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terça-feira, 11 de julho de 2017

Ouça “História Hoje” 11/07: Há 48 anos, morria o poeta Guilherme de Almeida

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Em 11 de julho de 1969 morria em São Paulo Guilherme de Andrade Almeida. Poeta brasileiro de formação parnasiano simbolista que integrou o movimento modernista e foi um dos autores mais versáteis e populares de seu tempo.
Apresentação Gláucia Gomes
ANTES DE OUVIR O ÁUDIO DESLIGUE O SOM DA RÁDIO BRASIL CULTURA NO TOPO DA PAGINA
Ele foi o primeiro modernista a entrar para Academia Brasileira de Letras. Ocupou a cadeira número 15.
História Hoje: Programete sobre fatos históricos relacionados às datas do calendário. Vai ao ar pela Rádio Brasil Cultura de segunda a sexta-feira.
Fonte: Brasil Cultura

Documentário retrata cena punk feminista dos anos 1990

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Riot Grrrl é o nome do movimento na época e surgiu quando garotas da cena punk underground começaram a formar bandas só de mulheres. O projeto do filme traz representatividade tanto na produção, com uma equipe formada somente pelo sexo feminino, quanto no conteúdo, que trata deste momento praticamente não lembrado da cena musical do rock no Brasil. A equipe também vivenciou a cena punk feminista: continuam tocando em bandas até hoje.
Letícia conta como surgiu a ideia do longa: “A Patricia Saltara, que faz o documentário comigo, me chamou e falou ‘cadê a Letícia pra fazer o filme sobre a cena?’. E isso vinha das conversas de que não estava tendo representatividade feminina nos documentários da cena brasileira musical”.
O nome Riot Grrl tem origem no inglês e faz referência à rebeldia. Em uma cena musical dominada por homens, o movimento abordava temas feministas, fazendo com que o público fosse em sua maioria composto por mulheres, que viam nos encontros uma forma de se fortalecerem. A quantidade de bandas que surgiram nos anos 1990 foi grande, podendo se citar nomes como Dominatrix, TPM, Lamina, Kolica, Kaos Klitoriano, Anti-Corpos, entre outras.
O intuito do projeto, segundo Letícia, é resgatar as histórias das protagonistas do movimento, seus desdobramentos o que ele significou na vida destas mulheres: “A intenção é que ele possa trazer essa identificação pra outras mulheres e pra outras pessoas. Lá no início do projeto, eu bati na tecla de dar esse reconhecimento a essa história. Esse é um registro inédito de fato, essa história nunca foi contada, como muitas histórias das mulheres nunca foram contadas e não estão escritas na história”.
Ainda em fase de produção, o documentário Faça Você Mesma está com campanha de financiamento coletivo no Catarse, para dar continuidade às entrevistas, cobrir despesas e finalizar as gravações. “A gente tá num momento que tem que ter cada vez mais diversidade pra gente ter sociedades mais justas, tolerantes e igualitárias.”
Fonte: Brasil de Fato

Cais do Valongo Patrimônio da Humanidade: E agora...


Marco da herança africana no Rio de Janeiro, o Cais do Valongo agora é Patrimônio da Humanidade. O Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura)

Principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas, o Cais do Valongo, no Rio 
de Janeiro (RJ), teve sua candidatura aceita pelo Centro do Patrimônio Mundial, para ser reconhecido como Patrimônio da Humanidade. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, receberam nesta terça-feira, 1° de março, comunicado da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, informando que aceitou o dossiê da candidatura como completo e apto a iniciar os trâmites de análise por suas instâncias técnicas.

Elaborado pelo Iphan e a Prefeitura do Rio de Janeiro, com o aporte de um qualificado corpo de especialistas contratados, o dossiê servirá como base para o trabalho de uma missão de avaliação, formada por representantes dos órgãos consultivos da UNESCO, que visitará a região portuária e o Cais do Valongo nos próximos meses. O trabalho técnico prosseguirá com a participação da comunidade e do Comitê Consultivo da Candidatura, composto por várias instituições governamentais e da sociedade civil, especialmente as representativas da preservação e valorização da herança africana.

