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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Obrigado Centro Potiguar de Cultura, mais uma vez ter você ao nosso lado foi fundamental! - Greenpeace Brasil

Hoje viemos te agradecer e falar que você está fazendo a diferença: na última quinta feira (07/04) entregamos ao Ministério da Justiça mais de meio milhão de assinaturas de pessoas que se uniram em defesa dos povos indígenas!

A ação foi realizada com uma intervenção artística durante a maior mobilização indígena do Brasil, o Acampamento Terra Livre (ATL). Nós amarramos fitinhas brancas inspiradas nas fitas do senhor do Bonfim em um totem escrito “Basta de Violência!”, que é um pedido de PAZ para os territórios de todo o Brasil.

E seu nome estava lá!
Sentimos orgulho de ter você ao nosso lado neste momento, Centro Potiguar de Cultura!

Este foi um passo importante na luta que definirá o futuro de todas as terras indígenas do país, pois em junho será julgado no Supremo Tribunal Federal (STF) o Marco Temporal - tese que despreza o direito originário dos povos indígenas aos seus territórios, e que ignora também um passado de violência e expulsão desses povos de suas terras ancestrais.  

Hora de mostrarmos a força do nosso movimento no debate ambiental!

Compartilhe em suas redes sociais este marco simbólico que você fez parte! Você é fundamental para inspirarmos mais pessoas a agirem em defesa da Amazônia e de seus povos, e da vida

Centrais sindicais lançam, nos dias 11 e 12, no Congresso Nacional, as Agendas Legislativa e Jurídica

As centrais sindicais vão lançar, em Brasília, no Congresso Nacional, nos dias 11 e 12/04, a Agenda Legislativa 2022 das Centrais Sindicais e da Agenda Jurídica 2022 das Centrais Sindicais.

Miguel Torres presidente da Força Sindical destaca que no dia 12/04 será entrega aos presidentes Rodrigo Pacheco (Senado) e Artur Lira (Câmara dos Deputados). “Agora é fazer avançar a pauta da classe trabalhadora.

O evento, dia 11, no Senado Federal poderá ser acompanhado, a partir das 10:00hs, com transmissão pela TV Senado.

Viva a #Conclat2022

Fonte: FORÇA SINDICAL

Da Hora: Uma sequencia sobre o #PL2630, o PL das Fake News. Por Renata Mielli

É triste ver pessoas que nunca participaram de nenhuma discussão sobre o #PL2630 entrarem na onda da chantagem e da desinformação criada pelas Big Techs, pelo Google em particular, para impedir que projeto que as regule seja aprovado. Entidades que lutam pela democratização da comunicação estão há 2 anos acompanhando a tramitação do #PL2630 relatado na Câmara pelo Deputado @orlandosilva Depois que o @googlebrasil começou a atacar o projeto, alguns veículos do campo progressista passaram a atacar também.

Leonardo Attuch e Breno Altman e outros estão dizendo que o PL não deveria ser aprovado porque ele só beneficia a Globo. Não é verdade. O projeto traz obrigações para que essas plataformas monopolistas atuem no Brasil.

Vou explicar: Cria regras para que suas operações sejam transparentes, reduzindo o poder unilateral de interferir no debate público. Obriga a contratem publicidade no Brasil, fornecerem informações sobre publicidade e impulsionamento , permitindo identificar o financiamento da desinformação;

Cria regras para tornar a moderação de conteúdo mais transparente e empodera o usuário para questionar quando seus conteúdos e contas são rotulados e excluídos de forma indevida. Proíbe o uso de ferramentas de disparo em massa para artificializar e manipular o debate público;

Cria regras para o uso dessas plataformas por pessoas detentoras de mandato público, inclusive com sanções que podem levar à cassação de mandato. Proibe que o Estado anuncie em canais que disseminam desinformação e ódio.

