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domingo, 23 de outubro de 2016

HISTÓRIA-ANTROPOLOGIA: Cultura Brasileira

Foto: Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN
Cultura Brasileira é o resultado da miscigenação de diversos grupos étnicos que participaram da formação da população brasileira. A diversidade cultural predominante no Brasil é consequência também da grande extensão territorial e das características geradas em cada região do país.
O indivíduo branco, que participou da formação da cultura brasileira fazia parte de vários grupos, que chegou ao país durante a época colonial. Além dos portugueses, vieram os espanhóis, de 1580 a 1640, durante a União Ibérica (período sob o qual Portugal ficou sob o domínio da Espanha).
Durante a ocupação holandesa no nordeste, de 1630 a 1654, vieram flamengos ou holandeses, que ficaram no país, mesmo depois da retomada da área pelos portugueses. Na colônia, aportaram ainda os franceses, ingleses e italianos.
Entretanto, foi dos portugueses que recebemos a herança cultural fundamental, onde a história da imigração portuguesa no Brasil confunde-se com nossa própria história. Foram eles, os colonizadores, os responsáveis pela formação inicial da população brasileira, através do processo de miscigenação com índios e negros africanos, de 1500 a 1808, portanto por três séculos, eram os únicos europeus que podiam entrar livremente no Brasil.
Para saber mais:

A Formação da Cultura Brasileira

A formação da cultura brasileira, em seus vários aspectos, resultou da integração de elementos das culturas: indígena, do português colonizador, do negro africano, como também dos diversos imigrantes.

Cultura Indígena

Foram muitas as contribuições dos índios brasileiros para a nossa formação cultural e social. Do ponto de vista étnico, contribuíram para o surgimento de um indivíduo tipicamente brasileiro: o caboclo (mestiço de branco e índio).
Na formação cultural, os índios contribuíram com o vocabulário, o qual possui inúmeros termos de origem indígena, como pindorama, anhanguera, ibirapitanga, Itamaracá, entre outros. Com o folclore, permaneceram as lenda como o curupira, o saci-pererê, o boitatá, a iara, dentre outros.
A influência na culinária se fez mais presente em certas regiões do país onde alguns grupos indígenas conseguiram se enraizar, como na região norte, onde os pratos típicos estão presentes, entre eles, o tucupi, o tacacá e a maniçoba.
Raízes como a mandioca é usada para preparar a farinha, a tapioca e o beiju. Diversosutensílios de caça e pesca, como a arapuca e o puçá. Por fim, diversos utensílios domésticos, foram deixados como herança, entre eles, a rede, a cabaça e a gamela.
Para saber mais: Índios Brasileiros e Cultura Indígena.

Cultura Portuguesa

Portugal foi o país europeu que exerceu mais influência na formação da cultura brasileira. Os portugueses realizaram uma transplantação cultural para a colônia, destacando-se a língua portuguesa, falada em todo o país e a religião católica, crença de grande parte da população, com extenso calendário religioso, com suas festas e procissões. As instituições administrativas, o tipo de construções dos povoados, vilas e cidades e a agricultura fazem parte da herança portuguesa.
No folclore brasileiro é evidente o grande número de festa e danças portuguesas que foram incorporadas ao país, entre elas, a cavalhada, o fandango, as festas juninas (uma das principais festas da cultura do nordeste) e a farra do boi. As lendas do folclore (a cuca e o bicho papão), as cantigas de roda (peixe vivo, o cravo e a rosa, roda pião etc.) permanecem vivas na cultura brasileira.
Se quiser saber mais sobre o folclore do país: Folclore Brasileiro.

Cultura Africana

negro africano foi trazido para o Brasil para ser empregado como mão de obra escrava. Conforme as culturas que representavam (ritos religiosos, dialetos, usos e costumes, características físicas etc.) formavam três grupos principais, os quais apresentavam diferenças acentuadas: os sudaneses, os bantos e o malês. (sudaneses islamizados).
Salvador, no nordeste do Brasil, foi a cidade que recebeu o maior número de negros e onde sobrevivem vários elementos culturais como o “traje de baiana” (com turbante, saias rendadas, braceletes, colares), a capoeira, os instrumentos de música como o tambor, atabaque, cuíca, berimbau e afoxé.
De modo geral, a contribuição cultural dos negros foi grande: na alimentação (vatapá, acarajé, acaçá, cocada, pé de moleque etc.); nas danças (quilombos, maracatus e aspectos do bumba meu boi); nas manifestações religiosas (o candomblé na Bahia, a macumba no Rio de Janeiro e o xangô em alguns estados do nordeste).
Para saber mais: Cultura Africana e Cultura do Nordeste.

