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segunda-feira, 23 de maio de 2022

Institutos Estaduais de Educação recebem Licença Prévia (LP) do Idema

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema emitiu, nas últimas semanas, a Licença Prévia (LP) para a implantação de sete Institutos Estaduais de Educação Profissional, Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio Grande do Norte – IERNs. A Licença foi concedida à Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC) e possui validade de dois anos. Os Institutos se configuram como uma ação do Governo do RN, no âmbito do Programa Nova Escola Potiguar (PNEP) - que reúne ações estruturantes na educação do estado, lançado em julho de 2021.

Ao todo, estão previstas pelo menos 12 escolas no interior potiguar. Até o presente momento, sete delas possuem a Licença Prévia emitida – que avalia a viabilidade ambiental e, em alguns casos, permite a licitação da obra.

Já foram contemplados com a LP os municípios de Umarizal, Alexandria, Campo Grande, Tangará, Touros, Jardim de Piranhas e Areia Branca. O restante das escolas previstas são em: São Miguel, Santana do Matos, São José do Mipibu, Mossoró e Pedro Velho.

"A educação é o maior e mais importante passaporte para a conquista da cidadania. É ela que possibilita a compreensão das questões sociais, que nos ensina e nos prepara para o exercício dos direitos civis e políticos. É ela que nos prepara para a vida, para o mundo. Cabe ao poder público garantir essa educação como um direito”, afirmou a governadora do Estado, Fátima Bezerra, à ocasião do lançamento do Programa Nova Escola Potiguar.

O diretor-geral do Idema, Leon Aguiar, afirma que, através da agilidade e empenho do Governo do Estado, da Secretaria de Educação e de equipes comprometidas com esse processo, a construção dos IERNs pode ser realmente efetivada. “Com a implantação dos institutos, a população de diversos municípios do interior do RN receberá uma educação de qualidade. Além disso, contribuirá com o desenvolvimento das regiões, atraindo cidades vizinhas e fortalecendo a economia das localidades. Esse é um Governo popular e nada mais justo do que voltarmos nossa atenção para a educação, base de tudo”, disse Aguiar.

“A construção dos IERNs será um marco na história da educação pública do RN. Trata-se de um espaço para o desenvolvimento da aprendizagem que reunirá ciência, trabalho, inovação e tecnologia. Além dos aspectos educacionais, os institutos serão exemplos para todas as obras da Educação, ao aliar respeito ao meio ambiente com eficiência energética, condição assegurada no projeto desde a sua concepção”, frisou o professor Getúlio Marques, secretário de Educação do RN.

De acordo com o arquiteto e técnico do NAOP, Eugênio Morais, os projetos das escolas trazem soluções ambientalmente adequadas para o abastecimento de água, drenagem, tratamento de esgoto e resíduos sólidos, não implicando em excessivos impactos no local de instalação. O representante do setor comentou, ainda, que, por se tratar de uma ação inovadora e adequada ao contexto local, trará inúmeros benefícios para a população residente nas áreas contempladas, elevando o nível de formação dos estudantes e trazendo incremento à sua economia.

“Os IERNs terão infraestrutura inspirada no modelo dos Institutos Federais, sendo construídos e mantidos pelo Governo do RN. A construção destas unidades educacionais visa fortalecer a política educacional do Estado, por meio da educação profissional integrada à realidade local e aos recursos tecnológicos disponíveis”, destacou Eugênio.

Dentre as condicionantes estabelecidas na LP, estão que o empreendedor fica ciente de que os projetos a serem apresentados na Licença de Instalação devem prever condições para a adequada movimentação de terra, drenagem e contenção do solo garantindo-se a sua estabilidade e que esses projetos que serão apresentados devem vir acompanhados de sua localização na área através de coordenadas UTM com as devidas prescrições urbanísticas, Memorial Descritivo e de Cálculo, com a respectiva ART – Anotação de Responsabilidade Técnica em versão definitiva devidamente assinada pelo responsável técnico.

Além disso, o ato administrativo ressalta que o empreendedor não poderá fazer qualquer intervenção na área do empreendimento, passível de supressão de vegetação, antes da emissão da Autorização de Supressão de Vegetação, via SINAFLOR, e da Licença de Instalação.

