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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

terça-feira, 26 de junho de 2018

Fies & Prouni: Inscrições para o ProUni 2018/2 já estão abertas

Prazo para participar da seleção termina no dia 29 de junho

Os candidatos interessados em disputar bolsas de estudo no Programa Universidade para Todos (ProUni) já podem fazer sua inscrição online. O sistema ficará aberto até as 23h59 desta sexta-feira (29).

Faça a sua inscrição no ProUni 2018/2

Ao todo, serão oferecidas 174.289 vagas para bolsas de estudo em 1.460 instituições de ensino privadas. Dessas bolsas, 68.884 são integrais e 105.405 parciais. Os candidatos podem pesquisar as vagas por curso, universidade ou município.
Fonte: guiadoestudante.abril.com.br

8ª Festa Nacional da Tainha


Essa semana tem! Marque em sua agenda: quinta-feira, dia 28, a 8ª edição da Festa Nacional da Tainha em Paranaguá. A festa, que anualmente movimenta o turismo no litoral paranaense, trará este ano gastronomia, entretenimento e cultura. Outras comemorações como a 33ª edição da Festa da Tainha, 41ª Festa do Pescador, além da 10ª Feira Regional da Tainha também fazem parte da festividade.
A Prefeitura de Paranaguá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, definiu os valores do cardápio do evento junto aos pescadores e permissionários. A tainha recheada – uma das mais consumidas durante a festa – poderá ser degustada por R$ 60,00. O prato, que serve duas pessoas, conta com acompanhamento como arroz, salada e maionese.
Uma parceria firmada entre a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e o SEBRAE rendeu um curso gratuito de atendimento ao cliente ofertado aos garçons para trabalhar na Festa da Tainha. Eles sanaram dúvidas e aperfeiçoaram conhecimentos.
“Os profissionais estão motivados com a oficina e já aguardam o começo de mais uma edição da Festa da Tainha. Estamos gratos pela receptividade do SEBRAE e pelos frutos que a parceria está produzindo”, comentou o secretário de Cultura e Turismo, Harrison Camargo.
O encaminhamento dos garçons ao curso foi promovido por meio da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego e o SINE.

A TAINHA : PONTO CENTRAL DA FESTA!

Diferentes receitas com o peixe serão comercializadas na festa. Seja a tainha recheada, tainha defumada, a parmeggiana ou ensopada. Além disso, também tem o camarão na moranga e petiscos de camarão, peixe, ostras e outros frutos do mar.
Toda a estrutura do evento é garantida pela Prefeitura de Paranaguá, com a montagem de palco, stands, seleção de ambulantes, Guarda Municipal fazendo a segurança, equipe da Secretaria Municipal de Saúde para atendimento emergencial, equipe de fiscalização da vigilância, entre outras estruturas disponibilizadas para trabalhar do dia 28 de junho até o dia 8 de julho, quando termina mais uma edição da tradicional festa.
“É preciso valorizar eventos como esse, que mantém viva a nossa cultura e tradição caiçara. Além de suas belezas, Paranaguá é cercada de costumes e temos mais uma vez a oportunidade de mostrá-los aos turistas e visitantes”, disse o prefeito Marcelo Roque.
A festa terá 16 boxes que serão utilizados pelas famílias dos pescadores das comunidades pesqueiras da Baía de Paranaguá, Pontal do Paraná e Barra do Sul, em Santa Catarina.
Famílias de Paranaguá, Amparo, Ponta de Ubá, Ilha das Peças, Piaçaguera, Ilha do Teixeira, além da Ilha do Mel (Encantadas e Brasília) estarão participando do evento.
PROGRAMAÇÃO
28.06 – Quinta-feira
20h Mestre Brasilio
22h Fernanda Liz
29.06 – Sexta-feira
21h Mitzrael
23h Nega Fulô
30.06 – Sábado
13h Batukada.com
15h The Trio
21h Voraz
23h Marjorie Mell
01.07 – Domingo
13h Pés de Ouro
15h Magrone
21h Nosso Toque
23h Lefigarroo
02.07 – Segunda-feira
19h Guilherme Costa
03.07 – Terça-feira
19h Marcelo Reis
21h Soul Samba
04.07 – Quarta-Feira
19h Saphato Velho
21h Kauã Zime
05.07 – Quinta-feira
20h Igor Brenaz
23h Ricardo e Rafael
06.07 – Sexta-feira
20h Sacode
23h Vinicius e Thayna
07.07 – Sábado
13h Chorinho & Chicão do Cavaco
20h Calourada, Willian & Renan, Marcos & Luciano e Tiago Viola
08.07 – Domingo
13h Diego Maki
15h Chamavó
20h Sob Medida
22h Herança
Com informações da Prefeitura de Paranaguá

