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segunda-feira, 13 de abril de 2020

Um quarto dos mortos do coronavírus no Brasil está fora dos grupos de risco; cinco vezes mais que na Espanha

(Foto: Reuters | Secom)
O perfil da disseminação do coronavírus no Brasil está apresentando uma inesperada aceleração das mortes de pessoas fora dos grupos de risco nos últimos 15 dias. Um quarto (25%) dos mortos no país devido à epidemia são pessoas com menos de 60 anos e sem comorbidades que agravam os sintomas. A proporção de pessoas abaixo dos 60 anos de idade que morreram é mais de cinco vezes maior que a registrada na Espanha. Isso liquida de vez com toda a tese de Jair Bolsonaro sobre o combate à pandemia
247 - Um levantamento realizado pelo jornal O Globo com base nos dados oficiais do Ministério da Saúde indica um perfil inédito e alarmante da disseminação do coronavírus no Brasil: uma inesperada aceleração das mortes de pessoas fora dos grupos de risco nos últimos 15 dias. Nada menos que um quarto (25%) dos mortos no país devido à epidemia são pessoas com menos de 60 anos e sem comorbidades que agravam os sintomas. Isso liquida de vez com toda a tese de Jair Bolsonaro sobre o combate à pandemia
Até o dia 27 de março, apenas 11% dos óbitos foram entre pessoas com menos de 60 anos, e somente 15% das vítimas fatais não apresentavam comorbidades. Agora, porém, esses índices aumentaram — 25% das mortes ocorrem entre pessoas com menos de 60 anos, e 26% dos óbitos foram em pacientes sem registro de doenças preexistentes, como diabetes, cardiopatias e pneumopatias.
O Brasil está apresentando um padrão diferente de países como a Espanha, o segundo com maior número de mortes — quase 170 mil, atrás apenas dos EUA. No Brasil, a proporção de pessoas abaixo dos 60 anos de idade que morreram pela Covid-19 é mais de cinco vezes maior que a registrada na Espanha (4,6%). Segundo o boletim mais recente do Ministério da Saúde, neste domingo, o Brasil tem até agora 22.169 pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus, e 1.223 óbitos. O balanço de sábado contabilizava 20.727 contaminações e 1.124 mortes.Com base na premissa de que a doença é mais perigosa para idosos e pessoas com comorbidades, Bolsonaro e empresários bolsonarista têm defendido a estratégia conhecida como isolamento vertical, na qual apenas as pessoas consideradas dentro de um grupo de risco seriam submetidas ao isolamento social. O Ministério da Saúde, no entanto, vem defendendo que ainda não é hora de relaxar as medidas de isolamento para todos os que podem ficar em casa.
Os números estão causando enorme preocupação nas autoridades de saúde do país. O secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Jurandi Frutuoso diz que o aumento das mortes entre pessoas fora dos grupos de risco no Brasil mostra que isolamento vertical defendido por Bolsonaro é despropositado: “Se você tem um número cada vez maior de jovens e pessoas saudáveis morrendo da doença, não faz sentido falar em isolar grupo de risco”
Para o professor do Departamento de Epidemiologia da USP, Eliseu Alves Waldman, o início da epidemia entre os pobres é que está mudando o perfil da doença no país: “O coronavírus pode se expandir muito nessa região (nas periferias), porque as condições de moradia são mais frágeis. As casas são pequenas, e há várias dividindo o mesmo dormitório”
A italiana Marta Giovanetti, professora visitante da Fiocruz, afirma que a estratégia bolsonarista de exposição das pessoas ao vírus levará ao caos: “Algumas pessoas podem ter pensado que valeria a pena expor a população que não pertence à zona de risco e levá-las ao trabalho, mas sabemos que elas também podem ser vulneráveis. Todos estão sujeitos ao contágio, e pode haver uma procura em massa do SUS, o que vai gerar em seu colapso”.
Fonte: Brasil 247

Com Bolsonaro, o ano de 2020 ainda não começou para o audiovisual. "A Cultura Resistirá!" - Eduardo Vasconcelos - CPC/RN".



(a video camera from the days before CCD sensors, containing a glass videcon tube to create a video imagem)
Algumas fontes chegam a falar em 600 projetos de filmes e séries interrompidos desde o início do governo Bolsonaro

Existem hoje mais de 400 projetos de filmes e séries parados em todo o País, segundo estimativas do setor audiovisual. Algumas fontes chegam a falar em 600 trabalhos interrompidos desde o início do governo Jair Bolsonaro. Esses projetos aguardam a liberação de recursos, já aprovados, vindos de diversos mecanismos de fomento, incluindo o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), o maior deles, que alimenta a atividade com quase R$ 750 milhões por ano.
A Agência Nacional do Cinema (Ancine), responsável por autorizar o uso dos valores, não comenta o assunto. Mas o engarrafamento é resultado de um 2019 que pode ser considerado o período mais conturbado que a área viveu nas duas últimas décadas.
Os motivos foram muitos: a Secretaria do Audiovisual, por exemplo, teve três responsáveis ao longo do ano – e neste momento está acéfala. Órgãos consultivos do segmento, o Conselho Superior de Cinema e o Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual demoraram a ter suas composições definidas pelo governo.
Não bastasse, a Ancine chegou a parar durante um mês, em abril, após divergências com o Tribunal de Contas da União, e teve seu então diretor-presidente, Christian de Castro, afastado por ordem da Justiça. Para não se limitar às más notícias, ao menos a diretoria colegiada da Agência foi recomposta, mesmo que interinamente, após meses com três de suas quatro cadeiras vagas.
Para Mariza Leão, produtora da franquia De Pernas pro Ar e uma das centenas que aguardam liberação de recursos, se 2019 fosse um filme ele seria Apertem os cintos… O piloto sumiu, a famosa sátira dos anos 80 em que um passageiro é obrigado a assumir a direção do voo após toda a tripulação sucumbir à comida estragada. “O ano de 2019 foi um avião parado na pista. Nem taxiar taxiou”, diz a produtora. “O dinheiro existe, mas a quantidade de técnicos na Ancine é insuficiente para processar as demandas.”
“Perdemos muito tempo em 2019 tentando evitar o desmonte, convencendo o governo de que geramos renda, emprego, imposto”, lembra Leonardo Edde, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (Sicav). No ano passado, a Ancine assinou 660 contratos – mas todos referentes a anos fiscais anteriores. Eles somaram R$ 526 milhões, o segundo aporte mais expressivo da série histórica do FSA. Também foram publicados os resultados de editais que contemplaram 334 projetos com mais de R$ 272 milhões.
Para o dinheiro deste ano sair, é preciso destravar pendências urgentes, mas que parecem uma novela. O Plano Anual de Investimento 2019, que garante os recursos para 2020, foi aprovado em dezembro, também com atraso. Para garantir a liberação desses recursos, porém, o Comitê Gestor tem de detalhar as linhas de crédito do FSA. Ele define, por exemplo, que tipos de editais serão abertos e quanto cada um ofertará.
Mas, para que haja uma nova reunião do Comitê Gestor, é necessário que a Secretaria Especial da Cultura (SEC) tenha sua chefia nomeada – o que ainda não ocorreu, apesar de a atriz Regina Duarte ter dito “sim” ao “pedido de casamento” de Bolsonaro.
Também depende da SEC a definição do secretário do Audiovisual. O cineasta André Sturm chegou a ser indicado por Roberto Alvim e aceitou o convite, mas, segundo ele, os papéis só ficaram prontos em 16 de janeiro, um dia antes de o secretário citar um discurso nazista e ser exonerado.
Outra novela é a definição sobre a Lei do Audiovisual e o Recine, mecanismos importantes para que verbas além do FSA circulem. A esperada renovação deles até 2024 foi vetada por Bolsonaro, mas o Congresso tem até 3 de março para analisar o veto e eventualmente reverter a decisão.
É por meio da Lei do Audiovisual que pessoas físicas e empresas podem deduzir do imposto devido valores que financiam a produção de filmes e séries. Esse “fomento indireto” alcançou nos últimos anos a média de R$ 90 milhões por exercício fiscal. Já o Recine visa incentivar a expansão e a modernização do parque cinematográfico, garantindo isenção fiscal para compra de bens, máquinas e equipamentos destinados à construção de novas salas. Em 2019, a isenção aprovada foi de aproximadamente R$ 25 milhões, segundo informações oficiais da Ancine.
Há entraves também na distribuição. “Os filmes viajam para festival internacional, ganham prêmio, passam em festivais do Brasil, mas depois não conseguimos avançar. E, quando um longa vai para a gaveta por conta de atraso no recurso, ele perde potencial de bilheteria, o público esfria”, diz Letícia Friedrich, diretora geral da Boulevard Filmes. É o caso de Açúcar, que foi exibido no Festival do Rio de 2017, mas só chegou aos cinemas só no mês passado, após quase um ano e meio para receber a verba de comercialização do FSA.
A indefinição preocupa também empresas grandes. Diretor-geral de uma das maiores distribuidoras do país, a Downtown Filmes, Bruno Wainer diz ter projetos garantidos apenas até 2021. “A partir de 2022, só se a máquina voltar a funcionar.”
Felipe Lopes, da Vitrine Filmes, distribuidora de Bacurau, conta que tem nove projetos lançados que ainda não receberam o dinheiro do fundo. “Existe um medo grande de uma hora a conta não fechar mais”, afirma. O receio é compartilhado por produtores e distribuidores que, do ponto de vista do fomento, já encaram o primeiro semestre como perdido. Por isso, buscam alternativas, como o streaming e o mercado internacional.
A sensação de tempo perdido não é mera impressão. Segundo Vera Zaverucha, ex-diretora da Ancine, leva-se em média um ano para a contratação de um projeto junto ao FSA, devido à minuciosa verificação de documentos (análise complementar), condição para os recursos serem liberados.
“Aquilo que foi construído ao longo de mais de 20 anos de política audiovisual ininterrupta continua produzindo resultados”, diz Manoel Rangel, ex-diretor presidente da Ancine. “Agora, vemos um quadro preocupante, porque décadas de esforço estão sendo deixadas para trás – um luxo a que um país como o nosso não pode se dar.”
Com informações do O Globo
Portal BRASIL CULTURA (publicado em 18/02/2020).

