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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Orquestra Suzuki faz apresentação gratuita domingo no Museu Oscar Niemeyer

A Orquestra Suzuki Curitiba realiza neste domingo (dia 26), um concerto comemorativo para celebrar os 40 anos da Associação da Educação do Talento Musical do Paraná (AETMP). A apresentação acontece no Museu Oscar Niemeyer, às 16h, com entrada gratuita ao público.
Músicas como Tico-tico no Fubá, A Bela e a Fera, Dança das Bruxas, Folclore Brasileiro entre outras farão parte do repertório e serão interpretadas por crianças e jovens instrumentistas, alunos de violino e violoncelo, além de professores da Associação que integram a Orquestra. Ainda dentro da programação dos 40 anos da AETMP, a Orquestra Suzuki fará outro concerto comemorativo, no dia 29 de setembro, às 19h, no Clube Curitibano, sede Concórdia.
A AETMP teve seu início em 1978 com a violinista e professora Hildegard Soboll Martins, que foi a pioneira do Método Suzuki no Paraná, juntamente com a professora e violinista Edna Ritzmann Savytzky, que iniciaram em Curitiba o método chamado de Educação do Talento ou mais conhecido como Método Suzuki.
Nessa metodologia, os alunos podem iniciar o aprendizado do instrumento a partir dos 3 anos de idade, mas também na juventude e fase adulta. Com uma dinâmica diferente das escolas de música tradicionais, na AETMP os alunos recebem aulas individuais nas residências dos professores. “Já as atividades em conjunto, aulas coletivas, ensaios e concertos acontecem em espaços diversos, o que proporciona um maior entrosamento, com grande benefício e desenvolvimento aos alunos”, conta a diretora artística da AETMP, a violinista Simone Ritzmann Savytzky.
Reconhecimento internacional
A Orquestra Suzuki Curitiba tem em seu repertório músicas de vários estilos, do erudito ao popular, música brasileira e folclórica dos mais diversos países. Ao longo de sua história, a Orquestra Suzuki tem se apresentado com sucesso em vários espaços culturais da cidade, como Capela Santa Maria, Sesc da Esquina, Canal da Música, Teatro Guaíra, em igrejas e também em outros estados. O trabalho da Orquestra teve reconhecimento internacional, sendo eleita como melhor grupo de música de Câmera na XII Convenção Mundial do Método Suzuki – Dublin, Irlanda.
Os concertos “Crianças para Crianças” foram de grande sucesso durante vários anos, realizados para alunos da rede pública de ensino, em parceria com o Governo de Estado. “Crianças na Plateia” na Capela Santa Maria em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba, concertos beneficentes para diversas instituições também são realizados anualmente.
Serviço: A Associação da Educação do Talento Musical do Paraná (AETMP) conta em seu quadro de profissionais, com as professoras Sibila Schelin, Simone R. Savytzky, Thalita Stefanichen Ferronato e Vanessa Savytzky Shiavon (violino), Edna Ritzmann Savytzky (violino e viola) e Adriane Ritzmann Savytzky (violoncelo). Mais informações no telefone 41 3285‐3309 ou www.orquestrasuzukicuritiba.com.
Serviço:
Concerto Comemorativo 40 anos AETMP
Data: 26/08/18
Horário: 16h
Local: Museu Oscar Niemeyer (Chão de Vidro)
Entrada: Gratuita
Mais informações / Agendamento de entrevistas
NCA Comunicação – (41) 3333-8017
Jornalistas responsáveis:
Bebel Ritzmann – (41) 99957-1547 (bebel@ncacomunicacao.com.br )
Tatiana de Oliveira – (41) 99671-7582 (tatiana@ncacomunicacao.com.br )

Ouça “História Hoje” 21/08/: Há 29 anos, morria o cantor e compositor baiano Raul Seixas