O Iphan e a Prefeitura do Rio veem com muito otimismo a possibilidade de inscrição do Cais do Valongo na lista do Patrimônio Mundial que, uma vez concretizada, representará o reconhecimento do seu valor universal excepcional, como memória da violência contra a humanidade representada pela escravidão, e de resistência, liberdade e herança, fortalecendo as responsabilidades históricas, não só do Estado brasileiro, como de todos os países membros da UNESCO. É, ainda, o reconhecimento da inestimável contribuição dos africanos e seus descendentes à formação e desenvolvimento cultural, econômico e social do Brasil e do continente americano.

A grande porta de entrada de africanos escravizados no Brasil
O Brasil recebeu cerca de quatro milhões de escravos nos mais de três séculos de duração do regime escravagista, 40% de todos os africanos que chegaram vivos nas Américas, entre os séculos XVI e XIX. Destes, aproximadamente 60% entraram pelo Rio de Janeiro, sendo que aproximadamente hum milhão pelo
Cais do Valongo. A partir de 1774, por determinação do Marquês do Lavradio, Vice-Rei do Brasil, o desembarque de escravos no Rio foi integralmente concentrado na região da Praia do Valongo, onde se instalou o mercado de escravos que, além das casas de comércio, incluía um cemitério e um lazareto.

O objetivo era retirar da Rua Direita, atual Primeiro de Março, o desembarque e comércio de africanos escravizados. Após a chegada eles eram destinados as plantações de café, fumo e açúcar do interior e de outras regiões do Brasil. Os que ficavam no Rio de Janeiro, geralmente eram os utilizados em trabalhos domésticos, ou nas obras públicas. A vinda da família real portuguesa para o Brasil e a intensificação da cafeicultura ampliaram consideravelmente o tráfico escravagista.

Em 1811, com o incremento do tráfico e o fluxo de outras mercadorias, foram feitas obras de infraestrutura, incluindo o calçamento de pedra de um trecho da Praia do Valongo, que constitui o Sítio Arqueológico do Cais do Valongo. 

O local foi desativado como porto de desembarque de escravos em 1831, quando o tráfico transatlântico foi proibido por pressão da Inglaterra – norma solenemente ignorada, que recebeu a denominação irônica de lei para inglês ver. Doze anos depois, em 1843, o Cais do Valongo foi aterrado para receber a Princesa das Duas Sicílias e Princesa de Bourbon-Anjou, Teresa Cristina, esposa do Imperador Dom Pedro II, recebendo o nome de Cais da Imperatriz. 

"Com a assinatura da Lei Eusébio de Queirós, em 1850, pôs-se fim verdadeiramente ao tráfico para o Brasil, embora a última remessa conhecida date de 1872 e a escravidão tenha persistido até a Abolição, em 1888." 
Em 1911, com as reformas urbanísticas da cidade, o Cais da Imperatriz foi aterrado. No entanto, durante as obras do Porto Maravilha, com as escavações realizadas no local em 2011, foram encontrados milhares de objetos como parte de calçados, botões feitos com ossos, colares, amuletos, anéis e pulseiras em piaçava de extrema delicadeza, jogos de búzios e outras peças usadas em rituais religiosos. Entre os achados raros, 
há uma caixinha de joias, esculpida em antimônio, com desenhos de uma caravela e de figuras geométricas na tampa.

Em 2012, a prefeitura do Rio de janeiro acatou a sugestão das Organizações dos Movimentos Negros e, em julho do mesmo ano, transformou o espaço em monumento preservado e aberto à visitação pública. O Cais do Valongo passou a integrar o Circuito Histórico e Arqueológico da Celebração da Herança Africana, que estabelece marcos da cultura afro-brasileira na Região Portuária, ao lado do Jardim Suspenso do Valongo, Largo do Depósito, Pedra do Sal, Centro Cultural José Bonifácio e Cemitério dos Pretos Novos.

Em 20 de novembro de 2013, Dia da Consciência Negra, o Cais do Valongo foi alçado a patrimônio cultural da cidade do Rio de Janeiro, por meio do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH). Representantes da UNESCO também consideraram o sítio arqueológico como parte da Rota dos Escravos, sendo o primeiro lugar no mundo reconhecido pela UNESCO. O evento reforçou ainda mais a intenção da cidade de lançar a candidatura do Cais do Valongo a Patrimônio da Humanidade.

O dossiê elaborado ao longo de um ano de trabalho, coordenado pelo antropólogo Milton Guran, resgata a história trágica e cruel do tráfico negreiro e analisa com detalhes a importância histórica e o simbolismo do sítio arqueológico para todos os brasileiros, em especial os afrodescendentes. 