“Obras como esta, com atenção aos equipamentos de ensino, aproxima toda a comunidade escolar, os gestores públicos e os investidores para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte. O valor social é muito grande, assim como os benefícios para os alunos com o funcionamento de uma instituição qualificada”, finalizou o supervisor do Núcleo de Obras Públicas do Idema, Aluízio Nunes.

Estrutura

As instalações dos IERNs possuem cerca de 12 salas de aulas teóricas com 53,11m², 03 laboratórios, biblioteca com sala de leitura, auditório, 02 laboratórios especiais para aulas práticas, além de ambientes de uso correlato como cozinha, depósito, banheiros, e salas administrativas. A previsão de área construída é 3.655,20m².

Fonte: http://www.educacao.rn.gov.br

Carmem Miranda

 

Nascida em Portugal, Maria do Carmo Miranda da Cunha tornou-se brasileira por adoção, pois sua família mudou-se para o Rio de Janeiro quando ela tinha apenas 1 ano de idade.

9 de fevereiro de 1909, Marco de Canaveses (Portugal)<br>5 de agosto de 1955, Beverly Hills (EUA)​

Apesar da resistência dos pais, Carmen Miranda sempre desejou ingressar na carreira artística. Trabalhando desde os 14 anos, primeiro em uma loja de gravatas, depois em uma chapelaria, Carmen cantava em festas que aconteciam pela cidade.

Em 1929, graças ao apoio do compositor Josué de Barros, gravou seus primeiros discos: pelas gravadoras Brunswick e RCA Victor. O sucesso chegou em 1930, com a marchinha Pra você gostar de mim (ou “Taí”), de Joubert de Carvalho. Em 1933, realizava sua primeira turnê internacional, cantando na Argentina (Buenos Aires), para onde voltou no ano seguinte. Já era chamada de “a maior cantora brasileira” ou “a cantora do it”.

Depois de estrear no filme “Alô, alô carnaval”, foi contratada – juntamente com sua irmã, Aurora Miranda, também cantora – para fazer parte do elenco permanente do Cassino da Urca, o local de shows mais famoso na década de 1930.

Sucesso nos EUA

Foi nesse cassino que, em 1939, Carmen conheceu o empresário norte-americano Lee Shubert, que a levaria para os EUA, juntamente com o Bando da Lua (o grupo musical que a acompanhava em suas apresentações).

De maio de 1939 a 1953, Carmen Miranda atuou em inúmeros filmes de Hollywood, além de se apresentar em programas de rádio e de televisão, casas noturnas e cassinos, chegando inclusive a a fazer parte de um show na Casa Branca.

Casada, em 1947, com o norte-americano David Sebastian, Carmen Miranda era, desde o ano anterior, um dos maiores salários de Hollywood.

A decadência, contudo, parece ter começado com o casamento. Seu marido, que também era seu empresário, não conduziu adequadamente os negócios. Além disso, Carmen tornou-se alcoólatra e dependente de barbitúricos. De volta ao Brasil em 1954, submeteu-se a um tratamento de desintoxicação, mas com resultados apenas parcialmente positivos.

De volta aos EUA em abril de 1955, reiniciou as exaustivas turnês e, no início de agosto, apresentou-se no programa do comediante Jimmy Durante, quando teve um mal-estar. Nessa mesma noite, depois de cantar para amigos em sua residência e recolher-se, sofreu um ataque cardíaco fulminante.

O corpo de Carmen Miranda foi transladado para o Brasil. O cortejo fúnebre reuniu cerca de meio milhão de pessoas. No Aterro do Flamengo, na cidade do Rio de janeiro, o governo criou o Museu Carmen Miranda.

Entre as canções interpretadas por Carmen, algumas permanecem até hoje no imaginário popular: “Chica-chica-bum-chic”, Isto é lá com Santo Antônio, O que é que a baiana tem?, “O tique-taque do meu coração” e “South american way”.

Enciclopédia Mirador Internacional; Folha de S. Paulo, Brasil Cultura.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

PRESSIONE PELA DERRUBADA DOS VETOS DA CULTURA!

Esta semana o Congresso Nacional pode apreciar – e tem poder para derrubar – os vetos do governo federal às Leis Aldir Blanc 2 e Paulo Gustavo!

