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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Composição Ferroviária recebe Renato Braz

O cantor paulistano Renato Braz é uma das referências obrigatórias no atual cenário da música brasileira. Vencedor do 5º Prêmio Visa de MPB no ano de 2002, sua carreira vem sendo cada vez mais reconhecida nacional e internacionalmente.
Seu disco de estreia, Renato Braz (1996), lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Sharp como melhor disco na categoria revelação. No 2º CD, História Antiga (1998), contou com a participação de Dori Caymmi como arranjador. Em 2002 lançou seu 3º CD, Outro Quilombo e, no mesmo ano, o CD Quixote. Com seu 5º CD, Por Toda a Vida (2006), ganhou o Prêmio Rival Petrobras na categoria Cantor Popular.
Ao todo são 15 CDs com premiações e parcerias. Ainda para este ano prepara um disco de voz e piano com o compositor Breno Ruiz e também o seu 16º álbum intitulado “Canto Guerreiro – Levantados do chão” com participações de Gilberto Gil, Chico Buarque, Milton Nascimento, Guinga, Miucha e Paul Winter entre outros.
Para a 22ª edição do Composição Ferroviária o artista traz um repertório selecionado entre seus 15 discos.
Para a apresentação de abertura o projeto recebe o Quarteto Araçá – grupo de música instrumental brasileira com raízes no Choro. É formado pelos músicos poçoscaldenses Otávio Quartier (clarinete e clarone), Jorge Viviani (violão 7 cordas), Flávio Danza (cavaco) e Leo Brasileiro (pandeiro).
O projeto acontece aos domingos, as 10h da manhã, sempre pontualmente, na Antiga Estação Mogyana. A entrada é franca.
O Composição Ferroviária é viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG, através do patrocínio do DME. Outras colaborações muito importantes viabilizam o projeto, como a Prefeitura Municipal, as Secretarias de Turismo e de Cultura, os parceiros da iniciativa privada – Tenda do Habibi, Ibis, Divino Fogão, Startoutdoor, Cristais Cá Dóro.
Serviço
O QUE? Composição Ferroviária apresenta Renato Braz
Onde? Antiga Estação Mogyana de Poços de Caldas
Quando? 19 de Agosto, Domingo, as 10h da manhã
Quanto? ENTRADA FRANCA
Fonte: BRASIL CULTURA

Leci Brandão recebe prêmio de melhor cantora de samba

Na noite de quarta-feira (15) o Teatro Municipal do Rio de Janeiro foi o palco da festa em homenagem aos artistas brasileiros durante a 29ª edição do Prêmio da Música Brasileira. A sambista Leci Brandão foi eleita “Melhor Cantora da Samba”, o homenageado da noite foi o cantor e compositor Luís Melodia, que morreu no ano passado.
Divulgação Leci Brandão foi eleita melhor cantora de samba Leci Brandão foi eleita melhor cantora de samba
Esta edição foi marcada por manifestações em defesa da liberdade de Lula. Vários dos artistas premiados, entre eles Leci, Chico César e Criolo, ao receber o prêmio fizeram o sinal de “L” com as mãos e foram aplaudidos pelo público.
Além disso, a massiva presença de artistas negros que ocuparam o palco para homenagear Melodia também foi destaque da noite. Zezé Motta, Áurea Martins, Sandra de Sá, Xênia França, Liniker, Iza, Lazzo e Hamilton de Holanda interpretaram o repertório do cantor e compositor carioca.
A diversidade de artistas negros premiados também reafirmou a indiscutível relevância da música negra brasileira. Destacam-se, além de Leci, Alcione, que foi eleita melhor cantora popular, Chico César, o grupo As Bahia e a cozinha mineira, e Fabiana Cozza.
Os vencedores são escolhidos por um total de 22 jurados músicos, jornalistas e produtores –entre eles só duas mulheres– pela internet. O artista que recebe mais votos ganha. Foram inscritos 1.327 álbuns, 132 DVDs e 144 videoclipes, um novo recorde segundo os organizadores.
Veja a lista completa de vencedores das 36 categorias:
Canção popular
– Álbum: “BIXA”, de As Bahias e A Cozinha Mineira
– Cantor: Roberto Carlos
– Cantora: Alcione
– Dupla: Xitãozinho e Xororó
– Grupo: As Bahias e A Cozinha Mineira
MPB
– Álbum: “As Caravanas”, de Chico Buarque
– Cantor: João Bosco
– Cantora: Zélia Duncan
– Grupo: Equale
Pop/rock/reggae/hip hop/funk
– Álbum: “Estado de Poesia, Ao Vivo”, de Chico César
– Cantor: Lulu Santos
– Cantora: Gal Costa
– Grupo: Novos Baianos
Samba
– Álbum: “Ao Vivo, no Bar Pirajá”, de Moacyr Luz e Samba do Trabalhador
– Cantor: Criolo
– Cantora: Leci Brandão
– Grupo: Moacyr Luz e Samba do Trabalhador
Regional
– Álbum: “Caipira”, de Mônica Salmaso
– Cantor: Mestrinho
– Cantora: Mônica Salmaso
– Dupla: As Galvão
– Grupo: Trio Nordestino
Outras categorias
Melhor canção: “Tua Cantiga”, de Cristóvão Bastos e Chico Buarque
Revelação: Almério
Arranjador: Mario Adnet
Projeto visual: Felipe Taborda por ‘Campos Neutrais’, de Vitor Ramil
Instrumental
– Álbum: “Quebrantoo”, de Yamandú Costa e Alessandro Penezzi
– Grupo: Hermeto Pascoal e Grupo
– Solista: Yamandú Costa
Especiais
– Videoclipe: “Culpa”, de O Terno
– DVD: “Jobim Orquestra e Convidados”, de Paulo Jobim e Mario Adnet
– Álbum eletrônico: “Sintetizamor”, de João Donato e Donatinho
– Álbum em língua estrangeira: “Ay Amor!”, de Fabiana Cozza
– Álbum erudito: “Heitor Villa-Lobos, Sinfonias nº 8, 9 e 11”, da Orquestra Sinfônica do Estado de SP (Osesp)
– Álbum infantil: “Deu Bicho na Casa”, de Sula Kossatz
– Álbum projeto especial: “Tatanaguê”, de Theo de Barros e Renato Braz
Fonte: BRASIL CULTURA

