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quinta-feira, 29 de junho de 2017

É São Pedro! Comida típica da festa!

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A festa junina é comemorada em diversos lugares ao redor mundo e foi trazida para o Brasil pelos portugueses. É celebrada em todo país e é composta por muitos elementos, como fogueiras, mastro de São João, quadrilha, bandeirinhas, trajes caipiras e várias brincadeiras, que tornam a festividade muito mais animada.
Com os “arraiás” se aproximando, além da decoração e trajes a caráter, as deliciosas comidas típicas também devem estar presentes para que a diversão fique completa. Cada região pode usar seus ingredientes típicos para o preparo dos pratos, mas o milho normalmente é o alimento mais usado.
A maioria dos pratos são originários da cultura do campo e do interior, os ingredientes costumam ser bem simples e com preço acessível.
Cuscuz
Também feito com milho ou farinha de tapioca, o cuscuz é um prato popular, principalmente no nordeste, e não faz sucesso apenas em festas juninas. Existem diversas variações do prato, por exemplo, em São Paulo, os paulistas consomem o cuscuz paulista.
Pipoca
A pipoca são grãos de milho estourados na panela e é um dos itens que não pode faltar na festa junina e pode ser servida doce ou salgada.
Arroz Doce
O arroz doce é um receita criada com arroz e leite, muito tradicional, e pode ser acrescentado leite condensado, canela, cravo e raspas de limão.
Maçã do Amor
A maçã do amor é um doce típico romântico bem simples, sendo o tradicional mergulhado na calda de açúcar. Foi criada pelo espanhol Antonio Farre Martinez e patenteada em 1959. Surgiram novas variações da maçã com calda de chocolate, granulado e outras delícias. Até a uva do amor foi incluída na história.
Bolos Diversos
O bolo de fubá é um dos mais requisitados nessas comemorações, ele é produzido com milho e pode ser consumido com uma xícara de café. Outros tipos são o Bolo de Aipim, Milho e Mandioca.
Cocada
Com diversos sabores, a cocada é um doce de festa junina, feito com coco ralado, ovos, leite de coco, rapadura e leite condensado. Para deixá-la diferente, durante a preparação, pode-se acrescentar polpa de frutas.
Canjica
A canjica, também chamada de mingau de milho branco ou curau, é um prato popular feito com leite comum ou leite de coco, milho branco ou verde ralado e açúcar.
Pé de Moleque
O pé de moleque é um doce feito com amendoim, leite e calda de açúcar. Ele surgiu no século XVI e é muito tradicional no estado de Minas Gerais.
Curau de Milho
O curau ou canjica nordestina (nome comum no nordeste) é uma receita popular nas festas e é muito simples de fazer.
Outras Comidas Populares
♦Baião de Dois ♦ Biscoitos de Polvilho ♦ Churrasquinho ♦ Doces (Banana, Abóbora, Coco, Manjar, Quindim, Doce de Batata Doce) ♦ Milho Assado ou Cozido ♦ Maria Mole ♦ Suspiro ♦ Rosquinhas de São João.
Bebidas de Festa Junina
As principais receitas de bebidas são o quentão e o vinho quente. O quentão é uma bebida feita, geralmente com açúcar, gengibre, canela, cravos da índia, cascas de laranja, água e pinga. De acordo com as regiões, a receita poderá sofrer modificações específicas dos costumes dos estados. Com a disseminação da cachaça pelo interior do país, essa bebida quente tornou-se ideal para os invernos. Há estados que consomem o quentão com a canela em pó, outros com canela em pau e limão. Já o vinho quente, pode ser feito com frutas picadas (como maçã), açúcar, canela, cravo, vinho e água.

