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sexta-feira, 15 de abril de 2022

A imortalidade do músico Gilberto Gil na Academia Brasileira de Letras - " VALE A PENA LÊ DE NOVO!" - MERECEDOR! EDUARDO VASCONCELOS - CPC-RN

 

Músico e compositor assume a cadeira 20 da ABL criticando a hostilidade do governo contra artistas e a cultura.

O cantor, compositor e ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil, foi empossado hoje como novo ocupante da cadeira 20 da Academia Brasileira de Letras (ABL), sucedendo ao jornalista e advogado Murilo Melo Filho. Gil foi recebido na ABL pelo também acadêmico Antonio Carlos Secchin.

Em seu discurso de posse, o imortal afirmou que a Academia Brasileira de Letras é a Casa da Palavra e da Memória Cultural do Brasil. “E tem uma responsabilidade grande no sentido de fortalecer uma imagem intelectual do país que se imponha à maré do obscurantismo, da ignorância, e demagogia de feição antidemocrática. Poucas vezes na nossa história republicana o escritor, o artista, o produtor de cultura, foram tão hostilizados e depreciados como agora”, denunciou, para aplausos da plateia.

“Há uma guerra em prol da desrazão e do conflito ideológico nas redes sociais da internet, e a questão merece a atenção dos nossos educadores e homens públicos. A ABL tem muito a contribuir nesse debate civilizatório. E eu gostaria, aqui, de colaborar para o debate, em prol da cultura e da justiça”.

Gil disse que, entre as tantas honrarias que a vida lhe proporcionou, entrar na ABL tem uma dimensão especial. “Não só porque a ABL é a casa de Machado de Assis, escritor universal, afrodescendente como eu, mas também porque a ABL representa a instância maior, que legitima e consagra, de forma perene, a atividade de um escritor ou criador de cultura em nosso país. Sou filho de uma professora primária e um médico. A eles devo o meu amor às letras e música. A imagem dos meus pais está comigo nessa noite e sua memória para mim é uma benção”, disse.

Em outro trecho Gil citou as alegrias e perdas ao longo da vida: “Tive grandes êxitos e alegrias nesta vida, mas também muitas tristezas, a maior e mais dolorosa, a perda do meu filho Pedro Gil. Mas não desanimo e é preciso resistir sempre. Apesar dos tempos politicamente sombrios que vivemos aposto na esperança contra a treva física e moral. Que haja ao menos a chama de uma vela até chegarmos a toda a luz do luar”.

Apesar de dizer que não cantaria, Gil acabou cantando durante o discurso, os versos: “Se a noite inventa a escuridão, a luz inventa o luar. O olho da vida inventa a visão, doce clarão sobre o mar”.

 

 

 

 

Eleição

Eleito com 21 votos no dia 4 de novembro do ano passado, Gilberto Gil vai estreitar os laços da Academia com a música e a cultura popular brasileira. O baiano Gilberto Passos Gil Moreira nasceu no dia 26 de junho de 1942, em Salvador, sendo filho primogênito do médico José Gil Moreira e da professora primária  Claudina Passos Gil Moreira.

Embaixador da Boa Vontade da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e nomeado Artista da Paz pela agência da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Gil lançou mais de 50 álbuns que mesclam influências do rock, de gêneros tipicamente brasileiros, de música africana, funk, música disco e reggae.

Seu interesse pela música surgiu quando ainda garoto, aos 3 anos de idade. Com 9 anos, ao mesmo tempo que cursava o ginasial, em Salvador, estudava música na Academia Regina. Seu instrumento preferido era o acordeão, mas aprendeu também a tocar violão. Em 1960, Gilberto Gil ingressou na Universidade Federal da Bahia para cursar administração de empresas. No ano seguinte, ganhou um violão de presente de sua mãe. Aos 18 anos, integrou o conjunto Os Desafinados, onde praticava o que aprendia na academia de música. Em 1963, compôs sua primeira música Felicidade Vem Depois, um samba no estilo bossa-nova, que nunca foi gravado.

Tropicália

Gil foi um dos criadores do Movimento Tropicalista nos anos de 1960, ao lado de Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa e Tom Zé, e é autor de músicas consagradas como Procissão, Domingo no Parque e Aquele Abraço. Com Domingo no Parque, que ele cantou com os Mutantes, no 3º Festival da Música Popular Brasileira, em 1967, obteve o segundo lugar. O festival foi o ponto de partida para o Tropicalismo.

