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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

560 juristas assinam manifesto contra o fascismo de Bolsonaro

 

Foto REPRODUÇÃO

Um grupo de mais de 560 juristas de todo o país lançou, nesta quarta (26), o manifesto "Juristas contra o fascismo". Entre os nomes que subscrevem o documento, estão os de Celso Antônio Bandeira de Melo, Eugênio Aragão, Tarso Genro, Pedro Serrano, Carol Poner e Aldo Arantes. O texto tece críticas à chapa de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão, que disputa a Presidência, e alerta para o perigo da "naturalização de valores de extrema-direita e protofascistas" assumidos pela candidatura do PSL.


O manifesto foi organizado pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) e conta com o apoio de professores provenientes dos melhores centros de pesquisa em direito do país, de reconhecidas universidades e associações de defesa de direitos humanos, bem como advogados e integrantes da magistratura, da Defensoria e do Ministério Público.

O movimento dos juristas é solidário e se une ao movimento #EleNão, iniciado pelas mulheres e que conta com mais de três milhões de membros. 

Confira abaixo a íntegra do manifesto: 


Juristas contra o fascismo

Neste ano de 2018, quando a comunidade internacional comemora o 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos e o Brasil celebra o 30º aniversário da Constituição Federal de 1988, um dos projetos de candidatura às eleições gerais de outubro revela-se explicitamente antidemocrático e hostil aos direitos humanos. O candidato Jair Bolsonaro (PSL), da coligação "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos", mesmo convalescendo no hospital após sofrer grave agressão contra a vida, segue incitando a violência inspirada em valores fascistas exortados ao longo da carreira política.

Além de defender posições e projetos de lei abertamente racistas, misóginos, homofóbicos e sexistas – frontalmente inconstitucionais – o candidato adota comportamento criminoso quando expressa opinião a favor dos assassinatos e execuções havidos na ditadura civil-militar, elogia torturadores e estupradores e incita violência física contra adversários políticos e ideológicos, estímulo que já produz vítimas de crime de ódio contra homossexuais, mulheres, negros, migrantes e militantes identificados com a esquerda.

O candidato da coligação à Vice-Presidência, General Hamilton Mourão, vai pelo mesmo caminho quando faz apologia da ditadura, homenageia notórios torturadores e defende uma nova Constituição sem o respaldo de uma Constituinte eleita pelo voto popular. Juristas democráticos alertam para o perigo que corre a sociedade brasileira frente à naturalização de valores de extrema direita e protofascistas assumidos pela coligação que disputa as eleições em nome da "ordem" como caminho velado para a violência, a censura e a instauração de um governo autoritário e antipopular.

