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domingo, 2 de maio de 2021
Gruda em mim - Portal UFRN
Wilson Galvão – AGIR/UFRN
Em tempos de pandemia, com a necessidade de diminuir a circulação de pessoas em vias públicas, atividades e brincadeiras em casa tornaram-se peça-chave em um momento de restrições para crianças. Usualmente, a recreação envolve um entretenimento que usa a colagem como diversão lúdica, contudo há um componente ecológico – negativo – intrínseco.
A tradicional “cola branca”, utilizada para colar papéis, tecidos, isopor, entre outros materiais, é constituída por acetato de polivinila. Essa substância, por aquecimento ou por degradação química ou bacteriológica, produz ácido acético como subproduto que, no meio ambiente aquático, pode causar mortalidade de espécies e, quando disposto no solo em determinada quantidade, pode acarretar certa contaminação não só do solo, mas também do subsolo, do aquífero subterrâneo e das águas superficiais.
Pensando em remediar essa situação, o cientista Robson Fernandes de Farias acaba de receber o patenteamento de um novo produto, denominado Cola Ecológica. Ele explica que chegou até a nova tecnologia após investigar formulações alternativas para a “cola branca”, empregando-se diferentes volumes da cola tradicional, misturados a diferentes volumes de soluções aquosas em carboximetilcelulose. Obtida por meio da modificação química de celulose, a carboximetilcelulose merece destaque por sua importância econômica como agente espessante e pela grande variedade de aplicações.

“A carboximetilcelulose, também mencionada como CMC, é atóxica, sendo tradicionalmente empregada, por exemplo, como espessante na indústria de alimentos em sorvetes, e na formulação de medicamentos, como no caso de colírios”, situou o docente do Instituto de Química da UFRN. Já neste momento, foram produzidas colas com diferentes proporções e porcentagens entre cola tradicional e carboximetilcelulose, com variações entre 10 % e 70% na relação entre uma e outra.
Robson frisa que a adesividade bem como a transparência do novo produto seco são comparáveis às da cola branca tradicional pura. O pesquisador defende que a obtenção de uma formulação alternativa, na qual o percentual de acetato de polivinila seja diminuído na preparação tradicional, com o emprego de substâncias mais adequadas do ponto de vista ambiental, é relevante em razão da cada vez maior necessidade de preservação do meio ambiente.
A invenção recebeu o registro de propriedade industrial do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no último dia 30, com a denominação Preparação de “cola ecológica” utilizando-se formulação mista de acetato de polivinila e carboximetilcelulose. As cartas-patente conferem a propriedade intelectual dos inventos de titularidade da UFRN, para uso aplicado pelos interessados, mediante licenciamento. Como retorno, a Universidade recebe royalties, divididos com os inventores. Daniel Pontes, diretor da Agência de Inovação (AGIR), frisa, contudo, que o momento do depósito da patente já permite que a tecnologia esteja disponível para o setor produtivo aproveitá-la a fim de melhorar seus processos e fluxos de trabalho.

A proteção das tecnologias desenvolvidas por inventores da UFRN tem como objetivo resguardar os direitos patrimoniais da instituição frente aos investimentos intelectuais e financeiros despendidos durante o seu desenvolvimento, mas também permitir que os novos produtos e processos sejam licenciados por empresas que possam explorá-los comercialmente, gerando recursos para a instituição na forma de royalties que novamente serão investidos em inovação. Para Robson Fernandes de Farias, a obtenção da carta-patente representa um passo a mais na relação universidade e sociedade, com vistas, nesse caso específico, a uma melhor relação com o meio ambiente.
Além disso, patentear significa conferir à Universidade e ao pesquisador a justa precedência sobre o que foi desenvolvido, com a possibilidade de captação de recursos, via royalties, conforme Resolução 135/2018-CONSEPE da UFRN. Para além do retorno financeiro, Daniel Pontes destaca o retorno do reconhecimento intelectual. “O que é conhecido dentro da propriedade intelectual como direito moral, como sendo os inventores de uma dada tecnologia, reflete-se no reconhecimento perante à sociedade da capacidade de desenvolvimento de tecnologias inovadoras por seus inventores da universidade como um todo”, explica.
Um GPS no combate à infeção
Wilson Galvão – AGIR/UFRN
Pesquisas conjuntas de cientistas das áreas da Física, Medicina e Farmácia resultaram na concessão de mais uma tecnologia patenteada na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O invento é um sistema de micropartículas magnéticas capaz de transportar antibióticos de modo a otimizar o tratamento de infecções por Helicobacter pylori (H. pylori) no trato gastrointestinal e fazer com que eles atuem de maneira concentrada no local da doença. A bactéria H. pylori causa infecção responsável pelo surgimento de muitas úlceras pépticas, alguns tipos de gastrite e de câncer do estômago.
