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FIQUEM LIGADOS! TODOS OS SÁBADOS NA RÁDIO AGRESTE FM - NOVA CRUZ-RN - 107.5 - DAS 19 HORAS ÁS 19 E 30: PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA" - PROMOÇÃO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN

Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

ÍNDIOS BRASILEIROS - Cultura Indígena

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Foto: Google: 
Os índios foram os primeiros habitantes do território brasileiro. São formados por povos diferentes com hábitos, costumes e línguas diferentes. Os Ianomâmis falam quatro línguas: a Yanomam, Sanumá, Yanomame e Yanam. Suas habitações são construídas de caibros encaixados, amarrados com cipó e revestidas de palha.
banner de cultura
A cultura indígena é um conjunto de características que marca um determinado grupo indígena.
Por exemplo, os Yanomamis possuem quatro línguas, vivem em malocas (moradia redonda de topo cônico), possuem características seminômades (mudam de habitat quando necessário), são caçadores e creem nos rixis (espíritos de animais protetores e amigos).
Os Guaranis se manifestam através da cerâmica e com rituais religiosos, falam somente uma língua, são migrantes e agricultores, “creem na terra sem males” (os mortos passam a proteger os vivos).
Vale ressaltar que, embora tenham características comuns, os índios não são iguais, mas cada povo habitante de determinada área do território brasileiro, possui suas diferenças em: cultura, organização política/social, rituais, lendas, arte, habitações, educação, alimentação, entre outros. Nem todos vivem da mesma maneira. A maioria localiza-se nas Terras Indígenas.
Os indígenas são uma fonte de conhecimento. Suas experiências passadas entre gerações formou o que nós chamamos de cultura brasileira: diversificada, heterogênea e peculiar. Desde o descobrimento vem englobando o modo de vida europeu e o mesclado de valores, costumes, línguas e hábitos dos indígenas que eram quase que desprezados pelos nobres.

Trabalhador e Trabalhadora de segunda classe? Não!

JOANNE MOTA 
Esse mês de agosto não só inicia um processo eleitoral histórico para o Brasil, ele descortina um cenário de disputa que cobra da classe trabalhadora não só reforço da resistência e luta, ele exige de nós ciência do posicionamento nosso nesta disputa, esclarecimento objetivo e subjetivo de qual papel cumprimos neste processo.
Não deveria ser, mas foi - como sempre disse minha mãe - um choque ler o programa de governo do candidato à presidência Jair Bolsonaro. E, ficou pior, quando cheguei no ponto onde se lê sobre a criação de uma nova carteira de trabalho. ”Criaremos uma nova carteira de trabalho verde e amarela, voluntária, para novos trabalhadores.”
E o que Bolsonaro oferece a que chamou de “trabalhadores de segunda classe”? A privação da proteção à saúde e à segurança, por exemplo. Ou seja, não bastasse a reforma trabalhista que abre espaço para uma precarização sem limites, o candidato do PSL oferece à classe trabalhadora um futuro sem direitos e sem sonhos de uma vida melhor.
Sob a retórica da liberdade, autonomia e a livre competitividade, categorias que são apresentadas em seu programa como expressão do que há de mais moderno, a proposta é mais uma lança nas mãos de quem segura o chicote e colabora para anuviar a dinâmica brutal e que ganha uma versão ainda mais perversa nesta etapa de reestruturação do capitalismo global.
A tal liberdade e autonomia, pregada por Bolsonaro, na verdade esconde os altos índices de precarização, os vergonhosos números de mortes no trabalho, as doenças e os suicídios tão comuns nos dias de hoje.
À classe trabalhadora fica o desafio, objetivo e subjetivo, de enfrentar essa disputa que extrapola sua influência, invade lares e mentes, retira direitos e remodela conceitos históricos no mundo do trabalho.
Joanne Mota é jornalista e assessora da CTB Nacional

Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

Lula cresce, lidera e alcança 37,3% das intenções de voto, diz pesquisa MDA/CNT

A CNT acaba de divulgar os resultados da 137ª Pesquisa CNT/MDA. O levantamento traz as preferências dos entrevistados em cenários de primeiro e segundo turnos e o limite de voto nos candidatos.

Lula  lidera com o dobro das intenções de voto do segundo candidato, Jair Bolsonaro (PSL)

O ex-presidente Lula lidera o cenário eleitoral para 2018, com 37,3% das intenções de voto, segundo nova pesquisa do instituto MDA revelada pela CNT nesta segunda-feira, 20. Na sequência aparecem Jair Bolsonaro (PSL) com 18,3%, Marina Silva (Rede) com 5,6%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,9%, Ciro Gomes (PDT), com 4,1% e Alvaro Dias (Podemos), com 2,7%. Os demais candidatos não alcançaram 1% das intenções de voto.

