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segunda-feira, 12 de abril de 2021

“É inevitável que Bolsonaro responda por seus crimes”, diz autor de pedidos de impeachment

Publicado originalmente no RFI

Por Lúcia Müzell

A CPI da Covid mal foi anunciada no Senado e já é alvo de pressões. O presidente Jair Bolsonaro pediu a pelo menos um senador, Jorge Kajuru, para que comissão investigue não apenas a gestão da pandemia pelo governo federal, mas também por governos estaduais e prefeituras, numa tentativa de dispersar as responsabilidades pelas mais de 353 mil mortes por coronavírus registradas no país até o momento.

Enquanto isso, mais de 100 pedidos de impeachment do presidente já foram protocolados no Congresso. Dois deles são assinados pelo advogado Mauro Menezes, que acredita que, “cedo ou tarde”, Jair Bolsonaro terá de responder pela negação da pandemia e a omissão diante do avanço da doença no Brasil.

“Há de prevalecer o ordenamento jurídico e o império do Direito. É inevitável que Jair Bolsonaro venha a responder por seus crimes, sejam crimes de responsabilidade, sejam crimes comuns”, alega o advogado em Brasília e ex-presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência da República. “Jair Bolsonaro tem um encontro marcado com a história e com as barras dos tribunais. Isso não é algo perceptível apenas por nós, juristas. É perceptível pelas pessoas que tenham bom senso e conheçam as leis e a Constituição.”

Pedido de lockdown nacional

Em nome de cientistas e entidades sindicais e trabalhistas, Menezes e um grupo de advogados acabam de entregar ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma ação para pedir a imposição de um lockdown nacional de 21 dias, para frear a dinâmica de contágios e mortes por Covid no país e trazer um alívio para os hospitais saturados. Reiteradamente, Bolsonaro se opõe a qualquer tipo de restrição de atividades comerciais e circulação de pessoas, apontadas pelos epidemiologistas como medidas fundamentais para conter a disseminação do vírus. O confinamento, alegam os requerentes, preservaria ao menos 22 mil vidas no mês de abril.

“O Supremo, de acordo com a nossa Constituição, tem, sim, a competência para impor o lockdown, fazendo cumprir as diretrizes constitucionais de redução dos riscos da doença, de garantia do direito de todos à saúde, como um dever do Estado, e de defesa da vida”, afirma Menezes. “Estamos diante do que chamamos de um Estado de coisas inconstitucional. Existe no Brasil um conflito muito claro entre uma autoridade exacerbada e abusiva do presidente, de um lado, e o Estado Constitucional, do outro. Ele tem se empenhado de maneira reiterada e agravada em combater e em afrontar diversas normas e comandos constitucionais”, diz o advogado.

CPI dará destaque à falta de atuação do governo

A gravidade da situação sanitária, que elevou o Brasil a epicentro mundial da pandemia e a celeiro de novas variantes do vírus, tende a acelerar os procedimentos jurídicos contra Bolsonaro, argumenta Menezes.

“Se o presidente agora ameaça senadores, direta ou indiretamente, para desviar a investigação de onde realmente interessa, que é o governo federal, estamos diante de algo anômalo que reforça o pedido de impeachment. E ele vai além, chega a sugerir que senadores abram processo de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal”, frisa. “A desobediência às regras básicas da democracia são próprias da atuação de Jair Bolsonaro. Esperemos que a CPI seja capaz de empreender um passo importante na superação e na virada de página desse momento trágico vivido pela sociedade brasileira.”

Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO - DCM

BNDES seleciona dez projetos culturais que usam a internet

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES. Rio de Janeiro, 18/01/19- Foto: Miguel Ângelo

O Programa Matchfunding BNDES+ Patrimônio Cultural selecionou dez projetos para sua terceira edição que, pela primeira vez, traz uma etapa inteiramente digital, até por força da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O edital foi lançado em dezembro de 2020 e o resultado foi divulgado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). .

Batizada de Edição Lab, essa nova etapa do programa dá destaque a propostas que usam a internet para ampliar a interação do público com os patrimônios culturais brasileiros. “O resultado foi muito positivo, diante das circunstâncias que estamos vivendo”, disse à imprensa a gerente do Departamento de Desenvolvimento Urbano, Cultura e Turismo (Deurb), Patrícia Zendron.

Dos 15 projetos que passaram previamente pelo Laboratório de Co-criação, para desenvolvimento ou amadurecimento de ideias, e que foram submetidos à banca de seleção no dia 26 de março, dez acabaram sendo selecionados. Os critérios de diversidade e de busca maior de distribuição regional pesaram na escolha dos vencedores da Edição Lab do programa, informou Patrícia. “Ficamos muito felizes porque pudemos contemplar projetos de todas as regiões”.

Segundo ela, os projetos são encantadores. “É encantador ver o entusiasmo desses proponentes, a riqueza do patrimônio cultural e a criatividade de como trazer isso para um projeto, uma contribuição de trabalho”.

