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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

SINGELA HOMENAGEM AO SAUDOSO GUERREIRO, HÉLIO XAVIER DE VASCONCELOS! PRESENTE, SEMPRE!

Professor e advogado, HÉLIO XAVIER DE VASCONCELOS, SEMPRE PRESDENTE!
I`MEMÓRIA!

Professor da UFRN, ex-presidente da OAB - RN (Ordem dos Advogados do Brasil), Defensor dos Direitos Humanos, Ex Secretário Estadual de Educação no primeiro governo de José Agripino Maia, Professor da UFRN, UM HOMEM DE LUTA E DE FIBRA! EX PRESIDENTE DO CENTRO POPULAR DE CULTURA - CPC

Nós que fazemos do CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN fazemos essa singela homenagem a HÉLIO VASCONCELOS pelas suas lutas e apoio aos MOVIMENTOS SOCIAIS, CULTURAIS E EM DEFESA DA VIDA!

Hélio Xavier de Vasconcelos, PRESENTE!

Comida caipira: histórias e receitas do tempo do fogão a lenha

Modern room with comfortable sofa, indoors

Falou em “caipira” para um paulistano ou paranaense e já vem à mente o fogão a lenha, a broa de milho e o lombo de porco. A culinária tradicional do interior de São Paulo ou Paraná, baseada em ingredientes como milho, feijão, couve, carne de porco e de galinha, está presente até no dia a dia de quem nunca sai da capital do estado.

“Pratos como cuscuz e virado à paulista são coisas que você encontra no cardápio de qualquer boteco”, conta Nicolas Ferreira Rodrigues, professor de Gastronomia no Senac Aclimação, em São Paulo. “Dificilmente você encontra alguém que não come”.

E seja no formato original -no fogão a lenha- ou em versão adaptada nos restaurantes, o fato é que a comida caipira rende mais do que um dedo de prosa acompanhada de café e bolo de fubá…

Jefferson Coppola/Folhapress
Imagem: Jefferson Coppola/Folhapress

Afinal, é paulista ou mineira?

Virado de feijão com linguiça, lombo de porco… Quando se trata de comida caipira, os dois estados dividem a autoria dos pratos mais clássicos da culinária caipira. “Em termos de comida, temos a mesma base de formação”, conta a chef Ana Luiza Trajano, do restaurante Brasil a Gosto. “A culinária nasce paulista e se transforma em mineira”.

“Os tropeiros são os principais responsáveis pela  dúvida sobre o que é de origem paulista e o que é de origem mineira, já que saíam  com os ingredientes e seguiam para os garimpos de Minas. À medida em que iam parando, acabavam influenciando a região. Afinal, uma hora todo mundo precisa parar para comer”, conta Nicolau. “E a comida, afinal, não tem fronteiras geográficas!”
Apu Gomes/Folhapress
Imagem: Apu Gomes/Folhapress

Quem manda é o fogão

Uma coisa é preciso ser dita: os pratos mais típicos da culinária caipira demandam tempo para serem feitos. Isso é reflexo dos equipamentos da época – panelas de barro ou de ferro, cocção com muito líquido no fogo a lenha. Isso resulta em sabor mais concentrado e rico em temperos. “Era algo com o qual você não precisava se preocupar: você poderia deixar por várias horas cozinhando”, explica Nicolas. “Tutu de feijão,cuscuz e canjiquinha são todas receitas relativamente fáceis e que podem ser incrementadas a gosto”.

Na estrada, valia a arte do improviso: cozinhava-se em fogos de chão e até em tucuruvas – cupinzeiros abandonados que eram escavados e transformados em fornos para a preparação da comida. Dos índios, herdou-se a arte de moquear – ou assar – carnes e peixes. E, dos europeus, o uso da gordura de porco para fritar e também conservar os alimentos.
Divulgação
Imagem: Divulgação

Porco em tudo

“No interior, quem não tinha um porquinho no quintal?”, comenta Nicolau, que é originário de Ribeirão Preto (a 290 quilômetros de São Paulo). O animal se tornou um dos produtos mais marcantes da culinária caipira pela facilidade no manejo. “Dificilmente você erra no cozimento e mesmo com outros ingredientes, você consegue manter o sabor”, diz o professor.

