Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
Você conhece a cidade de Santa Cruz? Ela está localizada na região do Agreste Potiguar, a 122 quilômetros de Natal.
É lá, no topo do Monte Carmelo, onde está a maior estátua religiosa do mundo, a imagem de Santa Rita de Cássia. Ela foi construída em 2010, e recebe multidões de fiéis e romeiros durante todo o ano.
A estátua tem 56 metros de altura, quase 50% acima do Cristo Redentor, que mede 38 metros. Sua construção teve início em 2007 e durou três anos até a inauguração em 26 de junho de 2010, ao custo total de mais de R$ 6 milhões.
A estrutura foi projetada pelo arquiteto Alexandre Azevedo de Lacerda. É suportada por uma parede de concreto com 8 centímetros de espessura em toda a sua extensão.
Em baixo da estátua gigantesca, ainda no alto do monte, o visitante conta com o Complexo Religioso Alto de Santa Rita de Cássia. Ele é composto por sala dos milagres, pela praça do romeiro, auditório, lojas de artesanato, mirante, restaurante, lanchonete, banheiros e amplo estacionamento.
Hoje, graças à tradição religiosa e a fé em Santa Rita de Cássia, o turismo tem movido a economia da cidade. Ela é um dos grandes pólos do turismo regional potiguar, e um dos principais roteiros do turismo religioso do Nordeste.
Quer conhecer melhor esse monumento? Veja um vídeo sobre ele:
Jovens de todo Brasil contam como a rede federal de ensino já vive falta de materiais e até de água após cortes orçamentários.
Meu IF vai funcionar até quando? É o que questionam estudantes de Institutos Federais do Brasil todo na campanha SOS IF. No segundo semestre, a redução orçamentária já tem tido consequências práticas e estudantes planejam novos protestos para terça-feira (13/8), a exemplo das enormes mobilizações em 15 e 30 de maio.
No perfil do instagram @SOS_IF é possível ouvir em diferentes sotaques os mesmos problemas: falta material de laboratório, verba para reforma, transporte para visitas técnicas e até alimentação ou água, além de terceirizados demitidos.
No primeiro semestre, o movimento #TiraAmãoDoMeuIF foi a primeira reação aos cortes de Bolsonaro para a Educação. Os secundaristas foram em peso para as ruas em todos os estados no #15M e 30M.
Defender os IFs é defender o Brasil
Rozana Barroso, diretora de Escolas Técnicas da UBES, lembra que, ao associar ensino médio ao tecnológico, os Institutos Federais não são essenciais apenas para a juventude, mas também para todo o país:
“Essa campanha é importantíssima para o Brasil. Defender os IFs é defender o desenvolvimento e soberania. Esse é o papel dos verdadeiros patriotas”.
Triplicar o ensino médio integrado ao técnico, assegurando qualidade, é uma das metas do Plano Nacional de Educação para 2024.
Importância dos IFs
A grande vantagem dos IFs e colégios federais é oferecer ensino científico e tecnológico sem diminuir conteúdos de outras áreas, como história ou filosofia. A reforma do Ensino Médio sancionada em 2017, pelo contrário, exige que os interessados em formação profissional abram mão de outras formações.
Com grande expansão entre 2003 e 2016, as unidades dos IFs passaram a chegar em pequenos municípios, por isso são instituições também de grande papel social. Em muitas localidades, institutos federais significam a única oportunidade de formação e transformação de vida.
Novo ato nacional convocado pelos estudantes defenderá a Amazônia e a educação
por Renata Bars.
Os estudantes brasileiros vêm marcando forte posição contra os desmandos do governo Bolsonaro. Foi assim no mês de maio e no último mês de agosto quando cidades de todo o país foram ocupadas por milhares de jovens no ‘’tsunami da educação’’. No próximo 7 de setembro, dia em que é comemorada a independência do Brasil, o movimento vai às ruas novamente para mostrar que a luta não esmorece.
