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Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...
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Foto: Reprodução/internet
A Receita Federal abre nesta segunda-feira (12) as inscrições do concurso público para o total de 669 vagas de nível superior.
São 230 vagas para auditor-fiscal e 469 para analista-tributário. O salário para analista é de R$ 11.684,39. Para auditor, é de R$ 21.029,09.
Os dois cargos exigem diploma de conclusão de curso superior, em nível de graduação, em qualquer área.
Do total de vagas, 5% são destinadas a pessoas com deficiência (36) e 20% para negros (140).
De acordo com o edital, as vagas serão distribuídas nas unidades do órgão, conforme disponibilidade em quadro de lotações a ser expedido pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil.
Inscrições
As inscrições devem ser feitas das 16h de 12 de dezembro até as 16h de 19 de janeiro de 2023 pelo site https://conhecimento.fgv.br/concursos/rfb22. O valor da taxa de inscrição é de R$ 210 para o cargo de Auditor-Fiscal e R$ 115 para o cargo de Analista-Tributário. O pagamento da taxa de inscrição deve ser feito até 20 de janeiro de 2023.
Haverá isenção da taxa de inscrição para os candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e aos amparados pela Lei nº 13.656/2018, que garante isenção ao doador de medula. As isenções poderão ser solicitadas no período de 12 a 19 de dezembro.
Provas
O concurso será realizado em duas etapas. A 1ª etapa terá prova objetiva (múltipla escolha), prova discursiva e pesquisa de vida pregressa. A 2ª etapa terá Curso de Formação Profissional.
A 1ª etapa será realizada em todas as capitais do país, com exceção da pesquisa de vida pregressa, que será realizada online.
O Curso de Formação será realizado na modalidade online, com provas realizadas presencialmente em até 5 polos: Brasília, Manaus, Recife, São Paulo e Curitiba. Haverá uma semana de integração presencial dos candidatos.
A prova objetiva e a prova discursiva serão realizadas em todas as capitais do país, em 19 de março de 2023.
As provas serão aplicadas em dois turnos - no turno da manhã será a prova objetiva de conhecimentos básicos, e no turno da tarde será a prova objetiva de conhecimentos específicos e a prova discursiva.
O turno da manhã será das 8h às 12h30, e o turno da tarde será das 15h às 19h30 (horário de Brasília). Os locais para realização das provas serão divulgados no endereço eletrônico https://conhecimento.fgv.br/concursos/rfb22, a partir do dia 13 de março de 2023.
Os candidatos deverão escolher um dos cargos para concorrer porque as provas serão no mesmo dia e horário para ambas as funções.
Na prova discursiva, para auditor, serão duas questões, valendo 30 pontos cada, baseadas no conteúdo programático de conhecimentos específicos questões discursivas. Para analista, será uma questão discursiva, também valendo 30 pontos, baseada no conteúdo programático de conhecimentos específicos.
Somente serão corrigidas as provas discursivas dos candidatos que forem aprovados e classificados na prova objetiva no quantitativo de 3 vezes o número de vagas para cada cargo (690 para auditor e 1.407 para analista).
Serão convocados para a realização da Pesquisa de Vida Pregressa os candidatos aprovados na Prova Discursiva. Essa etapa eliminatória tem o objetivo de examinar o perfil social do candidato sobre a vida pregressa e atual, no âmbito social, funcional, civil e criminal e a eventual existência de incompatibilidade para o exercício das funções.
O candidato aprovado em todas essas fases fará então o curso de formação.
O prazo de validade do concurso é de 2 anos, contados da data da publicação da homologação do resultado final do concurso no Diário Oficial da União, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período. Assim, nesse período da validade, a Receita poderá chamar os aprovados do concurso.
Fonte: g1
Com Potiguar Notícias
A escolha da baiana Margareth Menezes, 60, para o Ministério da Cultura, se confirmada, será um dos grandes acertos do novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que vai começar em 1º de janeiro de 2023 seu terceiro mandato na presidência do Brasil. Do ponto de vista simbólico, é um primeiro aceno de que essa nova gestão garantirá espaço no primeiro escalão para mulheres e pessoas negras, uma exigência feita ao longo da campanha por diversos movimentos sociais. Até agora só foram anunciados cinco ministros, todos homens e quase todos brancos.
