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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

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O samba vanguardista de Leci Brandão com inspiração centenária

A sambista Leci Brandão é um patrimônio nacional. No momento em que ela é considerada a melhor cantora de samba do Brasil pelo Prêmio da Música Brasileira, repercutir sua trajetória é uma missão. Por sua história artística pessoal e pela riqueza de narrativas que testemunhou e protagonizou e personagens com quem conviveu.
Por Railídia Carvalho
  • Ilustração: Olavo Costa Leci Brandão por Olavo Costa Leci Brandão por Olavo Costa
Além de cantora e compositora, Leci tem uma trajetória política coerente com o conteúdo de sua poesia. Ela conhece de perto o parlamento, está seu segundo mandato como deputada Estadual pelo PCdoB de São Paulo e, em seu gabinete aberto ao povo, recebeu a redação do Vermelho para esta conversa.

Herança afrodescendente

Quando Leci surgiu para o Brasil trouxe com ela o universo comunitário, étnico e sonoro da população negra de uma parte do Rio de Janeiro. Um conhecimento que nasceu em casa no cotidiano da dona Lecy, mãe da cantora e da madrinha Lurdes Bolão.
“A minha família, minha mãe, a minha avó e a minha madrinha saíam na Mangueira. A irmã de dona Neuma, acho que era a Cecéia, trabalhava na fábrica de tecidos Confiança junto com a minha mãe. Hoje o local é um supermercado”, contou Leci.
A Companhia de Fiação e Tecidos Confiança Industrial funcionou em Vila Isabel de 1936 a 1960 e foi citada nos versos de Noel Rosa: “Quando o apito da fábrica de tecidos…”
Leci era pequena no período a que se refere. “A Lurdes trabalhava com minha mãe na fábrica e morava no morro. O Jamelão trabalhava na fábrica junto com minha mãe. Conheci dona Zica quando ia almoçar na casa da Lurdes. Ela fazia feijão, matava porco. Eram todos mangueirenses. Não conheci dona Zica porque queria conhecer a mulher do Cartola. Era o ambiente natural”, contou Leci.
Dona Neuma, Jamelão, Cartola e Dona Zica são nomes conhecidos do brasileiro a despeito do desleixo e omissão das instituições do país com a memória da cultura negra e popular.
Adulta, Leci foi levada pelo sambista Zé Branco (descrito por ela como “branquinho de olhos azuis”) a uma reunião na ala de compositores da Mangueira. Ela tinha 29 anos. Cartola, Carlos Cachaça eram alguns dos bambas. Fez “estágio” (precisava apresentar os próprios sambas e passar pelo crivo dos veteranos) e um ano depois recebeu a carteira de compositora da Mangueira.

Personalidade

Da tradição veio a reinvenção do samba particular criado por Leci Brandão: A denúncia social presente no samba se potencializou e a artista incorporou temas de segmentos discriminados, como negros, o universo homoafetivo e os povos indígenas.
A estreia de Leci fez muito barulho e pautou a imprensa e os produtores culturais na década de 70: Mulher, negra, do subúrbio, compositora, cantora, integrante da ala de compositores de uma das mais tradicionais bandeiras do samba do Rio. E engajadíssima.
A origem musical e social de Leci não a impediu de trilhar caminhos próprios. Com personalidade desde a estreia, a carioca nascida em Madureira registrou sambas de sua autoria no primeiro LP, gravado em São Paulo em 75 pela Marcus Pereira. Em uma crescente, os trabalhos seguintes de Leci amenizavam na narrativa para dar visibilidade às minorias.

