Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
EDUARDO VASCONCELOS REUNIU-SE COM O ELIAS E JARLESON do Grupo de Dança ART E CORPO
Hoje (09), o Agente de Cultura e atual presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos reuniu-se com os coordenadores do GRUPO DE DANÇA ARTE do CORPO, grupo de NOVA CRUZ, Elias Júnior e Jarlisson Pereira da Silva onde firmaram parceria para ficarem por um tempo determinado para ensaiar em um dos espaços da Casa de Cultura.
Evidentemente que a CASA DE CULTURA abraçou a solicitação, pois o grupo tem um belíssimo trabalho com jovens que amam e vivem da dança; São jovens que se dedicam para que o grupo seja reconhecido e que através da dança/arte possam levar momentos culturais com criatividade e profissionalismo. Os ensaios irão acontecer de 11/11/2019 a 31/12/2019 nos turnos da manhã e tarde. Serão aproximadamente 20 (vinte) componentes.
Para Eduardo esta é uma forma de contribuir para que estes jovens façam e acreditem naquilo que eles gostam realmente de fazer.
Maiores informações, liguem: 99475 0510 - Jarlisson e 99156 9881 Élias Junior.
O fundador da Wikipedia, Jimmy Wales, anunciou a criação de uma nova rede social baseada em um modelo alternativo ao Facebook e outras plataformas similares, financiado apenas por doações e livre de publicidade.
“Adeus, Facebook, é hora de algo novo”, declarou Wales na feira “Digital X”, na cidade de Colônia, na Alemanha, ao anunciar a rede WT:Social , que se encontra ainda em fase de desenvolvimento.
“Já imaginou uma rede social onde toda a comunidade possa editar os conteúdos?”, perguntou Wales à audiência. E em seguida explicou que sua ideia é “transferir os princípios da Wikipedia a uma rede social”.
O criador da enciclopédia virtual prometeu aos usuários que se registrarem na plataforma nesta primeira etapa que receberão dele uma solicitação de amizade, enviada pessoalmente, informou a imprensa alemã.
“Nunca venderemos seus dados”
Em sua página na web, a WT:Social afirma que outras redes sociais, à medida em que foram crescendo, “também amplificaram as vozes dos maus atores em todo o mundo”, enquanto seus algoritmos só se preocupavam “em manter as pessoas viciadas em plataformas sem conteúdo”.
Em contrapartida, assegura que seu projeto busca ser diferente e que “nunca” venderá os dados de seus usuários, pois sobrevive “graças a generosidade de doadores individuais, para garantir que a privacidade se mantenha protegida e que o espaço social esteja livre de publicidade”.
“Autorizaremos [a cada usuário] que tomem suas próprias decisões a respeito do conteúdo que recebem e que editem diretamente os títulos enganosos ou marquem publicações problemáticas”, promete o WT:Social.
Tradução: Eduardo Hegenberg para os Jornalistas Livres.
“Bolsonaro se mostrou, uma vez mais, um atirador exímio: para fulminar de vez o que restava do moribundo ministério da Cultura, nomeou uma aberração abjeta chamada Roberto Rego Pinheiro, e que usa o pseudônimo de Roberto Alvim”
Bolsonaro entregou a gestão cultural a um agressor de Fernandfa Montenegro Bolsonaro entregou a gestão cultural a um agressor de Fernandfa Montenegro
A fúria descontrolada do clã Bolsonaro contra as artes e a cultura deste país à beira da ruína atingiu seu ponto máximo: depois de eliminar o ministério da Cultura, criando uma secretaria especial no ministério da Cidadania, capitaneado por um fulano que não tem ideia do assunto, o desequilibrado em questão decidiu transportá-lo para o de Turismo.
Quer dizer: saiu das garras de uma figura insignificante para as de um indiciado por desvio de verba eleitoral, o ativo cultivador de laranjas chamado Marcelo Álvaro Antônio.
Para completar o fuzilamento furibundo, faltava o tiro de misericórdia. E Bolsonaro se mostrou, uma vez mais, um atirador exímio: para fulminar de vez o que restava do moribundo ministério da Cultura, nomeou uma aberração abjeta chamada Roberto Rego Pinheiro, e que usa o pseudônimo de Roberto Alvim.
