Agência Brasil - A Portela agora é patrimônio imaterial do estado do Rio de Janeio. A Lei 9.505 que concedeu o título à escola de samba de Madureira foi sancionada pelo governador Cláudio Castro e publicada hoje (6) no Diário Oficial. A medida visa à preservação cultural do samba, da música e da história, e também à divulgação do local dos ensaios da azul e branco.
Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
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terça-feira, 7 de dezembro de 2021
Portela é patrimônio imaterial do estado do Rio de Janeiro
segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
Quem era Carlos Marighella, que virou filme e que completa 110 anos de nascimento - por Pedro Zambarda de Araujo

Reprodução / Iconographia
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A verdadeira história de Marighella
Era filho de um imigrante italiano chamado Augusto Marighella, operário metalúrgico, mecânico e ex-motorista de caminhão de lixo que chegara a São Paulo e se transladara à Bahia. Sua mãe era a baiana e ex-empregada doméstica Maria Rita do Nascimento, negra e filha livre de escravos africanos trazidos do Sudão (negros hauçás).
Foi preso pela primeira vez em 1932, após escrever um poema contendo críticas ao interventor Juracy Magalhães. Libertado, prosseguiria no ativismo político, interrompendo os estudos universitários no terceiro ano, em 1934, quando deslocou-se para o Rio.
Em 1º de maio de 1936, foi preso por subversão e torturado pela polícia subordinada a Filinto Müller.

Ao sair da prisão entrou para a clandestinidade, sendo recapturado em 1939 e novamente torturado, permanecendo na prisão até 1945, quando foi beneficiado com a anistia do processo de redemocratização do país.
Elegeu-se deputado federal constituinte pelo PCB baiano em 1946. Conheceu a China de Mao nos anos 50.
Em maio, após o golpe militar, foi baleado e preso por agentes do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) dentro de um cinema, no Rio de Janeiro.

Libertado em 1965
por decisão judicial, no ano seguinte optou pela luta armada contra a ditadura,
escrevendo o livro A Crise Brasileira. No mês de dezembro de 1966, renunciou à
Comissão Executiva Nacional do PCB. Em agosto de 1967, participou da I
Conferência da Organização Latino-Americana de Solidariedade (OLAS), realizada
em Havana, Cuba, a despeito da orientação contrária do PCB.
Aproveitando a
estada em Havana, redigiu Algumas Questões Sobre a Guerrilha no Brasil,
dedicado à memória do guerrilheiro Che Guevara e tornado público pelo Jornal do
Brasil em 5 de setembro de 1968.
Foi expulso do partido em 1967 e em fevereiro de 1968 fundou o grupo armado Ação Libertadora Nacional (ALN), que no ano seguinte participaria do sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em uma ação conjunta com o Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8).
Com o endurecimento da militar, os órgãos de repressão o elegeram como inimigo “número um”.
Na noite de 4 de novembro de 1969, delatado por
freis dominicanos que o ajudavam e que foram torturados, Marighella foi
surpreendido por uma emboscada na alameda Casa Branca, em São Paulo.
Foi morto com
pelo menos cinco tiros por agentes do Dops. Um deles à queima roupa. Ele não
estava armado na ocasião, diferente do que disse a ditadura militar na época.
Estava com cápsulas de cianureto, um veneno, para não sofrer as torturas.
A ação foi coordenada pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury, figura conhecida da tortura da ditadura. Nos cinemas, em filme dirigido por Wagner Moura (com poucas adaptações comparado com a biografia), Marighella é interpretado pelo ator e músico Seu Jorge.

Receita do verdadeiro Barreado
No final da receita você encontra o samba dos Filhos da Capela de Antonina Paraná do ano de 2009 –Barreado
Ingredientes para 15 pessoas
5 | quilos de carne magra sem osso (paleta ou maminha de alcatra); |
500 | gramas de toucinho ou bacon fatiado; |
1 | quilo de tomates maduros, rijos, sem pele, sem sementes e picados; |
1 | quilo de cebolas de tamanho médio , sem cascas, cortadas em quatro pedaços; |
3 | folhas de salsão ou aipo picadas; |
3 | pés de alho-porro picados; |
1 | colher de sopa de cominho em pó; |
1 | colher de sopa de orégano em pó; |
3 | maços de cheiro verde picados; |
3 | colheres de sopa de extrato de tomate; |
5 | folhas de louro; |
5 | colheres de sopa sal; |
1 | colher de sopa de pimenta-do-reino, mais ou menos; |
1 | cabeça de alho descascada e moída; |
1 | noz-moscada ralada; |
4 | colheres de sopa de vinagre de vinho; |
3 | folhas verdes e pequenas de bananeira para sobrepor ao conteúdo da panela; |
2 | quilos de farinha de mandioca fina para o lacre e para a mesa; |
3 | quilos de banana-caturra maduras e frescas; |
1 | vidro de pimenta malagueta para a mesa. |
1 | panela de barro esmaltada grande com tampa; |
1 | bacia para os cubos de verduras; |
1 | bacia para os tabletes de carne; |
1 | bacia para preparação do lacre da panela; |
15 | cumbucas pequenas de barro com tampa para servir porções individuais de Barreado; |
1 | cumbuca média para servir a farinha de mandioca; |
15 | pratos rasos e talheres (garfos, facas, colheres, guardanapos, etc.). |
Compra da carne
Compra da verdura
Folha de bananeira:
Modo de preparar o Barreado
Cortando o toucinho:
Picando as verduras:
Levando ao fogo:
No ponto:
Servindo o Barreado:
Compondo a mesa:



