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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Livro conta a história de assassino (frustrado) de Fidel

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Fidel mostra a capa de um jornal sobre (mais uma) tentativa de assassinato, durante uma visita a Nova York em 1960 (Reprodução) - Do portal Opera Mundi:

"Minha história é uma história de fracassos”, diz ex-agente da CIA

Em livro, ex-agente cubano da CIA conta 'história de fracasso' de tentativas de assassinar Fidel


Antonio Veciana, um cidadão cubano e ex-espião da CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos), diz que a sua é “uma história de fracasso”, pois dedicou a vida a tentar matar Fidel Castro e desestabilizar o governo instituído após a Revolução Cubana – sem sucesso.
Aos 88 anos, Veciana, que vive em Miami, nos EUA, falou à agência de notícias AFP sobre sua história, a propósito do lançamento de seu livro “Trained to kill” (“Treinado para matar”, em tradução livre).
“O trabalho que eu fazia era aquele que os terroristas fazem. Só não tinha esse nome”, disse o ex-agente. “Eu era um terrorista improvável: era magro, asmático e cheio de inseguranças.”
Ele conta que foi recrutado em 1959 pelo agente norte-americano David Atlee Phillips, codinome “Bispo”, que o treinou em Havana para matar Fidel – que, após sobreviver a mais de 600 tentativas frustradas de assassinato, morreu em novembro do ano passado de causas naturais.
(...) Ele fugiu para os EUA em 1961 após uma tentativa frustrada de assassinar Fidel Castro. Em Miami, ele fundou um grupo paramilitar chamado Alpha 66, que nos anos 1960 e 70 promoveu ações – cuja magnitude era “sempre exagerada”, segundo ele – contra o governo cubano.
Veciana disse ter se sentido “traído” pelo então presidente dos EUA, John F. Kennedy, que retirou o apoio norte-americano a grupos paramilitares de cubanos anticastristas na tentativa frustrada de invasão da Baía dos Porcos, em 1961.

À AFP, ele disse ter visto o ex-agente Bispo se encontrar com o ex-fuzileiro naval Lee Harvey Oswald meses antes do assassinato de Kennedy, em 1963. Oswald foi depois identificado como o atirador que matou o então presidente dos EUA em Dallas, no Texas.
Veciana tentou mais uma vez matar Fidel durante uma visita do líder cubano a Santiago do Chile – e mais uma vez falhou. Seus esforços para difamar Ernesto “Che” Guevara depois da morte do revolucionário argentino na Bolívia, em 1967, também falharam, já que Che acabou se tornando um ícone mundial da esquerda.

Ele se aposentou em 1979, após 20 anos de tentativas frustradas de derrubar Fidel e a Revolução Cubana. “Eu tento não pensar muito nisso, porque a minha história é uma história de fracassos”, disse o ex-agente à AFP.
Antonio Veciana: 'O trabalho que eu fazia era aquele que os terroristas fazem. Só não tinha esse nome', diz ex-agente da CIA que tentou repetidas vezes matar Fidel Castro (Reprodução: Opera Mundi)
Fonte: Conversa Afiada

Diretas Já: Frente Ampla mobiliza Estados e divulga calendário de atos

diretas

Movimentos sociais, organizações sociais, partidos políticos e entidades sindicais, entre outros representantes da sociedade civil formaram na última segunda-feira (5) uma Frente Ampla em defesa das eleições diretas para presidente. 55 entidades divulgaram uma agenda de mobilização para os estados brasileiros com as bandeiras Fora Temer, Diretas Já e contra as reformas trabalhista e previdenciária.
A orientação da Frente Ampla é que cada Estado monte o próprio calendário de manifestações incorporando o manifesto dos artistas a favor das Diretas. A formação de comitês populares pelas diretas e a coleta de assinaturas são algumas das ações definidas pela Frente para avançar a mobilização.
Com a definição da data indicativa de greve geral dos trabalhadores para o dia 30 de junho, a Frente convoca os estados a colaborarem com a mobilização do movimento sindical, que também traz a reivindicação das diretas já, assim como participar da Frente Partidária e Parlamentar pelas Diretas Já, que será constituída no Congresso Nacional.
Confira o calendário da Frente Ampla dos Movimentos
8 de Junho – Lançamento da Frente Parlamentar Suprapartidária pelas Diretas – na câmara dos deputados
11 de Junho – Ato Político Cultural por Diretas Já – Farol da Barra em Salvador -BA
11 de Junho – Ato Show #PoaDiretasJa – Parque da redenção em Porto Alegre -RS
16 de Junho – Ato politico pelas Diretas durante o Congresso Nacional da UNE. em Belo Horizonte.MG
19 de Junho – Ato pela Democracia e contra a violência no Campo- Belém-PA
30 de Junho – Greve Geral convocada por todas as centrais sindicais do país.

