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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

quarta-feira, 10 de maio de 2017

24 de maio: vamos ocupar Brasília em defesa dos direitos trabalhistas e da aposentadoria e preparar a Greve Geral de 48 horas

24 de maio: vamos ocupar Brasília em defesa dos direitos trabalhistas e da aposentadoria e preparar a Greve Geral de 48 horas

As Centrais Sindicais, reunidas na tarde desta segunda-feira (8), decidiram marcar a data do #OcupeBrasília no próximo 24 de maio. Apoiadas na disposição de luta dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros, que se refletiu na força da Greve Geral de 28 de abril, a ideia é avançar na mobilização nacional contra as reformas da Previdência e trabalhista e a terceirização.


O objetivo é fazer mais um dia de mobilização que entre para a história do país, com a presença de trabalhadores, movimentos populares e juventude. É necessário dar mais um passo em defesa das nossas bandeiras e reafirmar que esse governo Temer e os políticos corruptos do Congresso Nacional não têm moral para atacar ainda mais os trabalhadores com a retirada de direitos históricos da nossa classe.

“A CSP-Conlutas desde já começará a discutir com suas bases que se a jornada de maio não frear os ataques do governo, vamos fazer uma Greve Geral de 48 horas depois da ocupação de Brasília”, alerta o dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Atnágoras Lopes.

Mas maio não se resumirá ao dia 24. Muitas atividades serão realizadas neste Maio de Luta.

CALENDÁRIO

08 a 12 de maio

– Comitiva permanente de dirigentes sindicais no Congresso Nacional para dialogar com os deputados e senadores sobre os efeitos negativos dessas reformas e também atividades em suas bases eleitorais para que votem contra a retirada de direitos;

– Atividades nas bases sindicais, com panfletagens, assembleias e outras atividades. A CSP-Conlutas desde já vai para as bases defender a continuidade dessa luta por meio de uma Greve Geral de 48 horas.

– Atividades nos aeroportos e nas bases eleitorais dos deputados e senadores para denunciar os que estão votando a favor de acabar com os direitos dos trabalhadores, e continuar esclarecendo a população sobre as reformas do governo Temer.

15 a 19 de maio

– Dia 17: Vigília, no Anexo 2 da Câmara dos Deputados, às 10h. Representantes da classe trabalhadora estarão por todo o dia no Congresso Nacional para pressionar os parlamentares contra a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 287, que acaba com a Previdência Social pública.

– Nesta semana haverá categorias de trabalhadores do campo e da cidade, movimentos sociais e estudantil realizando atividades permanentes na capital federal.

Dia 24 de maio

– O #OcupeBrasília terá caravanas de todo país para realizar uma grande manifestação em Brasília contra a retirada de direitos trabalhistas e previdenciários.

Em todo o mês de maio serão realizadas assembleias de base para continuar o debate sobre a retirada dos direitos e o avanço da organização das lutas unificadas nacionais. “Se a jornada de mobilizações do mês de maio não bastar, as Centrais Sindicais já assumiram o compromisso de organizar uma nova Greve Geral, mais forte do que foi o 28 de abril e nós vamos começar a discutir essa greve com os trabalhadores nas assembleias de base e nos comitês de luta que se formaram recentemente”, reforça Atnágoras.

Estavam na reunião desta segunda-feira (8), a CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular), CTB (Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil),  CUT (Central Única dos Trabalhares), Força Sindical, Intersindical (Central da Classe Trabalhadora), NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores) e UGT (União Geral dos Trabalhadores).