1. Abrão Moreira Blumberg
2. Adalberto Pacheco Domingues
3. Adamo Dias Alves
4. Adéli Casagrande do Canto
5. Aderson Bussinger Carvalho
6. Adilene Ramos Sousa
7. Adriana Ancona de Faria
8. Adriana Aparecida de Mendonça
9. Adriana Cecilio Marco dos Santos
10. Adriana de França
11. Adriana Maria Neumann
12. Adroaldo Mesquita da Costa
13. Alceni de Fátima Moretti Basso
14. Alcione Malheiros dos Santos
15. Aldenir Gomes da Silva
16. Aldimar de Assis
17. Aldo Arantes
18. Alessandra Farias
19. Alessandro da Silva
20. Alexandre Bernardino Costa
21. Alexandre Guedes
22. Alexandre Pacheco Martins
23. Aline Moreira
24. Aline Tortelli
25. Almir Carvalho
26. Álvaro Klein
27. Álvaro Quintão
28. Amarildo Maciel Martins
29. Ana Amélia Camargos
30. Ana Carla Machado Leite
31. Ana Carolina Lima
32. Ana Cláudia Reis Aragao
33. Ana Evangelista
34. Ana Lucia Marchiori
35. Ana Luísa Fitz
36. Ana Maria Lima de Oliveira
37. Ana Maria Nery Paesuyu
38. Ana Paula do Couto Alves
39. Ana Paula Gnap
40. Ana Paula Ramaldes
41. Anderson Bezerra Lopes
42. Anderson Cardoso Duque
43. André Costa
44. André Falcão de Melo
45. André Luiz Barreto Azevedo
46. André Luiz Proner
47. André Melges Martins
48. André Nascimento da Rocha
49. André Passos
50. André Ricardo Lopes da Silva
51. Andrea Carvalho Alfama
52. Angélica Vieira Nery
53. Angelita da Rosa
54. Anne Cabral
55. Anne D. Alves
56. Anne Karole Silva Fontenelle de Britto
57. Antonia Mara Loguercio
58. Antonio Aureliano de Oliveira
59. Antônio Carlos de Almeida Castro - Kakay
60. Antonio Carlos Porto Júnior
61. Antonio Emerson Sátiro Bezerra
62. Antonio Escosteguy Castro
63. Antônio Fernando Souza Oliveira
64. Antônio Guilherme Rodrigues de Oliveira
65. Antonio José de Sousa Gomes
66. Antonio Maués
67. Antônio Raimundo de Castro Queiroz Júnior
68. Apoena Oliveira Vieira
69. Arnaldo Vieira Sousa
70. Augusto Solano Lopes Costa
71. Beatriz Nascimento Lins de Oliveira
72. Beatriz Vargas
73. Benedito Bizerril
74. Benialdo Donizetti Moreira
75. Berenice Araújo Portela
76. Bertoldo Klinger Barros Rêgo Neto
77. Bethania Assy
78. Breno Tardelli
79. Brunello Stancioli
80. Brunello Stancioliju
81. Caio Santana
82. Camila Silva Nicacio
83. Cândido Antônio de Souza Filho
84. Carina Pescarolo
85. Carlos Alberto Alves Marques
86. Carlos Alberto Duarte
87. Carlos André Barbosa de Carvalho
88. Carlos Augusto Vasconcelos
89. Carlos César D'Elia
90. Carlos Eduardo Romanholi Brasil
91. Carlos Eduardo Soares de Freitas
92. Carlos Gomes de Sá Araújo
93. Carlos Henrique Kaipper
94. Carlos Sérgio de Carvalho Barros
95. Carol Proner
96. Carolina Gomes Luzardo
97. Cassandra Maria Arcoverde e Assunção
98. Cauê Corona
99. Célia Regina Fonseca
100. Celso Antônio Bandeira de Mello
101. Celso de Paula Rodrigues
102. Cenira Ceroni Guerra
103. César Pimentel
104. Charles Brasil
105. Charlotth Back
106. Clarice Mello Guimarães Mautone
107. Cláudia Meire Cunha de Salles
108. Cláudio Marcelo Gomes Leite
109. Cleber Rezende
110. Cleide de Oliveira Lemos
111. Cleiton Leite Coutinho
112. Cristian de Castro Moura
113. Cristiane Carvalho Andrade Araujo
114. Cristiane Pereira
115. Cristiano Maronna
116. Cristina de Oliveira Souza
117. Cristina Kaway Stamato
118. Cristina Lemos Fonini
119. Cynara Monteiro Mariano
120. Damiane Nachtigal
121. Daniel Berger Duarte
122. Daniel Dias de Moura
123. Daniel Severo Chiites
124. Danilo Miranda
125. David Oliveira
126. Débora de Souza Brito
127. Debora Perin
128. Deborah da Silva Machado
129. Delze dos Santos Laureano
130. Demitri Cruz
131. Demóstenes Ramos de Melo
132. Denise Agostini
133. Denise da Veiga Alves
134. Denise Filippetto
135. Denise Moreira Schwantes Zavarize
136. Diego David Braga Ribeiro
137. Dionisio Arza Neto
138. Ecila Moreira de Meneses
139. Eder Bomfim Rodrigues
140. Edna Maria Teixeira
141. Edna Raquel Hogemann
142. Edson Luís Kossmann
143. Eduardo Baldissera Carvalho Salles
144. Eduardo Corrêa
145. Eduardo de Castro Campos
146. Eduardo Guterres Felin
147. Eduardo Maciel Saraiva
148. Eduardo Manuel Val
149. Egmar José de Oliveira
150. Elaine Rissi
151. Elisangela do Amaral Andrade Landim
152. Eliz Vargas
153. Ellen Mara Ferraz Hazan
154. Elna Fidellis de Souza Wirz Leite
155. Emerson Castelo Branco Mendes
156. Emiliano Maldonado
157. Eneá de Stutz e Almeida
158. Eneas Matos
159. Érica Meireles
160. Érika Lula de Medeiros
161. Ernani Rossetto Juriatti
162. Espedito Manso da Fonseca Júnior
163. Estela Aranha
164. Estevão José Saraiva Mustafa
165. Estevão Rodrigo da Silva Stertz
166. Eufrásia Maria Souza das Virgens
167. Eugenio Aragão
168. Eurico Bitencourt
169. Euzamara de Carvalho
170. Evelyn Melo Silva
171. Fabiana Baptista de Oliveira
172. Fabiana Marques
173. Fabiana Veríssimo Freitas
174. Fabiano Silva dos Santos
175. Fábio Balestro Floriano
176. Fabio de Carvalho Leite
177. Fábio Roberto D'Ávila
178. Fenando José Hirsch
179. Fernanda Barata Silva Brasil
180. Fernanda Campos Belfort de Pinho
181. Fernanda Frizzo Bragato
182. Fernanda Quirino Pereira
183. Fernando Amaro da Silveira Grassi
184. Fernando Antônio Castelo Branco Sales Júnior
185. Fernando Augusto Ramalho Forni
186. Fernando Gallardo Vieira Prioste
187. Fernando Hideo Lacerda
188. Fernando Mundim Veloso
189. Flávio Crocce Caetano