Em 21 de agosto de 1989, morre o cantor e compositor baiano Raul Seixas, considerado um dos maiores músicos do Brasil e pioneiro do Rock nacional.
Ele se autodenominava “Maluco Beleza” e teve cinco esposas. O abuso da bebida lhe rendeu uma pancreatite aguda e foi a causa de sua morte.
Apresentação Carmen Lúcia
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O alcoolismo não impediu que ele lançasse um novo estilo musical. Raul fundiu o rock com todos os ritmos brasileiros e criou a nova “identidade” musical que mesclava o frenético rock com gêneros que iam do xote ao baião.
“Pai do Rock Brasileiro”,  “Maluco Beleza” ou “Raulzito”, como era e, ainda é carinhosamente chamado pela comunidade artística e pelos fãs, lançou mais de 20 discos, em 26 anos de carreira.
Por todos os recantos do Brasil, em grandes e pequenos espetáculos, em luaus, rodinhas de violão, bares e casas de Show… Raulzito virou uma mania nacional.
E sempre, no meio do povão, tem alguém gritando: Toca Rauuuuuuuuuuul.
Raul Seixas, de fato, inspirou gerações. O músico Zeca Baleiro, por exemplo, chegou a compor uma música falando das inúmeras vezes que o público pediu para que ele tocasse Raul.
De natureza inquieta o “Maluco Beleza” dizia estar sempre em transformação. E suas músicas revelaram ao mundo sua real natureza.
Um ano antes de morrer, em 1988, Raul compôs, gravou e excursionou com o também baiano Marcelo Nova, vocalista da banda punk Camisa de Vênus.
Aos 44 anos, o “Maluco Beleza” lançou seu último LP – A Panela do Diabo –, dois dias antes de ser encontrado morto, em seu quarto.
Depois de “sair de cena”, Raulzito passou a ser ainda mais venerado e seus trabalhos póstumos foram todos sucesso de vendas.
História Hoje: Programete sobre fatos históricos relacionados às datas do calendário. Vai ao ar pela Rádio Brasil Cultura de segunda a sexta-feira.

DF possui 51 sítios arqueológicos de até 11 mil anos

No sítio arqueológico Jardins Genebra (no alto), técnicos do Iphan-DF observaram vestígios compostos por núcleos, lascas e instrumentos produzidos a partir do quartzito (acima) (Fotos: Margareth Souza/Iphan e Edilson Teixeira/Divulgação)
A faceta urbana de Brasília e de outras cidades do Distrito Federal esconde um passado rico de história. Ou melhor, pré-história. Seres humanos perambulavam pela região coletando frutos, cultivando plantas, pescando e caçando animais com lâminas de pedra lascada. O DF possui 51 sítios arqueológicos registrados, com datação de até 11 mil anos atrás.
O trabalho arqueológico desses locais é acompanhado de perto pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC). As peças coletadas estão associadas a grupos pré-históricos que habitavam o Planalto Central há milhares de anos, durante uma sequência arqueológica conhecida como Tradição Itaparica, que ocorreu entre 11 mil e 6,5 mil anos atrás.
Desses locais, 26 são vinculados a grupos de caçadores-coletores, sete são classificados como sítios cerâmicos, um traz pinturas rupestres e 17 são sítios históricos. Eles estão localizados em diversas áreas no Distrito Federal, como Ceilândia, Taguatinga, Núcleo Bandeirante, Brazlândia, Jardim Botânico, Santa Maria, São Sebastião, Riacho Fundo, Gama e Paranoá.
“Os sítios líticos estão datados entre 11 mil e 8 mil anos atrás e são vinculados aos grupos de caçadores e coletores. Há também os sítios de arte rupestre. Os sítios de agricultores e ceramistas estão presentes a partir do século VIII e os sítios históricos estão relacionados à chegada dos luso-brasileiros, a partir do século XVIII.”, explica Margareth Souza, arqueóloga do Iphan-DF.

Novo sítio

A última descoberta no Distrito Federal está em um condomínio de lotes na Região Administrativa do Paranoá. Durante a primeira fase de um trabalho de licenciamento ambiental, os técnicos do Iphan-DF observaram vestígios compostos por núcleos, lascas e instrumentos produzidos a partir do quartzito.
De restos de uma fogueira foi possível resgatar amostras de carvão, durante a escavação. Esse material foi enviado para um laboratório nos Estados Unidos, que fará a datação radiométrica. A técnica mede a radiação presente em elementos orgânicos e estima a idade de quando a fogueira e as ferramentas encontradas foram feitas.
As áreas de proteção do sítio arqueológico ainda estão sendo definidas, dentro de um espaço de 10 a 15 hectares. Porém, isso não inviabilizará o licenciamento ambiental do empreendimento. “O local, denominado Jardins Genebra, já recebeu as Licenças Prévia e de Instalação. A Licença de Operação será emitida com todas condicionantes atendidas. É possível sim compatibilizar as etapas do licenciamento ambiental com o empreendimento. Esse está sendo um exemplo de gestão do patrimônio arqueológico”, afirma Margareth.