Começa seleção de candidato brasileiro a vaga no Oscar


Começou nesta segunda-feira (25) o processo de seleção do longa-metragem brasileiro que disputará uma vaga entre os cinco indicados ao Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira da Academy of Motion Picture Arts and Sciences – Oscar 2019. As inscrições deverão ser feitas até as 18 horas do dia 17 de agosto, por meio do formulário disponível no portal http://oscar.cultura.gov.br
Para participar do processo seletivo, o filme deve ter sido lançado e exibido inicialmente no Brasil, entre 1º de outubro de 2017 e 30 de setembro de 2018, em sala de cinema comercial, por pelo menos setes dias consecutivos. A inscrição deverá ser feita pela produtora titular dos direitos da obra ou pela distribuidora autorizada, que poderá inscrever sob o mesmo cadastro quantos filmes desejar.
O anúncio do resultado da seleção será feito pela Comissão Especial de Seleção do Oscar 2019 no dia 11 de setembro. A produtora ou distribuidora do filme selecionado terá até 1º de outubro para enviar à Academy of Motion Picture Arts and Sciences uma cópia do filme em 35mm ou 70mm, juntamente com os demais documentos estabelecidos no edital do concurso.
Comissão Especial de Seleção
A Comissão de Seleção será presidida pelo distribuidor e diretor vice-presidente da Academia Brasileira de Cinema (ABC), Jorge Peregrino. Os demais membros titulares serão a atriz Bárbara Paz, os diretores Flávio Tambellini, Jefferson De, João Jardim e Hsu Chien e a produtora Lucy Barreto. Os suplentes serão a diretora e produtora de festivais Kátia Adler, a produtora Cláudia da Natividade e o produtor e diretor Ricardo Pinto e Silva.
Bingo, o Rei das Manhãs, de Daniel Rezende, foi o longa selecionado para disputar uma vaga entre os indicados ao prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Oscar de 2018. Na edição de 2017, o indicado foi Pequeno Segredo, de David Schürmann. Nos últimos anos, também foram indicados Que horas ela volta?, de Anna Muylaert (2016); Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro (2015); O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho (2014); O Palhaço, de Selton Mello (2013); Tropa de Elite 2: o inimigo agora é outro, de José Padilha (2012); Lula, o filho do Brasil, de Fábio Barreto (2011); e Salve Geral, de Sérgio Rezende (2010).

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Por que Lula foi preso na ditadura militar?

Lula foi preso na ditadura militar devido a sua atuação durante uma greve no ABC paulista
Luiz Inácio Lula da Silva passou 31 dias encarcerado em 1980 na sede do Dops (Foto: Reprodução | Nossa Política)

Entenda o motivo que deixou o ex-presidente detido por 31 dias na década de 80


Você sabe os motivos pelos quais o ex-presidente Lula foi preso na ditadura militar? Luiz Inácio Lula da Silva passou 31 dias encarcerado em 1980 na sede do Dops, o Departamento de Ordem Política e Social em São Paulo, capital.

O político foi preso no dia 9 de abril por conta das sua atuação como sindicalista na região do ABC paulista.
Inicialmente, ele deveria ficar três anos e meio preso, mas ele recorreu e sua pena acabou sendo reavaliada. Ele passou somente um mês. Confira agora mais detalhes sobre por que Lula foi preso na ditadura militar.

Razão da prisão de Lula na década de 80

Foi por conta da sua atuação durante uma greve no ABC paulista que Lula foi preso. Ele estava à frente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e foi apontado como o mentor da paralisação que afetou dezenas de indústrias da região.

No 17º dia de greve, o ministro do Trabalho do general João Batista Figueiredo, Murilo Macedo, determinou a intervenção no sindicato e a prisão do então líder da organização. Ele foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional, a LSN.

Segundo o ex-presidente, essa ação de prendê-lo só fez fortalecer o movimento. Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, ele afirmou em 2014: “O que aconteceu quando eles me prenderam? Foi uma motivação a mais para a greve continuar, as mulheres fizeram uma passeata muito bonita em São Bernardo do Campo, depois foi aquele primeiro de maio histórico, em que foi o Vinícius de Moraes, e a greve durou quase 30 dias”.

Veja também: Biografia de Lula

O que era a Lei de Segurança Nacional, a LSN

A origem da Lei de Segurança Nacional, a LSN, entrou em vigor em 4 de abril de 1935. A ideia era de punir os crimes contra a ordem social e política, principalmente aqueles que atentavam contra a segurança do Estado.