A pesquisa foi realizada pelo instituto MDA a pedido da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Foram ouvidas 2.002 pessoas entre os dias 15 e 19 de agosto em 137 municípios de 25 unidades da federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a identificação BR-09086/2018.

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, na qual os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos previamente, Lula (PT) também lidera, com 20,7%; Jair Bolsonaro segue em segundo, com 15,1%, e Geraldo Alckmin aparece em terceiro, com 1,7%. Neste cenário, aparecem ainda Alvaro Dias, com 1,3%, e Marina Silva, com 1,1%.

Ainda houve o registro de 1,4% de intenções em "outros". Brancos e nulos têm 18,1% e indecisos alcançam 39%.
                                            cenários de segundo turno para presidente

 Temer é reprovado por 97% dos brasileiros e  aprovado por 3% da população, aponta pesquisa CNT/MDA

Reprovação ao emedebista cresceu em comparação a sondagem de maio

 Pesquisas de opinião têm apontado o governo Temer como o mais impopular da história.

Fonte: osamigosdopresidentelula.blogspot.com

CNIC aprova 96 projetos culturais para captação via Rouanet

A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) encerrou, sexta-feira (17), a deliberação sobre os projetos avaliados durante a 280ª reunião ordinária, que ocorreu nos dias 14 e 15 de agosto. A CNIC deu parecer favorável para que proponentes de 96 propostas captem recursos pelo mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet (Lei 8.313/1991). No total, os projetos receberam autorização para captar até R$ 85 milhões junto a patrocinadores.
Artes cênicas foi a área com maior número de projetos avaliados, com 35 propostas. Na sequência, vieram música, com 24, humanidades, 12, e audiovisual, 11. Os setores de patrimônio cultural e de artes visuais tiveram 7 projetos aprovados, cada.
Qualquer cidadão pode acompanhar os projetos aprovados via Lei Rouanet, pelo Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic). O usuário terá acesso aos dados básicos dos projetos, como, por exemplo, nome e CNPJ do proponente, data de início e término do projeto, valores aprovados para captação e montantes realmente captados de cada um deles.
A Comissão
A CNIC é um colegiado de assessoramento formado por representantes dos setores artísticos, culturais e empresariais, com paridade da sociedade civil e do poder público. Os membros da sociedade civil são provenientes das cinco regiões brasileiras, representando as áreas das artes cênicas, do audiovisual, da música, das artes visuais, do patrimônio cultural, de humanidades e do empresariado nacional.
Para entrar em vigor, as decisões da CNIC precisam ser homologadas pelo secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (MinC). Os proponentes devem acompanhar seu projeto por meio do Salic, uma vez que as comunicações e solicitações complementares, caso necessárias, se dão exclusivamente por essa ferramenta.
Fonte: BRASIL CULTURA

domingo, 19 de agosto de 2018

SEMINÁRIO “SINDICALISMO E A IMPORTÂNCIA DA CULTURA” Dia 22/09/2018 – E. E. PAULO FREIRE – BAIA FORMOSA/RN Iniciativa: Centro Potiguar de Cultura – CPC/RN

CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN
História dos Sindicatos no Brasil
História dos Sindicatos no Brasil
Sindicato é uma associação não política para defesa e coordenação dos interesses sociais, econômicos e profissionais de um grupo, ligados à atividade laboral dos seus integrantes. Trata-se de organizações democráticas que se encarregam de negociar as condições de gerais e relação de trabalho entre associados e instituições, coerentes com interesses de um grupo de profissionais que exerçam a mesma atividade ou atividades semelhantes.
HISTÓRIA
No Brasil o surgimento do sindicalismo está diretamente atrelado ao término do período escravocrata, após séculos sendo um país onde a mão de obra era composta quase exclusivamente por escravos, o país passou a atuar com mão de obra assalariada e a receber estrangeiros para os novos setores que surgiam no mercado. Os imigrantes já possuíam conhecimentos relacionados aos direitos conquistados pelos trabalhadores em países nos quais o trabalho assalariado estava instituído há mais tempo.

A realidade do trabalhador imigrante no Brasil era precária, visto a cultura escravista da época, de forma que grupos de trabalhadores começaram a surgir dando base para o que se tornariam os sindicatos futuramente. Apesar disso, o movimento sindical só surgiu no país durante o século XX com a industrialização nacional, sendo o estado de maior expressão neste meio o de São Paulo, onde a industrialização cresceu mais rapidamente.

