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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

Comida caipira: histórias e receitas do tempo do fogão a lenha

Modern room with comfortable sofa, indoors

Virado de feijão com linguiça, lombo de porco… Quando se trata de comida caipira, os dois estados dividem a autoria dos pratos mais clássicos da culinária caipira. “Em termos de comida, temos a mesma base de formação”, conta a chef Ana Luiza Trajano, do restaurante Brasil a Gosto. “A culinária nasce paulista e se transforma em mineira”.

“Os tropeiros são os principais responsáveis pela  dúvida sobre o que é de origem paulista e o que é de origem mineira, já que saíam  com os ingredientes e seguiam para os garimpos de Minas. À medida em que iam parando, acabavam influenciando a região. Afinal, uma hora todo mundo precisa parar para comer”, conta Nicolau. “E a comida, afinal, não tem fronteiras geográficas!”
Apu Gomes/Folhapress
Imagem: Apu Gomes/Folhapress

Quem manda é o fogão

Uma coisa é preciso ser dita: os pratos mais típicos da culinária caipira demandam tempo para serem feitos. Isso é reflexo dos equipamentos da época – panelas de barro ou de ferro, cocção com muito líquido no fogo a lenha. Isso resulta em sabor mais concentrado e rico em temperos. “Era algo com o qual você não precisava se preocupar: você poderia deixar por várias horas cozinhando”, explica Nicolas. “Tutu de feijão,cuscuz e canjiquinha são todas receitas relativamente fáceis e que podem ser incrementadas a gosto”.
Na estrada, valia a arte do improviso: cozinhava-se em fogos de chão e até em tucuruvas – cupinzeiros abandonados que eram escavados e transformados em fornos para a preparação da comida. Dos índios, herdou-se a arte de moquear – ou assar – carnes e peixes. E, dos europeus, o uso da gordura de porco para fritar e também conservar os alimentos.
Divulgação
Imagem: Divulgação

Porco em tudo
“No interior, quem não tinha um porquinho no quintal?”, comenta Nicolau, que é originário de Ribeirão Preto (a 290 quilômetros de São Paulo). O animal se tornou um dos produtos mais marcantes da culinária caipira pela facilidade no manejo. “Dificilmente você erra no cozimento e mesmo com outros ingredientes, você consegue manter o sabor”, diz o professor.

Natural de Franca (a 344 quilômetros de São Paulo), Ana Luiza Trajano se lembra de quando porcos eram abatidos para preparo de linguiça e de carne na lata, conservada em banha para durar mais e ter mais sabor. A chef ganha até hoje de uma tia-avó um suprimento de linguiças caseiras, feitas na fazenda. “Ela mata dois porcos e temos linguiça para o ano inteiro, para comer assada – uma delícia!”, conta.
TV UOL
Imagem: TV UOL
Sua majestade, o milho
Na forma de canjiquinha, fubá, polenta, angu ou farinha, o milho é onipresente no menu. “Ao contrário do Norte e Nordeste, onde há uma predominância da mandioca, em São Paulo a base da alimentação indígena era o milho”, explica Ana Luiza Trajano. O ingrediente permeia todo o menu e não se escapa nem na hora da sobremesa: o doce mais marcante da roça, afinal, é o conhecidíssimo bolo de fubá.
Divulgação
Imagem: Divulgação
Adaptando
Muitos pratos da culinária caipira ganhavam outra roupagem ou ingredientes extras à medida que chegavam na capital. Um exemplo é o cuscuz paulista. “A receita clássica é com galinha. A versão com frutos do mar é bem paulistana, por conta da proximidade com Santos”, explica Ana Luiza Trajano. Outra diferença são os cortes de porco: enquanto na capital usa-se muito a bisteca (por influência italiana), “à medida que você vai subindo pelo interior, você nota mais o uso de leitoa a pururuca e lombo”, diz a chef.

Anna Fagundes

Do UOL,

FONTE

Portal BRASIL CULTURA

FSM abre inscrições para Feira de Economia Solidária e secretário da CTB convoca classe trabalhadora

Fonte: CTB NACIONAL

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

PRÓXIMO DIA 30/12/2022 O CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN COMPLETARÁ 13 ANOS! LUTAS - CONQUISTAS - VITÓRIAS E MUITAS AÇÕES PELA FRENTE!