No dia 12 de dezembro de 1877 morria, no Rio de Janeiro, o jornalista, político, advogado, cronista, romancista e dramaturgo José Martiniano de Alencar. Nascido em Fortaleza, no dia 1º. de maio de 1829, ele se formou em Direito e deu os seus primeiros passos na literatura nos jornais Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. José de Alencar consolidou o romance brasileiro, ao escrever movido por sentimento de missão patriótica. O regionalismo presente em suas obras, abriu caminho para outros sertanistas, preocupados em mostrar o Brasil rural. Ele foi um dos maiores representantes da corrente literária indianista. Destacou-se na carreira literária com a publicação do romance “O Guarani”, em forma de folhetim, no Diário do Rio de Janeiro, onde alcançou enorme sucesso. Seu romance “O Guarani” serviu de inspiração ao músico Carlos Gomes, que compôs a ópera O Guarani. Foi escolhido por Machado de Assis, para patrono da Cadeira nº 23, da Academia Brasileira de Letras.
Cinco Minutos, romance, 1856;
Cartas Sobre a Confederação dos Tamoios, crítica, 1856;
O Guarani, romance, 1857;
Verso e Reverso, teatro, 1857;
A Viuvinha, romance, 1860;
Lucíola, romance, 1862;
As Minas de Prata, romance, 1862-1864-1865;
Diva, romance, 1864;
Iracema, romance, 1865;
Cartas de Erasmo, crítica, 1865;
O Juízo de Deus, crítica, 1867;
O Gaúcho, romance, 1870;
A Pata da Gazela, romance, 1870;
O Tronco do Ipê, romance, 1871;
Sonhos d’Ouro, romance, 1872;
Til, romance, 1872;
Alfarrábios, romance, 1873;
A Guerra dos Mascate, romance, 1873-1874;
Ao Correr da Pena, crônica, 1874;
Senhora, romance, 1875;
O Sertanejo, romance, 1875.
Como borboletas que fazem cócegas em meu nariz, Selma Lança um desafio: castiga a brisa do tempo trazendo o embriagador perfume de jasmim fazendo por um instante eu ter saudade de mim.
– Preciso de um texto seu sobre Aramis Millarch!
A palavra exata é aquela que se cerca de todo sentimento: saudade.
Aramis não viveu uma vida única, mas diversas vidas. Porque, aqui e ali, foi acumulando e ampliando sua experiência pessoal, acrescida da experiência de cada um de seus semelhantes, principalmente dos amigos e pessoas que admirou e amou..
Ele poderia ser considerado um desses jornalistas estranhos do mundo da cultura. Referencial para a nascente fase do jornalismo cultural, sua obra é moderna e fora dos padrões de sua época, sendo fonte inesgotável do jornalismo cultural brasileiro.
Cultura é um conceito extremamente amplo e complexo. Porém, se aplicado a dimensões particulares dos fazeres, dos hábitos e do comportamento humano, pode tornar-se relativamente simples, muito embora essa simplicidade possa não vir a ser compreendida com facilidade.
Aramis lia e escrevia sobre tudo principalmente suas grandes paixões: música e cinema. Movido por verdadeira obsessão pela informação dos fazeres artísticos daqui e do mundo, ele ia colocando aqui e ali seu farto material. Livros, discos, revistas, cartas, recortes de jornais e fitas. Muitas fitas de gravador.
Em 1975, garoto ainda, tinha eu 22 anos, atendendo ao seu convite fui procura-lo no DNER. Escondido por trás de sua velha Remington de ferro e uma pilha formidável de papéis encontrei o passarinho sonhador. Por alguns instantes parou de batucar com seus dedos redondos e curtos cuja agilidade causou-me espanto e, mais perplexo ainda fiquei quando ao estender a mão para o devido cumprimento, recebo, em troca, uma naco do pão com mortadela que comia.
Ficamos amigos.
