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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

sexta-feira, 8 de julho de 2022

NOSSOS IRMÃOS QUILOMBOLAS! - "TODO O NOSSO RESPEITO AOS NOSSOS IRMÃOS QUILOMBOLAS! "- EDUARDO VASCONCELOS - PRESIDENTE DO CPC-RN

 

Imagem do Google

Quilombolas são os descendentes e remanescentes de comunidades formadas por escravizados fugitivos (os quilombos), entre o século XVI e o ano de 1888 (quando houve a abolição da escravatura), no Brasil. Atualmente as comunidades quilombolas estão presentes em todo o território brasileiro, e nelas se encontra uma rica cultura, baseada na ancestralidade negra, indígena e branca.

NÓS SOMOS A UBES!

 

A UNIÃO BRASILEIRA DOS ESTUDANTES SECUNDARISTAS

Fundada em 1948, no Rio de Janeiro, a entidade, composta pela união de secundaristas, atua para reivindicar avanços na educação e a expansão dos direitos dos estudantes brasileiros.

Presente em todos os 27 Estados do país e no Distrito Federal, a UBES é, ao lado da UNE (União Nacional dos Estudantes) e da Associação Nacional dos Pós-graduandos (ANPG), a maior referência da juventude organizada no Brasil.

Esta entidade organiza-se, basicamente, em três instâncias deliberativas:

  • O Encontro de Grêmios, que reúne os grêmios estudantis do Brasil; 
  • O Conselho Nacional de Entidades Gerais (Coneg), que agrega as entidades municipais e estaduais secundaristas;
  • O Congresso Nacional da UBES (Conubes), formado por todas as entidades e também por todos os estudantes que quiserem, de maneira livre, participar.  

Atuando em diversas frentes para canalizar as reivindicações dos estudantes brasileiros de instituições públicas e privadas do ensino fundamental, médio, técnico e pré-vestibular, a UBES está nas ruas e nas redes, em todas as esferas de governo e ao lado de diversos movimentos sociais do campo e da cidade.

Defendendo a soberania nacional, a democracia e o desenvolvimento sustentável do país, os secundaristas pedem a aplicação de suas vinte metas, entre elas, o investimento de 10% do PIB na educação.

A UBES batalha ainda pelo reconhecimento da meia-entrada para as atividades culturais e esportivas como um direito de todos os estudantes. Reivindica a reformulação do ensino médio, mais democracia nas escolas, o fim do machismo, do racismo e da homofobia no ambiente escolar e mais assistência estudantil.

Reforça a luta pelo passe livre estudantil, pela reforma política com o fim do financiamento empresarial de campanhas, pela desmilitarização da Polícia Militar e pela democratização dos meios de comunicação.

NOSSA HISTÓRIA

Fundada em 25 de julho de 1948, no Rio de Janeiro, a UBES carrega uma história de protagonismo nos principais momentos da vida nacional das últimas sete décadas. Já nos anos de 1950, o movimento estudantil encabeçou a campanha “O Petróleo é Nosso!” e a Revolta dos Bondes.

Após o golpe militar de 1964, a entidade foi posta na ilegalidade e muitos secundaristas morreram na resistência ao regime, tendo sua reconstrução apenas em 1981. 

Nessa década, foi linha de frente da campanha pelas “Diretas Já!” e conquistou o direito do voto aos 16 anos no Brasil. Em 1992, foram os estudantes secundaristas “cara-pintadas” os principais personagens da campanha Fora Collor.

A UBES resistiu contra o projeto neoliberal, as privatizações em setores estratégicos do país e o sucateamento da educação nacional durante o governo FHC e protagonizou vitórias, como a reserva de vagas para estudantes de baixa renda nas universidades e a Lei de Cotas nos anos Lula e Dilma.

Fonte: UBES

ONTEM (07/07) EDUARDO VASCONCELOS PRESIDENTE DO CPC-RN ESTEVE EM AUDIÊCIA COM A CHEFE DE GABINETE DA SEEC-RN - ANA MORAIS - EM PAUTA O CPC-RN!

 

Eduardo Vasconcelos, presidente do CPC-RN ontem (07) em Audiência com a Chefe de Gabinete da SEEC-RN, professora, ANA MORAIS.

Ontem (07/07/2022), o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, EDUARDO VASCONCELOS esteve em audiência com a Chefe de Gabinete da Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer- SEEC-RN, professora, ANA MORAIS, cujo objetivo é a Campanha recentemente laçada pelo CPC-RN ( Centro Potiguar de Cultura ), denominada de "COMPRA DA SEDE DO CPC-RN!". 

Professora, Ana Morais se prontificou a levar o assunto ao professor e Secretário, Getúlio Ferreira. Eduardo Vasconcelos agradeceu e certificou que protocolou na Governadoria ofício na á Governadora, FÁTIMA BEZERRA, oficializando pleito da COMPRA DA CASA, inclusive colocando o valor de uma casa em NOVA CRUZ, que custa em torno de 65 a 70 mil reais. Em ponto central de NOVA CRUZ - RN, cidade em que o CPC-RN tem ações constantes e de onde surgiu a ideia de Criar o Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, levando a uma grande reunião no dia 30/12/2009 no SESC de Ponta Negra - Natal - RN, onde surgiu a Fundação do CPC-RN. "UM SONHO A SER BREVEMENTE REALIZADO!"