O projeto é perfeito, não. Há um artigo que prevê que as plataformas devam remunerar conteúdo jornalístico. Um debate urgente e necessário de ser realizado no Brasil. Mas que na opinião de muitos mereceria um projeto de lei específico, devido à sua particularidade.
A existência desse artigo beneficia só a Globo? NÃO. Mas a beneficia também, uma vez que obriga as Big Techs a pagarem pelos conteúdos jornalísticos. Como temos um monopólio privado no país, os grandes podem ser mais beneficiados.

Por isso temos lutado para incluir nesse artigo salvaguardas e garantir que fique explícito um comando que gere obrigação das plataformas remunerarem os pequenos e médios veículos, os locais, regionais, nacionais e independentes. Muitas das sugestões nesse sentido já foram acolhidas pelo deputado @orlandosilva. Há também quem considere que esse artigo deva ser excluído do projeto, inclusive é uma das reivindicações da @cdr_br. Mas a crítica a esse dispositivo não deve ser vista como uma oposição ao conjunto de um projeto de lei extremamente relevante e necessário para reduzir o poder desses grandes empresas internacionais de influenciarem o debate público no país.

Também é importante dizer que HOJE, sem o #PL2630 , essas Big Techs já investem milhões de reais na forma de parcerias e outros serviços, nos quais os grandes monopólios nacionais já são beneficiados em detrimento dos pequenos. O Google já indexa prioritariamente nos seus mecanismos de busca a grande mídia hegemônica. Os algoritmos das Big Techs já reduzem o alcance dos veículos da mídia alternativa e dos pequenos, e fazem isso sem qualquer transparência. O #PL2630 busca justamente para reduzir assimetrias dentro de um mercado de notícias que já é totalmente monopolizado. Posar de bom moço e dizer que é contra a regulação das Big Techs porque isso beneficia a Globo ou é inocência ou é se deixar manipular pelo poder do Google.

Quem acha que as Big Techs estão preocupadas em garantir a democracia no Brasil, em melhorar a qualidade do nosso debate público e promover o jornalismo parece que não viu o que aconteceu no nosso país nas eleições de 2018 e em outros países.

Fonte: https://waltersorrentino.com.br

Patrícia Porto: “A literatura tem um papel social dos mais relevantes, faz girar os saberes”.

Auto definida como "uma mulher de origem periférica, nordestina e latina. Fui operária de chão de fábrica, bancária, alfabetizadora popular, professora de jovens e adultos, militante do PCdoB, sindicalista. Neta, mãe e filha de mulher. Sou uma poeta livre. E esta é a minha melhor biografia", Patrícia Porto vem se destacando no cenário literário em diversos gêneros. Maranhense que mora em Niterói (RJ) é professora universitária e mestra e doutora em Políticas Públicas e Educação. Lançou livros elogiados como “Cabeça de Antígona” (Editora Reformatório, 2017), “Casa de bonecas para elefantes” (Editora Patuá, 2019 e segunda edição pela Penalux), “A memória é um peixe fora d´água” (Editora Penalux, 2019) e está lançando o livro de poesias “O ano do cão”, também pela Penalux. Nesta entrevista, ela falou sobre sua produção, machismo no mercado editorial, gênero e papel social da literatura. Confira:

Segundo uma autodescrição, você se identifica como "uma mulher de origem periférica, nordestina e latina. Fui operária de chão de fábrica, bancária, alfabetizadora popular, professora de jovens e adultos, militante do PCdoB, sindicalista. Sou neta, mãe e filha de mulher. Sou uma poeta livre. E esta é a minha melhor biografia". Como você se vê atualmente como pessoa e como poeta e escritora, sendo resultado de ser tantas mulheres em uma só?
 