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Aprenda a Fazer Receitas Típicas Juninas

Receita de Arroz Doce
Ingredientes
⇒ 1 litro e meio de leite
⇒ 2 xícaras (chá) de arroz
⇒ 3 xícaras de açúcar
⇒ 1 lata de leite condensado
⇒ canela em pau
Modo de preparo
Lave o arroz, e escorra normalmente.
Depois de limpo, cozinhe o arroz junto com o leite (1 litro e meio), e com a canela.
Utilize uma panela bem grande, para que o leite não derrame. Enquanto cozinha, mecha de vez em quando, e depois de 20 minutos, acrescente o açúcar.
Depois de colocar o açúcar, deixe mais 20 minutos, e depois acrescente o leite condensado, e deixe mais 20 minutos.
Depois de pronto, coloque na travessa para ser servido.
Receita de Canjica Caipira
Ingredientes
⇒ 1 xícara (chá) e ½ de canjica branca
⇒ 1 lata de leite condensado
⇒ 400 ml de leite
⇒ 250 g de amendoim
⇒ canela em pó
Modo de preparo
De véspera, deixe a canjica branca de molho na água.
Depois, coloque-o em um pano, e pressione até soltar as casquinhas.
Depois de cozir a cajica, coloque-a em outra panela, e acrescente o leite condensado, o leite, e o amendoim, e deixe ferver por 5 minutos.
Quando estiver pronto, coloque em uma travessa, ou em tigelas de pequenas porções, e polvilhe com canela.
Receita de Curau
Ingredientes
⇒ 7 espigas de milho verde
⇒ 600 ml de leite
⇒ 2 xícaras (chá) de açúcar
⇒ 1 colher (sopa) rasa de manteiga
⇒ canela em pó
Mode de Preparo
Retire os grãos de milho da espiga, raspando com uma faca.
Coloque os grãos no liquidificador, com um pouco do leite. Coe o “caldo”, e em um recipiente fundo, coloque-o junto com o restante do leite, a manteiga e o açúcar.
Leve a mistura ao microondas, e deixe de 12 a 15 minutos, na potência alta, até que se forma um creme. E mecha a cada 3 minutos que estiver no microondas.
Coloque em uma travessa, e polvilhe com canela.
Depois de frio, leve à geladeira.
Fonte: Brasil Cultura

Doria quis explorar miséria da seca!

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Imagem do lado de Dória:Os Retirantes, de Cândido Portinari (1944)
Discriminação racial? Lavagem étnica? Ou marketing goebbeliano?
Do Twitter do Guga Noblat: "A infeliz proposta do serumano João Dória nos anos 80 para fazer a seca virar atração turística (matéria do Globo, não é do Sensacionalista):"
Reprodução: Guga Noblat/Twitter



Também no Twitter, o Ivan Mizanzuk publica outros recortes da mesma notícia:

Revista Agropecuária tropical. Setembro/Outubro de 1987. 58ª edição, página 23. Fonte: zebu.org.br



Folha de São Paulo, 2 de Julho de 1987, página A10. Fonte: acervo.folha.uol.com.br



Jornal do Brasil, 2 de Julho de 1987, página 6. Fonte: news.google.com
Em tempo: sobre a célere, incontida, inescrupulosa e insidiosa campanha do Prefake à Presidência, não perca o excelente artigo de Cristian Klein, no PiG cheiroso, de título: "Doria (des)embarca ao ritmo de 'Take Five' ". Na Fel-lha se sabe que ele guarda dinheiro agora, para detonar no ano que vem, com as eleições (presidenciais). Não engana mais nem o PiG... - PHA
Fonte: Conversa Afiada com Paulo Henrique Amorim