O Movimento Tropicalista, entretanto, foi considerado subversivo pela ditadura militar e Gilberto Gil foi preso, junto com Caetano Veloso. Em 1969, Gil se exilou na Inglaterra. Nesse mesmo ano, lançou o disco Gilberto Gil, com a música Aquele Abraço, última música que gravou no Brasil, um dia antes de partir para a Europa. Aquele Abraço acabou se tornando o maior sucesso do compositor e agora imortal da ABL.

No início de 1972, Gilberto Gil voltou do exílio e, em 1976, junto com Caetano, Gal e Bethânia, formou o conjunto Doces Bárbaros, que rendeu um álbum e turnês pelo país. Em 1978, se apresentou no Festival de Montreux, na Suíça. Nesse mesmo ano, ganhou o Grammy de Melhor Álbum de World Music com “Quanta Gente Veio Ver”.

Livros

Pai de oito filhos, Gil tem quatro obras literárias assinadas: O poético e o político e outros escritos, de 1988, com Antonio Risério; Gilberto bem perto, de 2013, com Regina Zappa; Cultura pela Palavra, de 2013, com Juca Ferreira; e Disposições amoráveis, de 2016, com Ana de Oliveira.

Agraciado com várias comendas nacionais e internacionais ao longo de sua carreira musical e política, e detentor de vários prêmios no Brasil e no exterior, Gilberto Gil foi ganhador em 2015 e 2016 do 26º e 27º Prêmios da Música Brasileira. No primeiro, ganhou na categoria Melhor DVD Especial, com o DVD Gilberto Sambas ao Vivo e, no ano seguinte, na categoria Melhor Álbum de MPB, com o CD Dois Amigos, um Século de Música, feito em parceria com Caetano Veloso. O cantor, compositor e ex-ministro é casado com Flora Giordano Gil, neta de italianos, o que lhe permitiu obter, em 2009, a cidadania italiana.

Com informações da Agência Brasil

AUTOR

Parque das Dunas e Cajueiro funcionam normalmente durante a Semana Santa

 


O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema comunica que o Parque das Dunas e o Cajueiro de Pirangi não sofrerão alterações em seu funcionamento durante o período entre 14 e 17 de abril, feriado da Semana Santa. O Idema reforça que as visitas aos equipamentos seguem observando as medidas de segurança sanitária dispostas em decreto, sendo necessário apresentar o Passaporte Vacinal.

Horários
 
- Parque das Dunas
 
Dias 14, 15, 16 e 17: das 7h30 às 17h
 
Entrada: R$1,00
 
- Cajueiro de Pirangi
 
Dias 14, 15, 16 e 17: das 8h às 17h
 
Entrada: R$8,00 (crianças de sete a 12 anos pagam meia-entrada, assim como estudantes, professores e idosos, portando carteira comprobatória).

Proposta eleva vale-cultura para R$ 80 mensais por trabalhador Fonte: Agência Câmara de Notícias - "PARABÉNS PELA INICIATIVA, FORTALECENDO A CULTURA BRASILEIRA" - EDUARDO VASCONCELOS - CPC-RN

Senadora, ZENAIDE MAIA - RN

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania

O Projeto de Lei 699/22 eleva dos atuais R$ 50 para R$ 80 o valor mensal do vale-cultura por trabalhador. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei 12.761/12, que institui esse benefício usado no acesso a serviços e produtos nas áreas de artes visuais, teatro, cinema, literatura, música e patrimônio cultural.

O vale-cultura é um benefício facultativo pago pela empresa ao trabalhador que recebe até cinco salários mínimos (R$ 6.060 em valores de 2022). Conforme a proposta, as empresas tributadas com base no lucro real poderão deduzir do Imposto de Renda os valores destinados a esse benefício pago aos empregados.

“Nesse período de reabertura das atividades [após a pandemia de Covid-19], o reajuste do vale-cultura pode ser tornar política importante de fomento para área cultural”, disse a autora da proposta, deputada Lídice da Mata (PSB-BA), destacando que o valor é o mesmo desde a criação do benefício, em 2012.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

quinta-feira, 14 de abril de 2022

Oficina de transliteração de páginas de rosto em latim

 Data: 25/04/2022 a 26/04/2022

O Núcleo  do Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras da Fundação Biblioteca Nacional abre sua agenda de eventos para 2022 com a quarta edição da "Oficina de transliteração de páginas de rosto em latim", ministrado pelo Prof. Dr. Fábio Frohwein de Salles Moniz e a Prof.ª Ms. Lucia Pestana da Silva.

Tendo por objetivo oferecer rudimentos sobre a grafia do latim em obras raras e sensibilizar o participante para a problemática dos sinais diacríticos, variações gráficas, símbolos e reduções de impressões do séc. XV-XVIII.

