Muito importuna e democrática, a declaração da procuradora e coordenadora nacional de Promoção da Liberdade Sindical e do Diálogo Social do MPT (Ministério Público do Trabalho), Vivian Brito Mattos.
Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
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terça-feira, 23 de janeiro de 2024
Em entrevista a CNN, procuradora do trabalho elogia contribuição assistencial
Saiba como será a participação do PROIFES na CONAE 2024

A Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024 terá ampla participação do Proifes-Federação, membro do Fórum Nacional de Educação. O diretor de políticas educacionais do PROIFES, Carlos Alberto Marques, será responsável pela coordenação do Eixo 7 da Conae, e também fará a mediação de um dos colóquios do evento. Além disso, a Federação estará representada em outras plenárias e momentos de discussão.
A programação da CONAE se inicia no dia 28, às 10h, com reunião das equipes de coordenação das plenárias de eixo. À tarde, ocorre a Reunião Ampliada do FNE com as coordenações dos Fóruns Estaduais e Distrital. Na sequência, haverá a Plenária de Regimento da Conae 2024. À noite, a solenidade de abertura da Conferência terá a presença do ministro da Educação, Camilo Santana, e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, entre outras autoridades.
Colóquios
No dia 29, das 10h45 às 12h45, no Anfiteatro 2 do Instituto Central de Ciências (ICC), será realizado o Colóquio 6 com o tema “Justiça social e desenvolvimento socioambiental sustentável: contribuições para o PNE”, que terá como palestrantes Antonio Ibañez (UnB), Marilene Corrêa da Silva Freitas(SBPC/UFAM), Rita Silvana Santana (Secadi/MEC), Leosmar Terena (MPI), e será mediado por Carlos Alberto Marques.
No mesmo dia e horário, mas no Anfiteatro 7 do ICC, ocorre o Colóquio 14, “Privatização da educação: desafios e estratégias de luta para o próximo decênio”, que foi proposto pelo Proifes. O colóquio terá como palestrantes Geovana Reis, (integrante do Conselho Deliberativo do PROIFES e diretora da ADUFG sindicato), Carlos De Feo (Conadu), Fátima Silva (CNTE/IEAL), e será mediado por Raquel Nery (Diretora de Seguridade Social do PROIFES e diretora da Apub Sindicato).
Já no Anfiteatro 4 do ICC, também no mesmo dia e horário, haverá o Colóquio 20, “Desconstruindo Paradigmas na Educação: Uma Perspectiva Bell Hooks”, mediado por Rosângela Oliveira, diretora de assuntos educacionais do EBTT do Proifes. O colóquio terá como palestrantes Raissa Silveira de Melo (UBM), Mônica Oliveira (UBM) e Ana Claudia Marocchi (Sindiutec).
Plenárias de eixos
No dia 29 à tarde começam as plenárias de eixos da Conae. A plenária do Eixo 1 – O PNE como articulador do Sistema Nacional de Educação, sua vinculação aos planos decenais estaduais, distrital e municipais de educação, em prol das ações integradas e intersetoriais, em regime de colaboração interfederativa – começa às 14h no Anfiteatro 4 do ICC, e terá relatoria de Rosângela Oliveira.
No mesmo horário, no Anfiteatro 13 do ICC, ocorre a Plenária do Eixo 7 – Educação comprometida com a justiça social, a proteção da biodiversidade, o desenvolvimento socioambiental sustentável para a garantia de uma vida com qualidade e o enfrentamento das desigualdades e da pobreza – que será coordenada por Carlos Alberto Marques.
Como coordenador de eixo, Carlos Alberto participa ainda da Plenária Final da Conae 2024, marcada para o dia 30 de janeiro, pela manhã e à tarde.
Importância da CONAE
A Conae 2024 tem como tema “Plano Nacional de Educação 2024-2034: Política de Estado para garantia da educação como direito humano com justiça social e desenvolvimento socioambiental sustentável”. O Ministério da Educação (MEC) é o responsável por promover conferência nacional, precedida de conferências municipais, distrital e estaduais, que ocorreram no ano passado. Já a articulação e a coordenação são de responsabilidade do Fórum Nacional de Educação.