E eu, admirador de uma figura fabulosa, extremamente amorosa, que sabia como ninguém costurar os fatos e conhecer os desdobramentos, tecendo um mosaico em seu espaço diário no jornal, utilizando sua linguagem tanto na intenção objetiva de informação, como na intenção poética. Em curto espaço, tal como poeta, Aramis conseguia esculpir um resumo de sua visão da arte e do mundo e transmiti-las aos leitores da cidade que amava. Como anfitrião mor de Curitiba, não havia um único nome da cultura brasileira, de qualquer manifestação, seja cinema, música, teatro ou literatura que Aramis não se transformasse em cicerone.
O dia era muito curto para ele. Levando a vida de boêmio, acordava lá pelas 10 horas, fazia algumas ligações e ia para o estúdio que fora construído a toque de caixa pela absoluta falta de espaço em sua casa (que o digam Marilene e Francisco) para acomodar o imenso material: discos, fitas, filmes, depoimentos, recortes de jornais, fotografias, cartazes, revistas. Possuidor de uma capacidade formidável de produção, Aramis ficava trabalhando até por volta das duas ou três horas da manhã. E lá, na Rua 24 de Maio, em 1980, nasceu o Estúdio Vinícius de Moraes.
Constantemente convidado para fazer parte como jurado em festivais de música por todo o Brasil, consolidava seu prestígio por todos os cantos. Vez ou outra, quando havia algum impedimento para sua presença em alguns desses eventos, Aramis gentilmente fazia-me o convite para representa-lo, o que na certa era uma honraria danada.
Entre 76 e 86 andávamos juntos, quase que diariamente. Não era raro, ao terminar o programa Cidade de Olhos Abertos que eu produzia e apresentava na Rádio Cidade, já de madrugada, lá estava o Aramis pronto para arrastar-me ao Bar Palácio, ponto de papo, estórias e porres com este verdadeiro dono das ruas e das noites de Curitiba. Vamos muitas noite, em companhia de muitos de seus amigos que aqui vinham: meus parceiros – Cartola e Claudionor Cruz; J.C. Botezelli (Pelão), Carlos Lira, Sebastião Tapajós, Vinicius de Moraes, Toquinho, Elizete Cardoso, Carmem Costa, Elis Regina, Ricardo Cravo Albin. Aramis feito passarinho batia suas asas bar em bar em Curitiba, cidade que já viveu noites sem fim.
O polaco Paulo Leminski dizia que o Rio era o Mar e Curitiba, o bar.
Muita música já rolou nas noites e nos bares de Curitiba. Desde o início do século passado se tem notícias de sons que flutuam no ar, invadindo as madrugadas frias de nossa capital. Pedacinhos dessa história, Aramis registrou em sua coluna diária.
À maneira de Aramis posso perguntar: você já imaginou que já passou por aqui Noel de Medeiros Rosa, o grande poeta da Vila Isabel? É possível, por que não, que ele tenha até se apaixonado por uma das meninas da difícil vida fácil da Curitiba dos tempos do bonde, muito antes da “Eddy” e da “Maria Guilhermina”, do Quatro Bicos, Curitiba lá pela década de trinta, a caminho ou no regresso de Porto Alegre.
Francisco Alves, o grande Rei da Voz, Orlando Silva, o Canto das Multidões, as irmãs Batista, Carlos Galhardo, Ataulfo Alves e tantos outros.
Como sempre acontece, depois das apresentações, músicos se misturam, se cruzam, se unem para reverenciar a divina e amada música numa mesa de bar!
Passou por aqui, em 1921, abril daquele ano, um desconhecido “Zé Vicente”, pseudônimo de sabor sertanejo do grande e insuperável Alfredo da Rocha Vianna Filho, São Pixinguinha. Desde os tempos do Grupo Caxangá havia o hábito de mudar os nomes dos músicos. O famoso conjunto Oito Batutas, com estes apelidos se exibiu no Teatro Variedade e no Cinema Mignon, aliás como indica a nota publicada no Diário da Tarde, edição de abril de 1921.
Alguns juram que, depois das apresentações, músicas que acabariam entrando na história musical brasileira como Pixinguinha (flauta), Otávio Viana, irmão de Pixinguinha (violão e voz), João Pernambuco, o grande compositor (violão e voz), Donga, o do Pelo Telefone (violão), Nelson Alves (cavaquinho), Jacob Palmieri (pandeiro), João Thomas (reco-reco) e José Medeiros (ganzá), componentes do Grupo Oito Batutas, saíam pelas noites de Curitiba.