Se ainda te restam dúvidas, o site da UNE preparou 7 motivos especiais para você vir somar com a gente. Confira:
1-AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA É COISA SÉRIA
Bolsonaro tem tomado decisões contrárias aos Conselhos Universitários. A escolha de reitores que não foram eleitos pela comunidade acadêmica, composta de representantes discentes e docentes, fere a democracia e coloca em xeque o futuro da educação pública.
2 – FUTURE-SE OU VIRE-SE?
O projeto lançado pelo MEC ignora o problema imediato das universidades que permanecem sem recursos e podem ter suas gestões terceirizadas para Organizações Sociais. É a universidade pública nas mãos do mercado!
3 – FANTASMA DA PRIVATIZAÇÃO
Sucatear as universidades é um dos passos para privatizar a educação pública. Ao passo que recursos são retirados, empresas aparecem como solução para o financiamento. A educação deve ser de todos.
4 – ATAQUES À CIÊNCIA
O presidente Jair Bolsonaro segue questionando dados científicos produzidos por institutos de pesquisa federal. “Tenho a convicção que os dados são mentirosos” foi uma das inúmeras das frases usadas por ele para desmerecer as informações fornecidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) sobre o desmatamento da Amazônia.
5 – DEVOLVAM NOSSAS BOLSAS
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) suspendeu no último mês de julho a divulgação dos selecionados para a segunda fase de um edital de concessão de bolsas de pesquisa científica. A entidade afirmou que está sem recursos financeiros e que a suspensão vai até o dia 30 de setembro.
6 – PROTEGER A AMAZÔNIA
Embora incêndios possam ser habituais em épocas de seca, a flexibilização dos controles ambientais no atual Governo vem acelerando a perda de vegetação na Amazônia. Segundo a revista científica Nature Sustainability a Amazônia brasileira perdeu mais de uma Alemanha em área de floresta entre 2000 e 2017 se o projeto de Bolsonaro continuar, até quando a floresta irá sobreviver?
7 – DEFENDER A DEMOCRACIA
Em 11 de junho, o presidente Jair Bolsonaro decidiu exonerar 11 peritos que integravam o Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT). No final de julho, Bolsonaro direcionou um de seus ataques ao presidente da OAB Felipe Santa Cruz, ao falar com desdém sobre o desaparecimento de seu pai, Fernando Santa Cruz, na ditadura. “Um dia, se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele desapareceu no período militar, conto pra ele. Ele não vai querer ouvir a verdade”, disse Bolsonaro.
Os estudantes prezam pela memória e pela justiça. Exaltar a tortura é matar a democracia.
Em entrevista, membro do MPF explica que Justiça livrou fazendeiro e empresa que pulverizaram pesticida sobre índios Guyra Kambi’y no MS, apesar de um vídeo comprovar o ataque.
Por Pedro Grigori, Agência Pública/Repórter Brasil
No sexto dia do ano de 2015, a comunidade indígena de Guyra Kambi’y, na região de Dourados, no Mato Grosso do Sul, amanheceu com o barulho de um avião agrícola que voava baixo pelo céu. “Olha o veneno, tá passando até em cima de nós agora”, diz uma indígena em vídeo gravado no momento da pulverização. A comunidade, de cerca de 150 pessoas, fica ao lado de uma lavoura de soja, separada apenas por uma estrada de terra com menos de 15 metros de largura.
“Olha lá as criançadas”, repete a mulher diversas vezes. No fundo, crianças brincam sem entender o risco que corriam. Horas depois, elas e os adultos da comunidade apresentaram dores de cabeça e garganta, diarreia, febre e irritação na pele e nos olhos. O Ministério Público Federal (MPF) do Mato Grosso do Sul ajuizou uma ação por danos morais coletivos pela pulverização de agrotóxico no valor de R$ 286.582,00 contra o piloto, o proprietário rural da lavoura em frente a comunidade indígena e a empresa de aviação agrícola.
Quatro anos e meio depois, a 1ª Vara da Justiça Federal de Dourados considerou improcedente a acusação. “Há atividades que não podem ser suprimidas sem grave prejuízo à coletividade. O próprio combate à dengue, por exemplo, exige, muitas vezes, aplicação por pulverização de inseticida pelas ruas da cidade, para matar o mosquito”, declarou o juiz.