Data: 25/04/2022 (teoria) e 26/04/2022 (prática)

Horário: 18h – 20h30 (Intervalo entre 19h00 – 19h15)

Inscrições a partir de 01/04/2022:  https://www.even3.com.br/oficinadelatim2022fbnplanor/

Público-alvo: bibliotecários, arquivistas, historiadores, museólogos, pesquisadores e estudantes de letras e das áreas citadas.

Local: Canal do YouTube da FBN www.youtube.com/c/FundacaoBibliotecaNacional

Evento Gratuito com Certificação

Ementa

A Oficina de Transcrição de Páginas de Rosto em Latim tem por objetivos oferecer rudimentos sobre a grafia do latim em obras raras e sensibilizar o participante para a problemática dos sinais diacríticos, variações gráficas, símbolos e redução em impressões dos séculos XV-XVIII. Ideal para bibliotecários, arquivistas, bibliófilos e interessados em história do livro.

Fábio Frohwein de Salles Moniz tem Doutorado em Latim pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde atualmente é Professor Adjunto de Língua e Literatura Latinas. Coordenador do Núcleo de Documentação em Línguas Clássicas. Dedica-se a desenvolver e ministrar cursos de latim instrumental voltados a áreas técnico-profissionais, como "O Latim nas Obras Raras", oferecido, em 2018, 2019 e  2021 pela Fundação Biblioteca Nacional. Pesquisa e orienta pesquisas em nível de Graduação e Pós-Graduação relacionadas a tradução de obras renascentistas escritas em latim.

Lucia Pestana da Silva tem Mestrado em Letras Clássicas pelo Programa de Pós-Graduação em Letras Clássicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro  (UFRJ).  Graduada em Português-Latim também pela UFRJ. Foi monitora do Departamento de Letras Clássicas da UFRJ. Atuou nos projetos de extensão "Cursos de Línguas Abertos à Comunidade (CLAC), "Os Clássicos no Acervo de Obras Raras da FBN" e "Núcleo de Documentação em Línguas Clássicas". Atualmente, é mestranda em Letras Clássicas pelo Programa de Pós-Graduação em Letras Clássicas da UFRJ.

Fonte: https://www.bn.gov.br

Paixão de Cristo - Fonte: Portal BRASIL CULTURA

 


Os feriados da Quinta-feira e Sexta-feira Santa – ou Paixão de Cristo – existe em todos os países de tradição católica. Mas ainda que a atenção das pessoas se concentre principalmente nessa data, a sexta-feira faz parte de um conjunto maior, composto pelos três dias que antecedem o Domingo de Páscoa, e que na liturgia da Igreja Católica Apostólica Romana recebe o nome de Tríduo Pascal.

As celebrações que ocupam esses três dias – quinta-feira, sexta-feira e sábado – unem-se ao domingo e formam um todo, o ponto mais importante da vida religiosa dos católicos, no qual eles revivem, desde a Antiguidade, a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus. Santo Agostinho, que viveu de 354 d.C. a 430 d.C., já se referia aos “três sacratíssimos dias da crucificação, sepultura e ressurreição de Cristo”.

Quinta-feira
quinta santa

A quinta-feira marca o fim da Quaresma (período de quarenta dias, subsequentes à Quarta-feira de Cinzas, em que os católicos se dedicam à penitência em preparação para a Páscoa). Nesse dia, celebra-se a Missa dos Santos Óleos ou Missa do Crisma, quando o oficiante abençoa os óleos usados nos sacramentos do Batismo, do Crisma e da Unção dos Enfermos. Entre os ofícios do dia, o de maior simbolismo é o lava-pés, em que o sacerdote lava o pé direito de 13 homens, imitando o que Jesus fez a seus discípulos na Última Ceia.

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Sexta-feira
Na sexta-feira, celebra-se a paixão (o martírio) e a morte de Cristo. O ofício consiste na adoração do Cristo crucificado – ou Adoração da Cruz -, precedida por leituras da Bíblia e seguida pela comunhão eucarística. Em várias cidades brasileiras, após a celebração acontece a Procissão do Enterro, também conhecida como Procissão do Senhor Morto, em que populares e religiosos percorrem algumas ruas tocando e cantando músicas fúnebres.

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Sábado
Finalmente, no Sábado Santo, celebra-se, entre o pôr do sol do sábado e o amanhecer de domingo, a Vigília Pascal, o ofício mais importante do calendário litúrgico católico, por ser a celebração da ressurreição de Jesus. Em algumas cidades do Brasil, logo nas primeiras horas da manhã de domingo acontece a Procissão do Encontro, na qual duas procissões – uma com a imagem de Nossa Senhora, mãe de Jesus, e outra com a imagem do Cristo ressuscitado – partem de lugares diferentes e se encontram, quase sempre às portas da igreja matriz.