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

OMT lança concurso de startup de turismo

A Organização Mundial do Turismo (OMT), em parceria com o grupo iberoamericano Globalia, realizam o  1º Concurso de Startup de Turismo da entidade. O objetivo é identificar startups nos 164 países e territórios membros da entidade comprometidas com a sustentabilidade do setor,  lançando um novo olhar sobre a forma como as pessoas viajam e vivenciam o turismo. Os interessados poderão se inscrever até 03 de setembro.
‍“Torcemos para que empreendores brasileiros apresentem seus projetos. É uma oportunidade ímpar para mostrarmos ao mundo o compromisso do Brasil com a inovação e com a transformação do turismo em um dos principais pilares de nossa economia”, afirma o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz.
De acordo com a OMT, o  Concurso de Startup de Turismo é uma iniciativa global que visa encontrar e fomentar o desenvolvimento de startups que buscam liderar a transformação do setor de turismo. Para a entidade, como atividade multissetorial, o turismo estimula o empreendedorismo e o crescimento das micro, pequenas e médias empresas além de promover a inclusão, criar empregos, reduzir a pobreza e promover o desenvolvimento sustentável.
O concurso é destinado a startups com os seguintes perfis: estar em estágio inicial, inovadoras por natureza e que forneçam soluções de valor agregado e sustentáveis para o setor de turismo; com possibilidade e visão para crescer internacionalmente e que tenham um projeto piloto testado e plano de negócios. Para mais informações: www.tourismstartups.org
Com informações da OMT

O que não se pode é fazer uma filosofia formol – filósofo Mario Sergio Cortella

Macarrão instantâneo e batatas fritas convivem harmoniosamente com Sócrates ou Platão na conversa cativante do filósofo Mario Sergio Cortella. Um dos mais importantes discípulos do educador Paulo Freire – de quem foi o último orientado –, o paranaense de Londrina aposta na filosofia para despertar a capacidade de suspeita. “Nosso país tem uma certa predileção pelo óbvio, que nos acalma, mas nos deixa pouco reflexivos.” Professor titular da PUC -SP e autor de livros como Não Espere pelo Epitáfio (2005), Política: Para não ser idiota (2010) e Nos Labirintos da Moral, Cortella deseja uma filosofia que nos ajude a pensar de maneira mais crítica, afastando preconceitos e exercitando um olhar menos superficial sobre a realidade. E, por considerar que vivemos em um mundo imediatista, defende a pamonhalização da vida. Ou seja: que, a despeito de todas as praticidades do mundo contemporâneo, devemos valorizar a longa, trabalhosa e solidária preparação da pamonha.
Você é autor de um livro chamado Qual É a Tua Obra? Qual é a obra de um filósofo brasileiro do século 21?
Sempre que se fala em filosofia, imagina-se uma dedicação a coisas que são esotéricas, abstratas. Mas a filosofia nasce, na origem, a partir do autoconhecimento. É preciso lembrar aquele que é o grande pensador da Antiguidade, Sócrates. Uma de suas ideias centrais era a do “conhece-te a ti mesmo”. E, ao mesmo tempo, suspeite daquilo que parece óbvio. E um filósofo brasileiro, no século 21, mas com ideias que têm três mil anos, deve passear pela capacidade de recusar o óbvio. Nosso país tem uma certa predileção pelo óbvio, que nos acalma, mas que ao mesmo tempo nos deixa pouco reflexivos. É preciso uma filosofia que ajude a pensar de maneira mais crítica, com capacidade de afastar o preconceito, e com um olhar mais acurado, menos superficial sobre a realidade.
A filosofia não envelhece?
O que não se pode é fazer uma filosofia formol, que congela cadáveres. O pensamento de Platão é vivo, assim como o pensamento de Heráclito, de Parmênides. Quando Heráclito disse, há alguns séculos, que a única coisa permanente é a mudança, isso é uma coisa de agora. Quando disse que nenhum homem toma banho duas vezes no mesmo rio, porque, quando você volta, nem o rio é o mesmo nem você é o mesmo, isso é uma coisa de agora.
A visão dos jovens sobre a filosofia é preconceituosa, estereotipada?
Parte dos jovens tem uma dificuldade com a filosofia, que é a pressa. A filosofia não pode ser apressada. Ela é uma meditação um pouco mais adensada, a ser fruída. E, como muita gente hoje confunde pressa com velocidade, é bom que se diga: fazer velozmente não significa fazer apressadamente. A filosofia admite velocidade, mas jamais pressa.
A pressa é uma questão bastante presente na vida hoje, não?
Nós vivemos em um mundo, especialmente por causa das plataformas digitais, em que a lógica é a do “tudo já agora ao mesmo tempo junto”. Uma das coisas que levam à perda da noção de tempo e processo é o que chamo de despamonhalização da vida. Nós paramos de fazer pamonha e passamos a comprá-la pronta em nome de algo que é prático. Nem sempre o prático é o certo. É mais prático furtar do que trabalhar , colar do que estudar, copiar do que ter que pesquisar. Em nome do prático, começamos a utilizar como critério tudo aquilo que é imediato. E paramos de fazer pamonha. Os homens saíam de manhã, iam buscar milho na roça, arrancavam a palha. As crianças tiravam o cabelinho que ficava no meio. As mulheres tinham o trabalho mais complicado, que era ralar o milho e costurar um saquinho de palha. A finalidade de fazer pamonha não era comer pamonha, era ficar junto o dia todo. Crianças e jovens aprendiam que para que uma pamonha aparecesse era preciso tempo, trabalho, convivência, divisão de tarefas.
A despamonhalização é uma recusa ao imediatismo da vida?
Exato. A ideia da pamonha é evitar aquilo que chamo de miojização da vida, a vida miojo. O namoro miojo, o sexo miojo, a pesquisa miojo. Hoje um jovem imagina que para fazer uma pesquisa ele dá uma “googleada” e pronto. Não. A internet é um poderoso meio de começo de pesquisa, não de término. A ideia do “ficar”, comum entre os jovens, representa muitas vezes a miojização das relações. Há também casamentos miojo. Relação de casamento e também de vida. E até relação religiosa miojizada – o sujeito vai apenas à missa das 10 no domingo, porque é mais curtinha. Enfim, essa miojização do mundo corresponde a uma despamonhalização da vida, que é preciso rejeitar.
POR BENTO ANDREATO
Fonte: BRASIL CULTURA