O procurador do caso, Marco Antônio Delfino de Almeida, atua em diversas ações de defesa de comunidades indígena em Dourados. Em entrevista à Agência Pública e a Repórter Brasil, ele relata episódios na região onde agrotóxicos são utilizados como armas químicas. “É uma espécie de terrorismo. Uma agressão química, uma versão moderna do agente laranja, utilizado na Guerra do Vietnã”, diz. Indígenas da comunidade alegam que há aplicações de nas mesmas circunstâncias desde 2013, tanto de avião quanto de trator.
Porém, para o magistrado que julgou o processo, uma única aplicação de agrotóxico sobre a aldeia indígena não é considerada irregularidade. Para causar dano à saúde, a aplicação de agrotóxico “deveria ser de forma não ocasional nem intermitente”.
A indenização seria revertida para programas de saúde e de educação na região da comunidade indígena, além do acompanhamento da saúde e monitoramento mensal da qualidade do solo e da água utilizada pelos Guyra Kambi’y, durante 10 anos.
Quer uma sugestão de destino para programar a sua próxima viagem, com conforto e segurança? A Cris Marques, do blog ‘Raízes do Mundo’, foi explorar o Piauí e conheceu o Delta do Parnaíba, o único que deságua em mar aberto nas Américas, sendo ainda o terceiro maior delta do mundo. O fenômeno ocorre também no Rio Nilo, na África, e em Mekong, no Vietnã. Confira essa experiência e conheça uma das mais belas paisagens do mundo. E o melhor de tudo: está aqui no Brasil, nas riquezas da região Nordeste.
Faltava um mês para o Carnaval quando Sebastiana ganhou o mundo. Ela veio prematura, já que a previsão do seu lançamento era apenas depois da festa mais esperada no Rio de Janeiro. No improviso, o rei do ritmo apresentou a moça para quem quisesse ver e ouvir, durante a estreia da revista A Pisada é Essa!. Hoje com 66 anos de história, Jackson do Pandeiro transformou Sebastiana em um grande sucesso.
Por Dani Fechine
<i>Sebastiana</i>, a música que marcou a carreira do rei do ritmo, fez parte também da vida de músicos paraibanos que têm em Jackson a inspiração e o espelho da MPB Sebastiana, a música que marcou a carreira do rei do ritmo, fez parte também da vida de músicos paraibanos que têm em Jackson a inspiração e o espelho da MPB
A música que marcou a carreira do rei do ritmo fez parte também da vida de músicos paraibanos que têm em Jackson a inspiração e o espelho da música popular brasileira. Segundo o historiador Fernando Moura, autor do livro Jackson do Pandeiro – O Rei do Ritmo, Sebastiana, convidada para dançar e xaxar na Paraíba, é a primeira música de maior sucesso de Jackson.
Com composição de Rosil Cavalcanti, a canção envolvente e coreográfica balança corpos desde o dia do seu lançamento. Um coco que não impede de ser dançado como forró. Como tudo que Jackson fez na música, Sebastiana marca a mistura de ritmos protagonizada por ele.
Era lançamento da revista A Pisada é Essa!. Jackson, miúdo e de bom humor, vestia terno, chapéu, sapato e cinto brancos. Apenas a gravata dava cor ao seu figurino. Ele mesmo conta. “Tava eu e Zé Pilintra”, disse, relembrando uma entidade da umbanda que é representada com vestimentas semelhantes às que o baixinho usava.
Minutos antes da apresentação de Jackson, uma conversa com o produtor da revista, Amarílio Nicéas, mudou tudo. Ele pediu ao cantor que substituísse o repertório já ensaiado por um coco. Jackson, no entanto, havia previsto um samba e uma marcha.
– Você vai cantar aquele negócio que ‘cê’ canta, aqueles ‘coquinho’, do tempo da sua mãe – disse Nicéas.
– Você vai me botar pra cantar coquinhos e tal, aqui? Agora que é uma revista de carnaval? Todo mundo vai contar com uma grande orquestra e tá tá tá! e eu com regional, rapaz… – argumentou Jackson.
