Postagem em destaque

FIQUEM LIGADOS! TODOS OS SÁBADOS NA RÁDIO AGRESTE FM - NOVA CRUZ-RN - 107.5 - DAS 19 HORAS ÁS 19 E 30: PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA" - PROMOÇÃO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN

Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

terça-feira, 19 de abril de 2022

Choro do Caçuá celebra Dia Nacional do Chorinho na Praça Padre João Maria

Foto: Divulgação: Facebook

Neste sábado, 23, em dois momentos, às 10h e às 15 horas, a Praça Padre João Maria, centro histórico de Natal, recebe o projeto Choro do Caçuá, em homenagem ao Dia Nacional do Chorinho.

O evento contará com a participação especial do Grupo de Prática de Conjunto de Choro do Núcleo de Arte e Cultura da Universidade Federal Rural do Semiárido de Mossoró (UFERSA).

O projeto foi criado em 2019 por um grupo de artistas locais tendo à frente o multi-instrumentista Carlos Zens. O Choro do Caçuá é uma roda de choro formada por músicos instrumentistas potiguares e apaixonados por esse gênero musical.

O Choro do Caçuá é uma ação sociocultural com várias finalidades, entre elas, de contribuir na revitalização do centro histórico de Natal, promover a prática coletiva e interação musical com os frequentadores, bem como movimentar a região, trazendo emprego e renda para população local.   

Vinte e três de abril foi escolhido como Dia Nacional do Chorinho por ser o aniversário de nascimento Alfredo da Rocha Vianna Filho, mais conhecido como Pixinguinha, que nasceu nesse dia no ano de 1897. Autor do clássico “Carinhoso”, aos 24 anos já era um músico virtuoso completo, também arranjador e compositor

Sobre a praça

A Praça da Alegria, ou Praça Padre João Maria, denominada por meio de um decreto baixado pelo então prefeito de Nata,l em 1905, era um ponto de passagem obrigatório de procissões e palco para performances de artistas e apresentações teatrais amadoras.

Por muito tempo, fiéis frequentavam a praça para acender velas para pagar ou fazer promessas e reafirmar a devoção ao homenageado Padre João Maria. Além disso, tinha também uma feirinha de artesanato onde os visitantes podiam apreciar e adquirir as peças expostas pelos artistas da terra, sendo um local de grande movimentação cultural, comercial e espiritual.

Com a expansão da cidade, concomitantemente com a descentralização do comércio, a Praça Padre João Maria, assim como todo o centro histórico de Natal, vem sentindo cada vez mais a baixa frequência da população local, fenômeno que tem causado enormes preocupações, principalmente dos comerciantes que lá atuam há bastante tempo. Foi em função disso.

Serviço

RODA DE CHORO: Choro do Caçuá

LOCAL: PRAÇA PADRE JOÃO MARIA (Centro Histórico de Natal)]

DATA: 23 de abril de 2022

HORA: Manhã às 10h e a tarde às 15h

APOIO CULTURAL: Oficina Livre de Música/Estação do Cordel/Maria boa produtora

APOIO DE MÍDIA: Potiguar Notícias

1º DE MAIO Começa o aquecimento para o 1° de Maio dos trabalhadores e trabalhadoras

 Por Portal da CTB NACIONAL

Um 1° de Maio unificado é a resposta dos trabalhadores frente ao desmonte acelerado do Brasil que o governo Bolsonaro vem promovendo. Não à toa, a palavra de ordem “Fora Bolsonaro” ecoa de Norte a Sul do Brasil.

Em frente ao Theatro Municipal de São Paulo, os sindicalistas conversaram com os trabalhadores e divulgaram a atividade do 1° de Maio

Como sempre, o evento será uma festa com shows gratuitos. Os artistas já confirmados para este ano são Leci Brandão, Daniela Mercury, KL Jay, Dexter e Francisco, el Hombre.

Diante da desvalorização do salário mínimo, disparo da inflação e do desemprego, a classe trabalhadora exige mais emprego e renda; combate à inflação e redução do preço do gás; política de valorização do salário mínimo; erradicação da fome; mais direitos; valorização do setor público; menos juros; fortalecimento da democracia; mais investimento em educação, saúde e transporte; e aposentaria digna.

RURAIS, VIOLÊNCIA NO CAMPO - Políticas em benefício de latifundiários fazem crescer os conflitos no campo

O relatório anual Conflitos no Campo Brasil 2021, divulgado nesta segunda-feira (18), pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), traz um dado alarmante para as trabalhadoras e trabalhadores do campo. No ano passado ocorreram 1.768 conflitos por terra, água e direitos trabalhistas no meio rural brasileiro. Uma ligeira queda em relação a 2020, quando ocorreram 2.054 conflitos.

