Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
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segunda-feira, 25 de outubro de 2021
POVO PRETO - O Pequeno Príncipe Preto - Elenilda Nunes - fACEBOOK
Escritora moçambicana vence o Prêmio Camões
A escritora moçambicana Paulina Chiziane é a vencedora do Prêmio Camões 2021, eleita esta tarde por um júri composto por seis intelectuais conhecedores da língua de Camões - Jorge Alves de Lima e Raul Cesar Gouveia Fernandes, pela parte brasileira; Carlos Mendes de Souza, Ana Maria Martinho, pela parte portuguesa; o escritor Tony Tcheka (Guiné-Bissau) e Teresa Manjate (Moçambique) pelos países africanos de língua portuguesa.
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O júri destacou a vasta produção e recepção critica de Paulina, bem como o reconhecimento acadêmico e institucional da sua obra. Referiu também a importância que dedica nos seus livros aos problemas da mulher moçambicana e africana e sublinhou seu trabalho recente de aproximação aos jovens, nomeadamente na construção de pontes entre a literatura e outras artes. Traduzida em muitos países, ela é hoje uma das vozes da ficção africana mais conhecida internacionalmente, tendo recebido vários prêmios e condecorações.
Paulina receberá um prêmio de 100 mil euros, divididos entre os governos do Brasil e de Portugal. A primeira vez que um escritor africano venceu o Prêmio foi em 1991, com o poeta moçambicano José Craveirinha. Seis anos mais tarde, foi a vez de Pepetela, e Luandino Vieira, em 2006, ambos de Angola – Luandino Vieira recusou recebê-lo. Em 2009, venceu o poeta cabo-verdiano Arménio Vieira e, em 2013, o romancista moçambicano Mia Couto. Em 2020, o escritor Germano Almeida, de Cabo Verde, venceu a 30ª edição.
HISTÓRIA
Paulina cresceu nos subúrbios da cidade de Maputo. Nasceu numa família protestante onde se falavam as línguas Chope e Ronga. Aprendeu a língua portuguesa na escola de uma missão católica. Começou os estudos de Linguística na Universidade Eduardo Mondlane sem ter concluído o curso.
Participou ativamente da cena política de Moçambique como membro da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), na qual militou durante a juventude. A escritora declarou, numa entrevista, ter apreendido a arte da militância na Frelimo. Deixou, todavia, de se envolver na política para se dedicar à escrita e publicação das suas obras. Entre as razões da sua escolha estava a desilusão com as diretrizes políticas do partido Frelimo pós-independência, sobretudo em termos de políticas filo-ocidentais e ambivalências ideológicas internas do partido, quer pelo que diz respeito às políticas de mono e poligamia, quer pelas posições de economia política marxista-leninista, ou ainda pelo que via como suas hipocrisias em relação à liberdade econômica da mulher. Foi a primeira mulher que publicou um romance em Moçambique. Iniciou a sua atividade literária em 1984, com contos publicados na imprensa moçambicana. As suas escritas vêm gerando discussões polêmicas sobre assuntos sociais, tal como a prática de poligamia no país. Com o seu primeiro livro, Balada de Amor ao Vento (1990), a autora discute a poligamia no sul de Moçambique durante o período colonial. Devido à sua participação ativa nas políticas da Frelimo, a sua narrativa reflete o mal-estar social de um país devastado pela guerra de libertação e os conflitos civis que aconteceram após a independência.
Paulina vive e trabalha na Zambézia. O seu romance Niketche: Uma História de Poligamia ganhou o Prémio José Craveirinha em 2003.[4]
Em 2016, anunciou que decidiu abandonar a escrita porque está cansada das lutas travadas ao longo da sua carreira.
OBRAS:
- Balada de Amor ao Vento:
- 1.ª edição, 1990.
- Lisboa: Caminho, 2003.
- Ventos do Apocalipse:
- Maputo: edição do autor, 1993.
- Lisboa: Caminho, 1999.
- O Sétimo Juramento. Lisboa: Caminho, 2000.
- Niketche: Uma História de Poligamia:
- Lisboa: Caminho, 2002.
- São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
- Maputo: Ndjira, 2009, 6ª edição.
- As Andorinhas, 2009 1ª Edição, Indico Editores
- O Alegre Canto da Perdiz. Lisboa: Caminho, 2008
- Na mão de Deus, 2013
- Por Quem Vibram os Tambores do Além, 2013, com Rasta Pita
- Ngoma Yethu: O curandeiro e o Novo Testamento, 2015.
- O Canto dos Escravizados, 2017.