Pré-história

Os caçadores e coletores do Planalto Central viviam em pequenos bandos e sobreviviam da caça, pesca e da coleta de frutos e plantas do Cerrado. Fabricavam instrumentos de pedra lascada de um modo específico, elaborados sobre lascas, lascões e lâminas. As primeiras populações humanas na região possuíam um sistema de subsistência e demoravam pouco tempo nos locais em que se assentavam.
Em consequência deste fato, suas estruturas habitacionais eram simples, feitas de madeira, fibras e folhas, assim como grande parte de seus instrumentos. O que torna possível achar os locais ocupados por essas populações é o que restou de sua cultura material feita com matéria prima durável, especialmente de origem mineral, como, por exemplo, objetos feitos de pedra.

Educação patrimonial

Alunos dos cursos de Biologia e Geologia da Universidade de Brasília (UnB) foram conhecer o sítio, acompanhados do arqueólogo Edilson Teixeira de Souza, responsável pela descoberta do sítio Jardins Genebra. A visita faz parte de um programa de educação patrimonial, uma das exigências do Iphan no processo de licenciamento ambiental.
Os estudantes aprenderam o que é arqueologia, como ela é estudada, o que encontraram no sítio e como são os procedimentos de metodologia e escavação. Ainda nesta frente de atuação, o projeto de pesquisa prevê uma capacitação com os trabalhadores do empreendimento para que os operários entendam o trabalho e possam ajudar a identificar novos achados.
Quando a pesquisa for encerrada, o relatório do arqueólogo responsável pelo trabalho de campo será encaminhado à Superintendência do Iphan no Distrito Federal para análise e manifestação conclusiva. As peças encontradas ficarão no Museu de Geociência do Instituto de Geociências da UnB, que é a instituição de guarda e endosso institucional de achados arqueológicos no Distrito Federal.
Fonte: BRASIL CULTURA

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

ÍNDIOS BRASILEIROS - Cultura Indígena

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Foto: Google: 
Os índios foram os primeiros habitantes do território brasileiro. São formados por povos diferentes com hábitos, costumes e línguas diferentes. Os Ianomâmis falam quatro línguas: a Yanomam, Sanumá, Yanomame e Yanam. Suas habitações são construídas de caibros encaixados, amarrados com cipó e revestidas de palha.
banner de cultura
A cultura indígena é um conjunto de características que marca um determinado grupo indígena.
Por exemplo, os Yanomamis possuem quatro línguas, vivem em malocas (moradia redonda de topo cônico), possuem características seminômades (mudam de habitat quando necessário), são caçadores e creem nos rixis (espíritos de animais protetores e amigos).
Os Guaranis se manifestam através da cerâmica e com rituais religiosos, falam somente uma língua, são migrantes e agricultores, “creem na terra sem males” (os mortos passam a proteger os vivos).
Vale ressaltar que, embora tenham características comuns, os índios não são iguais, mas cada povo habitante de determinada área do território brasileiro, possui suas diferenças em: cultura, organização política/social, rituais, lendas, arte, habitações, educação, alimentação, entre outros. Nem todos vivem da mesma maneira. A maioria localiza-se nas Terras Indígenas.
Os indígenas são uma fonte de conhecimento. Suas experiências passadas entre gerações formou o que nós chamamos de cultura brasileira: diversificada, heterogênea e peculiar. Desde o descobrimento vem englobando o modo de vida europeu e o mesclado de valores, costumes, línguas e hábitos dos indígenas que eram quase que desprezados pelos nobres.

Trabalhador e Trabalhadora de segunda classe? Não!