No entanto, a violência piorou com 35 assassinatos, entre lideranças sindicais, ambientalistas e indígenas. Houve um crescimento de 75% nessa modalidade de crime em relação a 2020, quando foram assassinadas 20 pessoas por conflitos no campo.

Segundo o relatório, “11 assassinatos, praticamente um terço, foram no estado de Rondônia, onde ocorreu, também, um massacre no mês de agosto, com três vítimas. Outro massacre foi registrado na região alta do rio Apiauí, em Mucajaí, sul de Roraima, com a morte de três indígenas Moxihatëtëa, que pertencem a um subgrupo Yanomami de denominação Yawaripë”.

Mas “já era de se esperar um resultado tão avassalador por causa do abandono de importantes políticas públicas em benefício da agricultura familiar e de pequenos agricultores por esse desgoverno”, explica Vânia Marques Pinto, secretária de Política Agrícola e Agrária da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e de Políticas Agrícolas da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag).

A situação é tão grave que 49,49% dos conflitos por terra ocorreram na Amazônia Legal, como nota reportagem da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Foram 641 conflitos por terra nessa região, além de 124 conflitos por água e 54 ocorrências de exploração de trabalho escravo, no ano passado.

Para Thaisa Daiane Silva, secretária-geral da Contag e secretária de Jovens e Políticas Sociais da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Mato Grosso do Sul (Fetagri-MS), “é necessário empoderar a luta pela reforma agrária principalmente para quem vive do trabalho no campo” para “termos terra para uma produção autossustentável e agroecológica”. Por isso, “precisamos organizar a vida no campo com escola, acesso à internet, saúde, esporte, cultura e respeito às trabalhadoras e trabalhadores”.

Essa é a 36ª edição do relatório e traz “dados sobre os conflitos e violências sofridas pelos trabalhadores e trabalhadoras do campo brasileiro, bem como indígenas, quilombolas e demais povos tradicionais do campo, das águas e das florestas”, informa texto da CPT.

Vânia destaca a importância de estudos como o Conflitos no Campo Brasil para “aprofundarmos o conhecimento sobre o campo brasileiro e com isso, combatermos a violência, os desmandos, o trabalho escravo”. Ao lembrar das dificuldades enfrentadas, ela argumenta sobre os projetos prejudicais como a “permissão da mineração em terras indígenas, a intenção em permitir compra de terras por estrangeiros, o uso indiscriminado de agrotóxicos e o total desrespeito às trabalhadoras e trabalhadores do campo por esse desgoverno”.

E Thaisa complementa ao afirmar a necessidade de acabar com “a grilagem de terras, garimpos ilegais, desmatamento, queimadas e tudo o que prejudica a produção agropecuária, as pessoas que vivem do trabalho e o meio ambiente”.

Fonte: CTB NACIONAL

segunda-feira, 18 de abril de 2022

Este foi o primeiro colégio particular de Natal - RN - Por Henrique Araújo

 Araújo

O Colégio Imaculada Conceição (CIC) entre os anos 40 e 2010 ficava localizado na Avenida Deodoro, centro de Natal. Ele foi a primeira instituição privada na capital e foi também onde estudei do maternal ao Fundamental; e as lembranças dali são de chorar de tanta saudade.

Sua história começa em 1895, isso mesmo, mais de 120 anos atrás, quando Quatro Irmãs Dorotéias, originárias da Itália, chegaram à cidade, a pedido do Bispo Diocesano Dom Adauto de Mirando Henrique, com o intuito de abrir uma Casa de Educação feminina. Então receberam do governador Alberto Maranhão um prédio na avenida Rio Branco para iniciarem a instalação da casa.

Colégio CIC, Natal-RN no anos 60. Foto: Vento Nordeste (papjerimum.blogspot.com/um-lamentavel-acontecimento-o_23.html)

O CIC então foi fundado no dia 22 de fevereiro de 1902, com a realização de uma missa onde foram abertas as matrículas. As aulas tiveram inicio no dia 01 de março num sucesso tão grande que logo se viu a necessidade de ampliação das instalações.

Com o objetivo de adquirir um novo lugar para o colégio, as irmãs Dorotéias venderam o atual e compraram o Sítio Cucuí, localizado na então distante avenida Deodoro, pertencente à um empresário.

Uma foto da fachada mais recente do colégio, que foi fechado em 2012. Foto: Junior Santos.

Eis que, finalmente, no dia 24 de junho de 1906, as alunas, suas famílias, as irmãs de Santa Dorotéia e a população em geral, fizeram uma nova inauguração, em uma procissão onde se cantavam louvores à Imaculada Conceição.

