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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

[Quinta-feira 20h] Super Especial de Final de Ano “Vida e Resgate da Esperança” - Leonardo Boff, Pe. Júlio Lancellotti e Edu Moreira

 

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Nesta quinta-feira (15/dez) às 20h (horário de Brasília), Leonardo Boff, Padre Júlio Lancellotti, Eduardo Moreira e outras figuras notáveis estarão reunidas para um evento histórico:

“Vida e Resgate da Esperança”

Será um Super Especial de Final de Ano onde compartilharemos mensagens e ensinamentos sobre a esperança para começarmos 2023 com força e entusiasmo.

Para participar, basta clicar no link abaixo e sua inscrição estará automaticamente garantida!

 CLIQUE AQUI

Na página de confirmação da sua inscrição, você poderá participar do nosso Programa de Indicações, para que você possa nos ajudar a alcançar um maior número de pessoas que poderão participar deste encontro essencial.

Esteja presente e compartilhe seu link exclusivo de divulgação com seus amigos e familiares, não haverá replay!

Um abraço.
Equipe Instituto Conhecimento Liberta

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Inscrições para o concurso público da Receita Federal começam hoje

 Foto: Reprodução/internet

A Receita Federal abre nesta segunda-feira (12) as inscrições do concurso público para o total de 669 vagas de nível superior.

São 230 vagas para auditor-fiscal e 469 para analista-tributário. O salário para analista é de R$ 11.684,39. Para auditor, é de R$ 21.029,09.

Os dois cargos exigem diploma de conclusão de curso superior, em nível de graduação, em qualquer área.

Do total de vagas, 5% são destinadas a pessoas com deficiência (36) e 20% para negros (140).

De acordo com o edital, as vagas serão distribuídas nas unidades do órgão, conforme disponibilidade em quadro de lotações a ser expedido pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil.

Inscrições

As inscrições devem ser feitas das 16h de 12 de dezembro até as 16h de 19 de janeiro de 2023 pelo site https://conhecimento.fgv.br/concursos/rfb22. O valor da taxa de inscrição é de R$ 210 para o cargo de Auditor-Fiscal e R$ 115 para o cargo de Analista-Tributário. O pagamento da taxa de inscrição deve ser feito até 20 de janeiro de 2023.

Haverá isenção da taxa de inscrição para os candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e aos amparados pela Lei nº 13.656/2018, que garante isenção ao doador de medula. As isenções poderão ser solicitadas no período de 12 a 19 de dezembro.

Provas

O concurso será realizado em duas etapas. A 1ª etapa terá prova objetiva (múltipla escolha), prova discursiva e pesquisa de vida pregressa. A 2ª etapa terá Curso de Formação Profissional.

A 1ª etapa será realizada em todas as capitais do país, com exceção da pesquisa de vida pregressa, que será realizada online.

O Curso de Formação será realizado na modalidade online, com provas realizadas presencialmente em até 5 polos: Brasília, Manaus, Recife, São Paulo e Curitiba. Haverá uma semana de integração presencial dos candidatos.

A prova objetiva e a prova discursiva serão realizadas em todas as capitais do país, em 19 de março de 2023.

As provas serão aplicadas em dois turnos - no turno da manhã será a prova objetiva de conhecimentos básicos, e no turno da tarde será a prova objetiva de conhecimentos específicos e a prova discursiva.

O turno da manhã será das 8h às 12h30, e o turno da tarde será das 15h às 19h30 (horário de Brasília). Os locais para realização das provas serão divulgados no endereço eletrônico https://conhecimento.fgv.br/concursos/rfb22, a partir do dia 13 de março de 2023.

Os candidatos deverão escolher um dos cargos para concorrer porque as provas serão no mesmo dia e horário para ambas as funções.

Na prova discursiva, para auditor, serão duas questões, valendo 30 pontos cada, baseadas no conteúdo programático de conhecimentos específicos questões discursivas. Para analista, será uma questão discursiva, também valendo 30 pontos, baseada no conteúdo programático de conhecimentos específicos.

Somente serão corrigidas as provas discursivas dos candidatos que forem aprovados e classificados na prova objetiva no quantitativo de 3 vezes o número de vagas para cada cargo (690 para auditor e 1.407 para analista).

Serão convocados para a realização da Pesquisa de Vida Pregressa os candidatos aprovados na Prova Discursiva. Essa etapa eliminatória tem o objetivo de examinar o perfil social do candidato sobre a vida pregressa e atual, no âmbito social, funcional, civil e criminal e a eventual existência de incompatibilidade para o exercício das funções.