 
Dandara, Guerreira, Símbolo de Resistência

Imagem: EDUARDO VASCONCELOS em entrevista a Agreste FM - 107.5

Próximo dia 30 de dezembro de 2022 o CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN, completará 13 anos de LUTAS, CONQUISTAS E VITÓRIAS!

O CPC-RN, foi fundado em 30/12/2009 no SESC DE PONTA NEGRA - NATAL-RN com a participações de vários/as companheiros/as ligados/as a CULTURA POTIGUAR e BRASILEIRA!

Por a lembrança desta conceituada entidade, que em 2023 irá desencadear uma LUTA EM DEFESA DAS SUB SEDE NAS REGIÕES DO RIO GRANDE DO NORTE, mas para isso é preciso muita luta e apoio de autoridades para a CONCRETIZAÇÃO deste SONHO!

"A luta deve continuar nas regiões potiguares, já no início de janeiro de 2023!

Aguardem!!!

EDUARDO VASCONCELOS

Presidente

Brasil deve receber ararinhas-azuis em 2023 oriundas da Alemanha

 Foto: Reprodução/Internet

O Brasil deve receber mais uma leva de ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) em 2023. Entre 30 e 50 aves devem chegar ao país, vindas da Alemanha, como parte do projeto de reintrodução da espécie na caatinga brasileira, duas décadas depois de ser considerada extinta na natureza.

Segundo Camile Lugarini, coordenadora executiva do Plano de Ação Nacional (PAN) da Ararinha-Azul, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a ideia é que os animais cheguem ao Brasil já no próximo mês.

O primeiro grupo de 52 ararinhas-azuis chegou a Curaçá em 2020, procedentes de um criadouro alemão. Foi nesse município baiano que o governo brasileiro criou unidades de conservação ambiental para garantir a proteção e o habitat desses animais na natureza.

Ali também foi construído um enorme recinto de adaptação para que as ararinhas reaprendam a viver soltas. As primeiras oito aves foram reintroduzidas na natureza em junho deste ano. No último dia 10, foram soltas mais 12. A ideia é soltar 20 aves, por ano, nas próximas duas décadas.

Cerca de 30 ararinhas são mantidas no cativeiro, na sede do projeto em Curaçá, como reservas para a reintrodução e como reprodutoras. Três filhotes já nasceram dentro do viveiro baiano e devem ser soltos na natureza, assim como devem ser libertados filhotes nascidos em um criadouro de Minas Gerais, a Fazenda Cachoeira.

No entanto, a principal fonte de animais para reintrodução continua sendo o criadouro alemão ACTP. Para a chegada dessa nova leva, vinda da Alemanha, os pesquisadores aguardam a liberação da vigilância agropecuária do Brasil devido a um surto de gripe aviária que atinge a Europa.

“Caso não seja possível trazer as aves em janeiro, a gente vai verificar se consegue, com os animais que nasceram aqui no Brasil, fazer uma soltura, porque uma coisa importante é o número de aves. Quanto maior o número no grupo, maiores são as chances de sucesso. Não adianta soltar uma ou duas, ou três ou quatro. Além de ter todo um critério, que leva em consideração a genética e a saúde, o número de animais também é fator importante”.

Na natureza, as ararinhas têm, como principal risco à sobrevivência, a existência de predadores. Das 20 ararinhas-azuis soltas, três foram mortas por aves de rapina. Há ainda o risco de dispersão para áreas onde os pesquisadores não conseguirão monitorá-las e da ameaça de sua captura por traficantes.

Fonte: Agência Brasil

Última semana de 2022 promete ser chuvosa em todas as regiões do Brasil

 Foto: Reprodução/internet

A chuva tomará conta da cidade de São Paulo na última semana do ano, mas as temperaturas seguirão altas nesse começo de verão. Além da capital paulista, todo o país terá chuvas nos próximos dias, segundo o Climatempo. Em São Paulo, a previsão é de pancadas de chuva de hoje a sexta-feira (30), com temperaturas mínimas indo de 18ºC a 23ºC e as máximas chegando a 29ºC.

No restante da região Sudeste, a chuva também predomina a semana toda em Rio de Janeiro e Belo Horizonte. As mínimas variam entre 20ºC e 26ºC e chegam a máximas de 33ºC na capital carioca, enquanto as menores temperaturas na capital mineira ficam em 16ºC e a máxima vai a 28ºC.