A Conae pretende contribuir para a elaboração do novo PNE 2024-2034, de modo que debaterá a avaliação, os problemas e as necessidades educacionais do plano vigente. Com a participação efetiva dos segmentos educacionais e setores da sociedade, a expectativa é que disso resultem proposições de diretrizes, objetivos, metas e estratégias
para a próxima década da educação no país.
Fonte: Apufsc Sindical
Com PROIFES
CARTA ABERTA DE ORIENTAÇÃO AO VOTO PELA EDUCAÇÃO, PELO BRASIL: DIRETRIZES PARA A AMPLIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DA BANCADA DA EDUCAÇÃO EM TODAS AS ESFERAS DE GOVERNO
CARTA ABERTA DE ORIENTAÇÃO AO VOTO PELA EDUCAÇÃO, PELO BRASIL: DIRETRIZES PARA A AMPLIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DA BANCADA DA EDUCAÇÃO EM TODAS AS ESFERAS DE GOVERNO
O Fórum Nacional Popular de Educação recomenda aos/as eleitores/as a socialização desta carta Aberta com os seus candidatos/as solicitando a incorporação, nos respectivos programas. dos compromissos com a defesa da retomada do Estado Democrático e com a efetiva democratização da educação, em todas as esferas de governo. Esta deliberação do FNPE, ocorreu na Etapa Nacional da Conferência Nacional Popular de Educação de 2022 (Conape), acumulando debates oriundos de todo o país, que ratificou o Documento Final intitulado “Reconstruir o País: a retomada do Estado democrático de direito e a defesa da educação pública e popular, com gestão pública, gratuita, democrática, laica, inclusiva e de qualidade social para todos/as/es”, além da Carta de Natal.
>> CLIQUE AQUI PARA LER A CARTA ABERTA NA ÍNTEGRA
FONTE> FNPE - CONAPE
sexta-feira, 19 de janeiro de 2024
Saiba como será a participação do PROIFES na CONAE 2024

Fonte: PROIFES
A Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024 terá ampla participação do Proifes-Federação, membro do Fórum Nacional de Educação. O diretor de políticas educacionais do PROIFES, Carlos Alberto Marques, será responsável pela coordenação do Eixo 7 da Conae, e também fará a mediação de um dos colóquios do evento. Além disso, a Federação estará representada em outras plenárias e momentos de discussão.
A programação da CONAE se inicia no dia 28, às 10h, com reunião das equipes de coordenação das plenárias de eixo. À tarde, ocorre a Reunião Ampliada do FNE com as coordenações dos Fóruns Estaduais e Distrital. Na sequência, haverá a Plenária de Regimento da Conae 2024. À noite, a solenidade de abertura da Conferência terá a presença do ministro da Educação, Camilo Santana, e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, entre outras autoridades.
Colóquios
No dia 29, das 10h45 às 12h45, no Anfiteatro 2 do Instituto Central de Ciências (ICC), será realizado o Colóquio 6 com o tema “Justiça social e desenvolvimento socioambiental sustentável: contribuições para o PNE”, que terá como palestrantes Antonio Ibañez (UnB), Marilene Corrêa da Silva Freitas(SBPC/UFAM), Rita Silvana Santana (Secadi/MEC), Leosmar Terena (MPI), e será mediado por Carlos Alberto Marques.
No mesmo dia e horário, mas no Anfiteatro 7 do ICC, ocorre o Colóquio 14, “Privatização da educação: desafios e estratégias de luta para o próximo decênio”, que foi proposto pelo Proifes. O colóquio terá como palestrantes Geovana Reis, (integrante do Conselho Deliberativo do PROIFES e diretora da ADUFG sindicato), Carlos De Feo (Conadu), Fátima Silva (CNTE/IEAL), e será mediado por Raquel Nery (Diretora de Seguridade Social do PROIFES e diretora da Apub Sindicato).