O cientista Artur da Silva Carriço pontua que o sistema magnético é constituído de micropartículas polimerizadas contendo quantidades controláveis de antibióticos e nanopartículas magnéticas de magnetita. Segundo ele, além de concentrar todo o fármaco administrado no local da infecção, reduzindo a quantidade de fármaco administrada para atingir a concentração inibitória mínima da bactéria, a vetorização magnética também reduz os efeitos colaterais porque o fármaco fica impedido de atingir outras partes do corpo.

“Produzimos Micropartículas Polimerizadas contendo Fármacos (MPF) com um núcleo contendo antibióticos e partículas de magnetita e uma camada externa de proteção composta por polímero gastro-resistente, sensível ao pH (potencial hidrogeniônico), que é estável em pH ácido. O processo de síntese das micropartículas permite, entre outras coisas, controlar o conteúdo de antibiótico das micropartículas, bem como a susceptibilidade magnética. Importante ressaltar que as micropartículas podem ser usadas para preparar comprimidos ou cápsulas com características especiais”, explica o docente.
O sucesso da “entrega localizada” de praticamente todo o fármaco administrado no local é alcançado com o uso de um ímã externo localizado no abdômen em uma posição determinada pelo local da infecção, de modo que seja mínima a distância entre o ímã externo e o local da infecção. O ímã é utilizado a fim de direcionar as MPF para o local da infecção. Além disso, promover a permanência das micropartículas no local de interesse, após a administração por via oral do antibiótico. Ao atingir o local da infecção no tecido epitelial do estômago, com pH neutro, a proteção polimérica desfaz-se e os antibióticos são liberados.
É como se a MPF fosse uma cápsula que estivesse dotada de um GPS com coordenadas estabelecidas para partida e chegada e, sob controle da técnica da vetorização, com sua biodistribuição impedida, e destino certo. A cápsula é controlada para atingir o local da infecção.
No mesmo documento, o grupo coloca que, por meio da difratometria de raios-X, técnica para detecção de radiação espelhada pela matéria, ficou comprovada a composição da MPF e a eficácia do método de preparação das micropartículas polimerizadas com fármacos.

O registro da propriedade intelectual tem também como autores Aldo da Cunha de Medeiros, Erica Lira da Silva, Eryvaldo Sócrates Tabosa do Egito, Juliana Fernandes de Carvalho e Thales Renam Ferreira Pontes, em uma participação conjunta dos programas de pós-graduação de Ciências farmacêuticas e de Ciências da Saúde, e foi expedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) sob a denominação Sistema magnético para vetorização de antibióticos para tratamento de infecções por Helicobacter Pylori.
Carriço salienta que o esforço de pesquisa na vetorização magnética de fármacos teve início há vinte anos e, desde sua criação, esteve sempre voltado para a vetorização de antineoplásicos para a eliminação de tumores malignos. “Nosso grupo é pioneiro em propor uso da vetorização magnética de antibióticos”, realça o pesquisador.
Números da UFRN

Chegando agora às 31 cartas-patente concedidas, a UFRN é a universidade líder no Norte-Nordeste nesse quesito, à frente de instituições com Índice Geral de Cursos similar ao seu, como a Universidade Federal do Ceará (UFC), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Na UFRN, a Agência de Inovação (AGIR) é a unidade responsável pela proteção e gestão dos ativos de propriedade intelectual, como patentes e programas de computador. Em tempos de pandemia, as orientações e explicações a respeito dos aspectos para patentear uma determinada invenção são dadas através do e-mail patente@agir.ufrn.br ou via aplicativos de mensagens, pelo telefone 99167 6589.
Para o diretor da AGIR, Daniel de Lima Pontes, o número alcançado, expressivo por si só, requer uma explicação adicional. “A concessão da carta-patente tem importância que reside em algumas características peculiares. Primeiro, diferentemente do pedido de patente, a concessão atesta, segundo análise do INPI, que a tecnologia atendeu aos requisitos de patenteabilidade, tais quais a novidade, capacidade inventiva, aplicação industrial e suficiência descritiva. Segundo, reconhece a propriedade de uma invenção, que se traduz em uma tecnologia única, passível de abranger melhorias na vida de muitas pessoas. Por fim, só o pedido de patente, não é inovação. A inovação é quando a tecnologia chega até o mercado e beneficia a sociedade. A UFRN está atuando justamente no sentido de ultrapassar os nossos muros para celebrar a transferência de tecnologia com as empresas, gerando assim benefícios socioeconômicos para a nossa região”, destacou.
