 ficaram conhecidos entre os Zulus, como o tempo
das trevas de Shaka.
Conspiração e Morte - Com o caos instituído no reino, M'Kabay, irmã do pai de Shaka e dois meio irmãos dele, Dingane e M'Halangana, junto com alguns comandantes militares, conspiraram e planejaram o assassinato do grande chefe Zulu.
No dia 22 de Setembro de 1828, vários conspiradores se reuniram, foram ao Kraal de Shaka, e sem que este pudesse esboçar um gesto de defesa, lhe espetaram fundo e por diversas vezes as mortais azagaias pelos seus meio-irmãos Dingane e Mhalangana, sucedendo-lhe Dingane.
Um afro abraço.
Claudia Vitalino.
Fonte:https://pt.wikipedia.org\www.publistorm.com/
UNEGRO
Encontro de Congadas em Aparecida do Norte em 2005
Fotografia de uma congada no Encontro de Congadas em Aparecida do Norte em 2005 - Pesquisa realizada por Celeste Silveira, Aressa Rios e Carlos Henrique Machado.
Fonte: Vale dos Tambores
CBV NOVA CRUZ PROMOVE TROCA DE CORDA E CPC/RN ESTEVE PRESENTE!
Grupo de Capoeira BOA VONTADE - CBV Nova Cruz- RN
Diretoria do CBV
Momento da Roda
CBV - Mostrando o que saber fazer - CAPOEIRA
Hora de entrar na Roda
Ontem (27) o Grupo de Capoeira Boa Vontade - Nova Cruz/RN promoveu seu batizado e mudança de corda dos seus alunados. O momento aconteceu com a presença do Mestre Canelão - CBV, professores, pais dos alunos e a sociedade.
O Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC;RN, Eduardo Vasconcelos também se fez presente ao evento.
O GCBV vem fazendo um trabalho social fora do comum com crianças e adolescentes da cidade. Disciplina , dedicação e respeito ao próximo são ingredientes que não faltam.
Os ensaios ocorrem todas as sextas, sábados e domingos das 19 horas ás 22 horas em sua sede.
O CPC/RN parabeniza o professor Geraldo Santos, presidente do CBV pelo excelente trabalho frente a entidade.
sábado, 26 de novembro de 2016
Rita (Ribeiro) Benneditto - E´d'Oxum.
Oxum - É um orixá feminino das águas doces, dos rios e cachoeiras, da riqueza, do amor, da prosperidade e da beleza, cultuada nocandomblé e umbanda.
Através de mamãe Oxum, os fiéis buscam auxílio para a solução de problemas no amor, uma vez que ela é a responsável pelas uniões, e também na vida financeira, a que se deve sua denominação de“Senhora do Ouro”, que outrora era do Cobre, por ser o metal mais valioso da época.
Oferendas são servidas principalmente nas cachoeiras para Mamãe Oxum
Na natureza, o culto a Oxum costuma ser realizado nos rios e nas cachoeiras e, mais raramente, próximo às fontes de águas minerais.
Oxum é símbolo da sensibilidade e muitas vezes derrama lágrimas ao incorporar em alguém, característica que se transfere a seus filhos, identificados por chorões.
Sincretismo religioso e a comemoração em 08 de dezembro
Oxum orixá feminina das religiões afro-brasileiras (umbanda e candomblé) é sincretizada com diversas Nossas Senhoras.
Na Bahia, ela é tida como Nossa Senhora das Candeias ou Nossa Senhora dos Prazeres. No Sul do Brasil, é muitas vezes sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, enquanto no Centro-Oeste e Sudeste é associada ora à denominação de Nossa Senhora, ora com Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
O dia 8 de dezembro é marcado por duas celebrações cristãs de significados distintos (quase antagónicos), que se confundem devido à semelhança das suas designações.