O candidato aprovado em todas essas fases fará então o curso de formação.

O prazo de validade do concurso é de 2 anos, contados da data da publicação da homologação do resultado final do concurso no Diário Oficial da União, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período. Assim, nesse período da validade, a Receita poderá chamar os aprovados do concurso.

Fonte: g1

Com Potiguar Notícias

Margareth Menezes no ministério representa aceno a grupos que elegeram Lula

 

A escolha da baiana Margareth Menezes, 60, para o Ministério da Cultura, se confirmada, será um dos grandes acertos do novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que vai começar em 1º de janeiro de 2023 seu terceiro mandato na presidência do Brasil. Do ponto de vista simbólico, é um primeiro aceno de que essa nova gestão garantirá espaço no primeiro escalão para mulheres e pessoas negras, uma exigência feita ao longo da campanha por diversos movimentos sociais. Até agora só foram anunciados cinco ministros, todos homens e quase todos brancos.


Fonte: Portal BRASIL CULTURA

José de Alencar - O Dia de Hoje na História – 12 de Dezembro

O Dia de Hoje na História – 12 de Dezembro

No dia 12 de dezembro de 1877 morria, no Rio de Janeiro, o jornalista, político, advogado, cronista, romancista e dramaturgo José Martiniano de Alencar. Nascido em Fortaleza, no dia 1º. de maio de 1829, ele se formou em Direito e deu os seus primeiros passos na literatura nos jornais Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. José de Alencar consolidou o romance brasileiro, ao escrever movido por sentimento de missão patriótica. O regionalismo presente em suas obras, abriu caminho para outros sertanistas, preocupados em mostrar o Brasil rural. Ele foi um dos maiores representantes da corrente literária indianista. Destacou-se na carreira literária com a publicação do romance “O Guarani”, em forma de folhetim, no Diário do Rio de Janeiro, onde alcançou enorme sucesso. Seu romance “O Guarani” serviu de inspiração ao músico Carlos Gomes, que compôs a ópera O Guarani. Foi escolhido por Machado de Assis, para patrono da Cadeira nº 23, da Academia Brasileira de Letras.

Obras de José de Alencar

Cinco Minutos, romance, 1856;
Cartas Sobre a Confederação dos Tamoios, crítica, 1856;
O Guarani, romance, 1857;
Verso e Reverso, teatro, 1857;
A Viuvinha, romance, 1860;
Lucíola, romance, 1862;
As Minas de Prata, romance, 1862-1864-1865;
Diva, romance, 1864;
Iracema, romance, 1865;
Cartas de Erasmo, crítica, 1865;
O Juízo de Deus, crítica, 1867;
O Gaúcho, romance, 1870;
A Pata da Gazela, romance, 1870;
O Tronco do Ipê, romance, 1871;
Sonhos d’Ouro, romance, 1872;
Til, romance, 1872;
Alfarrábios, romance, 1873;
A Guerra dos Mascate, romance, 1873-1874;
Ao Correr da Pena, crônica, 1874;
Senhora, romance, 1875;

O Sertanejo, romance, 1875. 

Touché, Aramis! – artigo de Cláudio Ribeiro

 
A tarde de sábado se deitava nos meus olhos quando recebo o telefonema da minha amiga Selma. Ela, de alguma maneira, sacode minha preguiça espantando o friozinho (bem típico curitibano) destas brisas de novembro que escorre lentamente com a fuga da hora entregando a noite primaveril.

Como borboletas que fazem cócegas em meu nariz, Selma Lança um desafio: castiga a brisa do tempo trazendo o embriagador perfume de jasmim fazendo por um instante eu ter saudade de mim.

– Preciso de um texto seu sobre Aramis Millarch!

A palavra exata é aquela que se cerca de todo sentimento: saudade.

Aramis não viveu uma vida única, mas diversas vidas. Porque,  aqui e ali, foi acumulando e ampliando sua experiência  pessoal, acrescida da experiência de cada um de seus semelhantes, principalmente dos amigos e pessoas que admirou e amou..

Ele poderia ser considerado um desses jornalistas estranhos do mundo da cultura. Referencial para a nascente fase do jornalismo cultural, sua obra é moderna e fora dos padrões de sua época, sendo fonte inesgotável do jornalismo cultural brasileiro.

Cultura é um conceito extremamente amplo e complexo. Porém, se aplicado a dimensões particulares dos fazeres, dos hábitos e do comportamento humano, pode tornar-se relativamente simples, muito embora essa simplicidade possa não vir a ser compreendida com facilidade.