Já no Anfiteatro 4 do ICC, também no mesmo dia e horário, haverá o Colóquio 20, “Desconstruindo Paradigmas na Educação: Uma Perspectiva Bell Hooks”, mediado por Rosângela Oliveira, diretora de assuntos educacionais do EBTT do Proifes. O colóquio terá como palestrantes Raissa Silveira de Melo (UBM), Mônica Oliveira (UBM) e Ana Claudia Marocchi (Sindiutec).
Plenárias de eixos
No dia 29 à tarde começam as plenárias de eixos da Conae. A plenária do Eixo 1 – O PNE como articulador do Sistema Nacional de Educação, sua vinculação aos planos decenais estaduais, distrital e municipais de educação, em prol das ações integradas e intersetoriais, em regime de colaboração interfederativa – começa às 14h no Anfiteatro 4 do ICC, e terá relatoria de Rosângela Oliveira.
No mesmo horário, no Anfiteatro 13 do ICC, ocorre a Plenária do Eixo 7 – Educação comprometida com a justiça social, a proteção da biodiversidade, o desenvolvimento socioambiental sustentável para a garantia de uma vida com qualidade e o enfrentamento das desigualdades e da pobreza – que será coordenada por Carlos Alberto Marques.
Como coordenador de eixo, Carlos Alberto participa ainda da Plenária Final da Conae 2024, marcada para o dia 30 de janeiro, pela manhã e à tarde.
Fonte: PROIFES
EDUCAÇÃO DO PRÓXIMO DECÊNIO - Participação ampla e democrática em debates deve marcar Conae 2024
Um dos momentos de debates mais importantes para o cenário da educação brasileira está prestes a acontecer, entre os dias 28, 29 e 30 de janeiro. Será durante a Conferência Nacional de Educação (Conae 2024) que os principais subsídios para construção do novo Plano Nacional de Educação (PNE 2024-2034) surgirão, colaborando para formular as diretrizes, metas e estratégias educacionais da próxima década.
Alimentando as expectativas da construção de uma política educacional alinhada às necessidades do país, a edição será marcada pelo fortalecimento da democracia nas principais discussões para a sociedade.
"Na Conae, teremos uma participação e uma representação muito diversa de todos os setores da sociedade brasileira. Isso é a retomada do processo democrático. Toda a sociedade está representada dentro desta conferência”, enfatiza a secretária de Assuntos Educacionais da CNTE, Guelda Andrade.
Neste aspecto, ela destaca o trabalho de mobilização feito pelo Fórum Nacional de Educação (FNE), que garantirá a participação de delegações qualificadas para o enriquecimento dos debates. O presidente da CNTE e coordenador do FNE, Heleno Araújo é quem coordena a Conae.
“O nosso foco é construir um PNE que, de fato, garanta o direito à educação, que corresponda às expectativas da demanda educacional do país, mas que também seja articulado a um projeto de nação, já que esse é um fator extremamente implicado no projeto educacional”, aponta.
Educação e trabalho de qualidade
Um dos pilares a serem reforçados pela CNTE na Conae é a defesa do acesso e trajetória integral do povo à educação. Segundo explica Guelda, isso começa desde a garantia das creches às crianças, passando por uma educação básica de qualidade, e pela possibilidade de cursar um ensino superior e pós-graduações. “A garantia desse direito também é garantir uma nação soberana, um povo soberano”, salienta.
Entretanto, ela enfatiza a importância da valorização dos trabalhadores nesse processo, permitindo o ingresso, permanência e conclusão do ciclo educacional por todos. “Nós precisamos garantir também a valorização profissional, quando a gente pensa na qualidade da educação que será ofertada para essa criança”, comenta.
Além da remuneração adequada, o piso salarial para os profissionais e as condições de trabalho para os mesmos são destacados por ela como parte desse processo.
“É preciso pensar também nas condições de trabalho que envolvem a estrutura física, o planejamento coletivo e uma comunidade pedagógica ancorada nos pilares freirianos. Acredito que só a partir disso que, de fato, conseguiremos garantir o direito à educação de qualidade e formação humana", diz.