A CASA DO ESTUDANTE É DA ESTUDANTADA POTIGUAR! NINGUÉM MEXE!

Fotos: Google: Foto 1 - CERN ANTES, Foto 2 - CERN HOJE

Tomamos conhecimento de alguns estudantes, que resistem e luta pela CERN (Casa do Estudante do Estado do Rio Grande do Norte), que  tem alguns órgãos do estado que vai "avaliar um modelo de uso e gestão da "CASA"  para que  ela possa ser preservada - na sua beleza arquitetônica, na sua história e na sua importância social e educacional" - Vagner Araújo (SETHAS/RN) - Fonte: (Atual presidente da CERN, TALES).

Nossa opinião: Desde já, somos totalmente contra o fechamento da CASA DO ESTUDANTE DO RN! O que o governo tem que fazer é apoiar e defender a instituição CERN, que pertence legitimamente aos ESTUDANTES POTIGUARES, já basta as décadas de sofrimentos e humilhações que centenas estudantes passaram por causa de políticas de governantes que nunca os olharam com bons olhos, esquecendo-os de que muitos que ali passaram se destacaram nas lutas sociais, chegando muitos deste a cargos importantes e que souberem respeitar e preservar suas raízes, ajudando a instituição, CERN! Sem falar de Emanuel Bezerra!

Queremos que o MP/RN assuma o papel de defesa dos interesses de quem realmente tem direito e precisa, OS ESTUDANTES! Sabemos da importância do MP neste papel! Não podemos deixar que isso ocorro, como tenta fazer com o Teatro Sandoval Wanderley - Alecrim - Natal, que está sendo "ameaçado" de demolição para construir um SHOPP!

A Casa do Estudante do RN, precisa sim! Da união da classe política e dos órgãos como: SETHAS, SEC/RN, entre outros para que possam fazer da CERN um ambiente saudável, com bibliotecas, quartos dignos, banheiros dignos, entre outras coisas mais. E abrindo as portas para alojar os nossos jovens estudantes que sonham em estudar e se formarem em Natal.  E não fazer o mesmo que outros governos fizeram com a casa, literalmente abandonando-a!

Precisamos (CERN, CPC/RN, UEE/RN. DCEs entre outras marcarmos uma audiência com o MP/RN para buscarmos uma solução mais democrática, procurando preservar a história da casa e é só assim que o sonho se tornará realidade, ou seja: nossos jovens terem uma oportunidade de ter um lugar história, de luta e hospitaleiro para alojar nossos estudantes, que sua maioria são carente e não tem condições de alugar um local na capital para poderem estudarem.

Vamos a luta! O governo faça a sua parte, que os estudantes farão a sua! Nem um direito a menos!