Para a gerente do Deurb, “essa combinação foi muito feliz”, referindo-se à interação entre patrimônio, tradição, história, memória e o formato digital.

Educação patrimonial, por meio do ensino à distância; tour virtual mostrando a história do patrimônio; registro de patrimônios imateriais constituem a base de alguns projetos selecionados, buscando sempre a aproximação com os públicos, salientou Patricia Zendron. “É uma diversidade grande”.

Campanha

As propostas selecionadas terão um mês de capacitação visando a estruturação da campanha de financiamento coletivo e escolha de parceiros. A partir de maio, eles já deverão estar prontos para captar recursos junto à sociedade, por meio de campanhas de crowdfunding (financiamento coletivo) hospedadas no site do programa .

A cada R$ 1 doado pelo público, que inclui pessoas físicas e jurídicas, o BNDES investe mais R$ 2, até o valor máximo de R$ 75 mil por projeto, o que significa triplicar a arrecadação. Cada projeto deverá captar, pelo menos, R$ 25 mil via financiamento coletivo, de modo a mostrar que houve um engajamento social.

A expectativa é que as dez iniciativas consigam arrecadar, no total, pelo menos R$ 750 mil, sendo R$ 250 mil ou mais de recursos da sociedade e R$ 500 mil do BNDES. Ao final da campanha de financiamento coletivo, os projetos, nesta edição, têm seis meses para execução. Nos dois editais anteriores, não digitais, o prazo de execução foi de nove meses cada.

Patricia Zendron disse que o incentivo voltado para o turismo traz a possibilidade de o patrimônio cultural do país ser mais conhecido pelos brasileiros e, também, pelo mundo, abrindo espaço para o turismo cultural no Brasil.

Nos dois editais anteriores, de março de 2019 e março de 2020, o engajamento da sociedade foi demonstrado pelos números de colaboradores, da ordem de 6 mil e 4 mil, respectivamente.

Projetos

Os projetos selecionados são Tour Virtual Teatro Amazonas, na Região Norte, liderado pela Associação Cultural Casarão das Ideias, com objetivo de promover uma visitação virtual, via aplicativo, pela história da construção do teatro e do seu entorno; no Nordeste, são PatNet – Centro Histórico de São Luís (MA), do Instituto de Estudos Sociais e Terapias Integrativas, que objetiva a Educação Patrimonial Online – curso sobre o Centro Histórico de São Luís, com abordagens sobre o turismo responsável e o potencial da economia criativa no território; WebTV Cambinda Estrela, do Centro Cultural Cambinda Estrela, para ampliação das ações de difusão do canal com lançamento de websérie de 21 episódios sobre mestres e saberes do Maracatu de Pernambuco; e a Plataforma Teatro de Bonecos, do grupo Voar Arte para a Infância e Juventude, com a ideia de fazer o registro visual de 100 peças e depoimentos dos seus brincantes, recolhidos de forma colaborativa, de modo a contribuir com a salvaguarda e difusão do patrimônio.

Na Região Centro-Oeste, os selecionados são o Projeto Filhos da Terra: Festa do Divino, Círio de Nazaré, Bumba Meu Boi, Maracatú, Congada, pela Lente Cultural Coletivo Fotográfico, de Goiás, para elaboração de cartografia que resgata itinerários de povos e bens culturais ao longo da história, por meio de plataforma online de acesso, difusão e referência das manifestações documentadas; e Monumentos em Movimento, da Associação Goiana de Artes Visuais, prevendo a produção de 20 minidocumentários sobre os mais diversos patrimônios do estado e seus processos construtivos, para exibição em redes sociais. No Sul do país, foi escolhido o projeto Theatro São Pedro, da Associação Pró Música de Porto Alegre, para visita guiada virtual ao equipamento, conduzida por uma trilha gravada pela Orquestra do próprio teatro.

O Sudeste tem três propostas: o Museu Online de Arte Negra, do grupo Ipeafro, para realização de exposição virtual, em realidade aumentada, de pinturas e documentos de Abdias Nascimento, cujo acervo possui reconhecimento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e do Conselho Nacional de Arquivos (Conarq); as Oficinas do Peruaçu, do Instituto Ekos Brasil, de Minas Gerais, visando a capacitação em técnicas audiovisuais, para criação coletiva de vídeos e conteúdos sobre os sítios arqueológicos do Parna Cavernas do Peruaçu; e o Roteiro de Museus Niterói, do IBDCult que, por meio de um jogo interativo, convida o usuário a conhecer, em um tour virtual e imersivo, os patrimônios materiais dos bairros da Boa Viagem, São Domingos e Ingá, em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.