A biblioteca pública contra a racionalidade neoliberal - "Parabéns a todos/as que representam a nossa Biblioteca Nacional...VOCÊS SÃO RESISTÊNCIA!" - Eduardo Vasconcelos-CPC/RN

 Imagens - Biblioteca Nacional - BN
Bibliotecas públicas sobrevivem às crises porque, apesar de todos os ruídos e intempéries que elas sofrem em sua gestão, nos conceitos equivocados que as norteiam e das decisões políticas desastrosas, elas permanecem de portas abertas
Quanto mais a onda, reacionária conservadora se alastra, mais as bibliotecas públicas se apresentam como um dos espaços de respiro da sociedade. E não é pelo papel missionário e beletrista que está enraizado no senso comum mais canhestro, nem pelo caráter meritório da leitura como salvação de qualquer coisa.
A biblioteca pública se sustenta como um lugar de possibilidades, de produção de conhecimento e como parte importante da esfera pública. Esse introito pode ser idealista ou paradoxal, mas algumas convicções me aproximam dele.
As bibliotecas públicas sobrevivem às crises porque, apesar de todos os ruídos e intempéries que elas sofrem em sua gestão, nos conceitos equivocados que as norteiam e das decisões políticas desastrosas, elas permanecem de portas abertas ao público em geral. A porta aberta é seu principal ativo, o não impedimento e a não discriminação são as suas ferramentas mais poderosas.
Manter a porta aberta de um espaço público esses tempos de restrições, cortes e exceções, não é pouca coisa, e é exatamente sobre a luta para manter as portas que quero falar aqui.
O espaço público de porta aberta é uma antítese em tempos da racionalidade neoliberal.
Promover a desmoralização do espaço aberto e gratuito (fruto dos impostos) é o canto de salmos dos filhotes de Milton Friedman espalhados nos organismos governamentais e nas instituições decisivas para formação da média de opiniões.
A biblioteca pública é o espaço que acolhe quem, de forma consciente ou não, resiste a se adaptar a lógica dos espaços privados, ou de frequentar aqueles que são fruto do poder destruidor da privatização da vida.
É certo que o presente ataque dessa racionalidade neoliberal encontra acolhimento e identidade no conservadorismo que direciona os caminhos da biblioteca pública há décadas, e que produz as principais mazelas que dificultam e impedem a sua abertura diária.
É importante discorrer, ainda que brevemente, sobre esse conservadorismo histórico que impera na média das gestões de biblioteca pública, antes de falar da sua inacreditável potência e das formidáveis possibilidades que apresentam um equipamento aberto ao público, nesse ano de 2020 das privatizações e das portas fechadas.
Uma pesquisa recente feita pelo Instituto Gallup nos EUA, apontou a biblioteca como o espaço cultural mais frequentado, seguida pelo cinema. Essa informação não é meramente ilustrativa, tem que ser olhada de forma aguda, sobretudo em tempos de exacerbação do acesso via digital (que é em parte atendido pelas bibliotecas públicas) e pela desqualificação do conhecimento e o anti-intelectualismo (combatidos silenciosamente e com muita dificuldade por todas as bibliotecas públicas possíveis).
A pesquisa citada revela que a dimensão pública da informação e da construção do conhecimento não é um dado anacrônico como alguns entusiastas da privatização querem alardear.
Antes de tudo, é preciso ter a consciência que quando falamos em biblioteca pública, estamos falando de uma grande variedade de bibliotecas públicas, que possuem perfis e históricos diversos, e que enfrentam diferentes contextos que constroem ou desconstroem seus horizontes. Cada cidade, dentro de cada estado possui bibliotecas públicas dos mais variados tons, que na maioria das vezes enfrentam barreiras materiais e imateriais em comum, que impedem o seu uso diversificado e democrático.
Eu estou falando de gente mal preparada no atendimento, burocracia excessiva para os usos, acervos inacessíveis, mediações inexistentes, ausência de política de formação de acervo, espaços improvisados e inadequados, etc. O fruto de décadas de projetos interrompidos ou apenas imaginados, da ausência de políticas públicas, de desastrosas intervenções “especializadas”, prepotentes e centralizadas, que não ouvem e não são ouvidas, modificando tudo para deixar tudo do mesmo jeito ou pior.
Décadas de precariedade, de improviso e das ausências que justificam a paralisação. Não deve haver idealismo ingênuo, nem o discurso suicida do “fazemos muito com muito pouco”, biblioteca precisa de recursos, de política pública específica e de publicização ágil e honesta dos serviços existentes.
No entanto, os maiores impedimentos não são justificados por essas barreiras visíveis no cotidiano ou nessas ausências gritantes, há uma força muito pior e devastadora, e ela reside no conservadorismo oculto e sorrateiro que nem sempre se apresenta como tal, que se finge de morto, muitas vezes se apresenta como moderno e inovador, mas se sustenta na inação, na censura, na resistência às mudanças como instrumento de controle e manutenção de poder, de conservar o que está morrendo diariamente.
São essas malditas filigranas reacionárias, que muitas vezes se unem à falta de projeto, ao investimento insuficiente e ao orçamento incerto e, escondidas na pretensa prudência, na pretensa sensatez ou no pretenso rigor moral, geram ou alimentam a maioria dos anacronismos e dos impedimentos descritos acima.
Ora, eu comecei de forma otimista o texto quanto à biblioteca pública e fiquei enganchado nas mazelas? Me propus a escrever um texto falando das qualidades da biblioteca pública e me escondi na choradeira e no pessimismo? Pelo contrário, o que inspira mais otimismo e esperança numa biblioteca pública, é que, apesar de todos esses problemas descritos, e de tantos outros que foram esquecidos nesse texto, ela ainda perdura e se apresenta como um lugar de múltiplas possibilidades e potencialidades de se confeccionar o comum, de promover encontros e de facilitar a construção coletiva do conhecimento e principalmente, resiste aos constantes ataques conservadores.
Há uns meses, conversava com um camarada de trajetórias profissionais e militantes, sobre escolhas na vida pessoal, política e profissional e me ative por alguns minutos a falar das minhas próprias escolhas. Biblioteca pública, políticas públicas, espaços públicos, construção do comum, trabalho coletivo, compartilhamento de espaços e lugares. Por alguns segundos, me abstrai da conversa e fiquei pensando sobre em qual outro lugar eu poderia ao menos desejar estar naquele momento, a biblioteca se fixou como a principal referência. Se foi um acidente ou uma escolha, não vou perder tempo em tentar saber, o fato é que estou.
É importante estabelecer que não penso na biblioteca pública como um espaço isolado, refratário à lógica de destruição neoliberal, como um ente mitológico que vence o fogo do dragão da destruição do que é público. Antes, penso a biblioteca como um lugar vivo, ai sim se destacando de mero espaço, a ser cuidado e reivindicado pela população como espaço de direito, de acesso à leitura e à informação, à fruição e ao compartilhamento. O peso dado à escola pública, aos espaços da saúde pública, é o mesmo que deve ser dado à biblioteca pública, dada à complementaridade e ao dialogo que idealmente essas instituições deveriam estabelecer de maneira permanente.
É preciso dizer com firmeza para aqueles que por ignorância, prepotência ou projeto, entendem  a biblioteca pública como uma instituição anacrônica, que elas seguem vivas e atuantes, que elas existem e resistem ao pretensamente novo e ao velho que as ataca de fora e muitas vezes de dentro de suas esferas. O bibliotecário das públicas não é missionário, nem redentor, é sobretudo um agente político, naquilo que a política tem de mais necessário à sociedade, como um atuante da pólis.
Nesse momento de avanço da súcia neoliberal é mais do que necessário citar trechos de uma conferência que a jornalista e ativista, Naomi Klein realizou em 2003 na Associação Canadense de Bibliotecas chamada ” Por que ser um bibliotecário radical”:
“Quando olho para esta sala, vejo pessoas que representam valores que são distintamente diferentes daqueles que atualmente governam o mundo, são eles:
– o conhecimento (o conhecimento em oposição à mera coleta de informações).
– espaço público (em oposição à mera coleta de informações).
– o compartilhamento (ao contrário da compra e venda).
Ser bibliotecário hoje significa ser mais que um arquivista, mais que um pesquisador, mais que um educador – significa ser um guardião dos valores em conflito do conhecimento, espaço público e compartilhamento que animam sua profissão”.
Parafraseando Naomi, é o momento perfeito para os bibliotecários de biblioteca pública radicais, que radicalizem o que é público, que radicalizem o que é compartilhado, que radicalizem a construção do comum, para fazer frente ao avanço da violência que se traduz se em ignorância, obscurantismo e ataques à ciência e ao conhecimento, mas principalmente, para fazer entender que principalmente nesse contexto, radical é o reverso de extremista.
Fonte: Opera Mundi
C/ Biblioteca Nacional