JOANNE MOTA 
Esse mês de agosto não só inicia um processo eleitoral histórico para o Brasil, ele descortina um cenário de disputa que cobra da classe trabalhadora não só reforço da resistência e luta, ele exige de nós ciência do posicionamento nosso nesta disputa, esclarecimento objetivo e subjetivo de qual papel cumprimos neste processo.
Não deveria ser, mas foi - como sempre disse minha mãe - um choque ler o programa de governo do candidato à presidência Jair Bolsonaro. E, ficou pior, quando cheguei no ponto onde se lê sobre a criação de uma nova carteira de trabalho. ”Criaremos uma nova carteira de trabalho verde e amarela, voluntária, para novos trabalhadores.”
E o que Bolsonaro oferece a que chamou de “trabalhadores de segunda classe”? A privação da proteção à saúde e à segurança, por exemplo. Ou seja, não bastasse a reforma trabalhista que abre espaço para uma precarização sem limites, o candidato do PSL oferece à classe trabalhadora um futuro sem direitos e sem sonhos de uma vida melhor.
Sob a retórica da liberdade, autonomia e a livre competitividade, categorias que são apresentadas em seu programa como expressão do que há de mais moderno, a proposta é mais uma lança nas mãos de quem segura o chicote e colabora para anuviar a dinâmica brutal e que ganha uma versão ainda mais perversa nesta etapa de reestruturação do capitalismo global.
A tal liberdade e autonomia, pregada por Bolsonaro, na verdade esconde os altos índices de precarização, os vergonhosos números de mortes no trabalho, as doenças e os suicídios tão comuns nos dias de hoje.
À classe trabalhadora fica o desafio, objetivo e subjetivo, de enfrentar essa disputa que extrapola sua influência, invade lares e mentes, retira direitos e remodela conceitos históricos no mundo do trabalho.
Joanne Mota é jornalista e assessora da CTB Nacional

Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

Lula cresce, lidera e alcança 37,3% das intenções de voto, diz pesquisa MDA/CNT

A CNT acaba de divulgar os resultados da 137ª Pesquisa CNT/MDA. O levantamento traz as preferências dos entrevistados em cenários de primeiro e segundo turnos e o limite de voto nos candidatos.

Lula  lidera com o dobro das intenções de voto do segundo candidato, Jair Bolsonaro (PSL)

O ex-presidente Lula lidera o cenário eleitoral para 2018, com 37,3% das intenções de voto, segundo nova pesquisa do instituto MDA revelada pela CNT nesta segunda-feira, 20. Na sequência aparecem Jair Bolsonaro (PSL) com 18,3%, Marina Silva (Rede) com 5,6%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,9%, Ciro Gomes (PDT), com 4,1% e Alvaro Dias (Podemos), com 2,7%. Os demais candidatos não alcançaram 1% das intenções de voto.

A pesquisa foi realizada pelo instituto MDA a pedido da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Foram ouvidas 2.002 pessoas entre os dias 15 e 19 de agosto em 137 municípios de 25 unidades da federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a identificação BR-09086/2018.

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, na qual os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos previamente, Lula (PT) também lidera, com 20,7%; Jair Bolsonaro segue em segundo, com 15,1%, e Geraldo Alckmin aparece em terceiro, com 1,7%. Neste cenário, aparecem ainda Alvaro Dias, com 1,3%, e Marina Silva, com 1,1%.

Ainda houve o registro de 1,4% de intenções em "outros". Brancos e nulos têm 18,1% e indecisos alcançam 39%.
                                            cenários de segundo turno para presidente

 Temer é reprovado por 97% dos brasileiros e  aprovado por 3% da população, aponta pesquisa CNT/MDA

Reprovação ao emedebista cresceu em comparação a sondagem de maio

 Pesquisas de opinião têm apontado o governo Temer como o mais impopular da história.

Fonte: osamigosdopresidentelula.blogspot.com

CNIC aprova 96 projetos culturais para captação via Rouanet

A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) encerrou, sexta-feira (17), a deliberação sobre os projetos avaliados durante a 280ª reunião ordinária, que ocorreu nos dias 14 e 15 de agosto. A CNIC deu parecer favorável para que proponentes de 96 propostas captem recursos pelo mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet (Lei 8.313/1991). No total, os projetos receberam autorização para captar até R$ 85 milhões junto a patrocinadores.
Artes cênicas foi a área com maior número de projetos avaliados, com 35 propostas. Na sequência, vieram música, com 24, humanidades, 12, e audiovisual, 11. Os setores de patrimônio cultural e de artes visuais tiveram 7 projetos aprovados, cada.
Qualquer cidadão pode acompanhar os projetos aprovados via Lei Rouanet, pelo Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic). O usuário terá acesso aos dados básicos dos projetos, como, por exemplo, nome e CNPJ do proponente, data de início e término do projeto, valores aprovados para captação e montantes realmente captados de cada um deles.
A Comissão
A CNIC é um colegiado de assessoramento formado por representantes dos setores artísticos, culturais e empresariais, com paridade da sociedade civil e do poder público. Os membros da sociedade civil são provenientes das cinco regiões brasileiras, representando as áreas das artes cênicas, do audiovisual, da música, das artes visuais, do patrimônio cultural, de humanidades e do empresariado nacional.
Para entrar em vigor, as decisões da CNIC precisam ser homologadas pelo secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (MinC). Os proponentes devem acompanhar seu projeto por meio do Salic, uma vez que as comunicações e solicitações complementares, caso necessárias, se dão exclusivamente por essa ferramenta.
Fonte: BRASIL CULTURA