Sincretismo religioso aproxima várias Nossa Senhoras a figura do orixá Oxum
A evocação popular, tradicional, celebra a Nossa Senhora da Conceição (ou Concepção), isto é, celebra o arquétipo daMaternidade. Conhecem-se desde o século VII, nomeadamente na Península Ibérica, festas com esta evocação; até há poucos anos era nesta data, e não no primeiro domingo de Maio, que se celebrava o Dia da Mãe.
O conceito teológico oficial é o do dogma da Imaculada Conceição de Maria, definido pelo papa Pio IX em 1854, e nada tem a ver com o conceito popular: afirma que Maria, mãe de Jesus, teria também sido gerada sem cópula carnal de seus pais (Ana e Joaquim); celebra, por isso, a castidade. Esta ideia começou a surgir no século XII, tendo causado intensa polémica e sido rejeitada por importantes teólogos, incluindoSão Bernardo e São Tomás de Aquino, e condenada pelo papa Bento XIV em 1677, até ter sido aceite como dogma em 1854.
A instituição da ordem militar de Nossa Senhora da Conceição por D. João VI, que alegadamente sintetizaria um culto que em Portugal existiu muito antes de ser dogma, pelo menos na sua designação remete para o conceito popular, não para o conceito teológico afirmado pelo dogma. De igual forma, as freguesias portuguesas anteriormente listadas adoptaram a designação “Nossa Senhora da Conceição” ou “Conceição”, mas não “Imaculada Conceição”.
Em 8 de dezembro de 1904, em Lisboa solenemente lançou-se a primeira pedra para um monumento comemorativo do cinquentenário da definição do dogma. Ao ato, a que assistiram as pessoas reais, patriarca e autoridades, estiveram também representadas muitas irmandades deNossa Senhora da Conceição, de Lisboa e do país, sendo a mais antiga a da atual freguesia dos Anjos, que foi instituída em 1589.
No Brasil é tradição montar a árvore de Natal e enfeitar a casa no dia 8 de dezembro, dia de N.Sra. da Conceição.
Oxum na África-Rio Oxum na Africa
Osun, Oshun, Ochun ou Oxum, na Mitologia Yoruba é um orixá feminino. O seu nome deriva do rio Osun, que corre na Iorubalândia, região nigeriana de ijexá e Ijebu.
É representada pelo candomblé, material e imaterialmente, por meio do assentamento sagrado denominado igba oxum.
É tida como um único Orixá que tomaria o nome de acordo com a cidade por onde corre o rio, ou que seriam dezesseis e o nome se relacionaria a uma profundidade desse rio.
As mais velhas ou mais antigas Oxum são encontradas nos locais mais profundos (Ibu), enquanto as mais jovens e guerreiras respondem pelos locais mais rasos. Ex.: Osun Osogbo, Osun Opara ou Apara, Yeye Iponda, Yeye Kare, Yeye Ipetu, etc.
Em sua obra Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns, Pierre Fatumbi Verger escreve que os tesouros de Oxum são guardados no palácio do rei Ataojá.
O templo situa-se em frente e contém uma série de estátuas esculpidas em madeira, representando diversos Orixás: “Osun Osogbo, que tem as orelhas grandes para melhor ouvir os pedidos, e grandes olhos, para tudo ver. Ela carrega uma espada para defender seu povo.”
O Festival de Oxum é realizado anualmente na cidade de Osogbo, Nigéria. O Bosque Sagrado de Osun-Osogbo, onde se encontra o Templo de Oxum, é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2005.
Ọṣun-Oṣogbo ou Bosque Sagrado de Osun-Osogbo é uma floresta sagrada às margens do rioOxum que se encontra na cidade de Oṣogbo, Nigéria.
Características dos filhos da orixá Oxum - O filhos de Oxum dão muito valor à opinião pública, fazem qualquer coisa para não chocá-la, preferindo contornar as suas diferenças com habilidade e diplomacia. Seus filhos e filhas são doces, sentimentais, agem mais com o coração do que com a razão e são muito chorões.