Então deixa eu citar Elza Soares como grande referência artística e poética de Força e sensibilidade. O fato é que de onde eu venho as grandes inspirações sempre foram as mulheres negras e pobres. Delas e das mulheres fortes e nordestinas da minha família eu tirei um tanto da minha visão de mundo, depois veio a cultura do trabalho e ela é definidora. O processo de alienação e desumanização permanente nos faz refém de sugestões capitalistas insustentáveis. Então o partido foi minha casa de acolhimento para as lutas que eu não poderia travar sozinha. As mulheres desses lugares me constituem. Elas estão em mim e eu nelas, tentando aqui resumir essa longa jornada. 
 
Você se prepara para lançar "O ano do cão", livro de poesia pela Editora Penalux. Qual o conceito do livro e como foi o processo de escrever as poesias que o compõem?
 
Foi o pior processo e eu não recomendo a ninguém. (risos) “O ano do cão” é o resultado de uma sobrevivência dentro de um conceito de luta e luto. Não acredito que até hoje, 2022, as mulheres tenham que passar por sacrifícios. Eu não acredito no sacrifício como potência, que é algo da religião e do Estado religioso. Vamos voltar então para o Concilio de Trento, algo assim. Mas o livro é o fruto da sobrevivência e do sacrifício, do “sacro ofício”. As poesias falam desses atravessamentos, desses desalinhos, mas também da minha situação política e poética - ética e estética - de ser poeta do meu tempo caduco. Por isso mesmo eu convidei minhas referências, minha trindade, para abrir os ciclos da minha divina comédia: Pasolini ,(cinema) Camus (literatura) e Safo (filosofia). E Safo aqui é a filósofa. Claro que estou dialogando com Dante (risos). É muita ousadia para uma mulher de origem periférica. Eu sei disso. E enfrento.      
 
O que difere seu novo livro de seu outro livro de poesia, o elogiado "Casa de boneca para elefantes"?
 
Vamos pensar como uma trilogia: Cabeça de Antígona – Casa de boneca para elefantes – O ano do cão. Os três têm a mesma substância: uma tríade, as três cabeças, as três bruxas de Shakespeare. É o Cérbero. É uma simbologia e   ao mesmo tempo é uma ironia. Eu sou muito irônica no sofrimento. Até porque o sofrimento da mulher também é uma construção social e histórica. Mulher boa é mulher que sofre. A diferença significativa para “O ano do cão” é ser o fechamento de um ciclo (olha os ciclos aí de novo). O livro acaba sendo mais livre de expectativas. Mas ainda assim continua sendo parte de um período literário que se encerra aqui. 
 
Você já publicou um livro de contos, "A memória é um peixe fora d'água". Seu processo de escrever prosa é o mesmo da poesia? E se sente mais a vontade em qual gênero literário?
 
É evidente que eu me sinto mais confortável na prosa. Muito mais confortável é escrever em prosa (pra mim). O que eu quero fazer daqui pra frente é prosa, bebendo na poesia. A beberagem da poesia é bacante, desviante. Não posso perder. Ao mesmo tempo hoje me sinto mais inteira para me dedicar ao tempo da prosa, ao tempo de uma narrativa longa. Meus poemas são narrativos. Não são prosa. Eu sei a diferença. E a poesia vai ser sempre esse amor, esse encantamento, esse fim sem fim nenhum.
 
Como avalia o mercado editorial atualmente em relação a mulheres que escrevem? Percebe machismo nesse processo?
 
O machismo é predominante no mercado editorial porque é estrutura, esqueleto de uma construção bélica de pensamento, de um determinado tempo da razão, tempo de violência e da barbárie. Não o masculino. Não vamos confundir. Há mulheres com poder no mercado editorial. E não é uma questão prioritariamente de gênero. É principalmente uma questão de raça, classe e gênero. A Literatura espelha isso quando aqueles que determinam o que é a Literatura são sempre os mesmos: homens brancos, mulheres brancas e de classes sociais privilegiadas. O absurdo é que eles é que “permitem” qual de nós vai entrar, qual mulher da base vai entrar no círculo. Então continuamos na mesma, com mudanças marginais. Marginais mesmo. E eles nos confundem quando nos premiam como exceção. Nós somos a maioria. E estamos acordando sempre. 
 