O prédio então foi demolido em 1937 para construção de um espaço que pudesse albergar o crescente número de estudantes. A construção foi realizada pouco a pouco até ser concluída em 1942 com uma bela arquitetura, se tornando o famoso colégio que conhecíamos até 2012. Foi neste ano em que ele foi fechado devido às altas dívidas e a drástica diminuição de alunos.

As instalações do antigo CIC, em Natal. Foto: Kallyna Kelly

Em 2015 as instalações do CIC foram compradas por uma outra instituição privada, que manteve a estrutura original da primeira escola e fornece aulas de ensino básico e superior. A extinção do colégio foi motivo de vários protestos emocionados por parte de ex-alunos, familiares e demais envolvidos com a escola na época.

Se você gostou não pode deixar de ver: 7 colégios de Natal antigamente

Com informações de História e Genealogia ,Vento Nordeste e Brechando.com.

Entrevista com a poeta Valéria Paz, que lança novo livro “Volume morto”

 

Você está lançando pela Editora Penalux seu novo livro, "Volume morto". Existe algum conceito que perpassa o livro?

A poeta Valéria Paz é mestre e doutora em Letras pela USP, com trabalhos sobre poesia, mídia e memória social, e está em fase de lançamento de seu novo livro de poesias, “Volume morto”. Trata-se de outra metáfora da dor e da ausência, com poemas extraídos da reserva emocional no segundo ano de pandemia. Valéria tem também poemas publicados em revistas literárias e na versão digital da antologia “As mulheres poetas na literatura brasileira”. É professora aposentada e em 2021 publicou, pela Editora Penalux, o livro “Era vida e se quebrou”. Confira a entrevista:

Sim. Quando descobri o título que gostaria de dar ao livro, entendi que os poemas que escrevi em 2021 foram extraídos do que chamei de “reserva emocional”. Estava muito triste e angustiada e tive que ir bem fundo pra encontrar formas de expressar meus sentimentos. Depois, durante a seleção, percebi que os temas poderiam ser agrupados em “cotas”, como são chamados os níveis do volume morto dos reservatórios de água. Gosto muito de analogias entre a manifestação poética e coisas concretas, tecnologias, conceitos científicos etc. Gosto dessa aproximação porque me dá mais chão pra lidar com as emoções. Então dividi o livro em três cotas, que representam e vão revelando o esvaziamento crescente das minhas reservas emocionais nesse ano tão difícil.
 
O que difere e o que se assemelha neste "Volume morto" com seu livro anterior de poesia, "Era vida e se quebrou"?
 
Ah, eles têm muitas semelhanças quanto ao conteúdo e muitas diferenças quanto à organização. Em ambos ficam evidentes minhas “obsessões literárias”, termo que o escritor Marcelino Freire usa muito. E minhas obsessões são o tempo, as ausências, as dores, a alma. Já a organização foi bem mais pensada nesse segundo livro. O “Era vida e se quebrou” é uma coletânea de tudo o que escrevi no primeiro ano da pandemia, que foi extremamente difícil pra todo mundo, com perdas pessoais, emocionais, sociais. Foi quando senti a necessidade de voltar a escrever – coisa que não fazia há pelo menos 25 anos – e produzi compulsivamente poemas e microcontos, gênero que tinha descoberto recentemente. Aí fiz o que o Marcelino Freire diz que não se deve fazer: criei um livro que era um depósito de todos os escritos daquele período, sem planejamento ou outro objetivo que não fosse colocar tudo aquilo pra fora de mim e do meu mundo particular. Foi um prazer enorme ver o livro publicado, mas em retrospecto sabia que não era um projeto coeso, a não ser pela temática. O “Volume morto”, ao contrário, foi mais planejado: é um livro unicamente de poesia e só entraram os poemas que “cabiam” nas cotas definidas.
 
Sua poesia tem um teor emotivo e aborda dinâmicas sobre dores e ausências. Pode falar sobre isso?
 
Sem dúvida. Como já disse, essas são minhas obsessões literárias, mas que têm tudo a ver com os sentimentos dos dois últimos anos, que pra mim foram especialmente pesados no âmbito pessoal e como cidadã brasileira. Todas as perdas, que vão perdurar como ausências, ainda doem muito e a poesia deu um corpo tangível a essas emoções. Mas o componente sensível não é a única base da minha poesia. Como meu poeta preferido e minha grande referência é João Cabral de Melo Neto, o intercâmbio entre razão e emoção é essencial no meu processo criativo. O trabalho racional com a linguagem é fundamental pra não cometer excessos sentimentais.
 