Coube a Getúlio Vargas aperfeiçoá-la e trazer ainda mais rigorosidade aos seus termos. O ano de 1936 marcou mais um passo para que a Lei de Segurança Nacional, a LSN, se tornasse a base para os anos vindouros da ditadura militar: a criação do TSN, o Tribunal de Segurança Nacional.

Mesmo nos anos em que a ditatura não existia, como na era do Estado Novo, essa lei foi mantida, o que possibilitou que fosse retomada logo após o golpe militar de 1964. A LSN se fortaleceu durante a Escola Superior de Guerra.

Essa lei foi o ponta-pé inicial para que inúmeros oposicionistas ao regime militar fossem presos, como foi o caso de Luiz Inácio Lula da Silva. Ela inspirou a Lei Nº 7.170, de 14 de dezembro de 1983, que serviria de embasamento para a prisão do ex-presidente.

Lei mais recente reforça a LSN

Na década de 1983, a Lei Nº 7.170, de 14 de dezembro, reforçou a LSN, pois ela passou a definir os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelecer seu processo e julgamento e dar outras providências. Confira seus termos:


Art. 1º – Esta Lei prevê os crimes que lesam ou expõem a perigo de lesão:
I – a integridade territorial e a soberania nacional;
Il – o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito;
Ill – a pessoa dos chefes dos Poderes da União.

Art. 2º – Quando o fato estiver também previsto como crime no Código Penal, no Código Penal Militar ou em leis especiais, levar-se-ão em conta, para a aplicação desta Lei:
I – a motivação e os objetivos do agente;
II – a lesão real ou potencial aos bens jurídicos mencionados no artigo anterior.

Art. 3º – Pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, reduzida de um a dois terços, quando não houver expressa previsão e cominação específica para a figura tentada.
Parágrafo único – O agente que, voluntariamente, desiste de prosseguir na execução, ou impede que o resultado se produza, só responde pelos atos já praticados.
Art. 4º – São circunstâncias que sempre agravam a pena, quando não elementares do crime:
I – ser o agente reincidente;
II – ter o agente:

a) praticado o crime com o auxílio, de qualquer espécie, de governo, organização internacional ou grupos estrangeiros;
b) promovido, organizado ou dirigido a atividade dos demais, no caso do concurso de agentes.
Art. 5º – Em tempo de paz, a execução da pena privativa da liberdade, não superior a dois anos,
pode ser suspensa, por dois a seis anos, desde que:
I – o condenado não seja reincidente em crime doloso, salvo o disposto no § 1º do art. 71 do Código Penal Militar;
II – os seus antecedentes e personalidade, os motivos e as circunstâncias do crime, bem como sua conduta posterior, autorizem a presunção de que não tornará a delinquir.

Parágrafo único – A sentença especificará as condições a que fica subordinada a suspensão.
Art. 6º – Extingue-se a punibilidade dos crimes previstos nesta Lei:
I – pela morte do agente;
Il – pela anistia ou indulto;
III – pela retroatividade da lei que não mais considera o fato como criminoso;
IV – pela prescrição.

Art. 7º – Na aplicação desta Lei, observar-se-á, no que couber, a Parte Geral do Código Penal Militar e, subsidiariamente, a sua Parte Especial.
Parágrafo único – Os menores de dezoito anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às normas estabelecidas na legislação especial.

Rotina prisional de Lula nos anos 80

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou 31 dias na prisão em 1980. Sob a acusação de violar a Lei Nº 7.170, de 14 de dezembro de 1983, que foi inspirada na Lei de Segurança Nacional, a LSN, de 1935.


Segundo Lula, à época, o delegado responsável pela cadeia, o delegado Romeu Tuma, tinha uma postura compreensiva em relação às reivindicações dos metalúrgicos, que faziam greve por melhores salários, não se metendo em assuntos políticos. Por isso, ele afirma que foi bem tratado durante o seu mês na prisão, ao contrário dos presos políticos que tinham discurso contra a ditadura.

Por isso, Lula chegou a ser liberado durante esse tempo para acompanhar o enterro da mãe, que veio a falecer justamente durante os dias que estava na cadeia; além disso, ele chegou a assistir jogos de futebol dentro da cela e ser praticamente uma celebridade durante o mês que passou por trás das grades.

Logo depois de preso, seus advogados recorreram da decisão, e ele conseguiu ser liberado em 31 dias.