Lançado em março de 2019, o Programa Matchfunding BNDES+ Patrimônio Cultural foi o primeiro do gênero envolvendo uma instituição pública. O programa se baseia diretamente no engajamento da sociedade: a cada R$ 1 captado por projeto arrecadado junto ao público geral, o BNDES aplica outros R$ 2, até que a meta mínima seja atingida. A iniciativa é resultado de uma parceria com a Sitawi Finanças do Bem e a plataforma de crowdfunding Benfeitoria, que hospeda o site do programa. Desde o lançamento, já foram apoiados mais de 30 projetos, com arrecadação total de R$ 5 milhões.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

Faz algum sentido ler Marx nesta época?


Impressiona o crescimento daqueles que, nos últimos 25 anos, incluindo adversários da crítica de Marx ao capitalismo, passaram a considerar importante e até imprescindível conhecer as opiniões desse polêmico autor

Depois de 153 anos, desde o primeiro volume de O Capital, ou 126 desde o terceiro, o mundo sofreu imensas transformações. Haverá ainda o que encontrar em Marx para entender o mundo em que vivemos?

Tratei deste tema em nota técnica na 16ª Carta de Conjuntura da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, e aqui farei uma síntese. Entre os estudiosos, os defensores da atualidade de Marx são minoria. Todavia, impressiona o crescimento daqueles que, nos últimos 25 anos, incluindo adversários da crítica de Marx ao capitalismo, passaram a considerar importante e até imprescindível conhecer as opiniões desse polêmico autor.

Um apanhado das manifestações nesse sentido entre empresários, jornalistas, governantes e inclusive economistas não marxistas, pode ser encontrado na apresentação do livro de autoria deste autor: O Retorno de Karl Marx – A Redescoberta de Marx no Século XXI (Anav, 2017). O destaque dessa curiosa e às vezes bizarra coleção de declarações da validade de partes ou do todo da análise marxista é que, em grande parte, elas partiram de pessoas nem um pouco identificadas com concepções socialistas, incluindo investidores bilionários, ao menos uma gestora do FMI, economistas-consultores de grandes bancos etc.

As crises do último quarto de século provocam reflexão. Alguns megainvestidores admitem a confirmação de aspectos da análise marxista exatamente sobre a instabilidade crônica do sistema capitalista mundial. Outras preocupações – como a de ex-diretora do FMI, ou do Fórum de Davos, reunião de financistas privados e executivos públicos na gestão econômica de diversos países – repercutiram as teses de Marx sobre a crescente pauperização e o aumento da desigualdade socioeconômica, confirmadas pelo economista Thomas Piketty em O Capital no Século 21.

Depoimentos mais recentes, de agentes bem situados no mercado financeiro e na imprensa de negócios, abordam a ameaça de recessão crônica. Os exemplos a seguir são do período posterior à crise subprime e anterior ao surgimento da presente pandemia.

O economista-chefe do banco francês Natixis, Patrick Artus, escreve, em 2016, em seu livro A Loucura dos Bancos Centrais, sobre uma recessão estrutural, critica a expansão monetária dos bancos centrais e prevê nova crise, maior que a de 2007-2008, porque “tal distorção entre a criação de dinheiro e a criação de riquezas, entre os mercados e a economia real, não pode durar para sempre. O ajuste é inevitável porque, no longo prazo, a realidade sempre se impõe”.

Em maio de 2018, o ex-vice-presidente da Bolsa de Valores de Nova York, Georges Ugueux, arriscou-se até a anunciar uma data: “Não sabemos o dia nem a hora, mas não podemos mais ignorar o risco de um tsunami que irá abater-se sobre nossas economias, no mais tardar, até o fim de 2020…”.

Na véspera do G7 realizado em agosto de 2019, a ameaça de recessão era mais grave: “Desde 2009” – escreveu o jornal francês de negócios Les Echos – “nunca houve tantos investidores prevendo uma entrada em recessão da economia estadunidense nos próximos doze meses. A última pesquisa do Bank of America-Merril Lynch com gestores de ativos revela que, hoje, quase 1/3 deles está apostando neste cenário”. O jornal afirma: “Na realidade, o coronavírus apenas acentuou uma tendência já em curso”.

O comércio mundial vinha desacelerando há meses sob os efeitos da “guerra comercial” de Trump contra a China. As primeiras medidas e nomeações do presidente Biden mostram que a “guerra” contra a China continuará sob formas parcialmente distintas no plano formal, mas com o mesmo conteúdo. Essa “guerra” é produto direto do enorme tamanho do déficit comercial externo e da dívida pública estadunidenses e a crise política e social do país, cuja imagem são as imensas manifestações da juventude contra o racismo.

Em suma, raramente os sinais da iminência de uma grande crise em todo o sistema se manifestaram com tanta força. E tudo isso muito antes que surgissem na China, em dezembro de 2019, os primeiros sinais da pandemia. A crise não precisava do coronavírus para ser deflagrada. Os boletins do FMI em 2019 também chamavam a atenção para as fragilidades da suposta recuperação mundial, alertando que o fantasma de nova recessão não estava afastado.

