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sábado, 17 de agosto de 2019

PRESIDENTE DO CPC/RN REUNIU-SE COM AS/OS CANTORES/AS JULIANA GOMES E DIEGO RAMOS - ASSUNTO: GRAVAÇÃO DE UM FUTURO CD!

Eduardo Vasconcelos - centro, entre os/as cantores/as, Juliana Gomes e Diego Ramos

Hoje (17) a tarde no alpendre da Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz/RN, o o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, também Agente de Cultura, se reuniu com a cantora e compositora, Juliana Gomes e o também cantor e compositor, Diego Ramos de Oliveira, ambos com um futuro promissor artístico para tratar da possibilidade das instituições mencionadas em parceria com a Fundação José Augusto - FJA produzirem um CD.

Para Eduardo os mesmos se juntarão com outros dois artistas, Juliana Soares e Samarone para juntos em futuro bem próxima possam finalmente gravarem este CD.  O primeiro passo já foi dado, agora é unir-se para discutirem o projeto e finalmente conseguirem gravar.

Eduardo Vasconcelos, disse que este é o objetivo das instituições procurar oferecer este apoio para que este sonho possa a vir ser realizado. Vamos acreditar, disse Eduardo.

Já Diego Ramos e Juliana Gomes disseram que a ainda é ótima e chega em boa hora. Vamos unir-se aos outros colegas, SAMARONE LIMA e JULIANA SOARES e quem sabe este sonho se realizem. Concluíram.

Desigualdade sobe, e pobreza chega a 23,3 milhões de pessoas

Fila em busca de emprego no Rio. Foto: Fabiano Rocha / Fabiano Rocha
Renda do trabalho dos jovens encolhe 17% entre 2014 e 2019, mostra estudo do economista Marcelo Neri, da FGV Social.

FUNDAÇÃO JOSÉ AUGUSTO: Nota de pesar para o jornalista Carlos de Souza

A Direção da Fundação José Augusto lamenta profundamente a morte precoce do jornalista e escritor areiabranquense, Carlos de Souza, 60, falecido na madrugada de ontem, (16). Ele lutava há alguns meses contra um câncer. "Carlão" como é conhecido pelos amigos, foi editor na FJA, no caderno "O Galo", em 2016 e um de seus livros "Cidade dos Reis" também foi editado pela FJA. Além de ter escrito livros de poesia e ficção, tais como: "Crônicas da Banalidade", "Cachorro Magro"; "É tudo fogo de palha" e "Urbi", Carlos de Souza foi editor de importantes jornais do Estado como Tribuna do Norte e Diário de Natal, e trabalhou em campanhas políticas. Foi por um período professor substituto na UFRN e tinha Mestrado em Educação.

Crédito da foto: Tribuna do Norte

Paraty e Ilha Grande agora são patrimônios da humanidade

A cidade de Paraty, no litoral sul fluminense, recebe a 12ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que este ano homenageia Millôr Fernandes. (30/07/2014) foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil
Paraty - RJ - Foto do Google
A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) decidiu hoje (5) inscrever Paraty e Ilha Grande, no sul do Estado do Rio de Janeiro, como patrimônio mundial da humanidade.
O sítio inclui o centro histórico de Paraty e as reservas de Mata Atlântica da região da Baía da Ilha Grande, como a Serra da Bocaina e a própria Ilha Grande.
Esse é o primeiro sítio de patrimônio misto do Brasil, ou seja, que inclui bens culturais e naturais. Dos mais de mil patrimônios mundiais, apenas 39 locais, em 31 países, são sítios mistos.
Paraty e Ilha Grande se juntam a outros 21 patrimônios mundiais da humanidade brasileiros, dos quais sete são naturais e 14 são culturais.
A lista de patrimônios do país inclui Ouro Preto (MG), Olinda (PE), São Luís (MA), Cidade de Goiás (GO) e Salvador (BA), o Plano Piloto de Brasília, o Pantanal, as ilhas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas, o Parque Nacional do Iguaçu (PR), as Paisagens Cariocas (RJ) e o Cais do Valongo (RJ).
Fonte: Portal BRASIL CULTURA

VOCÊ SABIA QUE O DIA 25/07 É CELEBRADO O DIA DA MULHER LATINA E CARIBENHA? NÃO? ENTÃO LEIA ESTA MATÉRIA! Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha

Tereza de Benguela, a rainha do Quilombo de Quariterê 

Tereza de Benguela, a rainha do Quilombo de Quariterê - Foto do Google
O Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha é celebrado dia 25 de julho. Nessa mesma data, também é comemorado o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.
Em 1992, um grupo de mulheres negras oriundas dos países da América Latina reuniu-se em Santo Domingos, na República Dominicana, para a realização do primeiro Encontro de Mulheres Negras Latinas e Caribenhas.
Ali discutiram problemas que afetam a todas as mulheres em geral, como machismo, formação educacional e profissional, maternidade.
No entanto, também trataram de questões específicas, como o racismo,preconceito e a situação de inferioridade que se encontram em relação às mulheres brancas.
A fim de chamar a atenção para esta problemática, a data de 25 de julho ficou estabelecida como o Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha.
Em 2014, de acordo com a Lei Nº 12.987, de 2 de junho, 25 de julho foi instituído o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.