Região Sul

A região Sul também terá chuva a semana inteira, de acordo com o Climatempo. Assim como no Sudeste, apesar da chuva, o frio não dá as caras. Nas três capitais, as temperaturas mínimas ficam em 16ºC e não passam dos 21ºC, enquanto as máximas chegam a 28ºC - podendo ir a 32ºC em Porto Alegre na quinta (29) e sexta-feira.

Região Centro-Oeste

No Centro-Oeste, as quatro capitais fecham a última semana do ano com chuva e calor que passa dos 30ºC, informou o Climatempo.

Em Campo Grande e Cuiabá, os termômetros marcam entre 22ºC e 26ºC e as máximas podem chegar a 36ºC no decorrer da semana. O calor perde força em Brasília e Goiânia, com mínimas marcando 18ºC e as máximas chegando a 29ºC nas capitais.

Região Norte

Todas as capitais da região Norte terão chuva a semana toda, diz o Climatempo. Assim como nas outras regiões, também haverá calor mesmo com o tempo chuvoso. As temperaturas nas capitais ficam em níveis parecidos, registrando mínimas entre 21ºC e 26ºC nos termômetros e máximas chegando a 30ºC —podendo alcançar 34ºC em Porto Velho e 33ºC em Rio Branco e Belém.

Região Nordeste

Seguindo o restante do país, a região Nordeste também terá predominância de chuva, mas com trégua durante a semana em São Luís e Teresina, segundo o Climatempo. Nessas duas capitais, a chuva não dará as caras apenas na quinta-feira. As temperaturas mínimas em todo o Nordeste ficarão entre 22ºC e 26ºC, com máximas atingindo os 30ºC. Em Teresina, as maiores temperaturas podem chegar a 36ºC hoje e amanhã, indo a 37ºC na quarta-feira (28), quando não chove.

 Fonte: Potiguar Notícias

 

Fonte: UOL

domingo, 25 de dezembro de 2022

“Cidades que educam e se educam” é o tema do dossiê da nova edição da Revista Retratos da Escola, lançada no último mês de 2022 - Fonte: CNTE

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) lançou, na última última quinta-feira (22), uma nova edição da Revista Retratos da Escola com destaque para o dossiê “Cidades que educam e se educam”, que indica a importância de visualizar no processo educativo, os contornos latino-americanos e os aspectos decoloniais presentes em nosso território, espraiando a forma de entender e estar no mundo para além da família e da escola.

Os seis artigos que compõem o dossiê, escritos por Jaqueline Moll, Renata Gerhardt de Barcelos e Thiago Dutra, trazem novas perspectivas para o desenvolvimento de um trabalho pedagógico focado, sobretudo, na interação da escola com a cidade, enquanto comunidade.

Entre suas inspirações encontram-se o inesquecível geógrafo brasileiro Milton Santos e a Carta das Cidades Educadoras, formulada em 2020 pela Associação Internacional de Cidades Educadoras (AICE). A partir de um trabalho de conscientização no sentido de que “todos os espaços podem ser entendidos enquanto locais de aprendizagem”.

Ao folhear a revista, os leitores também vão encontrar a seção temática, espaço aberto, relatos da experiência e uma nota pública emitida pelo Fórum Nacional Popular de Educação, no qual reafirma o compromisso com a redemocratização do Estado e de suas políticas educacionais.

O volume 16 e número 36 da Revista traz em seu editorial um projeto para um Brasil novo, que lembra os últimos anos de governo Bolsonaro, que negou a ciência, a arte, o jornalismo, o meio ambiente, as políticas públicas e as pautas e reivindicações por direitos sociais de diferentes segmentos da sociedade, além de outras muitas questões, numa tentativa de obstaculizar nosso processo civilizatório.

A publicação também ressalta a esperança com o governo eleito e a importância do papel da escola na função de socializar as novas gerações nos valores, das tecnologias, na cultura, nas tradições e na desalienação necessária para o desenvolvimento da cidadania para retomar o caminho da construção de um país democrático, inclusivo, justo e solidário, onde todos/as possam viver com dignidade e contribuir para o bem comum.

Acesse aqui a revista completa em PDF.

Sobre a Revista Retratos da Escola

Criada em 24 de abril 2007 e lançada em outubro do mesmo ano, a revista Retratos da Escola marca a concretização de um importante projeto da CNTE: a produção de um canal que, ao permitir o diálogo direto entre a instituição e os sujeitos atuantes no setor educacional, produzisse um ambiente propício à reflexão da realidade social da educação pública no país.