Eduardo, finalizou agradecendo o apoio da professora, Ana e ao professor, Getúlio Ferreira, secretário da SEEC-RN, bem como a Governadora, FÁTIMA BEZERRA pelos apoios dados ao CPC-RN.


CULTURA POPULAR BRASILEIRA




Ela 
reúne elementos e tradições culturais que estão associados à linguagem popular e oral. 

Fundamentada no saber vulgar, de transmissão oral, embora se divida em componentes rural e urbano, a cultura popular ela foi e sempre será transmitida de geração em geração.

Fonte e Imagens do Google

quarta-feira, 6 de julho de 2022

O PRESIDENTE DO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN - EDUARDO VASCONCELOS TERÁ REUNIÃO AMANHÃ EM NATAL COM A CHEFE DE GABINETE DA SEEC-RN

 

Eduardo Vasconcelos - CPC-RN e a Chefe de Gabinete da SEEC-RN, ANA MORAIS, em reunião anteriores.

Nesta quinta-feira (7) o presidente do CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN, EDUARDO VASCONCELOS será recebido pela Chefe de Gabinete da SEEC-RN, ANA MORAIS, cujo objetivo será a entrega de ofício em prol do CPC-RN, que é a parceria entre o CPC-RN e a SEEC-RN-GOVERNO RN, visando a possibilidade da compra de uma sede para o CPC-RN, que atravessa momentos difícil e LUTA PELA SUA SEDE PRÓPRIA!

O CPC-RN é uma entidade sem fins lucrativos com foro e sede em Nova Cruz - RN, região do Agreste Potiguar, com reconhecimento de Utilidade Pública Municipal e Estadual.

Eduardo Vasconcelos acredita que desta vez vai dá certo, ou seja, O SONHO da compra da SEDE VAI SE TORNAR REALIDADE, pois dia 30 de dezembro deste ano o CPC-RN completará 13 anos de lutas, conquistas e realizações! Nada melhor que o sonho da SEDE PERMANENTE! Concluiu, Eduardo Vasconcelos - CPC-RN.

OPINIÃO: Revoga Já! – “Eu quero ser feliz agora” - Por Valdete Souto Severo

 

Por Valdete Souto Severo

‘Se alguém disser pra você não cantar
Deixar teu sonho ali pr’uma outra hora
Que a segurança exige medo
Que quem tem medo Deus adra
Se alguém disser pra você não dançar
Que nessa festa você tá de fora
Que você volte pro rebanho
Não acredite, grite, sem demora…
Eu quero ser feliz agora’
(Osvaldo Montenegro)

Com esse título, Osvaldo Montenegro tem uma música que, longe de ser hedonista, nos convoca a refletir sobre a ideologia da modernidade. Sobre a razão que nos convoca a adiar planos, a buscar adaptação, a ser eficiente para o sistema. Ouvindo-a, pensei no movimento Revoga Já. 

O movimento tem como pauta central a revogação da “reforma trabalhista”. Não há consenso sequer sobre o que exatamente significa esse termo. Para muitas pessoas, “reforma trabalhista” é sinônimo da Lei 13.467/2017, o maior ataque à proteção social em um único texto legal. O título “reforma trabalhista” foi cunhado por quem atuou para fazer aprovar essa lei, de forma ostensiva ou nos bastidores, através da reprodução de “notícias” sobre os supostos avanços que com ela seriam alcançados. O propósito do termo era construir a retórica de que se tratava de melhoria, a nova forma de uma lei apontada como velha, em uma sociedade na qual velho é sinônimo de descartável, de algo ultrapassado. 

“Reforma trabalhista”, porém, logo passou a ser identificada por alguns como expressão de um movimento de alterações legislativas que iniciam com a EC 95/2016 (a PEC do “fim do mundo”), que congelou gastos sociais por 20 anos, e segue se concretizando com as leis 13.429, 13.467, 13.874, 14.020, EC 103, além de outras que compõem um quadro de retirada de direitos cada vez mais profundo. 

Há, por fim, quem pensa o termo como algo ainda mais amplo. Abrange essas leis, mas também as decisões judiciais que negam ou destroem direitos; os entendimentos da Justiça do Trabalho que autorizam a burla aos limites constitucionais de proteção ao trabalho; as medidas provisórias que a pretexto de enfrentar a pandemia colocaram trabalhadoras e trabalhadores em situação de ainda maior precariedade; a revisão das normas de proteção à saúde. Ou seja, por “reforma trabalhista” temos um movimento organizado de destruição daquilo que compreendemos como direito material e processual do trabalho. 

O movimento Revoga Já! tem a oportunidade de colocar em pauta inclusive essa disputa semântica sobre o alcance da expressão, tornando claro o objetivo dessa mobilização de entidades ligadas ao mundo do trabalho.