Daniel Pontes pontuou também que o processo de patenteamento protege o material intelectual produzido nas instituições de ensino pelo seu corpo docente e discente, eleva as pesquisas acadêmicas a um outro patamar – o da inovação tecnológica –, além de aproximar a academia do setor industrial e empresarial. Entre suas atribuições, a Agência de Inovação é responsável pela gestão da propriedade intelectual, transferência de tecnologia e ambientes promotores de inovação na UFRN, acompanhando e estimulando, por exemplo, as atividades das incubadoras da Universidade, bem como as atividades dos parques e polos tecnológicos.
Fonte: https://ufrn.br/imprensa/reportagens-e-saberes/46675/um-gps-no-combate-a-infecao
Docentes da UFRN elegem nova diretoria do ADURN-Sindicato para a Gestão 2021-2024
Com 95,7% do total de votos, a chapa 1 (+Juntos pela UFRN) se consolidou como vencedora da eleição para a diretoria do ADURN-Sindicato, Gestão 2021-2024. Em branco, foram registrados 2,2% dos votos, enquanto outros 1,9% foram de votos nulos. O resultado foi anunciado em reunião da Comissão Eleitoral, realizada às 11h desta quinta-feira, 29 de abril de 2021.
A votação aconteceu de forma online nos dias 27 e 28 desse mês e, de acordo com a presidenta da Comissão Eleitoral, Angela Ferreira, todo o processo se deu de forma muito tranquila, sem intercorrências. "O resultado atende ao que o estatuto estabelece”, avalia a presidenta da Comissão.
Para o atual presidente do ADURN-Sindicato, Wellington Duarte, que está encerrando sua segunda gestão, a participação dos professores e professoras da Universidade Federal do Rio Grande do Norte no pleito demonstra “respaldo e legitimação do trabalho que vem sendo realizado pela Entidade nos últimos anos".
Já o presidente eleito do ADURN-Sindicato, Oswaldo Negrão, destaca que um dos principais desafios para a Gestão 2021-2024 será o enfrentamento à agenda de desmonte dos serviços públicos que está sendo implementada pelo Governo Bolsonaro. "Hoje a gente precisa pensar desde a questão orçamentária, pois a Lei Orçamentária aprovada no último dia 22 trouxe novamente cortes tanto na Saúde, quanto na Ciência e Tecnologia, e Educação, até as questões das perdas salariais e da própria carreira docente, que está ameaçada pela Reforma Administrativa", disse.
A solenidade de posse da chapa eleita será realizada no dia 17 de junho, em formato a ser definido pela atual diretoria e de acordo com a situação da pandemia.
Fonte: Ascom ADURN-Sindicato
Andifes e INEP tratam sobre pautas de interesse da educação superior pública

A diretoria da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) esteve reunida remotamente com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), Danilo Dupas Ribeiro, para tratar de assuntos de interesse da educação superior pública brasileira, na manhã dessa sexta-feira (30).
Segundo o presidente da Andifes, reitor Edward Madureira (UFG), a reunião foi bastante positiva para, além dos encaminhamentos propostos, estabelecer um primeiro contato com a nova gestão do INEP, com vistas a aprimorar os instrumentos e tratar de demandas cotidianas das universidades federais no que diz respeito à avaliação.
“Externamos nossa preocupação sobre o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), que não foi realizado no ano passado e havia uma previsão de realização nesse ano de, pelo menos, dois conjuntos de cursos. Ao que tudo indica, será realizado exame somente do conjunto de cursos que era para ter sido avaliado no ano passado e, no ano que vem, teremos os dois outros grupos de curso sendo avaliados”, detalhou.
Ainda de acordo com o reitor, a data para realização do Enem em relação aos calendários acadêmicos e a necessidade de aprimoramento dos indicadores da qualidade da educação superior também estiveram na pauta. “As universidades federais são um parâmetro desses indicadores e, como os calendários estão alterados em função da pandemia, poderia haver um prejuízo na avaliação”, salientou.
A coordenadora do Colégio de Pró-reitores de Graduação das IFES (COGRAD), professora Maria do Socorro Lima (UFRPE) aproveitou para convidar o diretor de avaliação da Educação Superior, Luís Filipe de Miranda Grochocki, e a diretora de Estudos Educacionais, Michele Cristina Silva Melo, que também estavam na reunião, para participarem da próxima reunião do Cograd, com o objetivo de aprofundarem na pauta apresentada hoje ao INEP.
Participaram ainda da reunião a vice-presidente da Andifes, reitora Joana Angélica Guimarães (UFSB) e o secretário executivo, Gustavo Balduino.
Fonte: https://www.andifes.org.br
sábado, 1 de maio de 2021
Falha do governo em adquirir vacinas causa escassez em 25% dos municípios
Ministério da Saúde revisa novamente cronograma de aquisição de vacinas e 25% de municípios tem escassez de doses;
O Brasil está à beira de registrar 400 mil mortes pela Covid-19 e o descaso do governo de Bolsonaro em adquirir vacinas segue causando consequências desastrosas ao povo brasileiro e prolongando a crise pandêmica no país. No último sábado (24), o Ministério da Saúde revisou novamente o cronograma de recebimento de imunizantes e reduziu em mais de 22% a previsão de entrega de doses no primeiro semestre.