Não houve argumento. Parece que Nicéas previa o sucesso que Sebastiana traria para o Brasil. Jackson do Pandeiro então não mais rebateu. Passou a música rapidamente com os músicos e ensinou o coro à radioatriz Luiza de Oliveira. “Eu vou cantar isso ‘assim, assim, assim’. E a senhora lá, a senhora faz assim: ‘a, e, i, o, u, ypsilone’, tá?”, explicou Jackson.
No momento da música que tinha participação de Luiza, a atriz deu uma “umbigada” em Jackson e a plateia ficou em um misto de aplauso e gargalhada. Jackson não ficou inerte com a brincadeira e entrou no mesmo clima. “Eu digo: ‘Deixa ela vim de vorta agora que eu vou lascar ela na umbigada’. De quando ela veio de lá, eu me preparei de cá, bati no pé no chão, castiguei a mulher na umbigada!”, conta Jackson.
O momento foi marcante para Jackson. Ele conta que, no momento da apresentação, se lembrou do tempo que via a mãe, Flora Mourão, batendo coco. Naquele instante, o rei do ritmo fazia uma conexão com toda a tradição cultural que foi recebida e partilhada pela família.
“Sebastiana é uma música icônica que traz o DNA da sua mãe, Flora Mourão, com quem aprendeu a cantar o ritmo do coco e também de quem ganhou o instrumento que se tornaria sua marca maior. Acredito que essa ligação de Jackson com a sua origem trouxe uma força grande pra música e fez com que ela se tornasse o seu maior sucesso, ainda na década de 30, o tornando conhecido no Brasil inteiro. Jackson era um cronista da realidade e suas músicas são repletas de histórias e personagens”, declara Arthur Pessoa, vocalista do grupo Cabruêra.
Na mistura de ritmos que criou, Jackson e a umbigada marcaram ali a trajetória artística do cantor. A grande visibilidade e o sucesso repentino do público foram primordiais. Mas o que Sebastiana trouxe para a música brasileira, junto à forma com que foi apresentada, está diretamente ligado ao redirecionamento do repertório de Jackson e o restabelecimento da sua identidade cultural. Em apenas uma semana, a revista carnavalesca foi rebatizada como A, E, I, O, U, Ypsilone.
“Escola de canto e de músicas”
De acordo com Fernando Moura, a primeira grande regravação de Sebastiana foi realizada por Gal Costa, em 1969, com participação de Gilberto Gil na parte mais famosa da letra. A música fez parte do primeiro disco gravado por Gal. A música também já passou pelas vozes de Lenine, Luiz Gonzaga, Luan Estilizado, Genival Lacerda e pelo grupo Clã Brasil.
Com Lucy entre os destaques do grupo composto por pessoas da mesma família, o Clã foi indicado ao Grammy Latino, em 2017, na categoria de melhor álbum de músicas de raízes brasileiras, com um disco exclusivo de regravações de Rosil Cavalcanti, cujas músicas ficaram eternizadas na voz do rei do ritmo. O álbum em cheque era No Forró do Seu Rosil, uma grande homenagem a um dos principais compositores de Jackson do Pandeiro.
Lucy Alves, claro, coloca Jackson na bagagem musical e também pessoal. “É uma escola de canto e de música para todos nós”, revela. Ela fez do artista fonte de inspiração e hoje segue os caminhos do rei também na mistura dos ritmos. “Jackson foi muito importante para mim como paraibano, como musicista, pela obra e representatividade dele, tudo que ele criou em cima de ritmo, de músicas e da poesia, atrelado ao instrumento que o tornou rei”, declarou Lucy.
Jackson levou para Lucy e para o Clã Brasil a coragem de encarar as músicas rápidas e os trava-línguas. Trouxe presença para um grupo que sabia estar presente por onde passava. “Jackson era muito representativo. Meu avô materno era muito fã, dizia que ele era o maior artista do país. Então ele, junto com Luiz Gonzaga, sempre foram dois ícones que tiveram muitos representantes e estiveram de forma muito direta na minha casa”, relata Lucy.