É aí que a música de Osvaldo Montenegro encontra, em minhas reflexões, o movimento Revoga já. Revogar é necessário, falar disso é essencial. Sem enunciar o problema, sequer conseguimos compreendê-lo, para poder enfrentá-lo. Ainda assim, é preciso saber o que queremos revogar e, sobretudo, o que colocaremos no lugar do que temos agora. Pois o que temos agora é o completo descompromisso com a ordem jurídica de proteção social. É preciso, então, saber se a disputa é pela possibilidade de ser feliz agora ou se estamos apenas ganhando tempo, enquanto o Direito do Trabalho já respira por aparelhos.

O problema é que esse agora de descompromisso com os direitos sociais não inicia em 2016. Vem de longe. Finca raízes em uma história feita de escravização, autoritarismo e exceção, na qual direitos sociais nunca foram realidade, para boa parte da classe trabalhadora. Afinal, não há como falar em um novo tempo, sem superar a ausência de compromisso com a garantia contra a despedida ou com o direito fundamental à relação de emprego, ambos previstos no inciso I do artigo 7º da Constituição. Ambos, negligenciados de forma reiterada nessas últimas três décadas, através da facilitação das despedidas, da manutenção de regras inconstitucionais como aquela da justa causa, da aceitação de formas de exploração do trabalho sem proteção alguma, no universo daquilo que se convencionou denominar “uberização”.

Na música, Montenegro diz “se alguém vier com papo perigoso de dizer que é preciso paciência pra viver, que andando ali quieto, comportado, limitado, só coitado, você não vai se perder”, é preciso fazer o contrário: jogar-se na “primeira ousadia, que tá pra nascer o dia do futuro que te adora”. O que ele está dizendo é que é preciso ir mais longe, desejar profundo, pois o que está em disputa é uma vivência que faça sentido. Ser feliz, nesse contexto, não é prerrogativa do indivíduo. Depende de construir uma sociedade, na qual todas as pessoas tenham condições de bem viver. Os direitos sociais trabalhistas, em uma sociedade capitalista, são, no mais das vezes, o único caminho para isso. 

O recado de Montenegro, transposto para o mundo do trabalho, é aquele em que Jorge Souto Maior e eu viemos insistindo há muito tempo. É urgente abandonar o discurso do mal menor. O que tem sido feito, desde a Constituição de 1988, com um direito que foi reconhecido como condição de possibilidade para o bem viver, torna cúmplices da destruição todas aquelas e aqueles que, por ação ou omissão, compactuam, aceitando terceirização, quitação de contrato em acordo trabalhista, jornada de 12h, falsos prepostos, falsas garantias para a execução. Os exemplos são tantos. 

É de um outro discurso para o Direito do Trabalho que precisamos. Revogar uma lei ou um conjunto de leis, só será relevante se a revogação for integral e se for concebida como o primeiro passo para a construção de uma outra teoria, que implique uma prática absolutamente diversa em relação aos direitos trabalhistas. 

É urgente revogar a integralidade das leis 13.429, 13.467, 13.874, as Emendas Constitucionais 95 e 103. Mas é também urgente exigir que se reconheça o dever de motivação da despedida, o direito fundamental à relação de emprego, o fim de todas as formas de terceirização. É necessário que se discuta, como já fazem outros países, a redução da jornada de 8h, acabando com qualquer possibilidade de extensão para além desse limite perverso. É preciso que se restabeleçam critérios de juros e correção monetária, que efetivamente reponham a perda em relação aos créditos trabalhistas. É necessário acabar de vez com qualquer forma de prescrição de crédito alimentar. É urgente que se elimine, definitivamente, a possibilidade de conciliação que implique renúncia e contenha cláusula de vedação de acesso à justiça, como a tal “quitação de contrato”. É preciso reconhecer a função das partes em audiência, para ultrapassar compreensões distorcidas do texto legal que permitam às empresas levarem atores/atrizes para as salas de audiência, pessoas completamente estranhas à relação social de trabalho, que estudaram documentos para serem arguidas, como se estivessem em uma prova de concurso, e não depondo sobre fatos relevantes para a análise de situações que atingem diretamente a vida de trabalhadoras e trabalhadores. É necessário levar a sério normas de segurança da saúde de quem trabalha. É preciso entender a importância da garantia de uma execução de crédito alimentar. 

A lei 13.467, com todo o potencial destrutivo que possui e que tem se materializado em entendimentos e decisões que fazem da ação judicial uma alternativa rejeitada pela maioria de quem sofre danos em uma relação de trabalho, não é – nem de perto – o pior dos nossos problemas, caso ousemos construir uma realidade de compromisso com a ordem jurídica fundada na dignidade humana. E não estou falando de atos revolucionários ou de mudanças estruturais que, sem dúvida alguma, também precisam ser enunciadas e discutidas com seriedade, afinal chegamos a um ponto de esgotamento ecológico dessa forma de sociabilidade. 

