Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
As modernas epidemias e pandemias têm surgido quase sempre em países da Ásia e da África. O motivo, segundo especialista, não é nada tranquilizador: tem a ver com o processo acelerado de urbanização dessas áreas, e a destruição do seu meio ambiente natural.
Por: Equipe Oásis
Um agricultor na Índia. O estilo tradicional de vida dos indianos, essencialmente ligado à natureza e à vida natural, está sendo rapidamente substituído pelo da vida urbana, com o surgimento de cidades cada vez maiores, destituídas das necessárias infraestruturas de saúde pública.
Hoje, é coisa bem sabida: o novo coronavirus COVID-19 teve origem na China, na região de Hubei, e de lá deu início à sua corrida para infectar os quatro cantos do planeta. Isso não é novidade: apenas nos últimos vinte anos ocorreram três diversas epidemias de alguma variante do coronavirus, e o tempo que transcorre entre um e outra se faz cada vez mais curto.
Em artigo publicado no site científico The Conversation, o professor Suresh Kuchipudi da Pennsylvania State University, especialista no setor dos vírus zoonóticos (ou seja aqueles que passam dos animais ao ser humano), explica as razões pelas quais esse tipo de epidemias se desenvolve quase sempre em países da Ásia ou da África. O motivo não é nada tranquilizador e está diretamente ligado ao crescimento econômico e tecnológico desses países.
Com cerca de 14 milhões de habitantes, Lagos, capital da Nigéria, é uma das cidades mais densamente povoadas do mundo. Um exemplo típico de como evolui o processo de urbanização de muitas cidades africanas.
Reações em cadeia
Kuchipudi explica que a Ásia e a África, continentes onde vive cerca de 60% da população mundial, apresentaram nos últimos anos um rapidíssimo processo de urbanização: apenas na última década, cerca de 200 milhões de pessoas abandonaram o campo na Ásia oriental para viver em áreas urbanas. Urbanização também significa desflorestamento e destruição do meio ambiente natural. Com seu habitat destruído, os animais silvestres, privados de suas moradas, são obrigados a se aproximar cada vez mais dos centros urbanos. E os animais selvagens (os morcegos, por exemplo) são hospedeiros perfeitos para os vírus, alguns dos quais podem deixar seus hospedeiros e se transferir para os seres humanos. Isso não é tudo: as primeiras vitimas da urbanização acelerada e insustentável são os predadores, e o seu desaparecimento permite aos roedores (que são outros hospedeiros ideais para os vírus zoonóticos) multiplicar-se de forma descontrolada.
A urbanização na China cresce a passos de gigante. Na foto, bairro de Xangai,
Será cada vez pior?
Um outro grande problema são os métodos agrícolas usados nessas áreas, que para uma grande parte das populações da Ásia e da África ainda são baseados em sistemas de agricultura e de pecuária de subsistência, com controles sanitários reduzidos ou ausentes.
Kuchipudi lança um alerta em relação ao futuro: para esse pesquisador a situação será cada vez pior, visto que a urbanização da Ásia e da África não dá sinais de querer parar ou pelo menos diminuir o seu ritmo de crescimento. Para o cientista, é apenas questão de tempo antes que um novo coronavirus, ou alguma outra forma viral, exploda nessas regiões e comece a se alargar para o resto do mundo. “Existe uma necessidade urgente”, diz Kuchipudi, “de estratégias contra o desflorestamento e que reduzam o contato entre o homem e os animais selvagens”.
247 - O dramaturgo da Broadway Terrence McNally, aos 81 anos, faleceu nesta terça-feira (24) na Flórida (EUA), por complicações relacionadas ao coronavírus.
Terrence enfrentou há alguns anos um câncer de pulmão e vivia com uma condição respiratória crônica.
O dramaturgo teve uma trajetória marcada por musicais e óperas. Entre os principais espetáculos produzidos estão "Ragtime" (1998) a "O beijo da mulher aranha" (1995), adaptação do longa dirigido por Hector Babenco. As duas peças lhe renderam o Tony, a maior láurea do teatro americano.
Ele também foi autor de "Master Class", peça que consagrou Marília Pêra na década de 1990, na pele da cantora lírica Maria Callas.
Integrantes das Chapas 01 e 02 na apresentação das inscrições, durante o 39º Congresso do ANDES-SN
Nos dias 12 e 13 de maio, docentes sindicalizados ao ANDES-SN irão às urnas para eleger a nova diretoria do Sindicato Nacional, que estará à frente da entidade no biênio 2020-2022. Duas chapas foram homologadas pela Comissão Eleitoral Central (CEC) no dia 12 de março e concorrem ao pleito: “Chapa 1 – Unidade para Lutar” e “Chapa 2 – Renova ANDES”.Confira a Circular 001/2020 da CEC com as nominatas das duas duas chapas.
Apenas os docentes sindicalizados até 12 de fevereiro de 2020 e que estiverem em dia com suas contribuições até 13 de março de 2020 podem votar. A CEC irá divulgar a composição do eleitorado no dia 12 de abril.
