Auto definida como "uma mulher de origem periférica, nordestina e latina. Fui operária de chão de fábrica, bancária, alfabetizadora popular, professora de jovens e adultos, militante do PCdoB, sindicalista. Neta, mãe e filha de mulher. Sou uma poeta livre. E esta é a minha melhor biografia", Patrícia Porto vem se destacando no cenário literário em diversos gêneros. Maranhense que mora em Niterói (RJ) é professora universitária e mestra e doutora em Políticas Públicas e Educação. Lançou livros elogiados como “Cabeça de Antígona” (Editora Reformatório, 2017), “Casa de bonecas para elefantes” (Editora Patuá, 2019 e segunda edição pela Penalux), “A memória é um peixe fora d´água” (Editora Penalux, 2019) e está lançando o livro de poesias “O ano do cão”, também pela Penalux. Nesta entrevista, ela falou sobre sua produção, machismo no mercado editorial, gênero e papel social da literatura. Confira:
Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...
segunda-feira, 11 de abril de 2022
Patrícia Porto: “A literatura tem um papel social dos mais relevantes, faz girar os saberes”.
Bibliotecas Marechal Rondon e Curt Nimuedajú planejam renovar seus acervos
A biblioteca Marechal Rondon, localizada no Museu do Índio, órgão científico cultural da Fundação Nacional do Índio (Funai) do Rio de Janeiro, realizará a compra de novos livros para seus acervos juntamente com a biblioteca Curt Nimuedajú, localizada na sede da fundação, em Brasília.
Criada em 1953, junto com o Museu do Índio, a biblioteca Marechal Rondon é referência nacional e internacional para estudantes e pesquisadores de todas as idades e para os servidores da própria Funai. A informação museológica é uma produção multifacetada e a missão da biblioteca, enquanto unidade de informação, é a salvaguarda e disseminação de informações de natureza etnológica, dando visibilidade aos povos indígenas do Brasil e atuando no combate ao preconceito.
O Serviço de Gestão de Bibliotecas (SEBIB) da Funai solicitou, na última terça-feira (5), que os servidores da Funai indiquem até 5 livros de seu interesse visando à promoção da disseminação das culturas indígenas, objetivando promover a aquisição de obras de autores e autoras indígenas. A solicitação deve ser feita por meio deste formulário.
Para saber se o livro desejado já se encontra nos acervos das bibliotecas, faça sua busca:
Fonte: www.gov.br
domingo, 10 de abril de 2022
Agendamentos: Consulta ao Acervo e Visita Guiada - BIBLIOTECA NACIONAL
A Biblioteca Nacional reabriu ao público, com novas dinâmicas de funcionamento. Inicialmente, funcionará de segunda a sexta-feira, no horário de 12 às 16h. Serão adotadas diversas medidas necessárias para garantir uma visitação segura e adequada ao nosso público. Será necessário agendar previamente a pesquisa e a visita orientada.
Consulte nossos Protocolos de Segurança e Prevenção da Covid-19: https://www.bn.gov.br/sites/default/files/documentos/institucionais/dema...
Agendamento – Consultas ao acervo:
https://www.bn.gov.br/acontece/noticias/2022/03/agendamento-consultas-ao...
Agendamento – Visita guiada:
https://www.bn.gov.br/acontece/noticias/2022/03/agendamento-visita-guiada
Fonte: BIBLIOTECA NACIONAL
MPT processa família que manteve idosa em situação análoga à escravidão por 50 anos
O Ministério Público do Trabalho de São Paulo
(MPT-SP) processou uma família de classe média alta de Santos, litoral
paulista, por submeter uma empregada doméstica a situação análoga à escravidão
durante 50 anos. A denúncia foi feita por uma vizinha que gravou as ofensas
contra a idosa, que nunca recebeu salário nem benefícios trabalhistas.
Segundo investigação, a senhora de 89 anos, resgatada pela
Polícia Civil em um apartamento no bairro do Gonzaga, região nobre de Santos,
era, inclusive, impedida de sair sozinha, a não ser para fazer tarefas para a
família, sofria abusos físicos, psicológicos e verbais por parte da patroa e de
suas filhas.
O caso chegou ao MPT por meio da 2ª Vara do Trabalho da cidade,
e veio à tona por meio de denúncia à Delegacia de Proteção às Pessoas Idosas.
Na ação, o MPT pede o bloqueio de bens dos réus em R$ 1 milhão,
para o pagamento de danos morais coletivos, assim como o reconhecimento de que
submeteram a vítima a condições degradantes.
A vítima, que é uma mulher negra, disse à Justiça que perdeu sua
carteira de identidade na época do início do trabalho e que foi
"contratada" após a promessa de que os patrões a ajudariam a
providenciar uma nova, o que nunca aconteceu. De acordo com o MPT, ela foi
admitida nos anos 1970 como empregada doméstica.