Dia Nacional do Samba – 02 de dezembro

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samba é o gênero musical mais representativo do povo brasileiro. Sua cadência tem origem africana.
Para alguns estudiosos, a palavra “samba” vem do umbundo (semba = “dança em que os bailarinos se encontram e se separam”), língua banta falada pelos ovibundos, que habitavam a região Sul e Central de Angola. Para outros, vem do quimbundo (samba = “umbigada”), língua banta falada pelos ambundos, em Angola. Há outros que afirmam vir do quioco (samba = “brincar, cabriolar”), língua banta, falada pelos lunda-quiocos), ou vir do quicongo (samba = “dança em que os bailarinos se embatem à altura do peito”), língua banta falada pelos quicongos.
Como dança de roda, o samba surgiu em meados do século XIX. No início do século XX, surgiram variações que continuam a evoluir e a agradar a todos os gostos: samba batido, samba corrido, samba de balanço (ou sambalanço), samba de breque, samba-choro, samba de enredo (ou samba-enredo), samba de morro, samba de partido-alto (ou partido-alto), samba de quadra (ou de terreiro), samba de roda, samba no pé, samba raiado, samba-cancão.
O primeiro samba a ser gravado em disco foi “Pelo telefone”, de Ernesto dos Santos, o Donga, e João Mauro de Almeida, em 1917. A partir de então, o samba tem sido gravado em todas as suas variantes, tornando-se sucesso comercial até hoje.
Sabe por que o Dia Nacional do Samba cai em dois de dezembro? Não, não é a data de nascimento de Tia Ciata. Também não é quando gravaram “Pelo Telefone”. Muito menos quando Ismael Silva e os bambas do Estácio fundaram a Deixa Falar. O Dia Nacional do Samba surgiu por iniciativa de um vereador baiano, Luis Monteiro da Costa, para homenagear Ary Barroso. Ary já tinha composto seu sucesso “Na Baixa do Sapateiro”, mas nunca havia posto os pés na Bahia. Esta foi a data que ele visitou Salvador pela primeira vez. Engraçado, não? A festa foi se espalhando pelo Brasil e virou uma comemoração nacional.
Fonte: brasilcultura.com.br

Patrícia Lélis: “Somos criadas para ser frágeis”

Lembro-me com muita clareza de vários homens me dizendo “Se você não mudar, não vai se casar”. Para essa sociedade que não tem preparo para mulheres fortes, realmente não deve ser fácil aceitar que uma mulher pode ser e fazer, falar e pensar tudo o que quiser.
Por Patrícia Lélis*
Das certezas que eu tenho na vida, uma delas é que mulheres fortes, independentes e donas de si não são “apreciadas” pelos homens.
Cresci escutando que a mulher deve ser o suporte do homem, submissa. Mas será que temos que ser isso mesmo? Sempre me fiz essa pergunta. Confesso que, mesmo quando fazia parte de um ambiente cristão e conservador, eu nunca me encaixei no que era pedido ou imposto quando o assunto era relacionamento.
Tudo o que os homens esperavam de mim era que eu fosse o reflexo de uma donzela em perigo. E enxergasse o homem como um cavalheiro que veio para me salvar em um cavalo branco. Nada além de mais uma história chata e clichê.
Hoje, sei que a maioria dos homens não gosta de mulheres, mas sim de meninas. Meninas que não falam sobre o que pensam, que sempre perguntam a eles o que acham sobre isso e aquilo. Meninas que não falam palavrões, que não dançam até o chão, meninas quietinhas, meigas, com lacinhos na cabeça. Meninas que acariciem seus egos.
A sociedade patriarcal impõe o que nós mulheres “somos”: emotivas, compulsivas, dramáticas, loucas, ciumentas, chatas, frescas, frágeis! E nós, mulheres, aceitamos. Quantas vezes não mudamos nossa forma de ser para agradar “aquele cara”? Quantas vezes deixamos de falar e expressar o que sentimos para não ser rotulada de algo?
Quantas vezes não deixamos um relacionamento passar, porque é inaceitável que a mulher chegue no cara, afinal isso é um papel que só cabe a ele. E quando resolvemos ser quem somos, e não mudar por nada e nem por ninguém, logo o carinha sai correndo, inventa uma desculpa boba, some.
Homens têm medo de mulheres seguras. Mulheres que não têm medo de dizer o que sentem, o que pensam e o que querem. Mulheres que enfrentam de pé situações difíceis e permanecem fortes.
Lembro-me com muita clareza de vários homens me dizendo “Se você não mudar, não vai se casar”. Para essa sociedade que não tem preparo para mulheres fortes, realmente não deve ser fácil aceitar que uma mulher pode ser e fazer, falar e pensar tudo o que quiser.
Eu fico pensando o quanto o mundo está cheio de falsos relacionamentos. Homens que não conversam com suas companheiras por achar que não podem ser sinceros com tudo, mas acabam conversando com seus amigos ou até mesmo com outras mulheres. Mulheres que se escondem atrás de uma embalagem de Barbie, mas não tem intimidade para conversar com seu companheiro sobre suas vontades e desejos.
Queridos homens, parem de querer mulheres mudas, com jeitinho de bonecas. Não compactuem com uma sociedade que cria mulheres para ser suporte dos homens. Aprendam a amar, aceitar e apoiar mulheres fortes e independentes, que estão dispostas a juntos viver um relacionamento real, onde ambos não coloquem máscaras nos rostos ao se encontrar. Aceitem mulheres que falem sobre tudo, inclusive sobre sexo.
Contem às suas companheiras as merdas que você já fez na vida com os seus amigos, aquela festa que você bebeu todas e acordou no outro dia sem saber aonde estava. E deixem que elas façam o mesmo. Sejam amigos, companheiros.
Parem de compactuar com uma sociedade que gosta de mulheres submissas e padronizadas, e passem a escolher mulheres empoderadas. Procurem não ser o homem que vai sair nas fotos com ela do Instagram com legenda fofa para ser o homem que ela tenha a liberdade para te contar sobre tudo. Deixe que ela saiba que, com você, ela não terá apenas um namorado, mas sim um companheiro de vida.
E para você mulher, que está lendo esse texto, não queira ser a boneca de ninguém. Seja antes de qualquer coisa, você!
*Patrícia Lélis é ex-militante do PSC e acusou Marco Feliciano de abuso.

