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sábado, 27 de novembro de 2021

‘The Beatles: Get Back’: por que o documentário de Peter Jackson é uma obra-prima de 7 horas - Por DCM

 

poster documentário the beatles get back
Pôster do documentário The Beatles: Get Back

Por Ed Cumming

Nos últimos 18 meses, enquanto você fazia reuniões de trabalho pelo Zoom, Peter Jackson assistia aos Beatles. As sessões de Get Back, as primeiras gravações do que viria a ser o álbum Let It Be, são um capítulo notório na história do grupo. Em janeiro de 1969, a banda se instalou em um espaço cavernoso no Twickenham Studios para tentar gravar um álbum duas semanas antes de um show ao vivo.As circunstâncias não eram auspiciosas. Eles não tinham local para o show, nenhuma música para o álbum e não estavam se dando bem. Tendo desistido de se apresentar ao vivo após sua turnê pelos Estados Unidos em 1966, eles agora estavam se tornando cada vez mais experimentais – tanto com sua música quanto com seu consumo de substâncias.

Paul McCartney esperava que a experiência de tocar juntos novamente, como no início, representasse um retorno à sua antiga camaradagem. O cineasta Michael Lindsay-Hogg foi contratado para gravar o processo. Seu filme de 1970, Let It Be, sempre foi acusado de focar no negativo.

Com todo o material ainda disponível, grande parte sem uso, Jackson teve 60 horas de filme e 150 horas de áudio para montar sua peça. Ele contou com tudo o que aprendeu ao fazer They Shall Not Grow Old, seu documentário da Primeira Guerra Mundial de 2018.

O resultado é The Beatles: Get Back, um documentário de três partes que dura mais de sete horas, e que vai ao ar no Disney Plus em noites consecutivas esta semana. É um monumento aos Beatles, enorme e revelador, que atua como um baluarte contra os livros e artigos intermináveis sobre eles, simplesmente mostrando-os como eram. Em parte, é um corretivo, mas também é uma fortificação. Qualquer avaliação futura da banda e seus membros terá que se comparar com as pessoas que vemos aqui.

Ao longo dos 52 anos desde essas gravações, a acrimônia do período adquiriu uma qualidade mítica: Paulo se tornou tirânico, diz a história; George estava no limite; John estava alheio, chapado de heroína e Yoko; Ringo estava apático. A imagem que emerge dessa trilogia épica é menos explosiva e mais interessante.

Divisões surgem silenciosamente. McCartney é um líder relutante. “Estou com medo de ser o chefe”, diz ele. Mas se eles quiserem sair do marasmo e fazer o show, eles vão precisar de algumas músicas.

“Vocês não me irritam mais”, diz George. Eles sentem falta do empresário Brian Epstein, que impôs uma espécie de estrutura ao grupo, mas morreu de overdose em 1967. Apesar de toda a discórdia, você nunca sente que eles estão lutando um contra o outro. Eles passaram por tudo isso, esses caras, tão ligados por sua experiência compartilhada quanto qualquer esquadrão veterano.

Eles são uma parte tão importante da história da cultura pop que às vezes é chocante vê-los como pessoas reais, quatro rapazes fumando, conversando, pedindo drinques, mexendo nas guitarras. Os filmes resgatam McCartney, em particular, da imagem do fim da carreira de um crooner simplório. Aqui está ele como todo seu poder: jovem, frio, barbudo, determinado, quente em todas as cores.

Outro cineasta poderia se sentir pressionado a cortar a filmagem de forma mais dramática ou impor um sentido mais forte de sua própria narrativa às coisas. Seguro em sua reputação, Jackson se contenta em manter uma mão delicada no leme.

Uma reclamação comum dos documentários culturais é que você não consegue ver a mágica acontecer: bem, aqui está, dois gênios e meio e Ringo Starr sentados em uma sala, se xingando e ainda inventando músicas que significam algo para todos que você conhece.