A maioria dos planos que estão sendo aplicados agora já estava pronta antes. Estes planos foram constantemente adiados, como efeito da resistência social contra a desregulamentação do trabalho, em particular nos países avançados, na defesa do que resta do Estado de Bem-estar Social. Por maiores que tenham sido os ataques e as medidas de desmantelamento das conquistas da classe trabalhadora nas últimas quatro décadas, permanecem ainda importantes direitos naqueles países, graças à resistência de sindicatos e movimentos sociais.

Os fundos financeiros que controlam grande parte da economia mundial, cujo poder supranacional submete mesmo governos de países avançados, exige que tudo o que resta do “velho mundo”, de uma sociedade que ainda se caracteriza pelas conquistas sociais e políticas da classe trabalhadora, ceda o lugar ao “século 21”. Esta nova etapa da antiga luta do capital para impor regras que favoreçam sua acumulação exige agora a total desregulamentação das relações de trabalho e a extensão da precariedade à escala mundial. É isso que eles chamam de “transformação digital”.

Mas todos os estrategistas a serviço do capital financeiro temem a reação que vão provocar. Eles precisavam de um “choque” – do tipo que é provocado por uma guerra – para tentar atingir os seus propósitos destruidores das conquistas sociais e relações do trabalho alcançadas pelos movimentos trabalhistas e populares.

Essa experiência foi bem relatada no documentário da jornalista Naomi Klein, A Doutrina do Choque, com versão disponível no YouTube. O que Klein retratou há uma década parece estar se renovando na pandemia. O “choque” reduz ou retarda a reação dos setores atingidos com perdas de direitos e piora das condições de vida e trabalho.

Nesse ambiente, a tendência é a desagregação dos laços de solidariedade, a luta pela sobrevivência, o “cada um por si”. Isso enfraquece as reações contrárias de caráter coletivo. Isso ocorre tanto nos países em que o isolamento social e o home office foi generalizado, quanto naqueles em que o negacionismo da Ciência e o descaso político deixaram as populações expostas ao contágio.

Além disso, um “choque” cria a possibilidade de realizar, de uma ou de outra forma, uma “união nacional”, a fim de associar as organizações dos trabalhadores aos planos socialmente destrutivos. O “mal menor”, as “concessões” do presente em troca de supostos ganhos futuros, a “distribuição do sacrifício entre todos os grupos sociais” e outros conhecidos refrões são uma espécie de canto de sereia do grande capital para convencer sindicatos, movimentos sociais e partidos de base trabalhista ou popular a aceitar negociações em torno de agendas de redução de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários. Os que resistem são execrados na mídia e pelos formadores de opinião.

O processo é mundial e conta com grupos organizados de “think tanks” financiados por grandes corporações financeiras, órgãos da imprensa de massa (impressa e eletrônica), economistas (inclusive membros da comunidade acadêmica) vinculados à chamada “comunidade de negócios” – como mostrou, entre outros, o esclarecedor documentário Inside Job (Trabalho Interno).

Estaremos tão distantes assim do caráter essencial da sociedade comandada pelo capital e regida pela luta de classes, tal como apresentada na obra de Marx?

por Roberto Vital Anav

Publicado originalmente na RBA

domingo, 11 de abril de 2021

Newsletter LGBTQIA+ #4 - Por Maira Reis

 


Olá, tudo bem?

Chegaram os conteúdos coloridos para você maratonar.

O que produzi sobre diversidade e inclusão corporativa com foco no universo LGBTQIA+, mesclando vídeos, podcasts e textos, nessa semana.

Bora lá para essa seleção mais do que especial no seu e-mail:

Destaque da Semana

Aula de Diversidade #1 | Equidade, Diversidade, Inclusão e Inovação

Na nossa live de ontem, sexta, falamos sobre liderança inclusiva.

Você pode reassistir ou ver pela primeira vez ao clicar no botão abaixo.

Um lembrete: essa live fica no ar até a próxima quinta-feira de noite, pois, na próxima sexta-feira, tem live nova.

Então clique antes que saia do ar:

Assistir Já ➜

Podcast | ReversaCast

Essa semana teve podcast, um conteúdo da minha editoria chamada “Descansa, Militante!” em que se foca em autocuidado.

No episódio de hoje, tive a honra de receber a minha nutricionista, Priscilla Mazza, em que falamos sobre a diminuição do consumo de carne.

Vem escutá-lo:

Um bom sábado,
Maira Reis.

Diário do Bolso: o jantar dos ricaços sem mulher

Por José Roberto Torero*   Diário, ontem teve um jantar chique em São Paulo com uns ricaços.

Diário, ontem teve um jantar chique em São Paulo com uns ricaços. A gente não chamou o veio da Havan, que aquele terno verde ia estragar a foto. E também não convidamos nenhuma mulher, nem as nove bilionárias brasileiras, senão a gente não podia contar piada suja.