Qual o impacto que a pandemia teve sobre sua obra? "Volume morto" tem o peso dos dias de confinamento?
 
A pandemia propriamente dita não é objeto dos meus poemas, mas acredito que o confinamento fez com que todos nós ficássemos mais introspectivos e angustiados com o macro e o microcosmo, potencializando emoções, medos e solidões (assim mesmo, no plural). Pra maioria pode ter sido enlouquecedor por falta de válvulas de escape, mas pra quem se lançou na aventura de buscar palavras pra descrever esse momento tão penoso e assustador foi um processo até terapêutico. Com reservas, é claro, porque “escrever é risco incalculável / escrever é estar fora de si”, como expresso num poema recente.
 
Pretende lançar "Volume morto" presencialmente? Qual sua expectativa com o novo livro?
 
Não pretendo, pelo menos não até o segundo semestre. Ainda não me sinto segura com todo esse movimento de normalização, que quer acabar com a pandemia “por decreto”. Minha família cumpriu rigorosamente o confinamento desde o começo e não queremos arriscar. Não custa esperar mais um pouco. Então tenho feito a divulgação do livro somente na minha rede social, restrita a poucos e bons amigos. Por enquanto vai indo muito bem assim. Outra ideia é fazer pequenos saraus em casa pra ler trechos do livro e ouvir as composições de um amigo que musicou alguns poemas.
 
Acredita que o poeta tem um papel social e/ou coletivo? 
 
Sem dúvida. Drummond dizia que “a literatura é uma das grandes consolações da vida e um dos modos de elevação do ser humano sobre as precariedades de sua condição”. Então eu entendo que a poesia, como uma forma sublimada de literatura, pode fazer o ser humano transcender suas próprias indigências: indigência inerente à espécie, indigência moral, indigência afetiva. Também acredito que a poesia tem um intrínseco valor ético, capaz de nos transformar pela sensibilização de certos temas. Ela pode significar busca, compaixão, resistência e pode transformar nosso olhar, nossas ações, nossa própria condição humana e consequentemente nossas relações sociais.
 
Como analisa a produção poética/literária em tempos de redes sociais e afetos líquidos?
 
A impressão que temos, como bem mostra a teoria de Bauman sobre a modernidade líquida, é que tudo passa muito rápido, nada é feito pra durar. Os relacionamentos são rasos, superficiais, frágeis, instáveis. Existe uma dificuldade muito grande de comunicação afetiva e as relações humanas estão enfraquecidas, parece que se tornaram meras conexões virtuais. Então a produção literária, com o poder transformador que acabei de citar, pode dar um pouco de sentido e certa durabilidade a essas conexões, pode nos aproximar pelo reconhecimento de certos afetos ou até pela ausência de afetos. Gosto muito quando os amigos virtuais dizem que se identificam com as dores que expresso na minha poesia. É um enorme clichê, eu sei, mas é importante saber que não estamos sozinhos, que não “doemos” sozinhos. Porque no fim todo escritor quer se ver no outro e vice-versa, quer ser ao mesmo tempo particular e único, mas um tantinho universal, nem que seja apenas no universo da nossa bolha. 

Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS

ANOS DE CHUMBO - "Vale a pena lê de novo para não esquecer , jamais! DITADURA NUNCA MAIS!!!" - Eduardo Vasconcelos - Radialista - Blogueiro e Ativista

 Abaixo a ditadura, sempre!

Imagens do Google

Todo ano faço um texto para lembrar e marcar a morte de meu pai, sob torturas, no DOI-CODI de São Paulo, comandado pelo torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra. Este ano, como a direita psicopata resolveu se assumir e fazer apologia dos crimes da ditadura militar, resolvi mostrar a vítima e o crime. Junto deste texto vai a foto de meu pai, o operário Joaquim Alencar de Seixas, destroçado pela ação do herói do bozonaro. Não é agradável ver essa foto para ninguém, mas é necessário publicar.
Durante dois dias seguidos o Major Ustra, o capitão Dalmo Lúcio Muniz Ciryllo, capitão Ênio Pimentel Silveira, delegados Davi dos Santos Araújo, João José Vetoratto e vários outros delinquentes escondidos sob nomes falsos massacram esse trabalhador, que não forneceu sequer seu nome aos assassinos oficiais. Ele derrotou as torturas e os torturadores.
Antes que algum fascista resolva me desafiar a dizer o que ele fez para merecer ser capturado e torturado até a morte, eu falo com orgulho:
1- Ele era um comunista orgulhoso;
2- Ele era um operário que nunca abaixou a cabeça;
3- Ele era um dos líderes do MRT - Movimento Revolucionário Tiradentes;
4- Ele participou de muitas ações armadas, que desafiaram o poderio da ditadura militar e do imperialismo dos EUA;
5- Ele foi acusado de ter participado do justiçamento de Henning Albert Boilesen, instrutor de torturas e financiador do DOI-CODI, mas os torturadores não conseguiram saber nem seu nome por sua boca torturada. Ou seja, não souberam também dessa informação, que é o segredo mais bem guardado da esquerda brasileira.
Abaixo a ditadura, ontem, hoje sempre!
Abaixo o imperialismo, ontem, hoje e sempre!