Nos últimos anos, a saúde da empregada doméstica piorou, e a
violência física e psicológica se intensificou. As filhas da patroa proferiam
xingamentos e humilhações constantes aos gritos contra ela, que relatou ter
sofrido, também, agressões físicas, como "tapas e socos".
A vítima está agora aos cuidados de parentes, que foram
localizados pela delegacia após investigação policial.
O caso corre em segredo de Justiça, e não foi possível obter o
nome dos acusados nem contatar sua defesa, segundo o jornal Folha de São Paulo.
De acordo com o MPT, as duas filhas da empregada doméstica a
procuraram nesses 50 anos, sem saber se a mãe estava viva ou morta.
MPT pede também o bloqueio dos bens de todas as filhas,
inclusive do inventário das falecidas. Também pede o bloqueio de bens do marido
de uma das filhas, que administrava a pensão e os bens da sogra.
Com informações da Folha de S. Paulo.
O Brasil rompe relações diplomáticas com a Alemanha
A participação do Brasil na Primeira Guerra Mundial foi estabelecida em abril de 1917, após os alemães terem afundado navios brasileiros.
Seis meses depois, o Brasil declarava guerra ao Império Alemão e mandou enfermeiras, médicos e aviadores que fizeram missões de observação no Mar Mediterrâneo.
Contexto Histórico
Quando a Primeira Guerra Mundial foi deflagrada em 28 de julho de 1914, o Brasil adotou uma postura neutra em 4 de agosto de 1914. A posição brasileira seguiu a decisão dos EUA, que também declarou a neutralidade na primeira fase do combate.
A atitude brasileira refletia a tendência diplomática iniciada com o marechal Hermes da Fonseca (1850 – 1923) à frente do Ministério da Guerra.
Havia um intenso intercâmbio político e comercial entre Brasil e Alemanha. O Brasil enviava oficiais brasileiros para servirem no Exército alemão, que era considerado o mais bem preparado e organizado da época. Por sua parte, o governo brasileiro adquiria armas de empresas alemãs.

Além disso, o país contava com uma quantidade considerável de imigrantes alemães no sul do país. Assim sendo, o Brasil entendeu que não havia motivo para se envolverem no conflito europeu.
Leia mais Primeira Guerra Mundial
Declaração de Guerra à Alemanha
A mudança de postura começou em 10 de abril de 1917, após um submarino alemão torpedear e afundar o navio brasileiro Paraná. Diante disso, o Brasil rompeu relações diplomáticas com a Alemanha.
Fonte: Portal BRASIL CULTURA
sábado, 9 de abril de 2022
Classe trabalhadora aprova agenda para derrotar Bolsonaro e reconstruir o Estado brasileiro
Publicado 08/04/2022 - Atualizado 09/04/2022
Aconteceu na última quinta-feira (7) a Conferência da Classe Trabalhadora (Conclat), que reuniu as centrais sindicais CTB, CUT, Força Sindical, UGT, CSB, Nova Central, Conlutas, Intersindical e Pública. Os trabalhadores e trabalhadoras aprovaram a Pauta da Classe Trabalhadora, documento em defesa de emprego, direitos, democracia e vida que agora será apresentado aos presidenciáveis de 2022, e aos representantes no Congresso Nacional, Senado e Supremo Tribunal Federal.

Para o presidente da CTB, Adilson Araújo, a Conclat foi um momento de reflexão, cujo objetivo é promover a consciência da classe trabalhadora, a fim de caminhar para a construção de um novo governo, mais democrático e popular. “A vida não está boa nem pra você, nem pra ninguém, o desemprego é avassalador, ronda os lares das famílias brasileiras, o preço do botijão de gás, da gasolina, a carestia dos alimentos há de provocar uma indignação, um clamor por mudanças urgentes. A Conclat serviu também para promover a consciência da nossa classe trabalhadora tão sofrida, objetivando evidentemente caminhos que possam justificar o alcance de um governo democrático e popular para que o povo tenha o direito de ser feliz”.
Desde o golpe de 2016, que derrubou a presidenta eleita Dilma Rousseff, a condição de vida dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras piorou, e muito. O desemprego atinge o maior índice das últimas décadas, com quase 20 milhões de desempregados, a inflação é a maior em 28 anos, o preço dos alimentos, do combustível e do gás de cozinha penalizam não só os mais pobres, mas a classe trabalhadora como um todo. O documento aprovado nesta Conclat traz uma série de propostas que buscam reverter esse quadro desastroso e apontam para um futuro com estabilidade financeira e social, direitos garantidos e soberania popular.