Juntas, as Leis da Cultura podem garantir a sobrevivência do setor cultural e criar um mecanismo permanente e descentralizado de fomento à cultura em estados e municípios de todo o país, nos pequenos municípios e pequenos produtores.

>> PRESSIONE AGORA enviando mensagens diretas para os líderes das bancadas. Acesse aqui:
https://cutt.ly/EHLLZEF

Compartilhe esta mensagem, faça chegar esta informação aos parlamentares de seus estados e municípios. Chegou a hora da cultura brasileira conquistar mais uma importante vitória em tempos de crise!

domingo, 22 de maio de 2022

Comida caipira: histórias e receitas do tempo do fogão a lenha

 

Modern room with comfortable sofa, indoors

Falou em “caipira” para um paulistano ou paranaense e já vem à mente o fogão a lenha, a broa de milho e o lombo de porco. A culinária tradicional do interior de São Paulo ou Paraná, baseada em ingredientes como milho, feijão, couve, carne de porco e de galinha, está presente até no dia a dia de quem nunca sai da capital do estado.

“Pratos como cuscuz e virado à paulista são coisas que você encontra no cardápio de qualquer boteco”, conta Nicolas Ferreira Rodrigues, professor de Gastronomia no Senac Aclimação, em São Paulo. “Dificilmente você encontra alguém que não come”.

E seja no formato original -no fogão a lenha- ou em versão adaptada nos restaurantes, o fato é que a comida caipira rende mais do que um dedo de prosa acompanhada de café e bolo de fubá…

Jefferson Coppola/Folhapress
Imagem: Jefferson Coppola/Folhapress


Afinal, é paulista ou mineira?
Virado de feijão com linguiça, lombo de porco… Quando se trata de comida caipira, os dois estados dividem a autoria dos pratos mais clássicos da culinária caipira. “Em termos de comida, temos a mesma base de formação”, conta a chef Ana Luiza Trajano, do restaurante Brasil a Gosto. “A culinária nasce paulista e se transforma em mineira”.

“Os tropeiros são os principais responsáveis pela  dúvida sobre o que é de origem paulista e o que é de origem mineira, já que saíam  com os ingredientes e seguiam para os garimpos de Minas. À medida em que iam parando, acabavam influenciando a região. Afinal, uma hora todo mundo precisa parar para comer”, conta Nicolau. “E a comida, afinal, não tem fronteiras geográficas!”
Apu Gomes/Folhapress
Imagem: Apu Gomes/Folhapress

Quem manda é o fogão

Uma coisa é preciso ser dita: os pratos mais típicos da culinária caipira demandam tempo para serem feitos. Isso é reflexo dos equipamentos da época – panelas de barro ou de ferro, cocção com muito líquido no fogo a lenha. Isso resulta em sabor mais concentrado e rico em temperos. “Era algo com o qual você não precisava se preocupar: você poderia deixar por várias horas cozinhando”, explica Nicolas. “Tutu de feijão,cuscuz e canjiquinha são todas receitas relativamente fáceis e que podem ser incrementadas a gosto”.
Na estrada, valia a arte do improviso: cozinhava-se em fogos de chão e até em tucuruvas – cupinzeiros abandonados que eram escavados e transformados em fornos para a preparação da comida. Dos índios, herdou-se a arte de moquear – ou assar – carnes e peixes. E, dos europeus, o uso da gordura de porco para fritar e também conservar os alimentos.
Divulgação
Imagem: Divulgação

Porco em tudo
“No interior, quem não tinha um porquinho no quintal?”, comenta Nicolau, que é originário de Ribeirão Preto (a 290 quilômetros de São Paulo). O animal se tornou um dos produtos mais marcantes da culinária caipira pela facilidade no manejo. “Dificilmente você erra no cozimento e mesmo com outros ingredientes, você consegue manter o sabor”, diz o professor.

