A Educação não faz parte das prioridades do governo Bolsonaro. Prova disso são os cortes de verbas, que reduzem substancialmente todo o aporte financeiro das Instituições Federais de Ensino.
Após as eleições das Presidências para Senado e Câmara, na qual Bolsonaro empenhou R$ 3 bilhões para comprar seus resultados, o Governo Federal apresentou 35 prioridades ao Legislativo. Apenas uma delas tratava sobre Educação, e para falar de homeschooling.
A tentativa de colocar docentes, técnico-administrativos, terceirizados e estudantes em regime de ensino presencial sem a imunização de todos pode gerar milhares de novas mortes.
O SINASEFE não aceitará o retorno do trabalho presencial sem vacina, sem imunização coletiva e sem protocolo sanitário. Se for necessário, faremos greve sanitária em defesa da vida.
Queremos a volta da normalidade do ambiente educacional, mas não podemos caminhar na direção da irresponsabilidade e da morte contra qual o Governo Federal nos joga.
Aula presencial só com vacina para todos!

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