Natural de Franca (a 344 quilômetros de São Paulo), Ana Luiza Trajano se lembra de quando porcos eram abatidos para preparo de linguiça e de carne na lata, conservada em banha para durar mais e ter mais sabor. A chef ganha até hoje de uma tia-avó um suprimento de linguiças caseiras, feitas na fazenda. “Ela mata dois porcos e temos linguiça para o ano inteiro, para comer assada – uma delícia!”, conta.

TV UOL
Imagem: TV UOL

Sua majestade, o milho

Na forma de canjiquinha, fubá, polenta, angu ou farinha, o milho é onipresente no menu. “Ao contrário do Norte e Nordeste, onde há uma predominância da mandioca, em São Paulo a base da alimentação indígena era o milho”, explica Ana Luiza Trajano. O ingrediente permeia todo o menu e não se escapa nem na hora da sobremesa: o doce mais marcante da roça, afinal, é o conhecidíssimo bolo de fubá.
Divulgação
Imagem: Divulgação

Adaptando

Muitos pratos da culinária caipira ganhavam outra roupagem ou ingredientes extras à medida que chegavam na capital. Um exemplo é o cuscuz paulista. “A receita clássica é com galinha. A versão com frutos do mar é bem paulistana, por conta da proximidade com Santos”, explica Ana Luiza Trajano. Outra diferença são os cortes de porco: enquanto na capital usa-se muito a bisteca (por influência italiana), “à medida que você vai subindo pelo interior, você nota mais o uso de leitoa a pururuca e lombo”, diz a chef.

Anna Fagundes

Do UOL

Com Portal BRASIL CULTURA

Hoje Aniversário de São Paulo

O Aniversário de São Paulo é comemorado em 25 de janeiro. Em 2022, a cidade completa 468 anos.

Esta data é um feriado municipal na capital paulistana, mas em 2022 os paulistanos não poderão contar com esse dia de descanso, pois o feriado de 25 de janeiro de 2022 foi antecipado para 2021.

O dia 25 de janeiro foi escolhido em homenagem à fundação do Colégio dos Jesuítas, considerado o marco zero da maior capital brasileira.

História da Cidade de São Paulo

No dia 25 de janeiro de 1554, os padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta fundaram o colégio que seria o centro de educação e formação dos indígenas para se adequarem ao modo de vida dos jesuítas.

A cidade de São Paulo recebeu este nome em homenagem ao apóstolo Paulo. De acordo com a tradição católica, ele teria se convertido ao cristianismo no dia 25 de janeiro, dia de festa para a Igreja Católica. Assim, neste mesmo dia foi celebrada a missa de fundação do Colégio dos Jesuítas.

Aniversário de São Paulo

Atividades para o aniversário de São Paulo

Todos os anos, a prefeitura da cidade de São Paulo promove várias atrações para celebrar o seu aniversário, em todas as regiões da metrópole.

Shows ao vivo, exposições artísticas e circuitos culturais são alguns dos exemplos de programas que os paulistanos e turistas podiam experimentar durante os dias festivos do aniversário de São Paulo (normalmente entre os dias 23, 24 e 25 de janeiro), mas desde a Covid-19, as celebrações estão bastante condicionadas.

O Troféu Cidade de São Paulo, corrida que costuma ser realizada no dia do aniversário da cidade, por exemplo, não se realizou em 2021.

Adiado para 2022, a 24.ª edição da corrida se realizará no dia 23 de janeiro de 2022 (domingo), uma vez que o feriado do aniversário da cidade de 2022 foi antecipado para 2021, como uma das medidas de combate à pandemia. Lembrando que 5 feriados foram antecipados e foram gozados entre 26 de março e 4 de abril de 2021 – que compreendeu a semana santa -, com o intuito de somar 10 dias consecutivos de isolamento social.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

domingo, 23 de janeiro de 2022

RN bate novo recorde de casos de infectados da covid-19 pelo quarto dia seguido

 Foto: Reprodução

Em um balanço diário sobre o quadro epidemiológico do Rio Grande do Norte a secretária estadual de saúde confirmou neste sábado (22), o número de 1.543 casos positivos de covid-19, os dados ainda inclui quatro mortes pela doença no período, sendo que três delas em Natal e outra em Riacho da Cruz.

De acordo com a secretaria esse é o registro recorde no ano, superando a última quarta-feira (19), quando foram notificados novos 1.307 casos.Os dados computados têm registros da semana e de casos que já estavam em investigação.