Natural de Franca (a 344 quilômetros de São Paulo), Ana Luiza Trajano se lembra de quando porcos eram abatidos para preparo de linguiça e de carne na lata, conservada em banha para durar mais e ter mais sabor. A chef ganha até hoje de uma tia-avó um suprimento de linguiças caseiras, feitas na fazenda. “Ela mata dois porcos e temos linguiça para o ano inteiro, para comer assada – uma delícia!”, conta.
TV UOL
Imagem: TV UOL
Sua majestade, o milho
Na forma de canjiquinha, fubá, polenta, angu ou farinha, o milho é onipresente no menu. “Ao contrário do Norte e Nordeste, onde há uma predominância da mandioca, em São Paulo a base da alimentação indígena era o milho”, explica Ana Luiza Trajano. O ingrediente permeia todo o menu e não se escapa nem na hora da sobremesa: o doce mais marcante da roça, afinal, é o conhecidíssimo bolo de fubá.
Divulgação
Imagem: Divulgação
Adaptando
Muitos pratos da culinária caipira ganhavam outra roupagem ou ingredientes extras à medida que chegavam na capital. Um exemplo é o cuscuz paulista. “A receita clássica é com galinha. A versão com frutos do mar é bem paulistana, por conta da proximidade com Santos”, explica Ana Luiza Trajano. Outra diferença são os cortes de porco: enquanto na capital usa-se muito a bisteca (por influência italiana), “à medida que você vai subindo pelo interior, você nota mais o uso de leitoa a pururuca e lombo”, diz a chef.

Anna Fagundes

Do UOL,

FONTE

Com Portal BRASIL CULTURA

Saiba preparar 10 comidas típicas de festa junina (estão chegando) - Fonte: Portal BRASIL CULTURA

Confira as melhores receitas salgadas e doces de festa junina, além de bebidas típicas como quentão e quentão de vinho (a moda paranaense).

  • – Paçoca de carne-seca

Ingredientes

3 colheres (sopa) de manteiga de garrafa

2 xícaras (chá) de carne-seca dessalgada, cozida e desfiada

½ xícara (chá) de farofa pronta

1 cebola picada

2 dentes de alho amassado

Coentro a gosto

Modo de Preparo

Derreta a manteiga e frite a carne até ficar bem sequinha. Acrescente a cebola, o alho e refogue. Desligue o fogo e misture a farofa e o coentro.

  • – Petisco de tapioca

Ingredientes

250 g de queijo de coalho ralado

250 g de tapioca granulada

500 ml de leite fervendo

sal e pimenta-do-reino preta moída a gosto

orégano a gosto

Modo de Preparo

Em uma tigela, junte o queijo de coalho e a tapioca. Despeje o leite fervendo, misture bem e tempere com sal, pimenta-do-reino e orégano. Deixe esfriar um pouco. Transfira a mistura para um refratário e cubra com filme plástico, apertando bem. Leve à geladeira para endurecer, por aproximadamente três horas. Corte em cubos e frite em óleo quente ou, se preferir, grelhe de todos os lados, em uma frigideira antiaderente.

  • – Arroz com pinhão, couve e queijo de coalho

Ingredientes

150 g de pinhão

1 colher (sopa) de óleo

1 xícara (chá) de arroz lavado e escorrido

1 sachê do tempero pronto para arroz com alho

1 folha média de couve cortada em tiras

2 xícaras e meia (chá) de água fervente

100 g de queijo de coalho

Modo de Preparo

Em uma panela de pressão, coloque os pinhões e cubra com água. Tampe a panela e cozinhe em fogo médio por 20 minutos contados a partir do início da pressão. Retire a panela do fogo e aguarde sair todo o vapor. Abra a panela e verifique o cozimento. Se necessário, cozinhe por mais 5 minutos com a panela destampada. Deixe esfriar, descasque e pique os pinhões. Reserve. Em uma panela média, aqueça o óleo e refogue o arroz por 2 minutos. Acrescente o sachê do tempero para arroz e mexa rapidamente. Junte o pinhão, a couve e refogue por mais 1 minuto. Adicione a água fervente e cozinhe em fogo médio, com a panela parcialmente tampada, por 10 minutos. Abaixe o fogo e cozinhe por mais 5 minutos ou até secar todo o líquido. Misture o queijo e sirva em seguida. Reserve alguns pinhões inteiros para decorar o prato.