Representações da Paixão
No Brasil, maior país católico do mundo, durante a Sexta-feira Santa ocorrem encenações dos sofrimentos e da crucificação de Cristo em milhares de cidades. Em alguns casos, essas encenações tornaram-se verdadeiras superproduções e recebem turistas de todo o país. É o que acontece em Nova Jerusalém, cidade cenográfica construída nas proximidades do município de Brejo da Madre de Deus, no interior do Estado de Pernambuco, na qual cerca de 500 atores interpretam a Paixão.

No interior do Estado de São Paulo, na cidade de Piracicaba, e em Maringá, no Estado do Paraná, também acontecem encenações semelhantes à de Pernambuco, reunindo centenas de atores e milhares de visitantes.

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Malhação do Judas

Outra manifestação popular que ocorre paralelamente ao Tríduo Pascal é a Malhação do Judas. No sábado, também conhecido como Sábado de Aleluia, um boneco que lembra o apóstolo que traiu Jesus, Judas Iscariotes, é julgado, condenado e “malhado”, às vezes com pedaços de pau, às vezes com pedras. Em alguns lugares, o Judas é enforcado na sexta-feira à noite, em um poste ou árvore; no sábado, ao meio-dia, o boneco é descido e espancado por populares

PRESIDENTE DO CPC-RN - EDUARDO VASCONCELOS, PRÓXIMA SEMANA VIAJA A NATAL PARA MENTER CONTATOS COM ÓRGÃOS PÚBLICOS EM BUSCA DE APOIO!

Símbolo  de resistência !

Após o passar da SEMANA SANTA, o presidente do CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN, EDUARDO Henrique Félix de VASCONCELOS estará em Natal, onde manterá contatos com órgãos públicos e privados, buscando apoio as ações do CPC-RN, diante da CRISE atual.

O objetivo é SENSIBILIZAR ÓRGÃO PÚBLICOS , como autarquias e secretarias do Governo do Rio Grande do Norte, como também a Assembleia Legislativa do RN. No sentido de ajudar a instituição que tem hoje 12 anos de lutas e conquistas. Uma entidade sem fins lucrativos, reconhecida de Utilidade Pública Estadual, com sede em NOVA CRUZ-RN, que hoje passa por uma da maiores crises, desde de sua fundação, ocorrido em 30 de dezembro de 2009 no SESC DE PONTA NEGRA - NATAL - RN.

Por a necessidade de buscar externamente apoios a Classe Política do Estado, bem como os órgãos públicos e privados. Juntos seremos mais fortes!

A expectativa é grande!

Há anos que o CPC-RN luta pela sua sede própria, mas nunca desistiu deste sonho!

O CPC-RN CONCLAMA a Classe Política e, a população em geral, bem como a classe empresarial, como também os órgãos que tem a cultura como prioridade.

Vale a pena lutar! Vale a pena TENTAR!

"A cultura desperta as mentes fechadas!"

Todos juntos em defesa do CPC-RN e o mais importante ainda, a DEFESA DA CULTURA POTIGUAR E BRASILEIRA!

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Obrigado Centro Potiguar de Cultura, mais uma vez ter você ao nosso lado foi fundamental! - Greenpeace Brasil

Hoje viemos te agradecer e falar que você está fazendo a diferença: na última quinta feira (07/04) entregamos ao Ministério da Justiça mais de meio milhão de assinaturas de pessoas que se uniram em defesa dos povos indígenas!

A ação foi realizada com uma intervenção artística durante a maior mobilização indígena do Brasil, o Acampamento Terra Livre (ATL). Nós amarramos fitinhas brancas inspiradas nas fitas do senhor do Bonfim em um totem escrito “Basta de Violência!”, que é um pedido de PAZ para os territórios de todo o Brasil.

E seu nome estava lá!
Sentimos orgulho de ter você ao nosso lado neste momento, Centro Potiguar de Cultura!

Este foi um passo importante na luta que definirá o futuro de todas as terras indígenas do país, pois em junho será julgado no Supremo Tribunal Federal (STF) o Marco Temporal - tese que despreza o direito originário dos povos indígenas aos seus territórios, e que ignora também um passado de violência e expulsão desses povos de suas terras ancestrais.  

Hora de mostrarmos a força do nosso movimento no debate ambiental!