Fonte: CONLUTAS

Frente Brasil Popular: Ocupar Curitiba com muita alegria e resistência

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A Frente Brasil Popular, composta por diversas organizações dos movimentos sociais, sindicais e lideranças políticas, lançou uma nota nesta segunda-feira (8) prestando apoio às manifestações que irão ocorrer em Curitiba (PR) em defesa do ex-presidente Lula, que foi convocado pelo juiz Sérgio Moro a prestar depoimento nesta quarta-feira (10), sobre o caso do triplex no Guarujá (SP).
A presidenta nacional do PCdoB, deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), reforça a mobilização. “A Frente Brasil Popular está organizando um dia de vigília democrática e de denúncia contra as perseguições a Lula e a toda esquerda. O PCdoB se soma a essa jornada e convoca sua militância a reforçar as caravanas que estão partindo rumo a Curitiba de diversos lugares do Brasil.”
“As caravanas devem chegar a Curitiba na manhã do dia 10 de maio, quarta-feira, e retornar aos estados de origem na noite do mesmo dia. Todos os custos referentes à viagem (transporte e alimentação) devem ser assumidos pelas próprias caravanas. Fazemos um chamado à militância do partido para se somar a mais essa jornada democrática”, afirma Luciana.
Ela considera que Lula é alvo de um conluio para prejudicá-lo. “Tal fato é parte da campanha de perseguição política comandada pelas forças golpistas, às quais se aliaram parcela do Judiciário”, conclui Luciana Santos.
Leia a íntegra da nota da Frente Brasil Popular:
“Ocupar Curitiba com muita alegria e resistência para defender a democracia e em apoio ao ex-presidente Lula”
A Frente Brasil Popular reafirma a importância política da Jornada de Lutas de Curitiba, e esclarece que manterá todas as mobilizações, caravanas e as atividades previstas na programação.
A Frente Brasil Popular repudia as decisões da Prefeitura e de setores do Judiciário, que, através de medidas antidemocráticas, proibiram a realização do acampamento para receber as caravanas de fora de Curitiba e a montagem de estrutura para os atos previstos para os dias 9 e 10 de maio. Essas medidas são claras evidências da tentativa de restringir o direito à livre manifestação, que foi chamada de forma pacífica e transparente.
Nós ocuparemos as ruas com o povo brasileiro que saiu dos quatro cantos do país com as caravanas. Por isso, conclamamos os movimentos sociais a participarem e mobilizarem para as atividades políticas e culturais que estão mantidas.
#ForaTemer #DiretasJá
#NenhumDireitoaMenos

Frente Brasil Popular 
8 de maio de 2017
Do Portal Vermelho com Frente Brasil Popular

terça-feira, 9 de maio de 2017

O que europeus brancos associam a negros?


Este mapa traz a resposta… e ela é bem desconfortável
Por Tom Stafford*
Este novo mapa mostra o quão facilmente europeus brancos associam negros a ideias negativas.
Desde 2002, centenas de milhares de pessoas em todo o mundo acessaram um site administrado pela Universidade de Harvard chamado Projeto Implícito e fizeram um teste de associação implícita (IAT), uma tarefa de resposta rápida que mede a facilidade com que você pode relacionar itens de categorias diferentes.
Para criar este mapa, usamos dados de uma versão do teste que apresenta rostos brancos ou negros e palavras positivas ou negativas. O resultado mostra a facilidade com a qual nossas mentes automaticamente fazem a ligação entre as categorias – o que psicólogos chamam de “atitude racial implícita”.
Cada país no mapa é colorido de acordo com a pontuação média dos indivíduos daquele local que participaram do teste. As nações com tom mais vermelho possuem uma média de enviesamento mais elevada, os países mais azuis mostram uma média mais baixa, como indica a escala no topo do mapa.
Assim como um mapa similar feito sobre os estados dos EUA, o nosso mapa mostra uma variação na dimensão do viés racial, mas todos os países europeus são racialmente tendenciosos ao comparar negros versus brancos.