No total, desde o início da pandemia, o Rio Grande do Norte tem 403.321 casos confirmados da covid-19 e 7.635 óbitos pela doença.

Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS

O mundo morre um pouco com a partida de Elza Soares - Por Portal BRASIL CULTURA

 

Por Marcos Aurélio Ruy

Ela tinha tudo contra. Nasceu preta, pobre, favelada. Foi casada aos 12 anos. Mas superou todas as adversidades e se transformou numa das maiores cantoras do mundo. E não se trata de meritocracia, mas de resiliência, perseverança e resistência ao ódio, à misoginia, ao racismo e a toda forma de preconceito.

Mesmo com tudo contra, Elza Soares, que partiu nesta quinta-feira (20), aos 91 anos, com mais de 60 anos de dedicação à cultura e à música. Resistiu a tudo e a todos e fez da sua arte a sua vida. Emprestou a sua voz para todas as causas dos oprimidos e foi além.

Em Maria da Vila Matilde, de Douglas Germano, cantou a afirmação da mulher do século 21, resiliente, livre e dona do seu nariz:

Foi perseguida pela maledicência de uma mídia torpe, quando ainda nem existia internet. Sentiu na pele o racismo, a misoginia e o desprezo pela cultura. Vilipendiada por olhos conservadores e maldosos, quando deveria ser sempre reverenciada por seu enorme talento e em elevar o nome do Brasil para todo o mundo.

Expôs seu talento e se expôs com a coragem dos grandes artistas. Foi gigante em tudo o que fez. Ousou e fez da ousadia a sua marca para inovar o canto de um país altamente cantante. E por mera coincidência a gigante da música popular brasileira se foi no mesmo dia que o amor de sua vida (em suas próprias palavras), o jogador de futebol Mané Garrincha (1933-1983) e da cantora estadunidense Etta James (1938-2012), outra grande voz da música na resistência ao sistema excludente e castrador.

Em Meu Guri, de Chico Buarque, ela diz cantar para o autor e principalmente para Garrincha, o guri do Brasil:

Até em sua data de nascimento há marca de sua irreverência para marcar o que há de melhor que há na força da mulher negra brasileira. Com sua voz rouca inigualável se agigantou contra o racismo, o machismo e a LGBTQIAP+fobia.

“Reza a lenda que eu faço aniversário duas vezes no ano. Reza a lenda e rezo eu pra agradecer por tanta vida. Pra quem passou pelo que eu passei, celebrar durante um mês inteiro é pouco. É em 23 de junho ou 22 de julho? Não importa. Eu comemoro as duas datas e nesse ano será o mês todo. É cara, mais uma primavera, mais um ‘passaporte’ carimbado rumo a próxima década”, escreveu ela em suas redes sociais em 2020, nas comemorações dos seus 90 anos.

Em Mulher do Fim do Mundo, de Alice Coutinho e Rômulo Fróes. Elza mais uma vez empresta a sua voz para denunciar a violência de gênero, sem perder a crença num futuro diferente:

Iniciou carreira com sua participação no programa “Calouros em Desfile”, apresentado por Ary Barroso (1903-1964), na rádio Tupi. Para ridicularizar a visível pobreza da caloura, Ary Barroso pergunta: “De que planeta você veio, minha filha?” A resposta foi imediata: “Do mesmo planeta que o senhor, seu Ary. Do planeta fome”, nome de seu disco de 2015.

Ela cantou o que quis e o que ela quis sempre encantou os ouvidos e as mentes de quem sabe que a cultura é essencial para a vida. O mundo perdeu nesta quinta-feira uma de suas maiores vozes em favor da melhoria de vida das pessoas marginalizadas por uma sociedade temerosa do novo.

Essa carioca da gema cantou samba, bossa nova, funk, soul, MPB e muitos outros gêneros musicais com a mesma desenvoltura. Não teve medo de ousar. Em uma entrevista ela disse que “a gente é criada para ser assim, mas temos que mudar. Precisamos ser criadas para a liberdade. O mundo é grande demais para não sermos quem a gente é”.