O Sítio Arqueológico do Cais do Valongo não só representa o principal cais de desembarque de africanos escravizados em todas as Américas, como é o único que se preservou materialmente. Pela magnitude do que reprsenta, coloca-se como o mais destacadi vstígio do tráfico negreiro no continente americano.

O Comitê do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) se reuniu, neste deste domingo (2), em Cracóvia, na Polônia. Quase 200 países devem enviar representantes para o encontro, que vai durar 11 dias. O comitê analisa uma lista de sítios, como são chamados os locais candidatos a Patrimônio da Humanidade.

Este ano, são 26 os indicados a patrimônio cultural, sete a natural e um a patrimônio mundial misto. O Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, é o candidato brasileiro a patrimônio cultural.

É algo que, certamente, tem que ser celebrado, pois vai pode significar (não obrigatoriamente, dado o descaso que envolve tudo que tem a ver com os patrimônios históricos, artísticos e culturais) a preservação do local.
Se liga: Também quer dizer também uma daquelas histórias cercadas das contradições e exemplar do racismo e de tudo que diz respeito a negros e negras no Brasil. Uma história que, inclusive, já fica evidente na matéria publicada pela Folha. O artigo começa dizendo que o local é um marco da “herança africana no Brasil”, quando, na verdade, de acordo com os próprios critérios da Unesco, Valongo é um patrimônio da humanidade exatamente por ser um registro de ações criminosas da humanidade e um local de memória e sofrimento (o que o coloca na mesma categoria de patrimônios tombados como o campo de concentração de Auschwitz e a cidade de Hiroshima).

Inaugurado em 1811, o cais foi o principal ponto de desembarque de escravos africanos nas três Américas. Em 1911, o Cais do Valongo foi aterrado e redescoberto 100 anos depois, durante as obras para a Olimpíada do Rio.

Debaixo da terra estavam milhares de objetos como calçados, botões feitos com ossos, colares, amuletos, anéis, pulseiras, jogos de búzios e outras peças usadas em rituais religiosos.
De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Cais do Valongo é um local de preservação da memória, com valor extraordinário para toda a humanidade.

Na reunião, um grupo técnico do Comitê do Patrimônio Mundial também vai avaliar o estado de conservação dos locais que estão na lista. A coordenadora de Cultura da Unesco no Brasil, Rebeca Otero, 
disse que os governos precisam se comprometer com a preservação.

A organização reconhece 20 patrimônios culturais e naturais no Brasil. Um deles é o conjunto de reservas do Cerrado, formado pelos parques nacionais das Emas e da Chapada dos Veadeiros, que ficam em Goiás. Esse conjunto está na pauta para ser avaliado.

O principal problema é que o perímetro de proteção da Chapada dos Veadeiros diminuiu nos últimos anos. Os técnicos do Patrimônio Mundial recomendaram que, até fevereiro deste ano, o governo federal garantisse a preservação da área, mas isso não ocorreu. Agora, os parques podem ser declarados em estado de risco e sair da lista do patrimônio. Há um mês, no entanto, o presidente Michel Temer assinou decreto ampliando a área de preservação em quase quatro vezes, passando de 65 mil para 240 mil hectares.
Um afro abraço.
Claudia Vitalino.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

TROTE NA UFERSA TERMINA COM CALOURA EM COMA ALCOÓLICO E TRÊS ESTUDANTES PRESOS

Três estudantes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), campus Mossoró, foram presos depois que uma caloura de 17 anos entrou em coma alcoólico quando participava de um trote na tarde da quinta-feira, 07 de julho. Os estudantes cursam Ciência e Tecnologia e foram presos por darem bebida alcoólica a menor de idade.
A caloura foi levada inconsciente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel. A polícia foi acionada por um dos funcionários da unidade e prendeu os três jovens que levaram a estudante até a UPA. A jovem passa bem.