Jackson e os Afrobatuques
A música de Jackson do Pandeiro ultrapassou gerações. Hoje, os jovens das bandas paraibanas Os Fulano e Cabruêra, se reúnem para homenagear o rei do ritmo com um projeto chamado Jackson e os Afrobatuques. Os meninos já fizeram mais de 30 shows desde o início do projeto disparando para várias cidades a música e a memória de Jackson.
O projeto nasceu em 2017, em um encontro de Jader Finamore, que toca cavaquinho no grupo Os Fulano, com Arthur Pessoa, vocalista de Cabruêra. “Nós lembramos que dali a dois anos era o centenário de Jackson e pensamos em montar o projeto”, conta Jader. A primeira reunião foi em julho do mesmo ano, a segunda em agosto e, em setembro, o repertório já estava definido.
Para os meninos, a influência que Jackson do Pandeiro trouxe para a Paraíba reflete diretamente nos trabalhos musicais. “De forma geral, a maneira de fazer música de Jackson e a forma de pensar a música nos inspira bastante. Ele pensava a música de forma muito livre. O que ele fazia era samba, mas não era samba, era forró, mas não era forró, era coco, mas não era coco. Ele saía misturando tudo”, comenta Jader. “Essa forma livre que Jackson tem de fazer música nos faz tentar alcançar esse lugar de liberdade na hora de compor ou de produzir”, completa.
A maneira de Jackson fazer as divisões dos ritmos e de misturar a forma como as frases vão ser ditas, dão uma característica única de brincar com o ritmo e as palavras. “Jackson também sempre traz uma alegria pras canções explorando os ritmos brasileiros como o samba, o forró, o coco e o rojão. Então, essa fonte rítmica inesgotável da música brasileira e, em especial, da nordestina, continua sendo um lugar onde todos buscam dessa água ‘jacksoniana’”, relata Arthur.
Para Jader, a própria comemoração do centenário de Jackson comprova sua obra e o seu legado. “Quantas pessoas nasceram há cem anos e a gente não faz nem ideia? Eu acho que uma pessoa que consegue fazer sua memória durar por cem anos é um ser muito iluminado, muito especial, é um ser grandioso. É uma obra fincada em uma verdade, em uma cultura, é uma obra que tem raiz, e que cresce, é uma árvore que cresce muito dessa raiz. E a gente está aqui se alimentando e usufruindo da sombra desse grande artista que é Jackson do Pandeiro”, enfatiza Jader.
Com potencial para se tornar a quinta maior mineração de ouro do Brasil, o “Projeto Borborema” na Fazenda São Francisco, zona rural de Currais Novos, será um dos maiores investimentos do setor de mineração do país nos próximos anos após o início da extração do minério, confirmação esta dada pelo Diretor do grupo australiano no Brasil, Robert Smakman, ao prefeito Odon Jr e Vice-Prefeito Anderson Alves, durante a visita dos representantes do executivo municipal à mina na tarde desta sexta-feira (17/03/2017).
Aguardando a emissão da licença prévia ambiental do IDEMA para o início dos trabalhos de extração, o empreendimento tem em seu protocolo de intenções uma vasta preocupação com a sustentabilidade e com os recursos ambientais da região. Para o prefeito Odon Jr, o investimento será de grande importância para o desenvolvimento da economia de Currais Novos.
– “É um projeto que irá contribuir no desenvolvimento e na geração de emprego e renda em nosso município”, comentou o Prefeito. Ao lado dos representantes da empresa, Odon Jr e Anderson visitaram os locais onde foram identificados a presença do minério após algumas pesquisas realizadas.
O aniversário do Estado foi instituído pelo lei 8.731 de 2000.
Bem, como achamos que nosso Estado tem uma série de paisagens incríveis interior a fora, muitos pouco conhecidos pela própria população e turistas, selecionamos 19 fotos de João Maria Alves que mostra um pouco dessa beleza.
Aproveite 🙂
1 – Ponta do Mel, Areia Branca
2 – Carnaubais
3 – Dunas do Rosado
4 – Pedra da Boca
5 – Estação Papari, Nísia Floresta
Imagem do Google - Estação Papary - Nísia Floresta