terça-feira, 14 de agosto de 2018

Mário de Andrade e O Carro da Miséria: Um calamitoso Brasil

O poema O Carro da Miséria, de Mário de Andrade, será apresentado todas as segundas-feiras de agosto desde ontem no teatro da companhia do Feijão, no centro de São Paulo. É um experimento cênico-musical que reúne atrizes, cantoras e músicos em torno das angústias e esperanças desse “coração paulistano”, o Mário militante das causas do povo e do Brasil.
Por Railídia Carvalho
 Mário de Andrade: “Escondido e desnudo em O Carro da Miséria” Mário de Andrade: “Escondido e desnudo em O Carro da Miséria”
E os tempos nunca estiveram tão necessitados dessa militância. Não é coincidência recuperar atualmente, pós-golpe de 2016 e do governo de Michel Temer, o contexto de incertezas e frustrações que tanto afligiu Mário ao escrever, nos anos de 30, 32 e 43, esse poema “de fôlego”.
A contestação política e social da obra fez com que Mário exitasse publicar o poema, o que aconteceu apenas em 1945, após a morte dele, ocorrida naquele mesmo ano. “O Carro da Miséria” foi publicado junto com o livro “Lira Paulistana”.
Nos nossos dias, coube ao pianista paulista Lincoln Antonio “receber” Mário e reunir uma trupe (de mulheres em sua grande maioria) do canto, do batuque, da cena, da criação, das luzes para dialogar com O Carro da Miséria. O ator Pascoal da Conceição, Mário redivivo, faz participação especialíssima na temporada.
Lincoln que, há 20 anos se debruça com o grupo A Barca sobre parte da obra do escritor paulista, musicou abrasileiradamente O Carro da Miséria fazendo soar sambas, cocos, lundus, canções luso-brasileiras.
Em ensaio sobre o poema, Mário diz: “…botei coisas nele (no poema) que estou convencido, não tem absolutamente nenhuma interpretação possível.” Não é à toa que O Carro “alegórico” da Miséria desfila o caldeirão cultural brasileiro com seu “morubixaba caiuarí”, “viúvas restritas”, “tantos barcos” e “adeuses presentinhos”, “os nossos negros que fazem bilboquê”, “veteranos da rabolução de 30”.
Iniciado nas vanguardas europeias, Mário fez a transição para o Brasil profundo do povo massacrado, escravizado, humilhado e discriminado. Fez da expressão do povo negro, índio, mestiço brasileiro sua fonte de inspiração para uma visão de identidade nacional.
Também fez a própria revolução civilizacional como o primeiro secretário de cultura de São Paulo (de 1936 a 1938). Implementou programas de acesso amplo à cultura para as massas. Em O Carro da Miséria se escondeu e se desnudou. Estão lá angústias, frustrações e também a perspectiva de que “seríamos felizes na ausência deste calamitoso Brasil”.
73 anos após sua morte, Mário de Andrade vivo, idealista, socialista se mantém como inspiração para construírmos um Brasil para todos: “E ao vivermos nas terras do Morubixaba Caiuarí, Tudo será em comum…”

Condomínio carioca executa dívida de R$ 40 mil contra Arlindo Cruz. "Brasil mostra verdadeiramente a tua cara!" - Eduardo Vasconcelos

"Brasil mostra verdadeiramente a tua cara!" - Eduardo Vasconcelos
Arlindo Cruz mal voltou para a casa, após um ano e meio de internação médica, e já está tendo que lidar com sérios problemas de cunho financeiro e judicial.
Segundo informações da coluna de Ancelmo Góis, do jornal O Globo, o condomínio carioca Vivendas do Sol entrou com o pedido de execução de uma dívida do sambista.
O valor soma quase R$ 38 mil e diz respeito a cotas condominiais em atraso, referentes ao período em que Arlindo residiu no local, entre setembro de 2015 e julho deste ano.
Vale citar que o processo, que está correndo na 6ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ), foi aberto apenas nove dias após Cruz ter recebido alta hospitalar.
Lar, doce lar
Arlindo Cruz deixou o hospital no dia 2 de julho. O cantor estava internado desde março de 2017, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). De acordo com Arlindinho, filho do compositor, o músico de 59 anos seguirá seu tratamento em casa, onde contará com uma equipe 24 horas.
Fonte: BRASIL CULTURA

domingo, 12 de agosto de 2018

DIA DOS PAIS - DIA EM QUE MINHA LINDA FILHA ME ESCREVEU UMA LINDA CARTA!

Foto arquivo família: Da esquerda; Hudson - Eduardo - Heloiza e Heitor Vasconcelos

Hoje (12) como de costume me levantei cedo para fazer o que mais gosto nessa VIDA! Escrever e alimentar os blogs que estão sob minha responsabilidade e me deparei com UMA CARTA DENTRO DO MEU NOTBOOK! Carta essa escrita e assinada pela minha LINDA FILHA HELOIZA VICTÓRIA! De imediato começo a lê e de repente também comecei a viajar no tempo, desde o seu nascimento, desenvolvimento e até hoje como adulta, me emocionei todo! Sempre soube que "ELA" é muito inteligente, sábia e carinhosa, mas sua carta me comoveu de maneira que me inspirou a escrever essas poucas linhas para registrar o que estou sentido neste momento em que é comemorado em todo o mundo o DIA DOS PAIS! Presente melhor do que esse não existe!

Tenho três lindos filhos: Hudson (o mais velho), Heitor (o do meio) e Heloiza (a caçula), AMO-OS em igualdades. Para eles só tenho a dizer que apesar de não ter dados-lhes o amor constante, a educação exemplar, mas desde os seus primeiros dias de vidas, procurei dar-lhes carinho, amor e amá-los de forma ímpar! Sei das ausências com inúmeras viagens minhas o qual os mesmos sentiram e ainda sente minha falta! Mas a vida tem dessas coisas.

Hoje reflito tudo isso e cheguei a uma conclusão: Pedir-lhes DESCULPAS pelas minhas falhas e prometer-los que procurarei ser mais presente e a ama-los cada vez mais. Para o Hudson que se encontra hoje casado, morando um pouco distante da gente, digo-lhe que a muito tempo fico triste, primeiro por nunca ter-lo pedido perdão pela minha ausência em boa parte de sua vida, mas tenho em mente muito momentos lindos, desde do seu nascimento até uma boa parte de sua adolescência e que hoje ainda me emociono, Hoje você se encontra distante, mas  penso em você meu filho todos os dias! Deus estará com VOCÊ, SEMPRE!

O Heitor meu segundo filho também vai no mesmo sentimento que tenho poo Hudson, um pai ausente a quem também peço-lhe desculpas, mas saiba que o tenho também como um grande e valioso filho, e que o amo de forma igual a todos e que peço a Deus que o ilumine sempre e que tenhas uma vida promissora ao lado da sua amada, Nadja e quem sabe um dia vai me presentear com um lindo presente... Um neto! O mesmo serve para o Hudson e a Heloiza! E se possível colocá-lo o nome do avô paterno, seria um presente que ficará em minha memória para sempre!Eduardo ou Eduarda, presente melhor que esse não existe!