Na delegacia, um dos estudantes afirmou que os alunos veteranos ordenavam que os alunos novatos ingerissem bebidas alcoólicas, como parte do trote. Os três estudantes pagaram fiança e foram liberados para responder ao processo em liberdade.
*O Mossoroense

http://jornalggn.com.br/noticia/raio-x-dos-ritmos-coco

Este é um dos principais ritmos tocados nas festas juninas, forte nas tradições nordestinas. O ritmo é marcado pela levada dos instrumentos de percussão: ganzá, surdo, pandeiro e triângulo, e não tem origem demarcada, reconhecida ou estabelecida.
Diz-se que nos tempos de antanho, a modalidade nasceu inspirada pelo ritmo dos cocos sendo quebrados após sua extração. Estudiosos dizem que o ritmo nasceu em Pernambuco, lá pras bandas da divisa com Alagoas. Mas que alagoanos e paraibanos também querem o coco e reivindicam a paternidade da manifestação folclórica.
O ritmo carrega influências indígenas e africanas, a dança tem uma estrutura básica, com algumas variações. Muitas vezes chefiadas pelo mestre cantador, que vai puxando as músicas, as rodas são iniciadas com os participantes enfileirados. Quando se dá o emparelhamento, os dançarinos acompanham o ritmo dos instrumentos com palmas e sapateado.
Quando planejaram lançar a música nordestina, Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira estavam em dúvida entre o baião e o coco. Ganhou o baião, porque consideravam que o carioca levaria muito tempo para aprender a tocar coco.
Vamos a um bom levantamento sobre o coco.

Fonte: http://jornalggn.com.br

Raio X dos ritmos: Marchinha


Jornal GGN - A marchinha foi reconhecida como a música de carnaval no Brasil. E isso mais até do que o samba-enredo. Ela foi cultuada dos anos 1920 aos anos 1960, responsável por algumas das canções mais populares do país, com um time de compositores dos mais importantes, célebres no mundo da música popular.
A marchinha trouxe para suas fileiras nomes como Chiquinha Gonzaga, que nos brindou com Ô Abre Alas, escrita para o cordão Rosa de Ouro, em 1899, e foi a primeira música escrita especialmente para o carnaval. E vai até Moraes Moreira, passando por Noel Rosa, João de Barro, Ary Barroso, Lamartine Babo e Mário Lago, muitos deles se superando para trazer a música que seria a preferida dos foliões no carnaval daquele ano.
Carregando o compasso binário da marcha militar e andamento acelerado, parte do período carregando a influência das big bands de jazz, a marchinha trazia melodias simples e alegres, para que os foliões aprendessem bem rápido as letras cheias de picardia.
A marchinha teve um período de ouro, a partir da década de 1930, com intérpretes do naipe de Carmen Miranda, Almirante, Mário Reis, Dalva de Oliveira, Silvio Caldas, Jorge Veiga e Black-Out. Essas eram as vozes que enchiam o carnaval de ritmo pelas composições de João de Barro, Ary Barroso e Lamartine Babo.
No começo dos anos 1960, a popularização do carnaval marcou o início da era do samba-enredo e o declínio das marchinhas e dos blocos. Uma das últimas marchinhas a ganhar brilho foi Cabeleira do Zezé e Mulata Iê-Iê-Iê, de José Roberto Kelly. Após o advento do AI-5, na ditadura militar, instalada a censura no Brasil, a marchinha ressurgiu em iniciativas isoladas, como forma de driblar a fera, nas tintas de Caetano Veloso e Chico Buarque. 
Fonte: http://jornalggn.com.br

CULTURA: Salvador: samba junino pode virar patrimônio

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Já são 40 anos de tradição

Samba Junino tomou conta das ruas do Pelô na quinta-feira (Reprodução: saojoaonabahia.com.br).

Do portal Bahia Notícias:

O processo de registro do samba junino como Patrimônio Imaterial de Salvador tem previsão de ser concluído ainda este ano pela Fundação Gregório de Mattos (FGM). Segundo informações do jornal A Tarde, a estimativa foi feita pelo gerente de patrimônio cultural da FGM, Magnair Barbosa, e é um prazo menor do que o previsto na Lei Municipal 8.552 que determinou as regras para o tombamento e registro de bens materiais e imateriais na capital baiana.

Magnair aponta que a norma permite que o processo de tombamento seja feito em, no máximo três anos, a partir da abertura do processo. No caso do samba junino, o processo foi aberto em junho do ano passado, logo o limite para o registro é junho de 2019. Apesar de prever o fim do processo ainda neste ano, a gestora não quis estipular uma data para a inscrição no Livro de Registro Especial de Patrimônio Cultural do Município.

O samba junino tem 40 anos de tradição e alia o samba-duro com ritmos como xote, xaxado, baião e galope, tocado com timbaus, marcação e tamborim.