Quem foi Tereza de Benguela?

Tereza de Benguela (?-1170) liderou o Quilombo de Quaritetê, no Mato Grosso, após a morte do seu marido. Tereza instituiu normas para o funcionamento do quilombo e liderou a luta contra os portugueses. Em 1770 foi assassinada.

A história da América Latina foi embranquecida quando foi escrita, mas sobram exemplos de mulheres negras lutadoras que deixaram sua marca no tempo em que viveram. Eis alguns exemplos:

  • María del Tránsito Sorroza (séc. XVII) – parteira, foi libertada em 1646 devido a sua competência profissional. Equador.
  • Tereza de Banguela (?-1770) – rainha do Quilombo de Quariterê. Brasil.
  • Cécile Fatiman (1791-?) – sacerdotisa vodu e ativista política. Haiti.
  • María Remedios del Valle (1776-1847) – capitã do exército. Argentina.
  • Victoria de Santa Cruz (1922-2014) – poeta, coreógrafa, desenhadora. Peru.
  • Epsy Campbell (1963) – vice-presidente da Costa Rica, desde 1º de abril de 2018. Costa Rica.
  • Gloria Rodríguez (1964) – 1.ª deputada negra no Uruguai.
  • Ely Meléndez – economista, consultora do BID, ativista feminista. Honduras.
  • Sandra Abd’Allah-Alvarez Ramírez (1973) – escritora e ensaísta. Cuba.
  • Dilia Palacios (1977) – ativista política. Guatemala.
  • Carolina Indriago (1980) – primeira miss Venezuela morena, apresentadora e modelo. Venezuela.
  • Mercedes Argudin Pacheco – feminista. Chile.
  • Betty Garcés (1986) – soprano. Colômbia.
Fonte: Portal BRASIL CULTURA

A genialidade musical de Jacob do Bandolim faz falta há 50 anos


Além de manifestações em defesa da educação pública e da democracia, esta terça-feira (13) marcou os 50 anos da morte corporal do músico Jacob do Bandolim. Corporal porque a obra de todo grande artista é imortal, o que de certa forma o mantém vivo.