Foto: Marcha de mulheres em João Pessoa, em 2013. Foto: Arktrus2/Wikimedia Commons.
Fonte: Revista Fórum

Por que os negros não apresentam programas de televisão

Em pesquisa exclusiva organizada pela Vaidapé, foram levantados os dados sobre os apresentadores e apresentadoras de televisão no Brasil. As primeiras respostas obtidas não surpreendem. Apenas 3,7% dos apresentadores são negros. Em valores absolutos, de todos os analisados, foram apenas 10 apresentadores negros contra 261 brancos.
Por Henrique Santana e Iuri Salles do Vaidapé
Arte e Infografia: Henrique Santana
Depois que a Vaidapé decidiu quantificar o número de apresentadores pretos no país, entramos em contato com as principais emissoras de TV da rede aberta: Cultura, SBT, Rede Globo, Rede Record, RedeTV!, Gazeta e Bandeirantes. A dificuldade em conseguir números claros fornecidos pelas empresas fez com que a gente organizasse uma pesquisa para dimensionar como é a divisão racial entre os apresentadores da televisão brasileira.
Checamos 204 programas das sete emissoras citadas que foram transmitidos entre o segundo semestre de 2016 e o primeiro de 2017. O resultado foi um levantamento de 272 apresentadores que compõem as grades de programação. Ainda que a maioria dos programas sejam exibidos em rede nacional, para os casos que variam de região para região foi adotado como padrão a programação de São Paulo. Mesmo assim, a pesquisa dá um bom panorama da televisão brasileira.
As primeiras respostas obtidas não surpreendem. Apenas 3,7% dos apresentadores são negros. Em valores absolutos, de todos os analisados, foram apenas 10 apresentadores negros contra 261 brancos. De acordo coma Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), de 2014, organizada pelo IBGE, 53% da população brasileira é de pretos ou pardos, grupos agregados na definição de negros.
Procuramos utilizar como critério de análise a autodeclaração dos apresentadores. Como em muitos casos foi complicado encontrar estas declarações, o critério secundário foi o de observação dos pesquisadores.
“Você é muito graciosa. Embora sendo a única negra entre as brancas, é bonita. É bonita de verdade”
– Silvio Santos, apresentador e proprietário do SBT
A emissora que apresenta maior diversidade é a RedeTV!, onde pouco mais de 9% dos apresentadores são negros. Já a a Record e o SBT são as campeões no quesito branquitude. Ambas não possuem sequer um apresentador negro figurando nos programas analisados. Na emissora de Silvio Santos, a única apresentadora negra que constava na grade de programação era a jornalista Joyce Ribeiro, que foi demitida no início deste ano.
Dois meses antes da demissão de Joyce, Silvio Santos protagonizou um caso de racismo explícito durante o Teleton de 2016. Na ocasião, o apresentador e proprietário da emissora ao entrevistar Daiane, dançarina que se apresentava no programa, afirmou: “Você é muito graciosa. Embora sendo a única negra entre as brancas, é bonita. É bonita de verdade”.
Não foi o primeiro comentário desse tipo proferido pelo dono do SBT. Também em 2016, ele havia dito a uma criança que se apresentava em um de seus programas que seu cabelo estava “chamando muita atenção”.
Além da falta de representatividade na televisão, é possível observar que apresentadores negros estão majoritariamente em programas culturais e de entretenimento. Nos casos analisados, 80% dos negros estavam em programas deste tipo e 20% protagonizavam programas de caráter religioso. Na programação jornalística, educativa e infantil não figurava nenhum apresentador negro.
Revista Fórum