MTur prorroga seleção para ordenamento e estruturação de regiões turísticas

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Unidades da Federação que buscam apoio ao ordenamento e à estruturação de regiões turísticas ganharam mais tempo para reunir os documentos necessários. Uma Portaria do Ministério do Turismo divulgada no Diário Oficial da União prorroga até 17 de julho o prazo de apresentação de propostas na Chamada Pública 001/2017.
No total, serão destinados R$ 5,4 milhões a iniciativas como a elaboração de projetos de infraestrutura, planos de marketing e a capacitação de gestores. O objetivo é identificar necessidades na formulação de projetos executivos, fomentar estudos e ações previstos em Planos de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável (PDITS) e permitir a gestão descentralizada do setor.
O ministro do Turismo, Marx Beltrão, explica que a nova data-limite visa a ampliar a participação no processo. “O objetivo é permitir que gestores possam apresentar propostas em condições de obter apoio. Haverá mais tempo para o esclarecimento de dúvidas sobre a chamada, fazendo com que um maior número de estados tenha condições de aderir à iniciativa”, aponta.
O edital estabelece que cada UF poderá cadastrar até três propostas, sendo uma para cada objetivo, contemplando exclusivamente regiões do Mapa do Turismo Brasileiro. O repasse financeiro vai ser feito por meio de contrato ou convênio, com valor mínimo de R$ 100 mil e máximo de R$ 250 mil.
Os projetos devem ser cadastrados no Portal de Convênios do Governo Federal (Siconv). A previsão é de que o resultado final da seleção seja anunciado em 11 de setembro.
AGILIDADE – A Chamada Pública vai permitir a confecção de projetos de engenharia com nível de precisão para pronta licitação. Desta forma, contratos de repasse poderão ser celebrados sem cláusula suspensiva, reduzindo em até 18 meses o prazo de início dos trabalhos.
A seleção, uma antiga demanda de gestores estaduais por fortalecimento institucional, integra o Brasil + Turismo. Trata-se de um pacote de medidas voltado ao desenvolvimento do setor lançado no início de abril pelo ministro Marx Beltrão.
NOVO CALENDÁRIO DA CHAMADA PÚBLICA 001/2017:

Ação

Prazo

Cadastro de propostas e inclusão de documentos no Siconv17/07
Habilitação e classificação das propostas enviadas

18/07 a 17/08
Divulgação dos resultados da chamada pública

18/08
Interposição de recursos

21 a 25/08
Análise dos recursos

28/08 a 08/09
Resultado final
Fonte - Brasil Cultura
11/09

10 de Julho – Dia Nacional da Pizza

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Diz a história que a primeira pizza apareceu há mais de 6 mil anos e era apenas uma fina camada de massa conhecida como “pão de Abrahão”, que os hebreus e egípcios consumiam. Ela se parecia com nosso pão sírio atual e também era chamada de “piscea”, daí o nome pizza .
Os italianos, milhares de anos depois, incrementaram a pizza com o tomate, e ela era consumida dobrada ao meio como se fosse um sanduíche. Sua disseminação aconteceu durante a segunda metade do século XIX, em 1889, com dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita e, para agradar e inovar o cardápio, resolveu adicionar à massa, mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana. E, em homenagem à rainha, ele batizou sua receita com o nome de pizza Margherita.
Na seqüência, padeiros mais criativos começaram a inovar e colocaram na pizza outros ingredientes, como o alho, o alicce e peixes da região.
A fama de Nápoles correu o mundo e, assim, surgiu a primeira pizzaria: a Port’Alba. Ela era um grande ponto de encontro de artistas da época. Entre eles, estava Alexandre Dumas, que até mesmo citou em uma de suas obras algumas variações da pizza. Por muito tempo, ela era vendida em padarias e barracas de rua e consumida no café da manhã. De Nápoles para o resto do mundo foi “um pulo”, pois os imigrantes a levaram para vários países e a popularizaram.
Ela chegou aos EUA, assim como ao Brasil, por intermédio dos imigrantes italianos. Por muito tempo, só se encontravam pizzarias nos redutos e colônias italianas. Hoje, essa famosa delícia está em qualquer lugar das cidades.
O Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho, desde 1985, em São Paulo. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da redonda.
pizza