Fonte: Blog do Sem Mídia

Documentário sobre o trabalho dos profissionais de saúde no combate à Covid vence Festival É Tudo Verdade


Filme está automaticamente inscrito para a disputa do Oscar de melhor documentário de longa-metragem.

O Festival Internacional É Tudo Verdade consagrou o documentário Quando Falta o Ar – um sensível retrato dos profissionais de saúde que atuaram na linha de frente do combate à pandemia do novo coronavírus. Dirigido pelas irmãs Ana Petta e Helena Petta, o filme foi anunciado como o vencedor na categoria Competição Brasileira de Longas e Médias - Metragens.

A cerimônia de premiação ocorreu domingo (10/04) no Espaço Itaú de Cinema Augusta, em São Paulo. Além do Troféu É Tudo Verdade, Quando Falta o Ar foi agraciado com o prêmio de R$ 20 mil. O filme está automaticamente inscrito para a disputa do Oscar de melhor documentário de longa-metragem, já que o festival brasileiro é reconhecido como evento classificatório pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos.

Quando Falta o Ar deve estrear nos cinemas ainda neste ano, mas pode ser visto antes: a plataforma É Tudo Verdade Play vai promover uma sessão extra do documentário, nesta terça-feira (12), às 21 horas.

“Ainda emocionada com a premiação de ontem, é necessário dizer que um filme é um trabalho coletivo! Este filme nasce da necessidade de construirmos memória e resistência”, postou, em suas redes, Helena Petta. “Viva o SUS! Viva o cinema brasileiro!”

O júri, composto pela historiadora Eloá Chouzal, pelo diretor de fotografia Carlos Ebert e pelo cineasta Renato Terra, destacou que Quando Falta o Ar “é mais do que uma radiografia contundente e corajosa da pandemia da Covid-19 no Brasil”. Segundo os jurados, “as diretoras conseguem ampliar o entendimento da tragédia humanitária em várias perspectivas: desde os agentes comunitários que trabalham na prevenção até as Unidades de Tratamento Intensivo dos Hospitais, passando pelos corpos ensacados e enterrados em quantidades assustadoras. Tudo feito com um olhar extremamente cuidadoso de quem sabe construir e captar cenas que valorizam os sentimentos humanos dos indivíduos retratados.”

“Além de sua impecável qualidade cinematográfica, Quando Falta o Ar captura a temperatura dos acontecimentos, o heroísmo e a exaustão dos profissionais de saúde à frente da pandemia, a luta pela vida dos pacientes, o alívio intenso dos que não se contaminaram, o medo presente no ar, a tristeza dos que perderam pessoas queridas. É um registro precioso de uma memória coletiva ainda recente e um registro inestimável da importância do Sistema Único de Saúde, o SUS”, finaliza o júri.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

domingo, 17 de abril de 2022

Limpeza - 8 razões pelas quais você deve adicionar vinagre branco à sua roupa

 

Em nossas casas, há sempre uma garrafa de vinagre branco ao lado da garrafa de sabão em pó.

Você já adicionou um pouco de vinagre branco à sua lavadora de roupas? Não? Então você pode querer começar agora! O vinagre é muito bom tanto para a sua roupa como para a sua máquina, por isso é sem dúvidas, uma situação vantajosa. Além disso, o vinagre é muito barato; você pode comprar uma garrafa grande quase de graça. Reunimos uma lista de oito grandes vantagens em adicionar vinagre à sua lavadora de roupas.

1. A máquina

Use vinagre branco e um pano limpo para limpar as bordas de plástico da lavadora. Ao fazer isto, você eliminará odores desagradáveis, sujeira e qualquer possível mofo. Despeje meia garrafa de vinagre na máquina e deixe ela rodar no ciclo mais alto. Isto irá desinfetar a máquina e a livrará de qualquer cheiro desagradável persistente.

2. Roupas de bebê

A pele de um bebê é muito sensível e pode ter uma reação adversa ao perfume. Proteja a pele macia do seu bebê e coloque uma xícara de vinagre branco no compartimento de amaciante da máquina de lavar quando estiver lavando uma grande quantidade de roupas de bebê. Se houver muitas manchas nas roupas, você também pode mergulhá-las em uma bacia com partes iguais de água morna e vinagre e uma colher de chá de bicarbonato de sódio. O vinagre também elimina o cheiro da urina.