Fonte: UJS

REPETECO: 30 de maio: Aprovada as Cotas para o acesso à Unicamp

30 de maio: Aprovada as Cotas para o acesso à Unicamp
Fotos por Yuri Salvador
Por: Sara Puerta, de Campinas 

A Unicamp (Universidade de Campinas)viveu dois dias históricos nessa segunda e terça-feira, 29 e 30 de maio. No final da tarde de ontem, foi aprovada a implementação de cotas no acesso à universidades, após quase 6 horas de debate e votação no Conselho Universitário, o Consu, órgão deliberativo da universidade.

Com isso, a partir do vestibular de 2019, conforme o texto aprovado na reunião, 50% dos estudantes devem ser oriundos da rede pública , sendo que a meta deve ser que 37,5% devem ser de autodeclarados pretos, pardos e indígenas. O texto foi aprovado em unanimidade pelos 59 integrantes.

Foi definido também que um Grupo de Trabalho ficará responsável pela  criação do sistema de cotas que será apresentado em novembro desse ano. O GT contará com dozes integrantes, entre eles, representantes dos coletivos da Frente Pró-Cotas e Núcleo da Consciência Negra, e irá realizar debates, e incluir a discussão por  reservar algumas vagas nos cursos de graduação com seleção via Sisu (Sistema de Seleção Unificada), e que usa a nota do Enem como critério.

Para Flavia Oliveira, presidenta da UEE-SP, também nascida em Campinas, a aprovação na universidade, uma das maiores do país, é emblemática.  “ São Paulo é um dos poucos estados que ainda não implementou cotas nas universidades estaduais, com a aprovação na Unicamp, abre-se imediatamente um diálogo maior para que a USP também implemente um sistema que propicie instituições públicas mais democráticas.”

Thaíse Pavanni, estudante do 4º ano do curso de História, acompanhou o dia inteiro o debate e a votação na área externa da reitoria, com mais centenas de pessoas, estava emocionada com a transformação  que será possível ver na universidade.  “As cotas na Unicamp são fruto de uma luta de décadas, intensificada no último ano, desde a ocupação da reitoria. Paralelamente, quanto mais discutida a questão racial e do acesso, mais vimos as faces do racismo institucional, uma vez que após a greve e as mobilizações em 2016, houve perseguições pontuais aos estudantes negros que compunham as manifestações, com suspensões e ameaça de expulsões, contou  à UEE-SP.

“Essa aprovação honra nossos ancestrais, que foram impedidos de frequentar escolas e universidades na origem do nosso país, inclusive na época da abolição da escravidão e mais uma série de vezes, houve resistência e mobilização para os negros estudarem. Os pretos e pretas da Unicamp , hoje, honram  essa nossa história, com a grande luta que travaram e que eu acompanho desde jovem!”, disse Douglas Belchior, professor de história e autor do blog Negro Belchior, presente no ato, que antecedeu a votação.

Fernanda Dias, diretora da pasta de Cotas da UEE-SP e estudante de medicina do terceiro semestre da universidade,  conta que entre 120 alunos do seu curso , apenas são quatro são negros  - 3,3% - ,  acredita em uma transformação social virá. “Vejo o  quanto é importante a luta por cotas quando  volto para minha casa, em Guarulhos, e observo minha vizinhança na periferia, e percebo que sou a única jovem em uma universidade pública. Temos novas perspectivas!”


Festival por cotas

Nessa segunda-feira, (29), dia que antecedeu  a votação, uma série de atividades foi realizada pela universidade para propagar ainda mais a importância das cotas e ampliar a mobilização. Entre elas  debates sobre os desafios que vão além das cotas , para combater o racismo institucional, apresentação e roda de conversa do Coletivo Urucungos, que contou a história de Raquel Trindade, filha do escritor Solano Trindade, e seu grupo de dança africana na Unicamp.

Segundo os participantes do coletivo, é dessa época, nos anos 70, que  inicia o debate por cotas na universidade. O coletivo apresentou no final sua música e colocou todos os presentes no teatro  arena para dançar.

A rapper Preta Rara e a MC Linn da Quebrada fecharam a noite com apresentações lotadas.

Bruno Ribeiro, estudante, membro do Consu  e militante da Frente Pró Cotas,  avaliou a luta pelas Cotas, juntamente com o Festival, como algo nunca visto na Unicamp.

“Nossa mobilização só cresceu nesse último ano. Chegando a ter alcance internacional com o apoio do ator Danny Glover nas Redes sociais. Além disso, artistas, movimentos sociais, coletivos e sindicatos demonstraram  estar conosco. A vitória é na universidade e em Campinas, que tem em sua maioria poulação negra e foi a última cidade a abolir a escravidão no Brasil."

Fonte: UEE/SP

Crônica da demolição - ou da destruição

Divulgação
Filme descortina vasta negociata da época, e vai além da demolição do Palácio Monroe, batizado em homenagem a um presidente dos Estados Unidos!
Léa Maria Aarão Reis
O excelente documentário do carioca Eduardo Ades, Crônica da demolição, em cartaz, é mais uma ação levantando uma ponta do véu que encobre as vergonhas da aliança capital e política no Brasil. Através de um episódio emblemático, do passado – a demolição do Palácio Monroe, o ex-Senado Federal - em 1976, é desvelado um pouco do que se passava e se passa ainda hoje, de realidade, na governança do país. E a arrogância, a empáfia e o cinismo da plutocracia brasileira.

