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domingo, 3 de abril de 2022

Oficina de transliteração de páginas de rosto em latim

 

Data: 25/04/2022 a 26/04/2022

O  Núcleo  do Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras da Fundação Biblioteca Nacional abre sua agenda de eventos para 2022 com a quarta edição da "Oficina de transliteração de páginas de rosto em latim", ministrado pelo Prof. Dr. Fábio Frohwein de Salles Moniz e a Prof.ª Ms. Lucia Pestana da Silva.

Tendo por objetivo oferecer rudimentos sobre a grafia do latim em obras raras e sensibilizar o participante para a problemática dos sinais diacríticos, variações gráficas, símbolos e reduções de impressões do séc. XV-XVIII.

Data: 25/04/2022 (teoria) e 26/04/2022 (prática)

Horário: 18h – 20h30 (Intervalo entre 19h00 – 19h15)

Inscrições a partir de 01/04/2022:  https://www.even3.com.br/oficinadelatim2022fbnplanor/

Público-alvo: bibliotecários, arquivistas, historiadores, museólogos, pesquisadores e estudantes de letras e das áreas citadas.

Local: Canal do YouTube da FBN www.youtube.com/c/FundacaoBibliotecaNacional

Evento Gratuito com Certificação

Ementa

A Oficina de Transcrição de Páginas de Rosto em Latim tem por objetivos oferecer rudimentos sobre a grafia do latim em obras raras e sensibilizar o participante para a problemática dos sinais diacríticos, variações gráficas, símbolos e redução em impressões dos séculos XV-XVIII. Ideal para bibliotecários, arquivistas, bibliófilos e interessados em história do livro.

Fábio Frohwein de Salles Moniz tem Doutorado em Latim pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde atualmente é Professor Adjunto de Língua e Literatura Latinas. Coordenador do Núcleo de Documentação em Línguas Clássicas. Dedica-se a desenvolver e ministrar cursos de latim instrumental voltados a áreas técnico-profissionais, como "O Latim nas Obras Raras", oferecido, em 2018, 2019 e  2021 pela Fundação Biblioteca Nacional. Pesquisa e orienta pesquisas em nível de Graduação e Pós-Graduação relacionadas a tradução de obras renascentistas escritas em latim.

Lucia Pestana da Silva tem Mestrado em Letras Clássicas pelo Programa de Pós-Graduação em Letras Clássicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro  (UFRJ).  Graduada em Português-Latim também pela UFRJ. Foi monitora do Departamento de Letras Clássicas da UFRJ. Atuou nos projetos de extensão "Cursos de Línguas Abertos à Comunidade (CLAC), "Os Clássicos no Acervo de Obras Raras da FBN" e "Núcleo de Documentação em Línguas Clássicas". Atualmente, é mestranda em Letras Clássicas pelo Programa de Pós-Graduação em Letras Clássicas da UFRJ.

Fonte: BIBLIOTECA NACIONAL

Museu do Índio homenageia Berta Ribeiro no Dia Internacional da Mulher -

 

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Foto: Berta Ribeiro com pintura facial Kadiwéu. Mato Grosso, 1947 – Acervo/Museu do Índio

No dia Internacional da Mulher, o Museu do Índio (MI), órgão científico-cultural vinculado à Fundação Nacional do Índio (Funai), homenageia Berta Gleizer Ribeiro, que atuou na unidade, na década de 1980, coordenando o setor de museologia do órgão.

Muito além da esposa de Darcy Ribeiro, Berta representa, para o museu, uma referência para a recuperação da história da política indigenista e da antropologia brasileiras. O conjunto documental e etnográfico reunido pela cientista registra a trajetória dos povos indígenas do Brasil e sua cultura material, com ênfase para o artesanato.

Além de curadorias de exposições nacionais e internacionais sobre a temática indígena, Berta identificava e emitia laudos atestando a produção e condições de preservação de artefatos desses povos. Seus estudos taxonômicos são uma contribuição fundamental para a construção de uma terminologia específica para nomear e descrever a produção artesanal indígena.