190. Francisca Jane Eire Calixto De Almeida Morais
191. Francisco Alano
192. Francisco das Chagas Magalhães Lôbo
193. Francisco de Albuquerque Nogueira Júnior
194. Francisco de Assis Machado Alves
195. Francisco Scipião da Costa
196. Frederico Horta
197. Gabriel Braz Guimarães Feliciano
198. Gabriela Piardi dos Santos
199. Geyson Gonçalves
200. Giovana Pelágio Melo
201. Giovani Clark
202. Gisa Nara Machado da Silva
203. Gisele Cittadino
204. Gisele Filipetto
205. Gisele Marques
206. Gisele Ricobom
207. Gisélia Morais Costa
208. Giselle Flügel Mathias
209. Gládis Ribeiro Marques
210. Glaucia Stela Neves Tavares
211. Glaydson Rodrigues
212. Guido Vinicius Vieira da Costa
213. Guilherme da Hora Pereira
214. Guilherme Zagallo
215. Gustavo Bernardes
216. Gustavo Bezerra de Alencar
217. Gustavo de Carvalho Rocha
218. Gustavo Ferreira Santos
219. Gustavo Fontana Pedrollo
220. Gustavo Gouvêa Villar
221. Gustavo Noronha de Ávila
222. Gustavo Roberto Costa
223. Heitor Cornacchioni
224. Helberth Ávila
225. Helder Santos Verçosa
226. Henrique Rabello de Carvalho
227. Herlon Teixeira
228. Hugo Leonardo Cunha Roxo
229. Hugo Souza Silva
230. Humberto Bayma Augusto
231. Humberto Marcial Fonseca
232. Iana Paula Silva de Sousa
233. Iara Carolina Lima Gonçalves
234. Iara Castiel
235. Ícaro Binoni Bandeira
236. Igor Mendes Bueno
237. Igor Santelli
238. Imar Eduardo Rodrigues
239. Ingrid Viana
240. Inocêncio Uchôa
241. Isabel Cecilia de Oliveira Bezerra
242. Isabela de Andrade Pena Miranda Corby
243. Ítalo Guerreiro
244. Ithamar Sousa Ferreira
245. Jaciara Carneiro
246. Jackson Chaves de Azevedo
247. Jacqueline Romero
248. Jacques Tavora Alfonsin
249. Jader Kahwage David
250. Jair Acosta
251. Jane Salvador de Bueno Gizzi
252. Jânia Saldanha
253. Janice Muniz Melo
254. Jânio Pereira da Cunha
255. Jéferson Braga
256. Jeferson Pereira
257. Jefferson Valença de Abreu e Lima
258. Jessica Ailanda Dias da Silva
259. Jesús Sabariego
260. Joana D'arc de Sales Fernandes Jordão
261. João Bosco Euclides da Silva
262. João Cyrno
263. João Guilherme Carvalho Zagallo
264. João Guilherme Walski de Almeida
265. João Maurício Martins de Abreu
266. João Paulo Allain Teixeira
267. João Ricardo Dornelles
268. João Sebastião Silva de Almeida
269. João Victor Domingues
270. João Vitor Passuello Smaniotto
271. Joisiane Gamba
272. Jonnas Vasconcelos
273. Jorge Bheron Rocha
274. Jorge Luiz Garcia de Souza
275. Jorge Santos Buchabqui
276. Jorge Tadeu Conceição de Souza
277. José António Nunes Aguiar
278. José Augusto Amorim
279. José Boaventura Filho
280. José Carlos Moreira da Silva Filho
281. José de Ribamar Viana
282. José do Carmo Alves Siqueira
283. José Edilson Carvalho da Rocha
284. Jose Eymard Loguercio
285. José Francisco Siqueira Neto
286. José Luís Quadro de Magalhães
287. José Maria de Araújo Costa
288. José Maria dos Santos Vieira Junior
289. José Messias de Souza
290. José Renato de Oliveira Barcello
291. José Vagner de Farias
292. José Valente Neto
293. Juarez Tavares
294. Jucemara Beltrame
295. Julia Lafayette Pereira
296. Júlia Zavarize
297. Juliana Botelho Foernges
298. Juliana Loyola
299. Juliana Neuenschwander Magalhães
300. Juliana Romeiro Viana
301. Julio Francisco Caetano Ramos
302. Juvelino Strozake
303. Karine de Souza Silva
304. Kássio Fernando Bastos dos Santos
305. Kátia Silene de Souza Matias
306. Katianne Wirna Rodrigues Cruz Aragão
307. Katya Kozick
308. Kazia Fernandes Palanowski
309. Kleber Alves Carvalho
310. Kleber dos Santos Silva
311. Larissa Ramina
312. Laura Maeda Nunes
313. Leidiane de Lacerda
314. Leocir Costa Rosa
315. Leonardo Ferreira Pillon
316. Leonardo Isaac Yarochewsky
317. Leonardo Saboya
318. Leonora Waihrich
319. Letícia Aguiar Cardoso Naves
320. Lígia Melo de Casimiro
321. Lilian Monks Duarte de Vargas
322. Lissandra Leite
323. Lorena Paula José Duarte
324. Lucas Ferreira Costa
325. Lúcia Maria Ribeiro de Lima
326. Luciana Boiteux
327. Luciana Grassano Melo
328. Luciana Oliveira Agustinho Allan
329. Luciana Zaffalon
330. Luciane Borges
331. Luciano Miranda
332. Luciano Rollo Duarte
333. Luciano Tolla
334. Lucila Volnya Barbosa de Assis
335. Lucílio Casas Bastos
336. Lúcio Flávio de Castro Dias
337. Ludmila Coelho de Souza Barros
338. Luís Carlos Moro
339. Luís Cláudio Martins Teixeira
340. Luisa Stern
341. Luiz Fernando Azevedo
342. Luiz Fernando Pacheco
343. Luiz Guilherme Vieira dos Santos
344. Luiz José Bueno de Aguiar
345. Luiz Lopes Burmeister
346. Luiz Nivardo Melo Filho
347. Luiz Ramme
348. Lyanna Magalhães Castelo Branco
349. Magda Biavaschi
350. Magnus Henrique de Medeiros Farkatt
351. Maíra Guimarães de Alencar Vieira
352. Manoel Frederico Vieira
353. Manoel Severino Moraes de Almeida
354. Marcella Furtado de Magalhães Gomes
355. Marcelo Almansa da Silva
356. Marcelo Cabral de Menezes
357. Marcelo Cattoni
358. Marcelo de Pauda
359. Marcelo Eibs Cafrune
360. Marcelo Mariano Nogueira
361. Marcelo Neves
362. Marcelo Nogueira
363. Marcelo Oliveira Fagundes
364. Marcelo Regius Gomes Bastos
365. Marcelo Ribeiro Uchôa
366. Marcelo Zardo Brettas
367. Marcia Cadore
368. Márcia Dias Cardoso Carvalho
369. Márcia Maria Barreta Fernandes Semer
370. Márcia Misi
371. Márcio Aguiar
372. Márcio Augusto Paixão
373. Márcio José de Souza Aguiar