No caso do filme, o primeiro longa-metragem do diretor, o tema trata das manobras fraudulentas das elites (no caso, as do Rio de Janeiro), patrocinadoras dos operadores dos seus crimes: os militares golpistas, os ditadores de ocasião, levas da política e do judiciário, especialistas de diversas extrações, economicistas e alguns jornalistas, os estetas bem postos, todos eles estafetas da turba que desfila nos depoimentos dessa crônica cinematográfica, os quais, na mídia corporativa, se garantem com o silêncio sobre seus embustes e com as campanhas que encobrem as fraudes desses poderosos senhores dos negócios.

É um filme que descortina uma vasta negociata da época, e vai além da demolição do prédio, um símbolo republicano, o Palácio Monroe, de estilo arquitetônico eclético – e assim batizado em homenagem a um presidente dos Estados Unidos! -, na cabeceira da Praça da Cinelândia, no Centro do Rio.

Um ‘’trambolho’’, como diziam os modernistas na época, incluído aí o arquiteto Lúcio Costa, para os quais o estilo eclético não tinha valor. Embora, como diz um arquiteto entrevistado no filme, seja um estilo ‘’mestiço’’. Como praticamente todos nós.
A desapropriação do terreno e a demolição autoritária se deram por resolução de Ernesto Geisel. É apenas uma peça, mas significativa, no quadro geral da destruição sistemática do nosso patrimônio, através dos tempos, dos nossos registros históricos, da nossa memória e da cultura. Manter deste modo, num eterno presente medíocre, submisso e precário, um povo infantilizado, passivo e devidamente domesticado é o objetivo das oligarquias.

“Preservar é um ato afetivo,” diz um arquiteto, nessa crônica da destruição.

Filho de arquitetos, Eduardo Ades ainda era garoto quando passou, um dia, pela Cinelândia e ouviu da sua mãe a história do Monroe, sede do Senado Federal até a transferência do governo para Brasília, e situado na praça hoje adornada por um chafariz – seco, sem água. No subsolo do terreno arrasado, se estende um gigantesco estacionamento para automóveis. Excelente negócio.

A pesquisa iconográfica de Remier Lion é primorosa, os filmetes da época, recuperados, são preciosos. A devassa relembra os argumentos do governo da ditadura civil-militar e asseclas, ao justificarem a derrubada do prédio cujos alicerces prejudicariam, segundo os generais e associados, a construção da primeira linha de metrô na cidade, então projetada – uma mentira deslavada.

O som da música de Phillip Glass e de Villa Lobos enfatiza imagens recorrentes do cemitério de prédios de vidro, com as ‘’cristaleiras’’ à moda americana em que se tornou o Centro da cidade. Assim, o filme contesta os motivos que levaram à demolição do edifício, ao invés do tombá-lo.

Mostra as alianças bastardas do governo com empreiteiros – tão atual! Não muda! -, a campanha triunfal pró-demolição do prédio desferida pelo jornal Globo (sempre ele), e os interesses de especuladores imobiliários incluindo aí o próprio grupo Marinho, que logo viria a ampliar o conglomerado da construção civil na cidade, com a sua empresa São Marcos. O projeto, dizia-se na época, à boca pequena, seria levantar duas torres de edifícios ‘’modernos’’ – com a associação a grupos japoneses - no terreno de valor quase inestimável no mercado imobiliário: o mais belo cartão de visitas do Rio de Janeiro, com o Pão de Açúcar ao fundo em perspectiva privilegiada.

Os depoimentos de urbanistas, arquitetos e políticos, no doc, são entremeados com os tais filmes que mostram um Rio de Janeiro em vias de modernização. E o caso do Monroe é o gancho utilizado pelo cineasta para falar sobre algumas das dezenas de intervenções urbanísticas pelas quais passou o Rio de Janeiro, no começo do século passado e nas décadas de 1960/70, muitas delas irresponsáveis, outras criminosas mesmo.