O maior mérito de quem se faz chamar de Alvim é precisamente a escuridão de seu caráter.
Ao classificar Fernanda Montenegro, monumento impar das artes e da cultura, de “mentirosa e sórdida” e dedicar a ela seu desprezo, conquistou a admiração ilimitada de Jair Bolsonaro e seu clã hidrófobo.
Se ver semelhante figura na direção de artes cênicas da Funarte já era absurdo, ver agora como secretário especial de Cultura é o fim do fim.
Vale recordar que ao assumir, em 1990, Fernando Collor de Melo liquidou o ministério da Cultura, que virou secretaria vinculada diretamente à presidência. Depois que ele foi catapultado da poltrona presidencial, o sucessor Itamar Franco imediatamente ressuscitou o ministério.
Michel Temer, depois do golpe institucional que destituiu Dilma Rousseff, bem que tentou fazer a mesma coisa que Collor. Houve intensa mobilização do setor artístico e cultural, e o cleptômano voltou atrás.
Com Bolsonaro, porém, a demolição tornou-se inevitável e irremediável: desde sempre, desde os tempos em que ele fazia parte do lodo mais imundo da Câmara de Deputados, ficou claríssima sua repulsa não apenas às artes e à cultura, mas a qualquer expressão de pensamento.
Pensar que não apenas a produção atual (que, aliás, já estava praticamente paralisada, principalmente no campo do cinema), mas a própria memória do país – o IPHAN e a Casa de Rui, para ficarmos em dois exemplos –, passam a ficar nas mãos de Roberto Alvim, é terrível.
É preciso, em todo caso, reconhecer a coerência de Jair Bolsonaro. Se era mesmo para liquidar todas – todas! – as estruturas de sustentação das artes e da cultura, ele fez as escolhas exatas.
O que ele, seu clã familiar e seus cúmplices parecem ter esquecido é que as aberrações passam. E as artes e a cultura sobrevivem e, ao seu tempo, voltam à superfície.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) transferiu a Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania para o do Turismo. A secretaria foi criada no início do atual governo para substituir o extinto Ministério da Cultura.
A mudança foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (07/11/2019). Com a transferência, a Secretaria de Cultura passa a ser comandada pelo ministro Marcelo Álvaro Antônio, e não mais por Osmar Terra .
A transição ocorre um dia após o governo exonerar o então secretário de Cultura, Ricardo Braga. Entre os nomes cotados a assumir o órgão, está o filho do pastor Romildo Ribeiro Soares (R.R. Soares). A informação foi confirmada pelo porta-voz da presidência da República, Otávio Rêgo Barros.
Olhe caiu aqui na bacia das almas bondosas do meu celular um bilhete mais ou menos assim:
Ei vc tá sabendo que Timbaúba vai sumir do Mapa.
Aí lá vai eu pensar, tentar buscar na história uma coisa pelo que saiba minha pequena e boa Timbaúba nunca sumiu e nem vai sumir nunca, sabe pq:
Quando em 1818 Zé Baptista ficou como o responsável por Timbaúba delimitou tudo e colocou Timbaúba no mapa de tudo.
- Aqui era a melhor Fazenda;
-Aqui era a unidade produtora e as terras mais férteis segundo Câmara Cascudo para o plantio de cana, produção de iguarias e até cachaça artesanal.
-Aqui se fabricava o melhor doce e semelhantes
-Aqui se tinha a maior hospedagem e receptividade para quem ia e vinha
- Daqui se destinava a melhor carne de sol pra o Recife Antigo.
-Daqui o queijo era comercializado no Recife, Fortaleza e Natal.
-Aqui se perpetuou até hoje a marca da qualidade em suas produções, tudo daqui é ótimo e bacana e é referência para o mundo no artesanato.
Ademais;
-Daqui sairam os maiores e melhores políticos ou descendentes da nossa Caicó.
-Daqui temos a melhor linguiça caseira do Seridó.
-Daqui se tem o melhor arroz da terra.
-Daqui se tem o melhor bordado do mundo
-Daqui se tem o orgulho de um povo bom e trabalhador.