“Eu quero ser feliz agora” deve ser o subtítulo de uma campanha que busque a revogação de leis inconstitucionais, mas que também pretenda uma profunda mudança no discurso legislativo e judicial. Do contrário, estaremos apenas servindo para que uma vez mais movimentos legítimos sejam transformados em argumento de (falsa) composição de interesses. Já tem gente por aí dizendo que, se “não for possível a revogação integral”, que discutamos a alteração de alguns dispositivos da “reforma”. Ora, isso significa perder de saída, negar a própria luta, capitular antes mesmo da disputa. Para isso, não precisa encontro, não servem reflexões mais profundas, nenhum movimento. Basta uma mesa, alguns homens de terno, um aperto de mãos e o Direito do Trabalho seguirá sendo, na prática, a negação reiterada de sua própria razão de existência.

Valdete Souto Severo é doutora em Direito do Trabalho pela USP/SP, juíza do trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da Quarta Região, professora de Direito e Processo do Trabalho da UFRGS e escritora.

Fonte: CTB NACIONAL

Projeto abre inscrições de curso gratuito de capacitação profissional para jovens de 16 a 25 anos

Foto: Divulgação

O Coletivo Online divulga inscrições para curso gratuito de capacitação profissional de jovens de 16 a 25 anos. O curso é uma realização do Instituto Coca-Cola Brasil que, em Natal, tem como um dos seus locais de atuação a Atitude Cooperação (Zona Oeste de Natal). As inscrições estão disponíveis neste formulário online e seguem até o dia 24 de julho.

São 760 vagas disponíveis para este novo ciclo do curso Coletivo Online Atitude Cooperação. Para se candidatar a uma das vagas, os requisitos são: ter entre 16 e 25 anos, morar em comunidades urbanas de baixa renda, ter concluído ou estar cursando o Ensino Médio.

O formato do programa permite que o jovem faça o curso de qualquer lugar, a qualquer momento, através de seu WhatsApp, aplicativo amplamente utilizado por jovens que podem ter problemas de conectividade. O conteúdo do Coletivo Online conta com 11 videoaulas curtas e objetivas, focadas em temas do mundo do trabalho, elaboração de um plano de vida, planejamento financeiro, construção de currículo e como se preparar para entrevistas e processos seletivos.

Os participantes terão até 4 semanas para assistir às videoaulas e fazer as atividades práticas. Ao final do curso, recebem um certificado de conclusão e podem realizar o cadastro nas comunidades de vagas do programa, com a possibilidade de se candidatar aos processos seletivos de uma rede de parceiros de mais de 400 empregadores.

Atuação que gera impacto

A iniciativa faz parte da Plataforma Coletivo Jovem, que tem como foco a empregabilidade de jovens de 16 a 25 anos, em situação de vulnerabilidade social. Desde o início de sua implementação, em 2009, a Plataforma, nos formatos presencial e online, já impactou mais de 300 mil jovens em comunidades brasileiras espalhadas por todos os 26 estados do país + DF, chegando a 1.857 municípios. Do total de beneficiados, mais de 80 mil tiveram acesso ao mercado de trabalho. A aceleração de iniciativas digitais está conectada ao compromisso do Instituto Coca-Cola Brasil de impactar milhões de jovens na temática de inclusão produtiva como uma das alavancas de transformação e crescimento econômico para o país.

Sobre o Instituto Coca-Cola Brasil

O Instituto Coca-Cola Brasil (ICCB) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que, há 23 anos, tem como missão a transformação social em larga escala por meio da articulação de parceiros e da capilaridade do Sistema Coca-Cola Brasil. Reconhecido por sua tecnologia social e capacidade de escala, assumiu o compromisso público de, até 2030, impactar milhões de jovens através do empoderamento econômico, incluindo intencionalmente as perspectivas de equidade de gênero e raça. Até hoje, o ICCB já beneficiou 518 mil pessoas.

Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS

Caso de morte por engasgo reforça necessidade de ensino de primeiros socorros em escolas do RN

 

Foto: Reprodução

A morte de uma menina de um ano vítima de engasgo numa creche no Rio de Janeiro, que repercutiu em todo o Brasil na última semana, traz um alerta para a necessidade de instituições que acolhem crianças estarem prontas para prestarem primeiros socorros. No Rio Grande do Norte, uma legislação estadual determina a obrigatoriedade desse preparo.

A lei em questão é a 10.918, sancionada em 2021, que cria o programa “Lições de Primeiros Socorros”, nos estabelecimentos das redes pública e privada de ensino de educação básica do Estado. A iniciativa foi proposta pelo deputado estadual Hermano Morais (PV).

Segundo o parlamentar, o programa tem por objetivo capacitar professores e funcionários das escolas e creches para identificar e agir preventivamente em situações de emergência e urgência médicas, até que o suporte médico especializado, local ou remoto, se torne possível.

“Essa iniciativa encontra respaldo na Lei Lucas, que é federal, e já existe em outros estados do país, a exemplo de São Paulo. O ensino de primeiros socorros garante uma maior segurança em situações de emergências e precisa ser implementado urgentemente no Rio Grande do Norte. A sanção acaba de completar um ano, já que ocorreu em junho do ano passado, mas ainda não ocorreu a sua efetivação”, conta Hermano.