As cenas são tão duradouras que, quando chegamos ao show no telhado em Savile Row, você se sente como se estivesse na banda. Há uma sensação de alívio à beira da euforia. Jackson deve estar exausto. Estaremos esperando ansiosos por sua sequência liderada por McCartney, The Lord of the Wings.

“Se contarmos a história como ela é, então teremos um documentário muito bom”, disse Michael a Ringo uma manhã, quando o baterista foi o primeiro a chegar ao estúdio. “Mas se estivermos nos escondendo, não teremos um documentário.”

Nas mãos de Jackson, eles têm um documentário muito bom.

Fonte: Diário do Centro do Mundo - DCM

Divulgada lista de candidaturas homologadas no projeto “Brasil, essa é a nossa praia!”

 

Dezesseis municípios brasileiros inscritos no projeto “Brasil, essa é a nossa praia!”, desenvolvido pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), tiveram suas candidaturas homologadas. A iniciativa escolherá nove municípios para a realização de atividades de gestão responsável, incentivando a adoção de boas práticas em sustentabilidade.

Todos os inscritos fazem parte do Mapa do Turismo Brasileiro; nas categorias A, B e C; e são banhados por águas federais (mares, rios e lagos). As atividades serão desenvolvidas entre os meses de dezembro de 2021 e dezembro de 2022. A lista das candidaturas homologadas pode ser conferida ao final da matéria.

“Temos incentivado ao máximo a estruturação e fortalecimento do Turismo Náutico em nosso país e não tenho dúvida que esse é um projeto que beneficiará toda a cadeia produtiva do setor, além de focar na preservação ambiental. Sabemos que o turismo de natureza é a grande tendência do pós-pandemia e esse projeto permitirá verificar as potencialidades e limitações destes espaços para fazermos uma ação planejada em benefício do desenvolvimento do turismo brasileiro”, afirmou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto.

Além da participação no Mapa do Turismo Brasileiro e de ser banhado por águas federais, que são pré-requisitos a participação na iniciativa, os interessados serão classificados a partir dos seguintes critérios: participarem do Programa Investe Turismo, preencherem o Termo de Adesão à Gestão de Praias (TAGP) e possuírem um plano de Gestão Integrada da Orla (PGI). Outros pontos a serem observado durante o processo classificatório serão a certificação de praias como o programa “Bandeira Azul” 2021/2022 e possuir Unidade (s) de Conservação em toda a extensão da Orla.

Essa chamada pública está alinhada ao Projeto Orla, desenvolvido pelo governo federal. É uma ação de planejamento, de ocupação responsável do território em benefício do turismo e da comunidade local. Os municípios, a partir da aplicação da metodologia do Projeto Orla, passam a ser responsáveis pela gestão da orla, com benefício socioeconômico para os destinos turísticos, que incorporam normas ambientais na política de regulamentação dos usos dos terrenos e marinha, buscando aumentar a dinâmica de mobilização social neste processo.

Os municípios selecionados desenvolverão atividades como: oficina virtual de capacitação sobre a metodologia do Projeto Orla para os gestores dos municípios; contratação de Facilitador do Projeto Orla para elaboração do Plano de Gestão Integrada (PGI) nos municípios; acompanhamento das oficinas do Projeto Orla, do processo de elaboração do PGI e da institucionalização do Comitê Gestor da Orla no município; curso em formato EAD sobre a gestão sustentável do turismo, voltado para gestores públicos e privados; encontro nacional de gestores dos municípios selecionados para troca de experiências e discussão e compartilhamento de boas práticas entre os municípios.

O resultado da seleção será divulgado na próxima semana. Após abertura do prazo para recurso, o resultado final será tornado público no dia 3 de dezembro.