domingo, 19 de agosto de 2018

SEMINÁRIO “SINDICALISMO E A IMPORTÂNCIA DA CULTURA” Dia 22/09/2018 – E. E. PAULO FREIRE – BAIA FORMOSA/RN Iniciativa: Centro Potiguar de Cultura – CPC/RN

CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN
História dos Sindicatos no Brasil
História dos Sindicatos no Brasil
Sindicato é uma associação não política para defesa e coordenação dos interesses sociais, econômicos e profissionais de um grupo, ligados à atividade laboral dos seus integrantes. Trata-se de organizações democráticas que se encarregam de negociar as condições de gerais e relação de trabalho entre associados e instituições, coerentes com interesses de um grupo de profissionais que exerçam a mesma atividade ou atividades semelhantes.
HISTÓRIA
No Brasil o surgimento do sindicalismo está diretamente atrelado ao término do período escravocrata, após séculos sendo um país onde a mão de obra era composta quase exclusivamente por escravos, o país passou a atuar com mão de obra assalariada e a receber estrangeiros para os novos setores que surgiam no mercado. Os imigrantes já possuíam conhecimentos relacionados aos direitos conquistados pelos trabalhadores em países nos quais o trabalho assalariado estava instituído há mais tempo.

A realidade do trabalhador imigrante no Brasil era precária, visto a cultura escravista da época, de forma que grupos de trabalhadores começaram a surgir dando base para o que se tornariam os sindicatos futuramente. Apesar disso, o movimento sindical só surgiu no país durante o século XX com a industrialização nacional, sendo o estado de maior expressão neste meio o de São Paulo, onde a industrialização cresceu mais rapidamente.

Durante a Era Vargas houve a concretização do sindicalismo nacional. Em 1930 foi criado o Ministério do Trabalho e em 1931 ocorreu a regulamentação da sindicalização operária e patronal. A Constituição do Estado Novo trouxe a unicidade sindical, assim como a proibição da greve e a instituição do imposto sindical. Trinta anos após sua criação, o sindicalismo sofreu uma grande repressão durante o período militar iniciado em 1964, gerando diversas greves no país. A partir da década de 1970 em diante houve a união de lideranças sindicais e grupos de trabalhadores na formação de movimentos, como o Movimento dos Sem Terra.

ATUALMENTE
A estrutura sindical brasileira é constituída de forma piramidal, onde se abrigam os Sindicatos, Federações, Confederações e Centrais Sindicais. As confederações têm âmbito nacional, as federações têm âmbito estadual e os sindicatos têm como base territorial mínima um município, sendo vedada a criação de sindicatos por empresa ou bairro, por exemplo. Nesse sentido o sindicato ocupa a base da estrutura sindical. Além disso, o país adota o sistema de unicidade sindical, ou seja, um só sindicato por cidade ou região para cada categoria profissional.


Essa estrutura foi iniciada após a Consolidação das Leis do Trabalho, em 1943. Durante os anos passados até hoje foram inclusas várias leis e decretos. Para execução de suas funções, o sindicato depende de contribuições, existindo quatro tipos no atual sistema sindical brasileiro, quais sejam, a contribuição sindical ou legal, que é prevista em lei e devida a todos aqueles que pertencem à categoria, sindicalizados ou não (art. 579 e seguintes da CLT/43); a contribuição associativa, devida exclusivamente pelos sócios ao sindicato; a contribuição confederativa (art. 8º, IV da CF/88), fixada pela Assembleia Geral para o custeio do sistema confederativo e a contribuição assistencial, prevista no art. 513 da CLT[4], fixada em acordo, convenção coletiva ou sentença normativa, com a finalidade de custear as despesas dos sindicatos advindas de negociações coletivas.