No mais meus filhos, Hudson, Heitor e Heloiza peço ao senhor Deus que os-iluminem sempre os seus caminhos e que possam vencer na vida, pois nunca é tarde para recomeçar! Amo-os todos e os seus presentes SÃO VOCÊS!  Sempre os AMAREI e sempre estarei com vocês na mente e no coração! AMO-OS!!! Sim! Desculpem os erros de português, nunca fui bom para escrever, mas o impulso foi maior. Beijos!  Seu PAI, EDUARDO VASCONCELOS.

Dia dos Pais: Maminha assada com manjericão

Dia dos Pais já chegou! Para quem ainda não decidiu o cardápio para hoje, passamos uma de receita rápida e fácil. Esse prato é bem simples de fazer, perfeito para a comemoração deste domingo.
Ingredientes
1,2 kg de maminha (1 peça)
1 colher (sopa) de óleo
2 colheres (sopa) de molho de soja (shoyu)
1 colher (chá) de orégano
3 folhas de manjericão picadas
1/2 unidade de pimenta-dedo-de-moça picada
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
2 dentes de alho picados
  • sal a gosto
Modo de preparo
Retire o excesso de gordura da carne.
Misture o óleo, o shoyu (molho de soja), o orégano, o sal, o manjericão e a pimenta.
Cubra a carne com a mistura, tampe com papel-alumínio e leve ao forno, preaquecido a 220 ºC, durante 1 hora.
Retire o papel-alumínio e asse por mais 30 minutos ou até a carne ficar macia.
Em uma panela, aqueça o azeite e doure o alho.
Retire a carne do forno e, por cima, distribua o alho.
Sirva com batatas douradas na manteiga.
Dica: se preferir, sirva com uma massa ou arroz.
Fonte: BRASIL CULTURA

Uma arte plural, diversa e militante

Histórias Afro-Atlânticas é o tema que compõe duas importantes exposições que acontecem em São Paulo, no MASP e no Instituto Tomie Ohtake; a discussão é sobre a comemoração dos 130 anos da abolição da escravidão
Rodolpho Lindemann Rodolpho Lindemann, c., Retrato de ama negra com criança branca presa às costas, 1880. Cartão postal [carte de visite], Salvador. Coleção Apparecido Jannir Salatini. 10 x 6 cm aprox. Rodolpho Lindemann, c., Retrato de ama negra com criança branca presa às costas, 1880. Cartão postal [carte de visite], Salvador. Coleção Apparecido Jannir Salatini. 10 x 6 cm aprox.
Neste ano comemora-se os 130 anos da Abolição no Brasil, assinada pela Princesa Isabel em 13 de maio de 1888. E, no entanto, são vivas e profundas as marcas da escravidão no País. Diariamente somos confrontados com as provas concretas da desigualdade racial, seja por meio de aterradores dados estatísticos ou através de dramas reais, como o assassinato de Marielle Franco, que relembram quão profundo e arraigado é o racismo no país. Apesar da sensação de que pouco avançamos para combater tal situação, a denúncia dessa segregação persistente parece pouco a pouco esgarçar o manto da invisibilidade que recobre a questão.
Nesse processo de denúncia, reflexão e combate, a arte desempenha um papel fundamental e amplificador, apesar de insuficiente para reverter um quadro de exploração que se perpetua há séculos. Se até há pouco eram raras as exposições de artistas afro-brasileiros e africanos, ou em torno de questões vinculadas ao passado escravista e ao presente racista – e o Museu Afro Brasil (ver ao lado) parecia ser um foco essencial, mas isolado, de resistência –, vimos nos últimos tempos um florescimento de manifestações neste sentido. Somam-se a mostras históricas realizadas nos últimos anos, como Histórias Mestiças, no Instituto Tomie Ohtake (2014); Territórios: Artistas Afrodescendentes no Acervo da Pinacoteca (2015/2016); Diálogos Ausentes, no Itaú Cultural, e SomxsTodxsNegrxs, no Videobrasil (ambas em 2017), uma quantidade considerável de exposições, eventos e reflexões poéticas sobre a situação do negro no Brasil e do mundo.
Neste momento, estão em cartaz simultaneamente na cidade de São Paulo as exposições Ex-África (CCBB), que traz a obra de 18 artistas contemporâneos africanos e de dois brasileiros, e a mostra de longa duração É Coisa de Preto, organizada pelo Museu Afro Brasil, que contempla um amplo número de núcleos expositivos.
No próximo dia 29 de junho, começa uma grande exposição, intitulada Histórias Afro-atlânticas, concebida por uma parceria entre o Masp e o Instituto Tomie Ohtake, que reunirá aproximadamente 400 obras realizadas por mais de 200 artistas da África, do Caribe e das Américas. Além dessa mostra gigantesca, que ocupa todos os espaços expositivos temporários do museu, o Masp tem dedicado toda sua programação de 2018 à discussão de questões relativas à arte africana e afro-brasileira. Além de um conjunto alentado de mostras de autores negros, como as atuais exposições de Aleijadinho, Emanoel Araújo e Ayrson Heráclito, uma pequena, mas significativa mudança foi feita em sua exposição permanente, colocando nessa coleção fortemente eurocêntrica uma nova tônica e dando destaque – a partir do segmento dedicado à arte moderna – à representação dos negros e à produção de artistas afro-brasileiros.
Histórias Afro-atlânticas terá oito diferentes núcleos. O primeiro deles, Mapas e Margens já sinaliza, segundo a curadora Lilia Schwartz, a perspectiva múltipla, plural, adotada pela equipe curatorial. “Nesse rio chamado Atlântico circularam símbolos, religiões, formas de produzir e sobretudo pessoas”, destaca ela, relembrando a importância de autores como Pierre Verger e Alberto da Costa e Silva (autor da metáfora do Atlântico como um rio) para o desenvolvimento deste projeto, que envolveu três anos de pesquisa e dois seminários internacionais.
mostra combina em seus diferentes núcleos abordagens históricas e contemporâneas, antropológicas e estéticas, aspectos que serão aprofundados tanto no catálogo como no livro de ensaios que serão lançados simultaneamente. Em termos internacionais, a produção africana, muito pouco conhecida por aqui, ganha destaque, bem como uma ampla produção de afrodescendentes do lado de cá do Atlântico (com uma forte presença da atual produção norte-americana). A seleção brasileira – ou produzida no Brasil – também é ampla, indo desde marcos históricos como as telas Negro Woman with Child e Negro Man, de Albert Eckhout, a uma série de trabalhos comissionados especialmente para a exposição.
Desde o final da década de 1980, com as celebrações em torno do centenário da abolição e a promulgação da Constituição cidadã, nota-se um crescente interesse por parte dos artistas brasileiros afrodescendentes de refletir sobre um passado que não acabou, substituindo pouco a pouco o modelo anterior que associava a arte brasileira de matriz africana essencialmente a um universo vinculado aos motivos religiosos e a arte popular.
Histórias Afro-atlânticas não apenas dá espaço para os artistas responsáveis por essa virada, dentre os quais se destacam nomes incontornáveis como os de Rosana Paulino, Eustáquio Neves, Sidney Amaral e Dalton Paula, que estiveram presentes em praticamente todas as mostras anteriores já citadas. A mostra procura também abrir espaço para identificar novos atores neste segmento. Apesar do lastro histórico importante, há também uma aposta em novos nomes dessa produção, tanto no Brasil (No Martins, Rafael RG…) como no exterior (TitusKaphar, Nina Chanel Abney…), afirma Hélio Menezes, um dos curadores da exposição ao lado de Lilia Schwartz, Tomás Toledo, Adriano Pedrosa e Ayrson Heráclito.
Estudioso da produção afro-brasileira contemporânea, Menezes diz não se iludir com o atual interesse que o mercado de arte vem dedicando a essa produção, que durante anos ficou ignorada. Mas, segundo ele, não há dúvida de que esses artistas vieram para ficar: “Estão se tornando incontornáveis ao debate”. Outro aspecto interessante que ele destaca na pesquisa é a diversidade. Apesar da ênfase em poéticas mais vinculadas à luta política, é preciso contemplar a ampla gama de linguagens e temas trabalhados por esses artistas. O curador exemplifica que o núcleo Modernismos Afro-atlânticos concentra-se na produção de artistas negros da África e da diáspora africana, cujos trabalhos são mais voltados para diálogos internos da história da arte.
Como diz Menezes, “cada exposição é um mundo”. O interessante é que, tanto pela dimensão grandiosa como pela fricção que promove entre a produção internacional e a cena nacional, Histórias Afro-atlânticas promete ampliar o conhecimento e o debate em torno da produção africana num país contraditório como o Brasil que, apesar – ou talvez por isso – de ter sido o primeiro país a trazer escravos, ter recebido a larga maioria da população africana escravizada ao longo de mais três séculos (calcula-se que 40% dos negros vendidos como escravos tenham aportado por aqui) e de ter sido a última nação ocidental a abolir tal prática, ainda desconhece enormemente sua história e os laços que o une à cultura negra.
Fonte: Página B!