O Dicionário do Artesanato Indígena, publicado em 1988, sistematiza parte desse conhecimento desenvolvido por Berta Ribeiro durante três décadas de pesquisas. Desde a sua publicação, o livro se tornou um importante instrumento de trabalho para museólogos e antropólogos que se dedicam ao estudo da cultura material indígena.

Ceramistas indígenas conhecendo a Reserva Técnica Berta Ribeiro 

Atualmente, no MI, a maior reserva técnica do órgão traz o nome da pesquisadora, como uma merecida homenagem, já que Berta foi a responsável por catalogar a maior parte dos itens do acervo da instituição até a década de 1980. São 7.961 objetos, das categorias de objetos rituais, mágicos e lúdicos; armas; instrumentos musicais e de sinalização; utensílios e implementos de materiais ecléticos, trançados e etnobotânica de 98 povos do Brasil, Peru e Equador.

Berta apresenta uma preocupação em tirar a imagem de elite dos museus, promovendo uma integração entre museu e visitante, e também impulsionando ações educativas aliando museu, escola e comunidade, por meio de parceria formalizadas com a Universidade de Brasília (UnB) e Secretarias de Educação e Cultura do Distrito Federal.

Trajetória

Nascida em 1924, Berta formou-se em Geografia e História pela atual Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). No período de 1953 a 1958 fez estágio no Museu Nacional, onde estudou a cultura material dos povos indígenas do Brasil e o tratamento e conservação da coleção do museu.

A partir de 1958, apoiou Darcy Ribeiro e Eduardo Galvão no planejamento e implantação do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília. Em 1976, retomou seus estudos em Antropologia e desenvolveu o projeto “A arte do trançado dos índios do Brasil”, com o auxílio de bolsa de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico-CNPq. Também iniciou um curso de doutorado em Antropologia Social no Programa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP).

Entre 1976 e 1985 foi assessora e pesquisadora do projeto Etnologia e Emprego Social da Tecnologia, iniciado a partir de um convênio entre a Financiadora de Estudos e Projetos e o Museu Nacional. Para realização dessa pesquisa, visitou o Parque Nacional do Xingu, em 1977, entrando em contato com as etnias Yawalapiti e Txikão, no sul do Parque, e com os Kayabi, ao norte. Também esteve no Alto Rio Negro, entre julho e novembro de 1978, quando conheceu os índios Desãna.

Durante essa estadia, Berta ajudou dois indígenas Desãna (Talomãn Kenhirí e Umúsin Panlõn Kumu) a registrar um conjunto de mitos indígenas, o que deu origem ao livro “Antes o mundo não existia”, de 1980. A publicação foi elogiada pelo público em geral e pela comunidade cientifica, devido ao pioneirismo de Berta em ceder os direitos autorais para os dois autores indígenas.

A antropóloga também foi responsável pela elaboração do plano-diretor e do planejamento da exposição inaugural do Memorial dos Povos Indígenas, de Brasília. O projeto contemplou tanto a questão da identidade quanto a conexão dos indígenas com o presente e o futuro. Berta ainda titulou-se doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP), em 1980, com a tese “A civilização da palha: a arte do trançado dos índios do Brasil”. 

Pouco antes de morrer, recebeu, em 1995, o título de Comendador da Ordem Nacional do Mérito Cientifico, expedido pelo Presidente da República em reconhecimento à sua contribuição aos estudos antropológicos.

O acervo museológico de Berta Ribeiro não se trata apenas de um material complementar ao do marido, Darcy Ribeiro. O conjunto documental e etnográfico não reflete somente suas atividades nas áreas da arqueologia, museologia, antropologia, meio ambiente e etnobotânica, mas a volumosa produção intelectual por meio de livros, documentários, curadorias de exposições, congressos e conferências, atestando e comprovando seu trabalho científico.