Durante a Era Vargas houve a concretização do sindicalismo nacional. Em 1930 foi criado o Ministério do Trabalho e em 1931 ocorreu a regulamentação da sindicalização operária e patronal. A Constituição do Estado Novo trouxe a unicidade sindical, assim como a proibição da greve e a instituição do imposto sindical. Trinta anos após sua criação, o sindicalismo sofreu uma grande repressão durante o período militar iniciado em 1964, gerando diversas greves no país. A partir da década de 1970 em diante houve a união de lideranças sindicais e grupos de trabalhadores na formação de movimentos, como o Movimento dos Sem Terra.

ATUALMENTE
A estrutura sindical brasileira é constituída de forma piramidal, onde se abrigam os Sindicatos, Federações, Confederações e Centrais Sindicais. As confederações têm âmbito nacional, as federações têm âmbito estadual e os sindicatos têm como base territorial mínima um município, sendo vedada a criação de sindicatos por empresa ou bairro, por exemplo. Nesse sentido o sindicato ocupa a base da estrutura sindical. Além disso, o país adota o sistema de unicidade sindical, ou seja, um só sindicato por cidade ou região para cada categoria profissional.


Essa estrutura foi iniciada após a Consolidação das Leis do Trabalho, em 1943. Durante os anos passados até hoje foram inclusas várias leis e decretos. Para execução de suas funções, o sindicato depende de contribuições, existindo quatro tipos no atual sistema sindical brasileiro, quais sejam, a contribuição sindical ou legal, que é prevista em lei e devida a todos aqueles que pertencem à categoria, sindicalizados ou não (art. 579 e seguintes da CLT/43); a contribuição associativa, devida exclusivamente pelos sócios ao sindicato; a contribuição confederativa (art. 8º, IV da CF/88), fixada pela Assembleia Geral para o custeio do sistema confederativo e a contribuição assistencial, prevista no art. 513 da CLT[4], fixada em acordo, convenção coletiva ou sentença normativa, com a finalidade de custear as despesas dos sindicatos advindas de negociações coletivas.

Fonte: sindis.com.br

"Serão temas como este que o CPC/RN reunirá alguns líderes sindicais e estudantes para participarem do Seminario, que ocorrerá no dia 22/09 na cidade de Baía Formosa/RN. A cultura precisa ser utilizada nas ações e manifestações, como ocorriam nas décadas de 60/70 e 80. Através dela o movimento ganhava mais força e apoios da sociedade. Aguardem mais informações." - Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN.

"Antes de Julgar a Esquerda, conheçam as suas LUTAS!" 1976 – Com ataques à ABI e à OAB, repressão tenta intimidar luta por democracia

História – Uma bomba destrói dependências da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio de Janeiro. Horas mais tarde, outro explosivo é encontrado na sede da seção carioca da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), mas foi desativado a tempo. Foram os primeiros de uma série de ações paramilitares contra entidades e cidadãos engajados na luta pela democracia, que se estenderiam até o governo seguinte e jamais foram esclarecidas pelas autoridades de segurança.
Organizações semiclandestinas de direita, como o Comando de Caça aos Comunistas (CCC) e Movimento Anticomunista (MAC), agiam no país desde antes do golpe de 1964. Pareciam inativas a partir de 1969, quando a repressão oficial se organizou em torno do DOI-Codi. As bombas de agosto de 1976 foram assumidas por uma desconhecida Aliança Anticomunista Brasileira (AAB), título semelhante ao da Aliança Anticomunista Argentina (Triple A), que em três anos de existência havia executado cerca de 600 pessoas no país vizinho.
O retorno do terrorismo da direita no Brasil havia sido antecipado pelo comandante do 1° Exército (Rio), general Reynaldo Mello de Almeida, em janeiro daquele ano. A previsão constava de um relatório sobre a reação dos militares à exoneração do comandante do 2° Exército, Ednardo D’Ávila Mello, após a morte do operário Manoel Fiel Filho sob tortura no DOI-Codi de São Paulo. Na disputa interna da ditadura, as ações terroristas se encaixavam na resistência ao projeto de “distensão lenta, gradativa e segura” dos generais Ernesto Geisel e Golbery do Couto e Silva.
O envolvimento direto do aparelho de repressão nessas ações seria claramente demonstrado em 1981, quando um agente do DOI-Codi morreu e outro ficou ferido na explosão acidental de uma bomba que seria usada para criar pânico em um show no Riocentro.
Fonte: BRASIL CULTURA