Lista de cidades com candidaturas homologadas:

Barra do Garças (MT)

Barreirinhas (MA)

Cabo Frio (RJ)

Camaçari (BA)

Cruz (CE)

Ilha Bela 9SP)

Imbé (RS)

Itaparica (BA)

Natal (RN)

Osório (RS)

Paraty (RJ)

Praia Grande (SP)

Salvador (BA)

São Sebastião (SP)

Tibau (RN)

Vila Velha (ES)

Por Lívia Nascimento

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

EDUARDO VASCONCELOS: O aniversariante deste dia. Parabéns. - Obrigado, CLÁUDIO LIMA!

 

Aniversariante, EDUARDO VASCONCELOS - Radialista, blogueiro e atual presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN

O aniversariante desta sexta feira, 26 de novembro é o amigo e irmão, o radialista Eduardo Vasconcelos, "Dudu". Eduardo hoje é o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN que tem sede em Nova Cruz e representações em várias cidades do estado.

Politicamente Eduardo Vasconcelos é do diretório municipal do PC do B, ligado ao vice governador Antenor Roberto.

Eduardo, apesar de natalense, há décadas milita nas lutas estudantis, culturais e políticas e numa dessas atuações veio para Nova Cruz e aqui edificou família, casando-se com a professora Nizia Barbosa com a qual teve 2 filhos: Heitor e Heloísa e construiu profundos laços de amizade. 

Ele foi fundador da AMES (Associação Municipal dos Estudantes Secundaristas), da ANE (Associação Norteriograndense de Estudantes) e do CPC/RN (Centro Potiguar de Cultura). Foi candidato por duas vezes a vereador em Nova Cruz e tem um papel importante nas articulações partidárias e políticas na cidade. Saliento que todas as grandes lutas sociais ocorridas nestas três ultimas décadas, em Nova Cruz teve a participação direta ou indireta de Eduardo Vasconcelos, seja pessoalmente ou seja pelas entidades que ele articulou neste período.





Como radialista comandou vários programas de cunho educacional e cultural em várias rádios da região e comigo - Claudio Lima, Lenilson Cunha e Cid Arruda, dividiu por anos, a bancada do programa NAÇÃO NOVA CRUZ. Hoje Eduardo Vasconcelos e eu, apresentamos o programa "30 minutos com Cultura" pela rádio Agreste FM, 107,5 MHz, todos os sábados às 19h.


Parabéns amigo, muita paz e saúde para as lutas que nunca param em prol da juventude e do povo novacruzense. Nova Cruz te parabeniza!!!

Não é que voltou o veto a “criado-mudo”? Por Luis Felipe Miguel

 

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Veja a BBC Brasil

Não é que voltou o veto a “criado-mudo”? Por Luis Felipe Miguel. Foto: Reprodução/BBC

O cientista político Luis Felipe Miguel, da UnB, escreveu sobre a questão do termo “criado-mudo”. E também sobre seu veto. O texto saiu no Facebook. Entenda a análise dele.Veto ao ‘criado-mudo’?

Não é que voltou o veto a “criado-mudo”, com base numa etimologia sem pé nem cabeça, inventada numa campanha publicitária, remetendo a uma história absurda?

A lista de palavras vetadas, que li em reportagem da BBC Brasil atribuindo-as a uma cartilha da defensoria pública baiana, começava com “criado-mudo” e terminava com “escravo”.

A ideia é que a palavra “escravo” essencializa a condição do cativo, justificativa para substituí-la por “escravizado”. Mas aqui se revela uma compreensão bizarra do funcionamento da linguagem.

É uma espécie de cartesianismo linguístico, similar ao daqueles que querem abolir “risco de vida” e “gol de bola parada”, ainda mais estranho porque partindo de gente que, em geral, prega epistemologias “decoloniais” não eurocêntricas.

E, caso fosse assim, o operário teria que ser “operarizado”, pois ser explorado não define sua essência como ser humano. O bolsonarista viraria “bolsonarizado”, já que sua adesão à extrema-direita não está marcada na genética, mas é fruto de processos sociais. E assim por diante.