Aramis lia e escrevia sobre tudo principalmente suas grandes paixões: música e cinema. Movido por verdadeira obsessão pela informação dos fazeres artísticos daqui e do mundo, ele ia colocando aqui e ali seu farto material. Livros, discos, revistas, cartas, recortes de jornais e fitas. Muitas fitas de gravador.

Em 1975, garoto ainda, tinha eu 22 anos, atendendo ao seu convite fui procura-lo no DNER. Escondido por trás de sua velha Remington de ferro e uma pilha formidável de papéis encontrei o passarinho sonhador. Por alguns instantes parou de batucar com seus dedos redondos e curtos cuja agilidade causou-me espanto e, mais perplexo ainda fiquei quando ao estender a mão para o devido cumprimento, recebo, em troca, uma naco do pão com mortadela que comia.

Ficamos amigos.

E eu, admirador de uma figura fabulosa, extremamente amorosa, que sabia como ninguém costurar os fatos e conhecer os desdobramentos, tecendo um mosaico em seu espaço diário no jornal, utilizando sua linguagem tanto na intenção objetiva de informação, como na intenção poética. Em curto espaço, tal como poeta, Aramis conseguia esculpir um resumo de sua visão da arte e do mundo e transmiti-las aos leitores da cidade que amava. Como anfitrião mor de Curitiba, não havia um único nome da cultura brasileira, de qualquer manifestação, seja cinema, música, teatro ou literatura que Aramis não se transformasse em cicerone.

O dia era muito curto para ele. Levando a vida de boêmio, acordava lá pelas 10 horas, fazia algumas ligações e ia para o estúdio que fora construído a toque de caixa pela absoluta falta de espaço em sua casa (que o  digam Marilene e Francisco) para acomodar o imenso  material: discos, fitas, filmes, depoimentos, recortes de jornais, fotografias, cartazes, revistas. Possuidor de uma capacidade formidável  de produção, Aramis ficava trabalhando até por volta das duas ou três horas da manhã. E lá, na Rua 24 de Maio, em 1980, nasceu o Estúdio Vinícius de Moraes.

Constantemente convidado para fazer parte como jurado em festivais de música por todo o Brasil, consolidava seu prestígio por todos os cantos. Vez ou outra, quando havia algum impedimento para sua presença em alguns desses eventos, Aramis gentilmente fazia-me o convite para representa-lo, o que na certa era uma honraria danada.

Entre 76 e 86 andávamos juntos, quase que diariamente. Não era raro, ao terminar o programa Cidade de Olhos Abertos que eu produzia e apresentava na Rádio Cidade, já de madrugada, lá estava o Aramis pronto para arrastar-me ao Bar Palácio, ponto de papo, estórias e porres com este verdadeiro dono das ruas e das noites de Curitiba. Vamos muitas noite, em companhia de muitos de seus amigos que aqui vinham: meus parceiros – Cartola e Claudionor Cruz; J.C. Botezelli (Pelão), Carlos Lira, Sebastião Tapajós, Vinicius de Moraes, Toquinho, Elizete Cardoso, Carmem Costa, Elis Regina, Ricardo Cravo Albin. Aramis feito passarinho batia suas asas  bar em bar em Curitiba, cidade que já viveu noites sem fim.

O polaco Paulo Leminski dizia que o Rio era o Mar e Curitiba, o bar.

Muita música já rolou nas noites e nos bares de Curitiba. Desde o início do século passado se tem notícias de sons que flutuam no ar, invadindo as madrugadas frias de nossa capital. Pedacinhos dessa história, Aramis registrou em sua coluna diária.

À maneira de Aramis posso perguntar: você já imaginou que já passou por aqui Noel de Medeiros Rosa, o grande poeta da Vila Isabel? É possível, por que não, que ele tenha até se apaixonado por uma das meninas da difícil vida fácil da Curitiba dos tempos do bonde, muito antes da “Eddy” e da “Maria Guilhermina”, do Quatro Bicos, Curitiba lá pela década de trinta, a caminho ou no  regresso de Porto Alegre.

Francisco Alves, o grande Rei da Voz, Orlando Silva, o Canto das Multidões, as irmãs Batista, Carlos Galhardo, Ataulfo Alves e tantos outros.

Como sempre acontece, depois das apresentações, músicos se misturam, se cruzam, se unem para reverenciar a divina e amada música numa mesa de bar!