Fonte: Carta Maior

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Médico da Unicamp exala preconceito após aprovação de cotas: “Trocar cérebro por nádegas


A Reitoria da Unicamp e a Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp repudiaram, por meio de notas, nesta sexta-feira, 2, as declarações do professor da área médica da Unicamp, Paulo Palma, que fez declarações consideradas “desrespeitosas” e que exalam preconceitos.
Depois de publicar uma mensagem acintosa em rede social citando o reitor da Unicamp, Marcelo Knobel, o médico um pouco desinformado sobre estudos de rendimento de alunos cotistas, diz que o “nível da produtividade” (SIC) da universidade tende a cair com as cotas.
Sob o falso manto do discurso ‘meritocrático’ e com pensamento positivista-mecanicista, Paulo Palma fez declarações assombrosas para alguém com o mínimo de formação acadêmica. “O vagabundo do Lula pega a divisão de classe(SIC), pega a juventude perdida (SIC) para buscar atalhos para vida real e acha que isso vai resolver problema do ensino no País. Estão dizendo Paulo Palma é assediador. Estou cantando e dançando para esses indivíduos que não têm currículo, tem discurso do blá, blá, blá, são laborfóbicos. Quando chegam às 9h à universidade estou lá desde 7h. A universidade é para a elite cultural do Brasil, não para vagabundo”, afirmou ao jornal Correio PopularOutra declaração do professor é de que cotas significam troca de “cérebro por nádegas”.  
Apesar da verborragia, o currículo lattes do professor é recheado de artigos técnicos, bem ao estilo do produtivismo brasileiro. Nada realmente de grande valor como um Nobel de Medicina. Entre os prêmios e títulos ele destaca o de membro honorário da “Sociedad Paraguaya de Urologia”.
Em nota, a direção da Faculdade de Ciências Médicas disse repudiar, com veemência, comentários desrespeitosos realizados por um membro do corpo docente.
Veja nota da Direção da Faculdade de Ciências Médicas
A Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp repudia, com veemência,
comentários desrespeitosos realizados por um membro do corpo docente, recentemente, em
rede social e matérias jornalísticas. Tais comentários ferem os valores universitários e os
objetivos de pluralidade e inclusão social, amplamente preconizados e difundidos pela
FCM, ao longo de sua história.
A FCM da Unicamp, em conjunto com a Reitoria, acompanha os desdobramentos dos
últimos acontecimentos, bem como a tomada das providências administrativas cabíveis.

Veja nota da Reitoria
A propósito das declarações de um docente da Unicamp ao jornal Correio Popular, em sua edição de 02 de Junho, sobre a aprovação do princípio de cotas étnico-raciais pelo Conselho Universitário, a reitoria esclarece o seguinte:
1- A reitoria repudia a linguagem e o tom adotados pelo referido docente, incompatíveis com o debate qualificado das ideias no ambiente acadêmico e com o respeito que a sociedade merece.
2 – A reitoria reafirma o seu compromisso com o avanço da inclusão social e étnico-racial, com garantia da excelência acadêmica, o que vem sendo discutido em um ambiente de ampla participação da comunidade e órgãos institucionais, mediante o respeito à diversidade de ideias.
3 – A Unicamp pratica, respeita e defende a liberdade de expressão como valor inalienável de uma sociedade democrática, mas não tolera manifestações que firam os princípios de respeito à dignidade da pessoa e aos seus direitos fundamentais, não aceitando tratamento desigual por motivo de preconceito, conforme explicitado em sua missão institucional.
4- Diante disso, a reitoria tomou as providências cabíveis de acordo com as normas e regulamentos estabelecidos no regimento da Universidade.
Foto: Reprodução/Facebook
Reitoria repudiou declarações do médico mal informado, que não levou em consideração, em sua fala, que o rendimento de alunos cotistas é muito maior que o restante dos estudantes