Filhas de Oxum tem intuição forte e podem se tornar líderes espirituais
São extremamente vaidosos e conquistadores, adoram o luxo, a vida social, além de sempre estarem namorando. São obstinadas na procura dos seus objetivos.
Oxum é o arquétipo daqueles que agem com estratégia, que jamais esquecem as suas finalidades; atrás da sua imagem doce esconde-se uma forte determinação e um grande desejo de ascensão social.
Têm uma certa tendência para engordar, a imagem do gordinho risonho e bem-humorado combina com eles. Gostam de festas, vida social e de outros prazeres que a vida lhes possa oferecer. Tendem a
uma vida sexual intensa, mas com muita discrição, pois detestam escândalos.
Não se desesperam por paixões impossíveis, por mais que gostem de uma pessoa, o seu amor-próprio é muito maior. Eles são narcisistas demais para gostar muito de alguém.
Graça, vaidade, elegância, uma certa preguiça, charme e beleza definem os filhos de Oxum, que gostam de jóias, perfumes, roupas vistosas e de tudo que é bom e caro.
O lado espiritual dos filhos de Oxum é bastante aguçado. Talvez por isso, algumas das maioresYalorixás (mães-de-santo) da história do Candomblé, tenham sido ou sejam de Oxum.
REBELE-SE CONTRA O RACISMO!
Um afro abraço.
Claudia Vitalino.
Fonte: wikipédia/UNEGRO COMUNIDADES TRADICIONAIS C/ UNEGRO/RJ
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Rebele -se Contra o Racismo
Numa conversa de ideias e construção de valores, foi realizado a roda de conversa com a Unegro
Numa sala lotada de alunos atentos e engajados no assunto do respeito e contra a discriminação. A conversa foi iniciada pela nossa Coordenadora Municipal , Sra. Sonia Lopes, enfatizando a presença de todos e em especial ao espaço aberto para esse bate papo, agradecemos desde já a pronta atenção e compreensão da Sra. Luciana Saraiva e de toda sua equipe de professores e funcionários que ali estavam e fizeram desse dia um marco para a historia da Unegro.
Presentes ao encontro os alunos do colégio Vetor estiveram atentos a cada palavra dos professores ali
presentes : Tivemos uma aula de historia do negro, com a menção mais que honrosa do Almirante Negro João Cândido (http://www.infoescola.com/biografias/joao-candido/) na falação do Professor Hélio Jorge. Uma aula da historia de nosso brasil. Tivemos a aula de matrizes africanas, soubemos na fala do professor e diretor Unegro Luiz Carlos, deixando todos ainda mais a saber das diferenças entre as religiões presentes no Brasil. Onde existia duvidas, já não existem mais.
Sra. Marisa Justino nos leva a uma reflexão sobre a questão do racismo com recorte na diversidade sexual e social.
Por fim tivemos uma fala da nossa querida diretora do espaço Vetor a Sra. Luciana Saraiva, que gentilmente nos cedeu o espaço para esse evento, sabendo nós que o Colégio estará sempre aberto as agendas direcionadas as lutas de igualdade, diversidade e de respeito. Uma das colocações da própria Sra. Luciana, foi essa forma de cuidar dos alunos, o jeito como eles são doutrinados, a forma como saem dali e ingressão no mundo, sempre pautados no respeito e na tolerância uns com os outros, esse é um legado que vem desde seus fundadores, seus pais, e esta sendo pregado por ela mesmo no dia dia com os alunos. Estes merecem nosso respeito e abraço pela forma carinhosa que nos recebeu. Para fechar o dia em alto e bom astral sonoro, a vez e a voz da Cantora Bombom Baobá - direto de Maricá- que cantou à capela e encantou os quase 150 alunos presentes na sala, ao final da primeira musica, a galera se levanta e pede mais um Bombom, que prontamente atende aos alunos e nos leva ao encantamento na sua Linda voz forte e poderosa.