-Aqui sempre será a Capital dos Bordados, da Corrida de Jegues e terra de Elino Julião.
Portanto Timbaúba a mais de 200 anos tem assento, tem localização, tem homens e mulheres de bem, enfim tem tudo de melhor e útil e nunca e jamais sairá do mapa pelo contrário sempre será a melhor localização tudo isto e muito mais graça a gleba mater e a seu povo e sua gente...
Ora Timbaúba até Ministro tem e terá sempre sua melhor representação.
Portanto nossa Timbaúba é ouro é pérola preciosa que ninguém destroí.
#SomosTimbaubensesComAmor
Viva Timbaúba dos Artistas...
Viva Timbaúba dos Batistas...
Viva a Terra querida de Todos Nós. Amém.
*Arysson Soares: Pesquisador, Genealogista, Escritor e Membro dos Institutos Históricos do RN, PB e PE, Arysson Soares da Silva.
"Arysson Soares, acima de tudo um grande homem! Sinto-me a vontade para registrar estas singelas mensagem! Um jovem sem papa na língua, direto no ponto! Criativo, dinâmico, sincero, brigador e lutador ao mesmo, principalmente quando o assunto é cultura e principalmente quando o assunto é defender a sua amada e querida cidade! Timbaúba dos Batistas! Por isso sinto-me muito feliz por tê-lo ao meu convívio de amigos. Você, Alysson é uma pessoa única e dinâmica! Obrigado meu DEUS por me ofertar esta grande amizade, deste grande HOMEM! Abraço amigo!" - Eduardo Vasconcelos: Ativista, radialista, agente de cultura de NOVA CRUZ, atual presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN e coordenador da Comissão em Defesa dos Campus da UERN, UFRN e IFRN na Região do Agreste Potiguar.
Nova Cruz a cem quilometro de Natal se prepara para torcer pela nossa representante na III Edição TALENTOS DAS CIDADES NAS CASA DE CULTURA! O nome é JOYCE KARLA! Classificada no dia 19 de setembro, representando a cidade de NOVA CRUZ, estará no próximo dia 20 de novembro em Natal para fechar com "CHAVE DE OURO!", trazendo o troféu e estaremos lá dando a maior força, respeitando é claro todos/as os/as artistas que também fizeram por onde chegarem a final!
O Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN e a Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" estarão juntas para conseguir um (1) ônibus junto a prefeitura para que as pessoas possam dá a maior força a nossa querida, Joyce Karla! Uma guerreira, talentosa, de fibra e ama o que faz...CANTAR!
Tão logo tivermos resposta sobre o transporte divulgaremos de imediato!
A Comissão Eleitoral do processo para eleição de reitor e diretor-geral de Campus para a gestão do IFRN, divulga que tivemos a inscrição para Direção Geral, do servidor Allan Nilson de Sousa Dantas, Mat. SIAPE 1766482, do cargo de Professor EBTT.
José Sarney com os ministros Rubens Bayma Dennys, Moreira Lima e Leônidas Pires - Domínio Público
Aílton Guimarães Jorge na época de bicheiro / Crédito: Istoé
Por mais que muitos acreditem que não houve corrupção durante a ditadura, é sabido que esse período foi caracterizado por propinas e desvios de verba.
1. Contrabando na Polícia do Exército
Na década de 1970, a baixa patente do 2º Batalhão da Polícia do Exército – ou seja, cabos, capitães e sargentos do Rio de Janeiro – se envolveram no contrabando carioca. Produtos como roupas de luxo, perfumes e bebidas eram roubadas, inclusive de outros contrabandistas, e revendidos na cidade. Nomes relevantes do combate à guerrilha, como Aílton Guimarães Jorge, estavam envolvidos com o esquema.
Ao mesmo tempo, os policiais controlavam e tiravam proveito das relações de troca ilegais pela cidade, intermediando negócios ocultos. Com o tempo, esse esquema foi descoberto pela SNI, que os prendeu e os torturou, mesmo que no final eles fossem inocentados. Muitos largaram o exército e foram para outras áreas, como o capitão Guimarães, que se tornou o maior articulador do Jogo do Bicho no Rio de Janeiro.