Resistência: para o contra fluxo do discurso hegemônico

O documentário Resistência, de Eliza Capai, traz à tona um apanhado de episódios recentes da história do Brasil. Seu marco inicial se dá na Ocupação Alesp, realizada pela movimentação política dos secundaristas de escola pública que reivindicavam a investigação do desvio de verba da merenda das escolas públicas de São Paulo.
Por Tatiane Mattos
O documentário Resistência, de Eliza Capai, traz à tona um apanhado de episódios recentes da história do Brasil. Seu marco inicial se dá na Ocupação Alesp, realizada pela movimentação política dos secundaristas de escola pública que reivindicavam a investigação do desvio de verba da merenda das escolas públicas de São Paulo, no mesmo ano em que o Governo do Estado de SP, encabeçado por Geraldo Alckmin (PSDB), ameaçava também fechar algumas escolas, efetuando um remanejamento entre alunos que desconsiderava o diálogo. E a narrativa perpassa outras ocupações (OcupaMinc e Ocupação Funarte) que se deram entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro após o Impeachment da presidenta Dilma Rousseff, considerado por muitas e muitos, e aqui me incluo, como um golpe. Nesse recorte temporal, que se dá também a partir do horror com que acompanhamos a votação do Impeachment da Câmera dos Deputados, que a diretora-narradora nomeia de caricatural – e eu acrescentaria, como o filme evidencia, de uma caricatura grotesca -, foram tantos os episódios que, talvez, cause estranheza e/ou dificuldade de entendimento em que não acompanhou diariamente o processo (ou seria em todos nós?).
No entanto, na sequência de episódios apresentados através do espectro de fluxo de consciência (para utilizar os termos da literatura que me são mais íntimos), com a voz em off de uma narradora que não hesita em revelar o ponto de vista da diretora, para além das imagens, há um chamado à memória com um convite para a reflexão a quem, ainda que vivenciando tais acontecimentos, acabou atropelado pelo bombardeio de informação a que fomos sujeitos enquanto tentávamos, em cada uma dessas ocupações, resistir. E o documentário ganha muita força quando entra, por essa razão, na disputa de narrativa com aquilo que foi construído pela grande mídia brasileira, baseando-se, para tanto, em três eixos principais: estudantes secundaristas, mulheres e artistas.
Sabemos que o que se desenhou nessa grande imprensa de toda a movimentação política que se deu nos momentos imediatamente anteriores e posteriores a saída de Dilma Rousseff foi um intenso esforço de desqualificação dos movimentos. Tais desdobramentos fazem parte do jogo de desarticulação da memória, que implica, entre outras coisas, no processo de não reconhecimento de eventos históricos experienciados, tanto é assim que hoje ainda falamos – pouco – em ditadura militar quando tivemos na história recente no nosso país uma ditadura civil-militar. Nesse sentido, é possível que tomemos um susto (e isso foi o que aconteceu na sala em que assisti, com estudantes de jornalismo de uma universidade portuguesa, mas também é o que aconteceu com grande parte das pessoas que acompanharam em tempo real o que ocorria) quando vemos que há movimentação política entre estudantes secundaristas, que mulheres, ainda que tenhamos pouca representação nas instituições políticas, encabecem movimentos sociais com participação crucial nas instâncias deliberativas e que artistas, de todas as áreas, tenham força o suficiente para fazer com que um ministério, ainda que aos trancos e barrancos, volte à sua formação sob a guarda de um governo reacionário que não infere importância alguma à cultura. Boa parte desse cenário, apesar de parecer nova, já esteve presente nas lutas políticas que se travaram no Brasil.
É evidente que essa sobrepujança do discurso hegemônico não opera apenas na construção da memória, mas também nas entrelinhas daquilo que se escolhe ou não politizar e combater. Para exemplificar, temos que os estudantes que ocuparam a Alesp conseguiram os números de assinatura para abertura da CPI, tamanha a potência da ocupação na época, no entanto, com o descaso da mídia que se abateu logo após a desocupação, a CPI resultou apenas em alguns servidores investigados e todos os políticos envolvidos isentos de suas responsabilidades. Ainda assim, a construção da memória é potente em termos de acionar mecanismos de mobilização às lutas e é nessa seara que Resistência se encontra.
Pulsando na construção de memória, o documentário ganha em força mais uma vez quando opta, claramente, e com uma narradora mulher, por aportar-se principalmente na energia dos secundaristas e das mulheres nessas movimentações. É a partir dessas vozes que se contesta a repressão policial – num jogo de imagens que revela, denunciando, como a violência praticada é inversamente proporcional aos anseios políticos ali presente. Nesse embate, ganha espaço a mulher negra, advogada, que interpela a tropa de choque colocada a serviço da reintegração de posse dos espaços ocupados – todos eles públicos e, portanto, pertencentes aqueles que ali estavam. Nesse mesmo embate, acompanhamos estudantes obrigados pelo braço armado do Estado a deixarem as ocupações. As duas forças se reúnem assim, nesse momento narrativo, contra a força repressiva de um Estado evidentemente violento e que não atende às reinvindicações daqueles que, nessa nova formação governamental imposta a fórceps, serão significativamente ainda mais violentados. Nesse sentido, o filme firma-se no seu intento de disputa de narrativa com o discurso hegemônico construído pelo oligopólio da mídia no Brasil: na contramão do discurso machista também responsável pela retirada da presidenta eleita, agora prospectado através da imagem da bela, recatada e do lar, a mulher na frente das movimentações políticas que contestam o governo de Temer;  na contramão do discurso da política retrógrada, jovens que correlacionam forças para exigir novas ordenadas políticas.
Esses episódios ocorridos no último ano e meio são concentrados em 55 minutos de filme, que trazem à tona a memória escamoteada que pode impulsionar novas movimentações. Se tem nos sido difícil escolher o que defender, diante de uma prática política que tenta nos pregar uma rasteira por dia, parece-me mais fácil quando temos acesso a essa memória. O documentário foi capaz de ativar a memória da movimentação – daquilo que é possível através da luta, ainda que sejamos derrotados em algumas batalhas – e, para mim particularmente, encerra-se aí o seu maior êxito, porque nos aciona também os mecanismos de ação diante do que assistimos. Durante a escrita desse texto, soube dos áudios vazados do Temer com representantes do grupo JBS. É necessário movimentar-se sempre contra o que nos vai sendo imposto: ocupar e resistir. Fora Temer. Diretas Já!
Leia aqui entrevista da diretora do documentário Eliza Capai à Fórum.
Fonte: Revista fórum

Infância Roubada:Brasil tem 2,6 milhões de crianças em situação de trabalho infantil...