Cultura dos Imigrantes

Os imigrantes deixaram contribuições importantes na cultura brasileira. A história da imigração no Brasil começou em 1808, com a abertura dos portos às nações amigas, feita por D. João. Assim, para povoar o território vieram famílias portuguesas, açorianas, suíças, prussianas, espanholas, sírias, libanesas, polonesas, ucranianas e japonesas que se estabeleceram no Rio Grande do Sul.
O grande destaque foram os italianos e os alemães, que chegaram em grande quantidade. Eles se concentraram na região sul e sudeste do país, deixando importantes marcas de suas culturas para o país, principalmente na arquitetura, na língua, naculinária, nas festas regionais e folclóricas.
A cultura vinícola do sul do Brasil se concentra principalmente na região da serra gaúcha e de campanha, onde predomina descendentes de italianos e alemães.
Na cidade de São Paulo, em virtude do grande fluxo de italianos, fez surgir bairros como o Bom Retiro, Brás, Bexiga e Barra Funda, onde é marcante a presença de italianos, e com eles vieram as massas típicas como a macarronada, a pizza, a lasanha, o canelone, entre outras.
Fonte: Toda Materia

Mostra Internacional de Cinema de São Paulo apresenta programação que faz o público pensar

Por Marcos Aurélio Ruy

dição, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo traz aos cinéfilos uma programação variada do que melhor se produz no cinema contemporâneo, aliando a isso a exibição de clássicos das telonas.
A responsável por esse tradicional evento cultural, Renata de Almeida deseja que a Mostra “traga vozes que nos façam pensar”. Entendendo o cinema como um verdadeiro espelho do mundo e da alma humana.
Com 322 obras exibidas em 35 endereços da capital paulista, a Mostra termina no dia 2 de novembro. Conta com exibições gratuitas no vão livre do Masp, na avenida Paulista e no espaço externo do Auditório do Ibirapuera.
Neste ano, a programação é composta por seis seções: Homenagens, Apresentações Especiais, Foco Polônia, Competição Novos Diretores, Mostra Brasil e Perspectiva Internacional. Entre os homenageados estão o ator Antonio Pitanga e o cineasta italiano Marco Bellocchio, ambos recebem o Prêmio Leon Cakoff – Cakoff foi o criador da Mostra.
O documentário Pitanga, de Beto Brant e Camila Pitanga, sobre a trajetória do ator brasileiro de 77 anos e mais de 50 de carreira, além de clássicos em que ele atuou como Barravento (1962), de Glauber Rocha e A Grande Cidade (1966), de Cacá Diegues, no vão do Masp.
Bellocchio vem ao Brasil para receber essa homenagem. Onde será exibido a sua produção mais recente, Belos Sonhos. A Mostra premia o talento de um dos mais importantes cineastas dos últimos anos pelo conjunto de sua obra.
Também recebe homenagem pelo conjunto de sua obra o polonês Andrzej Wajda (1926-2016) na retrospectiva Foco Polônia. Wajda terá um panorama de sua obra, com destaque para O Decálogo (1988). Ele receberá o Prêmio Humanidade.
 mostra internacional cinema sp poster
O norte-americano William Friedkin é outro homenageado. Em comemoração aos 45 anos de Operação França, Friedkin virá ao Brasil, e fará parte da programação da Mostra com alguns de seus filmes como O Exorcista (1973) e Comboio do Medo (1977).
Para quem quer mais do que as obras hollywoodianas, a Mostra traz filmes inéditos e de pouca penetração no circuito comercial e clássicos do cinema mundial, além de 59 obras brasileiras. Conta também com dez produções pré-candidatas ao Oscar 2017.
Há ingressos individuais que vão de R$ 9 (meia) a R$ 22 (inteira) ou pacotes. Saiba mais pelo site oficial da Mostra aqui.
Mas você pode acompanhar também as exibições gratuitas. Veja a programação aqui. O encerramento ocorre no dia 2 de novembro com a exibição do clássico Noites de Cabíria (1957), do cineasta italiano Federico Fellini (1920-1993), um dos mais importantes de todos os tempos.
Portal CTB