Passou por aqui, em 1921, abril daquele ano, um desconhecido “Zé Vicente”, pseudônimo de sabor sertanejo do grande e insuperável Alfredo da Rocha Vianna Filho, São Pixinguinha. Desde os tempos do Grupo Caxangá havia o hábito de mudar os nomes dos músicos. O famoso conjunto Oito Batutas, com estes apelidos se exibiu no Teatro Variedade e no Cinema Mignon, aliás como indica a nota publicada no Diário da Tarde, edição de abril de 1921.

Alguns juram que, depois das apresentações, músicas que acabariam entrando na história musical brasileira como Pixinguinha (flauta), Otávio Viana, irmão de Pixinguinha (violão e voz), João Pernambuco, o grande compositor (violão e voz), Donga, o do Pelo Telefone (violão), Nelson Alves (cavaquinho), Jacob Palmieri (pandeiro), João Thomas (reco-reco) e José Medeiros (ganzá), componentes do Grupo Oito Batutas, saíam pelas noites de Curitiba.

Visitas lá pelo Burro Bravo no Bacacheri e depois as esticadas musicais etilicamente aquecidas. Era o Bar da Curitiba sem Mar!

Eu confesso! Tenho saudade do Aramis e com ele dos tempos do Cirandeiro, da Velha Adega do amigo Tatára, Bebedouro, no Largo da Ordem, Si Bemol. Ainda frequentamos  o Hermes para ouvir a canja de artistas  talentosos, o Nilo Samba Choro e aquela pá de cobras criadas, Kapelli de quem sou cavaleiro, da minha amiga Mara, o saudoso Bar do Cardoso, poetinha maior.

Falando em passarinho, estou na janela de minha casa contemplando a tarde de sol tímido, depois de dias de chuva. Chuva sem parar. Penso que São Pedro abriu todas as torneiras lá do céu e dê-lhe chuva. Como tenho a sorte de morar em uma chácara, sou rodeado de árvores das mais variadas espécies e cores. Ipês, Marmelos, Canelas, Jabuticabeiras, Pinheiros, Ameixeiras. Umas tantas que em verdade não sei que nome terão e,  como a paisagem é bela, tratei de nominar as árvores com nomes da Música Popular Brasileira, assim como fez Aramis em seu Estúdio. Galeria Hermínio Bello de Carvalho (meu amigo e um dos maiores letristas do Brasil e que de início não aceitou o convite de Aramis para participar da recém-criada Associação Brasileira de Críticos e Pesquisadores da Música Brasileira) , Portal Dina Sfat, Rua Elton Medeiro, e outros tantos logradouros.

O espadachim Aramis Millarch que não era gordo, e sim a soma de Dartagnan, Athos e Prothos, ffez isto: nos trouxe, em forma de mosaico a paisagem da cultura brasileira. Mais do que percorrer estas paisagens como passarinho entre árvores, teve a capacidade de se misturar a elas, de absorver seu cheiro e suas cores, ele mesmo com o tempo tornou-se um mosaico, reunindo, em sua obra de jornalista cultural, o traço histórico da sensibilidade e criatividade brasileira.

E, ao atender o pedido da professora e amiga Selma, escrevo pensando nos novos sonhadores colegas jornalistas ligado a ao mundo da cultura, tal como o mosqueteiro Aramis, que com carinho e cuidado, foi ajuntando e divulgando o talento de artistas tantos, que eles somem seu brilho ao brilho de tantos agentes culturais; que eles sejam capazes de fazer da arte e da cultura uma linguagem de beleza, de magia, e de encantamento para todos nós, como fazia Aramis Millarch.

Touché!

Cláudio Ribeiro

Jornalista – Compositor – Editor-chefe do Portal Brasil Cultura, Rádio Sol Maior e do Programa Almoço à Brasileira da Rádio Cidade de Curitiba.

TEIXEIRA, Selma Suely (org. Jornalismo Cultural: um resgate. v.1. Curitiba: Gramopfone, 2007.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Festival "Dezembro do Piano" acontece até o dia 14 deste mês, na Escola de Música da UFRN

 Foto: Divulgação

Com uma programação de alta qualidade para o público, alunos, professores e convidados, a Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – EMUFRN promove até o dia 14 de dezembro, o festival "Dezembro do Piano". As ações do festival envolvem concertos e masterclasses que se dividem nos espaços da EMUFRN (salas e auditórios) e na Atitude Cooperação (Instituição localizada na Zona Oeste de Natal).