Por Marcos Aurélio Ruy*
“Jacob tornou-se um bem patrimonial que, feito mangueira frondosa, atirou suas ramas para além dos quintais brasileiros”, diz Hermínio Bello de Carvalho “Jacob tornou-se um bem patrimonial que, feito mangueira frondosa, atirou suas ramas para além dos quintais brasileiros”, diz Hermínio Bello de Carvalho
“Jacob do Bandolim era o trovão. Onde ele estivesse, o espaço era totalmente ocupado pela sua voz ou pelo seu olhar ou pela sua música. Seu bandolim encantado inundava nossas vidas através dos saraus na generosa casa de Jacarepaguá (bairro onde ele residia no Rio de Janeiro)”, diz Turíbio Santos, um dos principais violonistas brasileiros.
O músico autodidata está eternizado também na música homenagem feita por seu filho Sérgio Bittencourt, Naquela Mesa, um lamento pela perda precoce do pai aos 51 anos, mas que também mostra a importância de um pai presente na vida e na educação dos filhos:
“Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã.
E nos seus olhos era tanto brilho,
Que mais que seu filho, eu fiquei seu fã”
Importante lembrar da obra dele que dedicou a vida à sua arte e elevou o patamar do choro (gênero musical e instrumental genuinamente brasileiro, nascido no século 19) com sua dedicação e qualidade incontestes. Principalmente porque a mídia comercial do Brasil ignora toda expressão artística que não tem potencial de gerar altos lucros rapidamente.
Constatação feita pelas poucas homenagens pela passagem de seu centenário em 2018. Ficam no imaginário de quem ama a música clássicos do choro de sua autoria como Vibrações, Doce de Coco, Noites Cariocas, Assanhado e Receita de Samba. Em 1964, criou o também importante conjunto de choro Época de Ouro.
Para o jornalista e escritor João Máximo, “Jacob era, no mínimo, dois: o músico extraordinário, perfeccionista, obsessivo pesquisador de sons, compositor e líder, defensor do choro, do samba, da valsa, desde que música brasileira, e o homem sisudo, franco, veemente na defesa de seus pontos de vista e, com frequência, mal-humorado. É mais do que defensável a tese de que o melhor Jacob – o sentimental, o lírico, o enlevado virtuoso que tocava, de modo muito próprio, com o instrumento colado ao peito – era mesmo o do bandolim”.
Ele se apresentou pela primeira vez na Rádio Guanabara, no Rio de Janeiro, como amador, em 1933, com o conjunto Sereno, formado por amigos, quando ainda tocava violão. Vale lembrar que nos anos 1930/1940 o cenário da comunicação era dominado pela “Era do Rádio”, ainda não havia televisão e as programações das emissoras existentes davam espaço para a música, inclusive instrumental, e para os artistas brasileiros, grandes nomes da música popular surgiram nessa época.
Ele adotou o bandolim como seu instrumento para manifestar a sua arte, em 1934, mesmo ano em que assinou o primeiro contrato profissional com a Rádio Guanabara. Nunca mais abandonou a música, mesmo trabalhando como funcionário público.
“Jacob tornou-se um bem patrimonial que, feito mangueira frondosa, atirou suas ramas para além dos quintais brasileiros. Fecundou sementes por esse mundão afora”, diz Hermínio Bello de Carvalho, compositor e produtor musical.
Segundo Carvalho, o músico transformava tudo o que tocava, “era assim: um Pixinguinha ou Anacleto, um Tom Jobim ou Nazareísta ganhavam nova identidade por meio da sonoridade e das inflexões que seu mágico bandolim imprimia àquilo tudo que ele tocava – e tocar tem, aí, um sentido mágico, sublime, divinal”.
O primeiro disco solo de Jacob só seria lançado em 1947, com o seu choro, Treme-treme e a valsa Glória, de Bonfiglio de Oliveira, acompanhado por um grupo de músicos que com ele tocava nas rádios e que ficou registrado no rótulo do disco como sendo César e seu conjunto.
“Jacob era um homem sério e muito exigente. Era daquele tipo de antigamente: um olhar bastava para manifestar a sua contrariedade. Um olhar, por exemplo, num dos músicos do seu conjunto por causa de um erro qualquer era mais violento do que qualquer espinafração”, revela o crítico e pesquisador musical, Sérgio Cabral.
Inevitável registrar a importância desse talento da música popular brasileira para se contrapor aos tempos de rancor e ódio que o país atravessa na segunda década do século 21. Nada como a boa arte para nos lembrar de nossa humanidade e Jacob do Bandolim nos remete ao melhor do que podemos ser.
“Com todas as virtudes, fraquezas, defeitos e rastros de luz que certos homens, que ainda escrevemos com “agá” maiúsculo, souberam ou sabem ser. E homem com H maiúsculo, para mim é Gênio. Tenho certeza e assumo: não sou nada, porque, de fato, não preciso ser. Me basta ter a certeza inabalável de que nasci do Amor, da Loucura, da Irrealidade e da Lucidez de um Gênio”, acentua Sérgio Bittencourt.
* Marcos Aurélio Ruy é jornalista