3. Pelo de animal

Ao adicionar vinagre à sua máquina de lavar roupa, os pelos dos animais não se prenderão às suas roupas tão facilmente. Isso é o ideal se você tem um amiguinho peludo de animal de estimação, como um cachorro ou um gato.

4. Cobertores macios e calças

O vinagre branco é o amaciante ideal de tecidos! Você tem um novo par de jeans que ainda parece um pouco rígido? Os lave na máquina e use vinagre como amaciante. Você notará que o jeans ficará muito mais confortável de usar! Os cobertores também se tornam agradáveis e macios se você adicionar um pouco de vinagre à máquina quando lavá-los. Além disso, é bom notar: o vinagre não deixa cheiro algum, mas deixa sua roupa com um cheiro fresco!

5. Cheiros

Cheiros desagradáveis como o de suor, de urina ou o cheiro de mofo de bolor não permanecerão se você adicionar vinagre à sua máquina de lavar roupa.

6. Lavar a mão

Lave sutiãs, calcinha de renda e meias delicadas com uma lavagem da mão. Misture um pouco de água e sabão com um detergente suave de lavar as mãos e duas colheres de chá de vinagre. O vinagre irá remover qualquer cheiro e garante que nenhum resíduo de sabão fique para trás no tecido.

7. Estática

Uma xícara de vinagre adicionada à sua roupa evitará a aderência estática.

8. Manchas

Trate roupas amareladas, ou manchas feitas com suco, café ou urina, com uma mistura de partes iguais de água e vinagre. Deixe isso mergulhado durante a noite e, em seguida, coloque a roupa na máquina de lavar roupa.

Fonte: www.conselhosetruques.com

Bolsonaro e Eduardo Paes atacam a educação

Logo após o país completar 58 anos do famigerado golpe de 1964 a justiça dos ricos através do Ministério de Trabalho do governo de Jair Bolsonaro desfecha mais um ataque aos trabalhadores em educação no Município do Rio de Janeiro. Tal medida de tentar caçar a representação sindical dos profissionais da educação da capital fluminense chega no momento que o prefeito Eduardo Paes prepara mais ataques a educação e aos trabalhadores cariocas utilizando o Plano Municipal de Educação.

Este tipo de ataque favorecendo Paes não é o primeiro que o sindicato já sofreu. O Ministério do Trabalho demorou décadas para reconhecer o Sepe-RJ como legítimo representante dos trabalhadores em educação. Um sindicato fundado pelos trabalhadores em 1.977 só foi reconhecido pelo governo dos ricos no início do século XXI, mesmo sendo reconhecido por todos os governos e prefeituras fluminense.

Durante a gestão de Eduardo Paes iniciada em 2008 e que sobreviveu a dois mandatos houve uma situação similar. Também surgiu um sindicato cartorial, sem nenhuma representação real entre os educadores cariocas, e que tentou surrupiar a representação formal do Sepe-RJ. A poderosa greve de 2013 sepultou o falso sindicato.

Então já vimos esse enredo de uma tragédia que é a gestão da prefeitura para alunos, pais, responsáveis e trabalhadores da educação municipal. Enquanto aprofunda o arrocho salarial da categoria e ataca a organização da classe, Paes busca desmontar ainda mais o ensino público municipal para beneficiar seus amigos tubarões da educação privada.

Nós, do Coletivo de Educadores Reviravolta, conclamamos a todos as trabalhadoras e trabalhadores das escolas municipais a se colocarem ombro a ombro na defesa do Sindicato Estadual do Profissionais de Educação do Rio de Janeiro, o Sepe-RJ. Nos dirigimos aos filiados e aos não filiados para a resistência a mais esse ataque a democracia que os ricos ainda nos permite. Como a sete anos vamos defender nossos direitos, salários, carreira, a educação pública e o sindicato.

Solicitamos também ao conjunto das entidades e movimentos dos trabalhadores participem dessa Campanha de Defesa do Sepe-RJ. Pedimos que todas as centrais, sindicatos e associações de classe enviem cartas e moções exigindo do Ministério do Trabalho e Previdência a manutenção da carta sindical de um sindicato que existe há 45 anos. É reconhecido pelos trabalhadores de todas as categorias do Estado do Rio de Janeiro. Opinamos que essa é uma das medidas que podem ajudar na manutenção da liberdade e autonomia sindical frente aos ataques e persistentes políticas de desmonte e privatização da educação pública carioca.