Segundo o secretário geral da CTB, Ronaldo Leite, “a Conclat 2022 buscou apresentar uma nova agenda da classe trabalhadora de reconstrução do Estado, de combate ao desemprego, combate à política que o governo Bolsonaro vem desenvolvendo de desmonte do Estado. Daqui em diante nós teremos não só os encontros estaduais dos trabalhadores, como também vamos travar uma batalha ao longo deste ano de 2022 que será a disputa pela retomada do nosso país”.
O lema da Conclat foi “emprego, direitos, democracia e vida”, e segundo Leite, é o resultado da unidade das centrais sindicais que têm como principal desafio este ano derrotar Bolsonaro e defender os direitos da classe trabalhadora. Agora, com este documento em mãos, os dirigentes sindicais partem rumo à Brasília para defender os direitos da classe trabalhadora frente às autoridades pertinentes. Eles participam, na próxima segunda-feira (11), do lançamento das Agendas Legislativa e Jurídica das Centrais Sindicais, a ser realizado na Câmara Federal e no Senado, com a presença dos presidentes das Casas, Arthur Lira, e Rodrigo Pacheco, respectivamente. O evento será transmitido através das redes oficiais das centrais, entre elas a CTB, bem como pela TV Senado.
Fonte :CTB NACIONAL
Atos #BolsonaroNuncaMais deste sábado (9) já estão confirmados em 60 cidades - Escrito por: Redação CUT
Tenes1) Protestos organizados por movimentos populares e centrais
sindicais, entre elas a CUT, são contra a carestia, o aumento dos preços dos
alimentos, contra a fome e o desemprego.
Brasileiros e
brasileiras estão organizados para ocupar as ruas de várias cidades, neste
sábado, 9 de abril, para protestar contra o governo de Jair Bolsonaro (PL),
responsável pela disparada da inflação, altas taxas de desemprego e de trabalho
precário, sem direitos e a volta da fome e da miséria.
Os atos #BolsonaroNuncaMais, organizados por
entidades como a CUT e movimentos populares que integram as frentes Brasil
Popular e Povo Sem Medo já estão confirmados em 60 cidades (veja relação
abaixo).
“Este ano é um ano decisivo para as nossas vidas, é
o ano que vai definir que futuro queremos para o nosso país, para nós, nossas
famílias e todo o povo brasileiro”, alerta Secretária0Geral da CUT, Carmen
Foro.
“Por isso, estar nas ruas protestando e denunciando
o governo Bolsonaro, além de um ato de resistência é um ato de conscientização
da população sobre a tragédia que vivemos”, complementa a dirigente.
E motivos para protestar não faltam, é carestia, é
falta de trabalho decente e bem remunerado, a fome que afeta mais de 20 milhões
de brasileiros, os altos preços dos combustíveis que se refletem em toda a
economia brasileira corroendo cada vez mais o poder de comprar dos brasileiros,
em especial os mais pobres, pontua Carmen.
“O Brasil vive hoje o pior momento de sua história,
um período que começou com o golpe de 2016 contra Dilma Rousseff e que fez o
país chegar no fundo do poço com Bolsonaro. Nunca o pais foi tão assolado por
ataques a direitos, falta de investimentos no básico como saúde, nunca tivemos
um presidente que fosse tão desumano como Bolsonaro. Basta ver o enfrentamento
à pandemia”, diz a Secretária-Geral da CUT.
Veja os locais onde
manifestações já estão confirmadas
Acre:
Rio Branco - Mercado Velho, 16h
Alagoas
Maceió - Praça dos Martírios, 9h
Amapá
Macapá - Praça da Bandeira, 16h
Bahia
Salvador – Concentração no Campo Grande, 14h
Ilhéus - Praça do Teatro no Centro Histório, às 12h
Itabuna - Praça Adami, às 9h
Feira de Santana – Estacionamento em frente à prefeitura, 8h30
Ceará
Fortaleza - às 15h, na Praça Portugal
Distrito Federal
Brasília – Museu da República, 16h
Goiás
Goiânia, a concentração será às 16h na Praça do Trabalhador.
Jataí - Praça Tenente Diomar Menezes- às 8h
Rio Verde - Rotatória do Cristo Redentos, às 9h
Minas Gerais
Belo Horizonte, ato será na- Praça Afonso Arinos, ás 9h30.
Barbacena – Praça São Sebastião, 8h30
Juiz de Fora - Parque Halfel, às 10h
Montes Claros - Mercado Municipal, às 8h
Mato Grosso do Sul
Campo Grande, a concentração do ato será Avenida
Afonso Pena esquina com a Rua 14 de Julho, às 9h.
Maranhão
São Luís – Praça João Lisboa, 9h
Imperatriz – Calçadão, Centro, 9h
Santa Inês – Praça das Laranjeiras, 8h
Pará
Belém - Escadinha da Presidente Vargas, às 8h
Paraíba
João Pessoa - Ponto dos Cem Réis, 9H
Paraná
Em Curitiba, capital paranaense, o ato irá ocorrer na Praça Generoso
Marques, com concentração às 14h30.