Racismo impediu reconhecimento internacional de Rondon como explorador

 Marechal Rondon - Fotos Google
Não foi só a enorme admiração por Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958) que levou o jornalista americano Larry Rohter a preparar uma biografia do marechal. Rohter foi correspondente no Brasil pela revista Newsweek e depois pelo jornal The New York Times. Ao atuar neste último veículo, ele se tornou mais conhecido do público local. Em 2004, quase foi expulso do país ao publicar reportagem sobre o consumo de álcool do então presidente Lula.
Por Naief Haddad
Nestes 14 anos em que viveu no Brasil, Rohter se aproximou de familiares da sua mulher, Clotilde, nascida aqui, e fez amigos no País. “Pensei no livro como um presente para eles, um modo de dizer: ‘O Brasil foi capaz de gerar um homem da estatura de Rondon. Então nem tudo está perdido’”, diz Rohter em tom bem-humorado.
De fato, esse mato-grossense de vida longa (quase 93 anos) colecionou proezas fascinantes, como demonstra Rondon, a recém-lançada biografia. Ao longo de mais de 20 expedições pelo norte do País nas primeiras décadas do século 20, ele redesenhou o mapa da Amazônia. Não teria desempenho tão notável como cartógrafo e engenheiro sem resistência física e disciplina. Depois de formado na Escola Militar, no Rio, percorreu mais de 40 mil km a pé, a cavalo, no lombo de mulas, em canoas.
Foi ainda pesquisador. A Comissão de Linhas Telegráficas Estratégicas de Mato Grosso ao Amazonas, que ficou conhecida como Comissão Rondon, publicou mais de cem artigos científicos, com temas que variavam de botânica a meteorologia. Descendente de indígenas, fundou em 1910 o SPI (Serviço de Proteção aos Índios), entidade comandada por ele nos anos seguintes.
Ao contrário do “índio bom é índio morto”, celebrado pelos desbravadores dos EUA do século 19, Rondon deixou outra frase como herança: “Morrer se preciso for, matar nunca”. No poema Pranto Geral dos Índios, Carlos Drummond de Andrade se referiu a ele como o “militar suave”.
Durante fase inicial da Comissão Rondon, como relata Rohter, uma flecha atirada por um nhambiquara atingiu o peito do militar. Só não o feriu porque ficou cravada na bandoleira, a correia de couro onde ele prendia a arma. Além de não reagir, Rondon impediu que seus homens atacassem os índios.
O jornalista evita, porém, tratar Rondon como homem de conduta irretocável. Lembra, por exemplo, os castigos severos do oficial aos seus soldados indisciplinados – puniu-os mais de uma vez com golpes de chicote ou vara.
Mais famosa no exterior do que a Comissão Rondon foi a Expedição Científica Roosevelt-Rondon, liderada pelo brasileiro e pelo ex-presidente dos EUA Theodore Roosevelt (1858-1919). Ao longo de dois meses, entre fevereiro e abril de 1913, eles percorreram os mais de 1.400 km do rio da Dúvida (mais tarde rebatizado como rio Roosevelt), que até então não tinha sido mapeado. Concluíram que se tratava do maior afluente do rio Madeira.
Boa parte das informações inéditas ou pouco conhecidas trazidas pela biografia estão nesses capítulos dedicados à expedição. Dezenas de livros já descreveram essa aventura, mas quase todos se basearam apenas nos relatos em inglês de Roosevelt e dos naturalistas que o acompanharam. Além dessas fontes, Rohter recorreu aos diários, relatórios e entrevistas de Rondon e depoimentos de integrantes da equipe dele.
Dessas visitas a novos baús, sai engrandecida a figura do médico José Antônio Cajazeira, o dr. Cajazeira, pouco mencionado nas obras anteriores. Roosevelt machucou a perna durante a viagem e, nos dias seguintes, o ferimento resultou numa infecção. Não bastasse isso, os ataques de malária e as doenças estomacais deixaram o ex-presidente americano sem força. Foi Cajazeira quem cuidou de Roosevelt. Num povoado de seringueiros, operou a perna dele, sem anestesia. Não fosse o médico baiano, crê o autor, o político americano teria morrido.
Ainda durante a viagem, o canoeiro Julio matou um colega após um desentendimento. Roosevelt quis a pena de morte. Tomando como base as leis brasileiras, Rondon defendeu que o assassino fosse preso. Como Julio se embrenhou pelo mato, não houve nem uma punição nem outra. “Esse episódio mostra o abismo cultural entre brasileiros e americanos em relação à Justiça”, afirma Rohter. O embate diante do crime já tinha sido relatado em outras obras, mas aparece na nova biografia com mais nuances.
O autor revela dois objetivos com o livro. Com a versão em inglês, que será publicada no ano que vem, pretende tirar Rondon das notas de rodapé dos tradicionais livros sobre os maiores exploradores da história. Roosevelt até que tentou ressaltar a importância e a coragem de Rondon em conferências realizadas em entidades de exploradores e geógrafos na Europa e nos EUA, mas obteve pouco sucesso.
“A ideia de um intelectual cientista indígena não cabia nos conceitos da época [início do século 20]. Houve, basicamente, racismo”, afirma o jornalista americano. O autor também aponta a inconsistência das críticas direcionadas a Rondon por famosos desbravadores europeus, como Percy Fawcett. O explorador inglês, aliás, é tratado por Rohter como um “grande impostor”.
Com a edição para o público brasileiro, o objetivo do autor é outro. Ele quer apresentar Rondon além da visão unidimensional do desbravador do sertão e defensor dos índios, o que já não seria pouco. “Ele também foi um hábil operador político, liderou a campanha pela criação do Parque Nacional do Xingu e se empenhou para evitar que o país entrasse na Segunda Guerra aliado aos nazistas. Seu lugar na história do Brasil deve ser redimensionado”, diz o biógrafo.
Rondon é a terceira obra de Rohter em que o Brasil ocupa espaço central – as anteriores foram Deu no New York Times (2008) e Brasil em Alta (2012). Nenhuma havia lhe tomado tanto tempo quanto a biografia. O jornalista dedicou quatro anos, em tempo integral, às pesquisas e à redação do novo livro.
A quarta obra a respeito do país está a caminho. O jornalista prepara uma ficção que tem como ponto de partida a Batalha dos Guararapes, em 1648 e 1649. Ele imagina uma outra história do país a partir de uma questão: e se os holandeses tivessem derrotado os defensores do Império Português nos confrontos em Pernambuco? “Vou postular a existência de dois Brasis, um ao lado do outro. Um Brasil português e um holandês.”
Folha de S.Paulo

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

ALUNOS DO TURNO VESPERTINO DA ESCOLA MUNICIPAL PEREIRA MATOS VISITARAM HOJE (16) A CASA DE CULTURA LAURO ARRUDA CÂMARA - NOVA CRUZ-RN

 Após visita a Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz/RN, alunos da Escola Municipal Pereira Matos pousam para fotos.
Alunos viajam no passado na busca de conhecimentos memoráveis

Hoje (16) a tarde a Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz/RN, recebeu a visita de dezenas de alunos da Escola Municipal Francisco Pereira Matos. Os alunos como sempre estavam acompanhados pelos seus professores.