PEC 241 pode tirar até 90% do orçamento da cultura em cinco anos

A aprovação da PEC 241 poderá afetar profundamente o orçamento da cultura. Mantidas as condições atuais, em cinco anos a pasta pode perder 33% do seu orçamento nominal, o que significaria a perda de cerca de 90% de seu orçamento voltado para ações finalísticas, que inclui todos os editais, obras (inclusive do PAC Cidades Históricas) Fundo Nacional de Cultura, convênios com estados e municípios, entre outros.
O Orçamento do Ministério da Cultura, exceto pessoal e despesas financeiras, é R$ 730.354.972. Destes, R$ 32.910.626 são referentes a despesas obrigatórias (benefícios dos servidores), R$ 319.490.120 vão para manutenção e funcionamento do Ministério e de todas as vinculadas, e ficam R$ 377.954.226 para ações finalísticas.
O orçamento discricionário do MinC suporta todas as ações de manutenção, funcionamento e ações finalísticas do Ministério da Cultura, incluindo suas sete entidades vinculadas – Ancine, Funarte, Fundação Biblioteca Nacional, Fundação Casa de Rui Barbosa, Fundação Cultural Palmares, Ibram e Iphan.
A única despesa relevante do MinC que não estaria incluída no teto da PEC é a porção de investimentos retornáveis do Fundo Setorial do Audiovisual, que por ser considerado despesa financeira fica fora do cálculo das despesas primárias e portanto dos limites estabelecidos.
O Ministério da Cultura não tem um piso definido e, em momentos de ajuste fiscal, sempre acaba sofrendo cortes. Em 2015, em meio ao forte ajuste, houve um grande esforço para reduzir as despesas com manutenção e funcionamento de unidades em mais de 20%, sobrando pouco espaço para novos cortes sem comprometer o funcionamento básico das vinculadas.
Para calcular o impacto no orçamento do MinC do teto estabelecido para PEC 241 é preciso saber o que ocorre com as outras despesas que constam do orçamento. Para isso, utilizei como referência o estudo de Manoel Carlos Pires, economista do Ipea que analisa os efeitos da PEC nas despesas discricionárias do Governo Federal.
Para calcular o impacto sobre as discricionárias, o pesquisador considerou a estimativa de crescimento das despesas previdenciárias e a necessidade de manter despesas obrigatórias com assistência social, saúde, FAT e pessoal, além do piso mínimo de despesas com educação.
Considerando os parâmetros adotados, a estimativa é de decréscimo do espaço para acomodar as despesas discricionárias. Entre 2016 e 2021, a previsão é que haja 33% menos recursos para este tipo de despesa.
Se mantida a mesma proporção do orçamento do Ministério da Cultura perante as outras áreas, o que nem sequer é garantido, os R$ 730.354.972 de 2016 se transformariam em R$ 492.436.307 em 2021. Considerando o peso da inflação sobre as despesas de manutenção e funcionamento e sobre os benefícios, restariam apenas R$ 40.640.955 para todas as despesas finalísticas de todasas vinculadas (exceto os investimentos retornáveis do Fundo Setorial do Audiovisual).
A situação se torna ainda mais impactante se considerado que o orçamento de 2016 já é o menor orçamento discricionário da cultura desde 2007, tendo por base valores nominais. Além disso, as despesas com manutenção e funcionamento de unidades já foram diminuídas em mais de 20% em 2015, o que dificulta a diminuição de sua participação no orçamento.
A queda de quase 90% do orçamento voltado para ações finalísticas implicaria, na prática, na paralisação de todas as ações do Ministério da Cultura, incluindo os editais voltados às artes cênicas, literatura, música e artes visuais, editais de pontos de cultura, ações voltadas à cultura negra, obras de patrimônio cultural e exposições de museus, financiamentos não-retornáveis do Fundo Setorial do Audiovisual, além de ações de digitalização da Biblioteca Nacional, bolsas da Fundação Casa de Rui Barbosa e todas as ações financiadas pelo Fundo Nacional de Cultura.
Esse resultado ocorreria em apenas cinco anos de vigência da PEC, e fatalmente implicaria na busca de soluções como fechamento ou transferência de instituições e unidades para a iniciativa privada, pois seria impossível manter o orçamento para manutenção desses órgãos.
Por João Brant – que foi secretário executivo do MinC

Estudantes ocupam universidades contra a PEC do congelamento

Por Renata Bars
Movimento reivindica mais investimentos em assistência estudantil, melhor infraestrutura e contratação de professores
A ofensiva contra a retirada de direitos não para de crescer. Nesta já são quarta-feira (19), cinquenta e uma universidades que somam forças às 991 escolas e Institutos Federais ocupados em todo país na luta contra a PEC 241 – proposta do governo golpista que promete congelar os investimentos em saúde e educação pelos próximos 20 anos, a MP do ensino médio
No Paraná, a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), a Universidade Federal da Fronteira do Sul (UFFS), em Laranjeiras do Sul e a Universidade Estadual do Paraná (Unespar) estão ocupadas. Em Pernambuco, foram ocupadas dependências da Universidade de Pernambuco (UPE) no campus da cidade de Petrolina e Palmares, bem como a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). No Rio de Janeiro, o campus Realengo do Instituto Federal e a Universidade Federal Rural do estado (UFRRJ) também estão ocupadas. No Rio Grande do Sul, segue ocupada a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Recém-paralisadas nesta quarta estão a  Universidade Federal de Viçosa (UFV), a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) em  Salvador, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)  em Natal.
A diretora de universidades públicas da UNE, Graziele Monteiro, afirma que as ocupações refletem o descontentamento dos estudantes com as propostas do governo.
”Essa PEC não corresponde aos anseios dos estudantes. Resistir, lutar e ocupar universidades é importante para garantir os nossos sonhos que os golpistas querem tirar”, disse.