Dia 13 de abril – o dia do jovem."Parabéns aos nossos jovens brasileiros, vocês são o presente e nosso futuro!" - Eduardo Vasconcelos-CPC/RN".



A juventude, segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas, é a fase que acontece entre os quinze e vinte e quatro anos de idade, onde o jovem começa a apresentar sinais de maturidade diante da vida.
Nesse período, ocorrem algumas decisões que ficam para a vida toda, como a escolha da profissão, por exemplo. Além disso, as primeiras experiências profissionais, sexuais, o primeiro voto, sair da casa dos pais, dentre outras decisões, irão delimitar o futuro no mesmo.
Os jovens representam mais de um terço da população mundial, o que indica mais esperança de um mundo melhor.
Estudar, namorar, passear, se divertir deve fazer parte da vida dos jovens, pois esses precisam da convivência dos grupos para se integrar de forma correta à sociedade.
O jovem vai, aos poucos, se tornando uma pessoa mais responsável, mais segura de seus atos, tendo inclusive responsabilidades civis pelos mesmos. Se for uma pessoa de bem, responsável, é aceita pela sociedade. Se for uma pessoa rebelde, irresponsável, que não respeita os direitos dos outros e infringe as leis, será punida por isso.
Muitos jovens não têm oportunidades diante da vida, como estudar, ter uma casa e uma família, e se tornam discriminados socialmente. Ficam marginalizados, presos sob as dependências de oportunidades oferecidas pelos governantes, o que não acontece para todos.
Porém, segundo a Constituição Brasileira, todos os jovens têm o direito de receber do Estado: saúde, educação, moradia, oportunidade de trabalho, etc. Dessa forma, vemos que os governantes não cumprem com suas responsabilidades, prejudicando o futuro de muitos jovens.


É importante cobrar dos mesmos os direitos que estão garantidos pela Constituição Federal do país, pois dessa forma os jovens terão melhores oportunidades para suas vidas.
Fonte: Portal BRASIL CULTURA

domingo, 12 de abril de 2020

PELA REVOGAÇÃO DA EMENDA CONSTITUCIONAL N° 95

Por Lorrayne Caroline Martins
A informação é uma ferramenta fundamental para disseminar conhecimento e, em tempos de pandemia, é importantíssimo compartilharmos competências e experiências que possam ajudar profissionais de saúde dentro desse cenário caótico, visto isso alguns pontos são necessários para que possamos superar essa crise e propor maior segurança aos Brasileiros nesse momento.

Na atual conjuntura, do novo Coronavírus (COVID-19), defendemos a imediata revogação da Emenda Constitucional (EC) N° 95, aprovada pelo congresso nacional em 2016 e popularmente conhecida como “EC da morte”, trazendo deste modo um grande atraso aos investimentos públicos, pois coloca um teto de gastos nas despesas, em áreas primordiais, incluído a saúde, em que essas medidas que perdurará até o ano de 2036.

A mesma já traz um prejuízo de mais de 20 bilhões de reais no SUS, isso só nos últimos dois anos. O cálculo de previsão é de que se a EC, continuar vigente até 2036 esse número chegue em 400 bilhões de perda em investimentos sociais, 20 mil mortes e 124 mil hospitalizações na infância, com base em um estudo elaborado pela Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento (Cofin) do CNS. O que é gravíssimo, se encontra aqui um projeto ultraneoliberal e genocida à população.

Outro ponto de grande necessidade para revogação da emenda é que o aumento populacional não para, é dinâmico em nosso país, assim também como a transição demográfica populacional, tendo como fator o aumento da expectativa de vida (maior número de idosos), o que mudará totalmente a linha de gestão para investimentos. Demandando assim novas políticas públicas, no qual esses cortes orçamentários deverão repercutir futuramente nos indicadores de saúde e na curva crescente dos custos de saúde, representando várias ameaças e sucateamento no sistema único de saúde.

Outra questão são os recursos emergenciais requeridos nesse momento, que poderia servir de financiamento às instituições de pesquisa relacionada às epidemias e seus aspectos, entrando na linha de investimento (QUE NÃO HÁ), a curto e médio prazo, para aqueles com projetos na área de saúde pública. Mas na contramão da falta de valorização desse setor, de pesquisa, ciência e tecnologia, temos que importar diversos insumos e produtos de outros países. Já faltam recursos nas campanhas de vacinação, testagem em massa para o vírus, na fiscalização de alimentos em bares e restaurantes, na realização de transplantes e diversos outros serviços.