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Saiba de onde vem a quadrilha, dança típica das festas juninas

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A quadrilha, dança típica das festas juninas brasileiras,  é carregada de referências caipiras e matutas. Mas sua origem vem de muito longe. A “quadrille” surgiu em Paris, no século XVIII, como uma dança de salão composta por quatro casais. Era dançada pela elite europeia e veio para o Brasil durante o período da Regência (por volta de 1830), onde era febre no ambiente aristocrático.
Da Corte carioca, a quadrilha acabou caindo no gosto do povo. Ao longo do século XIX, a dança se popularizou no Brasil e se fundiu com manifestações brasileiras preexistentes. “O brasileiro é um povo muito criativo e criou a forma estilizada de dançar a dança dos nobres”, opina a arte-educadora Lucinaide Pinheiro. A partir daí, diversas evoluções foram sendo incorporadas à quadrilha, entre elas o aumento do número de pares dançantes e o abandono de passos e ritmos franceses. As músicas e o casamento caipira que antecede a dança, também foram novidades incorporadas ao longo dos anos.
Um dos resquícios franceses na dança são os comandos proferidos pelo marcador da quadrilha. Escolhido, geralmente, entre os mais experientes do grupo, seu papel é anunciar os próximos passos da coreografia. O abrasileiramento de termos franceses deram origem, por exemplo, ao saruê (Soirée – reunião social noturna, ordem para todos se juntarem no centro do salão), anarriê (en arrière – para trás) e anavã (en avant – para frente).
Tradição enraizada em Brasília
Para muitos, a quadrilha não se restringe ao mês de junho. Grupos profissionais de quadrilheiros levam a sério a dança, se apresentam em festas e participam de concursos até o mês de setembro. Sem contar os ensaios anteriores às apresentações e as confecções de roupas, que exigem tempo até ficar tudo perfeito. “No início de janeiro já começamos a ensaiar e, em abril, estamos prontos para viajar pelo país”, diz Hamilton ‘Tatu’, do Grupo Parafolclórico Quadrilha Junina Pau Melado. A escola de Samambaia, cidade-satélite de Brasília, tem 78 membros e coleciona títulos: cinco no circuito brasileiro e quatro no local.
Além deste, diversos outros grupos do Distrito Federal e entorno vivem da quadrilha. Organizados em uma entidade – a Liga Independente de Quadrilha Junina do Distrito Federal e Entorno (LinqDFe) – os grupos se apresentam, anualmente, em um circuito junino. “De maio à primeira semana de agosto, as agremiações se apresentam em dez cidades-satélite. Mas nossa meta é aumentar este circuito para quinze cidades”, aponta José Pereira, presidente da Linq.
A entidade foi criada em 2000 e hoje conta com 62 grupos filiados. “Essa associação surgiu da necessidade de organização dos grupos de quadrilha. Nós buscamos recursos para o circuito e para fomentar os grupos”, define Pereira. O liga deu tão certo que serviu de ponto de partida para a Confebraq – Confederação Brasileira de Entidades de Quadrilhas Juninas.
Para dançar, basta ter disposição. Muitos  grupos acolhem pessoas de todas as idades. “Temos a categoria mirim, infantil, cascudo e adulto”, define Hamilton. Os integrantes do grupo devem ter, porém, disponibilidade, já que ser quadrilheiro profissional significa ter uma agenda apertada.
Mais do que arte e dança, a quadrilha junina é uma expressão da cultura popular. E quem se dispõe a desenvolvê-la, acaba perpetuando a tradição de origem francesa. Para a arte-educadora Lucinaide Pinheiro, os dançarinos são, para muitos, grandes referências. “Essas pessoas são mais do que quadrilheiras, elas têm uma ação de protagonismo dentro das suas comunidades”, opina.
Fonte: Brasil Cultura