Exposição em SP reúne produção artística feminina da América Latina

Com mais de 280 trabalhos de 120 artistas, a exposição Mulheres Radicais leva para a Pinacoteca de São Paulo uma amostra da produção feminina da América Latina entre 1960 e 1985. Segundo as curadoras, Cecilia Fajardo-Hill e Andrea Giunta, o recorte abrange um período decisivo na construção da arte contemporânea e na representação do corpo feminino.
Nessas décadas, artistas pioneiras desenvolveram investigações que desafiaram as classificações dominantes a partir do entendimento do corpo como campo político.
Essa nova abordagem instituiu uma pesquisa sobre o corpo como redescoberta do sujeito, algo que, mais tarde, viríamos a entender como uma mudança radical na iconografia do corpo”, ressaltam as curadoras no texto de apresentação da mostra. São pesquisas que, de acordo com Cecilia e Giunta, abriram novos caminhos para a fotografia, performance, vídeo e arte conceitual.
Entre os trabalhos selecionados estão obras de algumas das artistas mais influentes do século 20, como a brasileira Lygia Pape, a chilena Cecilia Vicuña e a cubana Ana Mendieta. A mostra também traz nomes menos conhecidos, como a escultora e pintora mineira Teresinha Soares, que vem ganhando mais destaque nos últimos anos.

Ditaduras e opressão

A maioria das artistas teve, segundo a curadoria, de enfrentar de alguma forma a opressão política e social, marcada pelo papel dos Estados Unidos, em plena a Guerra Fria e pelas ditaduras ao longo do continente, que também eram apoiadas pelo poder norte-americano. “As vidas e as obras dessas artistas estão imbricadas com as experiências da ditadura, do aprisionamento, do exílio, tortura, violência, censura e repressão, mas também com a emergência de uma nova sensibilidade”, enfatiza Cecília.
A exposição surge da percepção da curadoria e da Pinacoteca de que, apesar da relevância dessas artistas, elas não receberam o devido reconhecimento. “O vasto conjunto de obras produzidas por artistas latino-americanas e latinas tem sido marginalizado e abafado por uma história da arte dominante, canônica e patriarcal”, destacam as curadoras.
A exposição abriu ontem (18) para o público e fica na Pinacoteca, na Luz, região central da capital paulista, até HOJE dia 19 de novembro.
Fonte: Agência Brasil
Adaptação: CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN

sábado, 18 de agosto de 2018

HISTÓRIA NEGRA AMERICANA :"Negro History Week"


A história do Black History Month começa em 1915, meio século após a Décima Terceira Emenda

Abolir a escravidão nos Estados Unidos. Em setembro, o historiador treinado por Harvard, Carter G. Woodson e o prominente ministro Jesse E. Moorland, fundaram a Associação para o Estudo da Vida e da História do Negro (ASNLH), uma organização dedicada à pesquisa e promoção de conquistas de negros americanos e outros povos de Descendência africana. Conhecido hoje como a Associação para o Estudo da Vida e História Africano Americana (ASALH), o grupo patrocinou uma Semana Nacional da História Negra em 1926, escolhendo a segunda semana de fevereiro para coincidir com os aniversários de Abraham Lincoln e Frederick Douglass . O evento inspirou escolas e comunidades em todo o país a organizar celebrações locais, estabelecer clubes de história e performances e palestras de acolhimento.

A NAACP foi fundada em 12 de fevereiro de 1909, o centenário do nascimento de Abraham Lincoln. 

Foi em 1964, quando o autor James Baldwin refletiu sobre as deficiências de sua educação. “Quando eu estava indo para a escola”, ele disse , “comecei a ficar incomodado com o ensino da história americana porque parecia que aquela história havia sido ensinada sem o conhecimento da minha 

Os pensamentos de Baldwin ecoaram os de muitos antes e depois dele. Meio século antes, quando Carter G. Woodson teve a mesma frustração, eleestabeleceu as bases para o que seria o Mês Nacional da História Negra de hoje, observado em fevereiro.


presença”.


Desde então, todo presidente americano designou fevereiro como o mês da História Negra e aprovou


um tema específico. A Proclamação da Emancipação e a Marcha em Washington , marca os 150 e 50 aniversários de dois eventos fundamentais na história afro-americana.

Nas décadas que se seguiram, os prefeitos das cidades de todo o país começaram a emitir proclamações anuais, reconhecendo a Semana da História do Negro. No final da década de 1960, graças, em parte, ao Movimento dos Direitos Civis e a uma crescente consciência da identidade negra, a Semana da História do Negro evoluiu para o Mês da História Negra em muitos campus universitários.O presidente Gerald R. Ford reconheceu oficialmente o Mês da História Negra em 


1976, convidando o público a "aproveitar a oportunidade para homenagear as conquistas, muitas vezes negligenciadas, de negros americanos em todas as áreas de atividade ao longo da nossa história".