As seções sindicais têm até o dia 27 de abril para formar suas Comissões Eleitorais Locais (CEL), compostas por um representante da diretoria da seção sindical e por um ou dois membros de cada uma das chapas, tendo três ou cinco integrantes. Caso as seções sindicais não formem suas Comissões Locais, as secretarias regionais do ANDES-SN poderão fazê-lo, assegurando o direito ao exercício democrático do voto por parte de todos os sindicalizados.
As CEL deverão definir e organizar as seções eleitorais até o dia 5 de maio e realizarão a apuração dos votos no dia 14 de maio, em cada uma das seções sindicais e nas secretarias regionais onde houver votação. A computação dos resultados parciais pela CEC se dará a partir das 8 horas do dia 16 de maio, na sede do ANDES-SN, em Brasília (DF). O resultado oficial será promulgado no dia 18 de maio de 2020.
A posse da nova diretoria eleita ocorrerá em Vitória da Conquista (BA), durante o 65º CONAD.
É importante que as seções sindicais e os docentes acompanhem os prazos e estejam atentos às informações que serão veiculadas nos canais do Sindicato Nacional.
Ontem O Globo em editorial pregou que os servidores públicos deem sua cota de sacrifício neste momento com a redução dos seus vencimentos.
Abaixo a resposta do presidente da Fenafisco
Do Charles Alcântara, presidente da Fenafisco
*Cada um dá o que tem*
O Brasil possui 206 bilionários que, juntos, acumulam uma fortuna de mais de R$ 1,2 trilhão.
Esses 206 bilionários pagam proporcionalmente menos impostos que a classe média e os pobres.
Se o país criasse um imposto de apenas 3% por ano sobre a fortuna de R$ 1,2 trilhão, seria possível arrecadar R$ 36 bilhões anuais, valor superior ao orçamento de 1 ano de todo o programa Bolsa-Família.
A soma de toda a riqueza das famílias brasileiras é de cerca de R$ 16 trilhões de reais, estando a quase metade de toda essa riqueza - ou seja, R$ 8 trilhões - nas mãos de apenas 1 % das famílias.
Se o país taxasse o patrimônio trilionário dessas famílias em apenas 1%, seria possível arrecadar R$ 80 bilhões, o que equivale ao valor de toda a receita estimada em 2020 para o Estado de Minas Gerais, o segundo mais populoso do Brasil, com mais de 20 milhões de habitantes.
Façam as contas: R$ 36 bilhões cobrados sobre a renda dos 206 bilionários (+) R$ 80 bilhões cobrados sobre o patrimônio do 1% das famílias mais ricas (=) R$ 116 bilhões.
Esses R$ 116 bilhões a mais nos cofres públicos sequer representam sacrifício para esse punhado de bilionários, mas equivale a praticamente todo o orçamento federal da saúde.
Se chamados a contribuir um pouquinho mais com o país, garanto que nenhum desses bilionários deixaria de frequentar os melhores restaurantes do mundo, satisfazer todos os seus desejos mais extravagantes ou deslocar-se nos seus jatinhos executivos de última geração.
Os donos do jornal O Globo fazem parte dos 206 bilionários e também das famílias brasileiras que detém, juntas, um patrimônio de R$ 8 trilhões.
Em editorial publicado no jornal de sua propriedade, edição desta sexta-feira (20), a bilionária família Marinho defendeu a redução dos salários dos servidores públicos como forma de colaborar com a crise gerada pela pandemia da Covid-19.
A família Marinho não se dispõe a abrir mão de uma parcela insignificante da sua fortuna para ajudar o país, mas se acha no direito de propor que os servidores públicos sejam confiscados em seus salários.
A contribuição em termos monetários que O Globo se dispôs a oferecer ao país num momento tão dramático foi um editorial indigno, desonesto e covarde.
Diante do cenário atual, o Blog do Mouzar recupera várias frases pronunciadas por inúmeras personalidades, que podem ser bem usadas nos dias de hoje.
Tempos doentios, violentos, de pestes físicas se somando a mentais… Vírus multinacional se somando à praga nacional.
Colecionei frases de muita gente, ditas ou escritas há tempos, às vezes há muito tempo, mas podem ou poderiam estar se referindo à atualidade no Brasil (e não só aqui). Vamos a elas. Começo com uma que imagino que muita gente que andou raivosa está sentindo agora, se não perdeu a capacidade de raciocinar sobre o que se passou aqui nos últimos tempos.
Clarice Lispector: “Tô sofrendo de uma doença chamada saudade”.
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Francis Bacon: “As condutas, assim como as doenças, são contagiosas”.
William Shakespeare: “A sabedoria e a ignorância se transmitem como as doenças, daí a necessidade de se saber escolher as companhias”.
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Padre Antônio Vieira: “A peste do governo é a irresolução. Está parado o que havia de correr, está suspenso o que havia de voar, porque não atamos nem desatamos”.
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Luís Fernando Veríssimo: “A diferença entre o Brasil e a República Checa é que a República Checa tem o governo em Praga e o Brasil tem essa praga no governo”.