Confira a tese “A civilização da palha: a arte do trançado dos índios do Brasil” na biblioteca virtual do MI: Parte1  Parte 2

Fonte: - Museu do Índio

ARTIGO HELENO ARAÚJO - Educação não combina com autoritarismo

 Por CNTE

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Foto: Leandro Taques

Nenhum governo autoritário, seja de qualquer país ou época, gosta de uma educação que ajude o povo a pensar e ser autônomo em sua vida. Invariavelmente, governos autoritários perseguem educadores, calam estudantes e promovem um modelo educacional que atenda simplesmente a seus interesses políticos.

É justamente nos governos autoritários, comandados por tiranos que se apegam ao poder e dele não pretendem se distanciar, que os sistemas educacionais recebem toda a atenção possível: ao autoritarismo interessa moldar uma educação que cultive os valores políticos emanados pela figura do político autoritário.

Assim aconteceu na Alemanha nazista de Hitler ou na Itália fascista de Mussolini. Assim também ocorreu em todas as ditaduras latino-americanas, como a que se abateu sobre o Brasil no ano de 1964, quando os militares depuseram um presidente legitimamente eleito que ousou, naquele tempo, propor as reformas de base que atacassem a desigualdade brasileira.

Naquele ano, em meados do mês de janeiro, o Presidente Jango fez aprovar no Brasil o Programa Nacional de Alfabetização, que deveria atingir todo o país e erradicar o analfabetismo em nosso território. Orientado pela proposta pedagógica e método de alfabetização de Paulo Freire, não conseguiu durar sequer três meses: logo no começo de abril, aquele projeto de alfabetização popular foi interrompido pelo golpe militar de 64 e substituído pelo Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL). Desde então, Paulo Freire, nosso patrono da educação brasileira, passou a ser perseguido pelo regime militar que se instalava no Brasil.

E Paulo Freire talvez seja somente o exemplo maior de todo esse processo que o país viveu naqueles tenebrosos tempos. Muitos/as professores/as universitários/as foram exonerados de seus cargos públicos e, na educação básica, se impôs um silêncio forçoso aos/às educadores/as nas escolas. Os que não seguiam a cartilha eram calados à força e, não raro, perseguidos até a morte física.

Educação não rima com falta de liberdade. Só a liberdade garante um processo de educação livre, libertadora e emancipadora de nosso povo. Um povo educado não se deixa dominar por tirano de nenhuma espécie. Um povo com uma boa educação não se curva ao autoritarismo de plantão. Por isso os autoritários detestam Paulo Freire.

E, no Brasil, justamente quando saíamos desse processo de ditadura militar, que perseguiu e matou tantos educadores no país, fizemos, enquanto nação, o que ficou conhecido como a Constituição Cidadã, em 1988. Lá, como preceito constitucional, está garantido o direito à liberdade de ensinar e de aprender. Esse foi o mecanismo para que nós, enquanto sociedade, pudéssemos nos blindar de futuros tiranos.

O atual Presidente da República, que se elegeu em um contexto de enxurradas de mentiras nas redes sociais, e com o seu principal adversário deliberadamente preso por aqueles que ajudaram no golpe de 2016, também não gosta de uma educação libertadora. Para quem usa e abusa de notícias falsas, que não se restringiram apenas à sua campanha eleitoral, a educação é sempre uma ameaça.

Não por acaso que uma das primeiras medidas do ex-presidente Temer, logo após ele capitanear a traição e o golpe contra a Presidenta Dilma Rousseff, foi propor uma reforma educacional há tempos almejada pelas elites brasileiras: a Reforma do Ensino Médio, do começo de 2017, cria dois modelos de escolas no Brasil, uma para os ricos e abastados; e outra para os pobres e filhos da classe trabalhadora. Aos primeiros, garantiram o ensino das artes, da filosofia, da sociologia e de outros saberes que promovem o pensamento crítico nas crianças e jovens. Ao resto da sociedade, a grande maioria, sobrou somente o ensino de Português e Matemática.