No dia 19 de março, o então ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, informou que o país receberia 205,89 milhões de doses no primeiro semestre deste ano. No sábado, Marcelo Queiroga, atual ocupante da Pasta, informou que o país deve receber 159,45 milhões de vacinas no mesmo período, uma redução de 46,44 milhões de doses a menos.
O governo alega que houve a redução porque não conta mais com a entrega de doses da Covaxin, que ainda não foi aprovada pela Anvisa, e que o consórcio Covax Facility também não entregou a quantidade prevista inicialmente.
A questão é que esses atrasos de entregas por parte dos fabricantes eram previsíveis. Por isso mesmo, diversos especialistas alertaram que o governo deveria ter se antecipado no ano passado, fechado contratos e ter feito um planejamento que contasse com essa situação.
Mas, o negacionismo e a política genocida de Bolsonaro fizeram com que o governo não tenha planejado a aquisição de vacinas com antecedência, mas também fizeram com que recusassem a oferta de fabricantes de imunizantes. Documentos que já estão em posse de integrantes da CPI da Covid-19, que terá início no Senado, nesta terça-feira (27), revelam que o governo rejeitou onze ofertas formais de fornecimento de vacinas no ano passado. Onze.
Municípios enfrentam escassez
Segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa, apenas 6,20% da população brasileira (13.127.599 pessoas) recebeu as duas doses da vacina contra a Covid-19, ou seja, concluíram o processo que garante, de fato, a imunização contra a doença.
Com as constantes reduções de aquisição de imunizantes pelo Ministério da Saúde, esse patamar está longe de ter um avanço significativo, pois há há escassez em várias cidades. Segundo levantamento da CNM (Confederação Nacional de Municípios), quase um quarto dos municípios brasileiros teve de interromper a vacinação contra a Covid-19 nos últimos dias por falta de imunizantes para a primeira dose.
A pesquisa apurou a situação em 2.096 prefeituras entre os dias 19 e 22 de abril e constatou que 24,3% dos municípios consultados (499) informaram não ter vacina para aplicar a 1ª dose. Ainda segundo o levantamento, 28,1% dos municípios ouvidos (591) estão em risco iminente de ficarem sem “kit intubação” e 8,1% dos municípios ouvidos (171) estão em risco iminente de ficarem sem oxigênio.
A falta da segunda dose também é uma realidade. Em Natal (RN), a campanha já foi suspensa por três vezes por falta de vacinas.
“Em Natal, há filas de idosos para tomar a segunda dose e não há estoque. Isso porque o Ministério da Saúde, mesmo sem a previsão de entrega de vacinas suficientes, orientou os estados e municípios a gastarem seus estoques para aplicar a primeira dose. O prefeito bolsonarista de Natal obedeceu essa política e agora não tem estoque para a segunda dose, o que é muito grave”, informa a servidora estadual da Saúde do Rio Grande do Norte e integrante da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Rosália Fernandes.
Curitiba, Goiânia, Brasília, Maceió, Rio Branco e Teresina são outras capitais em que também já foram registradas paralisações na campanha de vacinação pelo mesmo motivo.
Em entrevista à GloboNews, na sexta-feira (23), o presidente do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), Wilames Freire, afirmou que a escassez de vacinas deve piorar nos próximos dois meses, uma vez que o Brasil corre o risco de ficar sem o IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), matéria-prima para produção dos imunizantes.
“Nós temos um cronograma de vacinas [do Ministério da Saúde] que a todo momento é corrigido para baixo […]. Agora, com a pandemia chegando na Índia forte como estamos visualizando […] nos preocupa muito, porque o IFA que utilizamos no Brasil, em grande parte vem da Índia”, disse o presidente do Conasems.
Para Rosália, o descaso de Bolsonaro é a causa para esta grave situação e se depender de seu governo vai piorar. “Mesmo com o agravamento da pandemia, o governo federal reduziu de R$ 524 bilhões para R$ 103 bilhões a previsão de gastos extraordinários para o combate à Covid-19. Isso é absurdo, mas só comprova que a política genocida deste governo continua”, afirma a dirigente.
“Com Bolsonaro, o Brasil não tem vacina, não tem combate efetivo à pandemia e a crise econômica vai se agravar. É preciso botar para fora este governo de genocidas agora. Não dá para esperar 2022. A CSP-Conlutas segue fazendo o chamado às demais centrais sindicais, movimentos e organizações da classe trabalhadora para construirmos uma Greve Geral Sanitária no país por nossas reivindicações”, concluiu.