Afinal de contas. de maneira geral homens leem livros publicados por mulheres?  
 
Leem sim quando interessa. O nosso problema é o interesse. É criar o interesse. E essa criação passa pela minha sardinha (risos). Isso se faz com políticas públicas efetivas, com a educação pelo gosto. O gosto é aprendido e apreendido. Claro, precisamos dar visibilidade à escrita da mulher. Quem vai fazer isso? Parece a polêmica de quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha...  E nós temos que nos unir como sociedade civil para que todos leiam de todos. É o desafio.
 
Qual a importância das redes sociais para a divulgação do tfanalho de quem escreve e publica? Por outro lado, acha que ela pode tirar o tempo de quem produz literatura?
 
Eu tenho uma relação bem esquisita com redes sociais. (risos) Mas não vou entrar no que eu penso sobre elas. Vou focar aqui na sua pergunta sobre o significado delas para o nosso trabalho. Bem... Acho que essas redes num primeiro momento podem ser essa plataforma de alguma visibilidade. E realmente acredito que elas tenham a importância que nós conferimos a elas. E sendo isso um sintoma da nossa sociedade, quem consegue um manejo de performance midiática interessante consegue ter os seus quinze minutos de fama ou 1 minuto ou 15 segundos. O mais é trabalho! Lembrando que vc sempre pode ser cancelado como nos piores filmes de terror – com muita gente boa e do bem querendo ver sangue. É saber usar (ser usado) e sair. 
 
Acredita que a literatura tem um papel social? Dentro da mesma pergunta, como a literatura pode contribuir para questões que envolvem direitos humanos e mesmo democracia?
 
Pergunta importantíssima! Necessária. A Literatura tem um papel social dos mais relevantes, lembrando Barthes e “Aula”, aquele livrinho revolucionário no desvelamento dos saberes. Ela realmente “faz girar os saberes”. Nela tudo foi pensado, produzido, imaginado, escrito como a maior história humana. E por isso mesmo ela é tão negligenciada como artetrabalho e como lugar definitivo de mudança. Não à toa que em qualquer Estado de violência, qualquer governo fascista, o que acontece? Queimam livros! Queimam mulheres! Queimam autores!  E aí trazendo novamente pra minha sardinha (que é puro Eros), a solução passa por nós, passa pelas periferias, pelas favelas, pelas comunidades ribeirinhas, pelos assentamentos de terra, pelas terras quilombolas, pelo povo oprimido, pelos intelectuais orgânicos. Ler é um ato democrático e muito perigoso. Salve Paulo Freire!  É urgente que tomemos esse poder para o povo. Só assim poderemos falar em direitos humanos e democracia. No contexto da barbárie e do genocídio, os monstros falam.  

Fonte: POTIGUAR CULTURA

Bibliotecas Marechal Rondon e Curt Nimuedajú planejam renovar seus acervos

A biblioteca Marechal Rondon, localizada no Museu do Índio, órgão científico cultural da Fundação Nacional do Índio (Funai) do Rio de Janeiro, realizará a compra de novos livros para seus acervos juntamente com a biblioteca Curt Nimuedajú, localizada na sede da fundação, em Brasília.

Criada em 1953, junto com o Museu do Índio, a biblioteca Marechal Rondon é referência nacional e internacional para estudantes e pesquisadores de todas as idades e para os servidores da própria Funai. A informação museológica é uma produção multifacetada e a missão da biblioteca, enquanto unidade de informação, é a salvaguarda e disseminação de informações de natureza etnológica, dando visibilidade aos povos indígenas do Brasil e atuando no combate ao preconceito.

O Serviço de Gestão de Bibliotecas (SEBIB) da Funai solicitou, na última terça-feira (5), que os servidores da Funai indiquem até 5 livros de seu interesse visando à promoção da disseminação das culturas indígenas, objetivando promover a aquisição de obras de autores e autoras indígenas. A solicitação deve ser feita por meio deste formulário. 