Brasil tem 2,6 milhões de crianças e adolescentes (entre 5 e 17 anos) em situação de trabalho infantil,segundo levantamento feito pela Fundação Abrinq. O panorama nacional da infância e adolescência é lançado nesta terça-feira (21) pela organização sem fins lucrativos que promove a defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

A pesquisa ainda aponta um aumento de 8,5 mil crianças de 5 a 9 anos em situação de trabalho infantil, e redução de 659 mil crianças e adolescentes na faixa de 10 a 17 anos na comparação entre os anos de 2014 e 2015 – segundo dados da Pnad 2015. A maior parte delas encontra-se nas regiões Nordeste e Sudeste, sendo que, proporcionalmente, a Região Sul lidera a concentração desse público nessa condição.

A compilação reúne os dados mais recentes no tema, disponibilizados em órgãos como IBGE, Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Disque Denúncia, entre outros.

Pobreza - O “Cenário da Infância e Adolescência – 2017” também revela que 17,3 milhões de crianças de 0 a 14 anos, equivalente a 40,2% da população brasileira nessa faixa etária, vivem em domicílios de baixa renda, segundo dados do IBGE (2015).

"Entre as regiões que apresentam a maior concentração de pobreza (pessoas que vivem com renda domiciliar per capita mensal igual ou inferior a meio salário mínimo), o Nordeste e o Norte do País continuam apresentando os piores cenários, com 60% e 54% das crianças, respectivamente, vivendo nessa condição".

O guia também traz números sobre o que é considerado como “extrema pobreza”, isto é, crianças cuja família tem renda per capita é inferior a ¼ de salário mínimo: 5,8 milhões de habitantes (13,5% da população) de 0 a 14 anos de idade.

A publicação chama a atenção sobre o fato de as regiões que mais concentram crianças e adolescentes no
Brasil apresentarem, justamente, os piores indicadores sociais. No Norte do país, 25,5% dos bebês dos nascidos são de mães com menos de 19 anos.

Violência - De acordo com o estudo, quase 18,4% dos homicídios no país são praticados contra crianças e adolescentes. Pouco mais de 80% deles com armas de fogo.

A região Nordeste concentra a maior proporção de homicídios de crianças e jovens por armas de fogo e supera a proporção nacional em 5,4 pontos percentuais.

Um afro abraço.

Claudia Vitalino

Fonte:www.ibge.gov.br/busca.saraiva.com.br

terça-feira, 6 de junho de 2017

CPC/RN: RETROSPECTIVAS DOS ÚLTIMOS DIAS DE VIAGEM AOS INTERIORES POTIGUAR

 Em Upanema - Região do Oeste Potiguar, Eduardo Vasconcelos-CPC, reuniu-se hoje (6) com jovens artistas no Auditório do Sindicato dos Servidores Públicos de Upanema - SINDSERPUP

 Reunião realizada hoje (6) em Upanema

 Hoje (6) pela manhã em Mossoró, Eduardo Vasconcelos - CPC/RN esteve reunido com o Presidente do SINTAUERN, Francisco Elineudo
Ontem (5) de saída de Alexandria, Região do Alto, Eduardo Vasconcelos esteve reunido com a presidente do STTR, Gilda onde falaram das ações sindicais e culturais, A sindicalista faz parte da Comissão criada na reunião de sábado (4) na Câmara de Vereadores de Alexandria.

Esses últimos 4 dias o Presidente do CPC/RN (Centro Potiguar de Cultura), Eduardo Vasconcelos foram intensos de reuniões nas cidades de Alexandria, Mossoró e Upanema, cujas pautas foram a divulgação do Manifesto em Defesa da Cultura Potiguar aprovado no VII Encontro Estadual de Cultura, realizado no dia 06 de maio no IFRN de Currais Novos e convite para artistas culturais ingressarem na luta e fortalecimento do CPC/RN.

Na reunião com o Presidente do SINTAUERN (Sindicato dos Técnicos Administrativos da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, o assunto mais uma vez foi a luta pelo Campus na cidade de Nova Cruz, Região do Agreste Potiguar e única região do estado que não tem CAMPUS, mais hoje os apoios do SINTAUERN e ADUERN (Técnicos e Professores) juntando-se a comissão na luta pelo campus e autonomia financeira da UERN.  inclusive próximo dia 14 de junho na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte será realizado uma Audiência Pública proposta pela Deputada Larissa Rosado e é claro a membros da Comissão estará presente ao o SINTAUERN e ADUERN. AUTONOMIA FINANCEIRA SAÍDA DE VEZ PARA CRISE DA UERN!

Já em Upanema Eduardo se reunião com jovens que participa do movimento cultural no Auditório do SINDSERPUP, levando ao conhecimento dos presentes o MANISFESTO ME DEFESA DA CULTURA POTIGUAR, Encontro Estadual do CPC/RN e CONVITE para que Upanema participe da direção do CPC.