Fonte: CSPCONLUTAS
STF julga ação sobre correção do FGTS no dia 13/5
O STF (Supremo Tribunal Federal) inicia no próximo dia 13 de maio o julgamento da ADI 5090 (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que pode alterar a forma de correção do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
A ação questiona os indexadores usados para corrigir anualmente o saldo das contas do FGTS e alega que são inconstitucionais, já que, quase sempre, ficam abaixo da inflação, reduzindo portanto o poder de compra do dinheiro depositado ao longo do tempo.
O FGTS tem uma remuneração fixa de 3% ao ano acrescida da Taxa Referencial (TR), fixada pelo Banco Central e que, historicamente, ficou abaixo de outras taxas e indicadores, incluindo a inflação.
Estima-se que no período de 1999 a 2013 a diferença entre os rendimentos do FGTS e a inflação pelo INPC seja de 68%.
Em caso de decisão favorável, o saldo passaria a ser corrigido desde 1999 pelo INPC ou o IPCA-E. A decisão atingiria trabalhadores que tinham saldo no FGTS no período de 1999 a 2013.
A ação a ser julgada pelo STF foi
ajuizada pelo partido Solidariedade, mas são diversos processos ajuizados em
todo o país, seja de forma coletiva ou individual, que esperam esse julgamento,
que terá efeitos sobre todos. Há ações que pedem que o FGTS passe a ser
corrigido pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) ou pelo IPCA-E
(Índice Nacional de Preços ao Consumidor Especial).
Fonte: http://cspconlutas.org.br
DNA da Rebeldia: Programação da UBES na Bienal terá luta e ciência
Entre os dias 19 e 23 de maio, secundaristas do Brasil todo têm um encontro marcado na programação da Bienal da UNE - Festival dos Estudantes.
A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas convida estudantes do Brasil todo a se reunirem no DNA da Rebeldia, entre 19 e 23 de maio de 2021, para compartilhar conhecimento e resistência. A programação acontecerá dentro da 12º Bienal da UNE, ampliada para Festival dos Estudantes, com participação da UBES e da ANPG. Haverá diversas atividades online, incluindo uma mostra secundarista de Ciência e Tecnologia .
“A rebeldia consequente, com causa, é o nosso DNA! Acredito que nós, secundas, temos isso em comum: acreditar no futuro, no conhecimento e produzir saídas para que nosso país volte a sorrir”, explica a presidenta da UBES, Rozana Barroso.
A estudante Luiza Coelho, organizadora da mostra secundarista de Ciência e Tecnologia, destaca que, mesmo em tempos tão difíceis e de discursos contrários à ciência e à cidadania, secundas continuaram produzindo. “De mochilas anti-Covid a medidores de temperatura wi-fi”, exemplifica. A mostra está com inscrições abertas.
>> Se inscreva para participar da Bienal dos Estudantes e DNA da Rebeldia
UBES na Bienal pela segunda vez
“É a segunda vez que a UBES integra a Bienal, mas dessa vez nós não iremos até ela, ela que virá até nós”, explica Daniela Moura, diretora de Cultura da UBES.
A Bienal da UNE é o maior festival estudantil da América Latina e costuma acontecer a cada dois anos. Em 2018, virou um grande festival também com a participação da UBES e da ANPG, para unificar a resistência frente ao desmonte da educação do governo Bolsonaro. Nessa segunda edição, online, estudantes mostram mais uma vez que são mais responsáveis que o governo federal também em tempos de pandemia.
>> Siga a UBES nas redes sociais para acompanhar o lançamento da programação completa!
ANDES-SN lança dossiê “Militarização do governo Bolsonaro e intervenção nas Instituições Federais de Ensino”
O ANDES-SN lançou, nesta quinta-feira (1), o dossiê “Militarização do governo Bolsonaro e intervenção nas Instituições Federais de Ensino”. O material, organizado e com elaboração técnica das docentes Eblin Farage e Kátia Lima, traz um mapeamento da presença de militares na composição do governo federal, do início da gestão até fevereiro de 2021.
“O exame dos dados sobre a composição do atual governo revela que, atualmente, os militares controlam oito dos 22 ministérios, além de várias áreas estratégicas do serviço público federal e de estatais. A tabela abaixo demonstra como ocorre o processo de militarização no Governo Bolsonaro, particularmente nos cargos estratégicos do governo”, aponta o documento.
O dossiê faz também uma análise da militarização das escolas públicas e da intervenção do governo federal na escolha de dirigentes das Instituições Federais de Ensino. Aponta, ainda, as tarefas políticas no enfrentamento a esse cenário.
“Evidenciamos as tarefas políticas de denúncia, resistência e enfrentamento coletivo que estão colocadas para todos os trabalhadores e as trabalhadoras nestes tempos de ofensiva ultraconservadora do capital, conduzida pelo bolsonarismo, em um país, como o Brasil, marcado por sua inserção capitalista dependente na economia mundial”, afirmam as autoras.