MAIS PAUTAS

Reivindicações como a construção de restaurantes e moradias universitárias, contratação de mais professores e mais investimento na assistência estudantil também estão nas pautas dos estudantes que tocam as ocupações.
Na Unioeste, primeira universidade a ser ocupada no estado do Paraná, os estudantes lutam contra os ataques dos governos federal e estadual e também contra à falta de respeito à educação, lembrando o ataque aos professores paranaenses no dia 29 de abril de 2015.
A presidenta do DCE da Universidade de Pernambuco (UPE), Ranielle Vital, conta que a ocupação da instituição vem sendo organizada com muita luta e responsabilidade contra os desmanches na educação e contra a PEC 241.
Por lá, a ampliação de verbas para a assistência estudantil também é reivindidação prioritária.
”A nossa UPE já sofre com a falta de investimento, essa PEC 241 é o desmanche total do nosso país, não podemos deixar passar”, alertou.

ACOMPANHE AS OCUPAÇÕES

A luta contra a MP da Reformulação do Ensino Médio, a PEC 241 e a Lei da Mordaça reacendeu a Primavera Secundarista no Brasil. Até o momento, 769 escolas estão ocupadas.
A UNE e a UBES tem acompanhado ativamente as ocupações, participando das atividades, atos e manifestações. Você pode acompanhar a lista de escolas ocupadas aqui.

Fonte: UNE

sábado, 22 de outubro de 2016

MEMBROS DA EXECUTIVA DO CPC/RN SE REUNIRAM ONTEM (21) E DELIBERARAM AÇÕES!

 Membros da executiva do CPC/RN, após reunião
 No IV Enc. Est. do Orgulho Negro o Grupo de Capoeira BOA VONTADE se fará presente!
A Executiva do CPC/RN se reuniram ontem (21) em sua sede provisória e definiram ações que serão desencadeadas em novembro.  E a principal delas será a realização do IV Encontro Estadual do Orgulho Negro, que será realizado dia 20 de novembro em Nova Cruz, Região do Agreste Potiguar e contará com 100 (cem ) convidados divididos entre grupos culturais, artistas, estudantes e palestrantes.  Todos receberão certificados.

O encontro terá mesa redonda (debates), apresentações de vários grupos oriundos de cidades das regiões convidadas e elaboração de uma Carta Aberta a População Potiguar sobre a Igualdade Racial, cujo teor será aprovado em plenária para seus fins.

Foi discutido também a viagem do Presidente do CPC/RN aos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília na tentativa de conseguir novos apoios aos eventos e a ampliação de dos projetos culturais desencadeados pelo CPC e entidades parceiras como a ANE/RN, CPC da ANE/RN e a AMES.

Os organizadores oferecerão material específicos dos temas a serem abordados, crachás, certificados e homenagens!

As inscrições serão feitas nas cidades por representantes legais autorizadas pelo CPC/RN.

Horário e local serão divulgados no início de novembro, aguardem!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

DIRETORIA DO CPC/RN SE REUNIRÁ HOJE (21) PARA DELIBERAR AÇÕES E EVENTOS

Hoje (21) a noite dirigentes do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN irão se reunir na sua sede provisória para deliberarem ações que serão desencadeadas ainda esse restante de mês e a preparação do IV Encontro Estadual do Orgulho Negro.

O CPC/RN é composto hoje por dirigentes pertencentes as entidades ANE/RN, AMES - Nova Cruz, CPC da ANE/RN, CBV-Nova Cruz e artistas culturais, juntamente com estudantes secundaristas e universitários.

O CPC/RN vem desenvolvendo uma constante política específica de combate ao racismo e a todo tipo de preconceito.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Tema da 10ª Bienal da UNE é desafio ao movimento social e cultural do Brasil

Por Artênius Daniel.
O tema desta edição, ”Feira da Reinvenção”, é inspirado no potencial criativo do povo brasileiro e a possibilidade de reinvenção de linguagens, estéticas, formas de luta e de arte a partir da imagem das feiras populares
O maior festival estudantil da América Latina, a Bienal da UNE, chega a sua 10ª edição no próximo mês de janeiro, em Fortaleza (CE), em meio a um dos momentos mais graves da história democrática brasileira, após o golpe parlamentar de 2016 e a resistência popular à retirada de direitos promovida pelo governo ilegítimo de Michel Temer.
Nesse contexto, a UNE, maior organização de juventude do país, leva para o evento o tema “Feira da Reinvenção”, evocando o potencial criativo do povo brasileiro frente às adversidades e a imagem e o conceito da feira livre na cultura nacional.
Para a diretora de Cultura da UNE, Mel Gomes, o tema da Bienal mostra que é preciso repensar as formas de organização nesse período da vida do país, a partir da cultura: “Ainda existe uma distância entre o movimento cultural e político e essa feira da Bienal será um grande ato de convergência, não apenas para denunciar o golpe, mas para pensar ações e estratégias”, explica.
Segundo ela, o festival é, portanto, uma espécie de desafio criativo para o movimento social e cultural do país, permitindo um espaço de exposição e trocas baseado na reinvenção. “Em todas as passeatas e atos recentes da luta política no Brasil tivemos grande participação cultural, seja no funk, no maracatu, em outros ritmos. A Bienal é uma celebração disso e um exercício de criar a unidade da política por meio da cultura”, completa.