Sala de visitas: mercado de trabalho é mais desafiador para população negra

Neta edição: Theo van der Loo (Bayer), André Chaves (especialista em mercado) e músicos do Choro do Sertão
Nesta edição, Nassif recebe presidente da Bayer Brasil, Theo van der Loo, o especialista em mercado de trabalho André Chaves e os músicos do projeto Choro do Sertão.
Jornal GGN -  Nassif recebe o presidente da Bayer Brasil, Theo van der Loo, sobre o racismo no mercado de trabalho e o programa de diversidade implementado há alguns anos pela empresa farmacêutica, no segundo bloco de entrevistas.
No final de março deste ano um depoimento feito por Theo no seu perfil no LinkedIn ganhou repercussão nas principais mídias do país. No post, que teve mais de 300 mil visualizações em seis dias, o CEO relatava um caso de preconceito racial em uma entrevista de emprego, vivido por um colega próximo:
"Um conhecido meu, afrodescendente, com uma excelente formação e currículo, foi fazer uma entrevista. Quando o entrevistador viu sua origem étnica, disse à pessoa de RH que ele não sabia deste detalhe e que não entrevistava negros!". No relato, Theo conta que sugeriu ao amigo fazer uma denúncia e teve outra surpresa: a vítima avaliou que seria melhor não expor o caso por medo de "queimar" sua imagem. "Sou de família simples e humilde custou muito para chegar onde cheguei", justificou.
Nesta entrevista, o CEO fala sobre a política de diversidade e inclusão implementada globalmente pela Bayer e como, ao longo da sua carreira, foi se dando conta do desafio do profissional negro no mercado de trabalho, quando decidiu se aproximar de colegas negros para entender a experiência deles no dia a dia. "Tive contato com pessoas maravilhosas no mercado, juízes, advogados, empresários, executivos, pessoas fantásticas e a partir disso percebi que os negros são invisíveis na sociedade de uma forma inconsciente", destacou completando que, no caso brasileiro, onde cerca de metade a população é afrodescendente essa mesma proporção não é acompanhada no mundo empresarial.
No caso da implementação do programa de inclusão na Bayer brasileira, Theo consultou dois colegas negros que trabalhavam na mesma equipe que ele. Se por um lado afirmaram que, pelo menos naquela empresa, não se sentiam descriminados, por outro admitiram que para evoluir e alcançar cargos mais altos sentem que precisam se esforçar muito mais que os não negros. Mais recentemente, o CEO obteve a informação de que os funcionários negros que exercem a função de chefes são mais boicotados pelas próprias equipes.
No primeiro bloco, Luis Nassif recebe, nesta edição do Sala de Visitas, André Chaves, que também é publicitário e foi CEO do Portal iG. Para ele, no geral, o ser humano tem uma forte tendência a evitar mudanças, mas com a dinâmica cada vez mais fluída do mercado de trabalho superar essa característica, tornando-se mais resiliente e apto às mudanças é a chave para ter sucesso profissional e, por que não, qualidade de vida. Essa é a proposta do livro (Re) Start Me Up, escrito a seis mãos pelos coaches e especialistas em mercado de trabalho André Chaves, Alexandre Campos e Marcio Ogliara. 
"O nosso livro não foi escrito para ser um guia, é muito mais um livro de insights onde falamos não como a pessoa deve ir para determinado lugar, mas o que pode impedir ela de chegar onde quer", destaca nesta entrevista. O trabalho também se aprofunda na necessidade de o profissional desenvolver o autoconhecimento. "Não existe trabalho fácil. Quando a gente fala de autoconhecimento, é você assumir o protagonismo da vida e da carreira", completa.
Por fim, no último bloco do Sala de visitas, Luis Nassif recebe Henrique Araújo (cavaquinho e bandolim), João Camarero (violão 7 cordas) e Rafael Toledo (Pandeiro) que apresentam o projeto O Choro do Sertão, um CD produzido com a ajuda de financiamento coletivo onde interpretam apenas choros de Dominguinhos, alguns deles inéditos. O trabalho tem uma equipe mais ampla: Henrique Araújo e o Regional Imperial, formado por João Camarero (violão de 7 Cordas), Junior Pita (violão), Lucas Arantes (cavaquinho) e Rafael Toledo (pandeiro), o percussionista Alfredo Castro, com participação especial dos sanfoneiros Toninho Ferragutti e Mestrinho.
http://jornalggn.com.br

