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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Natal (RN) recebe encontro da Regional Nordeste II do ANDES-SN


O campus avançado de Natal da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) recebe,  dias 21 (ontem) e 22 (hoje) de dezembro, o 6º Encontro da Regional Nordeste II do ANDES-SN. O encontro é preparatório ao 37º Congresso do Sindicato Nacional – que acontecerá em Salvador (BA) no mês de janeiro.
Ontem quinta-feira (21), o encontro iniciou às 19h com o debate “Desafios para o movimento docente no enfrentamento dos ataques aos direitos sociais: recorte desse ataque na educação, na saúde e na previdência”. A debatedora será Rivânia Moura, presidente da Associação dos Docentes da Uern (Aduern – Seção Sindical do ANDES-SN).
HOJE (22), haverá o debate de conjuntura, com o tema “Desafios para o movimento docente no enfrentamento dos ataques aos direitos sociais: recorte desse ataque na educação, na saúde e na previdência no contexto das contrarreformas em curso”.  O debatedor será Alexandre Galvão, secretário geral do ANDES-SN. No mesmo dia, os docentes discutirão o Caderno de Textos do 37º Congresso do Sindicato Nacional, e outros temas relacionados ao congresso que ocorrerá em Salvador.
Fonte: Andes/SN
Adaptado por Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN , em 22/12/2017.

Base é homologada com incertezas



Questão de gênero e ensino religioso ficaram indefinidos na versão final. Temer tenta capitalizar documento construído há três anos.

O Conselho Nacional de Educação aprovou por 20 votos a 3 a última versão da Base Nacional Comum Curricular, que foi homologada no Palácio do Planalto nesta quarta (20). Apesar do documento ser construído coletivamente há três anos por orientação do Plano Nacional de Educação, Michel Temer usou o ato para se promover. Durante a homologação, citou que seu governo “desenterrou coisas paralisadas” porque tem “coragem”.
Um dos membros do Conselho Nacional de Educação, Cesar Caleggari criticou: “Considero um desaforo que a Base seja utilizada para interesses políticos menores. É um desrespeito a uma obra escrita por milhares de mãos, acima das disputas políticas partidárias. Ao tentar capitalizar para si o trabalho de tantos educadores, o governo amesquinha a Base e compromete a sua legitimidade”.

Religião é incerteza

O documento aprovado ficou com indefinições nos dois pontos de maior discordância. O Conselho Nacional de Educação só resolverá em 2018 se o Ensino Religioso entrará como área do conhecimento ou como conteúdo de Ciências Humanas. Hoje, esta matéria é optativa nas escolas e não tem conteúdo definido pelo MEC. Pode abordar, inclusive, apenas uma religião.

Cadê as questões de gênero?

A BNCC aprovada não inclui nenhuma vez o termo “identidade de gênero”. Em versões anteriores, o texto orientava a incentivar o respeito à identidade de gênero como parte da formação escolar.
O MEC retirou o termo por pressões de alguns grupos a portas fechadas. Para Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, é uma perda significativa:
“A sociedade brasileira é discriminadora, e a escola deveria enfrentar essa situação, mas o governo Temer, com apoio de 20 conselheiros nacionais de educação, decidiu jogar isso para baixo do tapete. As escolas deixam de refletir sobre machismo e conservadorismo, e continuam a ser excludentes.”
O CNE ainda deve emitir em 2018 normas sobre orientação sexual e gênero, mas não há prazo definido.

O que é a BNCC?

Uma orientação que valerá para todas as 190 mil escolas nacionais, públicas ou privadas. A criação de uma base comum para todas as escolas brasileiras é uma meta do Plano Nacional de Educação, de 2014, e deveria ter sido concluída no ano passado.
Importante: o documento discutido atualmente valerá para o Ensino Fundamental. A base do Ensino Médio ainda não começou a ser discutida, o que impossibilita a compreensão de como a reforma do ensino médio de Temer será colocada em prática.
UBES

Receita de Natal: Rabanada portuguesa

receitas natal rabanadas

Dona Deolinda Rezende, nos passou esta receita de rabanada portuguesa  maravilhosa que ela fazia sempre nas noites de Natal com sua família em Londrina no Paraná. Parecidas com as tradicionais rabanadas brasileiras, o diferencial desta está na adição do vinho do Porto, que dão um sabor ainda melhor. Confira:
Ingredientes
  • 4 pães francês amanhecidos cortados em fatias
  • 3 ovos
  • 3 taças de Vinho do Porto
  • açúcar a gosto
  • canela em pó a gosto
  • óleo para fritura
  • Modo de Preparo
Bata os ovos com garfo em um recepiente e reserve.
Coloque o vinho em um recipiente e passe o pão pelo vinho do porto e, em seguida, passe pelos ovos.
Frite as fatias em óleo bem quente, até que os dois lados fiquem dourados.
Retire do fogo e deixe descansar em uma travessa com papel absorvente.
Polvilhe açúcar e canela.
donadeolinda receitas
Dona Deolinda Rezende com seus bem vividos 97 anos
Fonte: Brasil Cultura

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Adeus ano velho e feliz ano novo


CPC/RN Centro Potiguar de Cultura): "Muitas lutas virão, acompanhadas de VITÓRIAS!

Agora que o ano está se despedindo, vamos esquecer o que não deu certo, perdoar a nós mesmos o que ficou por fazer e dizer, e todas as promessas que não foram cumpridas. Vamos dizer adeus ano velho, feliz ano novo!

O meu desejo é que todos possam entrar no ano novo com alegria e esperança no coração, sem arrependimentos, sem qualquer sentimento negativo. Um novo ano vai começar, e é tempo de renovar, recomeçar, de tentar novamente.

O que ficou por fazer, pode agora ser feito. O que ficou por sonhar, deve agora ser sonhado. Vamos fazer deste ano o melhor das nossas vidas, pois apenas depende de nós e a vida é o conjunto das nossas escolhas. 

Feliz Ano Novo!

Política - Direitos da Mulher - Câmara analisa PEC 181. Entenda seus impactos sobre o aborto no Brasil

Mulheres protestam contra a PEC 181
Mulheres protestam em ato no Rio contra a PEC 181/2015, que pode criminalizar os casos de aborto já permitidos hoje
Após aprovação em comissão majoritariamente masculina, projeto que retrocede a possibilidade de interromper a gestação avança no Legislativo.
Após ser transfigurada para atender aos interesses da bancada evangélica, receber aprovação de uma comissão de deputados majoritariamente masculina e se tornar alvo de protestos de mulheres, a PEC 181/2015, que insere na Constituição a proibição do aborto em todos os casos, inclusive os já previstos hoje pela legislação, terá seus destaques analisados por comissão especial da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira 6. Trata-se do último passo antes da matéria ser levada ao plenário da Casa, onde precisará de 308 votos, em dois turnos.
Caso seja aprovada como está, a PEC praticamente inviabiliza a questão do aborto no Brasil, tornando ilegal a interrupção da gravidez mesmo nos casos permitidos hoje pela lei. Atualmente, o aborto é uma possibilidade legal no Brasil em casos de estupro, anencefalia do feto e de risco para a vida da gestante. 
Leia também:

Apelidada de "PEC do Cavalo de Troia" por ativistas pelos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, a Proposta de Emenda à Constituição nasceu com uma boa intenção: ampliar os direitos de licença-maternidade para as mães de filhos prematuros.
A proposta foi, no entanto, substancialmente alterada ao longo de sua tramitação para acomodar a definição de que a vida começa já na concepção, conceito-chave defendido por aqueles que são contrários ao direito da mulher de interromper uma gravidez indesejada.
O deputado Jorge Mudalen (DEM-SP), representante da chamada bancada religiosa, relator do caso, inseriu no texto dois pontos que alteram a Constituição. Assim, de acordo com a nova redação, o inciso 3 do artigo 1º do texto constitucional recebeu a frase: "dignidade da pessoa humana desde a concepção". Já no artigo 5º, acrescentou-se: "a inviolabilidade do direito à vida desde a concepção".
Em entrevista à Rede Globo, Mudalen admitiu a manobra: "Essas duas palavras que colocamos são pra garantir a vida e também porque somos contra o aborto".
Dentro do jogo político, a movimentação conservadora pode ser lida como uma reação às recentes decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito do tema, como a descriminalização, no caso analisado pelos ministros, do aborto até o terceiro trimestre. 
O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), indicou no início de novembro que dificilmente o texto será aprovado pela Casa da forma como está, ainda que a comissão especial referende o texto. "Proibir aborto em caso de estupro não vai passar na Câmara", afirmou Maia.
Após a decisão sobre os destaques, o texto deve ir para o plenário da Câmara, onde precisa de 308 votos, em dois turnos, para avançar. Depois, no Senado, passa novamente pelo crivo dos parlamentares: é votada primeiro por uma comissão e depois pelo plenário. Caso sofra modificações em sua passagem pelo Senado, o texto pode ser devolvido à Câmara. 
Metade dos brasileiros conhece mulher que já fez aborto
A despeito dos debates legislativos ou religiosos, o aborto continua uma realidade no Brasil, com números alarmantes.
Segundo a pesquisa "Percepções sobre o aborto no Brasil", realizada pelo Instituo Patrícia Galvão, 45% dos brasileiros entrevistados conhece uma mulher que já passou pelo procedimento do aborto.
Ainda segundo a pesquisa, mais mulheres (52%) do que homens (34%) conhece uma mulher que já abortou.
O estudo também revela que, ainda que a maioria dos brasileiros afirme que seja contrária ao aborto de maneira genérica, oito em cada dez são favoráveis à possibilidade do procedimento em casos específicos apresentados pelo estudo.
São eles: em caso de gravidez não planejada, diante da falta de condições da família de cuidar da criança, em gestações de meninas de até 14 anos, caso o feto seja diagnosticado com doenças graves ou incuráveis (como a zika), risco na gestação ou no parto para a mulher ou, por fim, em caso de estupro.
Segundo a pesquisa, 75% daqueles que se disseram contrários ao aborto no geral poderiam abrir uma exceção em, pelo menos, um dos casos citados acima. O apoio varia de 59% em casos de estupro até 11% no caso da gravidez não planejada. No caso de gestação em meninas de até 14 anos, 53% dos entrevistados permanece totalmente ou parcialmente contra a possibilidade de aborto, ante 37% que é a favor da decisão.
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Apesar de 50% dos entrevistados concordarem com a afirmação "uma mulher que interrompe a gravidez intencionalmente deve ir para a cadeia", quando pergunta-se sobre uma pessoa próxima, como uma amiga, os resultados mudam: só 7% chamariam a polícia. Outros 47% responderam que não fariam nada/não tenho a ver com isso, 19% brigariam com ela/não falariam mais, 12% dariam apoio, 4% conversariam ou dariam conselhos e só 2% ficaria triste com a decisão. 
Para as pesquisadoras, o resultado revela que, ainda que seja uma questão sensível para o brasileiro, um quarto da população (cerca de 41,6 milhões de pessoas) admitem a possibilidade da mulher decidir sobre o seu próprio corpo. 
Uma em cada cinco mulheres aos 40 anos já fez, pelo menos, um aborto, segundo estimativa da Pesquisa Nacional do Aborto, realizada pelo Instituto Anis. Muitas precisaram recorrer ao abortamento ilegal: estima-se que 1 milhão de procedimentos, em geral inseguros, são realizados por ano no Brasil. Ainda de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada dois dias uma mulher morre por complicações decorrentes do aborto ilegal. 
CARTA CAPITAL

Política - Internet - Molon: teles 'tentarão acabar com a neutralidade da rede' no Brasil

Protesto a favor da neutralidade da rede nos EUA
Manifestação contra o fim da neutralidade da rede nos Estados Unidos
CHIP SOMODEVILLA/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP

Relator do Marco Civil da internet prevê pressão de empresas no Congresso para mudar legislação que garante isonomia na web.
“Se você não está preocupado com a neutralidade da rede, você não está prestando atenção”. A frase, mote da campanha contra o fim da neutralidade (ou isonomia) da rede nos Estados Unidos, alerta para a decisão da agência de telecomunicações norte-americana, Federal Communications Commision (FCC), que dá poder a provedores de Internet de vender planos de dados de acordo com o conteúdo a ser consumido. 
Por lá, um placar de três votos a dois deu a vitória para o presidente da FCC, Ajit Pai, indicado por Donald Trump, ex-advogado da gigante das comunicações Verizon e a favor do fim da neutralidade. 
O princípio de neutralidade estabelece a igualdade da rede para todos, sem fazer diferença quanto ao tipo de uso. Dessa forma, quando um usuário compra um plano de internet, deve pagar apenas pela velocidade contratada – e não pelo tipo de página que vai acessar.
Com ela, evita-se que provedores vendam o acesso à internet nos moldes dos planos de tevê por assinatura, em que se paga mais dependendo do conteúdo contratado. Para os defensores, a neutralidade impede que se crie uma exclusão social na internet, impedindo que os mais pobres utilizem os serviços mais caros.
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A mudança nos Estados Unidos pode afetar também a neutralidade da rede no Brasil, garantida desde 2014 com a aprovação do Marco Civil da Internet (Lei 12.965). A decisão animou as empresas de telecomunicações no Brasil, que pretendem, de acordo com informações da Folha de S.Paulo, pressionar o governo de Michel Temer no ano que vem, após as discussões sobre a reforma da Previdência. 
“Lamentavelmente, acredito que as empresas de telecomunicação vão tentar acabar com a neutralidade aqui para aumentar seus lucros, ainda que isso signifique um enorme prejuízo para o usuário”, afirma o deputado federal Alessandro Molon (Rede-RJ), que foi relator do projeto de lei que estabeleceu o Marco Civil da Internet. Para o parlamentar, a decisão norte-americana é um grande retrocesso "na garantia de uma rede livre, aberta e democrática". 
"A perda da neutralidade da rede traz graves prejuízos para o livre acesso à informação, para a liberdade de expressão e para a democratização da mídia. Portanto a decisão é muito ruim", lamenta. 
A garantia da legislação, porém, torna a intervenção das teles mais difícil no Brasil. “Eles tentarão mudar a lei e sem dúvida farão pressão no Congresso”, analisa Molon, lembrando que, durante a tramitação do Marco Civil, um dos principais aliados das teles era o deputado cassado Eduardo Cunha, hoje preso por corrupção.
Já o presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), Demi Getschko, acredita que a neutralidade no Brasil está mais protegida. Em editorial publicado no jornal O Estado de São Paulo na segunda 18, ele afirma que, no Brasil, o conceito não pode ser alterado por um simples regulamento, já que consta na lei. 
O próprio governo Temer já sinalizou, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), que "a lei no Brasil está em vigor e não há nenhuma movimentação para mudanças". 
Construída ao longo de quatro anos, com participação significativa da população e de ativistas da web, a legislação do Marco Civil estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da rede mundial no Brasil, além de determinar as regras para a atuação do Estado em relação ao assunto. É, na prática, uma espécie de Constituição da Internet.
Após quase três anos de discussão na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei foi desengavetado, no fim de 2013, em regime de urgência, na esteira do escândalo das espionagens realizadas pelo governo norte-americano em diversos países, incluindo o Brasil. Durante a sua tramitação, o projeto enfrentou resistência da oposição e de empresas do setor de telecomunicações e outros interessados na proteção de direitos autorais, como as emissoras de rádio e tevê.
Para Alessandro Molon, portanto, é preciso estar atento para as possíveis consequências de uma mudança do tipo no Brasil. 
"Precisamos prestar atenção na questão da neutralidade da rede. Não fazer isso significa nos prejudicarmos gravemente, a ponto de perdermos a Internet como a conhecemos. Sem a neutralidade, ela se tornará mais cara e pior".
Fonte: Carta Capital

Estudantes e professores voltam à sede do governo do Paraná contra o corte no salário dos docentes

Secundaristas e docentes voltam hoje às 16h ao palácio do Iguaçu em protesto também a favor das operações que investigam o governador Beto Richa suspeito de corrupção


Estudantes e professores voltam nesta terça-feira (19) ao Palácio do Iguaçu, sede do governo do Paraná, onde realizaram ontem uma ocupação durante 5 horas em protesto contra o corte do salário dos docentes.
“A ocupação foi contra a redução do salário dos professores, que foi entorno de 20%, e em apoio a operação Quadro Negro que investiga os desvios da verba que iria para a Educação e foi pra campanha do Beto Richa [PSDB] em 2014”, explica o presidente da UPES Paraná, Wellington Tiago, recém-eleito em Congresso da entidade realizado no último sábado (16) .
O presidente da UPES – PR durante a manifestação desta segunda-feira, no Palácio do Iguaçu, em Curitiba


As manifestações ocorrem após o anúncio, na semana passada, desta redução de salário dos(as) educadores(as) do Processo Seletivo Simplificado (PSS) que serão contratados em 2018.
“Convocamos os estudantes a participar do ato que vai ser hoje, às 16h, em frente ao Palácio, durante a reunião do Sindicato com o governo, para, além de apoiar [o protesto contra a redução dos salários], trazer nossas reivindicações: contra a Lei da Mordaça [PL 606/2016], que está em discussão na Assembleia Legislativa, apoio à operação Quadro Negro e repúdio à ação de Gilmar Mendes de suspender o inquérito no qual governador Beto Richa é investigado [na operação Publicano]”, diz Wellington.

Beto Richa, inimigo da Educação e do povo

O governador do Estado do Paraná é alvo de duas operações que investigam esquemas de corrupção: A operação Publicano, que investiga um esquema de corrupção na Receita Estadual; e a operação Quadro Negro, que averígua um esquema de fraude e desvios de dinheiro de construção de escolas públicas no Paraná.
“Algumas escolas nunca foram entregues ou construídas”, comenta o presidente da UPES-PR.
Na operação Publicano, o governador do Paraná é suspeito de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral (caixa 2). Ontem (18), o ministro Gilmar Mendes suspendeu o inquérito em tramitação no Superior Tribunal de Justiça (STJ) no qual Beto Richa, era investigado, alegando que “a manutenção do trâmite de investigação sem um mínimo de justa causa contra o governador do estado compromete não apenas a honra do agente público, mas também coloca em risco o sistema político”.
Segundo as investigações, um grupo de auditores da Receita do Paraná cobrava propina de empresários para aliviar o pagamento de tributos. Em 2014, parte do suborno teria sido repassado à campanha de Richa para governador.
UBES

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

POLÍTICA: Gilmar deu o Golpe para ser primeiro-ministro!

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Semipresidencialismo é para cair no colo e entrar no bolso dele
O amigo navegante já sabe que o Ministro Gilmar Mendes deu o Golpe do semipresidencialismo, o que mereceu do Mino Carta generosos comentários.
O que o amigo navegante talvez ainda não tenha percebido é que o Ministro Gilmar deu o Golpe para ele próprio se beneficiar e coroar-se Primeiro-Ministro, em cerimônia secreta entre os capangas de Mato Grosso, segundo testemunho insuspeito do Ministro Joaquim Barbosa.
PiG cheiroso revelou um ponto central do Golpe: "A escolha do primeiro-ministro "deverá recair, preferencialmente", sobre um membro do Congresso. Ou seja, poderá ser da Câmara, do Senado, ou até mesmo do Judiciário."
E quem é o Judiciário?
O Ministro Gilmar!

Semipresidencialismo pode vigorar em 2019


O Senado divulgou, por engano, o texto da proposta de emenda constitucional (PEC) que institui o semipresidencialismo no Brasil, elaborado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, e negociado com o presidente Michel Temer. A emenda extingue a figura de vice-presidente e transforma o primeiro-ministro no segundo nome na hierarquia do poder, já a partir de 2019.

Temer tem defendido o novo modelo em vários discursos, alegando que sem apoio do Congresso, não é possível governar. Mas a mudança ainda não entusiasma os parlamentares.

Até então, o texto - inspirado nos sistemas português e francês - circulava de forma restrita na cúpula dos Poderes. A proposta foi encaminhada como um "ofício" no dia 9 de novembro ao presidente do Congresso, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que requisitou o texto a Gilmar para avaliação.

Contudo, segundo a Secretaria-Geral do Senado, o documento acabou sendo protocolado de forma equivocada no último dia 18, no início do recesso parlamentar, e pode ser acessado no sistema de protocolo do Senado. Segundo técnicos legislativos, a emenda não pode começar a tramitar sem a assinatura de 27 senadores, e até agora o texto não conta com este apoiamento.

Mas o projeto tem potencial para desperta polêmica. Uma liderança do Senado questionou, por exemplo, por que apenas os deputados teriam a prerrogativa de afastar o primeiro-ministro. Conforme a proposta, caberá à maioria absoluta da Câmara afastar o chefe de governo. Não há previsão de participação dos senadores nesse movimento, ao contrário do impeachment, que implica a participação das duas Casas.

Para tramitar formalmente, entretanto, será preciso que um senador apresente o texto como de sua autoria, e obtenha o aval de 27 senadores. A emenda de 16 páginas altera mais de 20 artigos da Constituição Federal e estipula que caberá ao presidente da República nomear o primeiro-ministro, que se torna o segundo na hierarquia do poder, substituindo o chefe do Executivo em suas ausências. 

A escolha do primeiro-ministro "deverá recair, preferencialmente", sobre um membro do Congresso. Ou seja, poderá ser da Câmara, do Senado, ou até mesmo do Judiciário.

Caberá ao primeiro-ministro a articulação político-administrativa, a coordenação dos ministérios, presidir reuniões ministeriais e aconselhar o presidente sobre nomeações de cargos públicos. Estados e o Distrito Federal poderão adotar o modelo.

O texto foi discutido com Temer, Eunício e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no início de novembro.

Em vários discursos, Temer tem defendido o debate sobre a proposta, como no dia 12, numa manifestação a empresários. "Vocês sabem que nós só conseguimos chegar até aqui porque tivemos e temos o apoio do Congresso. Eu montei um governo praticamente semipresidencialista, que é algo que mais adiante eu quero voltar a esse tema, porque acho que pode ser o caminho para o Brasil num futuro próximo. Quem não tem apoio do Congresso não consegue governar", afirmou.

Fonte: CONVERSA AFIADA

Rede Laureate em xeque

Reformas propostas pelo grupo não foram debatidas com estudantes e professores

Estudantes da FMU e da Anhembi Morumbi se reuniram nessa terça-feira (19) no centro da capital para manifestarem contra as reformas da Rede Laureate, grupo educacional que administra as duas universidades.
Os estudantes saíram da Praça do Patriarca e foram até a Rua Libero Badaró, onde fica o escritório central da Universidade Anhembi Morumbi. Sob alegação de um novo modelo pedagógico, professores estão sendo demitidos, menor carga horária de aulas presencias e há redução de 80 para 66 horas de aulas no semestre, segundo a nova grade curricular.
NA FMU, no meio do ano foram demitidos 220 professores e nessa semana ao menos 20 , apenas do prédio da Rua Galvão Bueno foram desligados da instituição.
Na semana passada, os docentes da Universidade Anhembi Morumbi foram convocados para uma reunião com seus respectivos coordenadores, em que foram anunciados a redução das cargas horárias semestrais e de aulas presenciais.
Algumas demissões já começaram a ser feitas na instituição.
Giulia Trigo, estudante do 4º semestre de Psicologia da UAM , contou que durante a concentração do ato recebeu a notícia que quatro professores do curso foram dispensados. ” E ainda é feito de forma silenciosa, sem avisar os alunos dessas mudanças. Os professores sentem que se manifestarem contra a reformas sofrerão retaliações”
Thiago Borges, também estudante de Psicologia da UAM observa que as mudanças não tem nada para melhor. ” Trata-se de é um movimento comercial das universidades privadas, que visa apenas o lucro”.
Gabriela Mouro, estudante do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UAM, o ato é um reflexo do descontentamento dos alunos e da necessidade diálogo, para que as reformulações sejam tomadas em conjunto. ” Arquitetura é uma ciência social aplicada e nossa formação se dá com o diálogo com a sociedade, por meio do tempo em sala de aula e a troca de experiências que estabelecemos com professores. Aulas à distância diminuem nossa atuação em relação às reais demandas das cidades”
Barbara Quenca, presidenta do DCE da FMU ainda denuncia: ” São menos horas em salas de aula, mais disciplinas “online”, mas a mensalidade continua subindo abusivamente e sem qualquer justificativa”.

DEMISSÕES EM MASSA

Ao todo são quase 400 professores demitidos em todo o estado de São Paulo e em diversas instituições. Segundo reportagem do G1, entre elas estão 45 da rede Metodista, 80 no Mackenzie, 196 na Estácio de Sá, 13 na Cásper Libero 36 na São Judas.
A diretora de universidades privadas da UNE Keully Leal acredita que a agenda de desmonte do governo em relação as universidades está clara. ”E ano que vem a coisa deve ficar pior porque eles vão começar a trabalhar dentro dessas novas leis trabalhistas. Por isso, a UNE está construindo  uma agenda forte de luta contra todas essas ações que estão sendo tomadas”, falou.
Para Nicole Carvalho, diretora de universidades privadas da UEE-SP, estamos vivendo um momento de grande desmonte e mercantilização da educação, intensificado pela aprovação da Reforma Trabalhista, que dá respaldo para as demissões em massa.
” Essas demissões partem dos “tubarões do ensino”, que administram as universidades e agem sem regulamentação por parte do Ministério da Educação. Cabe a UEE-SP e os estudantes a luta contra esse sucateamento e por um regimento ao ensino privado, que garanta qualidade na formação e fiscalização dos aumentos”.
Nayara Souza, presidenta da UEE-SP, observa que o anúncio de mudanças sempre é feito nas férias para desmobilizar as manifestações contrárias, porém o chamado é convocar todos os estudantes para barrar essas demissões e reformas. “Estamos terminando o ano nas ruas contra a mercantilização e não vamos parar. Estremos cada canto desse país, incomodando essas redes, convocando mais pessoas à nossa luta.”
Fonte: UNE

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

PRISÃO PARA MALUF, 86 ANOS, UM ANCIÃO ESPERANDO A MORTE CHEGAR: ESTE NÃO É O MEU BRASIL.

Paulo Maluf
Durante toda a trajetória política de Paulo Maluf, encarei-o como um inimigo de classe a ser combatido.

Como sempre considerei a corrupção inseparável do capitalismo e impossível de ser erradicada sob o capitalismo, não era a roubalheira o que eu mais criticava nele, mas sim a polícia matadora do seu governo (1979-1982) e o bordão que passou a adotar nas campanhas subsequentes, vou colocar a Rota na rua

Os paulistas sabiam muito bem o que estava subentendido nesta promessa: licença para executar suspeitos a torto e a direito, com a certeza de que seriam aceitas sem questionamento nenhum as versões fantasiosas de que as vítimas haviam resistido à prisão. Os relatos destes extermínios correram mundo, para imensa vergonha dos brasileiros civilizados. 
"Vou botar a Rota na rua"

Hoje, contudo, o que ele tinha de nocivo, o tempo levou. Não passa de um ancião que se mantém deputado federal mas deixou de ter influência política. Está apenas esperando a morte chegar.

Discordo totalmente do envio à prisão de um homem com 86 anos que não haja cometido crime hediondo. É uma desumanidade chocante.  

Antiquado ou não, sou um brasileiro cordial e brasileiro cordial morrerei. Se aqui for suprimida toda compaixão, virará um Estados Unidos, aquele país engendrado por fanáticos religiosos que sacralizou sua impiedade judicial e a impõe a ferro e fogo, passando por cima de culpados e também de inocentes.

O Brasil que condena Maluf a passar seu fim de vida em regime fechado, com grande chance de morrer encarcerado, não é o meu Brasil. Cada vez gosto menos de viver nele, em meio a tanta barbárie e tanto ódio.

Fonte: https://naufrago-da-utopia.blogspot.com.br/

DÊ SUA OPINIÃO! Modelo de notificação extrajudicial à escola (Ideologia de gênero)


Todas as informações necessárias estão na imagem ao lado, mas não custa transcrever para facilitar o tráfego de informações:

"Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções (art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos)

"PROCESSEM POR DANO MORAL - As escolas e os professores que transmitirem ao seu filho conteúdos morais que estejam em conflito com as suas convicções"

Respeitando os direitos reprográficos segue a postagem em que você pode baixar os modelos de notificação e como fazer para processar escolas e professores que extrapolam os limites do ensino e passam à doutrinação ideológica.

PARA TER ACESSO AO MODELO, ENTREM NO SITE DO ESCOLA SEM PARTIDO pelo link abaixo:

Nota do editor:

A liberdade de consciência envolve também o direito de a família ensinar os seus filhos da forma mais adequada com as próprias convicções. Quando nós vemos exemplos mais caricatos como a Família Bolsonaro em que os quatro filhos do Jair, Carlos, Eduardo, Flávio e Renan, nenhum deles são esquerdistas, e compartilham em grande parte dos posicionamentos do pai. Se isso é adequado, ou o mais certo, vai da cabeça de cada um decidir, mas é um exemplo de que os pais têm direito a educar os filhos da forma como acha mais conveniente, sem ingerências do Estado, ou das escolas particulares.

Na verdade, a educação moral deve ser responsabilidade das famílias e por elas cobradas, com punições sérias a alunos e famílias que não cumpram com o seu papel. A falta de punição a alunos e a famílias que faz a geração sem limites.

Transcrição de um trecho da entrevista de Camille Paglia demonstrando que a relativização dos gêneros é algo que indica um declínio de uma civilização que vai acabar no caos e, então, no caos, os papéis entre homens e mulheres deverão ser novamente bem distintos por questão de sobrevivência.

Muitas vezes disseram que eu sou identificada como transgênero, não há dúvidas de que eu, desde o começo, nasci no fim dos anos 40 e cresci nos conformista anos 50, quando os papéis sexuais eram muito polarizado: uma garota era uma garota e um garoto, um garoto.

Eu não me identifiquei com meu gênero, definitivamente, tive uma grande disfunção de gênero e me vestia com roupas masculinas. O máximo que podia isso só era permitido no dia das bruxas, me fantasiar com roupas masculinas no dia das bruxas.

Mas ainda acredito que existam fundamentalmente dois sexos que são determinados biologicamente, e há uma área cinzenta no meio.

Comecei escrever sobre a androginia, a mistura dos limites entre homem e mulher na faculdade. Gostava muito do assunto, o encontrava em todo lugar. Nas obras de Shakespeare, o travestismo de Rosalind em "Como Gostais".

Quando cheguei à pós-graduação, isso foi o tema da Minha tese, o título original: "sexual Persona", eram as categorias de andrógeno, que se tornou o subtítulo de Minha tese.

Fiz pesquisa na biblioteca, fui à faculdade de medicina e pesquisei sobre biologia reprodutiva e aprendi sobre essa área cinzenta entre gêneros.

Mas é um número muito pequeno de casos, um número diminuto, está bem? Gêneros autênticos que são ambíguos. Acho que é propaganda dos transgêneros faz alegações muito inflamada sobre a multiplicidade de gêneros.

E a cirurgia de redesignação sexual, mesmo hoje, com todos os seus avanços, não pode mudar o sexo de ninguém.

Você pode se identificar como um homem trans, ou como uma mulher trans, ou como uma das novas definições, mas, por fim, toda célula do corpo humano, o DNA dessa célula segue codificado para seu nascimento biológico.

Então, muitas tiras são propagadas atualmente que acho que não é do melhor interesse de ninguém.

O que me preocupa é a popularidade e a disponibilidade da cirurgia de redesignação sexual. Alguém que não sente que pertence ao gênero biológico, as pessoas estão sendo encorajados a intervir no processo. Pais estão sendo encorajados a submeter a criança a procedimentos cirúrgicos que acredito ser uma forma de abuso infantil. Hormônios para desacelerar a puberdade, manipulações cirúrgicas etc. Acho isso errado, acho que as pessoas devem esperar até ter idade para dar consentimento. Pais não deviam fazer isso com seus filhos.

E acho que até na adolescência é cedo demais para esse salto. As pessoas mudam, as pessoas crescem e se adaptam.

Preocupa-me... E meu estudo histórico em "Sexual Persona", sempre falo sobre as fases mais avançadas de Cultura. Sempre fui atraída pelas fases mais avançadas, ou decadentes da cultura.

Oscar Wilde é um dos grandes expoentes no fim do século XIX. Ele é uma de minhas maiores influências na juventude. E descobri, em meu estudo, que a história é cíclica.

Em qualquer lugar do mundo você encontra um padrão. Em períodos antigos, que quando uma cultura começa seu declínio, você tem o surgimento de fenômenos transgênero. Isso é um sintoma do colapso de uma cultura.

Então, ao invés de as pessoas elogiarem o liberalismo humanitário que permite todas essas possibilidades transgênero aparecerem, ou serem encorajadas, eu ficaria preocupada com como a cultura ocidental está se definindo para o mundo, porque, na verdade, esse fenômeno está incentivando os irracionais e quase psicóticos inimigos da cultura ocidental na forma do Estado Islâmico e outros jihadistas. Nada define melhor a decadência do ocidente para os jihadistas do que nossa tolerância à homossexualidade aberta e essa mania transgênero.

Acho que qualquer visão de futuro... O futurismo da ficção científica do fim do século XIX e começo do século XX, normalmente projetou que homens e mulheres, no espaço distante começaram a se adaptar em gênero. Você vê isso em "Star Wars", o gênero começa a ser apagado, homens e mulheres trabalham lado a lado quase como uma máquina, algo de mecânico, fazendo desaparecer as diferenças de gênero.

Sim, cada vez mais o "masculino" é visto como algo retrógrado, algo paleolítico, algo que pertence ao passado. No entanto, sigo avisando que a possibilidade de desastre de qualquer tipo: o desastre político, guerras, fome, mas também problemas climáticos muito severos. Não o aquecimento global, cujas alegações são inflados.

Acho que a mudança climática é inerente a história da Terra e todo tipo de coisas pode acontecer com a terra: Erupções Solares inesperadas, vulcões em erupção e mandando cinzas para atmosfera. Mudar o clima tão gravemente durante décadas que a produtividade agrícola no mundo todo é afetada. Todo tipo de coisa pode acontecer, e o aviso... Se estudar a história, é previsível.

Como Roma caiu, o Ocidente também cairá. E o que nos restará? Dependeremos homens de novo, precisaremos de HOMENS.

As mulheres e crianças ficarão em casa e os homens terão de sair e caçar animais selvagens com as mãos, cortar a carne e fazer o trabalho pesado e, de repente o masculino voltará.

Então, acredito que o gênero é fluído em um respeito. Tirando isso, existem certos fatos fundamentais que a atual teoria dos gêneros se recusa a reconhecer.

A maioria dos homens tem de oito a dez vezes mais o nível de testosterona, o hormônio masculino, que qualquer mulher, está bem? Existem diferenças profundas no cérebro que surgem de banhar os tecidos nesse hormônio masculino.

Não vejo testosterona como inimigo da humanidade como tantas feministas veem. Acho que essa energia ativa e agressiva dos homens criou civilizações.

A mulher moderna se beneficiou tremendamente desses grandes sistemas que o homem criou. E nesses sistemas protetores nós tomamos o poder, temos uma voz, temos proeminência, etc., etc. Me parece muito ingrato a mulher moderna negar todo o trabalho... E o trabalho que o homem continua a fazer, o homem segue fazendo no mundo, todo o trabalho sujo com as mãos.

O trabalho sujo e sem glamour com as mãos. Sair após uma tempestade com cabos elétricos caídos porque as árvores derrubaram os cabos, desafiando a morte... Eles saem no meio da noite.

Não vejo mulheres clamando para sair no meio da noite para consertar a rede elétrica, não vejo mulher clamando para misturar o piche quente e colocar nos tetos. Ou para consertar as redes de esgoto, algo que há duas semanas, uma grande rede de esgoto se rompeu numa cidade vizinha e as pessoas que estavam lá fazendo o trabalho sujo eram todos homens, os quais nós deveríamos agradecer.

Acredito que, com a mudança das culturas, sim, existem definições distintas de homem e mulher. Em culturas mais sofistica os sexos se unem, então há um grande colapso e recomeçamos a história humana, e existe a separação dos Sexos.