374. Márcio Ralfe Alves Bezerra
375. Marcio Sotelo Felippe
376. Marcio Tenenbaum
377. Marco Antonio Feitosa Moreira
378. Marco Antônio Sousa Alves
379. Marco Aurélio de Carvalho
380. Marcos Antônio de Castro
381. Marcus Giraldes
382. Marcus Vinicius Thomaz Seixas
383. Margarida Pressburger
384. Maria das Graças Serafim Costa
385. Maria de Jesus Cavalcante da Rocha
386. Maria Dinair Acosta Gonçalves
387. Maria Ester Marques César
388. Maria Fernanda Salcedo Repolês
389. Maria Helena Villachan
390. Maria Inês Pereira Pinheiro
391. Maria José Olegário
392. Maria Luiza Neves Nunes Moreira
393. Maria Rosaria Barbato
394. Maria Valéria Zaina Batista
395. Mariana de Almeida Mesquita
396. Mariana de Assis Brasil e Weigert
397. Mariana Dutra e Silva
398. Marília Benevenuto Chidichimo
399. Marília de Nardin Budó
400. Marília Lomanto Veloso
401. Marina da Silva Steinbruch
402. Marina Funez
403. Marina Maria de Ávila Callegaro
404. Marinete Silva
405. Mário Madureira
406. Mari-Silva Maia
407. Marleide Ferreira Rocha
408. Marta Skinner
409. Marthius Sávio Cavalcante Lobato
410. Martír Silva
411. Martonio Mont'Alverne Barreto Lima
412. Mateus Tiago Fuhr Muller
413. Matheus Santos Kafruni
414. Maurides de Melo Ribeiro
415. Mauro de Almeida Noleto
416. Michele Milanez Schneider Arcieri
417. Michelle Barcelos Boni
418. Mirian Gonçalves
419. Monica Anselmi
420. Murilo José F Martins
421. Naiara Andreoli Bittencourt
422. Naime Tavares Machado Mustafa
423. Nasser Ahmad Allan
424. Natália das Chagas Moura
425. Natalina Rosane Gué
426. Nathália Esthefanie Florêncio Freire
427. Nathalie Ferreira de Andrade
428. Nathaly Munarini
429. Nayara Ayres
430. Nayara Brito
431. Neilianny Oliveira
432. Neiva Martins
433. Newton de Menezes Albuquerque
434. Nilo da Cunha Jamardo Beiro
435. Nuredin Ahmad Allan
436. Olbe Martins Filho
437. Orlando Venâncio dos Santos Filho
438. Otavio Pinto e Silva
439. Paiva Dantas
440. Patricia Carvalho
441. Patrícia Chaves
442. Patrícia Mello
443. Paulo André Nassar
444. Paulo Augusto Fernandes Coimbra
445. Paulo César Ferreira
446. Paulo Freire
447. Paulo Humberto Freire Castelo Branco
448. Paulo Nunes
449. Paulo Otto von Sperling
450. Paulo Ricardo Schier
451. Paulo Roberto de Freitas Jesus
452. Paulo Roberto Koehler Santos
453. Paulo Roberto Mariano Pires
454. Paulo Romão Meireles Neto
455. Paulo Tavares Mariante
456. Paulo Teixeira
457. Paulo Weyl
458. Pedro Bigolin Neto
459. Pedro Otávio Magadan
460. Pedro Paulo Carriello
461. Pedro Pita Machado
462. Pedro Serrano
463. Priscila Caneparo
464. Prudente José Silveira Melo
465. Ramiro Crochemore Castro
466. Ramiro Nodari Goulart
467. Ranulpho Rego Muraro
468. Raquel Andrade dos Santos
469. Régis Rafael Ribeiro Lisboa
470. Reinaldo Santos de Almeida
471. Renan Aguiar
472. Renan Castro
473. Renata Deiró
474. Renata Portella Dornelles
475. Renata Tavares da Costa
476. Renê Garcez Moreira
477. Rholdennes Melo Serra
478. Ricardo Franco Pinto
479. Ricardo Jacobsen Gloeckner
480. Ricardo Lodi
481. Ricardo Nunes de Mendonça
482. Ricardo Silveira Castro
483. Rildian da Silva Pires Filho
484. Rivadavio Guassú
485. Roberta Baggio
486. Roberto A. R. de Aguiar
487. Roberto Chateaubriand Domingues
488. Roberto Podval
489. Roberto Tardelli
490. Rodrigo Frateschi
491. Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo
492. Rodrigo Gonçalves dos Santos
493. Rodrigo Lentz
494. Rodrigo Thomazinho Comar
495. Rogério Marques de Almeida
496. Romualdo José de Lima
497. Rosana Maria Lucca da Cunha
498. Roselaine Frigeri
499. Rosendo de Fátima Vieira Júnior
500. Rossana da Costa Barth
501. Ruggiero Silveira Gonçalves
502. Sabrina Teixeira de Menezes
503. Salo de Carvalho
504. Samara Mariana de Castro
505. Sara Alacoque Guerra Zaghlout
506. Saulo Bueno Marimon
507. Sávio Delano
508. Sérgio Luiz Pinheiro Sant'Anna
509. Sheila Christina Neder Cerezetti
510. Sheila de Carvalho
511. Sheila Martins Lima
512. Silvia Burmeister
513. Sócrates José Niclevisk
514. Sônia Maria Alves da Costa
515. Suely Teixeira
516. Susan Lucena Rodrigues
517. Tania Antunes
518. Tânia Oliveira
519. Tarso Cabral Violin
520. Tarso Genro
521. Tatiana Antunes Carpter
522. Tatiana Rossini
523. Thais Lissia Gonçalves dos Santos
524. Thaisa Held
525. Thiago Decat
526. Thiago Duarte
527. Thiago Fabres de Carvalho
528. Thiago Oliveira Agustinho
529. Thomas Bustamante
530. Thyenes Corrêa
531. Tiago Castilho Orengo
532. Tiago Resende Botelho
533. Uirá Menezes de Azevêdo
534. Urithiane Brum de Barros
535. Valeir Ertle
536. Valéria Jaime Pelá
537. Valnor Prochinski Henriques
538. Vanda Davi Fernandes de Oliveira
539. Vanessa Batista Oliveira
540. Vanessa Chiari Gonçalves
541. Vera Corrêa Chterpensque
542. Vera Lúcia Santana Araújo
543. Verena Fadul dos S. Arruda
544. Veronica Salustiano
545. Vinicius Cascone
546. Vinicius Gozdecki Quirino Barbosa
547. Vinícius Marcus Nonato da Silva
548. Vinícius Neves Bomfim
549. Virginius José Lianza da Franca
550. Vitor Santos de Godoi
551. Vitória Soares da Cunha
552. Volmir Maurer
553. Wadih Damous
554. Walter Freitas de Moraes Júnior
555. Wanja Carvalho
556. Weida Zancaner
557. Wilson Ramos Filho
558. Wladimir Barreto Lisboa
559. Wremyr Scliar
560. Wyllerson Matias Alves de Lima
561. Yanne Teles
562. Zaneir Gonçalves Teixeira