Outras palavras e expressões vetadas, citadas na reportagem, remetem a origens hoje já completamente esquecidas – mesmo aceitando que as narrativas explicativas são verdadeiras, o que está longe de ser pacífico. Ou alguém que fala “de meia tigela”, “feito nas coxas” ou “a dar com pau” está remetendo à escravidão?

É aquela crença numa espécie de homeopatia etimológica – à qual, aliás, converteu-se até Reinaldo Azevedo, no esforço desesperado para apagar seu passado recente de ultradireitista histriônico. Tal como nas beberagens do dr. Samuel Hahnemann, os sentidos originais das palavras continuam operantes e potentes, mesmo depois de séculos sendo apagados pelo uso.

Se fosse assim, seria impossível falar. A língua é atravessada por preconceitos, crenças falsas, hierarquias sociais. Mas as palavras se emancipam de suas origens.

Aliás, teríamos que recusar até “vacina”, já que a palavra, paradoxalmente, se associa ao gado – exatamente aqueles que resistem a ela!

Eu me pergunto qual é o ganho de recuperar sentidos que o uso apagou.

Para além de seu uso especializado, a etimologia era uma diversão de salão. Eu, Luís, podia espantar os convivas chamando um Clóvis de “meu xará”. Agora, tornou-se uma fábrica de tretas.

Que bom que não existe nada mais importante no mundo, que exija nossa atenção!

Enquanto isso, Patricia Hill Collins continua usando o verbo “denigrate” sem nenhum pudor. Imagino que não seja o caso de cancelá-la – ela, que se tornou um ícone do feminismo negro, reverenciada mesmo por muita gente que nunca a leu.

Em Black feminist thought, seu livro mais conhecido, a palavra aparece já no terceiro parágrafo. E permanece lá, ao longo das edições revisadas.

Tive a curiosidade de buscar a tradução brasileira.

“Societally denigrated categories”, que está já no prefácio, virou “categorias socialmente preteridas”, o que, francamente, não tem o mesmo peso. Pelo livro afora, todas as vezes, sem exceção, a palavra foi modificada na tradução.

É uma pena, porque seria interessante exibir uma estratégia diferente – na verdade, uma hierarquia de prioridades diferentes. Em vez de recuperar o substrato racista da palavra, tornando-o novamente ativo diante do público, a fim de estimular sua má consciência, o que Collins faz é aceitar o processo de neutralização do sentido originário. Assim, foca suas energias em outras coisas. Mais difíceis de serem enfrentadas, mais espinhosas, mas também provavelmente mais importantes.


EDUARDO VASCONCELOS - PRESIDENTE DO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN - ATIVISTA - RADIALISTA E BLOGUEIRO - FAZ ANIVERSÁRIO HOJE (26/11)

 

Eduardo Vasconcelos
Hoje (26) os parabéns vai para o radialista, , fundador do CPC-RN, blogueiro, ativista e atual presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, EDUARDO Henrique Félix de VASCONCELOS.

Que tudo de bom aconteça em sua vida, com paz, amor, saúde e muito mais!

São os votos dos que fazem a direção do CPC-RN e amigos/as.

És um LUTADOR INCANSÁVEL na defesa da CULTURA POTIGUAR!

PARABÉNS dos amigos e amigas!

Rabada Com Polenta

Brasil Cultura cantando “Toca de tatu, lingüiça, paio e boi zebu, rabada com angu, rabo-de-saia … (João Bosco & Aldir Blanc), apresenta deliciosa receita da culinária brasileira. Rabada com Polenta…

Ingredientes

RABADA:

- 2kg de rabo de boi
- 2 talos de salsão picados
- 2 cenouras raladas
- 1 cebola picadinha
- 1 ramo de alecrim
- Sal
- Buquê de pimenta calabresa, orégano e 4 cravos da Índia
- Cheiro verde a gosto
- 1 ramo de manjericão
- 1 copo de vinho branco seco
- 2 latas de molho de tomate sem pele e sem semente
- 1 maço de agrião (só no final do prato)

POLENTA:

- 3 litros de caldo de carne
- 500g de sêmola de milho
- Sal a gosto
- 2 colheres (sopa) de azeite
- 2 xícaras de queijo ralado

Modo de Preparo

RABADA:

Numa panela de pressão, cozinhe o rabo de boi com o salsão, as
cenouras e a cebola. A água deve cobrir tudo.