Em cada país europeu, as pessoas são mais lentas para associar negros com palavras positivas como “bom” ou “agradável” e mais rápidos para associá-los a conceitos negativos como “mau” ou “maligno”. Mas os respondestes do teste são mais rápidos em ligar negritude e conceitos negativos na República Checa ou na Lituânia do que na Eslovênia, no Reino Unido ou na Irlanda.
Nenhum país obteve uma pontuação média abaixo de zero, o que refletiria associações positivas com a negritude. Na verdade, nenhum deles alcançou uma média sequer próxima de zero, o que indicaria nem associações raciais positivas nem negativas.
Preconceito implícito
Ao todo, temos pontuações para 288.076 europeus brancos, coletadas entre 2002 e 2015, com os tamanhos das amostras de cada país indicadas no lado esquerdo.
Devido ao desenho do teste, é muito difícil controlar deliberadamente a sua pontuação. Diversos indivíduos, incluindo aqueles que possuem crenças não racistas ou mesmo anti-racistas, demonstram um viés positivo implícito no teste. O significado exato de atitudes implícitas e do IAT é controverso, mas acreditamos que eles refletem associações automáticas que possuímos em nossas mentes e que se desenvolvem ao longo de anos de imersão no mundo social.
Embora nós, como indivíduos, possamos não ter convicções racistas, as ideias que associamos à raça podem ser construídas por uma cultura que descreve pessoas de diferentes etnias de formas e maneiras que são consistentemente mais ou menos positivas. Observado assim, o IAT – que na melhor das hipóteses é uma medida fraca da psicologia individual – seria mais útil se as pontuações dos indivíduos forem agregadas para fornecer uma reflexão sobre o mundo social coletivo que habitamos.
Os resultados deste mapa apresentam detalhes para algo já esperado: que na Europa as posições raciais não são neutras. A negritude tem associações negativas para os brancos europeus, e há alguns padrões interessantes em como a força dessas associações negativas varia em todo o continente.
Norte e oeste da Europa possuem, em média, associações anti-negras menos fortes, embora ainda as tenham. À medida em que se move para o sul e o leste, a força das associações negativas tende a crescer, mas não em todos os lugares. Os Balcãs parecem ser uma exceção, comparados aos países vizinhos. Seria esse o resultado de alguma peculiaridade sobre como as pessoas nos Balcãs souberam do Projeto Implícito, ou porque seus preconceitos não são orientados em torno de um eixo branco-negro? Por enquanto, só podemos especular.
Perguntas abertas 
Ao interpretar o mapa há pelo menos duas qualificações importantes a se considerar.
A primeira é que as pontuações só refletem atitudes raciais em uma dimensão: emparelhamento de branco/preto com bondade/maldade. Nossos sentimentos sobre etnicidade possuem diversas outras dimensões que não são capturadas por esta medida.
A segunda é que os dados vêm de europeus que visitam o site do Projeto Implícito dos EUA, que é em inglês. Podemos ter a certeza de que a amostra reflete um subgrupo da população europeia com mais conhecimento da internet do que é típico. Eles também são provavelmente mais jovens e mais cosmopolitas. Esses fatores tendem a subestimar a extensão do racismo implícito em cada país, de modo que os verdadeiros níveis de racismo implícito tendem a ser mais elevados do que os apresentados neste mapa.
Este novo mapa é possível porque o Projeto Implícito libera seus dados por meio do Open Science Framework. Esse site permite que cientistas compartilhem materiais brutos e dados de seus experimentos, autorizando qualquer pessoa a verificar seu funcionamento, ou re-analisar os dados, como fizemos aqui. Creio que ferramentas abertas e métodos de publicação como estes são necessários para tornar a ciência melhor e mais confiável.
*Professor em Psicologia e Ciência Cognitiva na Universidade de Sheffield, no Reino Unido. Pesquisa aprendizagem e tomada de decisão.
Este artigo foi originalmente publicado em The Conversation. Leia o original aqui.
Fonte: Capital Capital

MAIS REGISTRO DO SUCESSO DO VII ENCONTRO ESTADUAL DO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN - IFRN - CURRAIS NOVOS-RN - 06-05-2017

 Presidente do CPC/RN, EDUARDO VASCONCELOS
 Apresentação do Grupo Afroregueiros da Comunidade Quilombola "Boa Vista dos Negros" - Parelhas - RN

 Mesa de debate do VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA -PROMOVIDO PELO CPC/RN
 Plenário do IFRN - CURRAIS NOVOS - RN, palco do VII EEC do CPC/RN
Plenário do IFRN
 Ronaldo Gomes da Silva, Presidente da Fundação de Cultura "José Bezerra Gomes" - Currais Novos-RN - falando em nome do prefeito, Odon Jr.
 AFROREGUEIROS - PARELHAS-RN
 AFROREGUEIROS - PARELHAS-RN

Dançarino santacruzense, JUCIANO da SHOW ao lado de uma voluntária da cidade de Canguaretama
 Grupo "SOU MAIS PERCUSSÃO" da E. E. Alberto Maranhão" - Nova Cruz/RN
 Música Popular Brasileira: Eliane, Emerson e Lorena (Alunos da E. E. Cap. Mor Galvão - Currais Novos - RN
Grupo "SOU MAIS PERCUSSÃO" da E. E. Alberto Maranhão" - Nova Cruz/RN

Composição da Mesa Oficial do VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA - CPC/RN: Vereadora Tércia Leda (Representando a Câmara Municipal de Currais Novos); Ronaldo Gomes, presidente da Fundação Cultural José Bezerra gomes (representando o prefeito, Odon Júnior), José Alves (presidente da ACEUA - Alexandria), Manoel Euflausino (coordenador do SINTEST/RN), Maria Aparecida Costa/Graça Pereira (Representando o SINAI/RN, Diretor Geral do IFRN - Campus de Currais Novos-RN: Andreilson Oliveira e Eduardo Vasconcelos - CPC/RN.

Cerimonial: Radialista Claudio Pereira de Lima.

Assunto: "Quais as consequências das políticas adotadas pelo Governo Federal na Cultura?"
Após 3 horas de discussão foi aprovado MANIFESTA EM DEFESA DA CULTURA POTIGUAR! Que será enviado aos Governos: Federal, Estadual e Prefeituras.

Nossos agradecimentos aos estabelecimentos escolares: E. E. Capitão Mor Galvão e E. M. Gilson Firmino e o IFRN (Currais Novos); E. M. Nestor Marinho, E. E. Alberto Maranhão, E. E. Djalma Marinho e E. E. Rosa Pignataro.