Ao lançar o filme sobre Marighella, Wagner Moura declara o voto em Lula
Segundo Wagner Moura, "o que está em jogo hoje é uma democracia em si" e "agora o momento é de reconstrução da democracia". "Então, se a eleição fosse hoje, acho que eu votaria no Lula", disse
247 - O ator e diretor Wagner Moura, que está lançando o filme "Marighella", após um imbróglio de anos, não poupa críticas ao governo Bolsonaro e declarou voto no ex-presidente Lula. A informação é da Folha de S. PauloSegundo ele, a ascensão de Bolsonaro ao poder foi "trágica, mas pedagógica", por revelar que o Brasil também é "um país autoritário, violento, racista, de uma elite escrota".
"Ele [Bolsonaro] é um personagem conectado ao esgoto da história brasileira, que nos mostra que o Brasil não é só um país de originalidade, de beleza, de potência, de diversidade, de biodiversidade", frisou.
"Por um tempo, achei que Marina Silva representa esse passo adiante, mas ainda procuro por esse alguém, seja na figura de um partido, seja na de um político. Há muitos políticos que respeito, jovens, que podem virar esse passo adiante, mas agora o momento é de reconstrução da democracia. Então, se a eleição fosse hoje, acho que eu votaria no Lula", disse.
domingo, 24 de outubro de 2021
Natal - RN
Natal - RN | Terra vestida de sol e de belezas naturais, de tradições nordestinas e cultura potiguar. Banhada pelo rio Potengi, na sua margem o forte dos reis magos, uma herança histórica. Dona das belas dunas de Genipabú e das praias de ponta negra, redinha, do meio, sem esquecer a dos artistas. Cidade de praias, rios e cores, de flores, festas e amores. É um paraíso só! Terra natal é sinônimo de felicidade.
Fonte: @claudealexx
Memórias de um aprendiz Griot • Mestre Gláucio Teixeira
Pontos de Cultura do RN
Bom Dia irmãos (ãs) de luta
CONHEÇA O FÓRUM POTIGUAR DE CULTURA
Grupo de integrantes do setor cultural potiguar interessados em promover democratização das decisões das políticas públicas para a cultura no Estado do Rio Grande do Norte.
Água Azul: Boletim da Balneabilidade aponta todas as praias próprias para banho - Por FJA - ASCOM/IDEMA
Por ANADELLY FERNANDES
O Boletim da Balneabilidade das praias do Rio Grande do Norte Nº 42, emitido na última sexta-feira (22), informa que todas as praias analisadas estão próprias para o banho. Foram coletadas e classificadas amostras de água em 33 pontos distribuídos na faixa costeira situada entre os municípios de Nísia Floresta e Extremoz, a fim de informar aos banhistas quais as condições das praias monitoradas.
A base dos dados analisa a quantidade de coliformes termotolerantes encontrados nas águas (Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA).
O estudo é uma parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (FUNCERN), e faz parte do Programa Água Azul.
Para conferir boletins semanais basta acessar idema.rn.gov.br
Bolsonaro vai concentrar Auxílio Brasil no Nordeste, onde ele precisa de votos
O plano é replicar o pico de popularidade do chefe de governo, provocado pelo auxílio emergencial.
247 - Metade do valor do Auxílio Brasil (R$ 36,6 bilhões) será destinada à região Nordeste em 2022, ano eleitoral. A região é onde Jair Bolsonaro tem os piores índices de intenção de voto, e ele busca maneiras de tentar reverter o quadro rapidamente.
O plano é replicar o pico de popularidade do chefe de governo, provocado pelo auxílio emergencial.
Se a fila nacional de pessoas elegíveis para o Bolsa Família que não recebem hoje por falta de orçamento for zerada, como promete o governo, o total de benefícios pagos na região subirá de 7,12 milhões para ao menos 7,62 milhões, informa o jornal O Globo.
O Nordeste é a região brasileira em que Lula tem mais apoio, com 69% afirmando que votariam no petista, segundo pesquisa PoderData.
Fonte: Brasil 247
Wagner Moura: filme 'Marighella' é muito menos sobre o guerrilheiro "do que sobre o governo Bolsonaro"
Wagner Moura (Foto: DIVULGAÇÃO)
Para o ator, Bolsonaro é um personagem "anacrônico"
Em entrevista à Folha de S.Paulo, o artista criticou as diversas tentativas de censura por parte das autoridades. Segundo ele, o governo Jair Bolsonaro representa o que Marighella mais combatia em sua luta:
"Qualquer obra é a conjunção do que um realizador pensa e projeta com o tempo em que aquela obra é vista. Lá em Berlim eu disse isso, que se o filme tivesse estreado no governo Fernando Henrique Cardoso, a recepção seria uma. No governo Lula, outra. Isso é bonito, inclusive, porque é um mesmo filme, mas que depende do momento em que ele é apreciado".