De acordo com a coordenadora do Circuito Universitário de Cultura e Arte (CUCA da UNE), Patrícia de Matos, a busca pelo tema da Bienal envolveu a necessidade de pensar a formação do Brasil no passado, mas também contemplar a perspectiva de recriação do seu futuro, a partir da resistência na atual conjuntura.
“ É inegável o papel que o movimento cultural cumpriu na luta contra o golpe e cabe à União Nacional dos Estudantes- UNE realizar um grande chamado ao conjunto dos movimentos estéticos, culturais e sociais para a construção de uma Bienal em formato de feira-livre de troca, reflexão e reorganização”, afirma.


A Bienal é, portanto, uma espécie de desafio criativo para o movimento social e cultural do país, permitindo um espaço de exposição e trocas baseado na reinvenção. Algumas das referências do tema são o conceito de Brasil Nova Roma, do sociólogo Darcy Ribeiro, a relação das feiras com a cultura nacional, como na música de Clara Nunes, Luiz Gonzaga e outros artistas, além do movimento cearense da Massafeira, que reuniu nomes como Belchior, Ednardo e Fagner durante o período da ditadura militar brasileira.
O manifesto do evento também cita diversos momentos e movimentos de reinvenção na cultura nacional como a Tropicália de Caetano e Gil, a criação da guitarra baiana de Dodô e Osmar e o mangue-beat de Chico Science e Nação Zumbi. O texto aponta que esse é um “quebra cabeça virtuoso a ser montado, geração após geração, em uma vastidão de combinações incrivelmente possíveis.”

BIENAIS JÁ INVESTIGARAM DNA DO BRASIL

A Bienal da UNE, surgida em 1999, tem como norte a investigação e celebração dos elementos mais intrínsecos da brasilidade, algo como o DNA do Brasil. A última edição, em 2015, trouxe o tema “Vozes do Brasil”, destacando as diferentes formas de linguagem no país. Já em 2013, o tema foi  “A Volta da Asa Branca”, um olhar para a cultura nordestina e as contribuições da arte do nordeste na formação nacional.

Em 2011 o tema foi o samba com o mote “Brasil no Estandarte: O samba é meu combate”. Já em 2007, a Bienal teve o tema “Brasil-África: Um rio chamado Atlântico”, em homenagem à cultura negra e suas influências no país.
Fonte: UNE

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Tire dúvidas, inscreva-se e mostre o seu trabalho na 10ª Bienal da UNE

Por Renata Bars e Rafael Minoro.
Site da UNE preparou uma série de perguntas e respostas para que não fique nenhuma dúvida sobre a décima edição do festival, que vai ocupar Fortaleza de 29 de janeiro a 3 de fevereiro do ano que vem
O maior e mais aguardado festival estudantil da América Latina já está com as inscrições abertas! A 10ª edição da Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE) será realizada entre os dias 29 de janeiro e 3 de fevereiro de 2017 no complexo cultural Dragão do Mar, em Fortaleza, com uma programação repleta de shows, atividades culturais, esportivas, midialivristas, mostras científicas, de extensão, oficinas, performances e debates.
O tema desta edição, ”Feira da Reinvenção”, é inspirado no potencial criativo do povo brasileiro e a possibilidade de reinvenção de linguagens, estéticas, formas de luta e de arte a partir da imagem das feiras populares. O ”reinventar-se” caminha também ao lado do início das comemorações de aniversário da UNE, que completará oito décadas de vida em 2017.
Abaixo, o site da UNE preparou uma série de perguntas e respostas sobre o festival.
Leia, tire suas dúvidas e faça já aqui a sua inscrição individual ou de trabalhos artísticos.

O QUE É A BIENAL DA UNE?

A Bienal da UNE é um amplo festival de cultura, esporte, arte, ciência e tecnologia que mapeia, conecta e apresenta o que de mais importante tem sido produzido dentro e fora das universidades brasileiras. Hoje, é considerado um dos maiores festivais estudantis da América Latina.
A primeira Bienal da UNE foi realizada em 1999, em Salvador (BA), e a última edição ocupou, em 2015, ocupou a Lapa, no Rio de Janeiro (RJ). A programação reúne debates, seminários, oficinas, mostras de trabalhos, shows, visitas às comunidades locais e diversas outras atividades culturais.
Ao longo desses quase 20 anos, o festival já passou por Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Olinda e contou com a presença de figuras ilustres como Leci Brandão, Alceu Valença, Nação Zumbi, Tom Zé, Criolo, Pitty e muitos outros personagens da cultura brasileira e latino-americana.