A linha editorial da Retratos da Escola busca privilegiar temas que permitam o debate, sobretudo, de áreas como: a formação profissional; o trabalho educativo, suas condições e práticas; e a organização escolar e dos sistemas educacionais. A revista tem se destacado pela sua penetração nos meios sindicais da educação básica, assim como pela sua ampla utilização nos diversos cursos de formação inicial e continuada que formam os docentes no país.

Conheça as outras edições da Retratos da Escola aqui.

O QUE É CULTURA?

Fonte: Google
Aprenda o que é cultura, como se manifestam as diversidades culturais e quais são os tipos de cultura mais comuns. Veja ainda como a cultura é estudada pela ...
As imagens podem ter direitos autorais. Saiba mais

 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

CTB estima resgate de ‘protagonismo’ do MTE após Lula confirmar Luiz Marinho

Presidente eleito Lula anuncia novos ministros do futuro governo | Foto: Rweprodução / GloboNews

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) acredita que o futuro ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, terá como grande desafio resgatar o protagonismo da pasta. Ex-ministro do governo Lula entre 2005 e 2008, o também ex-prefeito de São Bernardo do Campo foi o escolhido do presidente para compor a equipe do seu terceiro mandato. O anúncio foi realizado pelo presidente eleito Lula, nesta quinta-feira (22), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, após a cerimônia de apresentação do relatório final do Gabinete da Transição Governamental.

“Há necessidade da edificação de um sistema que tenha como condição uma ampla política de geração de emprego e renda. Do mesmo modo, devemos potencializar as ações do Ministério do Trabalho frente a um conjunto de gargalos estruturais. Eu diria que vai ser muito bom poder experimentar novamente uma frente de combate à precarização e à falta de infraestrutura nesse equipamento tão necessário à organização social dos trabalhadores. O MTE é fundamental para um projeto nacional de desenvolvimento”, afirmou o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo.

Para o dirigente, entre as pautas principais de Marinho estão o combate à informalidade e à insegurança, bem como ao trabalho análogo à escravidão. “Eu estou confiante de que o Ministério estará sintonizado com as necessidades do nosso tempo. Trabalho digno, saúde e segurança, inspeção do trabalho e um programa ambicionado em valorizar o trabalho e o trabalhador”, estimou Adilson.

O secretário-geral da CTB, Ronaldo Leite, por sua vez, espera que a pasta volte a ser “robusta, forte e atuante”. “Um Ministério do Trabalho que possa intervir nas políticas públicas de emprego, de trabalho e de valorização de um novo projeto nacional de desenvolvimento. Essa é a expectativa que a CTB tem, em unidade com todas as centrais sindicais”, declarou.

Outros ministérios

Além de Marinho, outros 15 nomes foram confirmados para compor a Esplanada dos Ministérios a partir de janeiro de 2023. Confira:

Alexandre Padilha (Relações Institucionais);
Márcio Macedo (Secretaria-Geral);
Jorge Messias (Advocacia-Geral da União;
Nísia Trindade (Saúde);
Camilo Santana (Educação);
Esther Dweck (Gestão);
Márcio França (Portos e Aeroportos);
Luciana Santos (Ciência e Tecnologia);
Cida Gonçalves (Mulheres);
Wellington Dias (Desenvolvimento Social);
Margareth Menezes (Cultura);
Anielle Franco (Igualdade Racial);
Silvio Almeida (Direitos Humanos);
Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio);
Vinícius Carvalho (Controladoria-Geral da União).

Até então, Lula já havia anunciado seis ministros do futuro governo (por ordem alfabética):

Fernando Haddad (Fazenda);
Flávio Dino (Justiça);
José Múcio Monteiro (Defesa);
Margareth Menezes (Cultura);
Mauro Vieira (Relações Exteriores);
Rui Costa (Casa Civil).

FacebookTwitterE-mailImprimirWhatsApp Parque Dunas de Natal e Cajueiro de Pirangi funcionarão com horário diferente durante as festas de fim de ano

 Foto: Divulgação/ Idema

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema informa o horário de funcionamento do Parque Estadual Dunas de Natal “Jornalista Luiz Maria Alves”, em Natal, e do Cajueiro de Pirangi, em Parnamirim, durante as festividades de final de ano. As Unidades são administradas pelo órgão ambiental.
 