Para saber se o livro desejado já se encontra nos acervos das bibliotecas, faça sua busca:

Biblioteca Marechal Rondon

Biblioteca Curt Nimuendajú

Fonte: www.gov.br

domingo, 10 de abril de 2022

Agendamentos: Consulta ao Acervo e Visita Guiada - BIBLIOTECA NACIONAL

 

Fachada da Biblioteca Nacional após conclusão das obras de restauração.

A Biblioteca Nacional reabriu ao público, com novas dinâmicas de funcionamento. Inicialmente, funcionará de segunda a sexta-feira, no horário de 12 às 16h. Serão adotadas diversas medidas necessárias para garantir uma visitação segura e adequada ao nosso público. Será necessário agendar previamente a pesquisa e a visita orientada.

Consulte nossos Protocolos de Segurança e Prevenção da Covid-19: https://www.bn.gov.br/sites/default/files/documentos/institucionais/dema...

Agendamento – Consultas ao acervo:

https://www.bn.gov.br/acontece/noticias/2022/03/agendamento-consultas-ao...

Agendamento – Visita guiada:

https://www.bn.gov.br/acontece/noticias/2022/03/agendamento-visita-guiada

Fonte: BIBLIOTECA NACIONAL

MPT processa família que manteve idosa em situação análoga à escravidão por 50 anos

O Ministério Público do Trabalho de São Paulo (MPT-SP) processou uma família de classe média alta de Santos, litoral paulista, por submeter uma empregada doméstica a situação análoga à escravidão durante 50 anos. A denúncia foi feita por uma vizinha que gravou as ofensas contra a idosa, que nunca recebeu salário nem benefícios trabalhistas.

Segundo investigação, a senhora de 89 anos, resgatada pela Polícia Civil em um apartamento no bairro do Gonzaga, região nobre de Santos, era, inclusive, impedida de sair sozinha, a não ser para fazer tarefas para a família, sofria abusos físicos, psicológicos e verbais por parte da patroa e de suas filhas.

O caso chegou ao MPT por meio da 2ª Vara do Trabalho da cidade, e veio à tona por meio de denúncia à Delegacia de Proteção às Pessoas Idosas.

Na ação, o MPT pede o bloqueio de bens dos réus em R$ 1 milhão, para o pagamento de danos morais coletivos, assim como o reconhecimento de que submeteram a vítima a condições degradantes.

A vítima, que é uma mulher negra, disse à Justiça que perdeu sua carteira de identidade na época do início do trabalho e que foi "contratada" após a promessa de que os patrões a ajudariam a providenciar uma nova, o que nunca aconteceu. De acordo com o MPT, ela foi admitida nos anos 1970 como empregada doméstica. 

Nos últimos anos, a saúde da empregada doméstica piorou, e a violência física e psicológica se intensificou. As filhas da patroa proferiam xingamentos e humilhações constantes aos gritos contra ela, que relatou ter sofrido, também, agressões físicas, como "tapas e socos".

A vítima está agora aos cuidados de parentes, que foram localizados pela delegacia após investigação policial.

O caso corre em segredo de Justiça, e não foi possível obter o nome dos acusados nem contatar sua defesa, segundo o jornal Folha de São Paulo.

De acordo com o MPT, as duas filhas da empregada doméstica a procuraram nesses 50 anos, sem saber se a mãe estava viva ou morta.

MPT pede também o bloqueio dos bens de todas as filhas, inclusive do inventário das falecidas. Também pede o bloqueio de bens do marido de uma das filhas, que administrava a pensão e os bens da sogra.

Com informações da Folha de S. Paulo. 

O Brasil rompe relações diplomáticas com a Alemanha

 


A participação do Brasil na Primeira Guerra Mundial foi estabelecida em abril de 1917, após os alemães terem afundado navios brasileiros.