Compartilhe em suas redes sociais este marco simbólico que você fez parte! Você é fundamental para inspirarmos mais pessoas a agirem em defesa da Amazônia e de seus povos, e da vida

Centrais sindicais lançam, nos dias 11 e 12, no Congresso Nacional, as Agendas Legislativa e Jurídica

As centrais sindicais vão lançar, em Brasília, no Congresso Nacional, nos dias 11 e 12/04, a Agenda Legislativa 2022 das Centrais Sindicais e da Agenda Jurídica 2022 das Centrais Sindicais.

Miguel Torres presidente da Força Sindical destaca que no dia 12/04 será entrega aos presidentes Rodrigo Pacheco (Senado) e Artur Lira (Câmara dos Deputados). “Agora é fazer avançar a pauta da classe trabalhadora.

O evento, dia 11, no Senado Federal poderá ser acompanhado, a partir das 10:00hs, com transmissão pela TV Senado.

Viva a #Conclat2022

Fonte: FORÇA SINDICAL

Da Hora: Uma sequencia sobre o #PL2630, o PL das Fake News. Por Renata Mielli

É triste ver pessoas que nunca participaram de nenhuma discussão sobre o #PL2630 entrarem na onda da chantagem e da desinformação criada pelas Big Techs, pelo Google em particular, para impedir que projeto que as regule seja aprovado. Entidades que lutam pela democratização da comunicação estão há 2 anos acompanhando a tramitação do #PL2630 relatado na Câmara pelo Deputado @orlandosilva Depois que o @googlebrasil começou a atacar o projeto, alguns veículos do campo progressista passaram a atacar também.

Leonardo Attuch e Breno Altman e outros estão dizendo que o PL não deveria ser aprovado porque ele só beneficia a Globo. Não é verdade. O projeto traz obrigações para que essas plataformas monopolistas atuem no Brasil.

Vou explicar: Cria regras para que suas operações sejam transparentes, reduzindo o poder unilateral de interferir no debate público. Obriga a contratem publicidade no Brasil, fornecerem informações sobre publicidade e impulsionamento , permitindo identificar o financiamento da desinformação;

Cria regras para tornar a moderação de conteúdo mais transparente e empodera o usuário para questionar quando seus conteúdos e contas são rotulados e excluídos de forma indevida. Proíbe o uso de ferramentas de disparo em massa para artificializar e manipular o debate público;

Cria regras para o uso dessas plataformas por pessoas detentoras de mandato público, inclusive com sanções que podem levar à cassação de mandato. Proibe que o Estado anuncie em canais que disseminam desinformação e ódio.

O projeto é perfeito, não. Há um artigo que prevê que as plataformas devam remunerar conteúdo jornalístico. Um debate urgente e necessário de ser realizado no Brasil. Mas que na opinião de muitos mereceria um projeto de lei específico, devido à sua particularidade.
A existência desse artigo beneficia só a Globo? NÃO. Mas a beneficia também, uma vez que obriga as Big Techs a pagarem pelos conteúdos jornalísticos. Como temos um monopólio privado no país, os grandes podem ser mais beneficiados.

Por isso temos lutado para incluir nesse artigo salvaguardas e garantir que fique explícito um comando que gere obrigação das plataformas remunerarem os pequenos e médios veículos, os locais, regionais, nacionais e independentes. Muitas das sugestões nesse sentido já foram acolhidas pelo deputado @orlandosilva. Há também quem considere que esse artigo deva ser excluído do projeto, inclusive é uma das reivindicações da @cdr_br. Mas a crítica a esse dispositivo não deve ser vista como uma oposição ao conjunto de um projeto de lei extremamente relevante e necessário para reduzir o poder desses grandes empresas internacionais de influenciarem o debate público no país.

Também é importante dizer que HOJE, sem o #PL2630 , essas Big Techs já investem milhões de reais na forma de parcerias e outros serviços, nos quais os grandes monopólios nacionais já são beneficiados em detrimento dos pequenos. O Google já indexa prioritariamente nos seus mecanismos de busca a grande mídia hegemônica. Os algoritmos das Big Techs já reduzem o alcance dos veículos da mídia alternativa e dos pequenos, e fazem isso sem qualquer transparência. O #PL2630 busca justamente para reduzir assimetrias dentro de um mercado de notícias que já é totalmente monopolizado. Posar de bom moço e dizer que é contra a regulação das Big Techs porque isso beneficia a Globo ou é inocência ou é se deixar manipular pelo poder do Google.

Quem acha que as Big Techs estão preocupadas em garantir a democracia no Brasil, em melhorar a qualidade do nosso debate público e promover o jornalismo parece que não viu o que aconteceu no nosso país nas eleições de 2018 e em outros países.

Fonte: https://waltersorrentino.com.br