Minorias

“O foco era muito a denúncia social. As minhas composições cantavam as minorias, falavam da luta. Era uma cantora de protesto sem saber que era. Isso era uma coisa da minha vida, do meu dia a dia. Não é porque estava na moda. O que chamou a atenção da imprensa na época eram as observações políticas”, recordou Leci.
A facilidade da criação se aguçava quando Leci se deparava com situações que a comoviam. Assim nasceu a música Ombro Amigo, que virou tema da novela Espelho Mágico da rede Globo e sucesso em boates por todo o país. Uma entrevista da cantora ao jornal de temática LGBT Lampião da Esquina e a história ouvida de um homem, que só poderia ter um relacionamento amoroso com outros homens se frequentasse boates, motivou o samba.
“Eu já era compositora oficial da Mangueira e fui fazer uma matéria para o jornal Lampião, do Agnaldo Silva. As pessoas se espantaram: como eu compositora da Mangueira ia dar entrevista para um jornal considerado marginalizado? Ai fiz a composição. A música não falava nada de homossexualidade. Era uma música de amor”.
Os mesmos motivos que deram visibilidade a Leci serviram de argumento para que ela sofresse cinco anos de ostracismo do mercado fonográfico. Foram cinco anos sem gravar após a censura da Polygram ao repertório apresentado por ela, incluído aqui Zé do Caroço, a subversão do negro, do pobre, do suburbano de sua condição de subjugado. “Amanhã vai fazer alvoroço alertando a favela inteira”.
A partir de 1985 na Copacabana, a cantora volta ao mercado e às raízes. “Adiel de Carvalho que me levou para a Copabacana me falou que os discos anteriores eram muito elite, muita orquestra e que os próximos poderiam ser como se estivesse no buteco tocando. Cavaco, banjo, violão, tantan e pandeiro. Ficou tudo bacana”, disse Leci.
Adiel que conhecia profundamente a carreira de Leci até aquele momento afirmava que a forma dos discos de Leci a distanciavam do povo. “Ele me disse uma coisa: Você canta para o seu povo. Mas do jeito que estão trazendo, o seu povo não está alcançando você”, relembrou Leci.
A orientação de Adiel aliada à produção do cavaquinhista Alceu Maia fez a carreira de Leci trilhar outro caminho a partir de 85. “Vieram para os discos a roda de samba, veio o baião, veio o xote, o bumbá, o bumba boi. Aí as pessoas diziam: agora a Leci tá fazendo folclore. Não é nada disso: isso é música brasileira”.
Além de Zé do Caroço, o LP que deu uma nova guinada na carreira de Leci trazia ainda a clássica Isso é Fundo de Quintal (c/Zé Maurício), uma das músicas mais executadas da sambista, e Papai Vadiou (Rody do Jacarezinho e Gaspar do Jacarezinho).
“Tem lugares que vou bem distantes do meu habitat e as pessoas tem todos os meus discos e isso é muito legal porque o Brasil é muito grande e as pessoas te reconhecem. Até porque eu não tenho esse apoio de mídia. Sou uma pessoa do rádio”.
Excluída das bajulações da chamada grande imprensa, Leci se impôs pelo talento que esbanjava nas bancas da mais popular emissora brasileira comentando, com propriedade, o carnaval do Rio de Janeiro e também de São Paulo. Não é à toa que se comove com o reconhecimento que recebe em localidades distantes dos grandes centros. Ela furou o poderio da grande mídia.

Protagonismo popular

Leci é comunidade. Palavra, aliás, que é sempre bom relembrar, foi cunhada por ela durante as transmissões de carnaval nas emissoras de televisão. Assim como o caco “diz”, que ela entremeia em trechos das músicas, comunidade é uma espécie de legado da cantora. Leci é soldada do samba e reconhece os seus.
Sobre o Centenário do samba (em 2016), ela afirma: “O que eu não gosto muito é da coisa oportunista porque agora todo mundo quer falar de samba, e tem gente falando do samba de qualquer maneira. Sempre acho que está faltando gente. As pessoas ficam mais apegadas a quem tá na mídia, quem tá na televisão, quem vai no Faustão. Acho que tem que se fazer justiça a quem sempre cantou o samba, a quem sempre respeitou o samba”, enfatizou.
A ressalva também vem acompanhada de declarações de amor: “É bacana o centenário do samba porque o samba é a música da alegria, como diz o Martinho da Vila. Você está numa passeata tem samba, no estádio tem samba, na casa das pessoas, no subúrbio ou na cidade. O samba agrega, o samba salva vidas. Eu devo a minha vida ao samba. Se não fosse o samba eu não teria construído a carreira que eu construí”, se derramou Leci.
Os 72 anos de idade e 40 anos de carreira não cabem em uma única matéria. Neste caso uma homenagem a esta artista que está ao lado do povo. Leci é a antiestrela. Representa o protagonismo da cultura popular e dos excluídos. A cidadã brasileira Leci Brandão é a voz do samba e a cara do Brasil.
Do Portal Vermelho

HOJE! A AMES - NOVA CRUZ/RN COMPLETA 24 ANOS!