Seis meses depois, o Brasil declarava guerra ao Império Alemão e mandou enfermeiras, médicos e aviadores que fizeram missões de observação no Mar Mediterrâneo.

Contexto Histórico

Quando a Primeira Guerra Mundial foi deflagrada em 28 de julho de 1914, o Brasil adotou uma postura neutra em 4 de agosto de 1914. A posição brasileira seguiu a decisão dos EUA, que também declarou a neutralidade na primeira fase do combate.

A atitude brasileira refletia a tendência diplomática iniciada com o marechal Hermes da Fonseca (1850 – 1923) à frente do Ministério da Guerra.

Havia um intenso intercâmbio político e comercial entre Brasil e Alemanha. O Brasil enviava oficiais brasileiros para servirem no Exército alemão, que era considerado o mais bem preparado e organizado da época. Por sua parte, o governo brasileiro adquiria armas de empresas alemãs.

Brasil na Primeira Guerra
O presidente Wenceslau Braz assina a declaração de guerra à Alemanha.

Além disso, o país contava com uma quantidade considerável de imigrantes alemães no sul do país. Assim sendo, o Brasil entendeu que não havia motivo para se envolverem no conflito europeu.

Leia mais Primeira Guerra Mundial

Declaração de Guerra à Alemanha

A mudança de postura começou em 10 de abril de 1917, após um submarino alemão torpedear e afundar o navio brasileiro Paraná. Diante disso, o Brasil rompeu relações diplomáticas com a Alemanha.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

sábado, 9 de abril de 2022

Classe trabalhadora aprova agenda para derrotar Bolsonaro e reconstruir o Estado brasileiro

 


Publicado 08/04/2022 - Atualizado 09/04/2022

Aconteceu na última quinta-feira (7) a Conferência da Classe Trabalhadora (Conclat), que reuniu as centrais sindicais CTB, CUT, Força Sindical, UGT, CSB, Nova Central, Conlutas, Intersindical e Pública. Os trabalhadores e trabalhadoras aprovaram a Pauta da Classe Trabalhadora, documento em defesa de emprego, direitos, democracia e vida que agora será apresentado aos presidenciáveis de 2022, e aos representantes no Congresso Nacional, Senado e Supremo Tribunal Federal.

A Pauta da Classe Trabalhadora foi aprovada na Conclat 2022

Para o presidente da CTB, Adilson Araújo, a Conclat foi um momento de reflexão, cujo objetivo é promover a consciência da classe trabalhadora, a fim de caminhar para a construção de um novo governo, mais democrático e popular. “A vida não está boa nem pra você, nem pra ninguém, o desemprego é avassalador, ronda os lares das famílias brasileiras, o preço do botijão de gás, da gasolina, a carestia dos alimentos há de provocar uma indignação, um clamor por mudanças urgentes. A Conclat serviu também para promover a consciência da nossa classe trabalhadora tão sofrida, objetivando evidentemente caminhos que possam justificar o alcance de um governo democrático e popular para que o povo tenha o direito de ser feliz”.

Desde o golpe de 2016, que derrubou a presidenta eleita Dilma Rousseff, a condição de vida dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras piorou, e muito. O desemprego atinge o maior índice das últimas décadas, com quase 20 milhões de desempregados, a inflação é a maior em 28 anos, o preço dos alimentos, do combustível e do gás de cozinha penalizam não só os mais pobres, mas a classe trabalhadora como um todo. O documento aprovado nesta Conclat traz uma série de propostas que buscam reverter esse quadro desastroso e apontam para um futuro com estabilidade financeira e social, direitos garantidos e soberania popular.