"A polêmica de 'Marighella' é muito menos sobre o Carlos Marighella e a luta armada do que sobre o governo Bolsonaro. É um filme sobre um personagem histórico, de seu tempo; Bolsonaro é que é um personagem anacrônico. Que uma obra como essa tenha passado por tanta coisa —censura, gente entrando em site para dar nota ruim sem nunca ter visto, fake news, discussão sobre o tom da pele do Seu Jorge— diz muito mais sobre o tempo em que a gente está vivendo do que sobre o filme em si", disse Moura.
Feito histórico: Rebeca Andrade conquista ouro e prata no Campeonato Mundial de Ginástica - Por: Luan Figueredo
A ginasta Rebeca Andrade realizou mais um feito inédito neste sábado (23) no Mundial de Kitakyushu, realizado no Japão. A campeã olímpica conquistou a medalha de ouro na prova de saltos e, minutos depois, a prata na final das barras paralelas assimétricas. Com o resultado, Rebeca torna-se a primeira ginasta brasileira a conquistar duas medalhas em uma mesma edição do Mundial.
Arquivamento do relatório final CPI da Covid sequer demandará justificativa
Por Homero Gottardello, jornalista e advogado.
O Brasil nunca foi, não é e, definitivamente, jamais será um país para amadores, para aprendizes ou leigos. É por esta e não outra razão que o racha no “alto comando” da CPI da Covid deve ser observado, quando no muito, com desassombro. Até porque, basta ter dois neurônios e o mínimo de conhecimento histórico para inferir que, por trás dos discursos acalorados e da forma detalhista com que o inquérito parlamentar desemaranha o novelo da corrupção, durante o nosso mais trágico capítulo republicano, há um enorme interesse eleitoral. E o que, agora, cria uma fissura entre o relator, Renan Calheiros (MDB/AL), e o grupo mais influente da comissão não é, exatamente, uma questão jurídica, mas o oportunismo.
Denominado pelo colunismo como “G7 Ampliado”, o time que reúne senadores, suplentes e “corneteiros” condenou o vazamento de trechos do relatório, antes que o texto final fosse acertado entre eles e Calheiros. Como se sabe, “não existe almoço grátis” e, neste caso, a briga não é para saber quem vai pagar mais ou menos da fatura, mas quem terá direito a comer mais do que os outros. Em outras palavras, quem irá capitalizar politicamente a investigação, alavancando suas pretensões pelas mãos dos meios de comunicação e, principalmente, pela mídia hegemônica, há exatamente um ano das eleições de 2022.
Fato é que o “subjornalismo” brasileiro é repleto de Pollyanas. Para quem não conhece ou não se lembra, Pollyana é uma personagem da literatura infanto-juvenil, uma menina de 11 anos que ensina o “jogo do contente”, que nada mais é do o exercício retórico de enxergar algo positivo em tudo, desde as experiências mais detestáveis aos episódios mais traumáticos da vida. A falta de conhecimento jurídico por parte dos jornalistas, de uma base constitucional, faz com que o noticiário político se equilibre sobre cascas de banana, gerando uma expectativa nos leitores que, habitualmente, é convertida em grande decepção. E isso, num estalar de dedos.
É que essa insciência, esse desconhecimento, essa incompreensão do ordenamento legal, da estrutura de poder, faz com que a imprensa tenha a mesma visão de mundo de Pollyana, esperando que a bem-aventurança, a justiça social, a reforma agrária ou a distribuição de renda venham, milagrosamente, do arbítrio de um presidente da Câmara dos Deputados ou do Senado. É uma visão imatura, um sonho meninil. E Renan Calheiros, o chamado “G7 Ampliado” e até mesmo os ascensoristas dos elevadores do Congresso sabem muito bem como manipular esse “subjornalismo”, extraindo da sua criancice o palanque de que precisam, de tempos em tempos, para se reelegerem.
A análise acriançada da grande mídia e até mesmo de nós, que ocupamos uma posição de resistência nos meios de comunicação, não consegue enxergar as entrelinhas dos regulamentos internos, as portarias e os códigos que garantem ao Congresso um poder imperial, para não dizer absoluto. É por isso que, até agora, enquanto se comemora os desanques e desmascaramentos da CPI da Covid, ninguém escreveu uma linha, não disse uma palavra sequer do destino que o relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito terá, assim que chegar às mãos do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP/AL): a gaveta.