Em nota a Unegro Nova Iguaçu agradece a todos alunos, funcionários, professores, aos espaço e em especial a sua diretora, que nos recebeu com todo carinho e respeito. Desde já o nosso obrigado pelo dia de hoje .
Fonte: UNEGRO
NOVA CRUZ/RN É CERTIFICADO PELO SELO UNICEF - EDIÇÃO 2013/2016
Pela 1ª vez nosso município de Nova Cruz/RN conseguiu conquistar a certificação do Selo UNICEF, esse é um momento de grande alegria e desde já queremos agradecer a todos os envolvidos nessa CONQUISTA e pelo engajamento e trabalho realizado por todos nós. A conquista deste certificado é a confirmação de que nosso município está no caminho certo, continuaremos a desenvolver várias ações, através da Políticas Públicas voltadas para a melhoria da qualidade de vida de nossas crianças e adolescentes. Eduardo Vasconcelos – Articulador do Selo UNICEF – Edição 2013/2016.
A certificação do Selo UNICEF para NOVA CRUZ/RN comprova avanços nos índices sociais que medem a qualidade de vida das nossas crianças e adolescentes.
Dividimos esse CERTIFICADO com todos e todas que de forma direta e indireta contribuíram para esse momento importante para o nosso município, principalmente as nossas crianças e os nossos adolescentes do NUCA (Núcleo de Participação dos Adolescentes), que sempre estiveram nas primeiras fileiras das nossas ações, como PMPI – Plano Municipal da Primeira Infância; I e II Fórum Comunitários e a Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Vamos seguindo em frente! Eduardo Vasconcelos – Articulador.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
22 de novembro de 1910- Revolta da Chibata
A Revolta da Chibata foi um movimento na Marinha do Brasil que culminou com um motimna Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, capital do Brasil na época. Seu líder era o marinheiro João Cândido, uma dos maiores revolucionários da história do Brasil.
"Mais de 2.400 marinheiros se rebelaram contra os baixos salários, as péssimas condições de trabalho e o uso de castigos físicos (chibatadas). Contra isso, os marinheiros ameaçaram bombardear a cidade."
iderados pelo marinheiro negro João Cândido Felisberto, os marujos tomaram três encouraçados na Baía de Guanabara e ameaçaram disparar os canhões contra a então capital da República. O que eles queriam? O fim dos castigos corporais na Marinha do Brasil e melhores condições de alimentação e de trabalho. Foi um ato de coragem contra as Forças Armadas, que naquele momento contavam com uma das mais modernas frotas navais do planeta.
Planejado por cerca de dois anos e que culminou com um motim que se estendeu de 22 até 27 de novembro de 1910 na baía de Guanabara, na ocasião, rebelaram-se cerca de 2400 marinheiros contra a aplicação de castigos físicos a eles impostos (as faltas graves eram punidas com 25 chibatadas), ameaçando bombardear a cidade.
Durante o primeiro dia do motim foram mortos marinheiros infiéis ao movimento e cinco oficiais que se recusaram a sair de bordo, entre eles o comandante do Encouraçado Minas Geraes, João Batista das Neves.
Na manhã do dia 23, o emissário do governo, o deputado federal e capitão-de-mar-e-guerra José Carlos de Carvalho esteve a bordo do encouraçado São Paulo, onde lhe foi determinado que se dirigisse ao Minas Geraes para falar com o líder da revolta, João Cândido, dando-se assim início às negociações entre o governo e os revoltosos.
José Carlos de Carvalho levou para o Congresso a impressão que teve da força dos marinheiros e um Manifesto com exigências, sendo a principal o fim da chibata. O Manifesto, que tinha sido escrito durante as reuniões preparatórias, citava todos os oficiais presos nos navios e relacionava todos os navios sob o controle dos marinheiros. Isso demonstra que os revoltosos acreditavam que poderiam fazer a revolta sem mortes, e que a adesão à revolta seria total, quando a realidade era diferente disso.