Em tempos essa emenda irá começar a prejudicar não somente a qualidade da assistência em saúde, mais como também o processo de formação destes profissionais e dos que ainda se formarão, onde muitos são dependentes de bolsas da pós-graduação e residências médicas e multiprofissionais, que permitem prosseguir em uma linha de especialização. Quando o governo permitiu que os investimentos em saúde fossem congelados, afetou também diretamente estes programas que irão se vê sem recursos para dar continuidade e de quebra as perspectivas profissionais de muitos que embora as bolsas ainda sejam escassas e insuficientes, ainda é uma grande oportunidade para a inserção na vida profissional em especial de estudantes recém-formados que vêm de diversas realidades de vida e comumente de uma realidade de vulnerabilidade socioeconômica.

Outro fato agravante, é que sentimos o total desrespeito à nossa constituição de 1988, que resguarda os nossos direitos de acesso à saúde integral e universal para toda população. O que na prática, tem sido muito diferente, pois fortalecer o Sistema Único de Saúde é deve do Estado, um direito constitucional de todos brasileiros.

O panorama é que a conta da crise não pode ser mais vidas nesse momento, é necessário exigir do Estado condições mínimas e adequadas para esse enfrentamento, é nosso direito ter acesso integral, isonômico e universal a saúde pública, pois a falta de financiamento suficiente coloca em risco a vida de milhares de brasileiros/as, que não tem como pagar essa conta. Defendemos dentro disso um conjunto de políticas sociais, econômicas, de ações emergências, como a revogação via judiciário, que considere essa emenda inconstitucional perante o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal), e assim assegure o direito à vida.

Por conta disso a nossa defesa segue pela seguridade social e pela vida das pessoas, e não por LUCROS acima de qualquer coisa. Vamos lembrar que saúde não é mercadoria, resista conosco nessa rede de comunicação, que seja por um projeto de sociedade alinhado com os interesses daqueles (as) que precisam desse sistema de saúde para sobreviver!

Fonte: UJS Nacional

Por que taxar ricões é uma das soluções para a crise do coronavírus e a desigualdade de renda? A gente te explica

Lideranças incluem Dilma Rousseff e os ex-presidentes Rafael Correa (Equador), Fernando Lugo (Paraguai), Ernesto Samper (Colombia) e José Luis Zapatero (Espanha).
Lideranças políticas, artistas, acadêmicos, jornalistas e ativistas da América Latina, por meio do Centro Estratégico Latino-Americano de Geopolítica (CELAG), lançaram um documento reivindicando o abono da dívida dos países latino-americanos com organismos de crédito internacionais em razão do surto do novo coronavírus.
“Não podemos exigir que os países adotem políticas de saúde pública eficazes para lidar com a atual pandemia e, ao mesmo tempo, pretender que continuem cumprindo com suas obrigações da dívida”, afirma o manifesto. “Não podemos exigir que implementem políticas econômicas que compensem os danos dessa catástrofe, enquanto devem continuar pagando seus credores”.
Entre os signatários estão a ex-presidenta Dilma Rousseff e os ex-presidentes Rafael Correa (Equador), Fernando Lugo (Paraguai), Ernesto Samper (Colombia) e José Luis Zapatero (Espanha).
Um dos debates realizados entre as lideranças foi feito de forma aberta e virtual por meio de um conversatorio on-line organizado pelo Centro Estratégico Latinoamericano de Geopolítica. A instituição tem colaborado na articulação de poderes e incidência política para adesão do manifesto, recolhendo um milhão de assinaturas.
Fonte: Mídia Ninja

6 motivos para os estudantes apoiarem a taxação de grandes fortunas

Por que taxar ricões é uma das soluções para a crise do coronavírus e a desigualdade de renda? A gente te explica!

Como forma de arrecadar mais dinheiro para combater a pandemia do coronavírus e garantir a vida e o emprego dos brasileiros, o projeto de taxação de grandes fortunas agora tem chances de andar no Congresso e os estudantes querem ver isso acontecendo.
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado deve analisar nos próximos dias o projeto do senador Plínio Valério (PSDB/AM) que pretende criar um imposto entre 0,5% e 1% de quem tenha patrimônio líquido maior do que R$ 22,8 milhões. O relator do projeto, Major Olímpio (PSL/SP), quer que o imposto seja temporário, com duração de dois anos. 
Anualmente, com a proposta do Senado, a arrecadação ficaria entre R$ 70 bilhões a R$ 80 bilhões. A oposição já vem discutindo a importância do imposto há um bom tempo, sendo que no ano passado, incluiu a taxação na proposta de reforma tributária. O projeto tenta aliviar a desigualdade de renda no país.
Se você ainda tá na dúvida como isso pode realmente ajudar, nós preparamos 5 motivos para os estudantes serem favoráveis à taxação, se liga:
1 – Taxação pode arrecadar R$ 272 bilhões para enfrentar a pandemia
Tributar os ricões pode trazer R$ 272 bilhões para serem usados contra a crise provocada pelo coronavírus, segundo entidades fiscais. Esse valor é extremamente importante, já que nosso sistema de saúde pública precisa de mais investimentos para atender a demanda de novos infectados. 
2 – O povo apoia e as entidades estudantis também!
Na consulta pública do Senado, disponível na internet, há um apoio quase total da proposta. Até o fechamento da matéria 325.159 pessoas votaram a favor, contra 6.559 que votaram não. A taxação também atende a uma das reivindicações levantadas pela UBES, junto a UNE e a ANPG, no Plano Emergencial para Educação durante a pandemia de covid-19. 
“Em um aspecto geral, para que em primeiro lugar nosso povo possa sobreviver e que pra vencendo essa batalha nosso país possa seguir sem uma crise econômica de maiores proporções, garantindo investimentos públicos, empregos e direitos do povo é são também necessárias medidas urgentes como a taxação.” – trecho do documento. 
3 – Está na Constituição Federal, mas ninguém regulamentou
O que muita gente não sabe é que o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) já é um tributo previsto na Constituição Federal de 1988, mas nunca foi aplicado. O louco disso tudo é que isso é competência exclusiva da União, portanto, enquanto não for regulamentado, ele continua como um mero coadjuvante na nossa carta magna. Sem chance de continuar assim, né?
 4 – 5 bilionários têm mais dinheiro que a metade mais pobre do país
Isso mesmo que você leu. CINCO BILIONÁRIOS têm uma fortuna que equivale ao montante de dinheiro de toda a população mais pobre do Brasil. Esses caras são o Jorge Paulo Lemann, Joseph Safra, Marcel Herrmann Telles, Carlos Alberto Sicupira e Eduardo Saverin. A fortuna deles chega a US$ 549 bilhões, cerca de 45% da riqueza do país e o imposto não acompanha essa porcentagem. Enquanto isso, a metade mais pobre controla só 2% da riqueza nacional, segundo dados de 2017. Injustiça é pouco pra descrever isso!
5 – Mesmo em crise econômica, número de milionários no Brasil cresceu quase 20% em 2019
Pra rico não tem crise. Em 2019, o número de milionários no Brasil chegou a 259 mil, um aumento de 19,35% em comparação com o ano anterior. Os dados divulgados pelo Global Wealth Report mostram que enquanto o desemprego bate recordes com mais de 12 milhões de desempregados, tem gente grande faturando com tudo isso.
6 – A desigualdade de renda no país atingiu o maior nível em sete anos
Em 2019, a desigualdade de renda aumentou, segundo estudo da FGV. Ou seja, todos esses ricões e novos ricões lucraram com a crise e não estão pagando imposto proporcional ao seu nível de riqueza, o que torna tudo muito injusto para os mais pobres. Por isso, o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) seria importante para amenizar essa diferença tão grande.
Fonte: UBES

Regina Duarte ainda não fez nada no governo, a não ser agitar as redes sociais

Regina Duarte se revolta com Bolsonaro: “Precisamos saber quem é quem”

Regina Duarte se revolta com Bolsonaro: “Precisamos saber quem é quem”


247 – "Regina Duarte tomou posse há 40 dias e, por enquanto, tem uma atuação entre apagada e discreta — exceto nas redes sociais, onde tem circulado com alguma desenvoltura, sempre defendendo Jair Bolsonaro", aponta o colunista Lauro Jardim, no jornal O Globo.
"A presidência da Biblioteca Nacional mantém-se nas mãos do olavista Rafael Nogueira. A Funarte segue com um presidente interino. E a Fundação Palmares continua subordinada à Regina, mas com um presidente com quem ela não conversa, o mais do que polêmico Sérgio Camargo", aponta ainda o jornalista.
Fonte: Brasil 247

sábado, 11 de abril de 2020

POETA Gélson Pessoa: *Centro Potiguar de Cultura (CPC) Nova Cruz/RN*

CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN - FUNDADO EM 30/12/2009
Imagem: Dandara, simbolo de luta, garra e determinação pela defesa da liberdade NEGRA e por DIREITOS IGUAIS! SIMBOLO DO CPC/RN
Gelson Pessoa - YouTube
Poeta, GÉLSON PESSOA
Santo Antônio Oficial: Sou da Terra Nordestina: Coletânea de ...
Imagem: DIVULGAÇÃO

*Centro Potiguar de Cultura (CPC)  Nova Cruz/RN*
Nosso *Centro Potiguar*
*De Cultura* em Nova Cruz
Em seus dez anos de vida
Pra cultura é uma luz
E aos novos talentos
Ao sucesso os conduz.

Eduardo Vasconcelos
Hoje é o presidente
Que com as suas ações
Nos mostra que é competente
Ajudando aos artistas
De maneira eficiente.

Este centro cultural
Para o povo é importante
E tem um trabalho árduo
É muito desafiante
De manter viva a Cultura
Para levá-la adiante.

Foi em trinta de dezembro
Do ano dois mil e nove
Que este Centro foi fundado
Que até hoje comove
Com as ações culturais
Que ao seu povo promove.

*Gélson Pessoa*
11 de abril de 2020

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Amigo e poeta, GÉLSON PESSOA, em nome do CPC/RN, agradeço-lhe pela linda poesia alusiva aos 10 anos do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN.
Imagem: Crispiniano Neto ao de Messias - Prefeito Flávio (Nova Cruz) e Jefferson na assinatura do Termo de Cooperação entre a PMNC e a FJA (Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz/RN), em julho de 1999.

Agradecemos também de todo coração ao presidente da FJA, Crispiniano Neto, aos Coordenadores das Casas de Cultura do RN, Messias e Jefferson, grandes defensores da CULTURA POTIGUAR! Grandes parceiros do CPC/RN.

Hoje o CPC/RN é reconhecido como de Utilidade Pública Municipal nº 1.283/2018 e Estadual, Lei nº 10.412, de 01 de agosto de 2018.

Com sede em Nova Cruz/RN em Termo de Comodato.

Muito axé a todos/as os brasileiros/as e em ESPECIAL aos NORTE-RIOGRANDENSES!"

EDUARDO VASCONCELOS
Presidente
A luta continua!

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Movimentos sociais apresentam solução emergencial de 1 bilhão para alimentar população vulnerável

Mais de 300 movimentos e organizações sociais do campo e da cidade apresentaram hoje ao Governo Federal uma proposta para fortalecimento do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), demandando o aporte emergencial de R$ 1 bilhão para esse mecanismo que ganhou relevância na crise do coronavírus. Endereçada aos governos federal, estaduais e municipais, a demanda prevê a mobilização de 150 mil famílias de agricultores, com a aquisição de 250 mil toneladas de alimentos, nos próximos três meses.
Coordenado pelos ministérios da Agricultura e da Cidadania, o PAA viabiliza a aquisição de alimentos da agricultura familiar para abastecimento de populações em situação de insegurança alimentar, incluindo o atendimento a hospitais, quartéis, escolas, restaurantes populares, asilos e outras entidades da rede socioassistencial.
“Nesse contexto da pandemia, é fundamental e urgente o fortalecimento do PAA, que tem a capacidade dupla de apoiar as atividades produtivas na agricultura familiar, ao mesmo tempo que permite o abastecimento e atendimento de famílias em situação de insegurança alimentar”, diz Denis Monteiro, secretário executivo da Articulação Nacional de Agroecologia, que mobilizou, até às 14h de hoje, mais de 300 organizações e movimentos em torno da proposta.
Sob responsabilidade dos Ministérios da Cidadania e da Agricultura Pecuária e Abastecimento, o PAA tem previsão orçamentária de R$ 186 milhões ao longo de 2020, sendo que R$ 66 milhões estão contingenciados pelo Ministério da Economia. Em 2012, ano em que foi desembolsado o maior volume de recursos pelo programa, foram operacionalizados cerca de R$ 850 milhões, beneficiando aproximadamente 185 mil famílias agricultoras, que forneceram 297 mil toneladas de alimentos, com 380 itens diferentes. Naquele ano, o programa envolveu a participação de mais de 24 mil organizações socioassistenciais que atuam no atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade social.
“É dever do governo aportar recursos no PAA, neste momento, em volume condizente com o desafio de garantir as refeições diárias para a população que se encontra em aguda vulnerabilidade”, diz Carlos Eduardo de Souza Leite, integrante do núcleo executivo da ANA e coordenador da ONG Sasop-BA. “Sabemos que o Ministério da Agricultura planeja anunciar o aporte recursos no PAA nos próximos dias, mas estão atrelando a poucas cadeias produtivas e com recursos limitados”, completa, se referindo às notícias divulgadas nos meios de comunicação de que o órgão prevê aportar R$ 500 milhões no PAA, mas priorizando certos setores, com recursos limitados para municípios e sem previsão de repasse para os estados.
Elaborada com a participação de técnicos em abastecimento e especialistas em segurança alimentar, a proposta conta com a adesão de organizações que atuam tanto no campo quanto nas cidades, formando uma aliança ampla para pressionar o governo federal a dinamizar a operação do PAA com urgência e também destinar outros R$ 2 bilhões ao programa no próximo ano.
“O movimento comunitário tem se mobilizado no enfrentamento desta crise que tem diversas dimensões, e a proposta de fortalecimento do PAA dialoga com esta necessidade de medidas efetivas, pois a segurança alimentar das nossas comunidades é essencial”, diz Getúlio Vargas Júnior, presidente da Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam). “Antes da pandemia, muitas comunidades já tinham dificuldades para se alimentar, não podemos permitir que este quadro se agrave. Os movimentos organizados estão fazendo sua parte, é essencial que os governantes façam a deles”, completa.
Entre os signatários da proposta estão algumas das principais organizações sociais e movimentos do país, como a Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA Brasil), Associação Brasileira de ONGs (Abong), Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos (CEBI), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Confederação Nacional dos Trabalhadores Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG), Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (CONTRAF), Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), Fórum Nacional da Reforma Urbana (FNRU), Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos trabalhadores Sem Teto (MTST), Slow Food Brasil (SFB) e União de Negros pela Igualdade (UNEGRO).
Clique para ver a proposta completa e as organizações signatárias: https://bit.ly/soluçãoPAA
Outra iniciativa que segue a mesma linha de pressionar o governo federal para reativar o PAA junto aos estados partiu da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal, que oficiou, na última terça-feira (07), a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, e o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, a tomarem providências para o fortalecimento do programa.
“Cabe ressaltar, ainda, a necessidade de assegurar mecanismos céleres de aquisição de alimentos, por meio da simplificação de processos administrativos. Nesse sentido, a compra direta e a formação de estoque com entrega em produto, em caráter subsidiário, já previstas na legislação”, destaca o ofício assinado pela procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, e outros dois colegas.