Tavam lá o Tutinha, da Jovem Pan (empresa que tem um jornalismo muito isento que me apoia até debaixo d’água); tava lá o Cláudio Lottemberg, do Hospital Albert Einstein (que andou criticando o meu governo mas na hora agá foi lá); o João Carlos Saad, da Band; o dono daquela rede de esfihas vagabundas; o Flavinho Riachuelo; o Paulo Skaf, dono da Fiesp; uns caras de bancos, tipo o Carlos Trabuco, do Bradesco; o David Safa, do Safra; o André Esteves, do GTB…, BGT…, FDP…, sei lá, daquele banco que tem três letras, e mais uns outros.

A gente não chamou o veio da Havan, que aquele terno verde ia estragar a foto. E também não convidamos nenhuma mulher, nem as nove bilionárias brasileiras, senão a gente não podia contar piada suja.

Levei uma comitiva de peso: o Paulo Guedes (que eu chamo de Paulo Lexotan, porque ele acalma milionário); o Tarcísio de Freitas, da Inflaestrutura; o Marcelo Queiroga, do ministério da Covid; o Fábio Faria, do SBT, quer dizer, do ministério da Comunicação; e o general Heleno, que esse não perde uma boquinha livre.

Foi um jantar bem divertido. No meu discurso eu critiquei o Doria, prometi que não ia ter loquidaum nacional, xinguei o PT (nessa hora um dos empresários levantou uma taça de champanhe e gritou: “estamos com o senhor, chega de vagabundo!”), e falei que o Brasil está ótimo para negócios, era só ver o leilão dos 22 aeroportos (que rendeu R$ 3,3 bilhões, o que dá quase para comprar uma votação do Centrão).

Quando a gente estava no jardim, tomando um ar (lá não tem falta de oxigênio, kkk!), o pessoal me perguntou se o negócio de comprar vacina por fora vai sair e eu respondi que é claro. Rico adora furar uma fila, talkei?

De entrada tivemos dedos negros cobertos ao com foiegras e o prato principal foi pobre com laranja.

Enfim, Diário, foi uma grande noite, com boa comida e gente de bem. Ou de bens, kkk!

#diariodobolso

José Roberto Torero é autor de livros, como “O Chalaça”, vencedor do Prêmio Jabuti de 1995. Além disso, escreveu roteiros para cinema e tevê, como em Retrato Falado para Rede Globo do Brasil. Também foi colunista de Esportes da Folha de S. Paulo entre 1998 e 2012.

PS: Diário, como é mesmo aquele ditado alemão? Acho que é alguma coisa do tipo: “Se tem dez empresários numa mesa, um Bolsonaro senta e ninguém se levanta, a mesa tem onze bolsonaros”. Lindo, né? Vou mandar enquadrar.

Fonte: Jornalistas Livres

Greg News estreia nova temporada na HBO tratando da covardia do governo

 

Nova temporada do Greg News
por
 Fernando Miller

Gregório Duvivier retornou com a sensação de ser o humorista do Titanic: com o Brasil em uma crise enorme e ele fazendo piadas.

Com a tradicional compilação de informações e notícias, o episódio que abriu a nova temporada do Greg News demonstrou a covardia com a qual o governo Bolsonaro vem tratando a questão da pandemia.

O vídeo, que foi ao ar na sexta-feira (10) na HBO, está disponível no YouTube:

Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO - DCM

Ativistas se mobilizam por rede mundial contra a crise climática em evento da Casa NINJA Amazônia

Foto: Midia NINJA

 POR NINJA

Ativistas de todas as regiões do país e palestrantes internacionais estiveram juntos neste final de semana em mobilização da Casa NINJA Amazônia contra a crise climática. Em parceria com 342 Amazônia e Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), o Emergências Amazônia teve seu primeiro de dez encontros em projeto internacional para defender a maior floresta tropical do mundo, acelerar soluções para a crise ambiental e fortalecer experiências sustentáveis, transformando ideias em ações. A programação contou com “abertura xamânica”, paineis voltados à discussão sobre o clima, exibição do filme Vozes da Floresta, de Betse de Paula, e reunião aberta para formação de comunidades.

“Esse é um diálogo necessário integrado ao Acampamento Terra Livre, ação do Abril Indígena”, disse a liderança indígena Sônia Guajajara, que abriu o evento na manhã de sexta-feira (9). “Infelizmente, há duas batalhas em curso, contra o governo e a pandemia. São muitos os contaminados por esses vírus que estão matando igualmente, o meio ambiente e os povos indígenas”.

Tomando como exemplo os conflitos na Terra Indígena Yanomami, impulsionada pela invasão de garimpeiros, a deputada federal Joenia Wapichana, concordou com as declarações de Guajajara e destacou: “o homem precisa mudar de comportamento. O desmatamento e a contaminação dos rios vai impactar a vida de todos os seres humanos. Hoje, vê-se em Roraima, mais de 20 mil invasores encorajados pelo próprio governo”. Ela disse ainda que se o governo federal não se comprometer com os acordos internacionais, vai ver desvalorizada a questão que mais valoriza, que é a econômica.