O governo Bolsonaro não gosta da educação porque sempre mostrou ter um perfil autoritário. Todos estão vendo como ele detesta ser contrariado e, se isso ocorre, parte para grosserias de toda espécie contra o seu interlocutor. Ameaçou tirar o título de patrono da educação brasileira de Paulo Freire; propôs um projeto de militarização escolar que criminaliza as infâncias pobres de nosso país; fomenta o modelo de educação domiciliar (homescholling) para tirar as crianças da escola. Ataca a educação sempre quando pode e persegue educadores a todo o momento.

Inúmeros casos desse tipo estão ocorrendo no Brasil desde 2019, ano em que tomou posse. Quando assumiu o poder, logo se alinhou com o projeto Escola sem Partido, acusando os educadores de “comunistas, ateus e vagabundos”. Criou-se, no Brasil, um clima de medo nas nossas salas de aula, com professores sendo filmados e agredidos. Definitivamente, Bolsonaro não gosta de uma educação livre que a sociedade brasileira alcançou desde sua redemocratização, quando derrubamos em 1985, depois de 25 anos, a ditadura militar no Brasil.

Paulo Freire é seu alvo preferencial, mas por trás de nosso patrono da educação brasileira existe toda uma categoria de trabalhadores/as da educação que, diuturnamente, sob os ditames autoritários desse governo, são ameaçados e constrangidos no seu direito de serem livres ao ensinar. O fim do governo Bolsonaro será a retomada de um projeto soberano de educação, libertadora e emancipadora. E, em memória de Freire, a derrocada de mais um presidente autoritário com vocação a tirano que temos presenciado ao longo de nossa história.

(Brasil de Fato PE, Heleno Araújo)

sábado, 2 de abril de 2022

O acervo do Museu Câmara Cascudo

O acervo do Museu Câmara Cascudo foi constituído e vem se desenvolvendo ao longo de sua história, desde a época de funcionamento do Instituto de Antropologia (1960-1973), de diferentes maneiras:

- com o material resultante de pesquisas realizadas pelo próprio museu ou com seu apoio;

- graças a doações;

- através de compras;

- a partir de parcerias com instituições públicas e privadas.

Tal acervo – composto por mais de 162.000 peças registradas em 2020 – se divide em quatro conjuntos principais: Arqueologia, Documentação e Memória, Etnologia e Paleontologia.

O acervo do MCC está sendo progressivamente cadastrado e disponibilizado, juntamente com acervos de diversas unidades da UFRN, na plataforma ACERVUS.

Em breve: saiba mais sobre o histórico e conheça alguns destaques das coleções do acervo do MCC.

Para outras informações, deixe sua mensagem em nossa página de CONTATO.

Fonte: https://www.mcc.ufrn.br


Professor da UFRN lança neste sábado (2) livro de poesia “O céu das pequenas criaturas”

 

Em seu primeiro volume de poesia, “O céu das pequenas criaturas”, recém-lançado pela editora Urutau, o professor e escritor André Tessaro Pelinser, 35, reflete sobre as relações humanas no tempo presente. Radicado no Rio Grande do Norte, onde é professor de literatura brasileira no campus de Currais Novos da UFRN, André oferece aos leitores uma obra composta por 74 poemas, divididos em cinco seções: confinados, abandonados, empesteados, injustiçados e ressecados.
 
Os poemas se organizam em torno dos eixos temáticos de cada parte da obra, de modo que formam um painel que em certo sentido possui início, meio e fim. Ao longo das páginas, mesclam-se textos densos e melancólicos a outros leves e irônicos, nos quais André lança um olhar atento a questões sociais, assim como a feridas profundas do ser humano.
 
– Embora os poemas não tenham sido escritos na ordem em que aparecem no livro, eles aos poucos foram encontrando o seu lugar, de modo que sua localização na obra não é acidental. Há certa comunicabilidade entre eles e entre as seções do livro. Originalmente eu possuía mais de duzentos textos, mas nem todos foram selecionados para a versão final – explica André, que possui graduação e mestrado em Letras pela UCS e doutorado em Estudos Literários para UFMG.
 
Escrito nos últimos dois anos, o livro foi selecionado em chamada pública da Urutau, depois de passar pela curadoria da casa editorial. A editora tem se destacado no cenário nacional por investir em novos autores por meio da proposição de chamadas para publicação voltadas para regiões ou estados brasileiros, de acordo com um calendário anual.
 