Fonte: estudopratico.com.br

BRASIL - HISTÓRIA: Passeata dos cem mil - "Há exatamente 50 anos!" - EDUARDO VASCONCELOS - CPC/RN

Passeata dos cem mil
 "Há exatamente 50 anos!" - EDUARDO VASCONCELOS - CPC/RN

O dia 26 de junho de 1968 foi marcado por um dos acontecimentos mais importantes da História do nosso país: a Passeata dos 100 mil, a manifestação popular de protesto contra a Ditadura Militar no Brasil, ocorrida nas ruas do centro do Rio de Janeiro. Esta manifestação foi organizada pelo movimento estudantil e contou com a participação de intelectuais, artistas e demais setores da sociedade brasileira.

Os antecedentes da manifestação

Desde 1967, o movimento estudantil era a principal forma de oposição ao regime militar e, nos primeiros meses de 1968, vários protestos foram violentamente reprimidos. Além de se manifestar contra a ditadura militar, o movimento estudantil manifestava contra a política educacional adotada pelo governo, que tendia à privatização.

As prisões e outras ações arbitrárias eram as marcas da atitude do governo militar com relação aos crescentes protestos dos estudantes. Essa repressão atingiu o seu auge no final de março de 1968, com a invasão do restaurante universitário “Calabouço”, onde estudantes protestavam contra o aumento do preço das refeições. Durante a invasão, o secundarista Edson Luís de Lima Souto, de 18 anos, foi morto com um tiro à queima roupa, pelo comandante da tropa da PM, aspirante Aloísio Raposo.

Este fato comoveu e acirrou os ânimos em todo o país. Nos dias seguintes, aconteceram manifestações no centro da cidade do Rio de Janeiro, todas elas violentamente reprimidas, até culminar na missa da Candelária, em 4 de abril, quando soldados a cavalo atacaram estudantes, repórteres, padres e populares. No início de junho daquele mesmo ano, o movimento estudantil começou a organizar mais manifestações públicas, inclusive em outros estados, onde o movimento aumentava o seu nível de organização e mobilização.

A passeata

Na manhã do dia 26 de junho de 1968, as ruas da Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, já eram tomadas pelos participantes do ato político. A marcha teve início às 14 horas, com aproximadamente 50 mil pessoas presentes. Cerca de uma hora depois, esse número havia dobrado, chegando aos 100 mil manifestantes. Além dos estudantes, a manifestação contou com a participação de artistas, intelectuais, políticos e outros segmentos da sociedade civil brasileira, tornando-a uma das mais expressivas manifestações populares da história da República do Brasil.

Com uma enorme faixa à frente, onde se lia “Abaixo a Ditadura. O Povo no poder”, a passeata durou três horas, encerrando-se em frente à Assembléia Legislativa, sem confrontos com a polícia que acompanhou o protesto durante o seu percurso. As manifestações cresceram, sendo cada vez mais fortemente reprimidas, com a prisão e morte de vários estudantes. A repressão foi coroada com a decretação do AI-5, em 13 de dezembro daquele mesmo ano.

Fonte: estudopratico.com.br

segunda-feira, 25 de junho de 2018

PRESIDENTE DO CPC/RN FINAL DE JULHO VIAJARÁ AO SUL DO PAIS E BRASÍLIA

 Eduardo Vasconcelos - CPC/RN
 Em Defesa dos Campus da UERN, UFRN e IFRN na Região do Agreste Potiguar
 Logomarca do CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN

Em meados de julho o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos viajará ao sul do país :São Paulo e Rio de Janeiro e Brasília, visando apoios aos projetos:Cinema na Escola, Sábado Cultural, Biblioteca do Estudante, Seminários, Debates,Rádio Comunitária e Lei de Utilidade Pública Federal do CPC/RN, junto a Câmara dos Deputados, entre outros.

São inúmeras viagens feita pelo presidente do CPC/RN, mas objetivos tem sido atendido, principalmente apoios aos eventos já realizados esse ano.

Para Eduardo Vasconcelos se faz necessário, que a instituição se volte para voos mais alto, daí a necessidade de buscar concretizar a sua Rádio Comunitária, o Registro junto ao CNAS e os Reconhecimentos de Utilidades Públicas, Municipal, Estadual e Federal; O primeira já concretizado, a o segundo está em tramitação na Assembleia Legislativa do RN, que está em andamento nas comissões, e logo apos será feito o pedido do reconhecimento a nível federal.

Eduardo nos adianta que os meses de agosto, setembro e novembro o CPC/RN terá uma agenda cheia de eventos e se faz necessário procurar parcerias e apoios. O mesmo destaca os seminários encontros que serão realizados em Natal. Baía Formosa e Nova Cruz, todos voltados para discussão da cultura, dos negros (comunidades quilombolas), os indignas (Praia de Sagi - Baía Formosa).

O presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos, que também é Coordenador da Comissão em Defesa dos Campus da UERN, UFRN e IFRN na Região do Agreste Potiguar, nos confidenciou que muitas lutas serão travadas nos meses de agosto e setembro, esse último será o mês da resistência, pois o Núcleo da UERN se prepara para fechar definitivamente e a comissão não deixará barato, haverá mobilização para tornar público o descaso do governo com relação a UERN em Nova Cruz e também a classe política regional que não fazem NADA!, Mas a comissão vai redigir um documento, que será entregue as "autoridades" para que os mesmo se pronunciem a respeito! Chega de hipocrisia! VAMOS BOTAR O BLOCO NA RUA! Disse Eduardo.

Eduardo Vasconcelos concluiu dizendo que buscará parcerias com sindicatos, instituições, entre outros para ajudar o CPC/RN a realizar mais ações em defesa da cultura, dos negros e dos índios potiguares. 

Inscrições abertas para 13ª edição do projeto “Uma noite na Biblioteca


Biblioteca Pública do Paraná está com inscrições abertas para a 13º edição do projeto “Uma noite na Biblioteca”, que acontece nos dias 21 e 22 de julho. Para realizar a inscrição, é necessário comparecer à Seção Infantil da BPP até o dia 7 de julho portando o RG da criança e do responsável, além de um comprovante de residência.  As vagas são limitadas e não há lista de espera. As inscrições são por ordem de chegada.

A iniciativa oferece ao público infantil uma série de atividades gratuitas relacionadas ao universo da leitura. A programação tem início no final da tarde do sábado (21) e segue durante a noite e a madrugada com dança, música, contação de histórias, teatro, oficinas e gincanas. Os participantes dormem na Biblioteca e o evento termina na manhã do dia seguinte com um café da manhã.

Realizado desde 2011, o projeto “Uma noite na Biblioteca” já teve doze edições na Biblioteca Pública do Paraná e foi levado pela BPP para outras cidades, como Campina Grande do Sul e também para a sucursal de Paranaguá, a Biblioteca Pública Mário Lobo.
Serviço
Décima terceira edição do projeto “Uma Noite na Biblioteca”
Biblioteca Pública do Paraná (R. Cândido Lopes, 133 / Curitiba — PR)
21 e 22 de julho
Inscrições até 7 de julho
Vagas limitadas
Gratuito
Mais informações: (41) 3221-4980

Fonte: BPP

10º Prêmio Incentivo de Música de Câmara do Conservatório de Tatuí

Prêmio Incentivo de Música de Câmara do Conservatório de Tatuí

10º Prêmio Incentivo de Música de Câmara
Avaliações Classificatórias
Míriam Braga, coordenação
Local: Salão Villa-Lobos
Rua São Bento, 415, Centro, Tatuí/SP
Entrada franca
Classificação Etária: Livre
Mais Informações: (15) 3205-8444
Diariamente de 25 de junho a 1 de julho de 2018 às 09:00
Preço: Entrada franca
Endereço: Rua São Bento, 415 , Centro, 18270-820, Tatuí, SP

domingo, 24 de junho de 2018

Política - 1968 - 'Vivíamos o momento': os 50 anos da Passeata dos Cem Mil

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Evandro Teixeira/reprodução
Concentração dos 'Cem Mil'. Passeata reuniu os mais diversos setores da sociedade civil carioca
Com a experiência de 68, ex-líder estudantil Vladimir Palmeira relembra o contexto da mobilização e reflete sobre os novos movimentos da juventude.
“Foi um ano de acertos e de transição. Esses momentos são sempre muito ricos”, descreve o ex-líder estudantil Vladimir Palmeira. Em 1968, ele tinha 23 anos e era presidente da UMES, a União Metropolitana de Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro. Quando aquele ano começou, ele nem imaginava se tornar protagonista de momentos históricos que desembocariam na marcante Passeata dos Cem Mil, em 26 de junho de 1968.
Cinquenta anos depois, Palmeira teme que o imaginário de 1968 se resuma apenas a grandes fatos políticos, como a marcha daquele ano. “Fazer o movimento era duro. Fazíamos trabalho de base para tentar mudar alguma coisa. Mudar aula, professor, currículo, verba. Isso tudo não aparece quando você faz a história só dos grandes acontecimentos.”  
“De resto, não há mistificação de 1968, porque foi realmente um ano importante não só no Brasil, mas em todo o canto”, explica. “Cem Mil virou uma simbologia de luta contra a ditadura militar. É natural que seja lembrada assim. Mas se você quer entender toda a luta democrática, não pode ficar reduzido aos Cem Mil”, comenta, citando a importância de outros movimentos, como o sindical, o operário, o do campo e o das mães. 
Em conversa com a CartaCapital, o ex-deputado federal relembra como era viver a atmosfera do movimento estudantil naquela época, suas ideologias e suas principais reivindicações. Hoje com 73 anos, Palmeira, que iniciou sua trajetória no movimento estudantil ainda como secundarista, em um grêmio de sua escola, reflete sobre as mobilizações de massa e a atual conjuntura da política brasileira e olha mais cético para a juventude atual. 
Ponto de inflexão
No início de 1968, o AI-5, ato institucional que suspendeu uma série de direitos democráticos, ainda não havia sido instituído. As manifestações populares tinham apoio legal e a repressão não era a mesma da que se viu a partir do final daquele ano. O movimento estudantil florescia inspirado nas cenas da França e dos Estados Unidos. A principal luta desse grupo era a defesa da universidade pública, gratuita e popular, colocada em cheque pela ditadura.