Rede internacional

Durante o Emergências, participaram ainda ativistas ambientais de oito países na ocasião do Encontro Latino-Americano Amazônia Resiste. A reunião foi uma iniciativa rumo à formação de uma comunidade de enfrentamento à crise climática e principalmente, gerar mais ações em defesa da Amazônia, articuladas em rede. A coordenadora executiva da Casa Ninja Amazônia, Marielle Ramires, destacou que a união de forças visa o futuro coletivo.

“Onde tem indígena tem árvore, onde tem sem-terra lutando pelo pedaço de chão, tem luta social, então este é um projeto de conexões de pessoas, sobretudo, de luta pela vida, de um projeto de sociedade que a gente acredita, de oferecer resistência, mas apresentar soluções”, disse Marielle.

Os participantes discutiram o cenário da crise ambiental que assola a Amazônia – que corresponde à realidade da região em que estão inseridos – e o que têm feito para combatê-la. Ao final, Marielle avaliou que ele proporcionou uma compreensão da agenda climática, muito focada em na necessidade da justiça, em contraponto às desigualdades sociais.

 

Primeira Reunião

Em continuidade à programação do Emergências, neste sábado (10), representantes de todos os Estados da Amazônia que se prontificaram a integrar uma rede de midiativismo se reuniram para articular as primeiras ações focadas no fortalecimento das bases. O grupo se reunirá duas vezes por mês para pensar atividades a serem desenvolvidas em cada um dos nove estados, com apoio de articuladores de outras cidades brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro.

Clique aqui e confira no portal da Casa NINJA Amazônia matérias completas sobre cada painel do Emergências Amazônia

sábado, 10 de abril de 2021

Não existe racismo estrutural no Brasil. " VALE A PENA LÊ DE NOVO! - RETROSPECTIVA!" - CPC-RN

 

Não existe racismo estrutural no Brasil.

Artigos CNTEEC, em 21-11-2020

Triste ouvir de um negro, a afirmação que dá o título a este texto ao afirmar, em uma rede social, apenas o que é conceito nacional da condição social, econômica e de segurança que vive o negro no Brasil.

Temos que admitir que no Brasil hoje, nenhuma vida tem valor. O que realmente existe são “seres superiores”, escolhidos por um dirigente que nunca teve compromisso com o Brasil, onde se posicionam no sentido inverso da realidade, fazendo claque para o seu “messias”.

Pensávamos que havíamos ouvido de tudo, ao desdenhar da data de Dandara e Zumbi dos Palmares, vemos o quanto desonra sua etnia alguém que preside a Fundação Zumbi dos Palmares.

Mas, a culpa não é dele, é de quem o mantém. A ausência de uma manifestação oficial para o duro ataque à vida de um ser humano barbaramente assassinado por seguranças em um estabelecimento comercial, causa náuseas.

O que se ouviu das demais autoridades, quero crer, que não ficará apenas no discurso. Os senhores empoderados em cargos do Legislativo e Judiciário devem dar um basta no que assistimos, com atitudes legais urgentes.

Sob pena de não mais termos o que justificar, cabe-nos um protesto aos fracos que não tiveram a coragem de impedir o ocorrido; aos irresponsáveis que tentam minimizar o ocorrido, desdenhando ser por racismo, aos irracionais que defendendo o ocorrido tentam criminalizar a vítima com insinuações improváveis e as autoridades que minimizam o relato policial, que poderá no futuro favorecer os infratores.

Amigos, o que precisamos entender é que o ocorrido hoje está sendo banalizado. Uma morte, uma vida, uma família está se desestruturando.

Não é esse o nosso sonho para este país. Dizer do despreparo da ação não trará vida ao Beto e a alegria a seus familiares.

Os covardes citados, carregarão para o resto de suas vidas essa morte em seus “currículos” de maldades.

Aos familiares apenas o consolo de nosso apoio aqui divulgado.

Ao Dia da “Consciência Negra”, a força e a energia da resistência de Zumbi e Dandara para a continuidade da luta em busca da igualdade.

Estamos de luto.

Oswaldo Augusto de Barros – CNTEEC – FEPPAAE – FST

FIQUEM LIGADOS! HOJE (10) NA RÁDIO AGRESTE FM 107.5 - NOVA CRUZ-RN - PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA - INICIATIVA DO CPC-RN - ÁS 19 HORAS

 

PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA - INICIATIVA: CPC-RN - TODOS OS SÁBADOS NA 107.5 - NOVA CRUZ - RN

Hoje (10) ás 19 horas na Rádio AGRESTE FM - 107.5 - terceiro programa 30 MINUTOS COM CULTURA, iniciativa do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN.Um programa voltado para divulgar as ações e as iniciativas dos artistas e grupos de danças, entre cantores-as, poetas e poetizas, entre outros.

Um ESPAÇO DOS ARTISTAS PARA DIVULGAREM SEUS EVENTOS E TALENTOS.

Fiquem sintonizados!  107.5 - AGRESTE FM!Radialistas: Eduardo Vasconcelos, presidente do CPC-RN e o radialista, Claudio Lima, diretor de finanças do CPC - RN.