Dados do Ministério da Saúde mostram que mais de 110 mil crianças e adolescentes de até 14 anos são hospitalizados no Brasil em razão de acidentes domésticos ou escolares. Outros 3,6 mil morrem anualmente pela mesma causa.

Maria Thereza faleceu em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, por asfixia provocada por um pedaço de maçã. João Valentim dos Santos Netos, delegado da Polícia Civil, aponta que o caso não é tratado como acidente e sim como negligência. “Houve uma baixa qualidade no atendimento. Se tivesse sido prestado um socorro rápido, eficiente, isso com certeza aumentaria as chances de vida da menina”, disse ele.

A legislação potiguar entrou em vigor ainda em 2021, seis meses após a publicação da sua sanção. A regulamentação ainda não foi publicada pelo Governo. Orientações a pais e alunos também estão previstas no escopo da lei, que abrange as comunidades escolares tanto da Educação Infantil quanto dos ensinos Fundamental e Médio.

Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS

terça-feira, 5 de julho de 2022

Escola e a Produção Científica – uma experiência no Seridó - Por Professor Carlos Gomes

 

Professor CARLOS GOMES

omeçamos nossa coluna de hoje cumprindo a promessa de trazer uma experiência muito interessante no chão da Escola e verificando o que está colocado na Base Nacional Comum Curricular:

Desta forma, a coluna de hoje está na Escola Estadual Raimundo Silvino da Costa – EERSC, na bela cidade de São José do Seridó. Imagine amigo leitor, em plena pandemia do Covid 19 no ano de 2020, alunos do 2º ano A e B aqui com 50 alunos representados por João Vitor, Anna, Rhauana, Elen e Mariana, coordenados pelo Prof. Dr. Josimar Araújo de Medeiros, iniciaram o Experimento com a ATIVIDADE DE CAMPO EM GEOGRAFIA EM TEMPOS DE PANDEMIA: PESQUISA PARA PRODUÇÃO DE MUDAS DE BUGANVÍLIA. Era difícil pensar, mas não foi impossível fazer.

Segundo o Professor Josimar:

De acordo com Foschini (2017) a Buganvilia (B.spectabilis) é uma espécie nativa do Brasil, sendo considerada a grande descoberta de uma viagem francesa que passou pelo país no século XVIII. A denominação buganvília homenageia o conde e navegador francês Louis-Antoine Bougainville que, após descobrir essa espécie no Brasil em 1790, introduziu-a na Europa.

Então, para começar o experimento foi elaborada a seguinte questão. É possível a produção de novas plantas da espécie Buganvília por estaquia? A hipótese aventada foi que as estacas de buganvília são viáveis para a produção de mudas desde que estejam sob local sombreado. O grupo quer saber da viabilidade da produção de mudas de buganvília por estaquia na medida que o estudo se torna interessante, segundo Professor Josimar.

“No município de São José do Seridó, a Buganvília é registrada na zona urbana e rural, o que demonstra um apreço da população pelo potencial ornamental. Apesar disso, na unidade de produção de mudas situada na escola do estudo, não se produzia mudas do vegetal, pois ainda não tinha domínio  da técnica de produção. São essas as motivações do estudo. São muitos os registros de populares que já experimentaram a produção de mudas do vegetal por estacas, sem êxito”.

E começa o processo de construção do Projeto, pesquisa-se sobre o conhecimento científico da espécie, vídeo conferência via google meet para o planejamento na pandemia, se organiza o quantitativo de materiais necessários para o Experimento, verifica-se as condições ambientais precisas às plantas, toma-se o cuidado com aspectos de sustentação da vida das plantas no processo, tudo feito com critérios de cientificidade.

Professor Josimar diz que: “Após 30 dias, 36 estacas (72%) foram viáveis. Após a formação de folhas, foram transportadas para local expostas ao sol, permanecendo por 30 dias, para promover a aclimatização. Foram plantadas no interior da EEPRSC e nas vias públicas de cidade”

A discussão do projeto, organização do canteiro e movimentação das mudas na cidade de São José do Seridó, que está na região localizada no semiárido nordestino, tem muitas necessidades de projetos como este e que possam trabalhar a cobertura vegetal e combata o fenômeno da desertificação e tudo o que a degradação representa para o meio ambiente.

Veja , amigo leitor, em 2002 o alerta posto sobre a desertificação no semiárido potiguar.

Assim como o alerta de 2002 e outros alertas de períodos anteriores, com muita emergência temos que, toda forma de aumentar a cobertura vegetal da região, construindo alternativas de melhorias no ambiente afetado seja rural ou urbano, se torna premente e o experimento mostra que é possível. Caro leitor, para além da questão ambiental o Professor Josimar nos relata que surge também a venda das mudas pelos alunos na feira da cidade, constituindo uma pequena atividade econômica.

Aparece então a possibilidade de uma atividade promovida pelo Experimento Científico para colaborar com os custos da ação na Escola. Amigo leitor, peço que venhamos pensar no futuro, porque não? E mais adiante no tempo, quem sabe, quantos profissionais na atividade agrícola irão surgir dessa Experimentação Científica na Escola? A Escola logo, logo saberá.