Segundo o secretário geral da CTB, Ronaldo Leite, “a Conclat 2022 buscou apresentar uma nova agenda da classe trabalhadora de reconstrução do Estado, de combate ao desemprego, combate à política que o governo Bolsonaro vem desenvolvendo de desmonte do Estado. Daqui em diante nós teremos não só os encontros estaduais dos trabalhadores, como também vamos travar uma batalha ao longo deste ano de 2022 que será a disputa pela retomada do nosso país”.

O lema da Conclat foi “emprego, direitos, democracia e vida”, e segundo Leite, é o resultado da unidade das centrais sindicais que têm como principal desafio este ano derrotar Bolsonaro e defender os direitos da classe trabalhadora. Agora, com este documento em mãos, os dirigentes sindicais partem rumo à Brasília para defender os direitos da classe trabalhadora frente às autoridades pertinentes. Eles participam, na próxima segunda-feira (11), do lançamento das Agendas Legislativa e Jurídica das Centrais Sindicais, a ser realizado na Câmara Federal e no Senado, com a presença dos presidentes das Casas, Arthur Lira, e Rodrigo Pacheco, respectivamente. O evento será transmitido através das redes oficiais das centrais, entre elas a CTB, bem como pela TV Senado. 

Fonte :CTB NACIONAL

Atos #BolsonaroNuncaMais deste sábado (9) já estão confirmados em 60 cidades - Escrito por: Redação CUT

Tenes1) Protestos organizados por movimentos populares e centrais sindicais, entre elas a CUT, são contra a carestia, o aumento dos preços dos alimentos, contra a fome e o desemprego.

Brasileiros e brasileiras estão organizados para ocupar as ruas de várias cidades, neste sábado, 9 de abril, para protestar contra o governo de Jair Bolsonaro (PL), responsável pela disparada da inflação, altas taxas de desemprego e de trabalho precário, sem direitos e a volta da fome e da miséria.

Os atos #BolsonaroNuncaMais, organizados por entidades como a CUT e movimentos populares que integram as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo já estão confirmados em 60 cidades (veja relação abaixo).

“Este ano é um ano decisivo para as nossas vidas, é o ano que vai definir que futuro queremos para o nosso país, para nós, nossas famílias e todo o povo brasileiro”, alerta Secretária0Geral da CUT, Carmen Foro.

“Por isso, estar nas ruas protestando e denunciando o governo Bolsonaro, além de um ato de resistência é um ato de conscientização da população sobre a tragédia que vivemos”, complementa a dirigente.

E motivos para protestar não faltam, é carestia, é falta de trabalho decente e bem remunerado, a fome que afeta mais de 20 milhões de brasileiros, os altos preços dos combustíveis que se refletem em toda a economia brasileira corroendo cada vez mais o poder de comprar dos brasileiros, em especial os mais pobres, pontua Carmen.

“O Brasil vive hoje o pior momento de sua história, um período que começou com o golpe de 2016 contra Dilma Rousseff e que fez o país chegar no fundo do poço com Bolsonaro. Nunca o pais foi tão assolado por ataques a direitos, falta de investimentos no básico como saúde, nunca tivemos um presidente que fosse tão desumano como Bolsonaro. Basta ver o enfrentamento à pandemia”, diz a Secretária-Geral da CUT.

Veja os locais onde manifestações já estão confirmadas

Acre:

Rio Branco - Mercado Velho, 16h

Alagoas

Maceió - Praça dos Martírios, 9h

Amapá

Macapá - Praça da Bandeira, 16h 

Bahia

Salvador – Concentração no Campo Grande, 14h

Ilhéus - Praça do Teatro no Centro Histório, às 12h

Itabuna - Praça Adami, às 9h

Feira de Santana – Estacionamento em frente à prefeitura, 8h30

Ceará

Fortaleza - às 15h, na Praça Portugal

Distrito Federal

Brasília – Museu da República, 16h

Goiás

Goiânia, a concentração será às 16h na Praça do Trabalhador.

Jataí - Praça Tenente Diomar Menezes- às 8h

Rio Verde - Rotatória do Cristo Redentos, às 9h

Minas Gerais

Belo Horizonte, ato será na- Praça Afonso Arinos, ás 9h30.

