Foto: Reprodução
Fonte: Agência Brasil
Com: POTIGUAR NOTÍCIAS
Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...
Foto: Reprodução
Fonte: Agência Brasil
Com: POTIGUAR NOTÍCIAS
PNC vale só até 2022 e ainda não existe proposta para sua revisão
O Projeto de Lei 966/22 amplia para 13 anos, até 2023, o prazo de vigência do Plano Nacional de Cultura (PNC). O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei 12.343/10, que instituiu o PNC inicialmente por dez anos. Esse prazo acabou estendido para 12 anos em razão da pandemia de Covid-19 (Lei 14.156/21).
“Uma proposta para revisão do PNC ainda não foi apresentada, o que justifica a prorrogação do instrumento atual”, disse o autor do projeto de lei, deputado Marcelo Calero (PSD-RJ). Ele lembrou que essa revisão demandará amplo debate entre setor público e sociedade, conforme previsto na lei que instituiu o plano.
O PNC aponta estratégias e ações para a política cultural do País. A lei define princípios e objetivos para doze anos (2010-2022), discrimina os órgãos responsáveis pela condução das políticas e define critérios de financiamento.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Traga suas lutas e
seus sonhos para o 44º Congresso da UBES, entre 12 e 15 de maio, em Brasília.
Confere o que mais não pode faltar na bagagem.
Tá chegando o 44º Congresso da UBES, que acontece entre 12 e 15 de maio, em Brasília com milhares de secundaristas do Brasil todo para organizar a luta pela educação…
Esquece! Mas calma, primeiro vamos repassar tudo que é preciso levar para uma experiência inesquecível.
É muito importante, para maior comodidade de todos e todas, que cada participante faça sua parte para fazer tudo dar certo. Vamos mostrar que secundarista é coletividade e organização.
Leia também: Tudo que você precisa saber para ir ao 44º CONUBES
Se liga aqui no que precisa levar:
São necessários para o credenciamento e retirada de crachás na chegada

Vamos garantir a segurança sanitária com os cuidados ainda recomendados

Você pode baixar aqui embaixo, pedir para um/a responsável ler, assinar e reconhecer firma. A pessoa responsável pela caravana deve assinar também.

A hospedagem será em alojamentos organizados pela UBES e os itens necessários ficam por conta de cada participante

Lembrar de xampu, sabonete, toalha de banho, escova, pasta de dente e protetor solar.

Assim, você se mantém hidratado ao longo das atividades e evita o contágio por coronavírus nos bebedores.

Os alojamentos são monitorados por seguranças profissionais e têm acesso restrito, mas é bom garantir a segurança dos seus pertences pessoais. O evento não se responsabiliza por eventuais objetos perdidos.

São bem vindos instrumentos, bateria, bandeiras… Não esquece também caderno e caneta para anotar tudo!

Tá chegando o 44º Congresso da UBES, que acontece entre 12 e 15 de maio, em Brasília com milhares de secundaristas do Brasil todo para organizar a luta pela educação… Exquece! Mas calma, primeiro vamos repassar tudo que é preciso levar para uma experiência inesquecível.
É muito importante, para maior comodidade de todos e todas, que cada participante faça sua parte para fazer tudo dar certo. Vamos mostrar que secundarista é coletividade e organização.
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A hospedagem será em alojamentos organizados pela UBES e os itens necessários ficam por conta de cada participante

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Assim, você se mantém hidratado ao longo das atividades e evita o contágio por coronavírus nos bebedores.

Os alojamentos são monitorados por seguranças profissionais e têm acesso restrito, mas é bom garantir a segurança dos seus pertences pessoais. O evento não se responsabiliza por eventuais objetos perdidos.

São bem vindos instrumentos, bateria, bandeiras… Não esquece também caderno e caneta para anotar tudo!