O aluno na época João Vitor Pereira, futuro estudante de Graduação em Ciências Contábei fala sobre a Experimentação Científica voltada para a intervenção da paisagem na Escola e para a cidade de São José do Seridó. Vamos à descrição do áudio:

“Não sou muito bom em expressar assim, mas eu vejo que é um trabalho muito bonito assim muito, uma palavra que quero dizer muito desenvolvido porque libera uma planta aqui que muita gente principalmente na nossa cidade muita gente tinha vontade de ter e não encontrava quando encontrava eram valores altos, como a cidade não tem alta renda é uma renda básica muitos não tinham condições de ter e com o nosso projeto todo mundo assim que tinha vontade de ter conseguiu é tanto, que a procura foi muito grande Graças a Deus e eu vejo que é muito proveitoso dá muito sucesso”. Eu passando assim, como uma pessoa que ando muito tanto na zona urbana como na zona rural, vejo que graças ao nosso projeto muita gente tem exemplares já tem filhos delas que eu já vi fizeram, aprenderam já até manusear e fazer estufa para poder ela se aumentar e eles sempre buscam melhorar e aumentar eu vejo um projeto muito bom eu acho que entre todos foi um dos melhores projetos que já houve aqui no município e muita gente quer e a procura é muito grande ainda.”

Muito interessante o relato de João Vitor Pereira, vocês não acham? É interessante o impacto produzido pelo Experimento e que produz até os dias de hoje, Caro leitor, queremos na coluna ter o propósito de valorizar e dar visibilidade à produção científica dos nossos educadores do chão da Escola. Desta forma, divulgamos que o Professor Josimar estará lançando brevemente mais um trabalho: Importância da Faveleira na Restauração Ecológica de Paisagens Degradadas no Semiárido Brasileiro: Estudos Realizados entre 1999 e 2022. Quem estiver interessado no tema de tanta importância, entre em contato pelo telefone: (84) 9878871400 ou pelo E-mail: josimarsaojosedoserido@gmail.com

Para mais informações: segue o link do experimento. Desde já agradecemos imensamente o apoio do Professor Dr Josimar Araújo de Medeiros com toda sua equipe de alunos, a Escola Estadual Raimundo Silvino da Costa – EERSC com toda equipe de gestão administrativa e equipe pedagógica como também, a 10ª Diretoria Regional de Educação e Cultura – Direc, da bela cidade de São José do Seridó. E claro, agradecemos aos nossos leitores por nos dar um pouco da sua valiosa atenção. Finalizando, deixo para vocês a palavra do nosso valioso mestre Paulo Freire que diz: “Ninguém nasce feito, é experimentando-nos no mundo que nos fazemos.” Muito obrigado e até a próxima com a Graça de Deus.

Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS

Polícia prende suspeito por tiroteio que matou seis pessoas em parada de 4 de julho nos EUA

 Foto: Reprodução

A polícia prendeu na noite de segunda-feira (4) Robert E. Crimo III, suspeito de ser o atirador que matou seis pessoas em um desfile em comemoração ao Dia da Independência, nos Estados Unidos.

O homem, de 22 anos, foi detido perto de Lake Forest, no estado de Illinois, disseram autoridades durante uma breve entrevista coletiva.

As autoridades disseram que Crimo foi visto por um oficial do norte de Chicago que organizava uma blitz de trânsito. Crimo fugiu da blitz e os policiais iniciaram uma perseguição, até o homem ser detido em Lake Forest. 

Ele foi detido e levado para o departamento de polícia de Highland Park.

Quando questionadas, as autoridades disseram que ainda estão chamando Crimo de “pessoa de interesse” enquanto o investigam e o conectam ao crime.

Tiroteio

Um tiroteio no centro de Highland Park, cidade em Illinois, EUA, durante um desfile de 4 de julho deixou ao menos seis pessoas mortas nesta segunda-feira (4).

A cidade de Highland Park, um subúrbio a cerca de 40 quilômetros ao norte de Chicago, cancelou o desfile do Dia da Independência após a tragédia.

O tiroteio fez com que as crianças abandonassem os triciclos e os pais corressem em busca de segurança com seus filhos, transformando uma demonstração cívica de patriotismo em uma cena de caos em pânico.

“Parecia fogos de artifício”, disse o médico aposentado Richard Kaufman, que estava do outro lado da rua de onde o atirador abriu fogo, acrescentando que ouviu cerca de 200 tiros.

Mais de 36 pessoas ficaram feridas, principalmente por tiros, disse Jim Anthony, porta-voz do NorthShore University HealthSystem. As 26 vítimas levadas para o hospital de Highland Park tinham entre 8 e 85 anos, disse Brigham Temple, médico do pronto-socorro.

O jornal “New York Times” nomeou um dos mortos como Nicolas Toledo, de 76 anos, que estava em uma cadeira de rodas e não queria participar do desfile, mas suas deficiências exigiam que ele estivesse perto de alguém em tempo integral e sua família não queria perder o evento.