2. Governadores biônicos
No governo Médici, uma avaliação feita pela SNI determinou os indicados do presidente para os governos dos estados. Ou seja, eram conhecidas as características e o passado desses políticos. Porém, muitos deles roubaram dinheiro público com o conhecimento do Governo Federal.
É o caso de Antônio Carlos Magalhães, na Bahia, que foi acusado em 1972 de ter beneficiado uma empresa do qual ele era acionista. No Paraná, Haroldo Leon Peres extorquiu um empreiteiro em mais de 1 milhão de dólares.
3. Sergio Paranhos Fleury
O delegado de São Paulo é um dos maiores torturadores e nomes da repressão policial da Ditadura. Porém, segundo o Ministério Público Federal, o policial também esteve envolvido com tráfico de drogas e grupos de extermínio, além de liderar o Esquadrão da Morte e servir como protetor do traficante José Iglesias.
Em 1968, por exemplo, ele fuzilou o traficante rival de Juca, Domiciano Antunes Filho (Luciano). Nessa operação, foi encontrada uma caderneta com anotações referentes a propinas que ocorriam entre policiais, detetives, políticos e traficantes.
Dentro da estrutura política da repressão, casos de tortura e pressão política fizeram com que depoimentos e denúncias fossem retirados, além da própria interrupção de investigação do caso Fleury pelo MP. “Esqueçam tudo, não se metam em mais nada. Existem olheiros em toda parte, nos fiscalizando. Nossos telefones estão censurados” alertou, em 1973, o procurador-geral Oscar Xavier.
Fleury morreu antes de encerradas as investigações, mas já vinha sendo agraciado com mudanças arbitrárias no Código Penal, que foi reescrito em favor dos réus primários como o delegado. De qualquer forma, era sabido que Fleury era corrupto: uma vez, o gal. Golbery do Couto e Silva colocou “Esse é um bandido. Agora, prestou serviços e sabe muita coisa”.
4. Caso Lutfalla
Desde cedo, Paulo Maluf esteve envolvido em esquemas de corrupção. Antes mesmo de assumir o estado, já fora acusado no caso da empresa Lutfalla, pertencente a sua esposa, que recebeu dinheiro ilegalmente do Banco Nacional de Desenvolvimento. O caso envolveu um ministro do governo (Reis Velloso, da pasta do Planeamento), mas ninguém foi punido.
5. Mordomias com dinheiro público
Antônio Dias Leite Júnior, ministro de Minas e Energia de Médici, foi beneficiado com uma piscina térmica em casa / Crédito: Wikimedia Commons
Durante o processo de abertura, os jornais brasileiros começaram a pressionar o regime com suas maiores liberdades, mesmo com o advento da censura. Um desses casos é o da reportagem de Ricardo Kotscho, que denunciou o mau uso do dinheiro público pelo governo, que oferecia mordomias e luxos para ministros e secretários enquanto o povo passava fome. Havia casos de piscinas financiadas por dinheiro do contribuinte, assim como grandes banquetes.
Ao mesmo tempo, os governantes possuíam exclusividades antirrepublicanas: filmes proibidos eram exibidos nas casas dos servidores, aviões das Forças Armadas faziam translados oficiais, ministros possuíam casas de campo onde passavam mais tempo que no próprio gabinete.
Os generais de exército (quatro estrelas) possuíam dois carros, três empregados e casa decorada. As regalias eram diversas. E, pior, militares de baixa patente eram foçados a prestar servidores domésticos para seus superiores.
6. Camargo Corrêa
Um dos nomes mais denunciados por corrupção durante a ditadura foi o Ministro Delfim Netto, que participou da maioria dos governos do período. A primeira denúncia contra o economista ocorreu em 1974, quando foi acusado por Figueiredo, do SNI, de beneficiar a Camargo Corrêa – que já estava na estrada naquela época – na licitação para a construção da hidrelétrica de Água Vermelha, Minas Gerais.