Quando o rabo começar a soltar do osso, escorra e reserve o caldo
para separar a gordura.

MOLHO:

Refogue numa panela grande com óleo a cenoura, o salsão e
cebola, tudo bem picadinho. Junte o rabo já cozido na panela e
acrescente o molho de tomates pelados e moídos.

Coloque o alecrim, o cravo, o manjericão, a pimenta calabresa, o
orégano, 1 copo de vinho branco e sal a gosto.

Tampe e deixe cozinhar por 30 minutos. No final, junte o agrião,
abafe e cubra com a polenta.

POLENTA:

Dissolva a sêmola na água e deixe cozinhar mexendo sempre.
Acrescente o sal e o azeite e mexa até dar ponto.

Quando a polenta estiver pronta, acrescente o cheiro verde e
polvilhe o queijo ralado.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Centenário Edgar Morin é marcado por publicação de livros sobre a sua obra

 
Além de ser um exímio Antropólogo, Filósofo, Historiador e Sociólogo, Edgar Morin, é uma testemunha viva dos principais avanços e mudanças sofridas pelo mundo ocidental nas últimas décadas. Neste ano, em 08 de julho, Morin completou cem anos de uma vida marcada pelas honrarias atribuídas às suas contribuições intelectuais para a contemporaneidade. Atualmente, o Francês é reconhecido por ser o maior pensador vivo dos séculos XX e XXI.
 
Entre os seus maiores feitos, está a atuação no âmbito Educacional. Em 1977, Morin propôs o conceito de ‘Complexidade’, no livro ‘O Método’, que foi fracionado em seis volumes publicados entre os anos de 1977 e 2012. A obra é considerada um grande marco na carreira do intelectual, dentre as dezenas de livros e artigos publicados em seu nome.
 
Objeto de estudo analisado por acadêmicos do mundo inteiro, Morin construiu um laço com a cidade do Natal. Este, que surgiu mediante o auxílio da professora titular do Centro de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Maria da Conceição de Almeida. Ceiça Almeida, como é mais conhecida, dedicou parte da sua trajetória acadêmica para a análise da vida e obra do escritor Francês, no ‘Grupo de Estudos da Complexidade’ (Grecom/UFRN). Dentre as suas cinco visitas à cidade, a quarta foi mencionada no seu último livro ‘Les souvenires viennent à ma reencontre’, ainda sem tradução para a Língua Portuguesa.
 
Em 2021, o Grecom/UFRN marcou a data do centenário Edgar Morin, com a publicação de duas obras que dialogam ente si. Como explica a sua Coordenadora Ceiça Almeida: “Os livros foram publicados pelo desejo do grupo de estudo da complexidade Grecom/UFRN, de fazer uma homenagem ao centenário de Edgar Morin”.
 
Muito entusiasmada, a pesquisadora se mostrou muito feliz com o resultado das obras. Segundo ela, os dois livros dialogam entre eles e por isso são vendidos juntos. Para ela, os livros permitem ao leitor abrir novas janelas e possibilidades para compreender o pensamento complexo pela pessoa de Edgar Morin.  
 
“No primeiro livro ‘Epistemologia da Complexidade’, de minha autoria, escolhemos cinco artigos sobre a obra de Edgar e a sua pessoa, ambos escritos por mim. Já o segundo título, ‘Palavras e Imagens: a cidade de Natal no centenário de Edgar Morin’, de autoria dos pesquisadores do Grecom/UFRN, Eugênia Maria Dantas e Josineide Silveira de Oliveira, expõem um conjunto de artigos que foram veiculados na imprensa local, digital e impressa em 2020.” Relatou Ceiça Almeida.
 