Na programação, convidados como os pianistas Diego Caetano (Sam Houston State University, EUA), Cristian Budu, Luciana Noda (UFPB), Kellen Pinho (UFC) e o compositor Fábio Neves. Também participam da programação a jovem pianista Isadora Rezende, aluna da EMUFRN; a Filarmônica UFRN e o maestro André Muniz. Confira programação completa:
 
Programação dos Concertos
Sexta-feira, 09/12, às 20h: Luciana Noda - Recital de piano e toy piano
Sábado, 10/12, às 20h: Diego Caetano e Filarmônica UFRN – Concerto no. 3 de Sergei Prokofiev e estreia mundial do "Allegro Scherzando" de Fábio Neves
Domingo, 11/12, às 19h: Isadora Rezende – Recital "Láquesis"
Terça, 13/12, às 20h: Cristian Budu e Filarmônica UFRN – Concerto de Robert Schumann e Pavane Op. 50 de Gabriel Fauré.
Masterclasses (abertas ao público)
Quinta-feira, 08/12, 13h às 16h – Diego Caetano, Mini-Auditório da EMUFRN
Sábado, 10/12, 9h às 12h – Luciana Noda, Mini-Auditório da EMUFRN
Domingo, 11/12, 15h às 18h – Kellen Pinho & Fábio Neves, Mini-Auditório e Sala 4 da EMUFRN
Segunda-feira, 12/12, 9h às 11h – Conversa com o compositor Fábio Neves, Sala 4 da EMUFRN
Segunda-feira, 12/12, 14h às 17h – Cristian Budu, Atitude Cooperação
Quarta-feira, 14/12, 19h às 12h, Cristian Budu, Atitude Cooperação
 
A organização do "Dezembro do Piano" é do prof. Durval Cesetti junto a produtora Fernanda Ferreira e, ocorre em parceria com o Projeto Tocando a Vida com D'Amore, que tem patrocínio da Prefeitura do Natal, através do Programa Djalma Maranhão e incentivo da Unimed Natal, e com a Atitude Cooperação, que será sede de algumas masterclasses. A Filarmônica UFRN, bem como concertos da orquestra, contam com patrocínio da CAURN. Para Cesetti, será um evento inesquecível. "Estamos reunindo em Natal alguns dos maiores pianistas brasileiros, prestigiando também nosso talento local, oferecendo uma programação de alta qualidade para o público e propiciando excelentes aulas para nossos alunos de piano", comenta o professor.
Mais informações, acesse, siga, curta e compartilhe @escolademusicaufrn
Sobre os convidados do Festival
 
Diego Caetano
O pianista brasileiro Diego Caetano, considerado pelo jornal italiano La Stampa um pianista de "técnica e musicalidade brilhantes," apresenta-se regularmente como solista e camerista em todo os EUA, Brasil, Chile, Europa, Ásia e África, incluindo importante salas de concertos como o Carnegie Hall de Nova Iorque, Philia Hall em Yokohama, Palácio da Foz em Lisboa, Sala Cecília Meireles e Royal Albert Hall em Londres.
 
Cristian Budu
Considerado pela Gramophone como "um pianista impactantemente original, com maturidade e compreensão musicais de causar inveja em colegas com o dobro de sua idade", Cristian Budu recebeu a mais honrosa citação do próprio Nelson Freire, que, em sua última entrevista (Programa Fractal com Danilo Leite Fernandes) disse acreditar que ele viria a ser seu sucessor. 
Luciana Noda
Luciana Noda é pianista paulista, Doutora e Mestre em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Bacharel em Piano pela Faculdade Santa Marcelina.
 
Kellen Raissa Neves
Kellen Raissa Neves, professora de Teclas e Educação Musical na Universidade Federal do Ceará (UFC). Mestra em Performance/Piano na Universidade Federal do Rio Grande do Norte sob a orientação do Prof. Dr. Durval da Nóbrega Cesetti e coorientação do Prof. Dr.
 
Fábio Neves
Natural de Ipu/Ceará, Fábio Neves desenvolveu-se como autodidata e possui uma vasta produção para música solo, música de câmara e piano e orquestra.
 