Após discutirem as pautas foram convidados os jovens: Léo Costa da Silva e Elenilma Tavares dos Santos para fazerem para comparem a Região do Oeste Potiguar, lembrando que os nomes serão encaminhados para a direção do CPC;RN, que serão avaliados e colocado em votação, isso ocorrerá com todos os convidados,

Participaram desta reunião:  Léo Costa, Elenilma Santos, Suza Mara, Maiara Cristina, Lucas dos Santos e Denilson da Costa.

Atlas da Violência 2017: negros e jovens são as maiores vítimas


2ª Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro pelo fim do genocídio da população negra e contra o racismo (Foto: José Cruz/ABR)

De acordo com o estudo, a população negra, jovem e de baixa escolaridade continua totalizando a maior parte das vítimas de homicídios no país.
Atlas da Violência 2017, lançado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública nesta segunda-feira 5, revela que homens, jovens, negros e de baixa escolaridade são as principais vítimas de mortes violentas no País. A população negra corresponde a maioria (78,9%) dos 10% dos indivíduos com mais chances de serem vítimas de homicídios. 
Atualmente, de cada 100 pessoas assassinadas no Brasil, 71 são negras. De acordo com informações do Atlas, os negros possuem chances 23,5% maiores de serem assassinados em relação a brasileiros de outras raças, já descontado o efeito da idade, escolaridade, do sexo, estado civil e bairro de residência.
“Jovens e negros do sexo masculino continuam sendo assassinados todos os anos como se vivessem em situação de guerra”, compara o estudo.
Outro dado revela a persistência da relação entre o recorte racial e a violência no Brasil. Enquanto a mortalidade de não-negras (brancas, amarelas e indígenas) caiu 7,4% entre 2005 e 2015, entre as mulheres negras o índice subiu 22%. 
Atlas da Violência 2017, que analisou a evolução dos homicídios no Brasil entre 2005 e 2015 a partir de dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, mostra ainda que aconteceram 59.080 homicídios no país, em 2015. Quase uma década atrás, em 2007, a taxa foi cerca de 48 mil. 
Este aumento de 48 mil para quase 60 mil mostra uma naturalização do fenômeno por parte do poder público. Daniel Cerqueira, coordenador de pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, explica que a naturalização dos homicídios se dá por processo históricos e econômicos de desigualdade no país, “que fazem com que a sociedade não se identifique com a parcela que mais sofre com esses assassinatos”, afirma.
Entre os estados, o de São Paulo foi o que apresentou a maior redução, 44,3%. Já no Rio Grande do Norte, a violência explodiu com um aumento de 232%. 
Mulheres
Em 2015, cerca de 385 mulheres foram assassinadas por dia. A porcentagem de homicídio de mulheres cresceu 7,5% entre 2005 e 2015, em todo o País.
As regiões de Roraima, Goiás e Mato Grosso lideram a lista de estados com maiores taxas de homicídios de mulheres. Já São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal, ostentam as menores taxas. No Maranhão, houve um aumento de 124% na taxa de feminicídios. 
Segundo o Atlas, em inúmeros casos, as mulheres são vítimas de outras violências de gênero, além do homicídio. A Lei Maria da Penha categoriza essas violências como psicológica, patrimonial, física ou sexual.
Lei do Feminicídio, aprovada há dois anos, foi importante para dar mais visibilidade aos assassinatos de mulheres. As informações do número de feminicídios, porém, ainda não aparecem na base de dados do SIM, constando como homicídio de mulheres.
Segundo dossiê realizado pelo Instituto Patrícia Galvão, o feminicídio corresponde à última instância de poder da mulher pelo homem, configurando-se como um controle “da vida e da morte”.
Cerqueira entende que esta e outras categorizações de assassinatos, como o feminicídio, são importantes pois “desnudam o enredo por trás das mortes”. O Brasil ocupa a quinta posição em número de feminicídios num ranking de 83 países. 
“A criação de políticas públicas passa pelos dados angariados através dessas categorizações”, afirmando que, para combater esses assassinatos, o Estado não deve apenas se concentrar em aumentar o número de policiais nas ruas. 
Jovens
O Atlas mostra também que o assassinato de jovens do sexo masculino entre 15 e 29 anos corresponde a 47,85% do total de óbitos registrados no período estudado. Nessa mesma faixa etária, em Alagoas, foram 233 mortes para cada 100 mil homens. Em Sergipe, 230 homens para 100 mil.
Embora registre 197,4 casos por 100 mil habitantes, Rio Grande do Norte foi o estado que apresentou maior aumento na taxa de homicídios de homens nesta faixa etária, 313,8 %, no período entre 2005 e 2015.
Segundo o Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública acrescentou ao indicador de violência de jovens um indicador de desigualdade racial.
A partir disso, constatou-se que os jovens negros entre 12 e 29 anos estavam mais vulneráveis ao homicídio do que brancos na mesma faixa etária. Em 2012, a vulnerabilidade alcançava mais que o dobro.
Em 2013,  Espírito Santo saiu, pela primeira vez desde 1980, da lista dos cinco estados mais violentos do país, ocupando a 15ª posição nacional, em 2015. Segundo informações do Atlas, isso ganhou força devido ao Programa Estado Presente, de 2011, apesar da crise da greve dos policias militares no começo de 2017.
Fonte: Carta Capital

segunda-feira, 5 de junho de 2017

5 JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE!

Resultado de imagem para cartaz sobre o dia mundial do meio ambiente

Hoje, dia 5 de junho, é o dia mundial do meio ambiente. E, da mesma forma como apoiamos as entidades no dia do combate ao abuso de crianças e adolescentes, queremos fazer o mesmo para aquelas entidades que trabalham a questão ambiental.