Apesar de já se encontrarem à venda na Livraria Cooperativa Cultural, os dois títulos serão lançados oficialmente na quinta-feira, 25 de novembro, às 19h30 no canal do Youtube do ADURN- Sindicato. Durante toda a semana do lançamento (de 22 a 26), os títulos sobre e de Edgar Morin estarão disponíveis com 20% e podem ser adquiridos presencialmente na livraria, pelo site ou pelo whatsapp 9864-1991 com entrega para a Grande Natal.
 
Serviço:
 
Lançamento das obras: “Para uma epistemologia da complexidade: em torno das ideias de Edgar Morin” e “Palavras e Imagens: a cidade de Natal no centenário de Edgar Morin”
Data: Dia 25 de novembro de 2021 
Horário/local: 19h30 - Canal do YouTube do ADURN-Sindicato


Fonte: Com informações da Livraria Cooperativa Cultural

Por Potiguar Notícias

Não ser racista não é suficiente! Por que é preciso ser antirracista?

 

Lançamentos da BN | José Maurício Nunes Garcia: biografia, de Cleofe Person de Mattos (2ª edição)

Fruto de coedição entre a Fundação Biblioteca Nacional e a Academia Brasileira de Música, a 2ª edição da biografia do padre-mestre José Maurício Nunes Garcia, de Cleofe Person de Mattos é motivo de uma instigante conversa com os professores de música André Cardoso e Carlos Alberto Figueiredo Pinto, com comentários de Jorge Teles, que acompanhou a produção editorial dessa edição pelo Centro de Pesquisa e Editoração.

O padre José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) foi o mais importante compositor brasileiro de seu tempo e tem lugar reservado na galeria dos grandes artistas nacionais, ao lado de tantos outros que viveram e produziram no Brasil a partir da segunda metade do século XVIII até as primeiras décadas do XIX.

Resultado final de exaustivas pesquisas em arquivos públicos e de irmandades religiosas, José Maurício Nunes Garcia. Biografia traça um panorama minucioso não só da vida do compositor e de sua produção artística, mas de um momento histórico fundamental para a formação da nação brasileira, que é o da transferência da capital de Salvador para o Rio de Janeiro, em 1763, até os primeiros anos do Brasil como país independente.

Cleofe Person de Mattos – eminente pesquisadora, cuja vida esteve diretamente relacionada ao padre-mestre durante mais de cinquenta anos, sendo referência em todo e qualquer assunto que diga respeito ao compositor – revirou arquivos no Brasil e exterior à procura de manuscritos ou até mesmo seguindo indícios e referências de obras desaparecidas. Além disso, inventariou e catalogou a obra do compositor, promoveu a edição de suas partituras e as interpretou em concertos e gravações.

Seu trabalho é a culminância, no século XX, das pesquisas musicológicas em torno da figura do padre José Maurício.   

      André Cardoso.

LANÇAMENTOS DA BN

Quinta-feira, 02 de dezembro, às 17h.

José Maurício Nunes Garcia: biografia, de Cleofe Person de Mattos

Com André Cardoso (ABM e EM-UFRJ) e Carlos Alberto Figueiredo Pinto (UNIRIO)

Comentários de Jorge Teles (Prefeitura de Niterói)