Eixos
Nesta edição, a Conferência traz como tema “PNE 2024-2034: Política de Estado para garantia da Educação como direito humano, com justiça social e desenvolvimento socioambiental sustentável”.
O objetivo é que os debates também sirvam para a reflexão sobre saídas para o fortalecer o desenvolvimento socioambiental e sustentável do planeta por meio da educação.
"É fundamental, e esse debate democrático ajuda nessa construção, pois pode promover uma discussão mais coerente com foco no desenvolvimento e na sustentabilidade do meio ambiente", comenta Guelda.
Os debates serão desdobrados com base em sete eixos, para a formulação de problemas, causas, objetivos, diretrizes, metas e estratégias para a construção do PNE. Posteriormente, os resultados serão consolidados no documento referência construído pelo FNE.
- Eixo I - O PNE como articulador do Sistema Nacional de Educação (SNE), sua vinculação aos planos decenais estaduais, distrital e municipais de educação, em prol das ações integradas e intersetoriais, em regime de colaboração interfederativa;
- Eixo II - A garantia do direito de todas as pessoas à educação de qualidade social, com acesso, permanência e conclusão, em todos os níveis, etapas e modalidades, nos diferentes contextos e territórios;
- Eixo III - Educação, Direitos Humanos, Inclusão e Diversidade: equidade e justiça social na garantia do Direito à Educação para todos e combate às diferentes e novas formas de desigualdade, discriminação e violência;
- Eixo IV - Gestão Democrática e educação de qualidade: regulamentação, monitoramento, avaliação, órgãos e mecanismos de controle e participação social nos processos e espaços de decisão;
- Eixo V - Valorização de profissionais da educação: garantia do direito à formação inicial e continuada de qualidade, ao piso salarial e carreira, e às condições para o exercício da profissão e saúde;
- Eixo VI - Financiamento público da educação pública, com controle social e garantia das condições adequadas para a qualidade social da educação, visando à democratização do acesso e da permanência;
- Eixo VII - Educação comprometida com a justiça social, a proteção da biodiversidade, o desenvolvimento socioambiental sustentável para a garantia da vida com qualidade no planeta e o enfrentamento das desigualdades e da pobreza.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2024
Fome, doenças e violência: população Yanomami continua sofrendo com o garimpo ilegal
Um cenário devastador pode ser
visto novamente nas Terras Indígenas Yanomami. A desnutrição, as doenças e a
vulnerabilidade comprovam que o garimpo ilegal continua a punir o povo
originário brasileiro, em 2024.
A situação de emergência de saúde pública que marcou o início do ano
passado, repete-se nos primeiros dias deste ano. Os números divulgados pelo
portal G1, nesta quarta-feira (10), dão conta de uma nova tragédia em Roraima.
Entre janeiro e novembro de 2023, foram registradas 308 mortes nos
territórios. A maioria (53%) são crianças de até quatro anos. Elas foram
vítimas de doenças respiratórias (viroses e pneumonia), parasitárias (malária),
e também ligadas à desnutrição severa.
Um levantamento aponta que, em 2023, os casos de malária registraram um
acréscimo de 61%, comparado ao ano de 2022. No total, foram mais de 25 mil infectados.
O Condisi-Y (Conselho Distrital de Saúde Yanomami), que acompanha as
ações do governo federal, diz que o atendimento médico ainda é precário e que
não há profissionais suficientes para atender os 31 mil habitantes da Terra
Indígena.
Segundo dados do Ministério da Saúde, havia sete médicos, em
dezembro de 2023, para atender toda a região. Outro problema apontado é a falta
de estrutura. Muitos médicos partem em missões sem ter locais para atender
ou dormir.
“Com a grande repercussão do caso em 2023, o governo atuou pra minimizar
a situação, mas o garimpo e as denúncias nunca pararam. Nós ainda somos
carentes de uma política pública eficaz”, afirma Raquel Tremembé, da Executiva
Nacional da CSP-Conlutas.
Garimpo
e meio ambiente
A situação dramática vivida pelos Yanomami é causada pelo garimpo ilegal
que novamente tem aumentado na região. O uso de produtos químicos tóxicos, como
o mercúrio, já contaminou 61% dos rios da região, segundo a Fundação Oswaldo
Cruz.