Através de fotos e quadros que retrata um pouco da história de Nova Cruz pode-se entender que é de fundamental importância que esses alunos aprende e muito sobre o passado e o presente de sua cidade.

A ideia das escolas vem dando certo, pois não deixa de ser uma viagem ao passado "sem pagar" passagem, adquirindo mais conhecimentos sobre sua cidade natal. Resumiu, Eduardo Vasconcelos, agente de cultura da casa.

Parabenizamos todas as escolas que visitaram este mês a casa de cultura e esperamos que mais e mais escolas venha conhecer um pouco da história de NOVA CRUZ, através do acervo que a casa tem. 

Nossos agradecimentos ao corpo discente e docente da escola e seus funcionários pela visita.

ALUNOS DO TURNO MATUTINO DA ESCOLA MUNICIPAL FCO PEREIRA MATOS VISITAM A CASA DE CULTURA

 Após visita a Casa de Cultura alunos, professores e o agente de cultura, Eduardo Vasconcelos posam para as fotos.
 Prof. João Maria Campos da E.M.FRANCISCO P. MATOS e o Agente de Cultura, Eduardo Vasconcelos falam aos alunos a importância de conhecer um pouco da história de NOVA CRUZ

Hoje (16) pela manhã o Gestor da Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz, Eduardo Vasconcelos recepcionou dezenas de estudantes e professores da Escola Municipal FRANCISCO PEREIRA MATOS do turno diurno, onde aos poucos, juntamente com o professor e sindicalista, João Maria Campos foram expondo a importância da "Estação de Trem", hoje a casa de cultura a importância que a estação teve e que hoje a casa de cultura tem para com a cidade e sua população.

São aulas de história, juntando um pouco do passado e o hoje! Disse, Eduardo Vasconcelos.

Para Eduardo a casa aos pouco vem normalizando seus atendimentos ao poucos, mas já da grandes passos para isso.

A casa normalmente abre pela manhã das 8h. as 11h. e a tarde das 14h. a 17h.  Podem ligar no número (84) 98805 6338 e marque um horário agendado para sua escolas, equipe e individual.

Nossos agradecimentos a todos da Escola Municipal FRANCISCO PEREIRA MATOS pela visita e que outras escolas façam o mesmo, pois oferecer oportunidade aos alunados momentos de conhecimento na busca das origens e nascimento de sua cidade natal, estarão contribuindo para o fortalecimento da história, vida e renascimento da cultura local. Concluiu, Eduardo Vasconcelos.

Fotos: Sandro - funcionário da casa.


quinta-feira, 15 de agosto de 2019

AGENTE DE CULTURA E PRESIDENTE DO CPC/RN, EDUARDO VASCONCELOS ENTREGOU HOJE CERTIFICADOS AO GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO

Membros do Grupo de Capoeira CORDÃO DE OURO de Nova Cruz/RN, após entrega dos certificados entregues pelo Agente de Cultura da Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz/RN, Eduardo Vasconcelos.

Hoje (15) a noite o Agente de Cultura, Eduardo Vasconcelos esteve no ensaio do Grupo de Capoeira "Cordão de Ouro" - Nova Cruz para entregar os CERTIFICADOS pela participação dos mesmos na Festa de Aniversário dos 16 anos da Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz/RN, ocorrido nos dias 08 e 09 de agosto.

Eduardo aproveitou o ensaio do grupo hoje na Casa para agradecer a participação dos mesmo e entregou os certificados.

Eduardo em nome da casa de cultura prometeu procurar meios para ajudá-los no que for possível para que o grupo se destaque no cenário cultural potiguar e o Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN com também a própria casa de cultura não medirá esforços para ajudá-los na medida do possível para que eles continuem sempre unidos em torno da capoeira, herança dos nossos irmãos negros africanos.

Todos agradeceram a Casa de Cultura pelo reconhecimento e pelo apoio, haja vista que os mesmos treinam na própria casa, fazendo com que a mesma os abracem de forma que todos se fortaleçam na defesa da cultura local.

ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL PEREIRA MATOS VISITAM A CASA DE CULTURA DE NOVA CRUZ/RN

Alunos e professoras da Escola Municipal Pereira Matos e Agente de Cultura pousam para fotos
 Agente de Cultura, Eduardo dá detalhes dos quadros e sua importância para a cidade
 Alunos da Escola Municipal Pereira Matos - Nova Cruz/RN ouvindo atentamente as explicações do Agente de Cultura, Eduardo Vasconcelos sobre as obras e imagens que retrata um pouco da cidade e antiga estação ferroviária
Eduardo Vasconcelos, Agente de Cultura explicando aos alunos a importância dos objetos antigos exposto na casa, como cofre, telefones, rádio, máquina de custura, entre outros objetivos.
Hoje (15), o Agente de Cultura, Eduardo Vasconcelos recepcionou alunos e professoras da Escola Municipal FRANCISCO PEREIRA MATOS, que vieram conhecer um pouco da história da antiga Estação de Trem de Nova Cruz, hoje Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara".

Eduardo ia mostrando fotos, quadros e objetos antigos e ao mesmo tempo explicando sua importância do prédio e objetivo, como quadros e fotos que retratam um passado histórico de Nova Cruz.

Alunos e professores escutavam atentamente a narração do agente de cultura e em seguida faziam suas perguntas.

No final todos agradeceram e prometeram voltarem mais vezes, inclusive Eduardo Vasconcelos os convidaram para que em outra oportunidade os mesmos retornassem um outro dia para assistirem filmes, que serão exibidos pela casa com direito a pipoca e guaraná.

A gurizada adorou a proposta. 

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Aprovada na Câmara, MP da “liberdade econômica” corta mais direitos trabalhistas

Deputados após a votação da MP da "liberdade econômica" (Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

Aprovada na Câmara, MP da “liberdade econômica” corta mais direitos trabalhistas.

Por Redação  

Sob a alcunha publicitária de “liberdade econômica”, a Medida Provisória 881 proposta pelo governo Jair Bolsonaro, que teve o texto-base aprovado na noite desta terça-feira (13) na Câmara, promove uma nova reforma nos já surrados direitos trabalhistas, que com as alterações já feitas por Michel Temer resultaram no aumento do índice de desemprego.

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Mesmo com a retirada de algumas das propostas governistas, o texto foi aprovado com o corte do pagamento em dobro para o trabalho aos domingos, que com a MP poderão ser escalonados em 1 folga a cada quatro trabalhados.

O ponto, que garante a comprovação das horas-extras, agora só é obrigatória para empresas com mais de 20 funcionários – antes a regra valia para empresas com pelo menos dez trabalhadores.

O ponto também pode ser dispensando caso aja acordo coletivo com o empregador. Assim, o trabalhador só vai registrar hora extra, atraso, folga, férias e falta. Na jornada regular, chega ao posto de trabalho e sai sem fazer nenhuma comprovação.

Veja também:  Desfigurada por Bolsonaro, comissão cancela entrega de atestado de óbito de pai do presidente da OAB
A MP ainda beneficiou o setor bancário, que poderá abrir as agências aos sábados.

Empresas
O texto aprovado pela Câmara ainda libera empresas de “baixo risco” a operarem sem licença prévia dos órgãos fiscalizadores. A definição de baixo risco contempla, por exemplo, depósito e o armazenamento de produtos não explosivos.

A nova lei, que segue o trâmite para votação de destaques na Câmara antes de ir ao Senado, ainda permite que as empresas funcionem em qualquer horário ou dia da semana, incluindo feriados, desde que sejam observadas normas ambientais, trabalhistas e de vizinhança.

O texto-base foi aprovado por 345 votos a favor, 76 contrários e uma abstenção, em sessão que teve início às 18h50 e durou quatro horas.


Fonte: Revista Fórum

Camerata de Vozes se apresenta em Areia Branca e Serra do Mel

A Camerata de Vozes do RN, grupo coral mantido pelo Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, realiza duas apresentações especiais nesta quinta (15) e sexta-feira (16) nos municípios de Areia Branca e Serra do Mel.

O coro, regido pelo monsenhor Pedro Ferreira integra a programação da Festa de Nossa Senhora dos Navegantes na quinta (15) a partir das 18h30 no Centro Juvenil Dom Bosco, após o encerramento da missa realizada pela Paroquia Nossa Senhora da Conceição. O evento terá ainda a participação da Banda da Policia Militar do RN.

Na sexta-feira (16) a partir das 10h o coral realiza um concerto beneficente na Fazenda Esperança, em Serra do Mel, quando serão doadas cestas básicas aos pacientes internados na instituição que cuida da recuperação de dependentes químicos.

Nestas apresentações a Camerata de Vozes do RN interpreta as peças “Ave Maria de Saint Saens, “Stabat Mater” “O Salaturais”, “Ride on King Jesus”, “ Tolite Hostia”, “Relegratti”, “Magnificat”, “A Maré Encheu/Praieira, Muié Rendeira”, “Floresta” “Baião”, “Tem Gato na Tuba” e “Hear my  Prayer”.