Greve Geral: Trabalhadores vão descer o Alto de São Manoel no dia 30

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Trabalhadores e trabalhadoras de Mossoró irão paralisar todas as suas atividades na próxima sexta-feira (30) e ‘descer’ o Alto de São Manoel em protesto às contrarreformas de Temer e do Congresso Nacional. A segunda Greve Geral está sendo articulada em todo o Brasil e deve mobilizar milhões de brasileiros.
Centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais já haviam se reunido na última sexta-feira (23) em uma plenária ampliada na sede do Sindprevs/Mossoró,  que aprovou a adesão à greve e a realização de uma segunda descida no Alto de São Manoel. A primeira descida, que mobilizou mais de 5 mil pessoas, foi realizada na Greve Geral do dia 28 de abril.
Com o tema “Arraiá da resistência”, a mobilização em Mossoró vai integrar os componentes lúdicos, típicos dos festejos juninos, à luta contra Temer e suas contrarreformas. A descida do Alto terá apresentações de artistas locais, música regional e também intervenções de lideranças políticas e dos movimentos sociais.
Movimento docente – A ADUERN realiza assembleia na próxima quarta-feira (28) para deliberar sobre a participação unificada da categoria na Greve Geral. De antemão, a Diretoria já informou que defenderá a paralisação geral na universidade.
A diretoria do ANDES-SN divulgou, na sexta-feira (23), uma nota na qual reafirma a necessidade de realização da Greve Geral de 30 de junho. A nota critica a possibilidade de recuo de algumas centrais sindicais – que cogitam não participar do movimento – e ressalta que a diretoria do sindicato nacional acredita que a Greve Geral é fundamental para impedir a aprovação das contrarreformas Trabalhista e da Previdência, revogar a Lei de Terceirizações e derrubar o presidente Michel Temer do poder.
Fonte: ADUERN

SINTAUERN ENTRA COM MANIFESTAÇÃO CONTRA DECISÃO DO STF



EXCELENTÍSSIMA MINISTRA PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

SS 5163
PROCESSO Nº 00643548620161000000.