Seja na água, ou na cadeia alimentar (contaminando peixes), o mercúrio
envenena o corpo humano e em grandes quantidades pode causar tremores,
insônia, perda de memória, dores de cabeça, fraqueza muscular e a morte.
Também há danos causados ainda em bebês não nascidos. Se as mães tiverem
altos níveis de mercúrio no sangue, eles podem nascer com
danos cerebrais e problemas de audição e visão.
Sem opções de água potável, os indígenas bebem a água contaminada, o que
aumenta os casos de intoxicação, diarreia e parasitas. Em um ano, 63
pessoas morreram de doenças infecciosas e parasitárias. E 9,5 mil foram
diagnosticadas com casos de diarreia.
O garimpo também ajuda a propagar a malária, uma vez que os buracos das
escavações acabam se transformando em criadouros de mosquitos.
Fome
é consequência
A fome e a desnutrição são consequências imediatas. Os rios fornecem
alimentos, seja através da pesca ou da caça. Com os peixes morrendo devido à
poluição, os animais da região – que serviriam de caça – também se afastam.
Violência
A estimativa apresentada é de que ainda atuem cerca de 8 mil garimpeiros
na Terra Indígena Yanomami. A presença, além da destruição da floresta, também
faz aumentar os casos de violência contra o provo originário.
Assassinatos, agressões e ataques armados foram registrados no ano
passado. E apesar do governo Lula afirmar que combate o crime na região, a
realidade é que a área afetada pelo garimpo aumentou de 5.055 hectares em
fevereiro para 5.359 em outubro de 2023.
Sucateamento
Raquel também aponta que apesar da situação requerer mais investimentos
do Planalto, o que se vê é a continuidade de uma política de sucateamento. O
exemplo mais recente foi mostrado pelo servidores do Ibama que paralisaram as
atividades durante a semana.
A categoria luta por reestruturação e valorização da Carreira de
Especialista em Meio Ambiente, além da abertura de concurso público, pois está
operando com apenas 52% do seu efetivo.
“A situação dos servidores do Ibama afeta outros órgãos, como a Funai e
o ICMBio. É como se as operações contra o garimpo ocorressem de forma parcial.
Enquanto for assim, veremos o agravamento dos problemas”, conclui Raquel.
A CSP-Conlutas reitera a necessidade de exigir do governo Lula uma
solução para o drama vivido pelos Yanomami. É fundamental que haja
investimentos e um plano de longo prazo no combate ao garimpo ilegal e à
violência contra os povos originários.
Fonte: CONLUTAS
INSS tem novo teto de benefícios e juros menores no empréstimo consignado
Com
a definição do índice de reajuste – que segue o Índice Nacional de Preços ao
Consumidor (INPC) do ano passado – o teto do INSS atual terá acréscimo de R$
278,52, passando dos atuais R$ 7.507,49 para R$ 7.786,01 em 2024.
Os
benefícios atrelados ao salário mínimo subirão 8,4%, de R$ 1.320 para R$ 1.412.
A variação corresponde à política correção aprovada em agosto do ano passado,
que prevê a reposição da inflação pelo INPC do ano anterior, mais o crescimento
do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. O decreto com o valor
do salário mínimo, que responde pela maior parte dos benefícios da Previdência
Social, foi assinado no fim de dezembro pelo presidente Lula (PT).
Calendário
O
INSS começará a pagar os benefícios de janeiro no fim do mês. Para quem ganha
um salário mínimo, o pagamento da aposentadoria, pensão ou auxílio será feito
entre 25 de janeiro e 7 de fevereiro. Quem recebe além do mínimo terá o
benefício depositado entre 1º e 7 de fevereiro.
Os
segurados que se aposentaram ou começaram a receber pensão ou auxílio ao
longo de 2023 e têm benefícios acima do mínimo não receberão integralmente
o reajuste. Neste caso, a correção será proporcional ao número de meses em
que o benefício foi concedido.