Apoios Comerciais;  Rádios OURO BRANCO, FM 95 - CURRAIS NOVOS (SERTANEJA), Mega Kilão, Livraria Mina de Ouro, Rede Mais (Venâncio), Hotel D'Almeida e Laticínios SERTÃO SERIDÓ.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

O VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA DO CPC/RN FOI UM SUCESSO! VIVA A CULTURA BRASILEIRA! AFRO ABRAÇO!


Final do VII EEC - PROMOVIDO PELO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN, sábado (6) no Auditório do IFRN - CURRAIS NOVOS/RN
 Grupo "SOU MAIS PERCUSSÃO" da E. E. Alberto Maranhão" - Nova Cruz/RN, em apresentação no VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA - Promovido pelo CPC/RN
 Canção MPB - Romântica - Alunas da E. E. Cap. Mor Galvão - Currais Novos/RN
 Grupo "SOU MAIS PERCUSSÃO" da E. E. Alberto Maranhão" - Nova Cruz/RN
 Composição da Mesa do VII EEC, ocorrido no último sábado (6) no IFRN de Currais Novos/RN
 Mesa de inscrição do VII EEC - CPC/RN
Grupo AFGROREGUEIROS da Comunidade QUILOMBOLA - Parelhas/RN
 VII EEC - CPC-RN> DOM ITANILDO - RAPPER - SANTA CRUZ-RN
 MACAMBIRAIS - PASSA E FICA/RN
 GRUPO DE PERCUSSÃO AFROREGUEIROS - COMUNIDADE QUILOMBOLA "Boa Vista dos Negros" - Parelhas/RN

 GRUPO DE PERCUSSÃO AFROREGUEIROS - COMUNIDADE QUILOMBOLA "Boa Vista dos Negros" - Parelhas/RN
 Dançarino Luciano Santos - Santa Cruz e Voluntária - estudante - UNOPAR
  Eliane e Lorena - Cantoras e Emerson - violão - o trio são estudantes da E. E. Cap. Mor Galvão - Currais Novos - RN
VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA - EEC - PROMOÇÃO: CPC/RN - 06-05-2017 - IFRN - CURRAIS NOVOS - RN

13 de Maio: Curiosidades sobre a escravização no Brasil...


Nossa  história ...

No Brasil os africanos não eram chamados por sua etnia, mas sim pelo nome do porto ou da região onde haviam sido embarcados. Um africano da etnia congo, por exemplo, era chamado aqui de cambinda, se esse fosse o nome do porto africano de onde ele houvesse embarcado. Outro exemplo: os diferentes povos embarcados na Costa da Mina ( África Ocidental ) eram chamados simplesmente de minas.

- Eram povos de diferentes lugares da África, com características físicas e culturais próprias, e trouxeram consigo hábitos, línguas e tradições que marcam profundamente nosso cotidiano. A maioria dos africanos entrados no Brasil saiu da região localizada ao sul do Equador, pelos portos de Benguela, Luanda e Cabinda. Outra parte considerável saiu da Costa da Mina, pelos portos de Lagos, Ajudá e São Jorge da Mina. E um número menor saiu pelo portos de Moçambique.

Os primeiros navios negreiros foram trazidos pelo português Martim Afonso de Sousa, em 1532. A contabilidade oficial estima que, entre essa data e 1850, algo como 5 milhões de escravos negros entraram no Brasil. Porém, alguns historiadores calculam que pode ter sido o dobro.

 Os navios negreiros que traziam os escravos da África até o Brasil eram chamados de tumbeiros, devido à morte de milhares de africanos durante a travessia. Estas mortes ocorriam devido aos maus-tratos sofridos pelos escravos, pelas más condições de higiene e por doenças causas pela falta de vitaminas, como no caso do escorbuto.

É possível traçar a origem dos escravos em três grandes grupos: os da região do atual Sudão, em que os iorubás, também chamados nagôs, predominam; os que vieram das tribos do norte da Nigéria, a maioria muçulmanos, chamados de malês ou alufás; e o grupo dos bantos, capturados nas colônias portuguesas de Angola e Moçambique.

– Quando chegava ao Brasil, o africano era chamado de “peça” e vendido em leilões públicos, como uma boa mercadoria: lustravam seus dentes, raspavam os seus cabelos, aplicavam óleos para esconder doenças do corpo e fazer a pele brilhar, assim como eram engordados para garantir um bom preço.