Visitas lá pelo Burro Bravo no Bacacheri e depois as esticadas musicais etilicamente aquecidas. Era o Bar da Curitiba sem Mar!
Eu confesso! Tenho saudade do Aramis e com ele dos tempos do Cirandeiro, da Velha Adega do amigo Tatára, Bebedouro, no Largo da Ordem, Si Bemol. Ainda frequentamos o Hermes para ouvir a canja de artistas talentosos, o Nilo Samba Choro e aquela pá de cobras criadas, Kapelli de quem sou cavaleiro, da minha amiga Mara, o saudoso Bar do Cardoso, poetinha maior.
Falando em passarinho, estou na janela de minha casa contemplando a tarde de sol tímido, depois de dias de chuva. Chuva sem parar. Penso que São Pedro abriu todas as torneiras lá do céu e dê-lhe chuva. Como tenho a sorte de morar em uma chácara, sou rodeado de árvores das mais variadas espécies e cores. Ipês, Marmelos, Canelas, Jabuticabeiras, Pinheiros, Ameixeiras. Umas tantas que em verdade não sei que nome terão e, como a paisagem é bela, tratei de nominar as árvores com nomes da Música Popular Brasileira, assim como fez Aramis em seu Estúdio. Galeria Hermínio Bello de Carvalho (meu amigo e um dos maiores letristas do Brasil e que de início não aceitou o convite de Aramis para participar da recém-criada Associação Brasileira de Críticos e Pesquisadores da Música Brasileira) , Portal Dina Sfat, Rua Elton Medeiro, e outros tantos logradouros.
O espadachim Aramis Millarch que não era gordo, e sim a soma de Dartagnan, Athos e Prothos, ffez isto: nos trouxe, em forma de mosaico a paisagem da cultura brasileira. Mais do que percorrer estas paisagens como passarinho entre árvores, teve a capacidade de se misturar a elas, de absorver seu cheiro e suas cores, ele mesmo com o tempo tornou-se um mosaico, reunindo, em sua obra de jornalista cultural, o traço histórico da sensibilidade e criatividade brasileira.
E, ao atender o pedido da professora e amiga Selma, escrevo pensando nos novos sonhadores colegas jornalistas ligado a ao mundo da cultura, tal como o mosqueteiro Aramis, que com carinho e cuidado, foi ajuntando e divulgando o talento de artistas tantos, que eles somem seu brilho ao brilho de tantos agentes culturais; que eles sejam capazes de fazer da arte e da cultura uma linguagem de beleza, de magia, e de encantamento para todos nós, como fazia Aramis Millarch.
Touché!
Cláudio Ribeiro
Jornalista – Compositor – Editor-chefe do Portal Brasil Cultura, Rádio Sol Maior e do Programa Almoço à Brasileira da Rádio Cidade de Curitiba.
TEIXEIRA, Selma Suely (org. Jornalismo Cultural: um resgate. v.1. Curitiba: Gramopfone, 2007.
Fonte: Portal BRASIL CULTURA
Foto: Divulgação
Com uma programação de alta qualidade para o público, alunos, professores e convidados, a Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – EMUFRN promove até o dia 14 de dezembro, o festival "Dezembro do Piano". As ações do festival envolvem concertos e masterclasses que se dividem nos espaços da EMUFRN (salas e auditórios) e na Atitude Cooperação (Instituição localizada na Zona Oeste de Natal).
Fonte: G7 Comunicação
Com Potiguar Notícias
As entregas dos abadás (Blocos e Camarote Carnatal By Beats) acontecem no Centro de Convenções, no dia 08 das 9h às 20h, no dias 09 e 10 das 9h às 17h e no dia 11 (domingo) na Bilheteria do Arena das Dunas de 12h às 21h, blocos no Portão M e Camarote Carnatal By Beats, Portão P12.