Confira os horários:
 
Parque das Dunas
 
24/12 - Funciona até às 13h
 
25/12 - Fechado
 
31/12 - Funciona até às 13h
 
01/01 - Fechado
 
Entrada: 01 Real
 
Cajueiro de Pirangi
 
24/12 - Funciona até às 17h
 
25/12 - Fechado
 
31/12 – Fechado
 
01/01 - Fechado
 
Entrada: 08 Reais (meia entrada para crianças, estudantes, professores e idosos, portando carteira comprobatória).


Fonte: Ascom - Idema


Receita de Natal: Rabanada portuguesa

Portal BRASIL CULTURA 

Dona Deolinda Rezende, nos passou esta receita de rabanada portuguesa  maravilhosa que ela fazia sempre nas noites de Natal com sua família em Londrina no Paraná. Parecidas com as tradicionais rabanadas brasileiras, o diferencial desta está na adição do vinho do Porto, que dão um sabor ainda melhor. Confira:

Ingredientes

  • 4 pães francês amanhecidos cortados em fatias
  • 3 ovos
  • 3 taças de Vinho do Porto
  • açúcar a gosto
  • canela em pó a gosto
  • óleo para fritura

Modo de Preparo

Bata os ovos com garfo em um recepiente e reserve.

Coloque o vinho em um recipiente e passe o pão pelo vinho do porto e, em seguida, passe pelos ovos.

Frite as fatias em óleo bem quente, até que os dois lados fiquem dourados.

Retire do fogo e deixe descansar em uma travessa com papel absorvente.

Polvilhe açúcar e canela.

Dona Deolinda Rezende com seus bem vividos 97 anos



Dona Deolinda Rezende com seus bem vividos 97 anos

domingo, 18 de dezembro de 2022

MEIO AMBIENTE: Com governo Bolsonaro, Brasil não reduz lixões nem investe em logística reversa - por Cézar Xavier

Arquivo Agência Brasil

GT de Meio Ambiente apresenta análise sobre a situação da destinação de resíduos sólidos e a baixa reciclagem durante o governo Bolsonaro.

Com o fechamento dos trabalhos dos Grupos Técnicos do Gabinete de Transição do Governo de Lula, neste mês de dezembro, ficou evidente a paralisia que representou o governo Bolsonaro para a questão da gestão dos resíduos sólidos no país. Para não dizer do desmonte de toda a questão ambiental, colocando o Brasil no sentido oposto dos acordos firmados com o resto do mundo. 

Segundo o ambientalista José Bertotti, em entrevista ao Portal Vermelho, o que mais chamou a atenção é que a despeito do governo Bolsonaro ter uma Secretaria de Qualidade e Monitoramento Ambiental, responsável pela política de resíduos, o Brasil não consegue alcançar um patamar mínimo de investimento em logística reversa. A logística reversa é justamente o que se faz depois que os produtos comercializados são consumidos, sendo destinados a reciclagem e podendo ser reutilizados, evitando exploração predatória da natureza.

“Mas o fato concreto é que no Brasil ainda existem 2500 lixões, o que significa que a destinação não está sendo adequada, pior, está sendo descartada em lixão”, lamenta ele. Quanto a logística reversa, ele diz que não atinge patamar nacional de separação e reutilização de 2% do volume de resíduos. 

Leia também: Sobre as pessoas que transformam lixo em riqueza e defesa da natureza.

Para ele, é necessário que se retome políticas interfederativas, que coloquem a articulação através de consórcios municipais para que isso dê escala e também a responsabilização de cada um dos setores. “Isso vai desde a cobrança da taxa de lixo que não é feita, para garantir a implementação deste serviço nos municípios, até a responsabilização de quem produz as embalagens, equipamentos, produtos industriais, que pela lei têm responsabilidades”, diz Bertotti.

Para ele que foi secretário de Meio Ambiente de Pernambuco, os lixões são uma verdadeira “chaga” no país. Como exemplo, em seu estado, o governo conseguiu eliminar os lixões em 93% dos municípios, o que representa o topo da meta de performance. “Tenho pra mim que o foco principal no governo Lula vá ser primeiro a extinção dos lixões, passo fundamental, e a implementação de uma política de logística reversa, de destinação adequada, entendendo que a questão dos resíduos é responsável por parte das emissões das gases de efeito estufa”, aposta ele.