Delfim Netto / Crédito: Wikimedia Commons
Como embaixador na França, foi acusado por Jacques de la Broissia de ter prejudicado ilegalmente o banco Crédit Commercial de France. Isso porque haveria uma intriga com a instituição, que se recusou a pagar 60 milhões de dólares para contribuir com a construção da hidrelétrica de Tucuruí pela Camargo Corrêa.
7. General Electric
Em um processo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, em 1976, o presidente da General Electric no Brasil, Gerald Thomas Smilley declarou ter pago comissões para funcionários públicos durante a venda de trens para a Rede Ferroviária Federal. O caso foi reportado pela Folha de São Paulo.
Segundo a investigação, a Junta Militar que assumiu com a morte de Costa e Silva aprovara um decreto que destinava fundos especiais para a empresa, na compra de 180 locomotivas, e que a direção da empresa incluía o irmão do presidente.
8. Dossiê Baumgarten
Restos mortais de von Baumgarten encontrados na Praia de Grumari / Crédito: O Globo
Em 1982, o jornalista da SNI Alexandre von Baumgarten denunciou o general Newton Cruz, que estaria planejando sua morte por ordens da própria instituição. Pouco tempo depois, o jornalista foi encontrado morto. Segundo o dossiê, Baumgarten era alvo por seu conhecimento em relação a um esquema de corrupção existente entre o gal. Cruz e a Agropecuarista Capemi, uma empresa de proprietários militares.
A empresa teria sido contratada para comercializar a madeira daquela que seria a barragem de Tucuruí e as negociações teriam envolvido um desvio de verba de pelo menos 10 milhões de dólares, em benefício dos agentes da SNI. Newton Cruz foi inocentado.
9. Caso Coroa-Brastel
Este caso ganhou grandes proporções / Crédito: Veja
A terceira acusação contra Delfim Netto envolve um esquema de corrupção envolvendo o Ministério do Planejamento e o da Fazenda durante governo Figueiredo. Segundo a denúncia do procurador José Paulo Sepúlveda Pertence, houve desvio de verba pública no processo de empréstimo da Caixa Econômica Federal a Assis Paim, proprietário do grupo Coroa-Brastel. O ministro Ernane Galvêas foi inocentado e Delfim sequer foi investigado.
10. Grupo Delfin
Em 1982, a Folha de São Paulo denunciou o Grupo de crédito imobiliário Delfin, que teria sido beneficiado pelo Banco Nacional de Habitação ao receber 70 bilhões de cruzeiros para abater parte da dívida que a empresa tinha com o banco público. Isso teria envolvido um lucro ilícito de mais de 60 bilhões. A empresa entrou em falência pouco tempo depois, pois ficou descreditada pelos clientes.
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Querem cercar o índio, cercear, caçar. À bala, mataram mais um, emboscado entre nuvens, no chão da floresta, entre rios e bichos do mato.
Apavorados ficam o sentimento e as ideias do mundo, sem saber quando pára isso no país que chamamos de nosso. Qual é a cifra dos mortos indígenas após 519 anos, neste chão tão grande, que tantos querem por a mão e gana? Quantos corpos serão necessários, ainda, para dar fim à cota da conquista da terra alheia? Dois, três, quatro milhões?
Somos bárbaros, a fome da pátria livre não tem fim, Abapuru que se alimenta de homens, anemia refém de nossos erros.
Araribóia, a cobra brava, é terra distante dos índios Guajajara. Lá inventaram sua guarda, seu exército de guerreiros guardiões. Em caça, tornou-se o caçador, abatido por tiro certeiro na ordem das coisas. Madeireiros invasores, gente barbuda e bárbara, que matam árvores e homens que se põem no caminho.
É morte o que querem, perversa aritmética.
Resta a dúvida de velho cacique dos índios Sioux, famosa carta de impossível compreensão aos incautos:
Como pode-se comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal ideia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.
Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exaurí-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.
7. AVALIAÇÃO • Houve avanços, • Só início, • Falta muito para: igualdade racial e oportunidades igualitárias.
8. RACISMO O que é? Racismo consiste no preconceito e na discriminação com base em percepções sociais baseadas em diferenças biológicas entre os povos.
9. Existe raças humanas? O conceito de raça não é biológico e sim sócio-histórico, político e jurídico, como já manifestou o STF.