– Um escravizado valia mais quando era homem e adulto. Um escravo era considerado adulto
quando tinha entre 12 e 30 anos. Eles trabalhavam em média das 6 horas da manhã às 10 da noite, quase sem descanso, e amadureciam muito rápido. Com 35 anos, já tinham cabelos brancos e bocas desdentadas.

– Os cativos recebiam, uma vez por dia, apenas um caldo ralo de feijão. Para enriquecer um pouco a mistura, eles aproveitavam as partes do porco que os senhores desprezavam: língua, rabo, pés e orelhas. Foi assim que, de acordo com a tradição, surgiu a feijoada.

– A Festa de Nossa Senhora do Rosário, a padroeira dos escravos do Brasil colonial, foi realizada pela primeira vez em Olinda (PE), no ano de 1645. A santa já era cultuada na África, levada pelos portugueses como forma de cristianizar os negros. Eles eram batizados quando saíam da África ou quando chegavam ao Brasil.

– Na cidade de Serro (MG), acontece a maior de todas as festas em homenagem a santa, em julho, desde 1720. De acordo com a lenda, um dia Nossa Senhora do Rosário saiu do mar. Ao ser chamada por índios, não se mexeu. O mesmo aconteceu com marinheiros brancos. A santa só atendeu aos escravos, que tocaram bem forte os seus tambores.

– Crianças brancas e negras andavam nuas e brincavam até os 5 ou 6 anos anos de idade. Tinham os mesmos jogos, baseados em personagens fantásticos do folclore africano. Mas aos 7 anos, a criança negra enfrentava sua condição e precisava começar a trabalhar.

– Cada senhor de engenho tinha autorização para importar 120 escravos por ano da África. 


– A cozinha era muito valorizada na casa-grande. Conquistaram o gosto dos europeus e brasileiros os pratos de origem africana, como vatapá e caruru, comuns na mesa patriarcal nordestina. A cozinha ficava num anexo da casa, separada dos cômodos principais por depósitos ou áreas internas.

– Normalmente, divisões internas da senzala separavam homens e mulheres. Mas, algumas vezes, era permitido aos poucos casais aceitos pelo senhor morarem em barracos separados, de pau-a-pique, cobertos com folhas de bananeira.

– Aos domingos, os escravos tinham direito de cultivar mandioca e hortaliças para consumo
próprio. Podiam, inclusive, vender o excedente na cidade. A medida combatia a fome do campo, pois a monocultura de exportação não dava espaço a produtos de subsistência.

– Quando a noite caia, o som dos batuques e dos passos de dança dominava a senzala. As festas e outras manifestações culturais eram admitidas, pois a maioria dos senhores acreditava que isso diminuia as chances de revolta.

Com a expansão das cidades, multiplicam-se escravos urbanos em ofícios especializados,
como pedreiros, vendedores de galinhas, barbeiros e rendeiras. Os carregadores zanzam de um lado a outro, levando baús, barris, móveis e, claro, brancos.
Escravos de Ganho eram escravos que tinha permissão de vender ou prestar serviços na rua. Em troca, ele deveria dar uma porcentagem dos ganhos a seu dono.
 
Em algumas regiões, os escravos africanos eram divididos em três categorias: o “boçal”, que recusava falar o português, resistindo à cultura europeia; o “ladino”, que falava o português; e o “crioulo”, o escravo que nascia no Brasil. Geralmente, ladinos e crioulos recebiam melhor tratamento, trabalhos mais brandos e perspectiva de ascenção social.
Os negros nunca tiveram uma atitude passiva diante da escravidão. Muitos quebravam ferramentas de trabalho e colocavam fogo nas senzalas. Outros cometiam suicídio, muitas vezes comendo terra. Outros, ainda, entregavam-se ao banzo, grande tristeza que podia levar à morte por inanição. A forma comum de rebeldia, no entanto, era a fuga.

Segundo alguns historiadores, a capoeira nasceu de um ritual angolano chamado n’golo (dança da zebra), uma competição que os rapazes das aldeias faziam para ver quem ficaria com a moça que atingisse a idade para casar. Com o tempo, a prática se transformou em exibição de habilidade e destreza.

A palavra capoeira não é de origem africana. Ela vem do tupi (kapu’era). Trazida para o Brasil por intermédio dos navios negreiros, a capoeira foi desenvolvida nos quilombos pernambucanos do século XVI. As características de luta e dança adquiridas no país podem classificá-la como uma manifestação cultural genuinamente brasileira.

O berimbau é um instrumento de percussão trazido da África (mbirimbau). Ele só entrou na história da capoeira no século XX. Antes, o instrumento era usado pelos vendedores ambulantes para atrair os clientes. O arco vem do caule de um arbusto chamado biriba, comum no Nordeste, que é fácil de envergar.