Acesse o Dossiê “Militarização do governo Bolsonaro e intervenção nas Instituições Federais de Ensino” no ISSUU: https://issuu.com/andessn/docs/dossiemilitarizacao
Leia e baixe o arquivo em PDF: Dossiê “Militarização do governo Bolsonaro e intervenção nas Instituições Federais de Ensino”
ANDES SN
ANDES-SN participará de atos virtuais com centrais e fóruns no 1º de Maio
Trabalhadoras e trabalhadores realizam neste 1º de Maio – Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora - diversas atividades em defesa da vacina, emprego, contra a política de genocídio do governo de Jair Bolsonaro e suas propostas que pretendem desestruturar os serviços públicos, como a reforma administrativa em curso. O Brasil vive hoje uma crise social, política, econômica e sanitária sem precedentes na história.
Ainda em decorrência do isolamento social, os atos do 1° de Maio - data mais simbólica da história do movimento sindical - serão realizados no formato virtual e, em alguns estados brasileiros, por meio de carreatas, atos de rua com distribuição de máscaras, faixaços e diálogo com a população. As seções sindicais do ANDES-SN e demais professores e as professoras de todo país constroem um 1º de maio de luta e solidariedade, reforçando protestos com caráter de classe, autonomia e independência, em articulação com as frentes de esquerda, movimentos sociais, fóruns em defesa dos serviços públicos e por direitos e liberdades democráticas e a CSP-Conlutas nos estados e municípios.
Para acompanhar o Ato Virtual, clique aqui.
Fonte: ANDES SN
No país de Paulo Guedes, China inventa covid e filho de porteiro não pode estudar. Por Eduardo Maretti
O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem se superado. Não como condutor da economia do Brasil, que, entre 2010 e 2014, era a sétima do mundo. As projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam que o país de Paulo Guedes chegará ao fim de 2021 em 13° no ranking. Guedes tem se destacado, até internacionalmente, por suas declarações que ultrapassam a lógica e a razoabilidade, e demonstram total falta de empatia e sensibilidade em relação à tragédia sanitária que aflige a nação. “O chinês inventou o vírus, e a vacina dele (CoronaVac) é menos efetiva que a do americano”, afirmou o ministro esta semana.
A declaração se deu no mesmo momento em que a pandemia de coronavírus chegou a 400 mil mortos, e em que governadores e lideranças tentam desesperadamente espaços diplomáticos e econômicos em busca de vacinas contra a covid-19. Como numa sucessão de atos pensados, deliberados, Paulo Guedes não parou por aí. Aparentemente sem saber que era gravado, como no episódio da China, disse – em reunião do Conselho de Saúde Suplementar – que “houve excessos no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior)”. Isso porque o porteiro de seu prédio, segundo seu relato, teria conquistado vaga em universidade, mesmo tendo nota zero no vestibular.
Se a política econômica do governo de Jair Bolsonaro é voltada à destruição do Estado, em termos de diplomacia Paulo Guedes parece ter ocupado o espaço deixado pelo ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, cujas ações e intervenções levaram o país a ser classificado como “pária” do mundo, termo utilizado por diversos analistas.
“Decadência orçamentária“
“O desserviço que o ministro da economia tem feito ao futuro do Brasil está constatado em números. Está acabando com a educação, a ciência e a tecnologia, universidades, bolsas. É uma decadência orçamentária. Não tem orçamento para nada, mas para emenda parlamentar tem”, diz Thomas Heye, professor do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (UFF).
O presidente Jair Bolsonaro sancionou na quinta-feira da semana passada o Orçamento de 2021. Nele, foi vetado um montante de R$ 19,767 bilhões, dos quais R$ 1,2 bilhão para a educação. Pior do que isso, como parte de uma política deliberadamente perversa, com o país de Bolsonaro e Paulo Guedes acumulando centenas de milhares de cidadãos mortos, foram vetados R$ 2,228 bilhões em despesas do Ministério da Saúde. “As manifestações de repulsa ao povo por parte de Paulo Guedes são reiteradas”, observa Heye.
O próprio ministro se encarrega de deixar clara sua repulsa. Como ao criticar a empregada doméstica que podia ir à Disney. Nesta mesma semana, com média de 3 mil mortes por dia causadas pela covid, Guedes voltou a atacar o Estado brasileiros que, segundo ele, “quebrou”. “Todo mundo vai procurar serviço público, e não há capacidade instalada no setor público para isso. Vai ser impossível”, afirmou, na terça-feira (27). “Todo mundo quer viver 100 anos, 120, 130 (anos)”, continuou. Em outras palavras, a tese do ministro da Economia parece querer dizer que a morte é culpa dos próprios mortos, que congestionam o sistema porque envelheceram, ou pegaram covid. De acordo com ele, “não há capacidade de investimento para que o Estado consiga acompanhar” a crescente procura por atendimento médico.