Do Portal Vermelho

Corresponsabilização e construção coletiva marcam a 1ª Oficina sobre o Papel da Funai na Saúde dos Povos Indígenas


Anastácio Kaiowá fala aos participantes da 1ª Oficina (fotos: Mário Vilela/Funai)
Promoção de Saúde faz parte da gestão estratégica da Funai. Esse entendimento foi o fio condutor da 1ª Oficina sobre o Papel da Funai na Saúde dos Povos Indígenas. O evento encerrou na última sexta-feira (21), na Sede da Fundação, em Brasília, e teve como prioridade a elaboração de uma Instrução Normativa (IN) sobre o tema. (Na foto de capa, fala ao microfone Marcos Pádua, secretário executivo do Fórum de Presidentes dos Conselhos Distritais de Saúde Indígena - Foto: Mário Vilela/Funai).

Promovida pela Coordenação-Geral de Promoção dos Direitos Sociais (CGPDS), por meio da Coordenação de Acompanhamento de Saúde Indígena (COASI), e com a presença de servidores de algumas Coordenações-Gerais da sede, Coordenações Regionais, Coordenações Técnicas Locais e Frentes de Proteção Etnoambiental, a Oficina promoveu um amplo espaço de diálogo ao longo de toda a semana.
DIA 1
A manhã do primeiro dia foi marcada pela mesa de abertura e mesa com contextualização do processo de construção da Oficina. Representando a Procuradoria Federal Especializada (PFE) junto à Funai, Dra. Carolina Augusta de Mendonça afirmou que a PFE vai acompanhar todo o processo de construção da Instrução Normativa (IN). Segundo ela, apesar da IN visar à regulamentação da atuação da Funai, é importante o envolvimento de outros órgãos.
Participantes da 1ª Oficina sobre o Papel da Funai na Saúde dos Povos Indígenas
A procuradora Carolina Augusta fez também uma fala sobre a Constituição Federal de 1988, que superou o paradigma da integração, determinou a plena capacidade civil dos indígenas e atestou o direito à diferença e o direito à autodeterminação. Conforme expôs, O Estatuto do Índio, que ainda está vigente, reconhece o direito ao território independentemente da demarcação. Os indígenas não podem ficar reféns de uma demora do estado de reconhecimento territorial. Para além da proteção territorial, tanto o Estatuto do Índio quanto a Constituição Federal protegem a pessoa. Por isso, ao falar de saúde indígena, devemos considerar as pessoas que vivem em contextos urbanos ou em territórios não demarcados.
Andrea Prado (FUNAI)

Ainda no dia 17, os técnicos de Saúde da Funai, Inês Nogueira e Otávio Carvalho, acompanhados de Fátima Silva, da Sesai, fizeram um breve histórico da Saúde dos Povos Indígenas na Funai, com os principais momentos e métodos de atuação da Funai na Atenção à Saúde dos Povos Indígenas.


Outro momento do dia foi a discussão e alinhamento conceitual sobre temas-chave da saúde, com as explicações do professor Armando Raggio, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), para balizar os trabalhos posteriores na 1ª Oficina.

(Dia 2 na próxima página)
Destaques

TITO MADI MORRE AOS 89 ANOS –

Tito Madi morreu na manhã desta quarta-feira (26), no Rio de Janeiro. Internado no Hospital São Lucas, em Copacabana, em decorrência de uma pneumonia e problemas renais, o compositor estava há 12 dias sob cuidados médicos e acabou não resistindo.
Em 2008, Madi teve um acidente vascular cerebral e desde então não conseguia se deslocar sem ser de cadeiras de rodas, porém estava consciente.
Segundo a filha dele, Carmem Maddi, o pai teve uma grande alegria ao receber o CD de Nana Caymmi com algumas canções que haviam sido compostas por ele. “Pouco antes de se internar ele teve uma grande alegria, que foi receber o CD da Nana Caymmi com músicas dele. Foi um CD inacabado que o produtor levou. Ficou muito realizado”, relatou a mulher.
Ainda em declarações dadas ao Estado, Carmem abriu o coração e deixou uma linda declaração registrada ao ente querido: “Meu pai foi o melhor que alguém pode ter. Mesmo com a carreira, muitas viagens, fazia questão de acompanhar tudo da vida dos filhos e dos netos. Gostava de falar dos momentos de auge, mas também não dormia sem saber se todos já estavam em casa.
“Tito nasceu na pequena Pirajuí (SP) em 1929 e começou sua carreira em 1952, como cantor da Rádio Tupi de São Paulo.
Mesmo debilitado, o compositor de Balanço Zona Sul e Chove Lá Fora chegou a fazer shows em 2015, para o lançamento do CD Quero Te Dizer Que Eu Amo, gravado com o pianista Gilson Peranzzetta. –

 DESLIGUE O SOM DA RÁDIO BRASIL CULTURA NO TOPO DA PAGINA 

Lançamento do Songbook do Lápis – Jazomar da Rocha

Músico e professor aposentado da UTFPR Jazomar Vieira da Rocha lança a segunda edição do livro “Songbook do Lápis”, que compila composições do cantor paranaense Lápis, no dia 5 de outubro de 2018. O evento ocorre no Auditório da Sede Centro do Câmpus Curitiba, a partir das 20 horas.
Palminor Rodrigues Ferreira
Palminor Rodrigues Ferreira, mais conhecido como Lápis, fez sucesso nas décadas de 1960 e 1970 no Paraná e morreu precocemente em 1978. Gravou três compactos e participou de diversos festivais no Brasil. O songbook é um esforço de registrar sua memória.
Para realizar a primeira edição, o professor Jazomar trabalhou durante meses, pesquisando sobre o legado do artista. A nova versão foi lançada com o apoio de amigos e colegas da UTFPR. A obra, que acompanha um CD com canções em MP3, será distribuída em bibliotecas e acervos do Estado.
O lançamento do dia 5 será na data do aniversário do músico, que faria 76 anos. “A única irmã viva dele vai levar um bolo de chocolate, que foi o que ele pediu para a mãe levar no velório dele quando morresse”, conta o professor Jazomar.
Além do lançamento do songbook, a ocasião também contará com apresentações musicais em homenagem ao Lápis. Participam do evento os músicos Rubem Rolim, Marcos Rolim, Rolf Michel, Anadir Salles, Rubens Holzmann, Nelson Damiani, Belém Mardock, Priscila Rocha, Galdino Alves Júnior, Almir Jorge, Nelsinho Bientinez e Verônica Calazans, além do Grupo Vocal Paraná Em Canto e do próprio professor Jazomar. A entrada é gratuita.
Jazomar Vieira da Rocha
Lançamento da segunda edição do “Songbook do Lápis”
Quando: 5/10/2018, às 20h.
Onde: Auditório da Sede Centro do Câmpus Curitiba da UTFPR, na Avenida Sete de Setembro, 3.165.
Entrada gratuita.