QUANDO E ONDE ACONTECERÁ A 10ª BIENAL?

A 10ª edição da Bienal da UNE ocorrerá na cidade de Fortaleza, capital do Ceará, entre os dias 29 de janeiro e 3 de fevereiro de 2017 (domingo a sexta-feira).
Boa parte das atividades serão realizadas no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, complexo turístico-arquitetônico localizado na região central da cidade e considerado um dos maiores e mais bem equipados centros culturais do Brasil.
Já os grandes shows da Bienal acontecerão na Praia de Iracema, uma das mais famosas do Ceará e que leva o nome da personagem homônima do livro de José de Alencar.

QUAL O TEMA DA 10ª BIENAL?

A Bienal da UNE sempre é guiada por um tema que representa algum dos elementos formadores do povo brasileiro. Nesta 10ª edição, os estudantes colocam no debate a temática ”Feira da Reinvenção”, que pretende trazer à luz o potencial criativo do povo brasileiro e a possibilidade de reinvenção de linguagens, estéticas, formas de luta e de arte, a partir da imagem das feiras populares e das livres trocas culturais no decorrer dos tempos. (Leia aqui o manifesto completo da 10ª Bienal da UNE)
A Bienal já debateu a cultura popular (Recife, 2003), a integração do Brasil com a América Latina (São Paulo, 2005), as relações do país com a África (Rio, 2007), as raízes do Brasil (Salvador, 2009), o samba (Rio, 2011) e a influência da cultura nordestina (Recife, 2013).

QUEM PODE PARTICIPAR DA 10ª BIENAL?

Qualquer pessoa pode participar, basta fazer a sua inscrição individual. O objetivo principal da Bienal da UNE é divulgar o que há de mais novo e interessante dentro da produção cultural estudantil. Contudo, a Bienal é aberta ao conjunto da sociedade brasileira.

COMO FAÇO PARA ME INSCREVER NA 10ª BIENAL?

As inscrições podem ser feitas online neste link. Há duas formas de participar da 10ª Bienal da UNE. Você pode se inscrever para apresentar um trabalho ou apenas participar individualmente das atividades da programação.
Antes de se inscrever, leia atentamente aqui o regulamento da 10ª Bienal.

QUAL O VALOR DA TAXA DE INSCRIÇÃO E O PRAZO?

A inscrição individual tem o valor de R$ 100 até o dia 10 de dezembro.
Após essa data, o valor é reajustado para R$ 150,00 do dia 11 de dezembro a 25 de janeiro.
Se você não fizer a inscrição online, ela só poderá ser realizada pessoalmente no dia do evento, em Fortaleza, no local do credenciamento, com valor de R$ 200.

A INSCRIÇÃO ME DARÁ DIREITO A QUE?

A inscrição individual garante acesso aos alojamentos e a todas as atividades da 10ª Bienal, respeitando a capacidade de público de cada uma delas.
O transporte interno entre os alojamentos e os locais de atividades também está incluso.

PROUNISTAS E COTISTAS TÊM DIREITO A DESCONTO?

Sim. Os estudantes vinculados aos programas ProUni e que participam do sistema de cotas de sua universidade terão desconto de 30% mediante a apresentação de documento emitido pela universidade que comprove a condição no ato da inscrição online.
Importante destacar que o terceiro lote, referente ao pagamento da inscrição feito na hora do credenciamento em Fortaleza, não terá desconto para nenhuma categoria.

DEPOIS DE CONFIRMADA A MINHA INSCRIÇÃO, O QUE EU FAÇO?

Após a confirmação da sua inscrição, você receberá um e-mail com o seu login e senha. Com estes dados, você entrará no sistema e poderá imprimir o seu comprovante. Guarde este comprovante impresso e apresente com o seu documento com foto durnate o credenciamento que será feito em Fortaleza.

COMO FAÇO PARA INSCREVER UM TRABALHO NA 10ª BIENAL?

As inscrições dos trabalhos para as mostras estudantis são gratuitas e deverão ser feitas até 6 de janeiro de 2017.
Antes de inscrever um trabalho, leia atentamente o regulamento da 10ª Bienal.
Depois, acesse aqui o formulário e escolha a sua área.
Serão aceitos trabalhos em sete áreas: música, artes cênicas, audiovisual, artes visuais, literatura, projetos de extensão, ciência e tecnologia.
Preencha todos os campos obrigatórios e guarde o seu comprovante de inscrição.