RECEITAS MARAVILHOSAS

MASSA BÁSICA DE PIZZA
Ingredientes:
1 tablete de fermento biológico
2 ½ xícaras de chá de farinha de trigo
sal, óleo, leite (opcional)
Preparo:
Coloque o fermento em uma tigela, junte ½ xícara de chá de água morna e mexa para dissolver bem o fermento. Coloque a farinha de trigo peneirando-a sobre uma superfície, faça um buraco no meio e tempere com um pouco de sal. Acrescente o fermento e misture com um garfo ou com as mãos. Não pare de mexer juntando aos poucos ½ xícara (chá) de água morna. Feito isso, trabalhe a massa até ela ficar consistente e elástica. Faça uma cruz na superfície, cubra com um pano e deixe descansar por mais ou menos umas 2 ou 3 horas, dependendo da temperatura ambiente. Após esse tempo, coloque a massa, de preferência, sobre uma pedra polvilhada de farinha de trigo, amassando-a ligeiramente com o rolo de macarrão. Unte uma assadeira com manteiga ou azeite e abra a massa, empurrando-a bem para que não fique um bolo (grossa demais).
Observação: Está porção dá para umas 4 pessoas. Leva uns 15 minutos para fazer, e 3 horas descansando. Por isso, faça com bastante antecedência.

MASSA FINA E CROCANTE
Ingredientes:
(Quantidade para cerca de 6 discos de pizza fina de 30 cm ou 8 de 25cm)
4 xícaras de farinha de trigo
8 a 10 colheres de sopa de azeite de oliva ou óleo vegetal
1 ovo
45 g de fermento biológico
250ml de cerveja*
sal a gosto
*a cerveja pode ser substituída por água, e o ovo pode ser suprimido, embora dê uma boa liga à massa.
Modo de fazer:
Esquente a cerveja (ou a água) a mais ou menos 36 graus (para saber ao certo, sinta se está na temperatura do corpo); Junte o fermento à cerveja, até que se dissolva completamente (antes de adicionar o fermento, tire um pouco do gás da cerveja, para evitar que transborde); Coloque a farinha de trigo numa tigela grande*, junte o sal e misture bem; Abra um buraco no meio farinha e despeje a mistura do fermento com a cerveja dentro, cobrindo com a farinha. Deixe descansar assim por uns minutos; Adicione o ovo batido e o azeite de oliva, misture bem até que forme uma massa bem homogênea. Quando a massa começar a se soltar da tigela, tire-a de dentro, e passe a amassá-la em cima de uma pedra mármore, de preferência, até que esteja completamente lisa e homogênea; Unte uma tigela grande com óleo ou azeite, coloque a massa dentro e cubra com filme plástico para não secar, deixando uma folga para a massa crescer; Coloque a tigela dentro de um saco plástico e feche-o completamente. Ponha para repousar em algum lugar abafado, como dentro de um forno frio e desligado, por exemplo. Deixe descansar de 4 a 6 horas.
Opcional: Após a massa descansar por volta de uma hora e meia, retire-a de dentro da tigela e volte a amassá-la até que se reduza ao tamanho original. Coloque em seguida na tigela, conforma mencionado acima, e deixe descansar de 4 a 6 horas.

MASSA DE PIZZA
Tempo de Preparo: 40 minutos
Rendimento: 2 pizzas de 30 cm de diâmetro
Ingredientes: 
– 2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
– 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
– 1 e 1/2 colher (sopa) de fermento biológico
– 1 xícara (chá) de água morna
Modo de Preparo: 
Coloque a farinha de trigo em uma tigela e misture o azeite. Dissolva o fermento na água morna e incorpore à farinha, misturando bem com uma colher de pau e uma espátula de plástico. Depois trabalhe com as mãos, até obter uma massa um pouco pegajosa. Forme uma bola com a massa, cubra com um guardanapo e deixe repousar em lugar quente por 30 minutos até crescer. Trabalhe um pouco a massa com as mãos, levemente enfarinhadas, e forme uma bola. Divida-a ao meio e amasse ligeiramente cada metade, obtendo dois círculos espessos.