Um dos maiores CLÁSSICOS do PAGODE do Brasil.

Amor e respeito ao pagode em 35 anos de história, modificando o samba dos anos 90 até hoje.

KATINGUELÊ

O grupo acumula canções que viraram hits e marcaram gerações, e algumas de suas músicas se divulgaram sozinhas, como foi o caso de “Engraçadinha”.
Os números são expressivos, no total são 8 milhões de discos vendidos. Gravaram 2 DVD’s e 12 CDs. O mais recente se chama “Um novo tempo”, e o trabalho traz faixas produzidas por Leandro Lehart, Valtinho Jota e Laércio da Costa, este último é o responsável pela música de trabalho atual do grupo, “Segue o baile”.
Sucesso por onde passa !!!
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Fonte: BRASIL CULTURA

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Como uma pesquisadora foi parar no tribunal para provar que o Holocausto aconteceu

Deborah Lipstadt posa ao lado do ator Andrew Scott na estreia do filme 'Denial', baseado em livro de sua autoria - Joel Ryan / Associated Press


POR 
Negar a história e, especialmente o nazismo, não é exclusividade de certos grupos no Brasil, como no caso do vídeo da embaixada alemã no Brasil. Já teve até quem foi processado e instado a provar que o holocausto, de fato, existiu - caso da historiadora americana Deborah Lipstadt.


Em 1993, ela publicou nos EUA o livro "Denying the Holocausto: The Growing Assault on Truth and Memory" (Negando o Holocausto: O Crescente Ataque à Verdade e à Memória). Na obra, Deborah tratou de trabalhos que defendiam à época, entre outras coisas, que o massacre contra os judeus durante a Segunda Guerra Mundial, conhecido como Holocausto, nunca acontecera. Em não mais do que uma página, ela abordou como um escritor britânico chamado David Irving, interpretava de modo equivocado documentos para produzir seu argumento central, de que as câmaras de gás nunca funcionaram para exterminar judeus.


Depois que o livro foi publicado na Inglaterra, Irving a processou por difamação e, em um tribunal britânico, era Deborah quem precisava provar que o que escrevera era verdade. Lá, não existe a figura da presunção da inocência. Se não respondesse ao processo, ele teria ganho o caso à revelia. Assim, ao longo de seis anos, Deborah enfrentou um processo, vencido apenas em 2001. No ano passado, a história do julgamento foi transformada no filme “Negação”, com a vencedora do oscar Rachel Weisz no papel de protagonista, justo quando explodem em diferentes lugares movimentos que negam fatos históricos, beneficiados pelo fenômeno das fake news nas redes sociais.


Para ela, o que Irving e os outros negacionistas mostravam era, na verdade, preconceito contra os judeus. “Em seu centro, o negacionismo é mais que uma forma de anti-semitismo”, observa Deborah, em uma análise em retrospectiva à ÉPOCA. A historiadora, que leciona na Universidade de Emory, também traça paralelos entre o que ocorreu em seu processo de difamação e as chamadas fake news.

Segundo ela, o uso das notícias falsas em eleições e processos políticos demonstra a mesma intenção de negar fatos que atrapalham determinados setores. “Se uma verdade é inconveniente, então nós a negamos”, explica. A historiadora aponta recentes situações na Hungria, Polônia, EUA para apontar sua preocupação.

Na Hungria, a eleição do primeiro-ministro Viktor Orban, do partido de direita Fidesz (União Cívica Húngara), ocorreu em abril acalorada por um clima xenófobo e anti-imigração. O pleito, inclusive, sofreu influência da veiculação de notícias falsas pela TV estatal MTVA. Uma reportagem do The Guardian ouviu jornalistas da emissora que contaram como a cobertura foi orientada sobre histórias negativas em relação a refugiados e migrantes, ligando-os ao crime e ao terrorismo. Na véspera da eleição, chegou a ser divulgado que um atropelamento em Münster, na Alemanha, era um ataque terrorista islâmico - o que foi negado pelo próprio governo alemão.

Já na Polônia, o governo do partido ultraconservador e nacionalista Lei e Justiça (PIS) promulgou uma lei que criminaliza quem associar o país ao holocausto ou falar expressões como “campos de extermínio poloneses”. Quem desafiar a legislação pode pegar até três anos de prisão. A norma é criticada por diferentes setores na Europa, nos EUA e em Israel porque viola a liberdade de expressão e pode interferir na própria produção histórica, que reconhece a participação de setores da sociedade polonesa nos crimes contra os judeus.

“Olhe para o que está acontecendo com o primeiro-ministro Viktor Orban na Hungria, para o novo governo na Polônia e para os EUA de Donald Trump. Não gosta do que está sendo noticiado? Chame isso de fake news”, critica Deborah.

Para a historiadora americana, essas negações da história devem ser enfrentadas em suas fontes. Essa foi a estratégia, inclusive, de sua defesa criminal no processo. Segundo ela, seus advogados discutiram inicialmente a possibilidade de apresentar ao juiz todas as provas do Holocausto, mas a defesa avaliou que isso colocaria a existência do Holocausto em julgamento “Isso permitiria que David Irving colocasse suas mentiras e distorções de fatos perante o juiz, dando peso igual à verdade e mentiras”, explica ela.