  • – Caldinho de feijão

Ingredientes

½ xícara (chá) de feijão preto

2 litros de água

1 cubo de caldo de bacon e louro

1 colher (sopa) de óleo

1 dente de alho picado

3 colheres (sopa) de cebola picada

½ tomate sem sementes cortado em cubos pequenos

2 colheres (chá) de molho de pimenta

Modo de Preparo

Em uma tigela pequena, coloque o feijão e cubra com metade da água. Reserve por 1 hora. Escorra e reserve. Em uma panela de pressão, coloque a água restante e o feijão. Cozinhe por 25 minutos contados a partir do início da pressão. Retire a panela do fogo e aguarde sair todo o vapor. Abra a panela e verifique o cozimento. Se necessário, cozinhe por mais 5 minutos com a panela destampada. Adicione o cubo de caldo de bacon e louro e misture até dissolver; se necessário, leve ao fogo até o caldo dissolver. Deixe esfriar e, depois de frio, bata no liquidificador até obter uma mistura homogênea. Passe por uma peneira e volte para a panela do cozimento. Reserve. Em uma frigideira pequena, aqueça o óleo e doure o alho e a cebola. Junte o tomate e refogue por mais 3 minutos ou até murchar. Misture ao feijão batido e deixe ferver em fogo baixo por mais 5 minutos. Retire do fogo, junte o molho de pimenta e sirva em seguida.

Dica

Se desejar, sirva com cachaça. Retire do fogo, junte 1 colher (sopa) de cachaça e sirva em copinhos.

  • – Pão caipira

Ingredientes

2 tabletes de fermento biológico (30 g)

1 colher (sopa) de açúcar

1 e ½ xícara (chá) de leite morno

1 lata de milho verde escorrido

2 ovos

1 colher (sopa) de aguardente

1 tablete de margarina culinária (100 g)

1 embalagem de creme de cebola

5 xícaras (chá) de farinha de trigo

150 g de queijo minas frescal picado

Para untar e enfarinhar:

margarina culinária

farinha de trigo

Modo de Preparo

Unte e enfarinhe duas fôrmas grandes para bolo inglês (28 x 11 cm). Reserve. Em uma tigela grande, misture o fermento e o açúcar até ficar líquido. Bata no liquidificador o leite, o milho verde, os ovos e a aguardente. Junte ao fermento, acrescente a margarina culinária, o creme de cebola e a farinha. Misture até obter uma massa pastosa e homogênea. Acrescente o queijo delicadamente. Divida a massa nas fôrmas reservadas, cubra e deixe-os crescer por 30 minutos ou até dobrarem de volume. Pré-aqueça o forno em temperatura média (180°C). Leve ao forno por 30 minutos ou até dourarem. Sirva a seguir.

  • – Sonho de fubá recheado de catupiri

Ingredientes

Massa

2 xícaras (chá) de fubá (320g)

1 colher (chá) de sementes de erva doce (1,85g)

2 xícaras (chá) de leite fervente (cerca de 500ml)

4 colheres (sopa) de açúcar (40g)

1 colher (sopa) de farinha de trigo (10g)

2 a 3 ovos

1 colher (sopa) de fermento em pó

óleo para fritar

Recheio

açúcar e canela para polvilhar

1 embalagem de catupiri (410g)

Modo de Preparo

Massa

Misture o fubá e a erva doce. Despeje o leite fervente, mexendo sempre, para escaldar o fubá. Junte o açúcar e a farinha de trigo. Adicione os ovos um a um, misturando sempre após cada adição, até obter uma massa homogênea e firme. Por último acrescente o fermento. Misture. Divida a massa em 15 porções. Enrole as porções nas mãos, para obter 15 sonhos redondos.

Reserve. Preencha metade da capacidade de uma panela média com óleo. Leve ao fogo alto até aquecer. Acrescente 2 a 3 porções de massa. Abaixe o fogo e frite até dourarem por igual. Retire do óleo com uma escumadeira e escorra em papel toalha. Corte cada sonho ao meio, sem separá-lo, passe na mistura de açúcar e canela e recheie com o catupiri. Sirva em seguida.

Dicas

A massa do sonho deve ser macia e não grudar nas mãos, caso ela grude, polvilhe as mãos com farinha de trigo. Os sonhos devem ser fritos em fogo baixo, para que cozinhem por dentro e dourem por fora. Antes de acrescentar as sementes de erva-doce à massa, esfregue-as nas mãos, para que soltem mais aroma e sabor na massa.

Variação

Adicione outros sabores aos sonhos com catupiri: goiabada, geleia, doce de leite, etc.