Um afro abraço.
Claudia Vitalino.

Fonte:wenciclopedia livre

Iniciadas as obras de reforma e modernização da Biblioteca Demonstrativa, em Brasília

O Ministério da Cultura está investindo R$ 1,764 milhão nas obras de reforma e modernização da Biblioteca Demonstrativa Maria Conceição Moreira Salles. O prazo de conclusão é de 180 dias (Fotos: Ronaldo Caldas/Ascom MinC)
Foram iniciadas as obras de reforma e modernização da Biblioteca Demonstrativa Maria Conceição Moreira Salles (BDB), feitas com investimentos de R$ 1,764 milhão do Ministério da Cultura (MinC).
A Engeste Engenharia, empreiteira responsável pela reforma, já começou a montagem do canteiro de obras. O prédio será isolado com tapumes para garantir a segurança das pessoas que transitam pelo local. A previsão é de que a obra seja concluída em 180 dias.
O projeto arquitetônico da nova Biblioteca Demonstrativa prevê a ampliação de sua área construída de 1.300 m² para 1.550 m², o que vai permitir a inclusão de mais banheiros e uma nova distribuição dos espaços, com a instalação de palco para eventos, brinquedoteca, área externa para leitura, espaço de contação de histórias, biblioteca acessível para cegos e lanchonete. Também serão construídas passagens ligando o edifício principal à área anexa, que será ampliada para receber mais acervo. Outra novidade do projeto é o uso de telhas termoacústicas, que reduzem o barulho externo e o uso de ar condicionado.
“Entregaremos uma biblioteca muito melhor à comunidade, mais ampla, melhor estruturada e com acervo mais diversificado”, ressaltou o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. Segundo ele, com as melhorias feitas, a BDB cumprirá o papel de ser referência no Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP).
A Biblioteca
Inaugurada em 20 de novembro de 1970, a Biblioteca Demonstrativa Maria Conceição Moreira Salles é uma das mais importantes salas de leitura da capital e um espaço cultural de referência. Fechada desde 2014, passou por obras de escoramento da marquise, troca de caixa d’água e nova instalação elétrica, concluídas em 2016.
As obras de reforma e modernização estavam previstas para 2017, mas a licitação foi suspensa por impugnação de licitante. Uma nova licitação foi aberta em fevereiro, da qual participaram 19 empresas. A Engeste Empresa de Engenharia do Centro-Oeste foi a vencedora e já recebeu do MinC a ordem de serviço para o início das obras.
Acervo
O acervo da Biblioteca Demonstrativa, com mais de 100 mil itens, foi transferido em 2017 do prédio da BDB para as instalações de empresa contratada, localizada no Setor de Indústria e Abastecimento, em Brasília. Todos os cuidados estão sendo tomados para que o acervo seja mantido em perfeito estado de conservação até que a reforma seja concluída. Além disso, o MinC está realizando análise do atual acervo para investir na aquisição de novos itens.
Enquanto a obra da BDB não é concluída, o Escritório de Direitos Autorais do Distrito Federal, que funcionava no prédio da Biblioteca, está em pleno funcionamento no Edifício Parque Cidade Corporate – SCS Quadra 09 Lote C Torre B, 10º Andar. O horário de atendimento é de segunda a quarta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 15h, e quinta-feira das 8h às 11h.
Fonte: BRASIL CULTURA

Autoridades exigem instituição do Sistema de Patrimônio Cultural aos presidenciáveis

Autoridades federais e municipais se reuniram quarta-feira (15), em Goiás, para a assinatura de um documento que será enviado aos candidatos à presidência com o objetivo de instituir o Sistema Nacional de Patrimônio Cultural. A intenção é que a medida seja implementada por meio de projeto de lei para inserir a requalificação de cidades e monumentos na agenda política do país.
O documento define as diretrizes de uma política transversal que trata do Patrimônio Cultural como ativo econômico, que gera renda, empregos e inclusão social. As obras de requalificação urbana, o fomento a linhas de investimento em imóveis privados de centros históricos, a criação de fundos de investimentos específicos em preservação e a capacitação técnica especializada são os principais pontos do pacto firmado.
“Vamos entregar para todos os candidatos à Presidência da República são as reivindicações das cidades”, assegurou Kátia Bogéa, presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A presidente do Iphan destacou o exemplo do PAC Cidades Históricas para demonstrar como ações de preservação são capazes de promover segurança pública, fomentar o turismo e gerar desenvolvimento sustentável.
O programa, que é o maior conjunto de investimentos já realizados no Patrimônio Cultural Brasileiro, prevê 424 obras em 44 cidades em 11 estados, totalizando R$ 1,6 bilhão em recursos do governo federal. Desde 2013, 53 ações foram concluídas e 71 seguem em execução, com projetos de infraestrutura que promovem uma verdadeira transformação nas cidades.
Além da presidente do Iphan, participaram do encontro os ministros do Turismo, Vinicius Lummertz, da Cultura, Sérgio Sá Leitão, do Meio Ambiente, Edson Duarte, e a secretária Nacional de Habitação, Maria do Socorro Gadelha, além dos representantes das prefeituras de 14 sítios considerados Patrimônio Mundial,
Também nesta quarta aconteceu a assinatura de um protocolo de intenções entre os ministérios do Turismo, Cultura, Meio Ambiente, Cidades e Iphan, para instituir a Política Nacional de Gestão Turística do Patrimônio Mundial no Brasil. Até dezembro, os ministros e a presidente do Iphan irão encaminhar ao Congresso um projeto de lei para criação da nova política.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