No
Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no
segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente
Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e
lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa.
Vamos entender um pouco mais sobre a história do Dia das Mães.
Encontramos
na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos
prestavam homenagens à deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os
gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem homenagens
à deusa.
Os
romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com
a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias (entre
15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele,
mãe dos deuses.
Porém,
a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo.
Era uma celebração realizada em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.
Mas uma
comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra
do século XVII. Era o “Domingo das Mães”. Durante as missas, os filhos
entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de
casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia
destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos
atualmente.
Nos
Estados Unidos, a ideia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em
1904, por Anna Jarvis. A ideia de Anna era criar uma data em homenagem a sua
mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços
comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha
deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano.
A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional, foi aprovada pelo
presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram
o exemplo e incluíram a data no calendário.
Após
estes eventos, a data espalhou-se pelo mundo todo, porém ganhando um caráter
comercial. A essência da data estava sendo esquecida e o foco passou a ser a
compra de presentes, ditado pelas lojas e pelo marketing, com objetivos
meramente comerciais. Este fato desagradou Anna Jarvis, que estava muito
desapontada em ver que o caráter de solidariedade e amor da data estava se
perdendo. Ela tentou modificar tudo isso. Em 1923, liderou uma campanha contra
a comercialização desta data. Embora com muita repercussão, a campanha pouco
conseguiu mudar.
Fonte: Portal BRASIL CULTURA
A
tragédia grega é uma instituição político-social de cunho democrático – uma
reflexão que a cidade faz sobre o nascimento da democracia
Entre os séculos 5 e
4 antes de Cristo, a Grécia encena suas maiores tragédias. Como gênero teatral,
a tragédia é encenada em dois espaços: o palco (onde
ficam os atores profissionais que, falando em prosa, representam deuses, heróis
e heroínas); e o coro (onde ficam o grupo de pessoas que não
são atores profissionais e que, cantando em verso, narram e comentam o que se
passa no palco).
A palavra
encontra-se, assim, dividida – a prosa no palco e o verso no coro. O que
significa essa divisão da palavra? Que a tragédia é uma instituição
político-social de cunho democrático – uma reflexão que a cidade faz sobre o
nascimento da democracia. No palco, estão deuses e personagens do mundo
aristocrático – reis, rainhas, príncipes e suas famílias, definidos pelos valores
da aristocracia, isto é, pela coragem na guerra, pela beleza física ou pelos
laços de sangue ou de família.
Mas o coro é um
colégio de cidadãos, que, comentando as ações que transcorrem no palco, avalia,
julga e dialoga com as personagens aristocráticas. Dessa maneira, a divisão
cênica da palavra visa marcar a diferença entre o passado aristocrático (que
está no palco) e o presente democrático (que está no coro).
Uma
das funções políticas da tragédia é mostrar que a lei da sociedade
aristocrática precisa – e pode – ter um fim
Que ação se
desenvolve no palco? Uma sequência de crimes sangrentos impostos pela lei da
aristocracia, que exige que um crime sangrento no interior da família seja
vingado por outro crime igualmente sangrento no seu interior. O ponto inicial
da tragédia é sempre um parricídio (como no caso de Édipo), um fratricídio
(como no caso de Antígona), um infanticídio (como no caso de Ifigênia), um
adultério seguido de assassinato (como no caso de Medeia) e assim por diante.
Esse crime inicial
narra a exigência imposta pelos deuses de que ele seja vingado por um outro
crime tão sangrento quanto ele. Ora, esse novo crime, por sua vez, exige
reparação por meio de um novo crime sangrento. A sequência de crimes sangrentos
no interior da família é interminável, revelando que a lei de uma sociedade
aristocrática pertence a um espaço privado, a família, e se realiza como
vingança sem fim. Uma das funções políticas da tragédia é mostrar que essa lei
precisa – e pode – ter um fim.
De fato, as tragédias
costumam ser escritas formando trilogias. Na terceira peça, os deuses – que
desde a primeira determinaram a obrigatoriedade da vingança – se reúnem e
discutem se, afinal, devem continuar impondo essa lei aos mortais ou se cabe
aos mortais julgar os próprios mortais, criando suas leis e seus tribunais.
Representação
da deusa Atena no Partenon
Os deuses decidem que
os mortais julguem os mortais, passando do espaço privado da família para o
espaço público da cidade. Assim, por exemplo, na terceira peça da
trilogia Oréstia, de Ésquilo, a deusa
Atena recomenda aos atenienses, seu povo, que assumam a responsabilidade
pública pela Justiça:
“Cidadãos de Atenas, como ireis
julgar agora, pela primeira vez, um crime sangrento, escutai a lei do vosso
tribunal. Sobre esse rochedo de ares, doravante sentar-se-á perpetuamente o
tribunal, que fará ouvir o julgamento de todo homicídio. Este rochedo é chamado