Fonte: sindis.com.br

"Serão temas como este que o CPC/RN reunirá alguns líderes sindicais e estudantes para participarem do Seminario, que ocorrerá no dia 22/09 na cidade de Baía Formosa/RN. A cultura precisa ser utilizada nas ações e manifestações, como ocorriam nas décadas de 60/70 e 80. Através dela o movimento ganhava mais força e apoios da sociedade. Aguardem mais informações." - Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN.

"Antes de Julgar a Esquerda, conheçam as suas LUTAS!" 1976 – Com ataques à ABI e à OAB, repressão tenta intimidar luta por democracia

História – Uma bomba destrói dependências da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio de Janeiro. Horas mais tarde, outro explosivo é encontrado na sede da seção carioca da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), mas foi desativado a tempo. Foram os primeiros de uma série de ações paramilitares contra entidades e cidadãos engajados na luta pela democracia, que se estenderiam até o governo seguinte e jamais foram esclarecidas pelas autoridades de segurança.
Organizações semiclandestinas de direita, como o Comando de Caça aos Comunistas (CCC) e Movimento Anticomunista (MAC), agiam no país desde antes do golpe de 1964. Pareciam inativas a partir de 1969, quando a repressão oficial se organizou em torno do DOI-Codi. As bombas de agosto de 1976 foram assumidas por uma desconhecida Aliança Anticomunista Brasileira (AAB), título semelhante ao da Aliança Anticomunista Argentina (Triple A), que em três anos de existência havia executado cerca de 600 pessoas no país vizinho.
O retorno do terrorismo da direita no Brasil havia sido antecipado pelo comandante do 1° Exército (Rio), general Reynaldo Mello de Almeida, em janeiro daquele ano. A previsão constava de um relatório sobre a reação dos militares à exoneração do comandante do 2° Exército, Ednardo D’Ávila Mello, após a morte do operário Manoel Fiel Filho sob tortura no DOI-Codi de São Paulo. Na disputa interna da ditadura, as ações terroristas se encaixavam na resistência ao projeto de “distensão lenta, gradativa e segura” dos generais Ernesto Geisel e Golbery do Couto e Silva.
O envolvimento direto do aparelho de repressão nessas ações seria claramente demonstrado em 1981, quando um agente do DOI-Codi morreu e outro ficou ferido na explosão acidental de uma bomba que seria usada para criar pânico em um show no Riocentro.
Fonte: BRASIL CULTURA

Exposição em SP reúne produção artística feminina da América Latina

Com mais de 280 trabalhos de 120 artistas, a exposição Mulheres Radicais leva para a Pinacoteca de São Paulo uma amostra da produção feminina da América Latina entre 1960 e 1985. Segundo as curadoras, Cecilia Fajardo-Hill e Andrea Giunta, o recorte abrange um período decisivo na construção da arte contemporânea e na representação do corpo feminino.
Nessas décadas, artistas pioneiras desenvolveram investigações que desafiaram as classificações dominantes a partir do entendimento do corpo como campo político.
Essa nova abordagem instituiu uma pesquisa sobre o corpo como redescoberta do sujeito, algo que, mais tarde, viríamos a entender como uma mudança radical na iconografia do corpo”, ressaltam as curadoras no texto de apresentação da mostra. São pesquisas que, de acordo com Cecilia e Giunta, abriram novos caminhos para a fotografia, performance, vídeo e arte conceitual.
Entre os trabalhos selecionados estão obras de algumas das artistas mais influentes do século 20, como a brasileira Lygia Pape, a chilena Cecilia Vicuña e a cubana Ana Mendieta. A mostra também traz nomes menos conhecidos, como a escultora e pintora mineira Teresinha Soares, que vem ganhando mais destaque nos últimos anos.