No Rio de Janeiro, a atmosfera de mobilização já vinha de meses anteriores, quando, em março, o estudante Edson Luís foi morto em um protesto em defesa do restaurante Calabouço, frequentado principalmente por secundaristas e estudantes universitários. “Não foi uma deliberação do governo atirar. Mas o soldado atirou, matou e aí a indignação popular foi muito grande. Em algum momento aquilo virou uma grande mobilização de massas. Tinham milhares, não dá para dizer o número, mas tinha muita gente. A repercussão foi muito grande”, explica Vladimir.
O Calabouço pertencia à UMES, entidade estudantil da qual Vladimir era presidente. Foi legal de 61 a 64, mas caiu na ilegalidade em 66, juntamente com a entidade. “Conseguimos a vitória em 67, quando o restaurante reabriu perto do Fórum do Rio de Janeiro. Mas reabriu em condições precárias e aí a luta continuou”, conta.
“O enterro do Edson me emocionou muito pela espontaneidade do apoio. Era uma coisa emocionante. Morreu uma criança, 16 anos. A violência impactou muito. Ultrapassou o movimento estudantil e chegou a outros setores. A sociedade viu naquilo um ponto de inflexão", relembra. 
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Ao fundo, a foto do menino Edson Luís (Arquivo de Vladimir Palmeira/Reprodução)
Os Cem Mil
A semana anterior à Passeata dos Cem Mil havia sido marcada por manifestações com confrontos. A última, numa sexta-feira, havia sido a mais violenta, segundo Vladimir. O governador do estado na época, Francisco Negrão de Lima, resolveu permitir mais uma. “O clima era de que ia haver uma grande manifestação. Havia uma expectativa de crescimento do movimento”, comenta.