  • – Cocada queimada com catupiri

Ingredientes

1 xícara (chá) de açúcar (180g)

1 xícara (chá) de leite (240ml)

1 xícara (chá) de flocos de coco fresco (65g)

1 colher (chá) de manteiga (5g)

¼ da embalagem de catupiri (cerca de 100g)

Modo de preparo

Numa panela média, coloque o açúcar e leve ao fogo brando, mexendo sempre, até o açúcar derreter completamente e ficar cor de caramelo claro. Abaixe o fogo, junte o leite, os flocos de coco e a manteiga e cozinhe por cerca de 15 minutos, mexendo de vez em quando até o açúcar ficar totalmente dissolvido e o doce, ligeiramente cremoso.

Montagem

Separe 12 copinhos (de plástico, acrílico ou vidro) com cerca de 40 ml de capacidade e preencha até a metade com o doce de coco. Finalize a preparação com cerca de 1 colher (chá) de catupiri. Sirva quente ou em temperatura ambiente.

Dica

O coco fresco deve ser ralado na parte grossa do ralador para que a preparação fique com textura flocada. 

Variação

Substitua o leite por leite de coco.

  • – Quentão

Ingredientes

600 ml de cachaça

600 ml de água

2 xícaras de açúcar

1 colher (sopa) cheia de gengibre

Casca de 2 laranjas

Casca de um limão

Cravo e canela em pau

Modo de Preparo

Comece colocando o açúcar para derreter em fogo bem alto, dentro de uma panela grande, até ele se tornar um caramelo. Não é necessário mexer muito. Depois, inclua o gengibre, as cascas de limão e laranja, a canela e o cravo, tomando cuidado para não queimar a calda. Quando o líquido estiver homogêneo, tampe a panela e deixe ferver entre 10 e 15 minutos, em fogo baixo. Após isso, desligue o fogo e acrescente a cachaça. Esta etapa deve ser realizada desta forma, já que a bebida é inflamável. Por fim, ligue o fogo novamente, tampe o recipiente e deixe ferver por mais cinco minutos.

  • – Quentão de Vinho (Quentão Paranaense)

Ingredientes

2 litros de vinho

3 xícaras de água

2 xícaras de açúcar

2 maçãs picadas

2 xícaras de abacaxi picado (ou outra fruta que tiver em casa)

Cravo e canela em pau

Modo de Preparo

Em uma panela, com fogo alto, coloque o açúcar e a água, como se preparasse um chá. Em seguida, acrescente a canela e o cravo. Tampe a panela e deixe a mistura ferver por 10 minutos. Depois, inclua o suco de uva e após levantar fervura, desligue o fogo. Por fim, ponha as frutas, de acordo com sua preferência.

  • – Bombocado de coco e catupiri

Ingredientes

1 xícara (chá) de açúcar (180g)

2 ovos (120g)

1 gema (20g)

1 colher (sopa) de farinha de trigo (10g)

1 e 1/2 colher (sopa) de manteiga em temperatura ambiente (30g)

3 xícaras (chá) de coco fresco ralado em flocos (200g)

cerca de ¼ da embalagem de catupiri (cerca de 100g)

Modo de Preparo

Forre 16 forminhas de alumínio (capacidade 60ml – 6 cm de diâmetro por 2,5 cm de altura) com forminhas de papel (nº1). Unte as forminhas de papel e reserve. Numa tigela, junte o açúcar, os ovos, a gema, a farinha de trigo e a manteiga. Misture bem até obter uma massa homogênea. Acrescente os flocos de coco e misture novamente. Divida a massa de bombocado entre as forminhas reservadas. Forre as laterais de cada forminha de papel com a massa de bombocado, deixando um espaço no centro para o recheio. Preencha o centro com cerca de 1 colher (chá) de catupiri. Distribua as forminhas numa assadeira e leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 35 minutos ou até dourar as bordas.

Dica

Para forrar as laterais das forminhas, coloque 1 porção de massa de bombocado no centro da forminha e, com as costas de 1 colher de chá ou café, empurre a massa para as bordas, subindo nas laterais. É importante fazer esta “lateral” do bombocado para colocar o catupiri, porque o catupiri ao assar, irá ferver, podendo vazar. Para ralar o coco fresco em flocos: com uma faca afiada descasque a película marrom do coco e rale na parte grossa do ralador.

Variação

Acrescente canela em pó à massa do bombocado

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