Camila de Moraes lança documentário e renova cinema brasileiro

Após 34 anos, o Brasil voltou a ter um filme dirgido por uma cineasta negra: o documentário “O Caso do Homem Errado”, de Camila de Moraes, entra em cartaz
O primeiro longa-metragem de uma cineasta brasileira negra a entrar em cartaz no circuito comercial foi “Amor Maldito”, de Adélia Sampaio, lançado em agosto de 1984- e que, na época, não teve notoriedade, sendo reconhecido apenas depois de algum tempo.
“O Caso do Homem Errado” veio para relembrar a diversidade daqueles que produzem bons filmes para o cinema no país. Estreou em Porto Alegre (cidade natal da diretora), passando em seguida para Salvador, Acaraju e Rio Branco; em São Paulo, entra em cartaz nessa semana.
Como conta a Folha de São Paulo, Moraes revive no longa um episódio trágico ocorrido em Porto Alegre em 1987, ano em que ela nasceu. O operário negro Júlio César de Melo Pinto foi confundido com ladrões pela polícia e, quando foi levado à viatura, tinha só um ferimento na boca. Minutos depois, chegando no hospital, estava morto: levou dois tiros no trajeto.
A polícia não quis participar do filme. Em 76 minutos, Moraes ouviu familiares, advogados e ativistas dos direitos humanos, que comentam o crime. A diretora disse à Folha que, apesar de já ter assistido ao longa dezenas de vezes, ainda se emociona nas sessões.
Camila de Moraes, diretora do longa “O Caso do Homem Errado”
O longa foi feito com um orçamento de 100 mil reais, valor modesto para um longa, mesmo que no geral documentários tenham custos mais baixos do que obras de ficção. O projeto foi possível graças a doações de representantes do movimento negro, e 20 pessoas participaram da equipe- todos voluntários.
“Eu era sempre a única pessoa negra nos festivais. Precisamos ocupar mais esses espaços”, disse Moraes à Folha. Segundo a diretora, há cada vez mais espectadores dispostos a refletir sobre as questões raciais. Ainda que lentamente, o cenário tem mudado.
Cerca de cinco longas de cineastas negras estão em produção no país. Um deles é “Um Dia de Jerusa”, de Viviane Ferreira, que deve ser lançado em 2019. O filme foi possível graças a um edital do Ministério da Cultura para longas de ficção voltados às ações afirmativas; Viviane crítica o fim do programa de apoio.
Do Portal Vermelho