10. Existe racismo? Cheikh Anta Diop (1923-1986) “Os brancos costumam negar a realidade das raças ao mesmo tempo que tentam destruir uma raça.”
12. Como podemos perceber o racismo no Brasil? EXPRESSÕES RACISTAS no dia a dia. PRECONCEITO: É vigiado para não roubar nas lojas e supermercados, É ignorado e não é atendido, Não é bem recebido.
13. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 1. Andando pelas ruas, meta o pescoço dentro das joalherias e conte quantos negros/as são balconistas;
14. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 2. Vá em quaisquer escolas particulares, sobretudo as de ponta; espiche o pescoço pra dentro das salas e conte quantos alunos negros/as há . Aproveite, conte quantos professores são negros/as e quantos estão varrendo o chão;
15. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 3. Vá em hospitais tipo Sírio Libanês, enfie o pescoço nos quartos e conte quantos pacientes são negros, meta o pescoço a contar quantos negros médicos há, e aproveite para meter o pescoço nos corredores e conte quantos negros/as limpam o chão.
16. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 4. Quando der uma volta num Shooping, ou no centro comercial de seu bairro, gire o pescoço para as vitrines e conte quantos manequins de loja representam a etnia negra consumidora. Enfie o pescoço nas revistas de moda , nos comerciais de televisão, e conte quantos modelos negros fazem publicidade de perfumes, carros, viagens, vestuários e etc
17. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 5. Vá às universidades públicas, enfie o pescoço adentro e conte quantos negros há por lá: professores, alunos e serviçais;
18. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 6. Espiche o pescoço numa reunião dos partidos PSDB e DEM, como exemplo, conte quantos políticos são negros desde a fundação dos mesmos, e depois reflitam a respeito de serem contra todas as reivindicações da etnia negra.
19. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 7. Gire o pescoço 180° nas passeatas dos médicos, em protesto contra os médicos cubanos e conte quantos médicos/as negros/as marchavam;
20. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 8. Meta o pescoço nas cadeias, nos orfanatos, nas casas de correção para menores, conte quantos são brancos, é mais fácil;
21. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 9. Gire o pescoço a procurar quantas empregadas domésticas, serviçais, faxineiros, favelados e mendigos são de etnia branca.
22. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 10. Espiche bem o pescoço na hora do Globo Rural e conte quantos fazendeiros são negros, depois tire a conclusão de quantos são sem- terra, quantos são sem-teto. No Globo Pequenas Empresas& Grandes Negócios, quantos empresários são negros?
23. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: 11. Nas programações das Tvs abertas, acessível à maioria da população, gire o pescoço nas programações e conte quantos apresentadores, jornalistas ou âncoras de jornal, artistas em estado de estrelato, são negros. Onde as crianças negras se veem representadas?
24. Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra: Aplique o Teste do Pescoço em todos os lugares e depois tire sua própria conclusão. Questione-se se de fato somos um país pluricultural, uma Democracia Racial e se somos tratados iguais perante a lei?!
25. AS DIVISÕES EXISTEM: lugares sociais distintos entre negros e brancos. Os negros prevalecem nas favelas (67%):
30. Como combatê-lo? Pelo Empoderamento dos negros e negras, Pela miscigenação do poder, Pela desconstrução das assimetrias de poder e propriedade.
31. Como combatê-lo? Conhecer a África na sua diversidade para desconstruir o ‘olhar único’ que se tem sobre ela.
32. Como combatê-lo? Incluir o Pensamento Africano na academia. Descolonizar o conhecimento
33. Como combatê-lo? Restaurar a auto-estima da população negra.
34. Como combatê-lo? Restaurar a auto-estima da população negra.
35. Como combatê-lo? Implementar cotas e políticas de acesso com ações afirmativas de um modo geral, sempre que comprovada sub- representatividade nos diversos setores da sociedade: universidades, mercado de trabalho e serviço público.
36. Como combatê-lo? Regularização fundiária das das terras de remanescentes de Quilombos.
37. Como combatê-lo? Direito à terra pública para as casas religiosas de matriz africana e afro- brasileira e para os espaços socioculturais afrobrasileiros.