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quinta-feira, 4 de julho de 2019

CASA DE CULTURA - COMUNICADO - AGENTES DE CULTURA COMUNICA A SOCIEDADE QUE AS COMEMORAÇÕES DOS 16 ANOS DA CASA SERÁ DIA 09 DE AGOSTO! LEIAM!

 Casa de Cultura "LAURO ARRUDA CÂMARA" - NOVA CRUZ/RN - Foto frontal
 Casa de Cultura - fundos para o Banco do Brasil - NOVA CRUZ/RN
Antiga Estação Ferroviária, hoje Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz/RN

Os agentes de cultura, Eduardo Vasconcelos e Teobanio Tavares, reunidos hoje (3), após uma avaliação de organização estrutural, resolveram mudar a data de aniversário dos 16 anos da CASA DE CULTURA "LAURO ARRUDA CÂMARA", que ocorreria no próximo dia 16, data de sua criação (nascimento), DECIDIRAM adiar para o dia 09 de agosto! Motivos a seguir:

O adiamento se deve ao recesso escolar, pois as mesmas só retornam suas atividades semana que vem.  Para ambos é essencial as presenças das escolas municipais, estaduais e federal nas atividades da casa, principalmente em seu aniversário. (lembrando que a Casa de Cultura foi a PRIMEIRA a ser inaugurada no estado), em 2003 pela governadora, VILMA DE FARIA e prefeito de Nova Cruz, CID ARRUDA CÂMARA!

Os agentes terão reunião com os artistas nesta quinta-feira (4), ás 19:30 na referida casa, onde darão detalhes do adiamento e a nova dinâmica que será adotada para o sucesso do aniversário e o cumprimento do calendário julho/dezembro de 2019.  Os mesmos adianta que haverá uma grande reunião após a de amanhã com os diretores de escolas, secretarias municipais de educação, assistência social e saúde, como também a 3ª DIREC/SEEC/RN, artistas culturais, entre outros segmentos, cujo objetivo é o de interagir com os diversos segmentos da sociedade para que as ações futuras possam alcançar seus objetivos junto aos que vivem e respiram cultura, e ao mesmo tempo resgatar as raízes históricas do município de Nova Cruz. Concluiu os agentes.

Camerata celebra com exibição de Dixit Dominus na TV e gravação do primeiro DVD

A Camerata Antiqua de Curitiba está em festa neste fim de semana. O grupo celebra o 45º aniversário com apresentações na Capela Santa Maria, nesta sexta (5/7) e sábado (6/7), e um grande concerto gratuito no Santuário Nossa Senhora do Guadalupe, no domingo (7/7), com transmissão ao vivo pela TV Evangelizar.
A obra Dixit Dominus, de Georg Friedrich Händel (1685-1759), será regida pelo maestro especialista em música barroca Luís Otávio Santos. As apresentações serão gravadas para o primeiro DVD da Camerata, a ser lançado em 2020.
“Com o DVD, nossa Camerata Antiqua terá um registro à altura de sua rica história”, diz o prefeito Rafael Greca.
“As apresentações levarão ao público o encanto e a emoção de belíssimas peças, como Dixit Dominus – Disse o Senhor -, de Händel, um autor muito dedicado à temática bíblica. Ganha o público”, completou o prefeito.
Dixit Dominus foi composta em homenagem à Virgem de Monte Carmelo em 1707. A peça, escrita por Händel durante uma temporada em Roma, utiliza-se do texto em latim do Salmo 110.
A Camerata Antiqua levará o mesmo programa ao Festival Internacional de Inverno de Campos de Jordão (dia 26/7) e à Sala São Paulo (27/7), na capital paulista.
Missão social
A presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Ana Cristina de Castro, destaca a missão social da atuação da Camerata.
“Mesmo estando em constante aprimoramento, seus instrumentistas e cantores, quando reunidos também na Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba e no Coro da Camerata, não se descuidam de sua missão social”, diz ela.
Concertos em setembro
Outros concertos na Igreja do Guadalupe foram adicionados à temporada 2019. Em setembro, será apresentada a peça Cantatas, de Johann Sebastian Bach (1685-1750); em novembro será a vez de Requiem, de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791); e em dezembro o Oratório Messias, de Händel.

“A orientação do prefeito Rafael Greca é marcar os 45 anos da Camerata com ações de impacto”, explica o diretor executivo do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (Icac), Marino Galvão Jr.
“Preparamos a turnê por São Paulo, a gravação de um DVD, as comemorações na Capela Santa Maria e esse grande programa de popularização da música em concertos gratuitos no Guadalupe, que serão também televisionados para todo o país”, diz Galvão.
Repertório
O repertório escolhido para as comemorações reflete o significado da data. Será executada uma obra emblemática, realizada sempre em momentos de grande relevância na história da Camerata, desde a sua fundação pelo maestro Roberto de Regina e pela cravista Ingrid Müller Seraphim.
“Nessas comemorações dos 45 anos é importante revisitar essa espécie de hino”, afirmou o maestro Luís Otávio Santos.
“Vamos apresentar uma outra visão de Dixit Dominus, pois a música barroca está em constante crescimento e descobertas.”
Próxima da original.
A versão apresentada será mais próxima da versão original do compositor Georg Friedrich Händel (1685-1759).
“Minha interpretação se baseia na partitura e no manuscrito. Tento entender a assinatura do autor e o que ele quis dizer, para interpretar da melhor forma a composição”, completa o maestro.
As cantoras Graciela Oddone (soprano) e Cecília Amancay Pastawski (mezzo soprano) vêm da Argentina para enriquecer a apresentação. O público também poderá conferir os solos do contratenor Paulo Mestre, do tenor Sidney Gomes e do barítono Cláudio de Biaggi.
História
A Camerata Antiqua de Curitiba traduz o som que celebra a cidade, tornando-se, ao longo de 45 anos de existência, um dos símbolos musicais locais.
Constituída por Coro e Orquestra, nasceu em 1974, sob a égide do talento de seus fundadores, Roberto de Regina – hoje seu maestro emérito – e a cravista Ingrid Seraphim. A proposta inicial de execução exclusiva de música barroca e renascentista vem sendo enriquecida com o acréscimo de um repertório de compositores contemporâneos nacionais e estrangeiros.
Mantida pela Fundação Cultural e administrada pelo Icac, a Camerata tem uma trajetória de conquistas e sucessos no cenário nacional e internacional. Em seu percurso, contou com o comando de músicos notáveis, como o contratenor Gerard Galloway e o violinista Paulo Bosísio, responsáveis por um longo período de orientação técnica do coro e da orquestra.
“A Camerata é um patrimônio da cidade. É a única no país que tem apoio do poder público e se mantém com nível muito alto de produção”, diz Janete Andrade, coordenadora de música do Icac.
A preocupação com as questões sociais também marca a atuação da Camerata. Os programas Música pela Vida (1990), Alimentando com Música (1993) e Concerto nas Igrejas (2002) têm estabelecido um forte vínculo socioeducativo e cultural com a comunidade curitibana.
O grupo ainda se dedica ao ensino da música.
Serviço
45 anos da Camerata Antiqua de Curitiba
Dixit Dominus de Handel
Sexta-feira (5/7), às 20h, e sábado (6/7), às 18h30, na Capela Santa Maria Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273, Centro)
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Domingo (7/7), às 16h30, Santuário Nossa Senhora de Guadalupe (Praça Senador Correia, 128, Centro)
Ingresso: grátis

Velório com samba: como o “gurufim” resgata a tradição africana

Está acontecendo um gurufim em Macapá. “Seu Malafaia do Cavaco” faleceu, e o mundo do samba segue lhe rendendo homenagens. Nas palavras de um amigo: o gurufim não para!
No velório, em Macapá, de “Seu Malafaia do Cavaco”, o gurufim levou samba aos presentes No velório, em Macapá, de “Seu Malafaia do Cavaco”, o gurufim levou samba aos presentes
Na terça-feira (25 de junho), faleceu em Macapá (AP) Dorival Santos Malafaia, com 69 anos de idade. Seu Dorival teve seguidas paradas cardíacas e chegou a ser levado para o Hospital de Emergências de Macapá, onde foi socorrido, mas acabou não resistindo.
Macapaense do Bairro do Buritizal, na zona sul, era conhecido mecânico de motores de carro, da Avenida 1º de Maio. Assim ganhava a vida e assim criou três filhos, mas sua verdadeira paixão era a música.
Autodidata, bem jovem já tocava violão quando foi apresentado ao cavaco, quando estabeleceu a parceria com esse instrumento que lhe seria tão importante na vida a ponto de compor seu nome social.
No samba, era aquilo que se conhece por “bamba”, um título informal que denota experiência, carinho e reconhecimento. Um dos fundadores da Escola de Samba Unidos do Buritizal, era um veterano, um pioneiro. Com ele, contam os mais novos, gerações e gerações de meninos foram apresentados ao mundo do ritmo de Cartola e Jamelão.
De origem africana, o gurufim é um velório feito com samba. As comunidades negras, ligadas ao samba do Rio de Janeiro e São Paulo das décadas de 50 e 60, velavam seus mortos dessa maneira: pode até ter choro e vela, mas não faltam histórias do falecido e, é claro, muito samba.
A manifestação foi perdendo força e com o tempo foi reservado somente aos mais importantes sambistas. Foi o que aconteceu, por exemplo, no velório da “madrinha do samba” Beth Carvalho, em maio, no salão nobre da sede do Botafogo, em General Severiano, Rio de Janeiro.
O Gurufim do seu Malafaia do Cavaco ocorreu na mesma noite do dia 25 e se estendeu até o dia seguinte, quando foi realizado o enterro. Mas não parou por aí. Antes mesmo da missa do 7º dia, no domingo (30) já ocorreu outro gurufim em homenagem ao sambista, na mesma Avenida 1º de Maio onde ficava sua casa e oficina. E há pelo menos mais um, marcado por outro grupo de amigos.
“As pessoas que não convivem no meio do samba não sabem o amor que quem toca samba tem. A pérola de despedida é dessa forma, homenageando quem faleceu. Seu Malafaia iria gostar muito que fosse assim” afirmou Rozivan Ramos, o “Rocky do Cavaco”, que tem 38 anos e trabalha como instrutor de auto-escola.
O gurufim do Seu Malafaia não foi organizado pela família, mas os parentes tiveram total compreensão com as homenagens que os amigos realizam. “Eles estão organizando tudo”, declarou um dos filhos do Seu Malafaia do Cavaco, Dorinaldo Malafaia, enfermeiro e gestor público.
“No dia do falecimento do meu pai, eu estava viajando a trabalho e, quando cheguei ao velório, o gurufim já estava sendo armado. Eu encaro como um ato de respeito e uma homenagem”, afirma Dorinaldo. “Tem dor da nossa parte e da deles, mas também tem a memória do meu pai que se foi – e eu tenho orgulho que ele tenha cativado tanta gente.”
Da Redação, com informações do SelesNafes.com

Casas de Cultura - RIO GRANDE DO NORTE

FJA/Informática

As Casas de Cultura
            As Casas de Cultura Popular foram pensadas para descentralizar e democratizar as ações do Estado na área da cultura. Com elas, o Estado deixa de concentrar suas ações na capital e nas maiores cidades e chega a um maior número de municípios. Sem dúvida nenhuma, elas são um equipamento cultural importante. Nossa esperança é vê-las dotadas de estrutura adequada para acolher os diversos eventos artísticos e culturais existentes nas diferentes regiões do estado do Rio Grande do Norte.

            Criadas em 2003, na gestão do escritor François Silvestre, muitas dessas casas destaca-se pela singularidade arquitetônica. Seguindo o objetivo inicial, e que se mantém até hoje, casarões históricos, sobrados neocoloniais e antigas estações de trem foram restaurados gradativamente para abrigar a programação cultural produzida espontaneamente pela sociedade civil e aquela derivada das políticas públicas planejadas pelo Governo do Estado por meio da Fundação José Augusto.

            Projeto ousado, ele antevia a existência de centros culturais em todos os municípios do estado. Isso possibilitaria a artistas, mestres populares, artesãos e a todos os produtores de bens culturais um lugar de encontro com o público. O projeto baseava-se no princípio republicano do acesso democrático à cultura, propondo transformar todas as cidades, pequenas, médias ou de grande porte, em potenciais promotoras de suas identidades artística e cultural.

            De fato, as Casas de Cultura, a depender de uma política pública consistente e de uma boa interação com a comunidade, podem transformar a cena cultural de cada cidade. Apesar da grande descontinuidade das políticas nessa área, as Casas de Cultura têm conseguido manter uma dinâmica surpreendentemente presente e criativa, com exposições de pintura, sessões de cinema, shows musicais, apresentações teatrais e formação artística.
            Com a participação das Prefeituras, de organizações não-governamentais, dos artistas, agentes culturais, produtores e demais atores sociais, as Casas de Cultura Popular têm sido o grande elo a integrar o poder público, a sociedade civil, a iniciativa privada e o mercado de bens culturais. Desse modo, agindo como elo integrador, elas contribuem para a preservação do patrimônio cultural, para a sustentabilidade da cadeia produtiva da cultura e para o desenvolvimento social e econômico da região. Ampliar e aprofundar esta missão é o grande desafio para as Casas de Cultura Popular e, consequentemente, para os seus gestores.
            Sejam bem-vindos. Para todos nós que participamos deste momento e deste desafio, é um privilégio ter a oportunidade de, em nome da cidadania e do bem comum, colaborar com a profissionalização da gestão pública estadual, dialogando com o universo da diversidade cultural. Somos todos convidados a deixar nossa “marca” na democratização da cultura do estado do Rio Grande do Norte.

Por, Aécio Cândido – Diretor Administrativo da FJA.

Clique em cada Casa de Cultura para maiores informações.


Obs. " A primeira Cada de Cultura inaugurada foi a de Nova Cruz/RN, em 16 de julho de 2003, denomina Casa de Cultura "LAURO ARRUDA CÂMARA , antiga Estação Ferroviária. No Governo de VILMA DE FARIA, governadora e CID ARRUDA CÂMARA, prefeito da Nova Cruz.

Adaptada pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, 04/07/2019.

terça-feira, 2 de julho de 2019

2019 Brasil Cultura 15 Anos!

Portal Brasil Cultura, foi fundado em 2004. Antes do Facebook, que apareceu também naquele ano, antes do Yutube que é de 2005 e muito antes do Twitter que é de 2006. Chegamos aos 15 anos agora em 2019.
No ano que completamos 15 anos de serviços ao jornalismo cultural brasileiro, nos deparamos com o retrocesso na área cultural do país.
Sabe-se que a Cultura não ocupou, até hoje, nenhuma centralidade na administração pública brasileira e, portanto, nos esforços de desenvolvimento do país. Ainda assim, a criação do MinC, em 15 de março de 1985 pelo então presidente José Sarney, significou um passo para o pensamento cultural no Brasil graças ao surgimento de uma agenda pública autônoma. Tivemos alguns avanços com Lula e Dilma e hoje, infelizmente, amanhecemos muito mais pobres.
Os novos governantes, com suas visões atrasadas, não veem que a Cultura, com os negócios que gera, tem grande potencial para ser aquela que faria o Brasil deixar de ser somente um exportador de commodities e explorar as cadeias mercadológicas que têm em seu centro a criatividade e a inovação.
Evidente que não faz sentido desmantelar o Ministério da Cultura justamente na era digital, quando a indústria de entretenimento ganha escala planetária e o Brasil tem potencial imenso, especialmente na música, no cinema e nas manifestações culturais associadas ao Turismo. O governo, contaminado por ideologia retrógada começa dando um tiro no pé não respeitando os valores e as manifestações culturais do país.
Essa gente do Fake News, das visões nas goiabeiras, da mentira, da violência e do desconhecimento não sabem que cultura tem um papel importante para a população.
A cultura tem uma grande diversidade de conceitos e significados para o conhecimento dos Brasileiros, a cultura envolve arte, crenças, hábitos, costumes, entre muitos outros. PRECISAMOS REAGIR.
A partir de agora a gestão cultural terá a cobrança de que, mesmo perdendo o status de ministério, lutaremos para que não se percam as conquistas alcançadas até aqui.
Portal Brasil Cultura sabe que a Cultura tem fundamental importância para as nossas vidas. A cultura traz para a sociedade um conhecimento e uma riqueza sem igual.
Como o jornalismo cultural engloba toda a economia, o direito, a música, as artes plásticas, o teatro, turismo, a televisão, os eventos culturais como exposições, shows, festivais, feiras, e notícias sobre as instituições que promovem a cultura como as produtoras de cinema, os estúdios, as galerias, os museus, as bibliotecas, os teatros, o Portal, assim como vem fazendo nesses últimos 15 anos, agora mais intensificadamente, denunciando e apontando os erros. Repetimos a frase: “Nós avisamos”!
Cláudio Ribeiro
Jornalista e Compositor

Decreto regulamenta novo formato para o Conselho Nacional de Política Cultural

Foi publicado na sexta-feira (28), no Diário Oficial da União, o Decreto nº 9.891/2019, que regulamenta o Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), principal órgão colegiado do Ministério da Cidadania para a formulação de políticas culturais. O novo decreto tem o objetivo de tornar o colegiado mais ágil, eficiente e eficaz. Além disso, a nova regulação busca fortalecer o Sistema Nacional de Cultura (SNC) e traz representantes dos Conselhos de Cultura dos estados e do Distrito Federal para participarem no Plenário do conselho.
Atualmente, 25 estados, o Distrito Federal e 2.652 municípios aderiram formalmente ao SNC e já constituíram ou estão constituindo seus sistemas de cultura, tendo os conselhos de cultura como componente obrigatório. Para o secretário da Diversidade Cultural da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, Gustavo Carvalho Amaral, a inserção de representantes dos conselhos de cultura no CNPC irá fortalecer a articulação federativa no colegiado.
“O novo decreto é fruto de um trabalho técnico e debate da Secretaria da Diversidade Cultural. O processo de escolha dos representantes dos conselhos de cultura passará, em primeiro lugar, pela indicação de nomes pelos respectivos conselhos. Depois, esses nomes serão levados até a plataforma do CNPC para eleição e voto pela população. Então, com essa medida, nós estamos democratizando o processo, possibilitando que a população vote naqueles que ela entende que serão representantes efetivos da cultura local”, destacou o secretário.
Nova composição
A partir de agora, o plenário, que é a instância decisória do Conselho, passa a ter 36 membros. Dez integrantes representam o Ministério da Cidadania da seguinte forma: o ministro da Cidadania, Osmar Terra, que preside o Conselho; o secretário Especial da Cultura, Henrique Pires; o secretário da Diversidade Cultural, Gustavo Carvalho Amaral; e sete representantes das secretarias do setor cultural e das entidades vinculadas que tenham atribuições culturais, como a Fundação Nacional deArtes (Funarte), a Agência Nacional do Cinema (Ancine), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), entre outros.
Ainda representando o Poder Público, terão lugar no Plenário representantes de cinco Ministérios: da Justiça e Segurança Pública; da Educação; da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; do Turismo; e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.
Os Poderes Públicos estadual, municipal e distrital terão três representantes, sendo um do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes de Cultura dos Estados; um do Fórum dos Secretários e Gestores da Cultura das Capitais e Municípios Associados; e um da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
A sociedade civil terá 18 representantes no Plenário, sendo sete de diferentes entidades e organizações culturais. Dessas entidades, três devem representar as expressões artísticas, como teatro, dança, literatura e artes visuais. As áreas de patrimônio cultural, cultura popular e artesanato, cultura indígena e cultura afro-brasileira terão um representante cada.
Os conselhos estaduais e distrital de cultura têm dez representantes no Plenário, sendo dois para cada macrorregião brasileira. Ainda integrará o Conselho por parte da sociedade civil uma personalidade com notório saber cultural, que será escolhida pelo ministro da Cidadania. Cada representante terá um suplente.
Administração e instâncias consultivas
A coordenação do CNPC é realizada pela Secretaria Executiva, função que permanecerá sendo exercida pelo Departamento do SNC da Secretaria de Diversidade Cultural (SDC) do Ministério da Cidadania. A cada ano, estão previstas três reuniões do CNPC, havendo a possibilidade de convocações extraordinárias feitas por seu presidente.
A nova estrutura do Conselho prevê as Câmaras Temáticas, cujo apoio poderá ser solicitado pelo Plenário para subsidiar suas atividades e debates em temas específicos. Cada Câmara terá, no máximo, cinco integrantes e até um ano de duração.
Para auxiliar e fornecer ainda mais informações ao CNPC, também estão previstos ambientes de debates com a sociedade. Os fóruns poderão ser presenciais ou virtuais e serão promovidos pelas secretarias e pelas entidades vinculadas ao Ministério da Cidadania de perfil cultural. As ideias e sugestões que forem tratadas nesses ambientes irão subsidiar as atividades do CNPC, por meio da proposição, da implementação e do acompanhamento de políticas públicas de cultura, até mesmo os planos setoriais.
“A nova proposição do CNPC trará uma efetiva redução de gastos para os cofres públicos. Isso permitirá que recursos que eram utilizados para organizar reuniões, sejam utilizados em projetos e editais, ou seja, nas áreas finalísticas da cultura, permitindo que chegue até a ponta e possibilitando o acesso de toda a população à efetiva prestação da cultura no Brasil”, destaca Amaral.
A seleção dos novos representantes de entidades e organizações culturais que irão compor o CNPC será feita por meio de edital no segundo semestre de 2019.
O CNPC
O CNPC está previsto na Constituição Federal (art. 216-A, § 2º, inciso II) e tem a finalidade de propor a formulação de políticas públicas, visando promover a articulação e o debate entre as esferas governamentais e a sociedade civil organizada para o desenvolvimento e o fomento das atividades culturais brasileiras. É também a instância de caráter consultivo e de gestão compartilhada do SNC.
Em 2018, visando atualizar e modernizar a estrutura, a constituição e a atuação do Conselho, foi criado um Grupo de Trabalho (GT), no âmbito do então Ministério da Cultura, para cuidar do tema e propor uma nova forma de organização e atuação. A proposta formulada pelo GT foi colocada em consulta pública por dois meses, entre 17 de dezembro de 2018 e 17 de fevereiro de 2019.
Com a publicação da Medida Provisória nº 870, de 1º de janeiro de 2019, e do Decreto 9.759, de 11 de abril de 2019, que extinguiu conselhos, comitês, comissões e órgãos colegiados federais, foram feitas adaptações na nova proposta do CNPC, a fim de garantir a sua permanência e a retomada das atividades.

Música e Trabalho: O Bonde São Januário

Em parceria com o Centro de Memória Sindical, o Prosa, Poesia e Arte publica, semanalmente, a seção Música e Trabalho. Nesta semana, apresentamos um clássico quase octogenário: o samba O Bonde São Januário (1940), de Ataulfo Alves (1909-1969) e Wilson Batista (1913-1968). Confira.
 Bonde
Em 1937, o presidente Getúlio Vargas baixou um decreto (que dura até hoje) obrigando os enredos de escolas de samba a só falarem de temas “históricos e patrióticos”. As letras de música eram censuradas pelo DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda). O exemplo mais famoso é O Bonde São Januário, de Ataulfo Alves e Wilson Batista.
A letra original exaltava a figura do “malandro” esperto, que vivia na boemia, que não era trouxa de virar operário e entrar “no bonde de São Januário” (bairro industrial) que “leva mais um otário” para trabalhar. A letra teve de ser mudada. Veja abaixo como ficou.
O Bonde São Januário
Quem trabalha
É quem tem razão
Eu digo
E não tenho medo
De errar
O Bonde São Januário
Leva mais um operário
Sou eu
Que vou trabalhar
Antigamente
Eu não tinha juízo
Mas resolvi garantir
meu futuro
Vejam vocês
Sou feliz
vivo muito bem
A boemia
Não dá camisa
A ninguém
É, vivo bem
[Composição: Ataulfo Alves e Wilson Batista (940) / Intérprete: Cyro Monteiro]

Estamos em Julho de 2019

Julho é o sétimo mês do ano no Calendário gregoriano, tendo a duração de 31 dias. Julho deve o seu nome ao Cônsul e ditador romano Júlio César sendo antes chamado Quintilis em latim, dado que era o quinto mês do Calendário Romano, que começava em março. Também recebeu esse nome por ser o mês em que César nasceu.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

EDUARDO VASCONCELOS-CPC/RN REUNIR-SE COM DIRETOR DA 3ª DIREC/NOVACRUZ/SEEC/RN, PROFESSOR, MARCELO SILVA

 
Eduardo Vasconcelos - CPC/RN e Marcelo Silva - 3ª DIREC-SEEC-RN

 Hoje (1) a tarde Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN esteve em reunião com o Diretor Geral da 3ª DIREC/SEEC/RN, Marcelo Silva, cuja pauta administrativamente, onde Eduardo entregou ofício com demandas do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, visando os próximos eventos do CPC/RN, previsto para o resto deste ano , como "A RODA DE CONVERSA: COMO ANDA CULTURA BRASILEIRA e CAMPUS DA UERN e UFRN, JÁ!", que ocorrerá no IFRN no mês de agosto.

Após um longo debate sobre a conjuntura atual, Eduardo Vasconcelos ao nobre diretor, que em dezembro o CPC completará 10 anos e a instituição DIREC, estará sendo uma das homenageada, bem como outras instituições como o IFRN, UFRN, UERN, SINDICATOS, POLÍTICOS E A SOCIEDADE EM GERAL, aqueles que sempre estiveram ao lado do CPC/RN e que proporcionaram avanços nas áreas de educação e cultura, como também o lado social.

Marcelo Silva se prontificou a ajudar dentro dos limites da instituição, reconhecendo a luta do CPC/RN e aos dos seus militantes.

No final ambos foram fotografados pela nosso querido amigo, ADRIANO.

Educação é a área com maior desaprovação no governo Bolsonaro

Índice dos que desaprovam passou de 44% para 54% de abril a junho. Governo, no entanto, não parece preocupado em arrefecer o mal-estar.

A educação é a área que a sociedade mais desaprova no governo Bolsonaro, segundo pesquisa CNI/Ibopedivulgada na quinta-feira 27. O índice de desaprovação passou de 44% para 54% de abril a junho.
Os ataques do governo à educação podem ser o grande pano de fundo para a inflação da taxa. Em abril, o ministro Abraham Weintraub anunciou a polêmica decisão de cortar o orçamento das universidades UnB, UFF e UFBA, por terem desempenho acadêmico aquém do esperado e promoverem ‘balbúrdia’. As reações negativas à declaração levaram à expansão do contingenciamento orçamentário de 30% para todas as universidades e institutos federais, que seguem alertando para as dificuldades de manterem as atividades caso a situação não seja revertida.

UFBA e Unifesp

Na quarta-feira 26, a Universidade Federal da Bahia informou por meio de nota que, entre os dias 8 de julho a 2 de agosto, período de recesso entre os semestres letivos, vai funcionar em horário especial, das 7h30 às 13h30, como forma de economizar taxas de água e luz, por exemplo.
A decisão, segundo a universidade, é de caráter emergencial, uma vez que mais da metade do orçamento da universidade encontra-se indisponível. “Trinta por cento estão bloqueados – o crédito está indisponível no sistema orçamentário federal – e 22% estão contingenciados – o crédito está previsto, mas sem data para ser liberado pelo Ministério da Educação”, afirma a UFBA em nota.
A publicação ainda afirma que ficam de fora do horário restrito a matrícula presencial dos alunos de graduação e pós-graduação, que acontecerão normalmente de 22 a 26 de julho; os laboratórios que realizam pesquisas e serviços essenciais, a prestação de serviços de tecnologia da informação e o restaurante universitário, que não vai deixar de atender os estudantes.
A Unifesp também se pronunciou no último dia 18 de junho sobre a sua situação diante do corte orçamentário. A nota garante que o bloqueio está mantido e que, embora tenha ocorrido um desbloqueio para atender a uma ordem judicial expedida pela justiça de Salvador, a contestação por parte da Advocacia-Geral da União (AGU) e a revogação pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região e fez com que os recursos fixassem novamente indisponíveis.
O comunicado, assinado pela pró-reitoria da universidade, afirma que as atividades podem ser interrompidasa partir do segundo semestre, caso o orçamento não seja desbloqueado e se não forem descontingenciados os limites de empenho.

Enquanto isso…

O governo não parece se preocupar em arrefecer a tensão junto a educadores, profissionais de educação e estudantes que, inclusive, já protagonizaram duas manifestações e uma greve geral contra a atual gestão. A começar pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, que abusa de tiradas e chavões em suas redes sociais e parece cada vez mais disposto a relativizar as críticas à sua pasta e polarizá-las com as gestões petistas anteriores.
Na última publicação, aliás, Weintraub entrou em um tema que vai para além dos limites do MEC. Se posicionou sobre o caso do militar que foi detido por suspeita de tráfico de drogas na Espanha por transportar 39kg de cocaína em um avião da FAB (Força Aérea Brasileira), que integrava a comitiva do presidente Bolsonaro, com uma dose extra de falta de bom senso.

“No passado o avião presidencial já transportou drogas em maior quantidade. Alguém sabe o peso do Lula ou da Dilma?”, escreveu o ministro em seu Twitter. A postagem inflamou as redes sociais que não economizaram em críticas ao gestor. Incomodado, o ministro voltou a se pronunciar nesta sexta-feira, dizendo que a sua conta no Twitter é pessoal e que, caso as pessoas queiram informações institucionais, que procurem as redes do próprio ministério.
Saliento alguns pontos (apenas para uma minoria que ainda não percebeu): esse é meu Twitter, caso queiram informação institucional, sigam o do MEC; ninguém é obrigado a me seguir ou ver o que escrevo, tem o link do MEC para isso; tenho vida fora do trabalho;
13 mil pessoas estão falando sobre isso
O PT, claro, não foi esquecido nas publicações.
Mais pontos a reforçar: Sou bem humorado, porém, não faço piada com dinheiro suado do pagador de impostos; Não estou aqui para ganhar dinheiro ou arrumar emprego em faculdade privada com a qual interagir como ministro; estou aqui para arrumar o "belo trabalho que o PT fez";
9.887 pessoas estão falando sobre isso
Mais uma vez, Weintraub não convenceu e uma chuva de reações aos novos posts já pode ser vista.
Saliento alguns pontos (apenas para uma minoria que ainda não percebeu): esse é meu Twitter, caso queiram informação institucional, sigam o do MEC; ninguém é obrigado a me seguir ou ver o que escrevo, tem o link do MEC para isso; tenho vida fora do trabalho;
Você deveria saber que um ministro exerce o cargo 24 horas por dia, 7 dias por semana. Se você não é capaz disso, saia. Se você não é capaz de "perder" a piada, não seja um homem público. O Brasil precisa de gente séria, vocacionada e comprometida. Não de piadistas ruins.
Veja outros Tweets de Daniel Cara
Abraham Weintraub ñ está à altura do cargo. Ele se comporta como um moleque. Será acionado judicialmente pelas injúrias lançadas contra Dilma Rousseff e Lula. Vamos pedir ainda à Comissão de Ética da Presidência da República que avalie a sua conduta.
4.273 pessoas estão falando sobre isso

Abraham Weintraub não sabe a diferença entre 500 mil e 500 milhões. Não tem a menor ideia do que faz na cadeira de ministro da Educação. Deve se achar engraçado, como Bolsonaro deve se achar inteligente. E usa prestígio de Lula e Dilma para aparecer. Um pobre coitado de dar dó.
1.928 pessoas estão falando sobre isso



Fonte: Revista Fórum