Em Libertação, de Russo Passapusso, ela canta com Virgínia Rodrigues e o grupo BaianaSystem a vontade de superação e a disposição de resistir sempre:

Na 12ª Bienal de Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE), no ano passado, mostrou estar sempre disposta ao novo ao afirmar que “eu vi jovens incríveis, que estão à frente da diretoria de uma entidade tão importante quanto a UNE, falando da maneira com que eu gostaria que os adultos falassem. Com amor, fé, esperança e com o protesto afiado e no tom certo”.

Assim foi, é e será sempre Elza Soares. A “Cantora do Milênio”, da vida, do amor e da resistência a tudo o que insiste em nos empurrar para baixo.

Certamente, Elza sobrevive nas vozes de Luana Hansen, Kênia França, Duda Beat, Majur, Pabllo Vittar, Renegado, Criolo, Emicida, Tulipa Ruiz, Marisa Monte, MC Carol, Linn da Quebrada, Liniker, Negra Li, Yzalú, Fabiana Cozza, entre muitas outras cantoras e cantores, que fazem da arte uma forma de transformar o mundo.

Obrigado Elza por ter disposto a sua voz a elevar o patamar de nossas vidas com a sua marca indelével de superar os preconceitos e os dissabores da vida.

Veja trailer do documentário May Name Is Now, Elza Soares. Se possível assista o filme completo no canal de TV paga Curta ou em plataformas de streaming, vale a pena:

Com a certeza de que Elza não foi a mulher do fim do mundo, mas, sim, da luta pelo início do mundo novo. Voz indispensável para todos os ouvidos sedentos de novos cantos e saberes.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Transmissão da COVID-19 chega ao pico no Rio Grande do Norte sendo a segunda maior desde 2020

 

Foto: Reprodução

Desde o início da pandemia em 2020 que o estado do Rio Grande do Norte tem a segunda maior taxa de transmissão da Covid-19, a informação é do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da UFRN (LAIS/UFRN). O mês de janeiro tem sido marcado no aumento de casos positivos e na demanda por testes em laboratórios privados, e superlotação na rede pública de saúde. No boletim divulgado nesta quarta (19), pela Secretaria estadual de saúde (SESAD), já havia sido registrados 1.304 novos casos de covid, o maior número de 2022.

De acordo com a subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN Diana Rêgo, há uma transmissão comunitária da variante ômicron, o que faz a secretaria pensar na abertura de novos leitos, já para esta quinta (20), o que será divulgado os locais onde serão reabertos. “Continuamos em alerta. Foi diante desse número de casos que saiu esse decreto do passaporte vacinal. Embora não tenhamos um número grande de pessoas internadas, nos preocupamos que esse número de casos vá superlotar os hospitais. A regulação está prevendo a reabertura de mais leitos já se precavendo de possíveis aumentos de internações”, disse.

Uma outra preocupação é a síndrome gripal, que somadas às duas doenças, a taxa de ocupação de leitos críticos chegou a atingir 73,95% na última terça-feira (18), obtendo a taxa mais alta desde 25 de junho de 2021, quando a plataforma LAIS/UFRN, monitorava apenas os leitos críticos para covid-19. Atualmente, a taxa de ocupação exclusivamente para covid está em 50% de ocupação dos leitos críticos para covid. A região Metropolitana já alcança índices maiores, de 61,8%. Oeste e Seridó estão com 38,9% e 20,0%, respectivamente.

Fonte: Potiguar Notícias

Felipe Nunes lança livro de poesia “o silêncio de onde acabo de voltar”

O poeta, cantor e compositor Felipe Nunes, acaba de lançar seu livro de estreia na poesia pela Editora Urutau “o silêncio de onde acabo de voltar”. Após frequentes participações em saraus e apresentações musicais, com destaque para o sarau multiartístico “Insurgências Poéticas”, conhecido pela mais diversa ocupação dos espaços culturais na cidade, teve seus poemas reunidos e publicados.

Rizolete Fernandes, poeta potiguar, sobre a escrita do estreante comenta “engenho e sensibilidade se conjugam no autor pela voz do eu lírico, com formulações tocantes, a partir da língua simples, direta, lírica, bonita, resultando num livro de leitura agradável, para ser lido de um fôlego só”.
 