A mobilização uniu todos aqueles setores que já vinham se indignando cada vez mais desde a morte de Edson Luís. Padres, freiras, artistas, mães, sindicalistas, a ampla sociedade civil soube, num boca a boca quase orgânico, que a passeata se dirigiria, naquele 26 de junho, rumo à Candelária. De lá, seguiram para a Praça Tiradentes pela Avenida Rio Branco, até a Assembléia Legislativa.
“Normalmente nós tínhamos uns 2500 estudantes organizados nos centros acadêmicos e diretórios centrais. O pessoal se organizava em grupos de cinco, com um coordenador que sabia os endereços dos lugares escolhidos para a manifestação. Esse pessoal mantinha a chama acesa o tempo inteiro”, relembra Vladimir. “A polícia chegava e acabava com a manifestação e meia hora depois ela começava em outro lugar. Os coordenadores de grupo sabiam onde era e podiam recomeçar.”
No dia, o então presidente da UMES chegou de carro e atravessou a multidão de pessoas para chegar no alto da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Há boatos de que Vladimir era um dos alvos dos soldados naquele dia, mas ele não acredita nisso. “Claro, eu cheguei a ter medo. Já tinha sido preso, mas não fizeram nada comigo. Depois fui preso em agosto e depois de novo em Ibiúna. Mas a repressão não era o que foi depois do AI-5”, esclarece.
“Naquele dia nunca ia passar pela minha cabeça que eu estava fazendo parte de um evento histórico que ficaria lembrada como algo tão grande. Nós vivíamos o momento, nós esperávamos que podia sair uma coisa maior dali, nós queríamos mudar o país, queríamos uma revolução. Não passava nada pela cabeça, nós só organizamos a passeata. Nós pegávamos os oradores e pedíamos para falar direito, para colocar a questão da ditadura, a questão da universidade.”
As manifestações anteriores vinham sendo centradas na reivindicação por mais verbas para as universidades. Os estudantes pediam o mantimento do ensino pública, o não pagamento de anuidade e a mudança nas estruturas antidemocráticas das universidades. “Essas foram as reivindicações que nos levaram ao movimento. Mas durante a manifestação quatro companheiros nossos foram presos. E nós começamos a pedir a libertação deles também. Eles só foram soltos uns 15 dias depois”, conta Vladimir.
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Vladimir Palmeira faz fala durante a Passeata dos Cem Mil (Evandro Teixeira/Reprodução)
Ele relembra que, na época, a Igreja vinha propondo um diálogo da sociedade com o governo. A UMES aceitou, mas a interlocução deveria ocorrer com as entidades representativas. Na quarta-feira anterior, o grupo tentou ocupar o Ministério da Educação, mas foram recebidos com repressão. A Passeata deu a eles uma nova oportunidade.
“Uma comissão de representantes populares foi referendada ali mesmo na Passeata. Eles foram recebidos pelo ditador de plantão, o general Costa e Silva. Mas eu não fui”, relembra Vladimir. “Sei que não houve acordo, porque o Costa e Silva exigiu que não houvesse mais manifestação nenhuma. Foi o que me contaram na época.”
Segundo Palmeira, a Passeata não se compara a nenhum evento recente vivido no Brasil. “Cada conjuntura é uma conjuntura diferente”, afirma ele. Mas compara números. “Quando você pega a fotografia das Diretas Já e olha, é igualzinha à fotografia dos Cem Mil. Se nas Diretas tinha 1 milhão, no Cem Mil tinha 800 mil, 700 mil, entendeu? Porque a fotografia é igual. Em 2013, houve uma manifestação maior que a das Diretas, aquela última grande manifestação, no Rio, ela tinha um número maior, ia da Candelária até a Central do Brasil e os jornais disseram que tinha 300 mil.”
Movimento estudantil 
“Em 1968, nós queríamos liberdade. Alguns queriam o socialismo, estavam antenados com as novidades culturais da época. A MPB, as mudanças nas artes plásticas, a nova geração de teatro. Foi uma época de muita mudança. E nós tínhamos muita confiança e muita esperança no futuro”, afirma Palmeira.

Ele se orgulha de ter composto o movimento estudantil naquele período. Segundo ele, era uma época de experimentação e muita coisa foi feita pela primeira vez ali, em assembleias, reuniões, conversas. “Quando a gente pensava no projeto político geral, nós acreditávamos muito em uma receita. A gente achava que trazia a verdade, e isso eu fui lendo e vendo que não é assim. Aprendemos mais a ler a conjuntura, a saber que não tem fórmula pronta”, reflete.
Cinquenta anos depois, Vladimir enxerga uma juventude menos politizada. “A política é muito chata. Só se vê notícia de corrupção ou de desgoverno, é difícil se entusiasmar”, comenta. Para ele, em 1968, o papel político bem estabelecido do movimento, centrado na luta contra a ditadura, ajudou a sua massificação. “Hoje em dia, quem quer fazer política vai para o partidos, mas frequentemente é dissolvido pelas estruturas obsoletas deles. É difícil a renovação sem se perder na mediocridade geral. Aí a juventude acaba indo por outros caminhos”.
Atualmente, ele não vê representatividade nos movimentos estudantis dentro das universidades e acredita que os partidos políticos têm uma grande responsabilidade por isso, por sufocarem o movimento absorvendo “quadros” e lideranças estudantis nas universidades. 
“Em 68 nós éramos vistos como a entidade de representação dos estudantes. Hoje em dia tem a disputa do partido A contra o partido B dentro dos espaços estudantis”, opina. “São os próprios estudantes que certamente vão ter que achar um caminho para isso.”
Mobilizações
Vladimir não compara junho de 1968 ao que se viu 45 anos depois, em junho de 2013. Para ele, a maior diferença foram as reivindicações. “Em 2013, o pessoal do Movimento Passe Livre perdeu o controle das manifestações, eles não sabiam o que fazer. Saiu da reivindicação puramente de transporte e virou reivindicação de saúde e educação também”, comenta.