A consistência da linguagem empregada na obra é um dos fatores que contribuíram para sua seleção. Nas 92 páginas de “O céu das pequenas criaturas”, André expõe os gestos comedidos das palavras mais melancólicas, a segurança que esconde e revela o ser político e uma economia sintática que nunca é trivial, segundo Berttoni Licarião, que assina o texto da orelha.
 
– Creio que a poesia – e a literatura como um todo – não deve servir para divertir no sentido mais simples dessa palavra, não deve ser um passatempo frugal. A literatura precisa buscar formas de desacomodar e de iluminar aquilo que permanece obscuro, ela precisa exercitar o seu poder de transformação. Isso não significa, evidentemente, que o texto literário tenha que ser de difícil leitura, acessível só a iniciados. Penso que é possível alcançar certa densidade poética mesmo com imagens aparentemente triviais e com uma estrutura textual clara. A experiência humana é complexa e multifacetada, mas a literatura pode nos ajudar a compreendê-la.
 
Serviço
 
O quê: O céu das pequenas criaturas (Editora Urutau, 92 páginas)
Onde comprar: no site da Editora Urutau (http://editoraurutau.com/titulo/o-ceu-das-pequenas-criaturas), ou com o próprio autor
Preço: R$ 42,00

Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS

Revolte-se pela vacina!

 

Organize a sua revolta e conecte-se com ativistas do Brasil inteiro!

O Brasil se encontra diante de uma grande tragédia nacional. A pandemia voltou a crescer, são 300 mil mortos e, diferente do resto do mundo, aqui ela não dá sinais de que vai se recrudescer. A economia vai de mal a pior e Bolsonaro/Guedes insistem numa política de austeridade econômica. O desemprego só aumenta, a inflação dispara nos preços de bens de consumo essenciais à sobrevivência dos mais pobres e o auxílio emergencial demora a voltar.

Vamos virar esse jogo. No dia 30 de março jovens do Brasil inteiro organizaram intervenções em defesa da vida, da democracia e da vacina. Preencha o formulário indicando a cidade em que você pode participar das ações, qual tipo de ação gostaria de ajudar a organizar e conecte-se com uma rede de ativistas espalhados por todo o país!

Retomando sonhos: UBES convoca seu 44° Congresso para maio

 

44° Congresso da UBES foi aprovado neste sábado pelo CONEG em São Paulo; Secundas estão prontos para reconstruir o país.

O 21° Conselho Nacional das Entidades Gerais realizado no dia 11 de dezembro de 2021, após dois dias de atividades em São Paulo, com a convocação do próximo Congresso da UBES para 2022: será de 12 a 15 de maio, em Brasília.

A urgência de se recuperar sonhos e perspectivas deu o tom das falas, debates e conversas na Faculdade Zumbi dos Palmares, na primeira vez que lideranças se encontraram presencialmente desde o início da pandemia. Este fôlego e desejo de retomada está refletido na resolução aprovada na Plenária Final de sábado, que deve nortear os rumos da entidade no próximo período (Confira abaixo todos os documentos aprovados neste 21º CONEG).

Acesse o Censo Escolar 2020

Ao longo do 21º CONEG da UBES, secundaristas trocaram experiências e opiniões sobre os desafios da educação no pós-pandemia e o papel da juventude diante das crises sociais.

“Um dos maiores desafios que a educação básica terá de enfrentar no próximo período é o de garantir que os estudantes que ficaram quase dois anos sem ter acesso à sala de aula, e em muitos casos nem mesmo às aulas remotas, não desistam da sua possibilidade de sonhar. De sonhar em ingressar na universidade, de sonhar em se formar em um curso técnico, de sonhar em construir aquilo que deseja.”

Mesa diretora da UBES faz leitura dos documentos durante Plenária Final do 21º CONEG

Prepare-se para o CONUBES do reencontro!