A AMES (Associação Municipal de Estudantes Secundaristas) de Nova Cruz, Rio Grande do Norte, fundada em 28 de agosto de 1994 na Escola Municipal Francisco Pereira Matos, entidade representativa dos estudantes secundaristas e de cursos. completa HOJE 24 anos de lutas, histórias e de conquistas! Tendo seu primeiro presidente Antonio Virgilio.  Hoje a mesma se encontra sem ação, pois o próprio movimento estudantil passa por uma crise chamada imobilismo! Mesmo assim é importante registrar este momento, pois quem fez muito pelos estudantes não pode cair no esquecimento.

É preciso união, força e determinação para fortalecer a entidade, deixando de lado as diferenças e buscar a união, com todos sé tem a ganhar!

A AMES sempre esteve na defesa dos estudantes brasileiros e com isso conseguiu várias conquistas, que hoje são sentidas quando os estudantes pagam a meia entrada nos setores de diversões: (cinemas, circo, festas, parque de diversões, etc), na meia passagem intermunicipal, a lei do Grêmio Estudantil nas escolas públicas e privadas, diretas para diretor de escola, entre outras.

A todos os ex dirigentes nosso abraço e agradecimentos pela participação e luta em prol da AMES.


A AMES SOMOS NÓS NOSSA FORÇA, NOSSA VOZ! Resgatar

domingo, 26 de agosto de 2018

#AnistiaJá: No Paraná, estudantes lutam contra sentenças arbitrárias pós ocupações


Jovens de escolas públicas estão recebendo condenações com valores entre mil e 30 mil reais por participar de movimento em 2016.

Qualquer um que constrói o movimento estudantil no Brasil conhece o Paraná como estado pioneiro em 2016 nas ocupações de escolas, movimento que depois se espalhou por mais de 1.300 unidades no Brasil todo, contra o congelamento de investimentos na Educação, contra o golpe político-parlamentar de 2016 e contra uma reforma do Ensino Médio autoritária. O que nem todos sabem é que quase dois anos depois esta história de resistência ainda não acabou e ganha traços cada vez mais autoritários e antidemocráticos no estado.
Adolescentes paranaenses têm recebido notificações de sentenças em que são condenados a pagar multas com valores entre mil e 30 mil reais ou a prestar trabalhos voluntários. Foram processados pelo governo estadual, de Beto Richa (PSDB) e Cida Borghetti (PP), e condenados por “reintegração de posse” de colégios já desocupados há mais de 18 meses. É o único estado onde isso acontece. Detalhe: as pessoas julgadas não tinham nem conhecimento dos processos.
“Esta perseguição é feita não só para deslegitimar o maior levante estudantil do último período, mas também para que estudantes se sintam intimidados em participar do movimento estudantil”, denuncia Wellington Tiago, presidente da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES-PR). A entidade realiza a campanha “Anistia Já”, pela anulação dos julgamentos arbitrários que não param de chegar.
Segundo o estudante, a campanha é muito importante também para defender a legitimidade das ocupações, movimentos autogestionados que poderiam ensinar muito aos sistemas de ensino: “Era preciso lutar contra a PEC 55, temos direito de manifestar nossa opinião. E ainda mostramos um novo jeito de organizar as escolas, mais democrático, plural e com participação dos estudantes”.
Leia abaixo entrevista com Wellington, 18 anos, estudante do Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba.