EU DEVO EFETUAR O PAGAMENTO DA INSCRIÇÃO MESMO SE MEU TRABALHO FOR SELECIONADO PARA ALGUMA DAS MOSTRAS?

A inscrição de trabalhos é gratuita. Mas se você quiser garantir o desconto do primeiro lote (R$100), você poderá fazer a sua inscrição  individual e, caso o seu trabalho seja selecionado, o pagamento da taxa será devidamente estornado.
Caso o seu trabalho não seja selecionado, não haverá devolução da taxa de inscrição. Você, no entanto, estará com a inscrição confirmada e terá direito a alojamento e acesso a todas as atividades da bienal.

QUANTOS TRABALHOS EU POSSO INSCREVER NA 10ª BIENAL?

Cada estudante poderá inscrever, no máximo, 3 (três) trabalhos de sua autoria em cada categoria. Se você toca em uma banda, mas também possui um projeto solo pode inscrever, por exemplo, os dois trabalhos. Ou ainda se você desenha, escreve ou produz trabalhos em artes plásticas, também pode inscrever seus trabalhos nas respectivas categorias, respeitando o limite de três trabalhos por categoria.

QUANDO OCORRERÁ A DIVULGAÇÃO DOS TRABALHOS SELECIONADOS?

A divulgação dos trabalhos selecionados será feita pela internet através do portal da UNE (www.une.org.br) ou no hotsite da 10ª Bienal (www.bienaldaune.org.br) a partir do dia 13 de janeiro de 2017.

QUAL O NÚMERO MÁXIMO DE PARTICIPANTES POR TRABALHO INSCRITO?

Não há limite de participantes por grupo de trabalho inscrito, porém, é necessário que, no mínimo, metade dos participantes de cada grupo esteja matriculado em uma instituição de ensino no ano letivo de 2016. Ou seja, se seu grupo de teatro tem dez participantes, cinco deles precisam ser estudantes devidamente matriculados no ano letivo de 2016.

A UNE SE RESPONSABILIZA PELO TRANSPORTE ATÉ FORTALEZA?

Não. A organização da 10ª Bienal da UNE se responsabiliza apenas pelo transporte interno entre o alojamento e o local de realização das atividades durante os dias 29 de janeiro e 3 de fevereiro de 2017. O deslocamento até a cidade de Fortaleza é de responsabilidade do participante.

COMO SERÃO OS ALOJAMENTOS?

Os alojamentos normalmente são feitos em salas de aulas de escolas e universidades e também em ginásios esportivos . Chuveiros e sanitários são de uso coletivo. Os estudantes inscritos poderão acampar com barracas e é recomendado aos participantes também levar sacos de dormir e demais itens necessários para a estadia.

COMO FAÇO PARA CHEGAR À BIENAL?

Caravanas de ônibus estão sendo organizadas por estudantes em todos os Estados. Em breve, os sites da UNE e da Bienal divulgarão uma lista com os contatos dos responsáveis das caravanas em cada estado. Mas você também pode procurar o CA ou DA de sua universidade ou a União Estadual dos Estudantes (UEE) para se informar sobre caravanas para a Bienal.

Serviço

  • O que:10ª Bienal da UNE
    Quando:29 de janeiro a 3 de fevereiro de 2017
    Quanto:R$ 100,00 até o dia 10/12.
    R$ 150,00 de 11/12 a 25 de janeiro.
    R$ 200,00 no dia do evento.
    Onde:Fortaleza, Ceará

    Fonte: UNE

Haiti.. Caetano Veloso e Gilberto Gil

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Protagonismo da mulher será debatido em encontro das trabalhadoras da UnB

Sintfub realiza o primeiro encontro de mulheres nesta terça-feira (18) com a proposta de debater a luta por direitos iguais e contra a violência.  O tema do encontro é “Mulher seja protagonista de sua história e de sua luta: Abaixo o machismo”. Exatamente por isso que o ecento contará com a presença de mulheres que são protagonistas de suas histórias.
A deputada federal Erika Kokay (PT) e a professora Márcia Abrahão do Instituto de Geociências Unb estarão na parte da manhã na mesa de debate sobre a violência urbana e doméstica e os efeitos na saúde psicológica.
Já na parte da tarde o tema da mesa será “As percepções das vítimas acerca das incidências de violência e os casos concretos na Unb”, comandada pela professora Silvia Bandim, diretora de diversidade da Unb, e também pelo Coletivo Afetadas.
Para a coordenadora geral do Sintfub, Vânia Felício, esse primeiro encontro servirá de exemplo para que as discussões sobre a violência e tantas outras formas de preconceito tenham desdobramentos. “Colocar esses temas em debate é de extrema importância. Nós, mulheres, vivemos em uma sociedade que precisa se informar mais e combater a violência e todas as formas de redução da mulher”, afirma Vânia Felício.
O encontro começa às 8h no auditório do Sindicato Sr. Antônio Rodrigues,  Campus Universitário Darcy Ribeiro / Unb.
Veja a programação completa em http://bit.ly/2efcPD8
Fonte: CUT Brasília