Projeto Bicharada surge em meio ao fogo do Brasil

O projeto Bicharada narra a saga de um tracajá em busca de sua própria canção e das vozes de seus ancestrais e lançará cinco ações multimídia, com transmissão pelo Portal MeVer.

Serão duas sessões no formato de leitura cênica agendada para os dias 08 e 09 de maio; sete oficinas formativas transmitidas; lançamento da peça para broadcast em formato de teatro radiofônico, que será transmitido pela rádio Jagube e ficará disponível no spotify; e o lançamento e distribuição de mini-documentário (vídeocast) do projeto com um olhar sensível sobre o processo criativo, que será disponibilizado pelo youtube.

O projeto põe luz à leitura cênica da obra “Bicharada” que conta “a saga de um Tracajá em busca de sua própria canção e das vozes de seus ancestrais”. A leitura cênica do espetáculo será transmitida pelas plataformas: Rádio Jagube, canal Youtube, Portal das Artes MeVer, Instagram e Facebook. O projeto Bicharada na Floresta foi contemplado na categoria teatro, pelo Programa Cultura Criativa – 2020 / Lei Aldir Blanc – Prêmio Feliciano Lana do Governo do Estado do Amazonas, com apoio do Governo Federal – Ministério do Turismo – Secretaria Especial da Cultura, Fundo Nacional de Cultura.

A equipe do projeto é transnacional, está em diversos lugares do Brasil e em Portugal. O formato já vem sendo praticado pelo projeto de extensão, ensino e pesquisa, Arte e Comunidade da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), desde o seu último espetáculo “Roque Severino”. As duas sessões para leituras cênicas serão transmitidas às 15h Manaus,16h Brasília, 20h em Portugal. A sessão do dia 09 contará com tradução de libras e possibilitará acesso aos deficientes visuais, em especial via rádio Jagube.

A coordenadora geral do projeto e do Arte e Comunidade, a professora Amanda Ayres, afirma que desde dezembro de 2020, o Arte e Comunidade e seus parceiros tem dedicado seu tempo à pré-produção e produção destas cinco ações culturais conectadas ao estado Amazonas, enredando mais três estados brasileiros e prevê seguir um percurso de internacionalização para esta criação.

“A saga de um Tracajá em busca de sua própria canção e das vozes de seus ancestrais” conta a estória de um quelônio que para realizar esta busca e encontrar a voz dos seus ancestrais, sobrevive à destruição da floresta amazônica, encontra a Onça Pintada, o Urubu-Rei, o Bicho-Preguiça e a Anaconda. Os mestres encantados conduzem o contador de histórias Griô pela saga de uma escuta sensível de si, dos outros animais e da floresta.

Para Amanda Ayres, a necessidade de buscar caminhos que viabilizem a nossa reconexão com a Mãe Natureza é urgente, temos investido em um repensar sobre os nossos posicionamentos individuais e coletivos perante os desafios que tem se apresentado à humanidade.

O projeto é inspirado na canônica obra musical “Os Saltimbancos”, em que um quarteto de animais cantores se une contra a opressão dos seus patrões. Esta dramaturgia é de autoria do atual ganhador do prêmio Camões, o compositor Chico Buarque de Holanda. “O projeto bicharada tem mobilizado uma equipe muito especial e demonstrado que não há distância que impeça a formação de coletivos quando o foco é multiplicar sensibilidades poéticas”, diz Amanda Ayres e acrescenta: para tanto, contamos com especialistas tanto do Teatro e Tecnologia como das demais áreas do campo das Artes Cênicas”.

O projeto “Bicharada” conta com atravessamentos e releituras das obras e dos legados do clássico ao contemporâneo de artistas, pensadores, filósofos, escritores e ambientalistas como: Vandana Shiva, Davi Kopenawa, Guimarães Rosa, Platão, Manoel de Barros, Ailton Krenak, Eduardo Galeano, David Attenborough entre outros,  para encontrar a medida certa da mensagem que os cinco animais amazônicos vão falar, cantar e escutar.

O projeto é realizado em parceria com o Arte e Comunidade da UEA, que desenvolve ações artístico-pedagógicas em colaboração com comunidades indígenas, ribeirinhas e de raiz afro-brasileira para uma co-criação artivista desde 2013, e a InsanaCena coletivo artístico luso-brasileiro transdisciplinar que cria espetáculos no domínio das artes performativas, há doze anos desenvolvendo projetos artísticos engajados e, atualmente, está sediada em Lisboa.

O trabalho conta também com a parceria do Portal das Artes Mever (Distrito Federal) que há mais de 10 anos desenvolve pesquisas, experimentos, processos criativos e transmissões de obras de Artes Cênicas pela Internet. O Estúdio Savana Rise (Minas Gerais), CoLab (Minas Gerais), Allegriah (Amazonas) e República 14 (Algarve – Portugal) também compõem a equipe de parceiros.