“Estávamos todos em choque”, disse sua neta Xochil Toledo. “Achamos que era parte do desfile”.

Pelo menos um dos mortos era mexicano, disse um alto funcionário do Ministério das Relações Exteriores mexicano no Twitter.

A polícia disse que o tiroteio ocorreu do telhado de uma empresa que o atirador alcançou através de uma escada de beco anexada ao prédio.

Joe Biden

O presidente Joe Biden disse que ele e sua esposa Jill ficaram “chocados com a violência armada sem sentido que mais uma vez trouxe tristeza a uma comunidade americana neste Dia da Independência”.

Biden disse que “agravou a polícia federal para ajudar na busca urgente pelo atirador”.

Em sua declaração, Biden se referiu à legislação bipartidária de reforma de armas que ele assinou recentemente, mas disse que muito mais precisa ser feito e acrescentou: “Não vou desistir de lutar contra a epidemia de violência armada”.

A população de Highland Park é de 30.000 habitantes e quase 90% de brancos, de acordo com o US Census Bureau. Cerca de um terço da população é judia, de acordo com a Agência Telegráfica Judaica.

O tiroteio provavelmente reacenderá o debate americano sobre o controle de armas e se medidas mais rígidas podem evitar tiroteios em massa que acontecem com tanta frequência nos Estados Unidos.

Fonte: CNN

Com Potiguar Notícias

Julho Verde: Campanha alerta para prevenção do câncer de cabeça e pescoço

 

A Sociedade Brasileira de Cabeça e Pescoço (SBCCP), em parceria com a Associação Brasileira de Câncer de Cabeça e Pescoço (ACBG Brasil), realiza neste ano a sexta edição do Julho Verde. Em 2022, a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que surjam 36.620 novos casos de câncer de cabeça e pescoço, incluídos nesse total os tumores de boca (cavidade oral), laringe e tireoide. Fique atento! Procurando um especialista na fase inicial da doença, as chances de obter sucesso no tratamento são grandes.

Anualmente, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra casos de cânceres de cabeça e pescoço, denominação genérica de tumores que se originam em regiões das vias aéreo-digestivas, como boca, língua, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe e seios paranasais. Os principais fatores de risco para estes tumores são:

 ● Consumo de tabaco (todos os tipos de cigarros, charutos e cachimbos) e álcool;

● Má higiene bucal;

● Infecção viral pelo vírus do papiloma humano (HPV), transmitido principalmente através de relações sexuais desprotegidas (inclusive sexo oral);

● Consumo de bebidas quentes, principalmente as tradicionalmente servidas em temperaturas muito altas, como o chimarrão/mate;

● Exposição excessiva ao sol (câncer de lábios, couro cabeludo);

● Exposição durante o trabalho à poeira de madeira, poeira de têxteis, pó de níquel, colas, agrotóxicos, amianto, sílica, benzeno, produtos radioativos;

● Infecção pelo vírus de Epstein-Barr (EBV), que pode causar a mononucleose infecciosa, uma manifestação do vírus transmitida por contato com outras salivas.

Neste contexto, destaca-se o diagnóstico tardio: a cada quatro novos casos, três chegam em estágio avançado da doença, resultando no óbito de cerca de 50% desta população. Por isso, procure um médico ou dentista, caso sejam identificados um ou mais dos principais sintomas e sinais que durem por duas semanas ou mais:

Aparecimento de nódulo no pescoço

Manchas brancas ou avermelhadas na boca

Ferida que não cicatriza em duas semanas

Dor de garganta que não melhora em 15 dias

Dificuldade ou dor para engolir

Alterações na voz ou rouquidão por mais de 15 dias

Esses sinais também são causados por outras condições clínicas. Portanto, é importante conversar com seu médico.

 ESTIMATIVA PARA 2022

Boca (cavidade oral) = 15.190, sendo 11.180 em homens e 4.010 em mulheres

Laringe = 7.650, sendo 6.470 em homens e 1.180 em mulheres

Tireoide = 13.780, sendo 1.830 em homens e 11.950 em mulheres

TOTAL = 36.620 novos casos de câncer de cabeça e pescoço, sendo 19.480 em homens e 17.140 em mulheres.

 Mesmo após o tratamento, que pode ser realizado com cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou imunoterapia, o câncer de cabeça e pescoço pode causar sequelas irreversíveis, mexendo com a estética facial, com a deglutição e alimentação, com a fala e a voz.

A SBACV e a ACBG Brasil trabalham para que, em 2022, a Campanha Nacional de Prevenção do Câncer de Cabeça e Pescoço alcance todos os estados do Brasil, abordando tanto a questão da prevenção, quanto do diagnóstico, tratamento e reabilitação. O Julho Verde ocorre do dia 1.º ao 31 de julho, sendo 27/07 o Dia Mundial de Prevenção do Câncer de Cabeça e Pescoço.

No Rio Grande do Norte, o médico Luis Eduardo Barbalho de Melo, da SBCCP, é o representante da campanha.

Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS


segunda-feira, 4 de julho de 2022

CONHEÇA O BAIRRO DA RIBEIRA EM NATAL - RN

 

Foto de Eduardo Vasconcelos - Teatro Alberto Maranhão
Foto de Eduardo Vasconcelos: Antiga Rodoviária da Ribeira
Foto de Eduardo Vasconcelos: SOLAR BELA VISTA
Prédio da Antiga sede da Secretária Estadual de Saúde do Estado do RN
Foto: EDUARDO VASCONCELOS

O Bairro da Ribeira em Natal, capital do Rio Grande do Norte, basicamente onde tudo começou! Um bairro onde a boemia se reunia, inclusive marinheiros americanos, claro em sua maioria era ponto de encontro da velha guarda natalense!

Hoje vários prédios que fazem parte da história de NATAL, encontra em situação de calamidade!

Mas ainda vale a pena visitá-la! Lembre! Foi basicamente a onde tudo começou, ou seja a BOEMIA e o AMOR por prédios lindos e com representações importantes.

Claro que os governantes precisam fazem algo para quê a nossa RIBEIRA volte a ser símbolo de história, reencontros para um gostoso BATE-PAPO! Adotem essa ideia!

Eduardo Vasconcelos
Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, radialista, blogueiro e ATIVISTA

PRESIDENTE DO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN - EDUARDO VASCONCELOS ESTARÁ EM NATAL ESTA SEMANA EM AUDIÊNCIAS COM O PODER EXECUTIVO DO RN

 

Imagem: DANDARA, SIMBÓLO DE LUTA E RESISTÊNCIA!

O presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, EDUARDO VASCONCELOS, estará em NATAL mantendo contatos com os poderes executivos e legislativo, visando apoio ás lutas da entidade! Eduardo Vasconcelos visitará órgãos como, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Governadoria e Secretarias de Educação, bem outros órgãos, como a Fundação José Augusto - FJA, visando apoios aos projetos e sonhos do CPC-RN.

O Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, é uma instituição, sem fins lucrativos, reconhecida como de Utilidade Publica, fundada em 30 de dezembro de 2009 no SESC de PONTA NEGRA - NATAL - RN. Com sede em NOVA CRUZ-RN, desde sua fundação.

Um dos maiores SONHOS DO CPC-RN é a sua SEDE PRÓPRIA! Por isso a luta e o sonho devem continuar! 

O CPC-RN, já promoveu vários eventos, cursos, entre outras, além as lutas populares!

A instituição se prepara para o ANIVERSÁRIO DOS SEUS 13 ANOS, que ocorrerá dia 30 de dezembro deste ano!


domingo, 3 de julho de 2022

Para quem? Para que? Sobre o que? -

Mônica Cavalcante

É isso mesmo. Este será o nosso primeiro título, que também será o tema.

E já começo fazendo revelações: não vou mais apagar, rasgar, esconder meus textos... “liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós...”

Pensei por tanto tempo, que nunca o tempo todo do mundo fora suficiente para tudo ou tanto a ser dito.

E para quem, né? Para mim e para quem possa ou queira saber.

Sobre quase tudo eu tenho uma opinião, e juro, não sei de onde sai tanta ideia... é praticamente um “sincericídio”...

Terapia nunca foi suficiente. E eu penso que há muitas pessoas bem assim bebendo um grande gole de “PARA MIM TAMBÉM NÃO”.

A gente precisa só precisa às vezes de uma enorme fila de posto de saúde para desabafar, né não minha gente? Ficar horas competindo quem tem mais dores e mais problemas. Quem está perdendo dia de serviço sem saber nem se vai ter atendimento. Aí, cada uma fala de suas meninas e meninos, companheiras e companheiros. Eita, vida boa aperreada.

É tanto sobre cada uma. E há tanto sobre cada uma de nós na outra. Tanto assunto. Mas só esse pouquinho de tempo que a mulherada se junta é uma amizade danada.  Já sabe os nomes, onde mora, o número do zap. E vai-se embora um pouquinho da tristeza e dá lugar à alegria.

E assim seguimos aprendendo sobre a vida, dividindo as experiências, multiplicando as risadas.

Mas nesse no meio disso tudo, o que nós mulheres buscamos entender é sobre o que é ser mulher em si e no seu cotidiano, buscando por uma nova forma de concepção sobre liberdade e igualdade. Seja menina moça, jovem adulta, mais experiente, mais adulta, as nossas mais velhas, e muitas trocas são feitas, afinal, ao redor do mundo todo, todo dia é dito às mulheres sobre como “cuidar dos filhos e da casa”, sobre o que a mulher pode ou não fazer.

Aí voltando sobre “para quem? para que? sobre o que?”,  esta será sempre uma pretenciosa coluna que se permitirá dialogar com essa pauta tão sobre nós, sobre a QUESTÃO DE MULHER!

Algumas vezes mais leves, outras um pouco mais tensas, mas sempre necessárias.

Já deixo um convite. Escreve para gente. Sugere tema, diz o que pensa sobre o que escrevemos e sobre o devemos escrever. Vem com a gente!

Nesse espaço temos um compromisso: SER MULHER E O QUE ELA QUISER!

Fonte: Potiguar Notícias