SINDICATO DOS TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DA UERN – SINTAUERN, devidamente qualificado nos autos, neste ato representado por seu advogado, vem à presença de Vossa Excelência, em tempo oportuno, apresentar a presente


MANIFESTAÇÃO (Clique em MANIFESTAÇÃO para abrir o documento)
Fonte: SINTAUERN

UERN é destaque em número de artigos aprovados para evento regional




Por
 Luziária Machado

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) foi a terceira instituição com mais artigos aprovados no 13º ENECON – Encontro Nordestino de Contabilidade, que acontece de 02 a 04 de agosto, no Centro de Convenções de Natal.
Em primeiro lugar ficou a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); em segundo, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e empatados em terceiro lugar, UERN e Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).
Lista de Artigos Aprovados – Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)
  • A relação do disclosure socioambiental e a eficiência: uma análise do desempenho no
    setor elétrico brasileiro.
    Autores: Erika Maia da Rocha; Reginaldo de Souza Araújo;Augusto Raniere Pereira da Cruz; Wigna Almeida.
  • O SPED fiscal como gerenciador do estoque e do processo produtivo: um estudo de caso em indústrias agrícolas no município de Mossoró – RN.
    Autores: Ana Zanandréia Rocha; Antonio Rafael Holanda da Silva; Larissa Karoline Souza Silva; Rosângela Queiroz Souza Valdevino.
  • O impacto do PROFUT nas demonstrações contábeis: um estudo de caso nos times de futebol do campeonato brasileiro.
    Autores: Augusto Raniere Pereira da Cruz; Erika Maia da Rocha; Reginaldo de Souza Araújo; Joaquim de Siqueira Furtado Neto.
  • Análise das demonstrações contábeis como ferramenta auxiliar para a tomada de decisão dos stakeholders: estudo em empresas do agribusiness.
    Autores: Lailson da Silva Rebouças; Erika Maia Rocha; Jandeson Dantas da Silva; Wenyka Preston Leite Batista da Costa.
  • Comparativo financeiro de uma empresa do ramo do agronegócio
    Autores: Vanessa Karem Alves de Menezes; Rosângela Queiroz Souza Valdevino; Saulo Medeiros Diniz; Larissa Karoline Souza Silva.
  • Gestão de custos ambientais: um estudo numa rede hoteleira do Rio Grande do Norte
    Autores: Auris Martins de Oliveira; Alan Martins de Oliveira.
  • Fonte: Portal UERN

INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO FISCAL VÃO ATÉ 15 DE JULHO


Chegou à reta final o prazo de inscrições para a edição 2017 do Prêmio Nacional de Educação Fiscal, promovido pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) em parceria com a Escola de Administração Tributária (Esaf) que objetiva valorizar as melhores práticas de educação fiscal do país e ressaltar a importância social dos tributos e sua correta aplicação em benefício da coletividade. Até 15 de julho os interessados podem se inscrever na premiação nacional, que tem o apoio de empresas com o Correio Braziliense.
O Prêmio visa incentivar escolas e instituições de ensino sensíveis ao tema, fazendo da participação social um caminho para transformar o Brasil.
Na edição deste ano, seis trabalhos serão premiados: primeiro, segundo e terceiro lugares na Categoria Escolas, que receberão R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente; dois primeiros colocados na Categoria Instituições,com a premiação em dinheiro de R$ 10 mil para o primeiro e R$ 5 mil para o segundo lugar; e uma premiação de melhor reportagem na Categoria Imprensa, com direito a troféu e um prêmio em dinheiro de R$ 2 mil.
Quem apoia o Prêmio
A edição 2017 do Prêmio conta com o patrocínio do Banco de Brasília – BRB e o apoio das 27 associações filiadas à Febrafite; da Receita Federal do Brasil; do Centro Interamericano de Administração Tributária (Ciat); do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); do Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat); do Sindifisco Nacional; da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp); do Conselho Federal da Ordem dos Advogados (OAB); da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip); da Federação Nacional de Auditores e Fiscais de Tributos Municipais (Fenafim); do Fórum Nacional de Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate); do Grupo Globo; do Correio Braziliense e do site Congresso em Foco.

Saiba mais no vídeo institucional da edição:  https://www.youtube.com/watch? v=gDgNMYAcclM
Fonte: Febrafite
C/ SINDIFERN