Acesse o canal do Youtube da FBN para acompanhar esse e outros eventos:

www.youtube.com/c/FundacaoBibliotecaNacional

O livro pode ser encontrado no formato digital na parte de Publicações do portal da Fundação Biblioteca Nacional:

https://www.bn.gov.br/producao/publicacoes/

André Cardoso é violista e regente graduado pela Escola de Música da UFRJ, com Mestrado e Doutorado em Musicologia pela UNIRIO. Recebeu, durante três anos, bolsa da Fundação Vitae para curso de aperfeiçoamento na Argentina, na Universidade de Cuyo (Mendoza) e no Teatro Colón de Buenos Aires. Em 1994, foi o vencedor do Concurso Nacional de Regência da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, passando a atuar à frente de conjuntos como as sinfônicas da Paraíba, de Minas Gerais, do Espírito Santo, de Campinas, do Teatro Nacional de Brasília, a Sinfônica Brasileira, a Petrobras Sinfônica e do Instituto Superior de Artes do Teatro Colón. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi maestro assistente da Orquestra Sinfônica entre 2000 e 2007 e diretor artístico da instituição nas temporadas de 2015 e 2016. Como pesquisador, publicou mais de vinte artigos em revistas especializadas, periódicos e anais. Em 2005 lançou seu primeiro livro, A Música na Capela Real e Imperial do Rio de Janeiro, premiado com o primeiro lugar no II Concurso José Maria Neves de Monografias da ABM. Em 2008 lançou A Música na corte de D. João VI. É professor de Regência e Prática de Orquestra da Escola de Música da UFRJ, da qual foi diretor por dois mandatos consecutivos, entre 2007 e 2015. É membro e Vice-Presidente da Academia Brasileira de Música, que presidiu entre 2014 e 2017, e coordenador do Sistema Nacional das Orquestras Sociais do Brasil, projeto desenvolvido pela Fundação Nacional de Artes (FUNARTE) e UFRJ.

Carlos Alberto Figueiredo Pinto é Doutor em Música pela UNIRIO e fez estágio pós-doutoral, no CESEM da Universidade Nova de Lisboa, com bolsa da CAPES. Foi professor na Graduação e Pós-graduação em Música da UNIRIO, tendo atuado também nos Programas de Pós-Graduação em Música da UFG e da UFSJ. É autor de vários livros focalizando a música sacra brasileira dos séculos XVIII e XIX, principalmente em seus aspectos editoriais e analíticos. Editou também várias obras de autores brasileiros e portugueses desse período, em diferentes projetos dos quais participou. Fez seus estudos de Regência Coral na Holanda, Alemanha e França. É regente do Coro de Câmera Pro-Arte desde 1976, e tem atuado como regente convidado dos coros da OSESP, Camerata Antiqua de Curitiba, Polifonia Carioca e Fundador, de Puebla, México. Sua produção artística inclui gravações de vários CDs com o Coro de Câmera Pro-Arte e com o Coro da OSESP, com destaque principalmente para a obra de José Maurício Nunes Garcia.

Jorge Teles é economista, formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mestre em Economia pela Universidade Federal Fluminense, e Doutor em Educação também pela UFF. Como professor universitário, atuou na Universidade Cândido Mendes e na Universidade Federal Fluminense. Servidor público da carreira de Especialistas em Política Pública e Gestão Governamental, exerceu suas funções nos Ministérios do Trabalho e Emprego, da Assistência Social, da Educação e da Cultura, bem como na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Como pesquisador social trabalhou no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e no Observatório do Mercado de Trabalho - MTE. No Ministério da Assistência Social desempenhou o papel de gerente de projetos de avaliação de programas sociais. No Ministério da Educação exerceu as funções de Coordenador-Geral de Avaliação Educacional, Diretor de Avaliação e Informações Educacionais e Diretor de Políticas de Educação de Jovens e Adultos. Na Secretaria de Direitos Humanos foi Coordenador-Geral de Informações e Indicadores em Direitos Humanos. No Ministério da Cultura, foi Coordenador-Geral de Economia do Livro. Chefiou o Departamento de Educação do SESC Nacional. Na Fundação Biblioteca Nacional, atuou com políticas de livro e leitura e na coordenação-geral e de pesquisa do Centro de Pesquisa e Editoração. Atualmente é Diretor de Avaliação de Políticas Públicas, na Secretaria de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão da Prefeitura de Niterói (RJ).

Fonte: Biblioteca Nacional