sábado, 11 de agosto de 2018

11 de Agosto Dia do Advogado

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O Direito é a ciência das normas que regulam as relações entre os indivíduos na sociedade. Quando essas relações não funcionam dentro das normas estabelecidas, entra o trabalho do advogado, que é o de nortear e representar clientes em qualquer instância, juízo ou tribunal. Advogar é uma das opções do bacharel em Direito. A outra é a carreira Jurídica. O advogado pode defender interesses de pessoas ou de instituições, privadas ou públicas. Pode especializar-se em Direito Administrativo, Civil, Comercial, da Criança e do Adolescente, Ambiental, Internacional, Penal ou Criminal, Trabalhista ou Previdenciário e Tributário.
O dia 11 de agosto é a data da lei de criação dos cursos jurídicos no Brasil e é também o Dia do Advogado. Esse dia é também conhecido como o “Dia do Pendura”, uma tradição do início do século 20, quando comerciantes costumavam homenagear os estudantes de Direito deixando-os comer de graça. O dia é até hoje temido nos restaurantes, pois dizem que a tradição de comer sem pagar continuou a ser seguida.
COMO O CURSO SURGIU NO BRASIL
Logo após a Independência do Brasil, já se realizavam debates na Assembléia Constituinte, e depois na Assembléia Legislativa, em prol da criação dos cursos jurídicos. Em 11 de agosto de 1827 foram criados os dois primeiros cursos, um em São Paulo, outro em Pernambuco (Olinda).
Também havia o desejo de criar uma instituição que acolhesse e orientasse os advogados, o que aconteceu em 1843, com a criação do Instituto dos Advogados Brasileiros. Esse instituto tinha como principal objetivo constituir uma Ordem dos Advogados do Império.
Mesmo com o projeto de criação apresentado ao Senado, em 1851, depois detido na Câmara dos Deputados e discutido exaustivamente, a Ordem dos Advogados, durante o período do Brasil Império, nunca conseguiu se constituir.
Somente após a Revolução de 1930, instalado o Governo Provisório, em 18 de novembro de 1930, foi criada a Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, numa época em que advogados e juristas já participavam ativamente da movimentação em torno da renovação e das mudanças na política do país (era a época da chamada República Velha).
PARA EXERCER A PROFISSÃO
A Ordem tem a missão de zelar pela ordem jurídica das instituições, pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas e pela ampliação dos direitos da sociedade, em geral.
Para poder advogar profissionalmente, o graduando precisa prestar exames na OAB.
ÁREAS DE ATUAÇÃO
Pode atuar, entre outras áreas, na área do Direito Internacional, (resolvendo questões comerciais, de impostos, por exemplo, entre organizações de nações diferentes); na área Ambiental (nas questões entre o homem e o ambiente); na área de Direito do Consumidor (estuda e aplica as normas para defender os direitos dos cidadãos perante empresas, públicas ou privadas, que forneçam bens ou serviços, e vice-versa). Já atuando em Direito Penal ou Criminal, o advogado apresenta a tese de defesa ou acusação de crimes contra pessoas (física ou jurídica). Em Direito Civil, o advogado representa os direitos individuais e privados em situações referentes à posse e propriedade de bens e em situações familiares como separações e heranças, por exemplo.
Pode, seguindo a carreira jurídica, atuar como advogado público, promotor de justiça ou delegado de polícia e juiz. Em todas essas escolhas, é preciso prestar concurso público.
O advogado público representa interesses do município, do estado ou da União em todas as áreas do Direto, zelando pela legalidade dos atos do Poder Executivo, por exemplo, nas licitações e concorrências públicas. Pode também atuar nas defensorias públicas, representando cidadãos que não tenham como assumir despesas com processos judiciais.
Como delegado de polícia, prepara inquéritos e chefia investigadores.
Como juiz, decide conflitos entre pessoas físicas, jurídicas e o poder público, além de cuidar de tributos, encargos judiciários e de ações cíveis (referentes ao direito civil) e comerciais.
Como promotor e procurador de Justiça, promove ações penais, defende a ordem pública em juízo (os promotores) ou nos tribunais (os procuradores). Também é quem fiscaliza o cumprimento das leis, defende os interesses dos cidadãos e do patrimônio público.
O CURSO
O curso de graduação em Direito dura, em média, cinco anos, com os três primeiros anos bem teóricos onde se aprende português, sociologia, economia, teoria do Estado e as matérias específicas com direito civil, processual penal, comercial, constitucional, medicina legal.
Em todos os estados brasileiros existe pelo menos uma instituição que oferece o curso.