Os poemas constroem um imaginário, a partir do eu-lírico do poeta, diverso e horizontalizado pela natureza e personagens anônimos e históricos, e assim, marcam a poética a partir da experiência, sentidas a partir do contato direto dos sentidos. Rizolete, na orelha do livro chama a atenção para formulações tocantes como “encostado no canto do jardim vejo passar as estações. sou um deus que chora, esculpido de ruínas de um velho casarão abandonado. dou alimento aos perdedores que renunciaram a todas as virtudes”.
 
O livro está disponível no site da Editora Urutau, e também através do contato direto com o poeta pelo instagram.com/umfelipenunes e tem previsão de lançamento presencial para o mês de fevereiro. 

Fonte: Potiguar Notícias

Chuvas elevam volume dos reservatórios e açude no interior do RN está próximo de encher

Chuvas são registradas em diversos municípios do RN - Foto: Reprodução.

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora 47 reservatórios, com capacidades superiores a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta segunda-feira (17) indica que diversos reservatórios, por todo o RN, tiveram acréscimo de volume com as chuvas ocorridas nos últimos dias, em comparativo com o relatório divulgado no dia 13 de janeiro.

O reservatório que teve maior aumento percentual de volume foi o açude público de Encanto, que acumula 4.963.574 m³, equivalentes a 95,59% da sua capacidade total, que é de 5.192.538 m³. Na última quinta-feira, o manancial estava com 3.534.020 m³, correspondentes a 68,06% da sua capacidade total.

Outro manancial que recebeu um grande volume de águas foi a barragem Santana, que acumula 5.506.667 m³, percentualmente, 78,67% da sua capacidade total, que é de 7 milhões de metros cúbicos. No dia 13 de janeiro, o reservatório estava com 4.970.000 m³, correspondentes a 71,00% da sua capacidade.

O açude Morcego, localizado em Campo Grande, acumula 2.306.970 m³, equivalentes a 34,39% da sua capacidade total que é de 6.708.331 m³. Na semana passada, o reservatório estava com 1.835.328 m³, correspondentes a 27,36% da sua capacidade total.

Já o açude Passagem, localizado em Rodolfo Fernandes, acumula 6.028.280 m³, percentualmente, 72,86% da sua capacidade total, que é de 8.273.877 m³. No relatório divulgado no dia 13, ele estava com 5.295.065 m³, correspondentes a 64,00% da sua capacidade total.

Apesar de ainda estar apresentando um baixo volume, o açude público de Cruzeta também recebeu águas das últimas chuvas e acumula 1.067.755 m³, equivalentes a 4,53% da sua capacidade total, que é de 23.545.745 m³. Na semana passada, o manancial estava com 450.458 m³, correspondentes a 1,91% da sua capacidade.

O reservatório Marechal Dutra, conhecido como Gargalheiras, também começou a receber águas e acumula 4.871.651 m³, percentualmente, 10,97% da sua capacidade total,que é de 44.421.480 m³. Na última quinta-feira, o manancial estava com 4.392.021 m³, correspondentes a 9,89% da sua capacidade.

Maior reservatório do RN, a barragem Armando Ribeiro Gonçalves também continua recebendo aporte hídrico e acumula 1.082.078.881 m³, equivalentes a 45,6% da sua capacidade total, que é de 2.373.066.510 m³. No último relatório divulgado, o manancial estava com 1.066.278.837 m³, correspondentes a 44,93% do seu volume total.

A barragem Santa Cruz do Apodi, segundo maior reservatório do RN, acumula 210.391.620 m³, equivalentes a 35,08% da sua capacidade total, que é de 599.712.000 m³. No dia 13 de janeiro, o reservatório estava com 210.043.880 m³, correspondentes a 35,02% da sua capacidade.

A barragem Umari, localizada em Upanema, também recebeu águas das chuvas e acumula 164.355.975 m³, percentualmente, 56,13% da sua capacidade total, que é de 292.813.650 m³. Na semana passada o reservatório estava com 162.451.939 m³, equivalentes a 55,48% da sua capacidade total.

Outros mananciais monitorados pelo Igarn que tiveram aumento de volume foram: Bonito II, localizado em São Miguel, que está com 13,84% do seu volume total; Alecrim, localizado em Santana do Matos, que está com 12,54%; Boqueirão de Parelhas, que está com 11,15%; Brejo, localizado em Olho-d’Água do Borges; que está com 8,26%; Flechas, localizado em José da Penha, que está com 81,01%; Itans, localizado em Caicó, que está com 0,84%; o açude público de Lucrécia, que está com 37,23%; Pataxó, localizado em Ipanguaçu, que está com 21,43%; a barragem de Pau dos Ferros, que acumula 36,1%; Rodeador, localizado em Umarizal, que acumula 65,44%; Santo Antônio de Caraúbas, localizado em Caraúbas, que está com 27,9%; e Tourão, localizado em Patu, que acumula 5,14% da sua capacidade total.