Os navios que não aderiram à revolta, na maioria contratorpedeiros, entraram em prontidão
para torpedear os revoltosos. No dia 25 de Novembro, o então Ministro da Marinha,
almirante Joaquim Marques Batista de Leão expediu a ordem: "hostilize com a máxima energia, metendo-os a pique sem medir sacrifícios." No mesmo dia, entretanto, o Congresso Nacional aprovou a anistia para os revoltosos. Há versões de que o encouraçado Deodoro chegou a receber tiros dos contratorpedeiros, que logo cessaram fogo e voltaram para a orla.
Quatro dias depois do motim, a 26, o governo do presidente Marechal Hermes da Fonseca declarou aceitar as reivindicações dos amotinados, abolindo os castigos físicos e anistiando os revoltosos que se entregassem. Estes, então, depuseram armas e entregaram as embarcações. Entretanto, dois dias mais tarde, a 28, foi feito um novo decreto, que permitia que fossem expulsos da Marinha aqueles elementos "inconvenientes à disciplina".
A chamada "segunda revolta"
Duas semanas depois de os rebeldes terem se rendido e terem desarmado os navios, obtendo do governo um decreto de Anistia, eclodiu o que a Marinha denomina de "segunda revolta". Em combate, num arremedo de motim num dos navios que não aderiram à Revolta pelo fim da Chibata, morreram mais um oficial e um marinheiro. Esta "segunda revolta" desencadeou uma série de mortes de marinheiros indefesos, ilhados, detidos em navios e em masmorras, além da expulsão de dois mil marinheiros, atos amparados pelo estado de sítio que a "segunda revolta" fez o Congresso Brasileiro aprovar.
No Congresso, parlamentares levantaram a possibilidade de esta "segunda revolta" ter sido encomendada, ou no mínimo fomentada pelo Governo Federal (Presidente, Marinha, Exército e simpatizantes no Congresso), pois foi o Governo o maior beneficiado, com o estado de sítio, que não somente lhe permitiu excluir 2.000 marinheiros (eram 2379 os revoltados) e matar um número incerto mas estimado em duas centenas de marinheiros, como também afastar os adversários políticos, que ficaram a favor da Anistia dos marinheiros rebeldes, como o candidato à presidência derrotado, Rui Barbosa, isolando-o em São Paulo.
Apesar de se declarar contra a "segunda revolta", e até mesmo ter atirado (graças a uma culatrinha de canhão que um dos marinheiros havia escondido dos oficiais) contra os fuzileiros, companheiros seus da Marinha, para provar lealdade ao Governo Federal que havia dado a Anistia e garantido o fim da chibata, João Cândido também foi preso e expulso da Marinha, sob a acusação de ter favorecido os fuzileiros rebeldes. Entre os detidos na Ilha das Cobras, dezoito foram recolhidos à cela n° 5, escavada na rocha viva.
Ali foi atirada cal virgem, na véspera de Natal, 24 de Dezembro de 1910. Após vinte e quatro
horas, estavam mortos asfixados 16 homens; apenas João Cândido e o soldado naval João Avelino, conhecido como "Pau de Lira" sobreviveram na cela 5. Numa outra cela morreram mais dois.
Mais vindita aconteceu: cento e cinco marinheiros foram desterrados para trabalhos forçados nos seringais da Amazônia, tendo sido onze destes fuzilados nesse trânsito . Além disso, testemunhas, entre elas João Cândido e Marcelino Rodrigues(o chicoteado na véspera da revolta), demonstram que vários marinheiros foram mortos nos quartéis e nas ruas. Sem contar o massacre da Ilha das Cobras do dia 10, à qual não foi permitido o acesso da Imprensa a partir do dia 10.
Estima-se que havia na Ilha 300 presos (somando anteriores à Revolta e após 26 de Novembro, fim da revolta e do decreto da anistia) e 300 fuzileiros navais. Quando estalou a "segunda revolta", 350 fugiram entre a noite do dia 9 e a manhã do dia 10. Destes 250 marinheiros e fuzileiros restantes, houve notícia de 60 sobreviventes encontrados após o cessar-fogo. Os números reais das mortes comandadas pelo governo, exército e marinha, nas dependências do Estado nacional, rendidos, nunca foram oficialmente divulgados.