Quando isso ocorrer – e é bom o leitor anotar aí, para me cobrar, posteriormente – todos ficarão com a cara de tacho de sempre, se perguntando porque, depois de tantas audiências, de tantas sessões, quebras de sigilo, buscas e apreensões, o relatório não deu em nada. Os brasileiros experimentarão, pela enésima vez, aquele abalo da impunidade, aquele espanto com a falta de punição para quem cometeu tantos e claríssimos crimes. Na semana que vem, conheceremos um parecer com mais de mil páginas tratando, de forma clara e irretorquível, da responsabilidade do presidente da República por omissão, corrupção e/ou prevaricação nas mortes de quase 650 mil pessoas. Tudo explicadinho, tintim por tintim. E para quê?!?
O caminho até a gaveta
Este relatório seguirá um caminho: será apresentado para o presidente da Câmara e ao Procurador Geral da República, Augusto Aras. Tanto Aras quanto Lira têm poderes arbitrários, incontestes e, o que é pior, únicos, que dão a ambos a possibilidade de, simplesmente, não receberem o relatório. Note que, em Direito, receber não significa apenas ganhar e aceitar uma coisa, mas conhecê-la, admiti-la, autorizá-la e, o mais importante, denunciar criminalmente aqueles apontados no inquérito.
Antes de prosseguir no caminho, é preciso pontuar um “detalhe”, que foi propositalmente esquecido, lá atrás, no início dos trabalhos da CPI da Covid. Falo de uma mudança legislativa que poderia ter destituído, mesmo que parcialmente, tanto o presidente da Câmara, como o Procurador Geral, deste absolutismo à brasileira. Não seria nada tão difícil quanto pode parecer, afinal, se uma “Lei nº X” tivesse sido proposta, ela já estaria “valendo” e a coisa funcionaria assim: Aras, por exemplo, não seria compelido a aceitar o relatório da CPI da Covid, mas poderia ao menos ser obrigado a, em um prazo de dez ou 15 dias, arquivá-lo fundamentadamente. Ou seja, o Procurador da República teria, a partir desta alteração legal, que explicar a razão de não estar conhecendo do relatório.
Para o leigo, parece que isso não mudaria tanto as coisas, já que a gaveta continuaria como destino final do relatório. Mas mudaria, sim. Mudaria tudo, já que, nesta circunstância, o relatório declinado pelo Procurador da República seguiria por remessa a um grupo de subprocuradores que poderiam atestar – ou não – a existência do(s) crime(s) apontado(s). A explicação está neste “detalhe” que escapa aos olhos do sensacionalismo, do partidarismo, da precariedade humana e de objeto do “subjornalismo”: hoje, a decisão de conhecer ou determinar o arquivamento do relatório da CPI, sepultando qualquer possibilidade de impeachment, cabe, única e exclusivamente, ao presidente da Câmara dos Deputados que, optando pelo engavetamento, não se obriga nem sequer a fundamentar sua decisão.
Ora, a CPI da Covid se estendeu por meses, consumiu muito do dinheiro público, criou um verdadeiro circo midiático, despertou paixões nos brasileiros e, de repente, seu relatório chega nas mãos do Procurador da República e é, imperialmente, desprezado. A mesmíssima lógica da fundamentação ainda poderia se aplicar ao presidente da Câmara dos Deputados, evitando que a Comissão Parlamentar de Inquérito, que tanto representa a vontade política da população, se transforme em um nada jurídico. Mas esta simples alteração legislativa teria que ter sido proposta, votada e aprovada, repito, lá atrás. Todos os parlamentares que comandaram a CPI tinham e têm plena ciência disso, desde o início dos trabalhos, mas não moveram uma palha no sentido de fazer valer seu relatório final, por conveniência, por desídia.
O leitor deve estar pensando que cometo, aqui, um gravíssimo erro, que as “coisas mudaram”, que existem ouvidoria e corregedorias prontas para salvar a Nação de um absurdo como este, prontas para quebrarem o establishment. Enfim, pode pensar que sou um burro, um idiota falando do que não entendo. Bom, eu gostaria de estar errado e o leitor, certo, mas o primeiro sinal de que não sairemos do vácuo e que, a partir de agora, veremos disputas internas pela paternidade do relatório final e pelos louros eleitorais de sua autoria, já está dado…
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornalistas Livres