A opção então foi de verificar as suas fontes de informação. “Nós seguimos as notas de rodapé dele, ou seja, suas fontes. Assim, demonstramos para o juiz que toda vez que ele fazia algum tipo de alegação era baseado em uma distorção do que estava no documento, uma mentira, uma citação parcial, etc. Em outras palavras, não provamos o que aconteceu, o holocausto. Nós provamos que o que David Irving dizia não aconteceu”, aponta.

No Brasil, em meio às manifestações que pedem a “volta da ditadura”, aqui e ali ecoam falas que negam também fatos históricos, como a própria existência do golpe militar de 1964. No ano passado, o cantor sertanejo Zezé di Camargo chegou a dizer que “muita gente confunde militarismo com ditadura. Nós não vivíamos numa ditadura, vivíamos num militarismo vigiado”.

Na opinião da cientista política Maria Celina D`Araújo, estão usando a expressão “fake news” como “um modismo para falar que tudo é boato”. Ela pontua que há um dilema entre historiadores, sociólogos e filósofos sobre o conceito: “o que é a verdade?” Mas para Maria Celina, não se pode relativizar tudo. “Chega um momento que não se pode negociar a verdade. Houve perseguidos e mortos. Outro dado consistente é porque essa ditadura aconteceu: havia o medo de outro projeto, a gente tinha nos anos 1950/1960 dois projetos políticos competindo, a União Soviética e os EUA”, afirma.

Ela lembra que o golpe militar não só rompeu com a institucionalidade, como mudou o calendário eleitoral, a constituição. “O que pode ser fake news nisso?”, questiona. Para Maria Celina, essa permissividade em relação aos princípios da vida em sociedade é perigosa. “Se a gente ficar relativizando tudo, a gente vai aceitar que em nome dos valores da religião islâmica lá no interior da Nigéria seja legítimo que uma mulher sofra circuncisão”, conclui.


Fonte: epoca.globo.com

A CASA DO ESTUDANTE GANHA APOIO DA UNE - UBES - UEE/RN - CPC/RN E DA SOCIEDADE!

A CASA DO ESTUDANTE RESISTE A PRESSÃO

A luta dos estudantes residentes na Casa do Estudante do Rio Grande do Norte - CERN, ganha a toda hora apoio.

O presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos ainda pouco conversou com a presidenta da UEE/RN (União Estadual dos Estudantes do Rio Grande do Norte), Yara Costa, que  encontra-se  de quarentena na CERN, juntamente com outras lideranças estudantis, adiantou para o Eduardo Vasconcelos, que a UEE, juntamente com a UBES, UNE, DCEs, APES, UMES-Natal , CPC/RN e representantes de estudante da CERN, irão brevemente ao MP/RN, solicitar uma reunião emergencial, claro após a sentença do juiz sobre a intervenção para compor a comissão e buscar rapidamente solução para o problema.

É bom lembrar que o MP/RN, tem como objetivo sanar a situação da casa e que tomou essa atitude em virtude de denúncias, mas que está aberto ao diálogo e com isso solucionar o mais rápido a situação da CERN.

É bom lembrar que o próprio MP/RN, através do Dr. Jann Polacek esteve pessoalmente visitando a casa e constatou que muita coisa precisa ainda ser feita, inclusive a legalidade definitiva da CERN e até intervenção de parte da casa, que ainda precisa urgentemente de reparos.

O CPC/RN, através de seu presidente, vem desde do ano passado acompanhando essa resistência, inclusive se reunindo com membros da casa, procurando ajudar na legalidade da CERN, mas recentemente a coisa desandou e chegou a esse ponto, mas já manteve contato com o MP/RN e as entidades envolvidas no caso e só estão aguardando sair a decisão em juízo para marcar audiência com o promotor, JANN POLACEK e propor a participação das entidades na comissão que será formada, mas acreditamos que isso não será problema.

Enquanto isso, Eduardo Vasconcelos conversou por telefone com a presidente da UEE/RN, Yara Costa, nos adiantou que a instituição, juntamente outras entidades representativas terão plenárias ainda essa semana e um dos temas será a INTERVENÇÃO DA CERN. Os mesmos encontram-se alojados na CERN.

O Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN sempre apoiou a luta da CERN, Eduardo Vasconcelos, disse que o momento é de união e solidariedade e é preciso baixar a guarda e unir-se todos na defesa da CERN, uma instituição que tem uma história linda, de luta, de perseverança, de conquistas, formando vários profissionais de nomes nas áreas de direito, medicina, entras e que a CASA é maior do que imaginamos. Vamos á LUTA! VIVA A CERN!

Pesquisa Personalizada 21/09/18 – 06:21:35 Plantio Tradicional De Quilombolas Recebe Título De Patrimônio Do País

O sistema agrícola tradicional das comunidades quilombolas do Vale do Ribeira, no sudeste paulista, foi reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).Os quilombolas desenvolveram há mais de 300 anos um cultivo de alimentos na Mata Atlântica que não usa adubo nem agrotóxico, chamada roça de coivara.
No entanto, o modo de vida das comunidades quilombolas está ameaçado devido à demora no processo de autorização, por parte do governo de São Paulo, para o plantio das roças tradicionais, reclamam as representações dos quilombos e entidades que defendem o direito de comunidades tradicionais. Eles precisam de autorização para o corte de pequena área de vegetação nativa de Mata Atlântica para fazer a roça.
“Esse reconhecimento [do Iphan] também é um apoio político para [mostrar] a importância da roça. Não foi à toa que o Iphan reconheceu isso, foi construído um dossiê, as comunidades fizeram um inventário cultural. Além disso, tem os artigos científicos e tem subsídios legais. Tudo isso mostra a importância ambiental, social e cultural que levou ao reconhecimento do sistema agrícola como patrimônio”, disse Ivy Wies, assessora técnica do Instituto Socioambiental (ISA), uma das entidades que apoiam os quilombolas.
Dados do ISA mostram que o Vale do Ribeira abriga, ao todo, 88 comunidades quilombolas em variados graus de reconhecimento pelo estado. Dos 7% que restaram do bioma de Mata Atlântica em território nacional, 21% estão localizados no Vale do Ribeira.