Barbacena – Praça São Sebastião, 8h30

Juiz de Fora - Parque Halfel, às 10h

Montes Claros - Mercado Municipal, às 8h

Mato Grosso do Sul

Campo Grande, a concentração do ato será Avenida Afonso Pena esquina com a Rua 14 de Julho, às 9h.

Maranhão

São Luís – Praça João Lisboa, 9h

Imperatriz – Calçadão, Centro, 9h

Santa Inês – Praça das Laranjeiras, 8h

Pará

Belém - Escadinha da Presidente Vargas, às 8h

Paraíba

João Pessoa - Ponto dos Cem Réis, 9H

Paraná

Em Curitiba, capital paranaense, o ato irá ocorrer na Praça Generoso Marques, com concentração às 14h30.

Cascavel – Em frente a Catedral, 9h

Foz do Iguaçu - Praça da Bíblia, às 18h

Umuarama – Praça Arthur Thomas, 10h

Turvo:  Praça 31 de Outubro, às 14h

Pernambuco

Recife - a concentração ocorrerá no Parque Treze de Maio, Rua Santa Isabel, a partir das 09h. O final da caminhada será na Praça do Carmo.

Piauí

Teresina - ato na Praça da Liberdade, ás 8h.

Paranaíba - ato em frente à UFDPar,l às 8h30

Rio Grande do Norte

Natal - ato será às 8h00, na Praça Gentil Ferreira, no Alecrim.

Rio Grande do Sul

Na capital gaúcha haverá concentração, às 15h, no Largo Glênio Peres, seguido de caminhada até o Largo Zumbi dos Palmares, com a participação de trabalhadores, trabalhadoras, estudantes, desempregados, donas de casa e população em geral.

 

Caxias do Sul - Praça Dante Alighieri, às 9h30

Novo Hamburgo – Praça do Imigrante, 10h

Pelotas – Mercado Público, 10h

Rio Grande - Largo Dr. Pio, Centro, às 10h

Santa Maria – Praça Saldanha Marinho, 14h

São Leopoldo - Estação São Leopoldo, às 14h

Santana do Livramento - Parque Internacional, às 9h30

Tramandaí - Praça da Tainha, às 15h

Rio de Janeiro

No Rio, a concentração começa às 10h, na Candelária e caminhada até a Cinelândia.

Campo dos Goytacazes – UFF Campos, 9h

Santa Catarina

Em Florianópolis, ato será no Largo da Alfândega, às 9h.

Joinville – Praça da Bandeira, 14h

São Paulo

Na capital paulista, a manifestação está prevista para ocorrer na Praça da República, no centro, com concentração a partir das 14h.

Carapicuíba - Calçadão da Av. Rui Barbosa | 10h

Botucatu – Praça do Bosque, 14h

Jaguariúna – Campinas Largo do Rosário, 9h

Marília – Praça da Ilha, em frente a Galeria Atenas, 9h30

Mogi das Cruzes - Largo do Rosário, às 10h

Osasco – Estação de Osasco, 12h30

Ribeirão Preto – Esplanada Theatro Pedro II, 9h

Santos - Estação da Cidadania, Av. Ana Costa 340, às 16h

São Carlos - Ato às 9h (local a confirmar)

Estação da Cidadania, Av. Ana Costa 340, 16h

São Vicente – Praça Barão, 10h

Sorocaba - Boulevard Braguinha x Barão de Rio Branco, às 9h30

Sergipe

Em Aracaju, o ato será na Praça Eventos do Mecardo, no central da capita sergipana, às 8h.

Outros países

Suíça

Zurique: Flashmob e ato Rua ao lado da casa do Povo em frente a praça Nenhuma a Menos. Klimarkirche, Wibichstrasse 43, ZH | 17h (horário local) .

Fonte: CUT NACIONAL