– Até a abolição da escravatura, a lei punia os praticantes de capoeira com penas de até 300 
açoites e o calabouço. De 1889 a 1937, a capoeira era crime previsto pelo Código Penal. Uma simples demonstração dava seis meses de cadeia. Em 1937, o presidente Getúlio Vargas foi ver uma exibição, gostou e acabou com a proibição.
Após a independência de Portugal, em 1822, uma das primeiras medidas do governo foi proibir que alunos negros frequentassem as mesmas escolas que os brancos. Um dos motivos apontados é que temiam eles pudessem transmitir doenças contagiosas.

O movimento abolicionista tinha mais de 60 anos quando a Lei Áurea foi assinada, em 1888. Mobilizava muitos intelectuais da época, como escritores, políticos, juristas, e também a população de uma forma geral.

Em 1823, dom Pedro I chegou a redigir um documento defendendo o fim da escravidão no Brasil, mas a libertação só ocorreu 65 anos depois.

Quando Manoel Joaquim Ricardo morreu, em 1865, tinha 27 escravos, três casas e uma senzala. Era um dos dez homens mais ricos de Salvador. É um grande feito, ainda mais considerando que Manoel era negro e vivia em um país ainda escravocrata.

Tinha mais de 600 escravos eram donos de escravos no Nordeste.
Esta prosperidade estava ligada ao tráfico negreiro. Quando havia grandes desembarques nos portos brasileiros, o preço deles diminuía e permitia a inclusão de pequenos investidores no mercado. Manoel e outros libertos compravam preferencialmente mulheres, que lhes davam crias.

Mesmo acumulando riquezas e escravos, Manoel nunca obteve reconhecimento na sociedade baiana.

— Com a hostilidade e a negação do africano liberto, perdemos a chance de ter uma elite negra — lamenta Reis. — Os africanos eram trazidos para cá em fétidos tumbeiros e não poderiam ver o Brasil como uma terra de oportunidades. Apenas procuravam se dar bem dentro do possível, e esse possível às vezes surpreende.

Um afro abraço.

Claudia Vitalino.

Fontes:https://pt.wikipedia.org/www.historiadigital.org e UNEGRO/RJ

domingo, 7 de maio de 2017

ESPECIAL FALAMANSA - MELHORES SUCESSOS

Simplesmente Dorgival Dantas - DVD COMPLETO - OFICIAL

VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA DO CPC/RN: SIMPLESMENTE DEMAIS!!!

 VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA - VII EEC - PROMOÇÃO: CPC/RN
Eduardo Vasconcelos - Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, saudando os participantes do VII EEC-RN
 Liderança Cultural de Alexandria/RN, José Alves fazendo suas explanações no inicio do VII EEC/RN, promovido pelo CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN
 Companheira, Socorro, liderança da Comunidade dos Quilombola BOA VISTA DOS NEGROS na Cidade de Parelhas/RN
 Apresentação do grupo de percussão AFROREGUEIROS da Comunidade de Quilombola BOA VISTA DOS NEGROS - Parelhas/RN
  Galera de Santa Cruz/RN: Robson (centro) - Coordenador da Casa de Cultura, entre seus amigos culturais.

 Grupo de Percussão "Sou Mais Percussão" da E. E. Alberto Maranhão - Nova Cruz/RN
 Música ao vivo feita com estilo e bom gosto com jovens, Eliane Freitas e Maria Lorenas ambas são alunas da E. E. Mor Galvão de Currais Novos, no violão o amigo, Emerson
Grupo "Sou Mais Percussão" da E. E. Alberto Maranhão - Nova Cruz/RN
 Coordenação do evento: da direita p/ a esquerda: Eduardo Vasconcelos-CPC/RN, Lucas/Currais Novos, Emerson/Currais Novos, Washington e Claudio Lima - CPC/RN
 Macambirais de Passa e Fica/RN - SHOW
 Votação simbólica da aprovação do Manifesto baseado na Plataforma Cultura em Luta - DIRIGENTES, ATIVISTAS E PROFISSIONAIS - EM DEFESA DA CULTURA
Afroregueiros - Parelhas-RN
 Final da Plenária
Debatedores do VII EEC - CPC/RN: da direita: Claudio Lima - radialista - CPC/RN, Manoel - SINTEST/RN e Conlutas e Ronaldo, presidente da Fundação de Cultura de Currais Novos, representando o prefeito, Odon Junior
  Eduardo Vasconcelos, entre a delegação de Tangará-RN
 Mesa de abertura do VII EEC - CPC-RN: Ronaldo - Presidente da Fundação de Cultura de Currais Novos - representando o prefeito, Odon Júnior (Currais Novos)
 Inscrições do VII EEC - CPC-RN
 Diretor do IFRN, professor, Andreilson Oliveira, saudando os participantes do VII EEC
 Vereadora Tércia Leda, representando a Câmara Municipal de Currais Novos-RN
José Alves - Presidente da ACEMA - Alecandria/RN levando sua palavra aos participantes do VII EEC, promovido pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN
 Socorro - Presidente da Associação Quilombolas - Parelhas-RN
Hora do almoço!