Após os horários estabelecidos por dia, as entregas dos abadás dos blocos e camarote se darão nos seguintes horários: blocos no Portão M das 17h30 às 21h e Camarote Carnatal By Beats, Portão P12, das 17h30 às 04h.
Documentação necessária: Vale-abadá ou voucher (compra online) + documento com foto.
Retirada por terceiros: Vale-abadá ou voucher (compra online) + procuração com firma reconhecida + documento com foto.
ENTREGA DE ABADÁS LOUNGE NOTA POTIGUAR
A entrega de todos os abadás do Lounge Nota Potiguar já começou hoje (7) e segue até o dia 10/12 (domingo), no Natal Shopping, de 10h às 21h. A documentação necessária: Vale-abadá + Documento com foto. Para retirada por terceiros: Vale-abadá + Procuração + Documento com foto.
INFORMAÇÕES
>> SEXTA, 09 de DEZEMBRO
Bloco VUMBORA
Bell Marques + Rafa & Pipo
Bloco HYPE
Nattan e Felipe Amorim
Bloco LARGARDINHO
Claudia Leitte
CAMAROTE
Pedro Sampaio, Rai Saia Rodada, Banda Eva e Jopin
+ OpenBar de Whisky 08 anos, Vodka, Gin, Cerveja, Beats, Água, Refrigerante
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>> SÁBADO, 10 de DEZEMBRO
Bloco VUMBORA
Bell Marques
Bloco da ANITTA
Anitta
Bloco VEM COM O GIGANTE
Leo Santana
CAMAROTE
Xand Avião, Durval Lelys, Ralk e Otiago
+ OpenBar de Whisky 08 anos, Vodka, Gin, Cerveja, Beats, Água, Refrigerante
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>> DOMINGO, 11 de DEZEMBRO
Bloco VUMBORA
Bell Marques
Bloco VILLAGE
Ivete Sangalo
Bloco BICHO
Ricardo Chaves
CAMAROTE
Gusttavo Lima, Vitor Fernandes e Rafa & Pipo
+ OpenBar de Whisky 08 anos, Vodka, Gin, Cerveja, Beats, Água, Refrigerante
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ENTENDA OS TIPOS DE INGRESSOS
MEIA = Ingresso válido mediante comprovação do benefício da Meia Entrada
SOCIAL = Ingresso válido mediante doação de 1kg de alimento na entrega do abadá
CONVÊNIO = Ingresso válido para Cliente Cartão RIACHUELLO, Cliente UNIMED e Cliente CABO TELECOM
INTEIRA = Não precisa de nada.
Mais informações pelo instagram @carnatal ou site http://carnatal.com.
Fonte: Ascom/Carnatal
Até dia 10 de dezembro, festival agracia a sambista Dona Ivone Lara, debate intolerância religiosa e exibe filmes produzidos nas periferias. Confira programação.
A 2ª edição do “DH Fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos”, lançado em 2021 em oposição a cruel política de morte e desesperança imposta aos brasileiros pelo governo de Jair Bolsonaro, acontece agora num sopro de liberdade e democracia.
De 6 a 10 de dezembro, o Sesc Bom Retiro, CineSesc e a plataforma Sesc Digital, fazem um convite a reflexão sobre papel da arte e da cultura como caminhos de mobilização para a transformação da realidade. O 2ª DH Fest acontece na semana que antecede a data mais importante para a pauta dos direitos humanos no mundo. Celebrado em 10 de dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos foi instituído em 1950 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A programação conta com uma homenagem inédita à cantora e compositora Dona Ivone Lara (1921-2018), com participação de Nega Duda, Larissa Luz e da Escola de Samba X9 Paulistana; um encontro para discutir a intolerância religiosa no país, com presença do Padre Júlio Lancellotti e de Mãe Carmen de Oxum; e uma mostra com filmes assinados por cineastas e coletivos das periferias brasileiras, incluindo “Marte Um” e outras obras da produtora mineira Filmes de Plástico.
O 2º DH Fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos, é uma realização da Pardieiro Cultural, Instituto Vladimir Herzog e Sesc. A curadoria é assinada pelas equipes do Instituto Vladimir Herzog, do Sesc São Paulo, e por Francisco Cesar Filho e Leandro Pardí.