"CONHEÇAM A HISTÓRIA DOS INDÍOS POTIGUARAS" - CPC/RN: TERRITÓRIO POTIGUARA

Imagem: Trilhas dos Potiguaras
Imagem de Eduardo Vasconcelos

O maior patrimônio dos povos indígenas são as terras em que viveram seus ancestrais. Sem elas, perdem mais do quem um pedaço de chão. Perdem a própria identidade.

Os índios potiguaras sabem muito bem de onde vieram e para onde desejam ir. Batalham pela recuperação de suas propriedades há mais de quinhentos anos.

Anama potigûara auîeramanhe o-s-ekobé-ne o tuibaepagûama yby-pe, gûi-xóbo memé, o-pytá-ne maramonhanga saynha popyatãbara bé tym-a oré pyá nhyã abé, ambite oré poromonhangaba resé.

O povo potiguara sempre viverá na terra dos seus antepassados, mesmo partindo; permanecerá a semente da luta e resistência plantada em nossas mentes e corações, para o futuro das nossas gerações.

Autor: Prof. Josafá Freire
Denominada pelos índios potiguares de Akaîutebiró, que significa "cajueiro estéril" (akaîu, cajueiro + tebiró, estéril ou azedo), referência aos cajueiros nativos da região, Baía da Traição, nome dado pelos colonizadores portugueses à baía que, naquela época, chegava até a barra do rio Guaju, na atual divisa com o Rio Grande do Norte. Tornou-se o epicentro comercial de pau-brasil, traficado pelos franceses que, ao contrário dos lusitanos, não despertaram antipatia local, em virtude da relação respeitosa e estritamente mercantil com os nativos.

Os franceses, visando à exploração do pau-brasil, fundaram uma feitoria na Baía da Traição, que funcionou como ponto de convergência de todo o madeiramento abatido naquela região. Para a sua defesa, ergueram um fortim. Essas edificações foram destruídas por Martim Leitão, na época da conquista portuguesa.

As raízes da resistência, que vieram do passado, se fazem presentes na personalidade coletiva de sua população, orgulhosa de ser a única etnia no mundo a entrar em confronto com potências colonizadoras e se manter no mesmo lugar de origem. E não se trata de qualquer lugar.

A reserva dos Potiguaras fica em uma das regiões mais bonitas do Nordeste brasileiro. São quatorze quilômetros de praias desertas, falésias, matas de tabuleiro, manguezais, rios e lagos de águas cristalinas.

Seus domínios fazem parte da restrita e privilegiada lista de demarcações de terras indígenas localizadas na costa do país. Ocupam um espaço de 33.757 hectares, distribuídos em três áreas contíguas, nos municípios de Baía da Traição, Rio Tinto e Marcação. As 32 aldeias abrigam, atualmente, cerca de vinte mil indivíduos, número que vem crescendo, mas que já chegou a atingir apenas dez mil, em 2004.

A busca pela sobrevivência e o reconhecimento de suas posses, o que ainda continua, foi e ainda é sofrida. Aconteceram, à custa de perseguições, massacres e de um peculiar processo polarizado de evangelização onde, de um lado, figuravam os portugueses católicos e, do outro, os holandeses protestantes.

Os Potiguara (termo tupi que significa comedores de camarão) fazem parte da família linguística Tupi Guarani e habitavam toda a costa da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Maranhão. Estima-se que sua população chegava a cem mil pessoas, até a aparição dos portugueses, em 1500. No começo, os conflitos eram raros; mas, com o tempo, os indígenas sentiram o usufruto das suas terras ameaçado e reagiram com força.

Iniciava-se a saga de uma das culturas autóctones mais valentes do Brasil.