Ditaduras e opressão

A maioria das artistas teve, segundo a curadoria, de enfrentar de alguma forma a opressão política e social, marcada pelo papel dos Estados Unidos, em plena a Guerra Fria e pelas ditaduras ao longo do continente, que também eram apoiadas pelo poder norte-americano. “As vidas e as obras dessas artistas estão imbricadas com as experiências da ditadura, do aprisionamento, do exílio, tortura, violência, censura e repressão, mas também com a emergência de uma nova sensibilidade”, enfatiza Cecília.
A exposição surge da percepção da curadoria e da Pinacoteca de que, apesar da relevância dessas artistas, elas não receberam o devido reconhecimento. “O vasto conjunto de obras produzidas por artistas latino-americanas e latinas tem sido marginalizado e abafado por uma história da arte dominante, canônica e patriarcal”, destacam as curadoras.
A exposição abriu ontem (18) para o público e fica na Pinacoteca, na Luz, região central da capital paulista, até HOJE dia 19 de novembro.
Fonte: Agência Brasil
Adaptação: CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN

sábado, 18 de agosto de 2018

HISTÓRIA NEGRA AMERICANA :"Negro History Week"


A história do Black History Month começa em 1915, meio século após a Décima Terceira Emenda

Abolir a escravidão nos Estados Unidos. Em setembro, o historiador treinado por Harvard, Carter G. Woodson e o prominente ministro Jesse E. Moorland, fundaram a Associação para o Estudo da Vida e da História do Negro (ASNLH), uma organização dedicada à pesquisa e promoção de conquistas de negros americanos e outros povos de Descendência africana. Conhecido hoje como a Associação para o Estudo da Vida e História Africano Americana (ASALH), o grupo patrocinou uma Semana Nacional da História Negra em 1926, escolhendo a segunda semana de fevereiro para coincidir com os aniversários de Abraham Lincoln e Frederick Douglass . O evento inspirou escolas e comunidades em todo o país a organizar celebrações locais, estabelecer clubes de história e performances e palestras de acolhimento.

A NAACP foi fundada em 12 de fevereiro de 1909, o centenário do nascimento de Abraham Lincoln. 

Foi em 1964, quando o autor James Baldwin refletiu sobre as deficiências de sua educação. “Quando eu estava indo para a escola”, ele disse , “comecei a ficar incomodado com o ensino da história americana porque parecia que aquela história havia sido ensinada sem o conhecimento da minha 

Os pensamentos de Baldwin ecoaram os de muitos antes e depois dele. Meio século antes, quando Carter G. Woodson teve a mesma frustração, eleestabeleceu as bases para o que seria o Mês Nacional da História Negra de hoje, observado em fevereiro.


presença”.


Desde então, todo presidente americano designou fevereiro como o mês da História Negra e aprovou


um tema específico. A Proclamação da Emancipação e a Marcha em Washington , marca os 150 e 50 aniversários de dois eventos fundamentais na história afro-americana.

Nas décadas que se seguiram, os prefeitos das cidades de todo o país começaram a emitir proclamações anuais, reconhecendo a Semana da História do Negro. No final da década de 1960, graças, em parte, ao Movimento dos Direitos Civis e a uma crescente consciência da identidade negra, a Semana da História do Negro evoluiu para o Mês da História Negra em muitos campus universitários.O presidente Gerald R. Ford reconheceu oficialmente o Mês da História Negra em 


1976, convidando o público a "aproveitar a oportunidade para homenagear as conquistas, muitas vezes negligenciadas, de negros americanos em todas as áreas de atividade ao longo da nossa história".

Um afro abraço.
Claudia Vitalino.

Fonte:wenciclopedia livre

Iniciadas as obras de reforma e modernização da Biblioteca Demonstrativa, em Brasília