A estimativa de duas centenas é bastante conservadora. Duzentos mortos e dois mil expulsos após a revolta. Barbaridade que não se compara às 6 mortes de marinheiros e 6 mortes de oficiais em situação de combate no dia 22 de Novembro e no dia 09 de Dezembro. Matar homens amarrados, rendidos, por vingança, realmente uma mancha na imagem da Marinha de 1910. Uma época felizmente superada.
O Almirante Negro, como foi chamado pela imprensa, um dos sobreviventes à detenção na
ilha das Cobras, foi internado no Hospital dos Alienados em Abril de 1911, como louco e indigente. Ele e nove companheiros só seriam julgados e absolvidos das acusações dois anos mais tarde, em 1 de dezembro de 1912.
- João Cândido, o Almirante Negro, apelido dado pela imprensa da época. Desde a infância numa fazenda na divisa do Rio Grande do Sul com o Uruguai, passando pela liderança da Revolta da Chibata até internação como louco, ele enfrentou muitas dificuldades, que se seguiram até o fim da sua vida, em 1969. Herói pouco conhecido, morreu na miséria e no esquecimento.
Um afro abraço.
Claudia Vitalino.
REBELE-SE CONTRA O RACISMO!
Fonte:Agência Senado
C/ UNEGRO - RIO
POR TRÁS DAS FOTOGRAFIAS DE SEBASTIÃO SALGADO
PUBLICADO EM FOTOGRAFIA POR MARCELO VINICIUS
O doutor em economia Sebastião
Salgado somente assumiu a fotografia quando tinha uns 30 anos, mas a atividade
tornou-se uma obsessão. Seus projetos de anos de duração capturam lindamente o
lado humano de uma história global que muitas vezes envolve morte, destruição e
ruína. Aqui, ele conta uma história profundamente pessoal da arte que quase o
matou, e apresenta imagens espetaculares de seu trabalho mais recente,
"Gênesis", que documenta um mundo de pessoas e lugares esquecidos.
Sebastião Ribeiro Salgado Júnior
é um famoso fotógrafo brasileiro. Foi internacionalmente reconhecido e recebeu
praticamente todos os principais prêmios de fotografia do mundo como
reconhecimento por seu trabalho. Fundou em 1994 a sua própria agência de
notícias, "As Imagens da Amazônia", que representa o fotógrafo e seu
trabalho. Salgado e sua esposa Lélia Wanick Salgado, autora do projeto gráfico
da maioria de seus livros, vivem atualmente em Paris. O casal tem dois filhos.
Mais de
1,7 milhão de árvores foram plantadas para reflorestar parte da Mata Atlântica
entre Espírito Santo e Minas Gerais. Por essa iniciativa, o fotografo Sebastião
Salgado e sua esposa, Lélia Wanick, receberam o Prêmio-E na
categoria Educação na Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU)
Rio+20, no Rio de Janeiro.
Abaixo
segue o vídeo e a fala do famoso fotógrafo Sebastião Salgado se apresentando no
TED. TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada à difusão de idéias,
geralmente sob a forma de palestras.
Aqui,
ele conta uma história profundamente pessoal da arte que quase o matou, e
apresenta imagens espetaculares de seu trabalho fotográfico mais recente, Gênesis, que documenta um
mundo de pessoas e lugares esquecidos.
"Não
tenho certeza se todas as pessoas aqui conhecem minhas fotografias. Quero começar
a mostrar-lhes algumas fotos, depois falarei", disse o fotógrafo Sebastião
Salgado no TED.