de Areópago. Aqui, o deus Respeito e seu irmão, o deus Temor, noite e dia,
igualmente manterão os cidadãos longe do crime enquanto conservarem inalteradas
as leis. Não mancheis a pureza das leis com a impureza dos estratagemas.
Guardai bem e com reverência a vossa forma de governo. Nem anarquia, nem
despotismo – eis a regra que aconselho à cidade observar com respeito.”*
(Texto
baseado em palestra proferida pela autora no mini-curso “Democracia: história,
formas e possibilidades”, promovido pela Boitempo em outubro de 2019).
Fonte: Portal BRASIL CILTURA
Por Thaisa Daiane Silva
Ser mãe significa muito mais do que qualquer frase poderia expressar. Mas expressamos todo o sentimento por aquelas que nos deram a vida. E vamos muito além, porque ser mãe é como ser aquela que cultiva, planta, semeia e o mundo colhe as flores e os frutos.
Porque ser mãe é muito mais do que sofrer no paraíso. Mãe sofre quando as filhas e os filhos estão sofrendo. Mãe sorri, mesmo que não esteja alegre para que o dia de suas crianças seja melhor. Muito mais do que isso, mãe resiste e luta por suas filhas e filhos.
Por isso, ser mãe, é ser guerreira. E estar na labuta para transformar o mundo. Construir um futuro com mais qualidade de vida. Um futuro onde possamos viver sem medo de sermos felizes. Um mundo onde não haja discriminações, preconceitos, ignorância, ódio e violência.
Toda mãe trabalhadora, sabe que o futuro de seus filhos depende da nossa luta de hoje por uma educação pública inclusiva, democrática e de qualidade. A felicidade depende do respeito pelas mulheres no mundo do trabalho, nas ruas, no transporte público, nas redes sociais, enfim em todos os lugares.
“A felicidade é uma arma quente”, como cantaram os Beatles, mas uma arma que nos ajuda a encaminhar as crianças e jovens para uma vida com dignidade, sabedoria, paz, amor, segurança. Mas também com moradia decente, alimentação saudável e suficiente para o pleno crescimento.
Ser mãe é tudo isso e muito mais. Ser mãe é saber resistir à opressão e enfrentar o mundo para construir o novo. E o novo sempre vem, como canta Belchior. Ser mãe, é ser guerreira. Mãe é o maior amor do mundo.
Thaisa Daiane Silva é secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag) e secretária de Jovens e Políticas Sociais da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Mato Grosso do Sul (Fetagri-MS).
Fonte: CTB NACIONAL
Bolsonaro vetou integralmente legislação que previa recursos à
cultura até 2027. Autores da proposta, Jandira Feghali, Alice Portugal e
Renildo Calheiros prometem mobilizar categoria e parlamentares em defesa da
cultura
A edição de ontem, quinta-feira (5) do Diário Oficial da União
(DOU) veio com o veto integral à Lei Aldir Blanc 2. Dessa forma, o presidente
Jair Bolsonaro impede a valorização da cultura no país. Autores da proposta, os
deputados Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Alice Portugal (PCdoB-BA) e Renildo
Calheiros (PCdoB-PE) reagiram à decisão e afirmam que vão trabalhar para
derrubar o veto imposto pelo presidente da República.
“O veto só demonstra que Bolsonaro tem a cultura como alvo. É
tecnicamente vazio e agressivo com os estados e municípios e também com o
Congresso Nacional. A experiência da Lei Emergencial Aldir Blanc já mostrou que
a descentralização é o que funciona e este é o papel fundamental de um órgão
federal: fazer os recursos chegarem na ponta. Esta lei foi votada por
amplíssima maioria na Câmara e sem nenhum voto contra no Senado. Vamos à luta
pela derrubada do veto”, afirmou Jandira Feghali.
Baseada na lei emergencial que garantiu recursos para os fazedores
de cultura na pandemia, a Lei Aldir Blanc 2, previa o repasse anual de R$ 3
bilhões da União aos governos estaduais e municipais durante cinco anos para
que estes financiassem iniciativas culturais.
Em seu veto, Bolsonaro alegou que o projeto é “inconstitucional e
contraria o interesse público”. Na justificativa, o presidente destaca que os
ministérios da Economia e do Turismo, que atualmente abriga a área de cultura,
recomendaram o veto integral.
Ex-presidente da Comissão de Cultura da Câmara, a deputada Alice
Portugal classificou o presidente como “inimigo da cultura” no país. “Essa é
uma proposta que visa instituir uma política permanente de fomento à cultura
brasileira. Bolsonaro é inimigo da cultura e vamos nos mobilizar para derrubar
esse veto cruel”, disse.
“O inimigo da cultura, que ocupa a Presidência da República, acaba
de vetar integralmente a Lei Aldir Blanc que previa R$ 3 bilhões anuais para o
setor cultural. Não podemos permitir que esta política de desmonte da cultura
continue. Vamos derrubar esse veto!”, alertou a deputada Professora Rosa Neide
(PT-MT), que é a atual presidente da Comissão de Cultura.
O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) despreza as argumentações de
Bolsonaro sobre a falta de recursos. “Esse recurso seria destinado a atividades
culturais que foram duramente afetadas durante a pandemia. É falta de dinheiro?
Coisa nenhuma. Os mais de 16 bilhões do Centrão, nas emendas de relator, ele
vetou? Nem 1 real!”, protestou.
O deputado Tadeu Alencar (PSB-PE), vice-líder da Oposição, chamou
Bolsonaro de “serial killer” da Cultura por ter vetado a Lei Aldir Blanc I e II
e a Lei Paulo Gustavo. “O primeiro veto foi derrubado. Derrubemos os demais. E
condenemos esse inimigo do Brasil ao desprezo retumbante da orquestra do seu
povo!”, reagiu.
Ainda não há data para análise do veto pelo Congresso Nacional,
mas para que seja derrubado é necessário a maioria absoluta dos votos de
deputados (257) e senadores (41).
Fonte:
Liderança do PCdoB na Câmara dos Deputados
Com Portal Brasil Cultura