O Congresso da UBES é a instância máxima da democracia da entidade, quando milhares de secundas do Brasil todo se encontram para trocar experiências, ideias e eleger a próxima gestão da UBES. 

Nosso último congresso teria acontecido em maio de 2020, mas foi adiado com a chegada do novo coronavirus. Com a importância dos cuidados sanitários, o movimento estudantil defendeu as medidas pautadas pela ciência e se reinventou para seguir mobilizado pela vacinação e direitos de estudar. Agora é hora de, com toda a responsabilidade, se preparar para nosso reencontro tão aguardado por longos meses!

Acompanhe mais informações e novidades pelas redes da UBES.


Novo por aqui? A gente explica

O QUE É:

Plenária Final – Momento dos encontros secundaristas deliberativos, para aprovar as pautas, moções e documentos que vão reger a entidade. Lideranças podem se inscrever para colocar ideias e opiniões antes das votações.

CONEG – O Conselho Nacional de Entidades Gerais é um fórum organizado anualmente para reunir lideranças secundaristas. Além de promover discussão, troca de experiências, conhecimentos e pautas, o CONEG prepara e convoca o Congresso da UBES

CONUBES – Um dos mais amplos espaços secundaristas, acontece a cada dois anos para reunir milhares de secundas do Brasil todo e eleger a direção da entidade.

Fonte: UBES

Adaptado em 02 de abril de 2022 pelo CPC-RN (Centro Potiguar de Cultura)

Galinhada tradicional

Veja a receita fácil e simples de galinhada com arroz: ela fica deliciosa e muito bem temperada com cebola, alho, pimentão e açafrão.

Ingredientes

  • 1 fio de óleo
  • 1 cabeça de alho amassada
  • 1 frango caipira pequeno sem pele, em pedaços, com pé e pescoço
  • 500 gramas de arroz
  • 1 pimentão amarelo pequeno picado
  • 1 pimentão vermelho pequeno picado
  • 1 tomate sem pele picado
  • 1 cebola pequena picada
  • Meia lata de milho verde
  • 1 tablete de caldo de galinha
  • 1 colher de sobremesa de açafrão

Modo de Preparo

  1. 1. Numa panela em fogo médio com óleo, doure o alho e depois adicione o frango e deixe que ele cozinhe, mexendo sempre até dourar.
  2. 2. Vá pingando água para que ele cozinhe lentamente.
  3. 3. Quando estiver bem cozido e sem água, junte o arroz e o açafrão e mexa bem.
  4. 4. Junte os pimentões, o tomate, a cebola picada e o milho verde.
  5. 5. Coloque água com o caldo de galinha e deixe cozinhando até a água secar e o arroz ficar cozido.
Fonte: Portal BRASIL CULTURA

Mario Frias deixa setor cultural arrasado e Lei Rouanet enfraquecida como legado

Em seu mandato, secretário da Cultura também minou papel de instituições vinculadas ao governo federal.

Fragilização da classe artística e esvaziamento do papel de instituições culturais vinculadas ao governo federal. O legado que deixa para o setor o agora ex-secretário Mario Frias, exonerado da Secretaria Especial da Cultura nesta quinta (31) para se lançar candidato a deputado federal por São Paulo, é de destruição generalizada, dizem profissionais da área, no que poderia ser considerado um não legado, dada a ausência de políticas propositivas da pasta comandada pelo ex-galã de “Malhação” por quase dois anos.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

sexta-feira, 1 de abril de 2022

UNE lança campanha em defesa da prorrogação da Lei das Cotas

Campanha “Eu defendo as cotas, pela entrada e permanência na universidade” tem  objetivo de mobilizar artistas e movimentos 

A União Nacional dos Estudantes lançou na segunda-feira dia 14/03, a Campanha Eu defendo as cotas, pela entrada e permanência na universidade. Com site próprio para angariar apoiadores embaixadores (defendoascotas.org.br) a entidade quer envolver outros atores sociais, artistas, movimentos sociais e educacionais para pautar a necessidade de continuidade da Lei de Cotas que faz 10 anos em 2022.