Fonte: http://www.cultura.rn.gov.br

Governo lança microcrédito Pró-Cultura

FJA/Moisés de Lima
O Governo do RN lançou, nesta quinta-feira (8), o Microcrédito do Empreendedor Pró-Cultura, nova linha de crédito disponibilizada pela Agência de Fomento do Rio Grande do Norte (AGN), que oferecerá, inicialmente, R$ 1 milhão como apoio financeiro a projetos da cadeia produtiva do setor.

“Esta é mais uma ação que mostra o esforço que estamos tendo em promover a cultura e o artesanato, sobretudo, neste momento de crise que traz uma série de restrições orçamentárias e limita a capacidade do Estado de investir. É assim que deve agir um governo que tem compromisso e sensibilidade: o Governo está disponibilizando R$ 1 milhão a juros zero e sem tantas burocracias para que os artistas possam fortalecer suas atividades bem como a cadeia produtiva da cultura e do artesanato”, destacou a governadora Fátima Bezerra na solenidade de lançamento, realizada na governadoria com gestores da Fundação José Augusto (FJA) e da AGN.

O Pró-Cultura é destinado a microempreendedores individuais (MEIs) e Micro e Pequenas Empresas (MPE’s) que desenvolvam suas atividades no RN. Nos financiamentos concedidos, são financiáveis o capital de giro e investimentos que visem à implantação ou ampliação de negócios, como aquisições de equipamentos, de matéria prima ou locação de estúdios. Serão concedidos créditos de até R$ 10 mil com custo zero para os beneficiários que pagarem as parcelas em dia e, em caso de atraso, os juros serão de 1,5% para investimento e 1,7% para capital de giro. Os recursos podem ser adquiridos a partir da garantia oferecida com o aval de terceiros ou o aval solidário.

Presente no lançamento, dona Maria do Carmo Porfírio, 63 anos de idade, produz há 40 anos artesanato em cerâmica, arte que atravessa gerações na família. Ela explicou que trabalha no município de São José de Mipibu junto com duas filhas em um ateliê simples, apenas com um torno, sendo todo trabalho feito de forma manual. “Vamos solicitar o crédito para aplicar na compra de uma máquina que passe o barro, pois eu estou sem trabalhar por conta do esforço que faz no braço. Preciso de uma máquina para poder dar produção do barro e eu tenho certeza que com ela vou fazer muita coisa e ter mais renda. Há muito tempo que estou atrás de uma máquina dessa e agora vou conseguir, se Deus quiser”, alegrou-se.

“Esta era uma reivindicação que já tínhamos levado à Caixa Econômica e ao Banco do Nordeste, por exemplo, e não tivemos sucesso, mas agora a AGN vai fazer acontecer”, disse o diretor da FJA, Crispiniano Neto. “As pessoas não olham para os artistas como empreendedores, mas elas precisam de máquinas, violão, um computador para trabalhar. Essa iniciativa é uma grande vitória que está sendo registrada hoje”, completou.

“Estamos atendendo a demanda do que chamamos de economia criativa, que envolve não somente os artistas, mas os artesãos também. A cultura movimenta nosso PIB, e é por meio dela que vamos movimentar a economia local de todos os municípios do RN”, acrescentou Márcia Maia, diretora presidente da AGN.

MARCHA DAS MARGARIDAS "Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres", reafirmam Margaridas durante ato de abertura

FOTO: César Ramos
Depois de dias de viagem, de Sessão Solene na Câmara dos Deputados e de atividades durante toda a tarde desta terça-feira (13), as Margaridas ainda tiveram bastante energia para acompanhar e fortalecer a abertura oficial da Marcha das Margaridas 2019 nesta noite.

Milhares de Margaridas de todo o País e de outros 26 países já estão no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília, e a grande maioria ainda está na estrada rumo a capital federal para a "grande marcha" nesta quarta-feira (14).
 
Foto: Janes P. Souza 

A secretária de Mulheres da CONTAG e coordenadora geral da Marcha das Margaridas, Mazé Morais, destacou em sua fala o caminhar até a realização da sexta edição da maior ação de mulheres da América Latina. "Não foi fácil para nenhuma de nós chegar até aqui, o que faz desse momento grandioso. E é com essa emoção que quero saudar com muita alegria todas as Margaridas dos quatro cantos do nosso país e do mundo".

Mazé também destacou o porquê da luta das Margaridas. "O projeto de Brasil pelo qual lutamos é feminista e agroecológico, e que se coloca contra ao sistema capitalista, sexista, racista, que reproduz profundas desigualdades no Brasil e no mundo e tem se aprofundado na atual conjuntura diante de um governo da extrema direita que se apoia num modelo econômico neoliberal e de valores conservadores", ressaltou.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG), Aristides Santos, destacou o protagonismo das mulheres do campo, da floresta e das águas e exaltou a importância da Marcha. Santos também convocou todas para o grande ato desta quarta.

Uma das representantes da delegação internacional, a presidente da União Internacional dos Trabalhadores em Alimentação e Agricultura (Uita), Sue  Longlei, disse estar honrada de participar da Marcha e apresentou a Uita e o seu trabalho a todas as Margaridas.

Sônia Guajajara, da Apib, representou as mulheres indígenas. Destacou as dificuldades enfrentadas pelos povos indígenas, principalmente as mulheres indígenas.
Foto> divulgação

Também compuseram a mesa a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, as deputadas federais, Talíria e Erika Kokay, a representante do Fórum Rural Mundial, Laura Lourenço, a secretária de Mulheres da CTB,
Celina Alves Areia, a secretária de Mulheres da CUT, Juneia Martins Batista, representantes do Campo Unitário e MIQCB em nome das organizações parceiras.

No encerramento, as milhares de Margaridas reafirmaram: "Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!"

FONTE: Assessoria de Comunicação CONTAG - Verônica Tozzi

STRAF DE NOVA CRUZ/RN ENVIOU UM NÚMERO SIGNIFICATIVO DE DELEGADOS/AS, ENTRE ELES O SEU PRESIDENTE, EDMILSON GOMES DA SILVA E DANIELE, TESOUREIRA, ALÉM DE ASSOCIADOS, POR ENTENDER QUE A FORÇA E A UNIÃO NESTE MOMENTO DIFÍCIL QUE PASSA OS TRABALHADORES BRASILEIROS E EM ESPECIAL O HOMEM DO CAMPO COM PERDAS CONSTANTES DE DIREITOS MOSTREM AO MUNDO E AO BRASIL QUE É PRECISO LUTAR PARA NÃO MORRERMOS NA HISTÓRIA DA VIDA. OS BRASILEIROS ABRAÇA ESTA LUTA E ESTÃO COM OS MILHÕES DE AGRICULTORES QUE SOFRE E PERDEM COM A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA.  Portanto o STRAF JUNTA-SE A CONTAG E FETARN PARA BARRAR O AVANÇO DE GOVERNO INIMIGO DOS TRABALHADORES BRASILEIROS.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

MPB só as melhores - Top 100 Músicas Mais Tocadas MPB 2019 - "PRA QUEM AMA MUSICA DE VERDADE!" - EDUARDO VASCONCELOS

Nova Cruz - RN- cidade minha infância - 2019 CENTENÁRIO ! CPC/RN

Aniversário de Nova Cruz RN - DEZEMBRO DE 2019 - CENTENÁRIO

Memoria da Estrada de Ferro Natal-Nova Cruz-RN - " HOJE CASA DE CULTURA - FUNDADA EM 16 DE JULHO DE 2003 - 16 ANOS DE RESISTÊNCIA!" - PARABÉNS! EDUARDO VASCONCELOS-CPC-RN

ESTAÇÃO FÉRREA DE NOVA CRUZ - HOJE CASA DE CULTURA "PALÁCIO LAURO ARRUDA CÂMARA" - NOVA CRUZ-RN

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ANTES.....
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...HOJE!
A Estação Ferroviária de Nova Cruz foi inaugurada em 10/04/1883.   Era o entroncamento das linhas Natal a NovaCruz com a Estação Ferroviária Conde D'Eu em Recife. Em 1901 passou a ser administrada pela Great Western do Brasil-GWB. Em 1939 houve a separação da linha potiguar que passou a ser administrada pela Estação Ferroviária Central do RN da GWB. Em 1950, com a formação da Rede Ferroviária do Nordeste-RFNe, houve a sua absorção pela Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima-RFFSA. 

Com o nome de uma de suas subsidiárias da RFNe, ela passou a controlar tudo. Embora com o nome de Estação Ferroviária Sampaio Correia até 1957, a Estação Ferroviária de Nova Cruz foi mantida por alguns anos até ser desativada na década de 1990.

Estação Ferroviária Natal and Nova Cruz Railway Company: 1883 a 1902.

Great Western do Brasil: 1902 a 1939
Estação Ferroviária Sampaio Correia: 1939 a 1957
Rede Ferroviária do Nordeste: 1957 a 1975 
Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima: 1975 -desativada em 1999
A Rede Ferroviária Federal foi extinta em 22 de janeiro de 2007.
E em 16 de julho de 2003 passou-se a funcionar a Casa de Cultura Popular - "Palácio Lauro Arruda Câmara".
Informações coletada por Ilvaíta Maria Costa
Fonte: Site Estações da Ferroviárias do Brasil