As
alíquotas podem variar de 3,71%, para quem começou a receber o benefício em
janeiro de 2023, a 0,55% aos que se aposentaram em dezembro passado. Os
percentuais estão na portaria conjunta dos ministérios da
Previdência e Fazenda.
Redução
dos juros do consignado
Mais
uma vez o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) aprovou por
unanimidade em reunião, na quinta-feira (11), uma redução dos tetos de juros
dos consignados para beneficiários do INSS
O
limite para o empréstimo com desconto em folha caiu de 1,80% para 1,76%. Já
para as operações na modalidade de cartão de crédito e cartão consignado de
benefício, o índice máximo caiu de 2,67% para 2,61%. Em um ano, as taxas
acumulam queda de 17,7%. Os novos valores começam a valer em oito dias úteis.
Para
saber as taxas praticadas pelas instituições financeiras basta acessar o portal do INSS e /ou
o aplicativo Meu INSS. Os segurados poderão consultar em qual banco a taxa de
juros está mais favorável e fazer a portabilidade do empréstimo. No aplicativo
ou site, ao selecionar o serviço "extrato de empréstimos", opção
"instituições e taxas", os juros estarão disponíveis para que o
segurado verifique qual a taxa mais vantajosa antes de pegar o empréstimo.
Com
informações da Agência Brasil e Ministério da Previdência
Fonte: CUT
Carnaval 2024: Prefeitura do Natal lança cinco editais para compor programação
A Prefeitura do Natal, através da Secretaria de Cultura (Secult-Funcarte), publica na edição de hoje (12) do Diário Oficial do Município (DOM), cinco seleções públicas voltadas para o Carnaval de 2024. Estão abertas as inscrições para Orquestras de Frevo, Escolas de Samba, Tribos de Índios, Atrações Musicais e Blocos e Troças para compor a programação oficial da Folia.
Fonte: Prefeitura de Natal
quarta-feira, 10 de janeiro de 2024
Governo do RN conclui pagamento do 13º salário de 2023 dos servidores nesta quarta (10)
Prazo
de adesão vai até 30 de abril no sistema Regularize, da PGFN. Foto: Marcello
Casal Jr/Agência Brasil.
O Governo do Rio Grande do Norte aponta que vai concluir, nesta quarta-feira (10), o pagamento do 13º salário, referente ao ano de 2023, dos servidores estaduais ativos, aposentados e pensionistas. Receberão o complemento do abono natalino aqueles que recebem acima de R$ 7 mil líquidos, equivalente a 10% do funcionalismo público. Os outros 90% já receberam o valor integral no ano passado.
Cerca de R$ 166 milhões serão utilizados para honrar o compromisso. O pagamento cairá na conta dos 24 mil servidores que se enquadram na categoria ao longo do dia. Uma parcela de 30% foi paga no dia 20 de dezembro de 2023.
Em 2023, o pagamento do 13º salário do funcionalismo público estadual foi pago no dia 09 de dezembro, de forma integral, para 66.386 servidores que ganham até R$ 7 mil (líquidos) e não receberam adiantamento ao longo do ano. No dia 15 de dezembro, receberam de forma integral os servidores ativos da UERN. E, no dia 20 de dezembro, receberam o complemento do 13º aqueles que tiveram adiantamento da primeira parcela em meses anteriores. Nessa data, o Governo também adiantou 30% do benefício aos 24 mil servidores que ganham acima de R$ 7 mil e que receberão os 70% restantes nesta quarta.
Fonte: TRIBUNA DO NORTE
terça-feira, 9 de janeiro de 2024
VEM AI A CONVENÇÃO/ASSEMBÉLIA DO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN
Agora em fevereiro/2024 o Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, estará realizando sua Assembléia Geral para prestamento de conta e Eleição da nova diretoria, Gestão 2024/2026!
O evento ocorrerá provalemnte na Câmara Municipal de Nova Cruz, Rio Grande do Norte ou no Pátio da Escola Estadual GETÚLIO VARGAS! Aguardem!!!