Prejuízos

Segundo o instituto, os documentos apresentados ao Iphan servem de subsídios para dar segurança aos órgãos governamentais em relação à autorização para o plantio da roça. Ivy destacou que o atraso na emissão da licença pelo governo estadual tem consequências graves às comunidades tradicionais.
“Dois pontos que estão ameaçados pela falta de licença: a segurança alimentar e a manutenção das variedades agrícolas, que são um patrimônio da humanidade – as variedades de milho, batata, cará, arroz, feijão, mandioca. Hoje em dia, estamos nesse processo da transgenia, dos organismos geneticamente modificados. Imagina você ter 15 variedades de milho diferentes [que não foram geneticamente modificados], isso é uma riqueza para a humanidade”, disse.
A maior parte da produção serve para a subsistência das comunidades, mas há também impacto na renda já que os quilombolas vendem parte dos produtos da roça para custear suas necessidades básicas. Ivy destaca que há comunidades esperando há dois anos por uma licença.

Atraso

As comunidades apresentam o pedido de autorização de 12 a 15 meses antes do início do preparo da roça para garantir que o Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp) faça os laudos baseados em vistorias e que a Companhia Ambiental do Estado (Cetesb) possa emitir a licença a tempo do plantio. Em 2013, foi o último ano em que as licenças saíram a tempo do plantio, informou o ISA, afirmando que a estrutura que o estado colocou para realizar o processo não dá conta da demanda.
“O estado alega falta de pessoal para os trabalhos de campo. Mas a avaliação mais certeira é que há um excesso de exigências para o processo e as várias etapas são morosas demais, o que gera um volume de papel e burocracias desnecessárias”, segundo texto da Campanha “Tá na Hora da Roça”, lançada no mês passado pelas comunidades quilombolas e entidades parceiras, chamando a atenção do governo estadual para que autorize, com a emissão de licenças no tempo adequado, a abertura das roças.
Das 19 comunidades localizadas em cinco municípios do Vale do Ribeira que pediram autorização para início da roça, apenas duas conseguiram: São Pedro e André Lopes. De acordo com representantes das comunidades, o atraso na licença faz com que o agricultor perca o ciclo do plantio.

Ciclo da roça

O ciclo quilombola começa a partir dos meses de junho e julho, com o preparo da área e derrubada da vegetação, que geralmente não passa de um hectare. Depois de 15 dias, é feita a queima controlada da área e as cinzas fertilizam o solo. Depois disso, já feito o plantio, que geralmente começa em agosto e setembro. Até o momento, no entanto, o governo estadual não deu a autorização para o início da derrubada.
O manejo dessa área aberta na floresta ocorre no período de dois a três anos, ou até que aquele solo não esteja mais tão fértil. Depois disso, o produtor abandona esse trecho e a floresta se regenera.

Outro lado

A Cetesb disse, em nota, que “para atender às comunidades é feito todo um trabalho envolvendo o Itesp, a Fundação Florestal e a Cetesb. E a produção dessa documentação pode tomar bastante tempo. Assim, é fundamental o planejamento no pedido dessas autorizações”. A companhia disse que está sendo feito um trabalho conjunto para aprimorar os procedimentos.
Foto Tânia Rêgo/Agência Brasil
Com Brasil Cultura

Bolsonaro responde a manifesto assinado por artistas com ataques à Lei Rouanet

Candidato acusou “famosos” de trocarem apoio político por financiamento de projetos com dinheiro público e desencadeou onda de ataques na internet
Ex-capitão do Exército, candidato Jair Bolsonaro (PSL) está na carreira política desde o início dos anos 1990
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Ex-capitão do Exército, candidato Jair Bolsonaro (PSL) está na carreira política desde o início dos anos 1990
O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, decidiu atacar a classe artística ao responder  manifesto divulgado no último domingo (23) por um grupo que reúne intelectuais, juristas, ativistas, atletas, empresários e, claro, artistas. A carta intitulada “Pela democracia, pelo Brasil” classifica a candidatura do ex-capitão do Exército como uma “ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial”.
Internado há 18 dias em razão do ataque a faca sofrido no início deste mês em Juiz de Fora (MG), Jair Bolsonaro usou as redes sociais para acusar artistas de trocarem apoio político por financiamento de seus projetos com dinheiro público.
“Incentivos à cultura permanecerão, mas para artistas talentosos, que estão iniciando suas carreiras e não possuem estrutura. O que acabará são os milhões do dinheiro público financiando ‘famosos’ sob falso argumento de incentivo cultural, mas que só compram apoio! Isso terá fim!”, esbravejou o candidato.
A resposta do presidenciável desencadeou entre os apoiadores de Bolsonaro uma avalanche de críticas à Lei Rouanet , mecanismo que permite a produtores e instituições captarem, junto a pessoas físicas e jurídicas, recursos para financiar projetos culturais.
A hashtag #RouanetNão  se tornou o quarto assunto mais comentado no Twitter mundial na manhã desta segunda-feira (24). Muitos dos ataques à lei, no entanto, expressam desinformação, como em mensagens que associam essa política a filas em hospitais (sendo que Saúde e Cultura têm orçamentos distintos).
O valor destinado a projetos culturais via Lei Rouanet não sai diretamente dos cofres públicos , mas sim representa dedução de impostos que seriam pagos no Imposto de Renda pelas empresas que aceitam financiar projetos. De janeiro a setembro deste ano, de acordo com números do Ministério da Cultura, o governo deixou de arrecadar cerca de R$ 400 milhões em impostos em razão da política de incentivos culturais.
Dois dias antes de ser vítima do ataque a faca que o obrigou a se afastar da campanha eleitoral, Jair Bolsonaro havia proposto rebaixar o Ministério da Cultural à condição de uma secretaria  do Ministério da Educação. Na ocasião, o candidato também já havia defendido “revisar” os mecanismos da Lei Rouanet para “conter recursos”.
Fonte: Último Segundo – iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2018-09-24/bolsonaro-rouanet.html
Fonte: BRASIL CULTURA
Adaptado pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, em 26/09/2018.

MUSEU NACIONAL: NÃO ESTAMOS DE LUTO E SIM NA LUTA!

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