ENTREVISTA:
“O legado das ocupações deve ser mais democracia, não perseguições”

Wellington Tiago, 18 anos, estudante do Colégio Estadual do Paraná e presidente da União Paranaense de Estudantes Secundaristas (UPES): “Queremos anulação dos processos e defender o legado das ocupações”
UBES: O que é a campanha ‘Anistia Já’, criado pelo movimento estudantil do Paraná?
Wellington Tiago: Quase dois anos depois do movimento de ocupações de escola, muitos estudantes estão sendo processados judicialmente por ter participado. São processos absurdos. O único motivo da sentença é ter ocupado sua escola.
São mais de cem pessoas processadas que, como estudantes de escola pública, não têm dinheiro para pagar os valores pedidos nas sentenças. A própria UPES está sendo notificada e não tem dinheiro para pagar.
Além da anistia destes processos arbitrários, queremos mostrar que as ocupações foram sim um movimento legítimo de protesto. A Constituição nos garante o direito à manifestação. Precisamos mostrar a perseguição que estamos sofrendo.
UBES: Qual o legado vocês gostariam que as ocupações deixassem para a educação do Estado, que não o das perseguições políticas?
Wellington: Todas as ocupações do Paraná deixaram um legado de uma escola mais democrática, mais plural, com menos preconceito, mais participação dos estudantes. Principalmente, de um novo modelo de ensino. Onde houve ocupação conseguimos deixar isso claro.
Infelizmente, para o estado ficou esta perseguição. É natural, uma vez que quem está no comando são governadores que já mandaram a polícia agredir professores, em manifestação de 2015 conhecida nacionalmente. O governo de Beto Richa (PSDB) e Cida Borghetti (PP) não deu prioridade nenhuma para a educação e ainda é acusado de desvio de verbas do ensino público.
Essa perseguição acontece não só para deslegitimar o maior levante estudantil do último período, mas também para que estudantes se sintam intimidados em participar do movimento estudantil. A maior parte dos processados deixam seus grêmios, suas entidades municipais.
A ideia da campanha é mostrar para a sociedade também que o movimento foi legítimo, que era preciso lutar contra a PEC 55, que temos direito de manifestar nossa opinião e que mostramos um novo jeito de organizar as escolas.
Cena do documentário
“Ocupa Tudo – Escolas ocupadas no Paraná”
(Carlos Pronzato, 2017)
UBES: Como a campanha está atuando?
Wellington: Estamos indo às escolas conversar com os grêmios e estudantes sobre o que vem ocorrendo. Os grêmios fazem cartazes, rodas de debate. Pretendemos realizar uma audiência pública sobre o assunto e estamos apresentando um Projeto de Lei a deputados para arquivamento dos processos injustos. No dia 30 de agosto, vamos fazer um protesto junto com professores em Curitiba.
UBES: Alguém já foi punido por ter participado de ocupações?
Wellington: Muitas pessoas já foram punidas. Pelo menos mais de cem estudantes, a própria UPES, diversos professores, trabalhadores de escolas e diretores.
No caso dos professores, estão sofrendo processos administrativos em que podem perder o emprego, apesar de concursados. No nosso caso, envolve valores financeiros.
No caso dos estudantes menores de idade, os pais estão respondendo judicialmente, com sentenças entre mil e 30 mil reais e trabalhos voluntários.
UBES: Por que acha que os processos são arbitrários?
Wellington: Em relação aos estudantes, em todos os processos até agora, ninguém foi chamado para nenhuma audiência, ninguém participou ou teve direito de ser ouvido no seu julgamento. Simplesmente recebeu a notificação. É uma perseguição, porque o réu não tem direito à defesa.
Leia também:
Fonte: UBES

BOLSONARO, NÃO!

PORQUE DIZEMOS NÃO A BOLSONARO?

Em um momento de desesperança com a política e com o nosso país, é natural que saídas fáceis tentam nos seduzir. Mas por trás disso podem estar escondidos retrocessos perigosos aos nossos direitos e a nossa liberdade. Por isso iremos combater as ideias retrógradas que atacam à nossa juventude e a democracia.

