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sábado, 2 de março de 2019

UNE e UBES se manifestam no Senado e são reprimidas pela polícia

Senado
Ministro recua sobre carta nas escolas, mas que lotar salas de aula nas universidades públicas
Na última terça-feira (26/2) as diretoras da UNE, Bruna Brelaz; e da UBES, Stefany Kovalski foram ameaçadas de serem expulsas da Audiência da Comissão de Educação do Senado no qual Ricardo Vélez, Ministro da Educação, se fez presente.
As estudantes queriam se manifestar pacificamente fazendo cartazes e mordaças (em alusão ao projeto Escola Sem Partido) que foram brutalmente arrancadas das mãos delas.
“Tentaram impedir nossa manifestação e presença. Viemos dizer que somos a favor da Educação Pública, Democrática e Sem Mordaça, e contra toda tentativa de desmonte desse setor. Infelizmente, esse governo vai de contra aos princípios que citei. Os estudantes lutarão até o fim para que não se dê nenhum passo atrás no que tange a luta para defender o Brasil e seu desenvolvimento a partir da educação”, afirmou Bruna.
Assista ao vídeo:

Graças à pressão do movimento estudantil e da sociedade, nesta terça-feira (26/2) o ministro da Educação, Ricardo Vélez, reconheceu que errou ao pedir para que estudantes fossem filmados durante leitura de uma carta sua com o bordão eleitoral de seu partido.
A declaração do ministro aconteceu na chegada a uma audiência da Comissão de Educação no Senado, onde estudantes foram reprimidos ao protestar contra a gestão Vélez com cartazes e mordaças. “Queremos ouvir o que o ministro tem a dizer, nosso protesto é silencioso”, denunciou Stefany Kovalski, diretora de Comunicação da UBES, presente no Congresso. Mesmo assim, cartazes não puderam ser exibidos e funcionários da Casa tentaram retirar à força mordaças de estudantes presentes.
Para Stefany, a falta de planos apresentada durante a audiência, marcada para que o ministro apresentasse diretrizes da pasta, mostra o porquê da insistência deste Ministério da Educação com a “Lei da Mordaça”. Durante a sabatina, ele não detalhou nenhum plano nem comentou sobre Plano Nacional de Educação (PNE) ou Fundeb.
“Este programa ‘Escola Sem Partido’ representa apenas censura, retrocesso e falta de projetos concretos para melhorar nossas escolas”, diz Stefany.

#MinhaEscolaDeVerdade

Enquanto Vélez pede que diretores de escola filmem a execução do Hino Nacional após a leitura de uma carta sua saudando “novos tempos”, a UBES incentivou nesta terça uma campanha #MinhaEscolaDeVerdade, para que sejam filmados os graves problemas da escolas brasileiras. 
https://www.facebook.com/ubesoficial/videos/2213392148708809/
“Será mesmo que a prioridade do Ministério da Educação do nosso país deve ser gravar estudantes cantando o hino nacional?”, questiona o presidente da UBES, Pedro Gorki, em vídeo sobre a campanha. Para a entidade, deveriam ser prioridades da pasta valorização de professores, cumprimento do Plano Nacional de Educação e renovação do Fundeb.
Muitos estudantes têm participado, publicando vídeos de tetos caindo, goteiras e espaços tomados por mato, por exemplo.
“Nós, estudantes, não queremos apenas cantar o hino nacional, mas sim construir uma grande nação e a escola pública dos nossos sonhos”, afirma Gorki no vídeo sobre a campanha.  

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