Principais pontos da proposta apresentada pela ANA

  1. Os recursos do governo federal serão gerenciados pela Conab, pelos estados e pelos municípios, mediante a celebração de parcerias entre entes federados. Os instrumentos legais que possibilitam as parcerias entre Ministério da Cidadania e Conab, estados e municípios são Convênio e Termo de Adesão, que já existem e definem as responsabilidades das instituições envolvidas, assim como o cronograma dos repasses dos recursos.
  2. Para simplificar e agilizar os procedimentos administrativos, a proposta recomenda que a modalidade ‘Compra Direta’ seja adotada de forma prioritária, enquanto a modalidade ‘Compra com Doação Simultânea’, como forma complementar. Outra modalidade defendida é a ‘Formação de Estoque’ (FE) com liquidação em produto. Alternativa vedada desde 2013, trata-se de um dos melhores instrumentos operacionais, uma vez que possibilita o planejamento da operação, além de antecipar recursos para as organizações da agricultura familiar e camponesa.
  3. Outra medida sugerida é a realização da análise laboratorial dos produtos por amostragem e não em todos os lotes, alterando o procedimento atual. Essa medida permitirá a flexibilização no recebimento dos produtos e a redução no tempo para o recebimento dos alimentos.
  4. A proposta também recomenda a mudança nos Termos de Adesão vigentes do PAA, para permitir aos estados e municípios a compra e o pagamento diretamente às organizações sociais. A atual regulamentação individualizou este procedimento, fragilizando as organizações dos agricultores e agricultoras familiares e camponeses.
  5. Outra medida indicada é o não estabelecimento de limites financeiros para compra, por organização, além de regulamentação da possibilidade de repasse de recursos para cobrir custos com processamento, embalagem e transporte dos alimentos. Hoje, há um teto máximo de R$ 500 mil de pagamento para cada entidade fornecedora.
  6. Por fim, o documento também prevê a retomada de mecanismos de controle social, para que seja assegurada a transparência do processo de compra e, sobretudo, distribuição de alimentos. É sugerida a articulação das Secretarias de Desenvolvimento Rural, Agricultura, Saúde, Assistência Social e Educação, assim como o estabelecimento do diálogo permanente com representantes das organizações fornecedoras e consumidoras de alimentos, conselhos estaduais e municipais de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e movimentos sociais e organizações de assessoria.

Sobre o PAA

Criado em 2003, o PAA possui o cadastro das entidades que atendem a população em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar e nutricional, estando autorizadas a obter os alimentos recebidos e transacionados pelas unidades de distribuição da agricultura familiar. Para ser beneficiada, a instituição deve entrar em contato com a unidade em funcionamento mais próxima do seu endereço e tomar conhecimento sobre os procedimentos e critérios exigidos para participação.

Comida Saudável para o Povo

Aos governos federal, estaduais e municipais,
À sociedade brasileira,
A pandemia da Covid-19 é uma grave crise de saúde pública que provoca consideráveis impactos sociais e econômicos, concretos e potenciais, afetando de maneira desproporcional a parcela da população em situação mais aguda de vulnerabilidade social, justamente aquela que enfrenta a crise nas piores condições de acesso à moradia digna, saneamento básico, emprego e renda, equipamentos de saúde, segurança pública e alimentação adequada e saudável.
A nova dinâmica que a pandemia está impondo à sociedade brasileira em função das medidas de distanciamento social recomendadas pelas autoridades sanitárias está impactando a comercialização de alimentos, em especial de hortigranjeiros (frutas, legumes e hortaliças) e produtos de origem animal (leite, derivados e pescado).
Diante desse quadro, assistiremos o retorno a níveis alarmantes de fome e desnutrição em parcela importante do povo brasileiro se medidas emergenciais não forem tomadas por parte do Estado. Além de implementar medidas de combate ao coronavírus, é imprescindível que o Estado assegure as condições para que as pessoas possam permanecer em casa durante o período de isolamento social. Para tanto, além de assegurar a transferência de renda, é fundamental garantir que as pessoas tenham acesso aos alimentos saudáveis, com especial atenção às parcelas mais empobrecidas da população.
Dentre as ações de abastecimento alimentar que devem ser implementadas em caráter de urgência, destacamos a retomada do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Além de atender parte considerável da demanda emergencial por alimentos saudáveis para os mais pobres, o PAA será essencial para garantir renda para a agricultura familiar e para evitar que alimentos colhidos sejam jogados fora por falta de canais de escoamento, fato de que já se tem notícia em várias partes do Brasil.
A proposta aqui apresentada possibilitará que os governos federal, estaduais e municipais retomem o PAA imediatamente e de forma simplificada em articulação com organizações sociais de atuação local nos campos da produção, da distribuição e do consumo de alimentos. Essa rápida retomada é essencial para a criação de circuitos que permitirão a canalização da produção de alimentos frescos e saudáveis da agricultura familiar em direção às parcelas da população em situação de insegurança alimentar e nutricional. Essa é a razão de a presente proposta estar centrada na adoção das modalidades “Compra Direta” e “Formação de Estoque”. Além de exercer forte estímulo à produção diversificada de alimentos básicos pela agricultura familiar e camponesa, pelos povos originários e povos e comunidades tradicionais, essas modalidades do PAA exercem um papel determinante no apoio e no fortalecimento das redes de solidariedade que se estruturam em todo o país a partir de iniciativas das organizações da sociedade civil.
Consideramos que o maior obstáculo para que essa proposta seja implementada de forma imediata é de natureza política. A experiência acumulada, em todas as regiões do Brasil, na execução dessas modalidades demonstrou sua eficiência social, econômica e para a promoção da segurança alimentar e nutricional das parcelas mais vulneráveis da população. A viabilidade dessa proposta no curto prazo depende de dois fatores já ao alcance do poder executivo. São eles:
  1. A ampliação do orçamento do PAA para 2020 e 2021