Dizemos NÃO à retribuição da violência como solução para a segurança pública.

Dizemos NÃO à privatização das nossas empresas estatais e a entrega de nossas riquezas ao estrangeiro.

Dizemos NÃO à discriminação contra mulheres, negras e negros, LGBTs.

Dizemos NÃO à qualquer tentativa de cerceamento da nossa Liberdade.

Dizemos NÃO à tentativa de dividir nosso povo pelo ódio às diferenças, sejam elas ideológicas, culturais ou étnicas.

Esse não é o Brasil que queremos. Queremos devolver a esperança ao nosso povo.

Queremos uma segurança pública.

Queremos nossa indústria e nossas empresas estatais fortes.

Queremos desenvolvimento e justiça social.

Queremos respeito e igualdade entre todas as pessoas.

Queremos MAIS democracia, MAIS participação e fortalecimento do debate político.

Queremos o nosso povo unido.

SIM À ESPERANÇA!
NÃO À BOLSONARO

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Pontal do Paraná

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Pontal do Paraná é um município brasileiro do estado do Paraná.. Foi desmembrada do município de Paranaguá em 20 de dezembro de 1995, fazendo parte hoje da Região Metropolitana de Paranaguá (RMP)
A história do município de Pontal do Paraná começou quando houve os primeiros fluxos no século XVII. O objetivo dos primeiros fluxos era de colonizar o território do atual Estado do Paraná. Trata-se de um município geograficamente próximo a Paranaguá, tanto por terra como por mar. Isso permitiu que os fatos políticos e administrativos do município mais antigo do Paraná tivessem influência na vida pública da comunidade pontalense.
As praias de Pontal sempre receberam muitos visitantes vindos do interior do Paraná e da capital, Curitiba. Pontal do Paraná também é objeto de conhecimento por ser o lugar de onde vem os barcos que levam uma grande leva de turistas às ilhas próximas. Entre as ilhas, merece destaque a Ilha do Mel, pertencente ao município de Paranaguá. Esta ilha costeira recebe muitos visitantes de todos os lugares.
Como Chegar
BR 277, seguindo pela PR 407
BR 376, depois pela PR 412. Distante 97 km de Curitiba.

Infra-estrutura de Acesso
Rodoviária
Terminal Rodoviário Ernesto Schaedler
Avenida Beira Mar, s/nº Tel. (41) 3455-1341

Empresa de Ônibus
Viação Graciosa
Tel. (41) 3455-1341 home page: www.viacaograciosa.com.br

O que Visitar
Praias
O município possui 23 km de orla marítima, onde se situam 48 balneários com boa balneabilidade e condições para banho, sendo estes os principais: Pontal do Sul, Las Vegas; Patrick II; Miami; Itapuã; Guapê; Vila Nova; Atami; Iracema; Guarujá; Barranco; Shangri-lá; Miramar; São José; Ipê; Marissol; Jardim Marinês; Beltrame; Jardim Jacarandá; Mirassol; Luciane; Carmery; Marisa; Jardim Canadá; Recanto Uirapuru; São Carlos; Porto Fino; Praia Bela; Leblon; Batel; Santa Terezinha; Canoas; Praia de Leste; Santa Mônica; Vila Jacarandá; Irapuan; Majoraine; Primavera; Santa Fé; Grajaú; Andaraí; Santa Rita Mar; Ipanema I; Ipanema II; Ipanema III; Ipanema IV; Monções.

Balneário de Pontal do Sul
Com praias de areia fina e clara, sua vegetação não difere muito dos demais balneários, sendo que ocorre uma larga área de restinga. Conta ainda com uma grande extensão de Mata Atlântica, além de ser rico em manguezais. Suas águas proporcionam banhos com segurança. Pontal do Sul, também recebe águas da Baía de Paranaguá onde estão instaladas as marinas e o terminal dos barcos que levam à Ilha do Mel.

Balneário de Praia de Leste
Com uma praia de areia branca e águas claras, sua vegetação quase já não pode ser observada nas áreas mais urbanizadas, mas é caracterizada por ser basicamente rasteira. Suas águas são constantemente movimentadas oferecendo locais para banhos.