Bertotti é um dos especialistas que participou de um esforço de apresentar uma contribuição para o GT de Meio Ambiente no Gabinete de Transição de Lula. Participaram também Sidney Aranha, Inamara Melo, coordenados por Ana Paula Bernardes. Consultaram o setor empresarial público e privado, o movimento de catadores, governos e estudiosos da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

Leia também: Lula diz que o Estado tem que ir aos mais pobres

O documento aponta a falta de sinergia entre as áreas para articular federalismo, meio ambiente, urbanismo e saneamento, o que acaba gerando sobreposição e desarticulação de ações, independente do governo em questão, o que cria um ambiente de insegurança jurídica, desperdício de recursos e ineficiência da gestão. A logística reversa, segundo o texto, precisa ser remunerada e a Lei de Resíduos Sólidos trouxe a responsabilidade do setor privado com seus resíduos de descarte. 

Para o grupo, o novo governo tem dois desafios do ponto de vista de gestão adequada dos resíduos: dar suporte aos municípios na execução das políticas de saneamento e resíduos sólidos; e criar mecanismos de execução para que a iniciativa privada assuma suas obrigações na coleta seletiva, reciclagem e recuperação dos materiais. 

Sentem também falta de transparência na gestão dos dados públicos e privados do setor. E o Ministério de Meio Ambiente tem que ser formulador e fazer o monitoramento de indicadores, não a execução. Também apontaram que os lixões a céu aberto como fonte de poluição, precisam de encerramento urgente. 

Leia também: Projeto quer fortalecer atuação de catadores e apoiar reciclagem

Fonte: Portal VERMELHO

Sim, eu me alegro com o choro de Bolsonaro.


Publicado por  Luís Felipe Miguel

 
Atribuindo a informação a auxiliares do derrotado, a Folha de S. Paulo diz que Bolsonaro “afundou novamente na tristeza com a proximidade de sua saída dos palácios da Alvorada e do Planalto”. Por isso, vai interromper as aparições públicas e voltar a ficar em silêncio (aleluia!).

Do jeito que está escrito, parece que ele vai sentir falta dos imóveis. Chora, talvez, de saudade antecipada da ema.

O jornal diz, em seguida, que ele está “deprimido e inconformado com a derrota”. Imagino que sim. Bolsonaro não parece ser capaz de entender que, se as eleições são minimamente limpas, a derrota é sempre uma possibilidade.

Ou talvez até entenda, mas não se conforma porque, afinal, ele fez de tudo para que as eleições não fossem minimamente limpas.

Tenho certeza de que a principal razão do choro de Bolsonaro é outra, que a Folha deixa de lado. É sua perspectiva de futuro.

Se o novo governo tiver algum sucesso, mesmo que pequeno, na tarefa urgente de retomar a vigência da Constituição, o destino de Jair Bolsonaro é a cadeia.

E, fora da presidência, ele perde muito do único recurso que tem para evitar ser preso: a capacidade de gerar tumulto no país.

Bolsonaro sabe que o entusiasmo de seus apoiadores, dos financiadores do golpismo, vai esfriando conforme ele perde o poder de conceder benesses.

Sem a caneta na mão, ele logo se converte – parafraseando a frase imortal de Kaká – em só mais um velhote fascista andando pela rua.

Sim, eu me alegro com o choro de Bolsonaro. Ele materializa a esperança de que esteja chegando a hora da responsabilização daqueles que tantos crimes cometeram contra o povo brasileiro.

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/sim-eu-me-alegro-com-o-choro-de-bolsonaro-por-luis-felipe-miguel/

Morre Nélida Piñon, escritora integrante da Academia Brasileira de Letras

 

Primeira mulher a se tornar presidente da ABL, carioca tinha 85 anos

Morreu este sábado em Lisboa, aos 85 anos, a escritora e integrante da Academia Brasileira de Letras Nélida Piñon. A ABL está providenciando o traslado do corpo, que será velado no Petit Trianon. A Sessão da Saudade será realizada na reabertura dos trabalhos da Academia, no dia 2 de março.

Em Lisboa, onde estava há três meses, Nélida teve um problema de vesícula. Ao ser examinada, descobriu que estava com entupimento dos vasos biliares e precisou fazer uma operação. Segundo amigos, a escritora estava se recuperando bem da cirurgia, mas este sábado, ainda no hospital, sofreu complicações e não resistiu.