“O pessoal não estava preparado para lidar com esse desdobramento. Cada vez que se tem uma manifestação, tem que saber o que se vai fazer depois e abrir alternativas. Isso não aconteceu e o movimento acabou de forma estranha.”
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Vladimir e outros oradores do movimento estudantil durante a Passeata (Aquivo de Vladimir Palmeira/Reprodução)
Segundo ele, a mesma dúvida sobre o que fazer após as mobilizações surgiu três anos depois, durante as ocupações das escolas públicas pelos secundaristas, em 2016. “O movimento formou-se mas depois não teve desdobramento. Mas as ocupações em si foram muito boas”, analisa. “Certamente essas pessoas que participaram ganharam experiência que influenciaram na vida delas, inclusive levando eventualmente às atividades políticas.”
Vladimir, que já foi deputado federal pelo PT e que se desfiliou da legenda em 2011, acredita que atualmente os partidos políticos têm dificuldades para lidar com as mobilizações fora do espaço institucional e parlamentar.
“Nem os sindicatos, nem os diretórios estudantis, nem os partidos têm dado um desdobramento para os movimentos. Os partidos querem canalizar tudo para as eleições e não conseguem se ligar à população, então o movimento se perde. Isso empobrece muito a conjuntura, porque às vezes as pessoas querem participar diretamente e não encontram um canal”, explica.
Para ele, a descrença perpassa a juventude e atinge toda a população. Em um ano de eleições, ele acredita que o cenário político é complexo e incerto. “Estamos em um mangue. Você não sabe para onde vai isso tudo. E para o povo sobra a descrença. Eu canso de ver gente que não vai votar, ou que vai anular, por acharem que essa eleição não vai mudar muita coisa”, comenta.
A situação não é clara para ninguém. E aí aparece o Bolsonaro. Você não sabe para onde vai isso tudo. Acho então que essa situação vai ser resolvida se tiver movimento de massa, senão nós podemos cair no impasse daquele time que talvez queira aquela intervenção que a gente não quer.”
Vladimir não faz previsões acerca de quando uma próxima experiência de mobilização tal como as Diretas Já ou as Jornadas de Junho florescerá. “Pela minha experiência com movimento estudantil, você passava meses chamando o pessoal para alguma coisa e o pessoal não ligava. E de repente um dia o pessoal decide ir para a rua. Eu tenho esperança de que a juventude vai descobrir um caminho. O mundo cria os problemas e vai criando as soluções também”, afirma.
Fonte: Carta Capital

Pessoa sem fingimento

Esta quarta-feira (13) marca os 130 anos de nascimento de Fernando Pessoa
No último dia 13/06 marcou os 130 anos de nascimento de Fernando Pessoa

O poeta Fernando Pessoa levantava-se diariamente de sua mesa de trabalho na Editora Olisipo, pegava o chapéu, ajeitava os óculos e seguia em passos cadenciados até o Abel, tradicional casa comercial produtora e distribuidora das melhores bebidas à margem do rio Tejo. Lá tomava lentamente um cálice de aguardente e saía pelas ruas de sua Lisboa. Esse hábito Pessoa manteve por um longo tempo em seus curtos e intensos 47 anos de vida.

Por Nirton Venâncio

Em uma dessas tardes de bebericar seu veneno antimonotonia, em 1929, o poeta pediu que lhe fizesse uma foto saboreando a bebida. Dias depois pegou uma cópia, escreveu atrás a dedicatória "Fernando Pessoa em flagrante 'delitro'" e enviou para sua amada Ophelia Queiroz, com quem reatara depois de nove anos de rompimento e muitos poemas e muitas cartas ridículas - ou não seriam cartas de amor, preconizava. Mas o namoro com o ainda donzelo e múltiplo poeta terminou novamente em 1931. As caminhadas ao Abel continuaram, claro.
A moça, professora de Instrução (algo como o Primário), ficou na história como o único amor do reservado Fernando Pessoa, ou de seus heterônimos - ela já não sabia mais quem namorava. O poeta não fingia, seu coração, sabia, um comboio que gira, mas não entretia sua razão e nunca frequentou a casa de Ophelia, resistia a conhecer a família. Como bem observou o ensaísta moçambicano José Gil, Pessoa revelou incapacidade de amar Ophelia à maneira de Ophelia, de aceitar a máscara correspondente a um homem “comum”. Pois é, lembremos que em Lisbon Revisited, poema de 1925, o poeta já questionava, na pele de Álvaro de Campos, também sem fingimentos, o que deveras sentia: “Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável?” Nem a Ofélia de Shakespeare, em Hamlet, aguentaria essas esquisitices de poeta.

No final de 1935 Fernando Pessoa é internado diagnosticado com cólica hepática e falece. Um ano antes publicara Mensagem, o derradeiro livro onde no poema Mar português leem-se os conhecidos versos-espólio: “Quantas noivas ficaram por casar / para que fosses nosso, ó mar! / Valeu a pena? / Tudo vale a pena / se a alma não é pequena.”

13 de junho:130 anos do nascimento de uma alma que valeu a pena na literatura.

*Nirton Venâncio é poeta e cineasta.

Fonte: Olhar Panorâmico
Adaptado pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, 24/06/2018.