sábado, 3 de junho de 2017

CPC/RN: REUNIÃO EM ALEXANDRIA COM REPRESENTANTES CULTURAIS FOI UM SUCESSO!

 Participantes da reunião ao lado do Presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos após reunião.

 Votação da Comissão para composição da Comissão a nível de Alexandria e os 2 representantes que farão parte da direção do CPC/RN.

 Apresentação do Grupo ALTO OESTE CAPOEIRA

  Apresentação do Grupo ALTO OESTE CAPOEIRA

 Apresentação do Grupo Musical da Igreja Batista
  Apresentação do Grupo Musica da Igreja Batista
Participantes da reunião com o CPC/RN

Hoje (3) no Plenário da Câmara Municipal de Vereadores de Alexandria, Rio Grande do Norte, aconteceu uma importante reunião com representantes culturais (Quadrilha Junina, Grupo de Capoeira, Grupo Musical de Jovens da Igreja Batista, entre outros.

A referida reunião foi promovida pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN e coordenador pelo seu presidente, Eduardo Vasconcelos. Cujo objetivo foi tornar público o Manifesto Cultural do CPC/RN, esclarecer as partes jurídica das instituições culturais, caminho fácil para se conseguir parceria e projetos em prol da cultura local e regional, como também a Composição de uma Comissão que irá desencadear formas de organizar as entidades de forma legal, ou seja registrar em cartório, ter CNPJ, etc.

Após uma hora de meia de discussão foi criada a Comissão composta por José Alves de Oliveira (Presidente da ACEUA: Associação Cultural e Esportiva Universitária de Alexandria, José Alves de Oliveira; Representante das Quadrilhas Juninas: Anna Beatriz Xavier de Souza; Romário Francisco Vieira Professor do Alto Oeste Capoeira; Sebastião Neto da Silva, Missionário da Igreja Batista e Francisco DANILO Ferreira da Silva, representante dos Escoteiros.

Em seguida foram eleitos por unanimidade pelos diretores do CPC/RN e os presentes os nomes de JOSÉ ALVES DE OLIVEIRA e ANNA BEATRIZ XAVIER DE SOUZA para comporem a diretoria do CPC/RN, ocupando a Vice Presidência da Região do Alto Oeste Potiguar.

Foi decidido que em julho haverá um encontro com todos os diretores em Natal e que o CPC/RN procurará ajudar na legalidade das entidades junto ao cartório.

A reunião contou com a presença do nobre vereador, Francisco Teixeira de Figueredo, representando no memento a Câmara Municipal.

A reunião finalizada com as apresentações de Capoeira e Grupo Musical da Igreja Batista.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

PRESIDENTE DO CPC/RN EDUARDO VASCONCELOS VIAJA AO INTERIOR DO ESTADO

 Simbolo de resistência do CPC/RN
Eduardo Vasconcelos - Presidente do CPC/RN
Após o grande evento realizado em 6 de maio em Currais Novos/RN e viagens a São Paulo e Brasília, Eduardo Vasconcelos, presidente do CPC/RN já está de malas prontas para viajar as regiões do Alto Oeste, Oeste, Seridó, Trairi e o Agreste Potiguar com objetivo de levar ao conhecimento dos artistas potiguares o MANIFESTO EM DEFESA DA CULTURA POTIGUAR aprovado no VII Encontro Estadual de Cultura , ocorrido em 06/5/2017 no Auditório do IFRN de CURRAIS NOVOS!

Eduardo Vasconcelos convidará alguns artistas para se engajarem na luta e defesa do Manifesto!

As cidades visitadas serão Alexandria, Pau dos Ferros, Mossoró, Upanema, Parelhas, Currais Novos, Santa Cruz, Tangará e Passa e Fica.

No mês de julho haverá um grande encontro com os diretores do CPC/RN e demais convidados em Natal para se a profundarem na sistemática do MANIFESTO! Data a ser divulgada!

Lembrando que na última manifestação dos Trabalhadores realizada em Brasília (24/06), Eduardo Vasconcelos discursou em nome do CPC/RN conclamando todos os brasileiros a juntarem-se a luta por ELEIÇÕES DIRETAS JÁ! O que foi bastante aplaudido pelos sindicalistas e população presente ao ato.

O CPC/RN agradece aos sindicatos que apoiam a luta do CPC/RN!