As reservas hídricas superficiais totais acumulam atualmente 1.669.000.324 m³, correspondentes a 38,13% da sua capacidade total, que é de 4.376.444.842 m³. No dia 13 de janeiro, as reservas hídricas acumulavam 1.644.270.375 m³, equivalentes a 37,57% da sua capacidade total.

Atualmente, os reservatório que apresentam mais de 70% da sua capacidade são: Santana, localizado em Rafael Fernandes, com 78,67%; Flechas, localizado em José da Penha, com 81,01%; o açude público de Marcelino Vieira, com 75,85%; Passagem, localizado em Rodolfo Fernandes, com 72,86%; Riacho da Cruz II, com 70,84%; Apanha Peixe, localizado em Caraúbas, com 72,17%; e o açude público de Encanto, com 95,59% da sua capacidade total.

Os mananciais monitorados pelo Igarn que permanecem em estado de alerta com menos de 10% da sua capacidade são: Brejo, localizado em Olho-d’Água do Borges; com 8,26%; Tourão, localizado em Patu, com 5,14%; Itans, localizado em Caicó, com 0,84%; Caldeirão de Parelhas, com 4,57%; Esguicho, localizado em Ouro Branco, com 0,05%; o açude público de Cruzeta, com 4,53%; Dourado, localizado em Currais Novos, com 9,22%; Zangarelhas, localizado em Jardim do Seridó, com 0,51%; Santa Cruz do Trairi, localizado em Santa Cruz, com 5,33%; e Japi II, localizado em São José do Campestre, com 7,68% da sua capacidade total.

Já os reservatórios monitorados pelo Igarn, que estão secos, são: Inharé, localizado em Santa Cruz; e Trairi, localizado em Tangará.

Fonte: agorarn.com.br

domingo, 16 de janeiro de 2022

Dia Mundial do Compositor transcorre sem motivo para comemoração - G 1

Por Mauro Ferreira

Jornalista carioca que escreve sobre música desde 1987, com passagens em 'O Globo' e 'Bizz'. Faz um guia para todas as tribos

♪ ANÁLISE – Celebrado em 15 de janeiro, o Dia Mundial do Compositor transcorre neste sábado sem motivo para comemoração neste ano de 2022. Assim como em anos anteriores. Na era da música ouvida em aplicativos, o compositor, além de continuar mal remunerado, raramente ganha o devido crédito pela própria criação.

Em geral, somente os intérpretes das músicas são creditados nos fonogramas disponibilizados em plataformas de streaming para os não-assinantes.

O descaso começa na divulgação da música. Poucos também são os textos enviados a jornalistas da área musical – releases, como esses textos são chamados no jargão jornalístico – que creditam os compositores das músicas divulgadas nos textos.

Não é raro que toda a equipe envolvida na produção de um clipe ganhe os respectivos (e também devidos) créditos. Menos o compositor. Uma injustiça, pois, ainda que parte das músicas ouvidas no mainstream do mercado fonográfico seja produzida em escala industrial em empresas abertas por compositores e produtores musicais, tudo começa com a inspiração de um compositor.

Sem o compositor, não há a canção que vai gerar disco, clipe, filme e/ou show. Sem o compositor, não há melodia, harmonia e letra. Não há música, enfim.

Quando a música era comercializada em LP ou CD, a mídia física ainda abrigava uma ficha técnica, mesmo que precária. Na volátil era digital, o apreço pela informação do fonograma se diluiu na mesma intensidade da disponibilidade do ouvinte para ouvir um álbum ou mesmo uma música até o fim.

Some-se a isso um direito autoral irrisório por execuções em streaming. Diante desse quadro, não há o que comemorar no Dia Mundial do Compositor. Há apenas o que reivindicar para que dias melhores venham para quem se dedica à arte de fazer música.

Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2022/01/15/dia-mundial-do-compositor-transcorre-sem-motivo-para-comemoracao.ghtml