Balneário de Santa Terezinha
Oferece ótimos picos de surf, além de ser o mais freqüentado por jovens. O balneário realiza o melhor carnaval de Pontal do Paraná e possui uma agitada vida noturna.

Balneário de Shangri-lá
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Praia tranquila de mediana extensão, é mais uma das boas opções que a cidade oferece. Costuma receber um bom número de visitantes todos os anos, que aproveitam para relaxar, tomar um refrescante banho de mar e repor as energias. É uma boa opção para todos os públicos, desde os mais jovens aos mais velhos. Conta com uma boa faixa de areia clara e batida, o mar é levemente agitado, formando boas ondas dependendo do tempo. De um azul muito bonito, suas águas cristalinas são propícias para o banho e prática de esportes como kitesurf e surf, dependendo do tamanho das ondas. No verão, jovens aproveitam a espaçosa faixa de areia para jogar futebol e frescobol. Levar alimentos e bebidas para fazer um pic-nic é uma boa dica. Possui uma larga faixa de areia, ondas mais fortes com alguns pontos propícios para a prática do surf e locais para pescaria.

Balneário de Ipanema
É o de maior movimento durante a temporada, oferece mais opções para atividades noturnas. A praia tem areia um pouco mais grossa que as demais e ondas propicias para a prática do surf.

Comunidade Guaraguaçu
Localizada nas margens do Rio Guaraguaçu, o lugar é apropriado para pesca esportiva, lá se encontram duas marinas, bancas de artesanato e a Estrada Ecológica do Guaraguaçu que leva a comunidade indígena Guarani M`Byá e ao maior Sambaqui, conta com chácaras que servem a gastronomia típica, (somente com reserva). Para visitar deve-se entrar em contato com o Departamento de Turismo Tel. (41) 3975-3102

Calçadão de Praia de Leste
Área de lazer e ponto de encontro durante a temporada de verão. Estruturado com lanchonetes e comércio em geral. Localiza-se entre as Ruas Dídio Costa e Afonso Camargo.

Casa da Cultura
A Casa da Cultura fica na sede do antigo “Balneário Clube de Ipanema” onde aconteciam os mais famosos bailes de carnaval. Conta com um espaço para exposições itinerantes e permanentes como um acervo que reúne peças, fotos, documentos doados pela comunidade e o registro dos passos para a emancipação do município. Durante o ano é sede de projetos sociais voltados às crianças e adolescentes da rede pública de ensino, ainda é utilizada para a realização de eventos técnicos. No carnaval é oferecido um baile infantil. Localiza-se na Rua Alba de Souza e Silva, s/nº (balneário de Ipanema) Tel: (41) 3975-3102

Centro de Estudos do Mar/UFPR
Mantido pela Universidade Federal do Paraná é um núcleo de exposições e atividades em educação ambiental, tendo inúmeros programas em pleno desenvolvimento. Realiza trabalhos de pesquisas avançados sobre as potencialidades do nosso litoral e recebe estudantes de todos os níveis para explanações e visitas aos seus laboratórios. Possui farto material em vídeo, aquário marinho e exposição de material botânico, zoológico e geológico da região. Abriga desde de 2000 o curso de graduação em Oceanografia. Visitas somente com hora marcada. Tel. (41) 3455-1333 home page: www.cem.ufpr.br . Localiza-se na Avenida Beira-mar, s/n°. (balneário de Pontal do Sul)

Sede do Parque Natural Municipal do Manguezal do Rio Perequê
Inaugurada em 2003, possui biblioteca, videoteca, espaço para exposições, reuniões, além de computador com acesso a internet. Localiza-se na Avenida Mira-Mar ao lado do CEM. (balneário de Pontal do Sul)
Horário de funcionamento: segunda-feira a sexta-feira das 8h30 às 12h e das 13h às 17h

Ilha dos Currais
Afora os costões, possui pequena praia de seixos. Não há trilhas em seu interior. A Ilha está sob os cuidados do Centro de Estudos do Mar. Formada por três pequenas ilhas é a região do litoral com água mais limpa, sendo perfeitas para pesca e mergulho. Informações Tel. (41) 3455-1333. Localiza-se a 12 km do balneário de Praia de Leste.