Fonte: https://cspconlutasrj.wordpress.com

Governo Bolsonaro é um pesadelo para o trabalhador

O governo Bolsonaro é extremamente cruel com o trabalhador brasileiro. Sob alegação de que o “custo-trabalho” é muito caro no país faz uma verdadeira devassa nos direitos e deixa o cidadão sem proteção da Justiça, a mercê das empresas. O cenário de cortes fez do Brasil um dos 10 piores do mundo para quem trabalha. O ranking da Global Rights Index (Índice Global de Direitos) tem 149 países.

Para chegar ao resultado, foram analisados 97 indicadores de violações, com base em convenções da OIT (Organização Internacional do Trabalho). Na lista vergonhosa de 2021 aparecem ao lado do Brasil, Bangladesh, Bielorrússia, Colômbia, Egito, Honduras, Mianmar, Filipinas, Turquia e Zimbábue.

Os números mostram como o ultraliberalismo de nações periféricas é cruel com os cidadãos. De acordo com os dados,  87% dos países violam o direito à greve e 79% desrespeitam o direito de negociação coletiva. Não é só isso. Em 2021, os trabalhadores foram expostos à violência em 45 países e, em 68, sofreram prisões arbitrárias.

Reforma trabalhista
A reforma trabalhista aprovada pelo governo de Michel Temer, depois do golpe jurídico-midiático-parlamentar de 2016, piorou consideravelmente a situação do brasileiro. A medida esvaziou os acordos coletivos e permitiu os individuais, com a queda imediata e drástica de 45% no índice de acordos coletivos.

O relatório destaca ainda que as empresas usam as dificuldades econômicas geradas pela pandemia “como pretexto para violar convenções coletivas e negociação com sindicatos e demitir trabalhadores em massa”. É o caso dos bancos que desligaram mais de 15 mil bancários em dois anos. 

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia

Com CTB NACIONAL

TURISMO - Continuando minha viagem pelas terras de Arouca em companhia de amigos portugueses…

 Foto: Liliana Borges

Relembrando que a localidade está situada a cerca de 60 km da Cidade do Porto e faz parte de sua Área Metropolitana no Distrito de Aveiro na Região Norte de Portugal. O concelho é subdividido em 16 freguesias com população de 21.154 habitantes (2021), como também, o Município foi classificado como Geoparque Mundial da UNESCO em 2009, um complexo que compreende 328 Km² com história desde 500 milhões de anos atrás a suntuosa Ponte 516, uma arte da engenharia na atualidade.

Entre mais alguns lugares que tive oportunidade de conhecer foi o Mosteiro de Santa Maria de Arouca e o Museu de Arte Sacra. O Mosteiro foi fundado no século X e no decorrer de sua existência foram realizadas várias obras até o século XVIII ser alterado completamente na forma que presenciamos hoje, composto por uma bela Igreja construída entre 1704 a 1730. Classificado como Monumento Nacional desde 1910. 

No princípio era para homens e mulheres, no século XII passou a ser um convento feminino da Ordem de São Bento. O Rei D. Sancho I doou o convento à sua filha Dona Malfada e com sua orientação em 1226 passou à regra de Cister que é uma Ordem religiosa católica monástica beneditina reformadas, a qual seus membros eram conhecidos como monges brancos, pois usavam hábito nesta cor. 

O monarca anteriormente havia realizado um contrato de casamento entre Mafalda e Henrique de Castela em 1215, porém ele faleceu muito jovem e o matrimônio não foi consumado, ela retornou a Portugal e mesmo assim ficou com título de rainha, morreu em 1256, sepultada em Arouca e mais tarde beatificada em 1792 que se tornou conhecida como “Rainha Santa Mafalda”.

Na altura das guerras liberais no século XIX o mosteiro foi extinto e seus bens foram transferidos à Fazenda Pública, porém permitindo continuar residência das freiras até a morte da última em 1886. O precioso espólio artístico foi preservado e exposto no Museu de Arte Sacra instalado no local.

Cabe ressaltar que o mosteiro passou a integrar o programa “Revive”, no qual o Estado Português permite a abertura de patrimônios históricos a investimentos privados estimulando o desenvolvimento na área do turismo e afins. Em 2019 foi assinado o contrato de concessão com grupo MS Hotels & Resolts por 50 anos, no qual em uma de suas alas está sendo construído uma unidade hoteleira, provavelmente na categoria de 4 estrelas, como também, um restaurante. O funcionamento de suas atividades está previsto para o verão de 2023.

Para finalizar a excursão fomos almoçar no domingo na “Assembleia - Wine Bar & Restaurant”, um dos renomados na culinária regional com sabores magníficos, situado na Travessa da Ribeira, nº 5 aproximadamente a 200 metros do Mosteiro de Arouca. 