Como diz o professor Thomas Heye, os critérios para cortes não existem mais. Ele cita o exemplo de seu programa de pós-graduação na UFF. “Tiraram três bolsas de estudo para mestrando. O argumento é de que o IDH de Niterói é muito alto e, por isso, não precisa de bolsa. É um absurdo. É o aluno que precisa de bolsa. O aluno não é o município de Niterói!”, protesta.
Enquanto isso, nos Estados Unidos
Paradigma do capitalismo moderno e do mercado, os Estados Unidos hoje apontam para um novo projeto de Estado, que seja promotor do crescimento, o que enterra o ideário seguido por Guedes. Nesta quinta (29), o presidente Joe Biden, em discurso histórico no Congresso, que em janeiro foi invadido por uma horda de criminosos ultradireitistas trumpistas – anunciou um ambicioso plano de reconstrução do país.
Comparável, pelo menos como proposta, ao New Deal, elaborado para salvar o país após o crash da Bolsa de Nova York, em 1929, o projeto prevê 4 trilhões de dólares em investimentos públicos. Além disso, por exemplo, o ensino público e gratuito seria ampliado, incluindo dois anos de universidade. “É hora de as corporações americanas e o 1% mais rico dos americanos pagarem sua parte justa. Apenas paguem sua parte justa”, disse Biden, ao defender a taxação de grandes fortunas.
Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br
Dia do Trabalho – Primeiro de Maio
O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época. Milhares de trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos e exigir a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. Naquele dia, manifestações, passeatas, piquetes e discursos movimentaram a cidade. Mas a repressão ao movimento foi dura: houve prisões, feridos e até mesmo mortos nos confrontos entre os operários e a polícia.
Em memória aos mártires de Chicago, das reivindicações operárias que nesta cidade se desenvolveram em 1886 e por tudo o que esse dia significou na luta dos trabalhadores pelos seus direitos, servindo de exemplo para o mundo todo, o dia 1º de maio foi instituído como o Dia Mundial do Trabalho.
No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.
Leia mais sobre o Trabalho no Brasil
Fonte: Portal BRASIL CULTURA
domingo, 25 de abril de 2021
Programação da 12ª Bienal reflete preocupação com os prejuízos da pandemia
Atividades online vão ocupar o mês de Maio com música, literatura, teatro, cinema, artes visuais e muito mais.
Artistas, lideranças políticas, influenciadores digitais, estudantes de todo o Brasil e convidados de fora já tem compromisso marcado na 12a Bienal da UNE – Festival do Estudantes. O maior festival estudantil da América Latina dá o seu pontapé inicial no próximo dia 04 de Maio com um Ciclo de Debates que vai até o dia 13 e vai pautar assuntos como censura, vacina, educação, auxílio emergencial, e claro a cultura brasileira.
Já no dia 18 um espetáculo de abertura com convidados da música vai falar sobre o passado e futuro da entidade em defesa da cultura e no dia 19 a tradicional aula magna da Bienal vai explorar o tema dessa edição: Brasil, um povo que resiste.
As atividades serão transmitidas pelo YouTube oficial da UNE e serão todas online.
De 20 a 22 de Maio é a vez das oficinas ministradas via plataforma Zoom enviadas para os inscritos e a apresentação das Mostras Selecionadas de trabalhos, que vai trazer o que de melhor tem sido produzido pelos estudantes brasileiros e também estará disponível pelo YouTube da entidade. Os inscritos até amanhã (23/4) receberão os links e informações no seu e-mail cadastrado.
O fechamento acontece no domingo, dia 23, com a Assembleia Geral do Cuca da UNE e o o encerramento oficial às 15h com um ato Vida, Pão, Vacina, Educação & Arte #ForaBolsonaro!
Confira a programação preliminar:
Programação 12ª Bienal da UNE Festival dos Estudantes
Ciclo de Debates da 12ª Bienal da UNE – Festival dos Estudantes
04 (terça-feira) de Maio
19h às 21h – Debate
Tema: A luta contra a censura e os impactos da pandemia na cultura.
Plataforma: Youtube da UNE.
06 (quinta-feira) de Maio
19h às 21h – Debate
Tema: Vacina Já! Ciência e SUS: a defesa da vida como prioridade.
Plataforma: Youtube da UNE.
11 (terça-feira) de Maio
19h às 21h – Debate.
Tema: Educação em tempos de pandemia, presente e futuro.
Plataforma: Youtube da UNE.
13 (quinta-feira) de Maio
19h às 21h – Debate.
Tema: Auxílio emergencial Já! Combate à desigualdade social e solidariedade popular no Brasil da pandemia.
Plataforma: Youtube da UNE.
18 (terça-feira) de Maio
20h às 21h30 – Espetáculo de abertura da programação cultural da 12ª Bienal da UNE.