Ao longo dos séculos XVI e XVII, os nativos resistiram ao projeto de colonização lusitano. Aliaram-se, primeiro, aos franceses; depois, aos holandeses. Quando estes foram expulsos do Brasil, em 1654, a retaliação veio a galope e grande parte de sua população sumiu do mapa, apesar da Lei Régia de 1548, determinando que se dessem aos índios bons tratos.

As leis de proteção e reconhecimento continuavam a ser escritas, como o Alvará de 23 de novembro de 1700, que estabelecia uma légua de terra para cada aldeia de 100 casais, corroborado, depois, pela Lei de Terras de 1850 e da Lei de 1860, que resguardavam as terras dos índios aldeados.

Na prática, os índios estavam largados à própria sorte, mas se mantiveram, com alguma tranquilidade, no litoral norte da Paraíba, entre os rios Camaratuba e Mamanguape.

No início do século XX, quando viviam relativamente estabilizados em suas terras, mesmo sem a homologação das demarcações, o território potiguara foi, mais uma vez, usurpado por invasores.

Primeiro, com a construção da Companhia de Tecidos Rio Tinto, da família de imigrantes suecos Lundgren (ver seção Os Invasores do Século XX), localizada às margens do Rio Mamanguape, onde ocorreram grandes desmatamentos.

Na década de setenta, a cana-de-açúcar, protagonista no século XVII, voltaria à cena, daquela vez como monocultura das usinas de álcool, invadindo e cercando de canaviais as exíguas terras dos nativos. Os potiguaras, então, fizeram valer seu espírito guerreiro do passado e foram à luta pelos seus direitos. As armas, dessa vez, seriam a base de argumentos e convicções. Organizaram-se e buscaram reconhecimento.

Em 1991, finalmente, a primeira demarcação da Terra Indígena Potiguara foi concluída, delimitando-se um território de 21.238 hectares. Dois anos depois, a TI Jacaré de São Domingos foi homologada, com 5.032 ha.

A batalha por justiça, no entanto, se mantém. A TI Potiguara de Monte-Mor, com 7.487, que pretende recuperar áreas tomadas pela indústria têxtil e por algumas usinas de açúcar, ainda precisa ser homologada.

Próximo à barra do rio Guaju, na Vila do Sagi, no Rio Grande do Norte, a aldeia Trabanda, onde vivem 103 famílias, sequer teve seus 75 hectares de terras demarcados. O núcleo representa o último remanescente dos índios potiguaras no Estado, onde, quem nasce nele, é chamado de potiguar.

ALDEIA DOS POTIGUARAS NO SAGI - RN


O Estado do Rio Grande do Norte foi um dos últimos a assumir a existência de povos indígenas em seu território. No município de Baía Formosa, Litoral Sul do Estado, está situada a comunidade indígena Sagi-Trabanda, autodeclarados Potiguara.

A comunidade, com cerca de 350 pessoas, ocupa a região há mais de um século, mas, no entanto, não tem suas terras demarcadas, apesar de já o ter solicitado à Fundação Nacional do Índio (FUNAI). Devido a isso, vem sofrendo, desde 2007, ameaças ao seu território, por uma empresa do setor imobiliário, que também reclama a posse da terra.

Além disso, a construção de uma ponte, projeto, em parceria Município e Estado, destruiu o mangue e acabou com a pesca de caranguejo, fundamental à alimentação e à geração de renda da comunidade, que não tem atendimento médico ou educação indígenas diferenciados, sendo esta uma reivindicação importante junto aos órgãos competentes, além da demarcação e da regularização fundiária de seu território.

A história oficial acerca da presença indígena no Nordeste brasileiro, como um todo, e no Rio Grande do Norte, especificamente, tem graves lacunas de estudos acadêmicos. No entanto, de acordo com pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio do Programa Motyrum de Educação Popular em Direitos Humanos, na publicação de Macedo et al, há indícios de forte presença indígena no Estado, que pode, inclusive, ser percebida pelos dados censitários. Nos censos de 1940 e 1980, segundo os autores, os “pardos” representavam 43% e 46% da população total, respectivamente. Ao longo dos anos, boa parte da cultura indígena desses povos foi sendo omitida e sua identidade substituída.

Apesar disso, os autores afirmam que esses grupos, cujas identidades foram suprimidas, têm se reorganizado, recentemente, reivindicando legitimamente sua identidade indígena. O Rio Grande do Norte foi um dos últimos estados brasileiros a ter suas populações oficialmente registradas pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI), sendo, atualmente, cinco comunidades: “Sagi-Trabanda; Eleotérios do Katu; Mendonças do Amarelão; Tapará; e Caboclos do Açu”.