Fonte: http://lounge.obviousmag.org/
terça-feira, 22 de novembro de 2016
AS FRONTEIRAS ENTRE O SER E A ARTE, EM A CAVERNA, DE JOSÉ SARAMAGO
Saramago foi um dos últimos autores a colocar o dedo na ferida de uma sociedade doente e manipulada. Em “A Caverna”, percebe-se uma crítica que vai além da alegoria do mito da caverna de Platão. A massificação da arte, por exemplo, é um aspecto abordado pelo autor português, que nos alertou a partir do personagem Cipriano Algor, um oleiro, que até mesmo o artesanato está sendo substituído por máquinas. Por que deixamos de valorizar um trabalho singular e consumimos cada vez mais produtos comuns e sem valor humano?
Quando foi a última vez que você comprou um produto feito a mão? Não me refiro a uma peça de arte cara adquirida em alguma galeria, mas sim um artesanato feito por um artesão de rua.
A arte nos dias atuais vem perdendo cada vez mais espaço e vem cada vez menos sendo valorizada, não somente no artesanato, como também na literatura e no cinema.
Em “A Caverna”, do autor português José Saramago, temos como personagem principal um oleiro chamado Cipriano Algor. Ele é a representação da arte que vem sendo substituída por máquinas no mundo atual.
O enredo do romance é bastante simples: Cipriano Algor é oleiro, pai de Marta Algor que é casada com Marçal Gacho. Os três moram em uma pequena casa no interior, longe do centro comercial. A rotina do oleiro Cipriano é levar de carro Marçal (que trabalha no centro) ao centro comercial, voltar para a sua casa no interior e trabalhar na olaria, junto com a sua filha Marta. Quando Marçal tem folga do trabalho, Cipriano volta ao centro comercial para buscar o genro. A rotina da vida das personagens é modificada, a partir do momento que o centro comercial para de encomendar os objetos de cerâmica produzidos pela família e Marta fica grávida de Marçal. José Saramago mostra principalmente a visão de Cipriano Algor, pai de Marta, a respeito da falta de interesse do centro comercial em seus produtos de cerâmica e a única alternativa para continuar a ter um lar: viver com a filha e com o genro no centro comercial. Uma das soluções encontradas pela família para o sustento é a produção de outro tipo de objetos de cerâmica: bonecos. Talvez, esse seja um dos elementos utilizados por Saramago para destacar um dos aspectos que tornam a arte cada vez mais desvalorizada. A partir da criação de centenas de bonecos, José Saramago nos mostra defeitos, rachaduras e pedaços que faltam em muitos deles, que podem servir como uma metáfora de nós mesmos, já que quando um boneco apresenta algum tipo de defeito, ele é logo substituído por outro em perfeitas condições, assim como nós somos substituídos pelas máquinas. Além disso, acompanhamos a trajetória de um homem que vivia da arte e é forçado a se mudar para um centro comercial. Existe derrota maior do que essa para um artista?
Os problemas apontados por Saramago mostram que o ser humano não percebe o real ao seu redor. Como perceber então o que realmente tem valor artístico? Isso ocorre não somente pelas inúmeras imagens que o homem é submetido diariamente nas ruas, na televisão ou na internet, como também pela alienação do ser que o afasta daquilo que é real. No mito da caverna, Platão aponta para a criação de uma alegoria moderna a respeito das indagações do ser humano enquanto elemento transformador da sociedade e dele próprio. A alegoria proposta por Saramago sugere e possibilita diversas formas de se pensar na problemática do simulacro (imagens que inventam a realidade a partir de uma realidade inexistente) na vida e na arte.
Ao exaltar a arte como criação, o autor português denuncia a marca aurática do artesão/artista, reveladora de gesto mimético singular, apontando o ser humano como principal elemento transformador da sociedade, por meio da criação artística contestadora e crítica.
Mas como diferenciar a arte real da arte simulada? É preciso antes de responder essa pergunta, reconhecer o que nós estamos enxergando exatamente nas sombras da realidade nas paredes de nossa imensa caverna. Precisamos antes de tudo reconhecer o simulacro antes de reconhecer o real.
Fonte: http://obviousmag.org/
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