UNE convoca dia nacional de lutas e greve geral contra os retrocessos

Por Ranata Bars
24 de outubro e 11 de novembro são as datas definidas no calendário de lutas estudantil; baixe os panfletos dos eventos
Não tem arrego! A União Nacional dos Estudantes (UNE), consolidou durante reunião de sua diretoria executiva, no último dia 12 de outubro, uma importante agenda contra os retrocessos na educação, na saúde e em todos os setores atingidos pelo ‘’pacote de maldades’’ do governo golpista de Michel Temer. 24 de outubro será o Dia Nacional de Luta do Movimento Educacional e  11 de novembro, o início de uma geral que unirá estudantes, professores e funcionários na luta.
As manifestações do Dia Nacional de Luta do Movimento Educacional serão em conjunto com as entidades educacionais e prometem  ser um esquenta para a greve geral do próximo dia 11, convocada também pelas centrais sindicais.
“Ninguém nos segura, não nos intimidam com a repressão e, junto com as trabalhadoras e trabalhadores, vamos incendiar o Brasil contra o governo golpista e em defesa dos nossos direitos”, afirma o documento da UNE, aprovado na reunião executiva.
Confira a chamada da vice-presidenta da UNE, Moara Correia:

Você pode baixar os panfletos dos eventos aqui:
Fonte: UNE

MOVIMENTOS: Apeoesp: MP da reforma do ensino médio e PEC 241 têm mesmo objetivo



Para a dirigente, caso a aprovação da PEC 241 seja confirmada, os professores, trabalhadores da saúde, alunos e funcionários das escolas públicas pagarão o preço da medida. Bebel disse ainda que a proposta de reforma do ensino médio (Medida Provisória 746), nos moldes em que foi apresentada, não resolve os problemas existentes. De acordo com ela, a PEC 241 e a MP 746 se relacionam em seus objetivos de diminuir os investimentos em educação.

“O ensino médio precisa de mudança, mas não essa que está sendo proposta. Essa reforma é de mentira, é para resolver um problema estrutural criado por falta de professores, então se inventam áreas do conhecimento em que um professor dá aula de tudo. Assim, através do currículo, se minimiza o currículo”, afirma.

Ao propor que as disciplinas sejam agrupadas em cinco grandes áreas do conhecimento, mas que o gestor poderá escolher até duas, Maria Izabel disse ter certeza que a decisão será a de justamente diminuir o currículo. “O problema do ensino médio não é reduzir disciplinas. O problema do ensino médio é a falta de investimento, é fazer a escola ser atraente para os jovens. A escola que nós temos não o convida a ficar, mas essa aí, muito menos. Tenho certeza que esse currículo será mínimo para os filhos dos trabalhadores, mas para os filhos da elite, o currículo será máximo.”

Embora diga ser a favor do ensino integral, Bebel pondera que a MP da reforma do ensino médio não pode impor a questão, além de deixar de fora o ensino fundamental. “Com os problemas estruturais que nós temos, muitos que trabalham vão deixar de estudar, porque não podem parar de trabalhar para estudar sete horas por dia. Estes talvez sejam encaminhados para a Educação de Jovens e Adultos, que é mais rápida e barata. Eu defendo escola de tempo integral, mas não a imposição dela.”

Outro ponto criticado da proposta refere-se à carreira docente. Bebel destaca que a MP mexe na Lei de Diretrizes e Bases, no que diz respeito à formação e contratação dos professores, permitindo que pessoas sem o notório saber possam dar aula. “Vamos fazer um enfrentamento contundente dessas propostas”, afirmou a presidenta da Apeoesp. 


Fonte: RBA
C/ Portal Vermelho

domingo, 16 de outubro de 2016

A terra, o homem e a luta: “Os sertões”

PRESIDENTE DO CPC/RN VISITA O CBV- NOVA CRUZ/RN



Eduardo Vasconcelos, Presidente do CPC/RN fez ontem (15) uma visita de cortesia ao Grupo de Capoeira Boa Vontade - CBV - Nova Cruz/RN. Momento único. Grandes profissionais a favor das nossas crianças. Um trabalho a ser seguido. Parabéns a todos! - Eduardo Vasconcelos - CPC/RN.

Geraldo Gomes, presidente do CBV - Nova Cruz ficou muito feliz com a presença do presidente do CPC/RN e aproveitou para mostrar seu trabalho em prol do jovens através da linda arte que a capoeira.

Eduardo Vasconcelos foi quem legalizou o grupo para que eles tenham mais possibilidades de se conseguir projetos e parcerias com os setores privados e públicos.