Tema: A UNE reúne futuro e tradição: encontro de dois mundos em defesa da cultura e da vida.
Plataforma: Youtube da UNE.
19 (quarta-feira) de maio
19h às 21h – Aula Magna.
Tema: Brasil: Um Povo que Resiste!
Plataforma: Youtube da UNE.
20 (quinta-feira) de maio
9h às 12h – Vivência Literatura.
Tema: Narrativas de História em Quadrinhos (Comics).
Plataforma: Zoom sem transmissão.
9h às 12h – Vivência Artes Cênicas.
Tema: Dramaturgia Modernista.
Plataforma: Zoom sem transmissão.
9h às 12h – Vivência Hip Hop.
Tema: Os 3 elementos da Cultura, com a Nação Hip-Hop Brasil.
Plataforma: Zoom sem transmissão.
15h30 – Lado C.
Plataforma: Youtube da UNE.
16h – Mostra Estudantil Selecionada de Ciência & Tecnologia / Extensão.
Plataforma: Youtube da UNE.
16h10 – Mostra Estudantil Selecionada de Artes Visuais.
Plataforma: Youtube da UNE.
17h10 – Mostra Estudantil Selecionada de Artes Cênicas.
Plataforma: Youtube da UNE.
19h30 – Mostra Estudantil Selecionada Ciência & Tecnologia / Extensão.
Plataforma: Youtube da UNE.
19h40 – Mostra Convidada de Artes Cênicas.
Plataforma: Youtube da UNE.
20h30 – Mostra Convidada de Artes Visuais.
Plataforma: Youtube da UNE.
21 (sexta-feira) de maio
9h às 12h – Vivência Artes Visuais.
Tema: Bazuca Poética.
Plataforma: Zoom sem transmissão.
9h às 12h – Vivência de Marketing Digital.
Tema: Criação de conteúdo e gestão de redes sociais.
Plataforma: Zoom sem transmissão.
14h às 16h – Mostra Estudantil Selecionada de Jogos Digitais.
Plataforma: Twitch da UNE.
14h – Lado C.
Plataforma: Youtube da UNE.
14h30 – Mostra Estudantil Selecionada de Ciência & Tecnologia / Extensão.
Plataforma: Youtube da UNE.
14h40 – Roda de conversa.
Tema: Vida, Pão, Vacina & Educação!
Plataforma: Youtube da UNE.
16h30 – Mostra Estudantil Selecionada de Ciência & Tecnologia / Extensão.
Plataforma: Youtube da UNE.
16h40 – Sarau da Mostra Estudantil Selecionada e Convidada de Literatura.
Plataforma: Youtube da UNE.
19h30 – Mostra Estudantil Selecionada de Ciência & Tecnologia / Extensão.
Plataforma: Youtube da UNE.
19h40 – Mostra Estudantil Selecionada e Convidada de Música.
Plataforma: Youtube da UNE.
22 (sábado) de maio
9h às 12h – Vivência de Produção Cultural.
Tema: Elaboração e escrita de Projetos Culturais.
Plataforma: Youtube da UNE.
9h às 12h – Vivência Audiovisual.
Tema: GAMBIARRA – Soluções com baixo orçamento em equipamentos Audiovisual.
Plataforma: Youtube da UNE.
14h às 18h – Campeonato de Jogos Digitais.
Atividade: Finais Série A e Série B do Campeonato de Jogos Digitais (League of Legends).
Plataformas: Twitch da UNE.
14h – Lado C.
Plataforma: Youtube da UNE.
14h30 – Mostra Estudantil Selecionada de Ciência & Tecnologia / Extensão.
Plataforma: Youtube da UNE.
14h40 – Atividade Cultural com a Nação Hip Hop Brasil.
Plataforma: Youtube da UNE.
16h30 – Mostra Estudantil Selecionada de Ciência & Tecnologia / Extensão.
Plataforma: Youtube da UNE.
16h40 – Momento GRAVE – Mostra Estudantil Selecionada e Convidada de Audiovisual.
Plataforma: Youtube da UNE.
19h30 – Mostra Estudantil Selecionada de Ciência & Tecnologia / Extensão.
Plataforma: Youtube da UNE.
19h40 – Mostra Estudantil Selecionada e Convidada de Música.
Plataforma: Youtube da UNE.
23 (domingo) de maio
10h às 12h – Seminário Nacional do CUCA.
Tema: 20 anos do CUCA: a mais longa experiência cultural da UNE.
Plataforma: Youtube da UNE.
15h às 17h – Encerramento da 12ª Bienal da UNE – Festival dos Estudantes.
Tema: Vida, Pão, Vacina, Educação & Arte #ForaBolsonaro!
Fonte: UNE - União Nacional de Estudantes