Isadora Rezende
Isadora Rezende iniciou na música através do Curso de iniciação Artística na UFRN. Tem realizado Recitais solo desde os sete anos. Foi solista em 2019 junto à Filarmônica UFRN, e no Concerto "Com amor, Mozart", no mesmo ano. Foi laureada em concursos: no Steinway-Caio Pagano, em 2016; no Concurso Souza Lima, em 2018; no Concurso Jovens Talentos Mansueto Barbosa, em 2019; no concurso Promúsica, em 2020; I Concurso Internacional Parnassus de la Música, em 2021, sendo agraciada com os prêmios adicionais beca FGCU e beca Frost Chopin Academy; Recebeu o prêmio Revelação no Concurso Sinos-FIMUCA, em 2020. 

Fonte: G7 Comunicação

Com Potiguar Notícias

Carnatal: entregas de abadás dos blocos acontecem a partir desta quinta-feira

  Foto: Reprodução/internet

As entregas dos abadás (Blocos e Camarote Carnatal By Beats) acontecem no Centro de Convenções, no dia 08 das 9h às 20h, no dias 09 e 10 das 9h às 17h e no dia 11 (domingo) na Bilheteria do Arena das Dunas de 12h às 21h, blocos no Portão M e Camarote Carnatal By Beats, Portão P12.

Após os horários estabelecidos por dia, as entregas dos abadás dos blocos e camarote se darão nos seguintes horários: blocos no Portão M das 17h30 às 21h e Camarote Carnatal By Beats, Portão P12, das 17h30 às 04h.

Documentação necessária: Vale-abadá ou voucher (compra online) + documento com foto.

Retirada por terceiros: Vale-abadá ou voucher (compra online) + procuração com firma reconhecida + documento com foto.

ENTREGA DE ABADÁS LOUNGE NOTA POTIGUAR

A entrega de todos os abadás do Lounge Nota Potiguar já começou hoje (7) e segue até o dia 10/12 (domingo), no Natal Shopping, de 10h às 21h. A documentação necessária: Vale-abadá + Documento com foto. Para retirada por terceiros: Vale-abadá + Procuração + Documento com foto.

INFORMAÇÕES

>> SEXTA, 09 de DEZEMBRO

Bloco VUMBORA

Bell Marques + Rafa & Pipo

Bloco HYPE

Nattan e Felipe Amorim

Bloco LARGARDINHO

Claudia Leitte

CAMAROTE

Pedro Sampaio, Rai Saia Rodada, Banda Eva e Jopin

+ OpenBar de Whisky 08 anos, Vodka, Gin, Cerveja, Beats, Água, Refrigerante

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>> SÁBADO, 10 de DEZEMBRO

Bloco VUMBORA

Bell Marques

Bloco da ANITTA

Anitta

Bloco VEM COM O GIGANTE

Leo Santana

CAMAROTE

Xand Avião, Durval Lelys, Ralk e Otiago

+ OpenBar de Whisky 08 anos, Vodka, Gin, Cerveja, Beats, Água, Refrigerante

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>> DOMINGO, 11 de DEZEMBRO

Bloco VUMBORA

Bell Marques

Bloco VILLAGE

Ivete Sangalo

Bloco BICHO

Ricardo Chaves

CAMAROTE

Gusttavo Lima, Vitor Fernandes e Rafa & Pipo

+ OpenBar de Whisky 08 anos, Vodka, Gin, Cerveja, Beats, Água, Refrigerante

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ENTENDA OS TIPOS DE INGRESSOS

MEIA = Ingresso válido mediante comprovação do benefício da Meia Entrada

SOCIAL = Ingresso válido mediante doação de 1kg de alimento na entrega do abadá

CONVÊNIO = Ingresso válido para Cliente Cartão RIACHUELLO, Cliente UNIMED e Cliente CABO TELECOM

INTEIRA = Não precisa de nada.

Mais informações pelo instagram @carnatal ou site http://carnatal.com.

Fonte: Ascom/Carnatal

Festival de Cultura em Direitos Humanos homenageará Ivone Lara

 

Até dia 10 de dezembro, festival agracia a sambista Dona Ivone Lara, debate intolerância religiosa e exibe filmes produzidos nas periferias. Confira programação.

A 2ª edição do “DH Fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos”, lançado em 2021 em oposição a cruel política de morte e desesperança imposta aos brasileiros pelo governo de Jair Bolsonaro, acontece agora num sopro de liberdade e democracia.