Reação ao descalabro incendiário na maior floresta tropical do mundo

A abordagem cênica do projeto “Bicharada na Floresta”, que resulta nesta série de produtos multimídia, é uma reação à colocação do Brasil como primeiro colocado no ranking de queimadas da América Latina, dado publicado na fonte Climatempo do Portal Terra. “Com todos esses animais correndo risco de extinção, ora pela massiva ação do mercado de carne de animais selvagens, ora pela depredação e devastação ambiental provocada pela grilagem/mineração ilegal ou legal, nas reservas indígenas amazônicas, que revira toda terra e polui os rios, e mais recentemente pelo descalabro incendiário na maior floresta tropical do mundo, o Bicharada entra em cena”, afirma o diretor artístico do espetáculo, Guto Martins.

O projeto está dividido em duas fases. A primeira fase iniciada em janeiro será concluída em maio de 2021, e prevê o compartilhamento do processo de criação de uma dramaturgia autoral coletiva para podcast no formato de teatro radiofónico, a realização de pílulas poéticas em formato audiovisual (making-off) e a oferta de oficinas.

Para Guto Martins, esta primeira fase em que todo processo de pré-produção, criação e execução que vem se desenvolvendo de maneira telepresencial, levou à criação para uma encenação radiofônica, em suporte PODCAST. “Assumo que parece ser uma excelente alternativa, frente aos curtos prazos de execução de projeto lançados pelos mecanismos de fomento, e que está também alinhada com uma iniciativa de conscientização do controle e combate à disseminação do coronavírus em escala global, até porque o projeto reúne artistas de Brasil e Portugal, os quatro estados brasileiros são Amazonas, Distrito Federal, Espirito Santo, Minas Gerais”, diz e acrescenta:

“Dessa forma optamos por uma dimensão sonora para a dramaturgia que prepara todo o terreno para a continuidade do projeto Bicharada, o que é composto por, pelo menos, mais duas fases de criação e execução até sua efetiva encenação.”

A segunda fase do projeto, que foi parcialmente contemplada pelo prêmio brasilei

ro Feliciano Lana, prevê a criação de cinco marionetas que protagonizam essa aventura amazônica. A primeira fase, iniciada em janeiro, será concluída em maio de 2021, e prevê o compartilhamento do processo de criação de uma dramaturgia autoral coletiva para podcast no formato de teatro radiofónico.

Toda essa primeira fase do projeto vem sendo realizada de maneira telepresencial através de plataformas digitais. Em especial, o GoogleMeet tem sido utilizado para realizar o processo de criação e todas as ações, da concepção à apresentação da leitura cênica, que também será transmitida via Rádio Jagube, canal Youtube, Portal das Artes MeVer, Instagram e Facebook.

O projeto é uma realização do @ arte e comunidade (Amazonas) e da @InsanaCena (Portugal) e conta com a parceria do @ Portal das Artes Mever (Distrito Federal), do @Estúdio Savana Rise (Minas Gerais), @CoLab (Minas Gerais), @Allegriah (Amazonas) e @ República 14 (Algarve – Portugal).

Programação Oficinas Formativas

01 – Oficina: Teatro e Telepresença

Oficineiro (a): Amanda Ayres e Guilherme Carvalho

Data: 04/05/2021 Duração: 3h

Hora: 14h (Manaus) | 15h (Brasília)

02 – Oficina: Formas Animadas I – Criação

Oficineiros: Guto Martins e Magnum Soares

Data: 05/05/2021 Duração: 3h

Hora: 16h (Manaus) | 17h (Brasília) | 20h (Portugal)

03- Oficina: Formas Animadas II – Manipulação

Oficineiros: Guto Martins e Magnum Soares

Data: 06/05/2021 Duração: 3h

Hora: 16h (Manaus) | 17h (Brasília) | 20h (Portugal)

04 – Oficina: Iniciação a escrita de projetos artísticos e culturais: da chuva de ideia a Prestação de Contas

Oficineira: Jackeline Monteiro

Data: 07/05/2021 Duração: 3h

Hora: 14h (Manaus) | 15h (Brasília)

05 – Oficina: Iniciação Teatral

Oficineira: Nath Diniz

Data: 10/05/2021 Duração: 3h

Hora: 16h (Manaus) | 17h (Brasília)

06 – Oficina: Objeto, Corpo e Memória: relação com os seres e objetos herdados por nossos Ancestrais.

Oficineiro: Leandro Lopes

Data: 11/05/2021 Duração: 3h

Hora: 14h (Manaus) | 15h (Brasília)

07 – Oficina: Aspectos Criativos da Produção de Podcast

Oficineiro (a): Matheus Ushag e Guto Martins

Data: 12/05/2021 Duração: 3h

Hora: 16h (Manaus) | 17h (Brasília)

Leitura cênica e apresentação do projeto

DATAS: 08 e 09 de maio de 2021

Horário: Manaus 15:00

Com informações da Ascom/Projeto Bicharada

Fonte: Portal BRASIL CULTURA