Cascavel – Em frente a Catedral, 9h
Foz do Iguaçu - Praça da Bíblia, às 18h
Umuarama – Praça Arthur Thomas, 10h
Turvo: Praça 31 de Outubro, às 14h
Pernambuco
Recife - a concentração ocorrerá no Parque Treze de
Maio, Rua Santa Isabel, a partir das 09h. O final da caminhada será na Praça do
Carmo.
Piauí
Teresina - ato na Praça da Liberdade, ás 8h.
Paranaíba - ato em frente à UFDPar,l às 8h30
Rio Grande do Norte
Natal - ato será às 8h00, na Praça Gentil Ferreira,
no Alecrim.
Rio Grande do Sul
Na capital gaúcha haverá concentração, às 15h, no Largo Glênio Peres,
seguido de caminhada até o Largo Zumbi dos Palmares, com a participação de
trabalhadores, trabalhadoras, estudantes, desempregados, donas de casa e
população em geral.
Caxias do Sul - Praça Dante Alighieri, às 9h30
Novo Hamburgo – Praça do Imigrante, 10h
Pelotas – Mercado Público, 10h
Rio Grande - Largo Dr. Pio, Centro, às 10h
Santa Maria – Praça Saldanha Marinho, 14h
São Leopoldo - Estação São Leopoldo, às 14h
Santana do Livramento - Parque Internacional, às 9h30
Tramandaí - Praça da Tainha, às 15h
Rio de Janeiro
No Rio, a concentração começa às 10h, na Candelária
e caminhada até a Cinelândia.
Campo dos Goytacazes – UFF Campos, 9h
Santa Catarina
Em Florianópolis, ato será no Largo da Alfândega, às 9h.
Joinville – Praça da Bandeira, 14h
São Paulo
Na capital paulista, a manifestação está prevista
para ocorrer na Praça da República, no centro, com concentração a partir das
14h.
Carapicuíba - Calçadão da Av. Rui Barbosa | 10h
Botucatu – Praça do Bosque, 14h
Jaguariúna – Campinas Largo do Rosário, 9h
Marília – Praça da Ilha, em frente a Galeria Atenas, 9h30
Mogi das Cruzes - Largo do Rosário, às 10h
Osasco – Estação de Osasco, 12h30
Ribeirão Preto – Esplanada Theatro Pedro II, 9h
Santos - Estação da Cidadania, Av. Ana Costa 340, às 16h
São Carlos - Ato às 9h (local a confirmar)
Estação da Cidadania, Av. Ana Costa 340, 16h
São Vicente – Praça Barão, 10h
Sorocaba - Boulevard Braguinha x Barão de Rio Branco, às 9h30
Sergipe
Em Aracaju, o ato será na Praça Eventos do Mecardo,
no central da capita sergipana, às 8h.
Outros países
Suíça
Zurique: Flashmob e ato Rua ao lado da casa do Povo em frente a praça
Nenhuma a Menos. Klimarkirche, Wibichstrasse 43, ZH | 17h (horário local) .
Fonte: CUT NACIONAL
Dia do Jornalista - " OCORRIDO NA ÚLTIMA QUINTA-FEIRA (7)".
O Dia do Jornalista é comemorado anualmente em 7 de Abril.
A data homenageia o trabalho dos profissionais da mídia, responsáveis por apurar fatos e levar as informações sobre os acontecimentos locais, regionais, nacionais e internacionais para as pessoas, de maneira imparcial e ética. Seja na rádio, na televisão ou nos jornais impressos, o jornalista deve sempre trabalhar tendo como base a imparcialidade e fontes de informação confiáveis.
Origem do Dia do Jornalista
O Dia do Jornalista foi criado pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) como uma homenagem a Giovanni Battista Libero Badaró, importante personalidade na luta pelo fim da monarquia portuguesa e Independência do Brasil.
Giovanni Badaró foi médico e jornalista, e foi assassinado no dia 22 de novembro de 1830, em São Paulo, por alguns dos seus inimigos políticos. O movimento popular que se gerou por causa do seu assassinato levou D. Pedro I a abdicar do trono em 1831, no dia 7 de abril, deixando o lugar para seu D. Pedro II, seu filho, com apenas 14 anos de idade.
Foi só em 1931, cem anos depois do acontecimento, que surgiu a homenagem e o dia 7 de abril passou a ser Dia do Jornalista.
Foi também no dia 7 de Abril que a Associação Brasileira de Imprensa foi fundada, em 1908, com o objetivo de assegurar aos jornalistas todos os seus direitos.
Mensagens e Frases para o Dia do Jornalista
“Mais do que transformar os fatos em notícias, você é responsável por perpetuar os acontecimentos na história.”
“Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade.” (George Orwell).
Fonte: Portal BRASIL CULTURA