Carioca, Nélida Piñon foi a primeira mulher a se tornar presidente da ABL, entre 1996 e 1997. Ela deu seus primeiro passos na Academia em 27 de julho de 1989, quando foi eleita para a cadeira que tem por patrono Pardal Mallet, e da qual foi a quinta ocupante. Ela tomou posse em 3 de maio de 1990, recebida por Lêdo Ivo. Sua obra, que contempla conto, romance, crônica, memória e ensaio, foi traduzida em mais de 30 idiomas.

Jornalista, romancista, contista e professora, Nélida Piñon nasceu em 3 de maio de 1937, em Vila Isabel, filha de Lino Piñon Muiños, comerciante, e Olívia Cuiñas Piñon, ambos originários da Galícia. O seu nome é um anagrama do nome do avô, Daniel. Na infância, seus pais a estimularam a ler, deram-lhe livros e levaram-na a viajar. Aos dez anos de idade, Nélida foi para a terra dos pais, onde ficou dois anos. Essa vivência se refletiu em sua obra, que fala do amor por duas pátrias: a Galícia e o Brasil.

Ainda criança, Nélida montou sua biblioteca. Literalmente: a menina escrevia histórias em folhas avulsas e costurava-as, montando “livros” que guardava carinhosamente na estante. Quando ela fez 12 anos, seu pai abriu para ela uma conta na livraria Freitas Bastos, no Largo da Carioca. Toda a semana, ela ia de Vila Isabel até o Centro do Rio para escolher um livro.

— Nunca meu pai nem minha mãe fiscalizaram o que comprei, se era livro proibido, erótico, pornográfico, nada. Foi um privilégio terem essa visão progressista, queriam que eu fosse uma menina culta— contou a escritora, em sua última entrevista, em junho.

Formada em Jornalismo pela Faculdade de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio, Nélida Piñon trabalhou em revistas, foi colunista do jornal “O Dia” e exerceu cargos nos conselhos consultivos de entidades culturais da cidade. Sua estréia na literatura se deu em 1961, com a publicação do romance “Guia-mapa de Gabriel Arcanjo”, que trata do tema do pecado, do perdão e da relação dos mortais com Deus através do diálogo entre a protagonista e seu anjo da guarda.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

Receita de Panetone Caseiro

Faltando poucos dias  para o Natal de 2022, muitos desejam aprender a fazer Panetone, ou seja através de uma receita caseira fácil e simples de ser realizada fazer um delicioso Panetone de Natal.

Na internet, existem diversas receitas de Panetone, porém selecionamos uma que achamos interessante para os leitores e visitantes do Portal Brasil Cultura.

Receita de Panetone

Ingredientes

Ingredientes para a Massa:

1 xícara (chá) de água morna

1 xícara (chá) de farinha de trigo

4 tabletes de fermento biológico fresco

200g de manteiga

1 ½ xícara (chá) de açúcar

1 pitada de sal

6 gemas

1kg de farinha de trigo

1 xícara (chá) de água morna

Ingredientes para o Recheio:

2 xícaras (chá) de frutas cristalizadas

½ xícara (chá) de nozes picadas

1 ½ xícara (chá) de uvas passas pretas

Demais Ingredientes:

4 colheres (sopa) de margarina para cobrir os panetones

Modo de Preparo

Massa: Em uma tigela, coloque a água morna, a farinha de trigo de trigo e o fermento. Misture e deixe descansar por 10 minutos. em seguida, acrescente a manteiga, o açúcar, as gemas, o sal, a farinha e a água morna. Misture até obter uma massa homogênea e deixe descansar por 40 minutos ou até dobrar de volume. Em outra tigela, misture às frutas cristalizadas, as nozes, as uvas passas e reserve.

Divida a massa em quatro partes. Abra cada uma das partes e espalhe o recheio. Enrole como um rocambole una as pontas e coloque em uma forma para panetone. Repita a operação com as outras partes da massa e deixe descansar por 10 minutos. Coloque uma colher de margarina sobre cada panetone e leve para assar em forno pré-aquecido a 200°C por 40 minutos ou até dourar.

Dica: antes de passar a margarina sobre o panetone, faça um X sobre o panetone com o auxílio de uma faca para a margarina penetrar mais na massa.

Sugestão: no recheio, colocar chocolate ao leite ou meio-amargo picados.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA