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sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Pierre Verger - Percursos e Memórias

O Instituto Tomie Ohtake apresenta a exposição individual dedicada ao fotógrafo Pierre Verger 


(1902, Paris – 1996, Salvador, BA, Brasil), com curadoria de Priscyla Gomes, do Instituto Tomie Ohtake, e Alex Baradel, da Fundação Pierre Verger. Com mais de uma centena de fotografias e documentos, a mostra Pierre Verger: Percursos e Memórias, abrirá ao público dia 13 de agosto no Instituto Tomie Ohtake.  


Fotógrafo por excelência, Pierre Verger aprendeu o ofício da fotografia aos 30 anos e, ao longo da carreira, a dedicação e minúcia no conhecimento de povos e culturas que lhe interessavam foi tamanha que se alçou à condição de antropólogo e etnógrafo. Iniciou sua obra em 1932, quando decidiu unir a expertise que havia adquirido na fotografia com sua vontade de viajar para conhecer e registrar outras pessoas e lugares; partiu levando como única bagagem uma máquina fotográfica Rolleiflex.  


A articulação entre imagem, escritos e uma extensa pesquisa resultou em uma obra vasta, muitas vezes desconhecida do público que aproxima-se de Verger por intermédio de suas fotografias mais icônicas. Entre 1932 e 1970, foram décadas de viagens ao redor do mundo, passando pela Europa, Ásia, América e Oceania.  


Esta exposição é uma correalização do Instituto Tomie Ohtake, Fundação Pierre Verger e Fundação Bienal de São Paulo e integra a rede da 34ª Bienal de São Paulo. A mostra é dedicada a expor as diferentes documentações da trajetória de Pierre Verger durante suas principais viagens. Além de imagens inéditas ou raramente mostradas, visando contextualizar sua produção e relacionando aspectos da vida pessoal do fotógrafo ao contexto histórico a que pertenceu, a mostra trará seus cadernos de viagens, publicações e periódicos nacionais e internacionais, cartas e textos inéditos, negativos e estudos de ampliações, bem como trechos de documentários icônicos sobre o fotógrafo e etnógrafo. 


Os núcleos pelos quais se divide a exposição propõem-se a contar as diferentes viagens de Verger, utilizando esses percursos para narrar como o artista tornou-se pioneiro em muitas de suas abordagens sobre fotografia, no registro e investigação dos locais aos quais visitava e na sua forma de estabelecer diálogo com as diferentes populações. Cabe especial destaque, o ano de 1946, que marca sua chegada ao Brasil, um trajeto que resultaria numa longa permanência e na descoberta de um universo que mudaria em definitivo sua vida. Sua chegada deu início à sua pesquisa afro-americanista e africanista, que propiciou importantes desdobramentos na sua trajetória. 


Verger passou a registrar também por escritos as informações coletadas em suas viagens entre o Brasil e a África. É nesse universo que o fotógrafo e etnógrafo concentrou seus estudos, dedicando décadas de sua vida às culturas iorubá e fon, além de suas diásporas religiosas.  


Por se tratar de um recorte e material inéditos, a curadoria realizada por Priscyla Gomes, curadora do Instituto Tomie Ohtake e Alex Baradel, curador da Fundação Pierre Verger, visa trazer novas leituras à trajetória desse fotógrafo expoente. Com base numa imersão em seus arquivos, anotações, registros e escritos, a mostra é a primeira a apresentar Pierre Verger como fotógrafo, pesquisador, etnógrafo e também líder religioso. 


Parte-se de algumas imersões na vida privada do fotógrafo explicitando questões como religiosidade, cultura local, sexualidade e as linhas editoriais de revistas de extrema importância no período. 


A exposição é uma coprodução com a Fundação Bienal de São Paulo, Fundação Pierre Verger e Instituto Tomie Ohtake.  

Curadoria: Priscyla Gomes e Alex Baradel 

Saiba mais sobre o artista aqui. 

Quer saber mais sobre a programação da exposição? Confira aqui! 

 

Serviço Pierre Verger - Percursos e Memórias 
De 13 de agosto a 21 de novembro de 2021. 
De terça a domingo, das 12h às 17h. Entrada franca. 
Conheça os protocolos de segurança do Instituto Tomie Othake, clicando aqui! 

 

Apoio international: Institut français à Paris 


Fonte: http://34.bienal.org.br/exposicoes/8943

Wagner Moura sobre o filme Marighella: “Estou preparado para a porrada”

 

Após ter lançamento adiado por dois anos, filme estreará em 4 de novembro; releia entrevista do ator concedida em 2019

“‘Cuidado que o Marighella é valente’, alertou um agente da repressão antes de umas das muitas tentativas de captura do líder revolucionário durante a ditadura militar”. A passagem da biografia de Carlos Marighella, escrita por Mário Magalhães, retrata uma das principais facetas do protagonista do filme dirigido por Wagner Moura, que estreia nos cinemas nacionais, depois de dois anos de espera, no próximo dia 4 de novembro. A data marca os 52 anos do assassinato do guerrilheiro brasileiro.

A estreia mundial do longa ocorreu no Festival de Berlim de 2019, dias antes do ator ter concedido esta entrevista. No festival, o filme foi aplaudido de pé. Ele também por outros inúmeros festivais internacionais em Seattle, Hong Kong, Sydney, Santiago, Havana, Istambul, Atenas, Estocolmo e Cairo.

A demora pela estreia nos cinemas brasileiros foi considerada pelo ator como um episódio de censura e de pressão da gestão da Agência Nacional do Cinema (Ancine) no governo Bolsonaro. Isso porque a Diretoria Colegiada da Ancine vetou um pedido de reembolso de mais de R$ 1 milhão, feito pela produtora do filme, como montante responsável pelo investimento na comercialização do longa. Esse tipo de reembolso via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) é um direito a que as grandes produções cinematográficas nacionais podem ter acesso.

Essa é a primeira vez que Wagner Moura, mais conhecido por seu papel como Capitão Nascimento no filme “Tropa de Elite”, trabalha como diretor. De cara, ele assumiu como desafio reconstruir parte da trajetória de Marighella: poeta, militante comunista desde a juventude, deputado federal e fundador do maior grupo armado de oposição à ditadura, a Ação Libertadora Nacional (ALN).

O filme, que vai do drama à ação, conta justamente sobre o período mais conturbado e radical da vida do baiano como guerrilheiro. “A minha escolha por esse recorte também atende a vontade de que o filme seja popular, que muita gente veja, sobretudo as pessoas pelas quais Marighella lutava, o que é uma questão quando você pensa que o cinema é um divertimento elitizado no Brasil”, explicou.

José Eduardo Bernardes e Mariana Pitasse

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Quem foi Paulo Freire e por que ele é tão amado e odiado

O educador nunca foi e nem se pretendeu unânime, seja nos corredores das universidades ou no campo político. Ainda assim, seu legado deve ser reconhecido

POR TAÍS ILHÉU  

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Paulo Freire (1921-1997) é Patrono da Educação Brasileira e autor da “Pedagogia do Oprimido”. Conhecido pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, Freire desenvolveu um pensamento peda... 

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Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br

Zumbi dos Palmares

Zumbi dos Palmares

Descrição

Descrição

Zumbi, também conhecido como Zumbi dos Palmares, foi um líder quilombola brasileiro, o último dos líderes do Quilombo dos Palmares, o maior dos quilombos do período colonial. Zumbi nasceu na então Capitania de Pernambuco, em região hoje pertencente ao município de União dos Palmares, no estado de Alagoas. Wikipédia
Falecimento: 20 de novembro de 1695, Quilombo dos Palmares
Nome completo: Francisco Zumbi

Fonte: Google

1º CONCURSO IBRAM ESTAMPAS& MUSEUS

 


SinproSP - Cultura segue com homenagens a Paulo Freire

Na primeira semana de outubro, o SinproSP Cultura dá prosseguimento à celebração do centenário de Paulo Freire, com duas atividades, todas pelo canal do  SinproSP no YouTube, sempre às 19h e com tradução simultânea em libras.

Mesa de conversa

Na terça-feira, dia 05, uma mesa de conversa afetiva reunirá três professoras convidadas a falar de suas experiências com Paulo Freire.  Com a mediação da diretora do SinproSP, Lidiane Christovam e tradução simultânea em libras, por Adriana Venancino, as professoras que vão nos honrar com a sua presença são:

 

Neusa Bastos 

Professora e pesquisadora da PUCSP e da UPM. Diretora do SINPROSP. Participante de grupos de pesquisa em Historiografia da Linguística, Análise do Discurso, Ensino de Língua Portuguesa alinhada aos preceitos pedagógicos e filosóficos de Paulo Freire.

 

Maria Lucia Vasconcelos 

Pedagoga e doutora em Educação pela Universidade de São Paulo, doutora em Administração pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde é professora titular do Programa de Pós-Graduação em Letras. É lider do grupo de pesquisa CNPq/Mackenzie “O discurso pedagógico de Paulo Freire: uma leitura” .

 

Branca Jurema Ponce 

Professora Titular da PUC/SP. Programa de Estudos Pós-graduados em Educação: Currículo. Bolsista Produtividade em Pesquisa do CNPq. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Justiça Curricular (GEPEJUC). Parecerista ad hoc do CNPq, da CAPES e de revistas científicas qualificadas. Membro do Comitê Editorial da Revista e-Curriculum (A2) e da rede Freireana de pesquisadores.

Uma homenagem do SinproSP 

Encerrando o ciclo de atividades, será apresentado o vídeo “Professor Paulo Freire, 100 anos: uma homenagem do SinproSP”, que reúne fotos e testemunhos da passagem de Paulo Freire pelo SinproSP, destacando a sua prática como professor, o que inclui a filiação ao Sindicato e a defesa de pautas da categoria. 

RESISTÊNCIA - Caminhada na Esplanada dos Ministérios marca dia de luta contra a PEC 32

 Foto: Priscila Ferreira

Nesta quarta-feira (6), profissionais da educação, estudantes e forças sindicais mantiveram a agenda de luta com o objetivo de pressionar parlamentares a votarem contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32.

A Reforma Administrativa de Bolsonaro e Guedes pretende causar o desmonte nos serviços públicos no Brasil.

De acordo com o secretário de Relações Internacionais da CNTE e vice-presidente mundial da Internacional da Educação, Roberto Leão, os servidores públicos estão nas ruas defendendo o direito de todos os cidadãos. "Os servidores públicos estão lutando pelos interesses de toda a população que poderá, a partir da PEC 32, ficar sem escola pública, sem o SUS, sem as políticas públicas tão essenciais ao povo brasileiro", assegura.

>> Profissionais da educação mantêm pressão e avisam: “quem votar, não volta!”

Se aprovada, a Reforma Administrativa irá contemplar os futuros servidores públicos e também os efetivos, das três esferas. Cleiton Silva, secretário de assuntos municipais da CNTE, alerta justamente sobre os profissionais que estão na ponta. "É o município que está no SUS, é o município que está na creche. A população mais carente, que recebe esse tipo de serviço, vai estar à míngua", alerta.

Estratégia do governo

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que colocará a PEC 32 em votação após o feriado do dia 12 de outubro.

"O governo está protelando a votação porque não tem os 308 votos necessários para aprovar a PEC 32", explicou Marilda Araújo, secretária de organização da CNTE.

Marta Vanelli, secretária de formação da CNTE, reiterou a importância de a população estar nas ruas e nas redes protestando contra a PEC 32. "Estamos aqui hoje nesse processo de mobilização e resistência, e estaremos aqui tantas vezes forem necessárias!", concluiu.

Fonte: CNTE

15 DE OUTUBRO – SINPRO REALIZA LIVE EM HOMENAGEM A PAULO FREIRE E EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO PROFESSOR E DA PROFESSORA Fonte: SINPRO-DF

 

O educador Paulo Freire dizia que educar é impregnar de sentido cada momento da vida, cada ato cotidiano. E neste processo de eterno aprendizado que o Sinpro realiza uma Live no dia 15 de outubro, às 19h30, em comemoração ao centenário de Paulo Freire e ao Dia das Professoras e dos Professores.

Devido à pandemia da Covid-19, pelo segundo ano seguido esta data, que em anos anteriores era motivo para a aglomeração da categoria em um momento festivo, será virtual, mas mantendo a mesma alegria.

Durante a Live política, pedagógica e cultural teremos apresentações artísticas, como música, dança, teatro, poesia e representações políticas da CUT, CNTE, IEAL, UNE e do Sinpro. Também teremos a participação de estudantes da rede pública de ensino que, com seu jeito descolado, farão suas homenagens aos educadores e educadoras. A professora Maria Vilarinho nos presenteará com uma dança indiana em homenagem a todos(as) que partiram, mas que continuam vivos nos nossos corações; a professora Queila Branco, da EC 10 de Ceilândia, vai contar uma história de Paulo Freire criança; o ator Richard Riguetti, o Andarilho da Utopia, vai falar de Paulo Freire, do educador que ainda nos dias de hoje nos emociona e nos impulsiona a continuar lutando por uma educação libertadora; e educadores e educadoras poetizando Paulo Freire.

Também teremos a apresentação de uma grande ciranda (Cirandar com Paulo Freire no Fora Bolsonaro), atividade realizada no dia 2 de outubro; da banda de estudantes do Centro de Ensino Especial 01 de Taguatinga; além da Banda Som de Classe, que fará uma homenagem aos educadores e educadoras, mostrando a força da luta da nossa categoria.

“A ideia é que esta Live seja alegre, leve, poética e que possa nos encorajar a continuar a luta. Será uma Live para que possamos celebrar o nosso dia 15 de outubro, porque nós, mesmo em tempos de pandemia e negacionismo, continuamos educando para a vida, para um mundo mais fraterno, que respeite a diversidade e a pluralidade das culturas de todos os povos. Bora freirear, esperançar, cantar e se emocionar com a gente!”, ressalta a coordenadora a Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro, Eliceuda França.

O convite fica estendido a todos(as) para que possam participar da Live, que será transmitida pelas redes sociais do Sinpro. Durante toda a atividade serão registrados os comentários, fazendo um momento muito bonito de encontro com a nossa categoria, com os estudantes e com a nossa comunidade.

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Fonte: SINPRO-DF