Exercer a CIDADANIA significa fazermos POLÍTICAS PÚBLICAS URGENTES em prol da CULTURA POTIGUAR, O VII EEC promovido pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN,ocorrido ontem, (6) no IFRN de Currais Novos/RN, que teve por objetivo debater “QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS ADOTADAS PELO ATUAL DO GOVERNO FEDERAL NA CULTURA BRASILEIRA”, foi também refletido, discutido e avaliado ações dirigidas a elas e ao final do VII EEC, foi aprovado MANIFESTO EM DEFESA DA CULTURA POTIGUAR. Que inicia-se assim: 

" O tempo de pôr fim a este rumo de desastre é o tempo de hoje. Tempo de protesto e de recusa. Tempo de mobilização de toda a inteligência, de toda a criatividade, de toda a liberdade, de toda a cólera contra uma política que chama "austeridade" à imposição de um brutal retrocesso histórico. Defender a CULTURA é uma das mais inadiáveis formas de fazer ouvir todas as vozes acima do medíocre ruído dos "mercados". Manifestamos-nos em defesa da cultura. E agiremos em conformidade." Plataforma Cultura em Luta - DIRIGENTES, ATIVISTAS E PROFISSIONAIS - EM DEFESA DA CULTURA.

A plataforma Cultura em Luta assume-se entre aqueles que nos últimos anos trabalharam e lutaram para pôr fim a uma política de décadas de destruição da Cultura, particularmente agravada nos últimos anos. Este trabalho, esta luta contribuíram para pôr fim ao governo e abrir espaço a um novo quadro político.

Comprometidos com as possibilidades e expectativas geradas no atual quadro político, afirmamos a exigência, a justiça e o sonho de uma viragem política que rompa com décadas de destruição da Cultura, de uma política de democratização, de serviço público, de trabalho com direitos, de espaço e meios para uma Cultura viva, livre e diversa.

Assim, reafirmamos os 12 eixos de viragem na política cultural: Plataforma Cultura em Luta:

1.      Cumprimento da Constituição da República: livre acesso de todos à criação e fruição culturais e obrigação do Estado de prover os meios necessários a esse fim;
2.     Criação de condições de acesso de todos à prática, à produção e criação cultural e artísticas;
3.     Definição e construção de um serviço público de cultura em todo o território nacional;
4.     Investimento na escola pública, ampliação e qualificação de uma rede pública nacional de ensino e formação artísticos e apoio ao trabalho das coletividades populares, enquanto promotores de desenvolvimento artístico e cultural;
5.     Apoio público relevante à criação artística e literária e criação de condições efetivas de criação, divulgação, difusão e apresentação da produção nacional;
6.     Defesa do vasto patrimônio cultural à nossa guarda, com a alocação dos meios financeiros, técnicos e humanos necessários, salvaguarda do patrimônio ameaçado, contra a sua privatização e promoção da acessibilidade e divulgação plenas;
7.     Defesa e preservação da documentação arquivística e promoção do livre acesso dos cidadãos à informação pública;
8.    Defesa do trabalho com direitos, combate intransigente à precariedade e ao trabalho não-remunerado;
9.     Aplicação dos recursos financeiros garantidos em lei para artistas e grupos culturais, que realmente necessitam e conduz com as suas lutas na preservação cultural e mínimo nos serviços culturais e na compra de materiais, produtos e instrumentos necessários às atividades culturais;
10.Reconhecimento efetivo do valor sem preço da Cultura: recusa da sua mercantilização generalizada, recusa da desresponsabilização do Estado, não à turistificação da Cultura;
11.  Redução do horário de trabalho para as 35 horas semanais para todos e melhoria efetiva das condições de vida do povo BRASILEIRO,
12. 1% para a cultura - 1% do Orçamento, como patamar mínimo, 1% do PIB como patamar a alcançar gradualmente - a garantia, em sede de orçamento, de condições para um serviço público de Cultura, de condições para a liberdade e a diversidade culturais;

13. "Criação da Secretaria Municipal de Cultura em todos os municípios potiguares, com a participação de artistas culturais de acordo com seus perfis;
14. Abertura democrática na Secretaria Extraordinária de Cultura do Estado do Rio Grande do Norte, atendo de fato os anseios dos artistas, entre eles os escritores e poetas;
15. Elaboração em todos os municípios potiguares dos Planos Municipais de Cultura;
16. Fortalecimento dos Conselhos Municipais de Cultura;
17. Cumprimento do Sistema Municipal de Cultura nos respectivos municípios potiguares;
18.Participação de 50 + 1 dos artistas potiguares no Conselho Estadual de Cultura;
19. Participação dos secretários/coordenadores de cultura dos sindicatos potiguares nos referidos conselhos municipais e estadual;" - (De 13 a 19, propostas aprovadas no VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, realizado dia 06 de maio de 2017 no Auditório do IFRN de Currais Novos - RN.