O Ministério da Cultura está investindo R$ 1,764 milhão nas obras de reforma e modernização da Biblioteca Demonstrativa Maria Conceição Moreira Salles. O prazo de conclusão é de 180 dias (Fotos: Ronaldo Caldas/Ascom MinC)
Foram iniciadas as obras de reforma e modernização da Biblioteca Demonstrativa Maria Conceição Moreira Salles (BDB), feitas com investimentos de R$ 1,764 milhão do Ministério da Cultura (MinC).
A Engeste Engenharia, empreiteira responsável pela reforma, já começou a montagem do canteiro de obras. O prédio será isolado com tapumes para garantir a segurança das pessoas que transitam pelo local. A previsão é de que a obra seja concluída em 180 dias.
O projeto arquitetônico da nova Biblioteca Demonstrativa prevê a ampliação de sua área construída de 1.300 m² para 1.550 m², o que vai permitir a inclusão de mais banheiros e uma nova distribuição dos espaços, com a instalação de palco para eventos, brinquedoteca, área externa para leitura, espaço de contação de histórias, biblioteca acessível para cegos e lanchonete. Também serão construídas passagens ligando o edifício principal à área anexa, que será ampliada para receber mais acervo. Outra novidade do projeto é o uso de telhas termoacústicas, que reduzem o barulho externo e o uso de ar condicionado.
“Entregaremos uma biblioteca muito melhor à comunidade, mais ampla, melhor estruturada e com acervo mais diversificado”, ressaltou o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. Segundo ele, com as melhorias feitas, a BDB cumprirá o papel de ser referência no Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP).
A Biblioteca
Inaugurada em 20 de novembro de 1970, a Biblioteca Demonstrativa Maria Conceição Moreira Salles é uma das mais importantes salas de leitura da capital e um espaço cultural de referência. Fechada desde 2014, passou por obras de escoramento da marquise, troca de caixa d’água e nova instalação elétrica, concluídas em 2016.
As obras de reforma e modernização estavam previstas para 2017, mas a licitação foi suspensa por impugnação de licitante. Uma nova licitação foi aberta em fevereiro, da qual participaram 19 empresas. A Engeste Empresa de Engenharia do Centro-Oeste foi a vencedora e já recebeu do MinC a ordem de serviço para o início das obras.
Acervo
O acervo da Biblioteca Demonstrativa, com mais de 100 mil itens, foi transferido em 2017 do prédio da BDB para as instalações de empresa contratada, localizada no Setor de Indústria e Abastecimento, em Brasília. Todos os cuidados estão sendo tomados para que o acervo seja mantido em perfeito estado de conservação até que a reforma seja concluída. Além disso, o MinC está realizando análise do atual acervo para investir na aquisição de novos itens.
Enquanto a obra da BDB não é concluída, o Escritório de Direitos Autorais do Distrito Federal, que funcionava no prédio da Biblioteca, está em pleno funcionamento no Edifício Parque Cidade Corporate – SCS Quadra 09 Lote C Torre B, 10º Andar. O horário de atendimento é de segunda a quarta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 15h, e quinta-feira das 8h às 11h.
Fonte: BRASIL CULTURA

Autoridades exigem instituição do Sistema de Patrimônio Cultural aos presidenciáveis

Autoridades federais e municipais se reuniram quarta-feira (15), em Goiás, para a assinatura de um documento que será enviado aos candidatos à presidência com o objetivo de instituir o Sistema Nacional de Patrimônio Cultural. A intenção é que a medida seja implementada por meio de projeto de lei para inserir a requalificação de cidades e monumentos na agenda política do país.
O documento define as diretrizes de uma política transversal que trata do Patrimônio Cultural como ativo econômico, que gera renda, empregos e inclusão social. As obras de requalificação urbana, o fomento a linhas de investimento em imóveis privados de centros históricos, a criação de fundos de investimentos específicos em preservação e a capacitação técnica especializada são os principais pontos do pacto firmado.
“Vamos entregar para todos os candidatos à Presidência da República são as reivindicações das cidades”, assegurou Kátia Bogéa, presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A presidente do Iphan destacou o exemplo do PAC Cidades Históricas para demonstrar como ações de preservação são capazes de promover segurança pública, fomentar o turismo e gerar desenvolvimento sustentável.
O programa, que é o maior conjunto de investimentos já realizados no Patrimônio Cultural Brasileiro, prevê 424 obras em 44 cidades em 11 estados, totalizando R$ 1,6 bilhão em recursos do governo federal. Desde 2013, 53 ações foram concluídas e 71 seguem em execução, com projetos de infraestrutura que promovem uma verdadeira transformação nas cidades.
Além da presidente do Iphan, participaram do encontro os ministros do Turismo, Vinicius Lummertz, da Cultura, Sérgio Sá Leitão, do Meio Ambiente, Edson Duarte, e a secretária Nacional de Habitação, Maria do Socorro Gadelha, além dos representantes das prefeituras de 14 sítios considerados Patrimônio Mundial,
Também nesta quarta aconteceu a assinatura de um protocolo de intenções entre os ministérios do Turismo, Cultura, Meio Ambiente, Cidades e Iphan, para instituir a Política Nacional de Gestão Turística do Patrimônio Mundial no Brasil. Até dezembro, os ministros e a presidente do Iphan irão encaminhar ao Congresso um projeto de lei para criação da nova política.