Ilha da Galheta
De dimensões maiores que a dos Currais, a ilha é cercada pelos costões de rocha. Situa-se próximo à ponta da Ilha do Mel. O desembarque é difícil e não há praia ou trapiches e as ondas são muito fortes. Localiza-se a 3 km do balneário de Pontal do Sul.

Áreas de Lazer / Pesque Pague
Santuário Guaraguaçu
Estrada Ecológica do Guaraguaçu Tel. (41) 9101-9383 / 8435-0784
Horário de atendimento: sábado, domingo e feriado (somente com reserva)

Onde Dormir
Cadastrados no Ministério do Turismo
Tomate’s Bar Pousada & Restaurante
PR 412, 3179 balneário Primavera Tel. (41) 3458-2522

Serviços Turísticos
Terminal de Embarque
Alameda do Café, s/nº balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1144
Horário de Barcos
Pontal do Sul/Ilha do Mel: diariamente das 8h às 19h (a cada 30 minutos)

Marinas
Marina Central Náutica
Rua Erva Mate, s/nº balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1528
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Porto Marina Mares do Sul
Avenida Beira Mar, 88 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1447
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina Vale do Sol
Rua Tapebuia, s/nº balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-2282
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina Bom Abrigo
Rua Imbaúba, 69 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1222
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina 7 Mares (somente associados)
Rua dos Iates, 44 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-2177
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina Sul
Avenida do Mel, 1661 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-2187
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Iate Club de Pontal do Sul
Avenida dos Iates, s/nº balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1141
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina Ilha do Mel (somente associados)
Rua dos Iates, 1577 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1580
Horário de atendimento: diariamente das 7h às 19h

Marina A
Rua dos Iates, 110 balneário Pontal do Sul Tel. (41) 3455-1392
Horário de atendimento: diariamente das 7h30 às 19h

Serviços
Hospital
Posto de Saúde 24 Horas
Rua Santa Mônica, 369 balneário Praia de Leste Tel. (41) 3472-7078

Bancos
Banco do Brasil
Avenida Beira Mar, 437 balneário Praia de Leste Tel. (41) 3458-2016

Banco Itaú
Rua São Luiz, 501 balneário Ipanema Tel. (41) 3457-1828

Banco HSBC (Caixa eletrônico)
Pátio do Mercado Super Rede balneário de Ipanema

Artesanato
Ateliê da Dona Jacyra
Rua dos Corais, 50 Tel: (41) 3457-5751
Horário de atendimento: sábado e domingo das 9h às 14h

Feira de Artesanato Centopéia (somente na temporada)
Balneário Marissol
Horário de atendimento: diariamente das 9h ás 23h

Artesanato de Pontal do Sul
Avenida Beira Mar s/nº (ao lado da Pizzaria Karrankas)
Horário de atendimento: diariamente das 9h às 24h (durante a temporada)

Feiras de Artesanato “Mãos de Pontal” (somente na temporada)
Praia de Leste: Avenida Aníbal Curi
Ipanema: Praça Central
Santa Terezinha: Avenida Beira Mar
Shangri-lá: Praça Central
Horário de Funcionamento diariamente das 9h à 24h

M’Byá Artesanato do Brasil
Avenida Beira Mar, 141 balneário Praia de Leste Tel. (41) 3458-3116
Horário de atendimento diariamente das 10h às 22h

Informações Turísticas
Secretaria Municipal de Desenvolvimento
Diretoria de Turismo
Rua Alba de Souza e Silva, s/nº – Casa da Cultura balneário Ipanema Tel. (41) 3975-3102

Terminal de Embarque de Pontal do Sul
Alameda do Café, s/nº Tel. (41) 3455-1144
Horário de atendimento: diariamente das 8h30 às 22h

Fonte  BRASIL CULTURA