MinC e Ancine investirão R$ 90 milhões em projetos audiovisuais em parceria com estados e municípios

O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Agência Nacional do Cinema (Ancine), abriu nesta quarta-feira (8) as inscrições para chamada pública de coinvestimentos regionais, que serão feitos em parceria com órgãos e entidades da administração pública direta ou indireta estadual, municipal e do Distrito Federal. O objetivo é desenvolver o setor audiovisual a partir do lançamento de ações locais conjuntas. Ao todo, serão investidos R$ 90 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
Esta é a quinta edição da linha, que traz uma importante novidade: a proporção de investimento do FSA aumentou. Caso as entidades e entidades selecionadas na chamada pública sejam das regiões Norte e Nordeste, receberão do MinC/Ancine até cinco vezes o valor aportado como contrapartida. Na Região Sul e nos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, a proporção é de até quatro vezes e, para os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, de até três vezes. No caso de municípios que não sejam capitais das Unidades da Federação, a proporção poderá ser incrementada em até uma vez 
Os investimentos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) poderão ser aplicados em desenvolvimento de projetos, produção e comercialização de obras audiovisuais, produção de jogos eletrônicos, produção de festivais e ações de capacitação.
Para os entes locais que já tenham estabelecido parcerias com o MinC/Ancine, a apresentação de uma nova proposta só poderá ser realizada após a conclusão do processo seletivo anterior (resultado final) e o desembolso integral dos recursos de contrapartida do órgão.
A continuidade da Linha de Coinvestimentos Regionais visa estimular a estruturação de políticas públicas locais de apoio ao setor audiovisual, além das parcerias realizadas por meio das outras Linhas do Fundo Setorial do Audiovisual. Na totalidade dessa Linha, foram apresentadas, até o momento, propostas de parceria com mais de 38 órgãos e entidades locais, mobilizando mais de R$ 422 milhões em recursos para projetos audiovisuais de diferentes tipologias, gêneros e formatos.
Como participar
Os órgãos e entidades interessados em contar com os recursos complementares oferecidos pelo Programa deverão enviar as propostas de complementação, incluindo os formulários e documentos obrigatórios, para o Escritório Central da Ancine, por serviço de encomenda expressa com aviso de recebimento (AR), ou entregues por portador, em envelope lacrado, seguindo as orientações dispostas no edital. Mais informações pelo e-mail cai@ancine.gov.br

MinC e Caixa divulgam museus brasileiros

Casa da Hera, Museu da Abolição, Museu das Bandeiras, Museu de Arte Sacra de Paraty, Museu Solar Monjardim, Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio, Museu da Inconfidência, Museu das Missões, Museu Regional Casa dos Ottoni e Palácio Rio Negro. Todos esses espaços culturais estiveram estampados nos bilhetes da extração da Loteria Federal da Caixa Econômica Federal (CEF). E, conforme termo de cooperação publicado neste início de agosto no Diário Oficial da União, mais dez museus ganharão esse tipo de divulgação em outubro.
A ação é fruto de parceria entre a Caixa e o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), para divulgar os museus do país e alcançar uma parcela da população que nunca visitou ou vai pouco a um museu. O acordo de cooperação entre as entidades tem duração de três anos.
“A visão da Caixa de que ‘a cultura contribui para o processo de inclusão social, desenvolvimento do pensamento crítico e criativo das pessoas’, alicerçada pelo diálogo constante com arte e cultura brasileira, produz um efeito bastante estimulante para a inserção dos museus brasileiros no contexto de suas ações comunicacionais e, para nós, é uma excelente oportunidade de promoção dos seus museus, em larga escala”, avalia o presidente do Ibram, Marcelo Araujo.
A Loteria Federal é o produto mais tradicional das Loterias Caixa, presente há mais de 50 anos no mercado, com produção e comercialização de mais de mais de 1 milhão de bilhetes/mês, distribuídos em todo o País.
“Os bilhetes da Loteria Federal são ilustrados com temas que valorizam a cultura de uma forma geral, comumente estampando obras de arte, pontos turísticos, homenagens a museus, artistas e personalidades, profissões, esportes, datas comemorativas, fauna e flora, dentre outros de cunho cultural e social. Sendo assim, a parceria com o Ibram atende ao ensejo de valorização da cultura nacional por meio das imagens veiculadas nos bilhetes”, aponta a gerente executiva da Gerência de Loterias da CEF, Maria Thereza Assunção.
O Ibram
O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) é o órgão responsável pela Política Nacional de Museus (PNM) e pela melhoria dos serviços do setor – aumento de visitação e arrecadação dos museus, fomento de políticas de aquisição e preservação de acervos e criação de ações integradas entre os museus brasileiros.  Também é responsável pela administração direta de 30 museus.
Fonte: Brasil Cultura

HOJE (11/08) DIA DO ESTUDANTE, TEMOS ALGO PARA COMEMORARMOS?

Cartaz do CPC/RN
Hoje (11) comemorado o DIA DO ESTUDANTE, apesar de não termos muita coisa para comemorar, pois a realidade atual nos deixam muito preocupados pelo fato das políticas adotadas pelo governo federal não muito a favor dos estudantes brasileiros, pois sérias as ameaças de tiradas de DIREITOS GARANTIDOS COM MUITO LUTA E DETERMINAÇÃO, como o FIES, as ameaças com a "implantação da Escola sem Partido", cortes nas vagas nas universidades via o FIES, entre tantas outras mazelas vinda do desgoverno Temer, além disso temos aqui no Rio Grande do Norte o fechamento do Núcleo da UERN em Nova Cruz, região do Agreste Potiguar, previsto para o final de setembro próximo. E isso tudo acontecendo e "EU AQUI NA PRAÇA DANDO MILHOS AOS POMBOS", portanto ou vamos para as ruas para garantimos nossos direitos ou aos poucos os perderemos. Portanto que hoje sej um dia de REFLEXÃO para podermos amadurecermos as idéias e IRMOS PARA A LUTA! Façamos a nossa parte! Lutemos! Abraço do Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN e coordenador da Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN.

Dia do Estudante. O Dia do Estudante é uma data especial, pois é uma homenagem a todas as pessoas que valorizam o conhecimento e o crescimento pessoal. É comemorado em 11 de agosto porque esta é a data em que foram criados os dois primeiros cursos de nível superior no país: ciências jurídicas e ciências sociais.