Iniciamos com as apetitosas entradas como pães, azeitonas, queijos e presuntos, depois saboreamos a tradicional Posta Arouquense, “Postinha de Vitela com Arroz de Fumeiro e Batatas Fritas”, além de um suculento “Cabrito Assado”, acompanhados de bons vinhos da Região do Douro e por fim, como sobremesa o “Super Passadiços – Mix de Minas Crocantes e Passadiços”, variedades de pequenas poções de delícias doces regionais.

Conhecer Arouca é uma verdadeira viagem ao passado mais remoto, tão longe como a origem da vida na Terra percebida nas pedras de ardósias na região através dos “Trilobites” ou apenas algumas centenas de anos atrás com a emoção da história a cada época, chegando até o presente pincelado com o espetáculo de novas obras de engenharia, apreciando a suntuosa natureza ao seu redor em harmonia com a ciência, arte e cultura, além de tudo isso, recheada com suas iguarias gastronômicas. 

É simplesmente fabuloso…

Confira o vídeo sobre a matéria no meu canal no YouTube: LILIANA BORGES EM PORTUGAL 

https://youtu.be/13XGt82cIvw

Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS

LAZER CULTURAL: Arena das Dunas apresenta o 'Domingo na Arena de Páscoa' com música, dança, teatro e esportes

 

Foto: Thiago Lima/Divulgação

A Arena das Dunas apresenta um ‘Domingo na Arena’ especial, neste domingo (17) de Páscoa. O cardápio de atrações está recheado com show musical, aula de dança, espetáculo teatral, oficinas e esportes, informa a administração do complexo.

Os portões da área externa do complexo abrem às 16h30, com a aula de dança coordenada pelo professor JanJan Lima. Em seguida, às 17h30, a Cia Brinquedos & Brincadeiras apresenta o espetáculo ‘Patrulha Canina’, com o tema “Nenhum trabalho é tão grande, nenhum filhote é tão pequeno”. Já à noite, o show da potiguar Jaine Elne encerra a programação do dia. Durante as apresentações, o Eco Praça promoverá algumas ações como a Eco Feira das Dunas, Oficina de Mini Jardins (com Daniele Karenine) e ‘Adote uma Muda’, que sugere a troca de um abraço fraterno por uma muda de planta.

Evento pet friendly, o Domingo na Arena oferece um programa para cachorro com Play Dog, expositores, ação de adoção, além de acesso a profissionais do setor: veterinários, adestradores, farmacêuticos, psicólogos e empreendedores. ‘Dona da festa’, a criançada vai se divertir à valer com os brinquedos infláveis, brinquedoteca, aula de beach tênis e futmesa, atividades escoteiras, aulas e aluguel de patins, locação de carrinhos elétricos, maquiagens artísticas, universo bolhástico e Bora de Bike. Na praça de alimentação tem: Dindin Gourmet e Açaí, Vila Coxinha, Frango Empanado, Água Ki-Coco, Churros e Pipoca.

Além do patrocínio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte e da Prefeitura do Natal, através das leis Câmara Cascudo e Djalma Maranhão, respectivamente, o projeto Domingo na Arena conta com patrocínio da Cabo Telecom e apoio da TV Tropical, Home Center Ferreira Costa, Natal Vigilância e Padaria Hora do Pão.

Cia Brinquedos & Brincadeiras

O espetáculo ‘Patrulha Canina: Nenhum trabalho é tão grande, nenhum filhote é tão pequeno, da Cia Brinquedos & Brincadeiras, envolve as crianças com muito bom humor. Os quatro filhotes - Marshall, Chase, Rubble e Skye -, liderados pelo menino Ryder, enfrentam missões arriscadas de resgate e fazem de tudo para proteger a comunidade.

Jaine Elne

Lançada em Areia Branca/RN, ainda aos 9 anos de idade, Jaina Elne se transformou numa artista conhecida no circuito potiguar, paraibano e pernambucano. Com passagens, também, pelo eixo RJ-SP, Jaina Elne encanta o público com sua bela voz. Entre tantos sucessos, ela já abriu o show de Nana Caymmi, no Projeto Seis & Meia, de Mossoró.

SERVIÇO

Dia: 17 de abril (domingo)
Local: Praça externa da Arena das Dunas
Horário: 16h30 às 20h
Acesso (gratuito): Portão P4 (Marginal da BR-101)
Estacionamento EXTERNO (Acesso pela Prudente de Moraes): R$ 10,00
Realização: Arena das Dunas
Produção: SADEPAULA Produções Criativas e Poti Produções

Fonte: POTIGUAR CULTURA