Memória: narrativas para romper o esquecimento

A abertura do 2º DH Fest acontece nesta terça (6), no Sesc Bom Retiro, às 18h30. Em encontro inédito, o escritor indígena Daniel Munduruku, autor de mais de 50 livros e duas vezes vencedor do Prêmio Jabuti, e a ativista negra e transgênera Neon Cunha dialogam sobre processos de apagamento intelectual e simbólico de corpos e territórios considerados periféricos.
O terá mediação da jornalista Semayat Oliveira, cofundadora do site ‘Nós, Mulheres da Periferia’ e consultora do podcast ‘Mano a Mano’. A entrada é franca, com lugares limitados conforme lotação do espaço.
Diversidade e intolerância religiosa

A mesa Diversidade e Intolerância Religiosa acontece na quarta (7), às 18h30, no Sesc Bom Retiro, e reúne os convidados Mãe Carmen de Oxum, líder do terreiro Ilê Olá Omí Asé Opô Araká, Padre Júlio Lancellotti, autor, pedagogo e presbítero católico, Ventura Profana, compositora, escritora e artista visual, e a mediadora Lusmarina Campos Garcia, pastora evangélica, teóloga ecofeminista e pesquisadora.
O encontro propõe uma reflexão sobre a intolerância religiosa no Brasil, historicamente associada ao colonialismo e, por isso, apontada para corpos que fogem ao padrão branco-hetero-cis normativo. Nos últimos anos, a fé tem sido associada ainda a projetos de autoritarismo e ao desrespeito às diferenças. Este diálogo pretende retomar o espaço comum entre diferentes religiões: o amor, a solidariedade, a justiça e a esperança. A entrada é franca.
Mostra “Cinema e Direitos Humanos: os caminhos do cinema de quebrada”
A programação de filmes do 2º DH Fest traz 16 títulos, entre curtas e longas-metragens realizados entre os anos de 2001 e 2022, com exibições no CineSesc e disponibilização online na plataforma Sesc Digital.
São obras assinadas por cineastas e coletivos periféricos das cidades brasileiras. O destaque é ‘Marte Um’, longa de Gabriel Martins indicado oficialmente pelo Brasil para disputar o Oscar de melhor filme internacional.

Estão programados ainda produções de nomes de destaque dessa cena cinematográfica, como Adirley Queirós, cineasta de Ceilândia, no Distrito Federal, e Lincoln Péricles, realizador do bairro de Capão Redondo, periferia da cidade de São Paulo. Estão presentes também curtas-metragens frutos de oficinas de realização audiovisual promovidas Associação Cultural Kinoforum, Instituto Querô e pelo projeto É Nóis na Fita.
Na sexta (9), às 20h30, no CineSesc, acontece um debate para discutir essa produção, reconhecida pela crítica especializada como uma das novidades da cinematografia brasileira recente. Participam os realizadores Maurílio Martins, um dos produtores de ‘Marte Um’, e Stheffany Fernanda, do coletivo audiovisual Maloka Filmes e ativista negra, feminista e LGBTQIA+. A mediação é da jornalista e pesquisadora Mariana Queen Nwabasili.
Homenagem a Dona Ivone Lara

No sábado (10), último dia do DH Fest, às 20 horas, no Sesc Bom Retiro, acontece uma homenagem a Dona Ivone Lara, a Primeira-Dama do Samba. Caso único na história da música brasileira, Ivone Lara foi pioneira na atuação interseccional entre luta antimanicomial, gênero, negritude e direitos humanos.
Em apresentação exclusiva e inédita, o centenário de nascimento de Dona Ivone é celebrado com participação da Escola de Samba X9 Paulistana que, junto com sua banda baile, apresenta um repertório com mais de 13 canções da artista homenageada.
A homenagem conta ainda com a participação de Nega Duda, primeira, “sambadeira”, cantora, compositora e escritora, referência da música popular e do samba de roda baiano na cidade de São Paulo, onde também está à frente, há mais de uma década, do coro de mulheres do Bloco Afro Ilú Obá de Min; e Larissa Luz, cantora, compositora e atriz.
SERVIÇO
DEBATES
CINEMA
MÚSICA