A plataforma Cultura em Luta reúne no momento em que é apresentada e debatida as mudanças e  propostas do atual governo em setores que corre hoje possibilidades de perderem direitos garantidos com tanto suor e luta dos trabalhadores/as brasileiros;

A proposta de Orçamentária do governo em 2017 para a Cultura apresenta um retrocesso gigantestico  das verbas para a cultura, quase nada. Portanto se faz necessário uma grande mobilização do povo potiguar e em especial os artistas para que esses direitos seja garantidos.

A dignificação do trabalho e dos salários e a qualificação técnica e orgânica dos serviços culturais do Estado são um pressuposto da política de desvalorização e ante democrática e não é a cultura que defendemos. É preciso mais investimentos mais  na Cultura.

É preciso cumprir um rumo de democratização e de valorização da Cultura Potiguar.

O governo deve compreender que o seu compromisso é com o povo brasileiro e a sua soberania. As imposições externas em relação à condução da política econômica e orçamentária, a chantagem da dívida externa e interna, ou mesmo "QUEBRA DA PREVIDÊNCIA" não podem continuar a impedir o nosso futuro.

A Cultura, o seu tecido social, os seus projetos e programas, sofreram décadas de uma progressiva e devastadora desvalorização na política de alguns governos. Conhecemos um agravamento dessa política, com danos definitivos, na atua legislatura. E, apesar das expectativas justas geradas com a nova solução política, conheceram mais um ano de desorçamentação, negligência e indefinição. A situação é de emergência, a de responsabilidade política é enorme, e a dívida para com o trabalho de muitos e o direito à cultura de todos, colossal.

Face a esta emergência, a essa dívida, ante a exigência e o sonho dos brasileiros, impõe-se uma viragem política que abra caminho a um horizonte de democratização e valorização da Cultura, que os 12 eixos enunciados representam, com a sua garantia material: 1% para a Cultura.

A plataforma Cultura em Luta, as organizações e pessoas que nela se unem continuarão a lutar todos os dias, com os trabalhadores e o povo, para que no atual quadro político essa viragem possa ocorrer.

"É reforçando este manifesto da Plataforma Cultura em Luta (Dirigentes, Ativistas e Profissionais - em Defesa da Cultura), que haveremos de construir POLÍTICAS PÚBLICAS Consistentes  realmente voltadas para o resgate da CULTURA POTIGUAR, valorizando assim os seus artistas culturais" - Eduardo Vasconcelos - Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN.

Manifesto baseado a Plataforma Cultura em Luta: DIRIGENTES, ATIVISTAS E PROFISSIONAIS - EM DEFESA DA CULTURA.

Obs. Adaptado para o VII ECC - CPC//RN.

Nossos agradecimentos Culturais as entidades de classes:

SINTEST/RN, SINDSAÚDE/RN ADURN, ADUERN, SINTAUERN, SINAI/RN, AFABB/RN, SINMED/RN, SINDERN, SINTE/RN, SENALBA/RN, SINTRACOMM, SINDMETAL/RN, FETARN, CTB/RN, INTERSINDICAL, CUT/RN, FORÇA SINDICAL, CONLUTAS, SINDHOTELEIROS/RN, SINDHOTELEIROS-MOSSORÓ, APURN, SINDÁGUA/RN,  SINTERN e o Grêmio Estudantil do IFRN - Currais Novos.

Nossos agradecimentos ao segmentos comerciais:

Laticínios SERTÃO SERIDÓ, FLASH COLOR (Currais Novos), Supermercado Rede Mais (Venâncio - Currais Novos), Hotel DAlmeida, Livraria Mina de Ouro (Currais Novos) e ao Mega Kilão (Currais Novos).

Agradecimentos aos órgãos públicos:

IFRN (Currais Novos), Prefeituras de Currais Novos, Nova Cruz, Alexandria, Santa Cruz, Baía Formosa, Tangará e Parelhas.

Rádios 95 Currais Novos e Ouro Branco e SIDYS TV A CABO - Currais Novos.