No entanto, ainda que sejam reconhecidas pelo órgão oficial, essas comunidades “sofrem com diversas violações aos seus direitos básicos e não têm a garantia de efetivação dos seus direitos específicos [...] e buscam somar forças se articulando, umas com as outras, em busca de reorganizações, reestruturações culturais, sociais e políticas”.

Nesse cenário, estão situados os indígenas autodeclarados da Etnia Potiguara da comunidade Sagi-Trabanda, no Município de Baía Formosa, Litoral Sul do Rio Grande do Norte, distante cerca de 100 quilômetros da capital, Natal. A comunidade está localizada às margens do Rio Cavaçu e das praias de Sagi e Trabanda, uma área de Mata Atlântica e manguezal, com muitos rios, lagoas e trilhas. Nesse local, segundo o Relatório da II Assembleia Indígena do Rio Grande do Norte, vivem cerca de 350 pessoas que compõem a comunidade e que são descendentes dos índios Potiguara. Vivem, principalmente, do cultivo de batata, mandioca e milho e da pesca artesanal, na área de mangue.

Segundo o cacique da aldeia, Manoel Leôncio, que falou à reportagem de O Jornal Hoje, em Sagi-Trabanda “todo mundo é descendente de índio. Pelo menos uns 90%. Mas muitos não assumem isso, por puro preconceito”.

A área, atualmente conhecida por Fazenda Sagi, é ocupada pelos indígenas há mais de 100 anos. Fato comprovado pela existência de um cemitério de seus antepassados, com registros de sepultamentos datados de 1908, conforme Petição de Representação do advogado da comunidade, apresentada à Procuradoria da República no Rio Grande do Norte.

Sobre o cemitério, seu José Amaro, indígena morador da comunidade, mostrou à reportagem do G1 que esteve na aldeia onde estão enterrados seus irmãos, um deles tendo nascido em 1911. Para o descendente, “é a prova de que habitam a região há cerca de um século”.

Quanto à ocupação antiga, o cacique afirma que o passado de sua família comprova a longevidade da comunidade: “Minha bisavó, por exemplo, morreu com 105 anos e sempre viveu aqui. E, antes dela, tinha índio também”.

A etnia potiguara é reconhecida pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI). No entanto, esse grupo, residente em Baía Formosa, ainda não possui, oficialmente, terra indígena (TI). Devido a esse fato, a comunidade vem sofrendo ameaças à manutenção do território, tradicionalmente, ocupado por eles.

Apesar de a FUNAI ainda não ter reconhecido, oficialmente, as terras Potiguara, em Baía Formosa, em sua página na internet, onde apresenta a estrutura da Coordenadoria Regional (CR) Nordeste II e suas funções, encontra-se a informação de que essa CR foi constituída em 2011, com a intenção de atender a diferentes etnias, sendo 14 povos no Ceará; um povo no Piauí; dois povos na Paraíba, um deles os Potiguara (em Baía da Traição) e, por fim, “um povo no Rio Grande do Norte: Potiguara (em Assú, João Câmara, Baía Formosa e Goianinha)”.

Localizada no litoral sul do Rio Grande do Norte, a aldeia Sagi-Trabanda é alvo de especulação imobiliária que tem interesse em construir um Ecoresort na região. Os conflitos com empresários locais começaram no ano de 2007.

No decorrer do processo, a mobilização indígena no Estado foi crescendo e ganhando reconhecimento dos órgãos oficiais. Entre 11 e 14 de dezembro de 2009, a FUNAI realizou, em Natal, a I Assembleia Indígena do Rio Grande do Norte. A comunidade Sagi Trabanda participou com oito delegados: Osmar Jerônimo, o cacique Manoel Leôncio do Nascimento, Antônio Nascimento Filho, Gilvan dos Santos, Cacilda Maria Pessoa Jerônimo, Temistóclis Inacio da Silva, José Carlos Leôncio do Nascimento e UIlton do Nascimento.

Como decorrência da assembleia, a FUNAI e outras instituições formularam relatórios em que constam, segundo a Representação, “a urgência no pleito para demarcação territorial”. Com isso, evidencia-se que a comunidade, desde o ano de 2009, pelo menos, reivindicava seu reconhecimento e a demarcação de suas terras.

Ainda durante a assembleia, foram eleitos representantes do Estado para compor a Coordenação da Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME): Tayse Michelle Campos da Silva (titular), Potiguara dos Mendonças do Amarelão, situada no Município de João Câmara; e o Potiguara de Sagi-Trabanda, Osmar Jerônimo, como suplente. 

Por (trilhasdospotiguaras.com.br)