De 6 a 10 de dezembro, o Sesc Bom Retiro, CineSesc e a plataforma Sesc Digital, fazem um convite a reflexão sobre papel da arte e da cultura como caminhos de mobilização para a transformação da realidade. O 2ª DH Fest acontece na semana que antecede a data mais importante para a pauta dos direitos humanos no mundo. Celebrado em 10 de dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos foi instituído em 1950 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

A programação conta com uma homenagem inédita à cantora e compositora Dona Ivone Lara (1921-2018), com participação de Nega Duda, Larissa Luz e da Escola de Samba X9 Paulistana; um encontro para discutir a intolerância religiosa no país, com presença do Padre Júlio Lancellotti e de Mãe Carmen de Oxum; e uma mostra com filmes assinados por cineastas e coletivos das periferias brasileiras, incluindo “Marte Um” e outras obras da produtora mineira Filmes de Plástico.

O 2º DH Fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos, é uma realização da Pardieiro Cultural, Instituto Vladimir Herzog e Sesc. A curadoria é assinada pelas equipes do Instituto Vladimir Herzog, do Sesc São Paulo, e por Francisco Cesar Filho e Leandro Pardí.

Memória: narrativas para romper o esquecimento

A abertura do 2º DH Fest acontece nesta terça (6), no Sesc Bom Retiro, às 18h30. Em encontro inédito, o escritor indígena Daniel Munduruku, autor de mais de 50 livros e duas vezes vencedor do Prêmio Jabuti, e a ativista negra e transgênera Neon Cunha dialogam sobre processos de apagamento intelectual e simbólico de corpos e territórios considerados periféricos.

O terá mediação da jornalista Semayat Oliveira, cofundadora do site ‘Nós, Mulheres da Periferia’ e consultora do podcast ‘Mano a Mano’. A entrada é franca, com lugares limitados conforme lotação do espaço.

Diversidade e intolerância religiosa

A mesa Diversidade e Intolerância Religiosa acontece na quarta (7), às 18h30, no Sesc Bom Retiro, e reúne os convidados Mãe Carmen de Oxum, líder do terreiro Ilê Olá Omí Asé Opô Araká, Padre Júlio Lancellotti, autor, pedagogo e presbítero católico, Ventura Profana, compositora, escritora e artista visual, e a mediadora Lusmarina Campos Garcia, pastora evangélica, teóloga ecofeminista e pesquisadora.

O encontro propõe uma reflexão sobre a intolerância religiosa no Brasil, historicamente associada ao colonialismo e, por isso, apontada para corpos que fogem ao padrão branco-hetero-cis normativo. Nos últimos anos, a fé tem sido associada ainda a projetos de autoritarismo e ao desrespeito às diferenças. Este diálogo pretende retomar o espaço comum entre diferentes religiões: o amor, a solidariedade, a justiça e a esperança. A entrada é franca.

Mostra “Cinema e Direitos Humanos: os caminhos do cinema de quebrada”

A programação de filmes do 2º DH Fest traz 16 títulos, entre curtas e longas-metragens realizados entre os anos de 2001 e 2022, com exibições no CineSesc e disponibilização online na plataforma Sesc Digital.

São obras assinadas por cineastas e coletivos periféricos das cidades brasileiras. O destaque é ‘Marte Um’, longa de Gabriel Martins indicado oficialmente pelo Brasil para disputar o Oscar de melhor filme internacional.

Estão programados ainda produções de nomes de destaque dessa cena cinematográfica, como Adirley Queirós, cineasta de Ceilândia, no Distrito Federal, e Lincoln Péricles, realizador do bairro de Capão Redondo, periferia da cidade de São Paulo. Estão presentes também curtas-metragens frutos de oficinas de realização audiovisual promovidas Associação Cultural Kinoforum, Instituto Querô e pelo projeto É Nóis na Fita.

Na sexta (9), às 20h30, no CineSesc, acontece um debate para discutir essa produção, reconhecida pela crítica especializada como uma das novidades da cinematografia brasileira recente. Participam os realizadores Maurílio Martins, um dos produtores de ‘Marte Um’, e Stheffany Fernanda, do coletivo audiovisual Maloka Filmes e ativista negra, feminista e LGBTQIA+. A mediação é da jornalista e pesquisadora Mariana Queen Nwabasili.

Homenagem a Dona Ivone Lara

No sábado (10), último dia do DH Fest, às 20 horas, no Sesc Bom Retiro, acontece uma homenagem a Dona Ivone Lara, a Primeira-Dama do Samba. Caso único na história da música brasileira, Ivone Lara foi pioneira na atuação interseccional entre luta antimanicomial, gênero, negritude e direitos humanos.

Em apresentação exclusiva e inédita, o centenário de nascimento de Dona Ivone é celebrado com participação da Escola de Samba X9 Paulistana que, junto com sua banda baile, apresenta um repertório com mais de 13 canções da artista homenageada.