PIZZA AOS TRÊS QUEIJOS
Ingredientes: (para duas pizzas)
Esponja:
50 g de fermento biológico
1 colher (sopa) de açúcar
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 copo de leite integral
Outros Ingredientes da Massa: 
1 ovo inteiro
1 colher (sopa) de óleo
500 g de farinha de trigo
sal
Molho:
600 g de tomate (sem pele) moídos a grosso modo
sal e pimenta a gosto
2 colheres (sopa) de azeite
orégano e cheiro verde picado
Cobertura: 
400 g de queijo mussarela ralada no ralo grosso
300 g de requeijão
50 g de queijo parmesão ralado
azeite e azeitonas pretas
Preparo:
Dissolva o fermento com o açúcar. Junte o leite e a farinha. Misture bem. Cubra com um pano e deixe a esponja dobrar de volume. Adicione o ovo, o óleo, o sal e a farinha peneirada. Misture, passe para a mesa polvilhada e amasse bem. Deixe crescer novamente em uma vasilha coberta. Separe a massa em duas partes, forre as formas com uma massa leve para assar em forno pré-aquecido. retire do forno, espalhe o molho e cubra com os queijos. Regue com azeite e volte ao forno. Coloque as azeitonas somente quando pronta.

PIZZA DE HOT DOG
Tempo de preparo: 30 minutos
Rendimento: 4 pessoas
Ingredientes: 
150 gr de mussarela ou requeijão
5 salsichas grandes sem tempero
1 lata de molho de tomate temperado para pizza
pimenta do reino (opcional)
Preparo:
Prepare a massa de pizza colocando-a sobre uma superfície polvilhada com farinha e abra-a ligeiramente com o rolo. Feito isto, coloque numa assadeira untada com azeite ou óleo. Distribua por cima o molho de tomate como uma colcha, espalhando-o bem de acordo com o gosto de cada um. Pode-se jogar uma pitadinha de orégano. Coloque a mussarela ou requeijão, distribuindo-a de maneira a cobrir a superfície e o molho. Tire a pele das salsichas e corte-as em fatias no sentido do comprimento. Coloque as salsichas sobre a mussarela.
Por fim, leve ao forno pré-aquecido (220 graus) e deixe assar por uns 20 minutos. Depois, abaixe um pouco a temperatura do forno para uns 180 graus e deixe por mais 10 minutos. Nunca deixe de olhar a pizza, porque os tempos dependem da espessura da massa que você fez. Estes tempos são para massa média. Sirva quente.

PIZZA DE BANANA
Ingredientes:
Banana, açúcar e canela.
Porção: 3 a 4 pessoas.
Abra a massa com um rolo, depois coloque as fatias de banana bem espalhadas até preencher todos os espaços.
Em seguida acrescente o açúcar e a canela. Leve ao forno pré-aquecido (220 graus) e deixe assar por mais ou menos 15 minutos, sempre observando para não queimar as bananas.

PIZZA MARGHERITA
Ingredientes:
Massa: 
1/2 litro de água morna
900 g de farinha de trigo
20 g de sal
20 g de fermento biológico
2 colheres de sopa de azeite de oliva
Molho: 
1 kg de tomate maduro
1 colher de sal
1 colher de chá de orégano
Recheio:
600 g de queijo mussarela de búfala
folhas de manjericão
Modo de Preparo:
Divida a água morna em duas partes, dissolva o fermento em uma das metades e o sal e azeite na outra. Coloque a farinha em uma tigela e acrescente a água com o fermento. Misture bem e acrescente a água com o sal e azeite. Amasse e sove a massa por cerca de 15 minutos, até que esteja bem lisa e não grude mais nas mãos. Coloque novamente na tigela e cubra com um pano, deixe a massa fermentar por 1 hora ou até dobrar de volume. Amasse novamente por mais 5 minutos e divida a massa em 6 partes iguais com cerca de 250 g cada. Coloque sobre um plano de trabalho e cubra com um pano, deixe a massa crescer novamente por mais 1 hora ou até dobrar de volume. Enfarinhe bem um plano de trabalho e abra os discos de massa com cerca de 3 mm de espessura. Cobrir com o molho.
Molho: Lave bem os tomates e retire a pele e as sementes. Pique finamente os tomates ou passe-os numa peneira grossa. Acrescente o sal e orégano. Utilize como solicitado na receita. Rale grosseiramente a mussarela. Abra a massa e coloque em uma fôrma para pizza. Cubra com o molho e leve ao forno pré-aquecido em fogo forte por 12 minutos. Retire. Cubra com a mussarela ralada e leve novamente ao forno para a mussarela derreter. Quando a massa estiver dourada, retire do forno e salpique com folhas de manjericão.

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