Criada no governo de Dilma Rousseff em 2012, a Lei de Cotas (12.711) tem prevista uma avaliação pelo Congresso Nacional este ano. As entidades estudantis estão se movimentando para pressionar uma análise e a reedição da ação afirmativa por tempo indeterminado. “As cotas são uma conquista histórica que mudou a cara da universidade brasileira. Temos dados que comprovam que elas são eficazes e argumentos para continuar essa retratação histórica”, afirma a presidenta da UNE, Bruna Brelaz.

“As cotas são só o começo, o berço de uma nova realidade. Reparação histórica de uma história que vem e vai longe, pra curar um país da escravidão, da opressão e da maldade. Políticas afirmativas pra que a gente possa afirmar, com os rostos da maioria, a nossa identidade”, diz trecho do manifesto da campanha.

Leia aqui o MANIFESTO. 

A iniciativa já tem o apoio da Cufa, Uneafro, Unegro, Abpn, Frente Nacional Antirracista, Estudantes Ninjas, MST, bem como os artistas Duda Beat, Seu Jorge, Daniela Mercury, Criolo e Paolla Oliveira entre outros.

Estudantes podem também mandar o seu depoimento sobre como a política afirmativa mudou suas vidas. No espaço Eu e as cotas disponível no site é possível enviar relatos. “Queremos mostrar a cara dos estudantes brasileiros que assim como eu, foram cotistas com muito orgulho e puderam mudar o seu destino e a composição da universidade brasileira”, destacou a diretora de Comunicação da UNE, Manuella da Silva.

Fonte: UNE - UNIÃO NACIONAL DE ESTUDANTES

SE LIGA, HEIN! Campanha da UBES incentiva secundas a tirar título de eleitor

"Nós, jovens estudantes, temos o DNA da rebeldia e precisamos entender que isso precisa ser visto nas urnas”

A importância do voto do jovem e o aumento da sua presença na política do país sempre foi uma das bandeiras da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Mas segundo dados do TSE, a procura dos adolescentes para tirar o documento caiu, em média, quase 30% em todo o país em comparação à eleição de 2014. Para conversar com os estudantes sobre a necessidade de ser o agente de seu próprio futuro, a entidade retomou a campanha histórica Se Liga 16, mas com uma diferença – o nome mudou para SE LIGA HEIN! A ideia é aproveitar um bordão bem conhecido da internet, que não sai da boca dos estudantes do Brasil.

“Muitos estudantes não sabem, mas em 1988, durante as discussões da Assembleia Constituinte, a UBES lutou e conquistou o voto facultativo para os jovens de 16 e 17 anos já nas eleições. Esses mesmos estudantes secundaristas “cara-pintadas” foram os principais personagens da campanha “Fora Collor!”, que em 1992 arrastaram multidões pelo país após o presidente Fernando Collor de Mello se envolver em escândalos de corrupção. E a volta do nosso protagonismo nunca se fez mais urgente”, explica Rozana Barroso, presidenta da entidade.

A campanha Se Liga Hein! é baseada em ações dos Grêmios Estudantis dentro das escolas, panfletagem e informações nas mídias sociais. A ideia é disponibilizar as informações, principalmente que hoje se pode tirar o título de eleitor online:

“Desde 1988 a UBES sempre incentivou os estudantes a participarem das decisões políticas de nosso país. É fundamental que estejamos presentes nas eleições assim como em candidaturas. Nós, jovens estudantes, temos o DNA da rebeldia e precisamos entender que isso precisa ser visto nas urnas”

A entidade reforça para os estudantes que só com a sua participação será possível ver e viver uma real mudança no Brasil. “É por meio das leis construídas no Congresso que podemos garantir nossos direitos, como uma educação de qualidade e mais igualitária para todos. É só pelo nosso voto que poderemos ver novamente um Enem mais justo, uma escola mais inclusiva e ter cada vez mais brasileiros na Universidade”, finaliza Rozana.

Se você é estudante, conheça as 5 formas de aproveitar a carteirinha de estudante!