A homenagem conta ainda com a participação de Nega Duda, primeira, “sambadeira”, cantora, compositora e escritora, referência da música popular e do samba de roda baiano na cidade de São Paulo, onde também está à frente, há mais de uma década, do coro de mulheres do Bloco Afro Ilú Obá de Min; e Larissa Luz, cantora, compositora e atriz.

SERVIÇO

2º DH Fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos
Quando: 6 a 10 de dezembro de 2022
CineSesc – Rua Augusta 2075, Cerqueira César – São Paulo
Sesc Bom Retiro – Alameda Nothmann 185, Campos Elíseos – São Paulo
Plataforma Sesc Digital
Acesse a programação completa aqui.

DEBATES

  • Diálogo “Memória: Narrativas para Romper o Esquecimento”, com Daniel Munduruku, Neon Cunha e Semayat Oliveira (mediação)

    Quando: 6/12, terça-feira, às 18h30
    Duração: 90 a 120 minutos
    Classificação indicativa: 12 anos
    Com tradução em Libras
    Onde: Sesc Bom Retiro
    Grátis. Retirada de ingressos 1h antes da atividade na Central de Atendimento do Sesc Bom Retiro.

  • Mesa “Diversidade e Intolerância Religiosa”, com Mãe Carmen de Oxum, Padre Júlio Lancellotti, Ventura Profana e Lusmarina Campos Garcia (mediação)

    Quando: 7/12, quarta-feira, às 18h30
    Duração: 90 a 120 minutos
    Classificação indicativa: 12 anos
    Com tradução em Libras
    Onde: Sesc Bom Retiro
    Grátis.

CINEMA

  • Cinema e Direitos Humanos: Os Caminhos do Cinema de Quebrada
    Sessões presenciais no CineSesc
    Grátis. Retirada de ingressos 1h antes da sessão na bilheteria do CineSesc.

    7/12, quarta-feira, às 20h30
    Fantasmas (11 min, 14 anos) – André Novais Oliveira
    Ela Volta na Quinta (107 min, 12 anos) – André Novais Oliveira
    8/12, quinta-feira, às 20h30
    Marte Um (115 min, 16 anos) – Gabriel Martins
    9/12, sexta-feira, às 20h30
    Filme de Domingo (28 min,12 anos) – Lincoln Péricles
    Seguido do debate Cinema e Direitos Humanos: Os Caminhos do Cinema de Quebrada, com Maurílio Martins, Stheffany Fernanda, Mariana Queen Nwabasili (mediação) e Francisco Cesar Filho (apresentação)
    Com tradução em Libras

  • Filmes disponibilizados online na plataforma Sesc Digital
    De 6 a 20 de dezembro de 2022
    Acesso gratuito

    A Blogueira da Favela (34 min, 14 anos) – Arthur Jesus
    Armando o Barraco (7 min, 14 anos) – Rodrigo Valadares, Danilo Barretos, Fabiano Oliveira,
    Contagem (18 min, 14 anos) – Gabriel Martins e Maurílio Martins
    Defina-se (5 min, 14 anos) – Kelly Regina Alvez, Claúdio N. de Souza e Daniel M. Hilário
    Medo na Minha Pele (10 min, 14 anos) – Braion Souza
    O Segredo das Armas (4 min, 14 anos) – Ana Paula, Patrícia Cardoso, Fernanda Dantas e Reginaldo Gomes
    Quintal (26 min, 14 anos) – André Novais Oliveira
    Raízes do Mercado (18 min, 14 anos) – Jaime Santos, Daniel Calado Souza, Samara Faustino e
    Rap: o Canto da Ceilândia (15 min, 14 anos) – Adirley Queirós
    Ruim é Ter Que Trabalhar (10 min, 14 anos) – Lincoln Péricles
    Tato (8 min, 14 anos) – Luciano Oliveira, Wesley Campos Rocha, Thaise Fiuza e Alex Nogueira de Souza
    Vigília (7 min, 14 anos) – Patrícia Figueiredo

MÚSICA

  • Homenagem a Dona Ivone Lara, com Escola de Samba X9 Paulistana, Nega Duda e Larissa Luz

    Quando: 10/12, sábado, às 20h00
    Duração: 80 minutos
    Classificação indicativa: 18 anos.
    Onde: Sesc Bom Retiro
    Ingressos: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia entrada) e R$ 12,00 (credencial plena)

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com informações de agências

Fonte: https://www.brasilcultura.com.br