O evento tem como objetivo prestar conta da atual gestão, debates e eleição da nova diretoria - 2024/2026.
Ás pautas são Prestamento de contas ANO 2022/23, DEBATES, CULTURA e ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA!
Saudações Culturais,
EDUARDO VASCONCELOS
Presidente do CPC-RN (Centro Potiguar de Cultura)
Declaração da CSP-Conlutas sobre as recentes ações da heroica resistência palestina - " VALE A PENA LÊ DE NOVO!!1" - EDUARDO VASCONCELOS - CPC-RN (Centro Potiguar de Cultura)
Declaração da CSP-Conlutas sobre as recentes ações da heroica resistência palestina
O mundo parou para acompanhar os eventos protagonizados pela heroica resistência do povo palestino na manhã do sábado, dia 7 de outubro.
A ação “Tempestade de Al Aqsa”, realizada pelas Brigadas de al-Qassam (braço armado do partido Hamas), retomou inúmeros territórios invadidos por Israel.
A ação sem precedentes colocou em xeque o caráter de “indestrutível” até pouco tempo associada ao estado sionista, que de fato trata-se de uma super potência militar financiada pelo governo dos Estados Unidos.
Em comunicado, lideranças dos combatentes palestinos afirmaram que a ofensiva é uma resposta às violações de Israel, que insistentemente desrespeita o Direito Internacional Humanitário.
Em 1948, o Estado de Israel se formou ocupando 78% do território palestino e expulsando 800 mil palestinos e palestinas. Hoje Israel ocupa de forma criminosa e ilegal toda a Palestina e seis milhões de palestinos vivem fora de suas terras na condição de refugiados.
Israel, com a anuência do imperialismo mundial, também promove uma limpeza étnica contra os palestinos e um regime de segregação racial (apartheid) que condena milhões ao tratamento desumano e antidemocrático.
O maior exemplo desta situação condenada internacionalmente é a Faixa de Gaza, de onde partiram os ataques deste sábado, onde ao menos 2,4 milhões de palestinos vivem em uma verdadeira prisão a céu aberto, sem possuir direitos básicos.
A violência perpetuada pelo regime israelense, e o avanço do sionismo nos territórios palestinos, como a criação de cada vez mais assentamentos judeus polarizando a região, tem levado a juventude palestina a reivindicar o direito à terra com mais força e coragem.
Como estes nunca possuíram um dia de paz em suas vidas, muitos veem na luta armada e na “Intifada” (Levante Popular) o caminho para após décadas conquistar a liberdade.
Apesar da palavra terrorismo ter sido repetida inúmeras vezes nas últimas horas, a ação de resistência palestina é legítima e fundada no direito garantido aos povos invadidos de lutarem contra seus agressores.
A mensagem deixada pelos palestinos é de “Basta é basta”.
Por isso, a CSP-Conlutas manifesta toda solidariedade a apoio à heroica resistência palestina, representante legítima do esforço dos oprimidos contra as ações de uma potência colonizadora.
Além de convocar a todos para que demonstrem sua solidariedade, uma vez que Israel promete um novo banho de sangue contra a população civil de Gaza, também é necessário cobrar o governo Lula, que se diz “amigo dos palestinos”, mas se solidarizou com Israel contra o Hamas. A luta do povo palestino é autodefesa, não terrorismo!
Como presidente do Conselho de Segurança da ONU, o Brasil deve deixar sua posição confortável de cúmplice ao regime de apartheid israelense e se posicionar a favor de uma Palestina livre, laica e democrática.
A luta do povo palestino precisa de nossa solidariedade. A CSP-Conlutas convoca a todos os oprimidos e explorados a se manifestarem em unidade. As ações como as desenvolvidas pela campanha do BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções) a Israel serão fundamentais.
Também é necessário exigir aos governos de todo o mundo a condenação do regime de apartheid sionista e a ruptura imediata de todos os acordos com o Estado colonial e assassino de Israel, em especial aquele que promove o embargo militar.
- Palestina livre do rio ao mar!
- Viva a resistência heroica do povo palestino!
Fonte: CONLUTAS