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Svetlana Alexievich: “Há períodos horríveis em que nações inteiras afundam na praga da escuridão e do ódio”.
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Fernando Pessoa: “Nunca me pesou o que de trágico se passasse na China. É decoração longínqua, ainda que a sangue e peste”.
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Mário Quintana: “Ah, esses moralistas… não há nada que empeste mais do que um desinfetante”.
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Plínio Marcos: “O quer quero dizer, e o que pesa na balança… nos estreitos, esquisitos e escamosos caminhos do roçado do bom Deus, onde o vento encosta o lixo e as pragas botam os ovos… o povão só berra da geral sem nunca influir no resultado”.
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Albert Camus: “O bacilo da peste não morre nem desaparece nunca, pode ficar dezenas de anos adormecido (…). Espera pacientemente (…). E chega talvez o dia em que, para desgraça e ensinamento dos homens, a peste acorda os ratos e os manda morrer numa cidade feliz”.
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Herbert Hoover: “Quando adoecemos, queremos um médico extraordinário. Se temos uma construção a fazer, queremos um engenheiro fora de série. Somente quando estamos na política é que nos contentamos com homens comuns”.
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Thomas Jefferson: “A política é uma praga tal que eu aconselho a não se meterem nela”.
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Stendhal: “Dar nome a uma doença é apressar-lhe os avanços”.
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Nostradamus: “Perto dos portões e dentro de duas cidades haverá flagelos semelhantes aos que foram vistos: fome em meio à praga, pessoas apagadas pelo aço, clamando ao Deus imortal por socorro”.
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Dostoiévski: “Uma doença incurável chamada consciência”.
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David Attenbrouch: “Nós somos uma praga da Terra”.
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Groucho Marx: “Uma cama de hospital é como um táxi estacionado com o taxímetro a correr”.
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Paracelso: “A natureza é a causa e a cura das doenças”.
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Kofi Annan: “Enquanto as desigualdades e outros problemas sociais nos sejam uma praga, os populistas tentarão explorá-las”.
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Gabriel García Márquez (em “Cem anos de solidão”): “O amor é uma peste, trovejou. Havendo tantas moças bonitas e direitas, a única coisa que lhe passa pela cabeça é casar com a filha do inimigo”.
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Émile-Auguste Chartier: “As paixões são como a peste, o tifo. Pare de combater e elas voltam”.
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Freud: “Em última análise, precisamos amar para não adoecer”.
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Jung: “No fundo, não descobrimos no doente mental nada de novo ou desconhecido; encontramos nele as bases da nossa própria natureza”.
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Kurt Cobain: “Eu sou meu próprio parasita, não preciso de hospedeiro”.
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Orson Welles: “Não devemos ser malcriados, devemos ser umas pestes”.
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Martinho Lutero: “Vivo era uma peste, morrendo serei tua morte”.
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Simone Weil: “Não basta ser santo: é necessária uma santidade que o momento exige, uma santidade nova, também ela sem precedentes… O mundo precisa de santos que tenham genialidade como uma cidade onde grassa a peste tem necessidade de médicos”.
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William Lyon Phelps: “O medo da vida é a doença favorito do século vinte”.
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Giacomo Leopardi: “O egoísmo foi sempre a peste da sociedade, e quanto maior, tanto pior a condição dela”.
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Nietzsche: “A besta que há dentro de nós quer ser enganada, a moral é necessidade de mentira”.
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Camile Claudel: “De fato, concorda-se que sou a praga, a cólera dos homens benevolentes e generosos que se interessam por arte e que, quando me mostro com meus emplastros, até o imperador do Saara foge”.
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Saul Bellow: “Ah, é uma praga a vida que se exibe, uma verdadeira praga. Estamos numa época em que todos os ridículos filhos de adão desejam evidenciar-se perante os outros, com todos os seus ditos espirituosos, esgares e tiques, toda a glória da fealdade autoadorada, afirmando aos restantes – num transbordar de narcisismo que os outros interpretam como benevolência – ‘Aqui estou para dar-lhes testemunho. Vim para lhes servir de exemplo’. Pobres espectros tontos”.
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Arthur Schopenhauer: “Assim como a necessidade é a praga do povo, o tédio é a praga do mundo abastecido”,
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Oscar Wilde: “O trabalho é a praga das classes bebedoras”.
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Leonel Brizola: “Essa moçada continua querendo curar câncer com injeção de cibalena”.
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Adélia Prado: “Com perdão da palavra, quero cair na vida”.
*Este artigo não reflete, necessariamente, a opinião da Revista Fórum.
Vai aí uma listinha de textos introdutórios – para quem está começando – e artigos mais aprofundados sobre o marxismo e a formação cultural do povo brasileiro.
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Diferente do que acha o Bolsonarismo, a pandemia do Corovírus é muito séria e, como a gente tem responsabilidade, vamos seguir as orientações do ministério da Saúde. Se liga!
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Conceitos Elementares do Materialismo Histórico, Martha Harnecker. – encurtador.com.br/nKQWX