    Estão previstos na Lei Orçamentária Anual (LoA) de 2020 apenas 186 milhões de reais para o PAA, sendo que 66 milhões destes encontram-se contingenciados pelo Ministério da Economia. A situação imposta pela pandemia exige que esse orçamento seja ampliado de imediato para no mínimo 1 bilhão de reais, atingindo até o final de 2021 um orçamento de 3 bilhões de reais.
    Cabe salientar que em 2012 – maior volume executado pelo PAA – foram operacionalizados cerca de 850 milhões de reais, beneficiando aproximadamente 185 mil famílias agricultoras, sendo adquiridos e distribuídos mais de 297 mil toneladas de alimentos (380 itens diferentes), em todo os estados brasileiros. Isso foi possível porque o Programa envolveu a participação de mais de 24 mil organizações socioassistenciais que atuaram no atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade social.
    Esses recursos devem ser assegurados pelo governo federal e, de forma suplementar, pelos estados. Caso disponham de condições orçamentárias próprias os municípios também poderão alocar recursos. Os recursos alocados pelo governo federal serão executados pela Conab, pelos estados e pelos municípios, mediante a celebração de parcerias entre entes federados. Os instrumentos legais disponíveis para a celebração dessas parcerias entre Ministério da Cidadania com a Conab, estados e municípios – Convênio e Termo de Adesão – já possibilitam a retomada das operações tal como aqui propomos. Esses instrumentos definem as responsabilidades e os cronogramas dos repasses de recursos financeiros para a sua operacionalização.
  2. Ajustes administrativos e operacionais
Os ajustes propostos a seguir visam garantir a celeridade na retomada da implementação do PAA tanto pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) quanto pelos governos estaduais e municipais.
2.1. Quanto às modalidades de compras
A modalidade “Compra Direta” deverá ser o instrumento preferencial adotado, de forma a simplificar os procedimentos administrativos nas aquisições dos alimentos. O emprego da modalidade “Compra com Doação Simultânea” deverá ser realizado de forma suplementar à “Compra Direta”. Para tanto, os governos dos estados e dos municípios também deverão ser autorizados a operacionalizar essa modalidade, anteriormente só executada pela Conab.
Caso necessário, é essencial que a Conab prorrogue as operações na modalidade de Doação Simultânea em curso, de forma a assegurar que os recursos, de posse das cooperativas e associações, sejam aplicados na aquisição e distribuição de alimentos, evitando assim a devolução dos mesmos ao governo federal.
Por se tratar de aquisição e doação em caráter emergencial, a análise laboratorial dos produtos deve ser realizada por amostragem e não em todos os lotes, alterando o procedimento atual. Essa medida permitirá a flexibilização no recebimento dos produtos e a redução no tempo para o recebimento dos alimentos. Também como medida para redução da tramitação burocrática, deve-se dispensar o “Formulário Bipartite” e a “Ata de Ciência do Conselho” (considerando, inclusive, que muitos conselhos sequer estão se reunindo).
Defendemos também, a retomada da modalidade “Formação de Estoque” (FE), com liquidação em produto, alternativa vedada desde 2013, embora tenha se revelado um dos melhores instrumentos operacionais, uma vez que possibilita o planejamento da operação, além de antecipar recursos para as organizações da agricultura familiar e camponesa e dos povos e comunidades tradicionais. Atualmente, as operações contratadas nessa modalidade perfazem o montante de R$ 13 milhões, envolvendo 100 cooperativas e associações e 1.972 famílias agricultoras. É importante que essas organizações de produção sejam autorizadas a liquidar o pagamento desses contratos (CPRs) em produtos, possibilitando a formação imediata de estoques para composição de cestas de alimentos ou a sua doação para famílias em vulnerabilidade alimentar.
2.2. Preços de compra dos alimentos
Para facilitar as operações e evitar divergências de preços praticados no PAA e no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), sugerimos que os preços das chamadas públicas do PNAE sejam adotados como referência para as aquisições do PAA (considerar a referência mais atualizada entre 2018-2020). Nos casos em que essa referência não seja adequada à realidade de mercado ou que os produtos do PAA não estejam contemplados no PNAE, a metodologia de definição de preços definida pelo Grupo Gestor do PAA deverá ser adotada.
2.3. Aspectos sanitários
São poucos os municípios que implantaram os serviços municipais de inspeção sanitária. Na ausência destes, as compras do PAA devem seguir as orientações da Agência de Vigilância Sanitária (RDC/49, 2013). Excepcionalmente, poderá se fazer necessário flexibilizar o cumprimento dos requisitos sanitários para a comercialização de produtos oriundos da pesca artesanal, sem colocar em risco a saúde pública, incentivando com isso as aquisições e o consumo de pescado.
2.4. Aspectos tributários
Assegurar o recolhimento do INSS de todo o público fornecedor de alimentos para o PAA (agricultura familiar, assentados da reforma agrária e Povos e Comunidades Tradicionais).
2.5. Outros ajustes
  • Ajuste na regulamentação dos Termos de Adesão, de forma a permitir que estados e municípios possam realizar a compra e o pagamento dos alimentos diretamente de organizações sociais. A atual regulamentação determina que as compras dos alimentos por estados e municípios sejam realizadas unicamente de forma individualizada por meio do CPF e da DAP do/a fornecedor/a.
  • Suprimir o limite anual de 500 mil reais por organização da agricultura familiar e camponesa, respeitando o limite definido por família no âmbito da modalidade de “Compra Direta”.
  • Incorporar na regulamentação do PAA a possibilidade de repasse de recursos financeiros para que as organizações da agricultura familiar e camponesa fornecedoras sejam ressarcidas dos custos com processamento, embalagem e transporte dos alimentos.
Esses ajustes devem ser realizados mediante a edição de um Decreto do Governo Federal, de forma a estabelecer nova regulamentação do PAA que suspenderá as normas vigentes, passando a valer as regras aqui propostas, que atendem de forma mais decisiva à situação de insegurança alimentar agravada nesse período de calamidade pública. Será importante que estados e municípios também institucionalizem essas medidas, permitindo a complementariedade entre as ações dos entes federados.
Para que as operações do PAA sejam bem coordenadas e seja assegurada a transparência, sobretudo na distribuição de alimentos, é importante que sejam retomados mecanismos de controle social, fortalecendo a participação da sociedade civil nos níveis local, territorial e estadual. Sugerimos que haja a articulação, em nível governamental, das Secretarias de Desenvolvimento Rural, Agricultura, Saúde, Assistência Social, Educação e o diálogo permanente com representantes das organizações fornecedoras e consumidoras de alimentos, dos Conselhos estaduais e municipais de Segurança Alimentar e Nutricional (Conseas), dos movimentos sociais e das organizações de assessoria.

Para concluir

Essa proposta parte da constatação de que somente a ação articulada do Estado brasileiro com as organizações da sociedade civil é capaz de dar as respostas emergenciais e em condições adequadas ao dramático quadro social que se acentua dia-a-dia com o aprofundamento da crise da Covid-19.
Sabemos que a retomada do PAA aqui proposta exigirá a mobilização da sociedade e o compromisso político dos/as gestores/as públicos e dos parlamentares.
Conclamamos os prefeitos e as prefeitas de todos os estados do país a reivindicar que seus municípios sejam contemplados pelo programa.
Consideramos fundamental que as organizações da agricultura familiar e da economia solidária formalizem aos governos estaduais, municipais e à Conab o interesse em fornecer alimentos para o PAA. E que os movimentos sociais das cidades pressionem os governadores, prefeitos e parlamentares, cobrando a efetivação do PAA para a garantia do direito aos alimentos saudáveis e diversificados produzidos pela agricultura familiar e camponesa e pelos povos e comunidades tradicionais.

Assinam esta carta os seguintes movimentos sociais, organizações e redes que fazem parte da Articulação Nacional de Agroecologia e organizações parceiras:

Ação Nascente Maquine (ANAMA)
Ação Social Diocesana de Irecê, Cáritas de Irecê
ACT Promoção da Saúde (ACT)
ActionAid
Agroambiental Bahia
Agroecologia e Agricultura Familiar (AS-PTA)
Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável – Núcleo Pernambuco
Aliança Pela Alimentação Adequada e Saudável – Núcleo Rio de Janeiro
Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável – Núcleo Rio Grande do Sul
Alternativas para Pequena Agricultura no Tocantins (APA-TO)
Articulação Alagoana de Agroecologia (REDE MUTUM)
Articulação de Agroecologia na Bahia (AABA)
Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB)
Articulação do Semiárido Paraibano (ASA PB)
Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana RMBH (AMAU)
Articulação Mineira de Agroecologia (AMA)
Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA Brasil)
Articulação Paulista de Agroecologia (APA)
Articulação Tocantinense de Agroecologia (ATA)
Assessoria e Gestao em Estudos da Natureza, Desenvolvimento Humano e Agroecologia (AGENDHA)
Associação Agro Pastoril de Bom-Depacho – Itiuba BA
Associação Agroecológica Tijupá
Associação Agropastorial da Comunidade Tradicional de Fundo de Pasto Monte Alegre
Grupo de Estudos em Agricultura, Alimentação e Desenvolvimento (GEPAD)
Associação Baiana de Ténicos em Agropecuária e Serviços Sócio Ambientais Voltados à Agricultura Familiar (AGROTERRA)
Associação Beneficente Comunitária Cultural do Minador (ABCCM)
Associação Brasileira de Agricultura Biodinamica (ABD)
Associação Brasileira de Agroecologia (ABA – AGROECOLOGIA)
Associação Brasileira de ONGs (Abong)
Associação Comunitária Bastianense (ACB)
Associação Comunitária da Fazenda Lagoa dos Bois (Acolab)
Associação Comunitária das Vilas Unidas (ACVU)
Associação Comunitária de Mombaça (ACM)
Associação Comunitária de Praianos (Ascoop)
Associação Comunitária do Desenvolvimento da Comunidade de Sossego (ACDCS)
Associação Comunitária do Povoado de Caldeirão do Negro (ASCOCAN)
Associação Comunitária dos Moradores de Lagedinho (ACML)
Associação Comunitária dos Pequenos Agricultores de Macacos
Associação Comunitária Quilombola dos Agricultores Familiar de Patos lll (ACQAFP)
Associação Comunitária Rural e Desportiva de Nova Esperança e Adjacâncias (ASCORNE)
Associação Comunitáriada Fazenda Lagoa da Salinas (ACFLS)
Associação Comunitáriada Fazenda Penedo (Ascofap)
Associação Comunitáriados Moradores de Papagaio (ACMP)
Associação Comunitáriados Moradores de Vila Nova, Vila do Alto, Bebedouro e Bomboril (AVIBE)
Associação Comunitáriados Pequenos Agricultores do Caldeirão (ACOPAC)
Associação Comunitáriae Beneficente da Fazenda Panelas (ACOBEP)
Associação ComunitáriaTerra Setaneja (ACOTERRA)
Associação da Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú
Associação das Assentadas e Assentados do PA Santa Luzia (AAAPSL)
Associação das Comunidades Rurais do Município de Barra de Santana PB (crmbs)
Associação das Mulheres Lavradores Unidas do Povoado de Lagoa da Baixa
Associação de Agricultores da Comunidade Sapucaia (AACS)
Associação de Agricultura Natural de Campinas e Região (ANC)
Associacão de Assistência Técnica e Assessoria aos Trabalhadores Rurais e Movimentos Populares (CACTUS)
Associação de Catadores de Material Reutilizável e Reciclável de Inhambupe (COOCAI)
Associação de Cooperação Agroecológica do Estado de São Paulo (AASP)
Associação de Desenvolvimento Comunitário do Povoado Itapicuru (ADCOPI)
Associação de Desenvolvimento Rural Sustentável da Serra da Baixa Verde – (ADESSU Baixa Verde)
Associação de Estudos Orientação e Assistência Rural (ASSESOAR)
Associação de Moradores e Pequenos Produtores Rurais de Poço Vermelho (Amprov)
Associação de Moradores e Produtores do Povoado de Miranda (AMPPM)
Associação de Mulheres de Terra Santa (AMTS)
Associação de Mulheres Quilombolas Agroextrativista da Comunidade Quilombola Ramal do Bacuri (Raízes do Bacuri)
Associação de Pequenos Produtores Rurais de Vázea da Pedrinha (APRVP)
Associação de Trabalhadores Rurais do Desenvolvimento PDS Brasilia (ATRDPB)
Associação do Assentamento Nova Paz (AANPAZ)
Associação do Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais da Agricultura Familiar de Santa Luz (Ammtrafas)
Associação do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB)
Associação do Produtores Rurais Nova Conquista Assentamento Guarani Sandovalina/SP,
Associação do Semiárido da Micro Região de Livramento (ASAMIL)
Associação dos Agricultores e Agricultoras Agroecológicos de Bom Jardim (Agroflor)
Associação dos Agricultores familiares de Caldeirão Novo
Associação dos Agricultores Familiares do Município de Araci (APAEB-ARACI)
Associação dos Agricultores FamiliaresOolhos d’Água (AAGRF)
Associação dos Amigos do Centro São João de Deus (ACACSJD)
Associação dos Apicultores e Melinopicultores de Quijingue (AAMEQ)
Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB)
Associação dos Moradores de Bela Vista (AMBV)
Associação dos Moradores de Sitio Novo (AMSN)
Associação dos Moradores e Pequenos Agricultores de Ferreiros (AMPAF)
Associação dos Moradores e Pequenos Agricultores de Lagoa Escura (AMPELE)
Associação dos Moradores Produtores de Sapucarana (AMPAS)
Associação dos Novos Bandeirantes de São Gabriel Bahia (Acnb)
Associação dos Pequenos Agricultores da Comunidade de Rose (APACOR)
Associação dos Pequenos Agricultores do Oeste Catarinenses (Apaco)
Associação dos Pequenos Agricultores Familiares da Fazenda Lagoa Grande (APAF)
Associação dos Pequenos Agricultores Rurais de Lagoa Ferrada (APARLF)
Associação dos Pequenos Empreendedores de Valilândia e Região Sisaleira (COOPEV)
Associação dos Pequenos Produtores de Lagedinho e Região (ASSOPROPOLAGE)
Associação dos Pequenos Produtores Rurais Encanto das Emas do Projeto de Assentamento Lagoa de Dentro l e ll (APREPLA)
Associação dos Trabalhadores Rurais da Comunidade Lagoa (ATRCLC)
Associação dos Trabalhadores Rurais do Projeto de Assentamento Nova Vida (APANV)
Associação dos/as Trabalhadores/as Rurais do Projeto de Assentamento Belo Monte (ATRPABM)
Associação Palmarinos Quilombolas de Tamanduá e Adjacência
Associação Pdera D’Água
Associação Povão Dantas
Associação Regional das Produtoras Extrativistas do Pantanal (Arpep)
Associação Regional dos grupos Solidários de Geração de Renda (ARESOL)
Associação Regional dos Produtores Agroecológicos (ARPA)
Associação Santoantoniense de Desenvolvimento Comunitário (ASDEC)
Associação São Domingos dos Pequenos Agricultores (ASDPA)
Associação São Domingos Pequenos Agricultores (ASDPA)
Associação Terra e Vida de Agricultores e Agricultoras Agroflorestais (Terra e Vida)
Associação União e Paz (Aup)
Associação Vida Brasil (VIDA BRASIL)
Brigadas Populares
Campanha Permanente Contra os Agrtotóxicos e Pela Vida
Caritas Brasileira Regional Minas Gerais
Cáritas Diocesana de Pesqueira
Caritas Diocesana de Ruy Barbosa (CDRB)
Casa da Mulher do Nordeste (CMN)
Central das Associações Agropastoril de Fundo e Fecho de Pasto (Caffp)
Central das Associações Comunitárias de Ocupantes e Assentados do Semiárido Baiano (COASB)
Central das Cooperativas de Processamento Alimentar e Agricultura Familiar Solidaria (Central Copasol)
Central de Apoio e integração de Projetos e Ações Coletivas (Central)
Central de Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Arco Sertão)
Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários Unisolbrasil (Unisol Brasil)
Central de Desenvolvimento das Associações de Araci (CDA)
Central dos Movimentos Populares
Centro de Ação Comunitária (CEDAC)
Centro de Ação Cultural (CENTRAC)
Centro de Apoio a Projetos de Ação Comunitária (CEAPAC)
Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (CAPA)
Centro de Assessoria do Assuruá (CAA)
Centro de Assessoria e Apoio aos Trabalhadores e Instituições Não-Governamentais Alternativas (CAATINGA)
Centro de Convivência e Desenvolvimento Agroecológico do Sudoeste da Bahis (CEDASB)
Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá
Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR)
Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (CETRA)
Centro de Estudos e Promoções da Agricultura de Grupo (CEPAGRO)
Centro de Habilitação e Apoio ao Pequeno Agricultor do Araripe (CHAPADA)
Centro de Integração na Serra da Misericórdia (CEM)
Centro de Pesquisa e Assessoria (ESPLAR)
Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (CTA-ZM)
Centro Desenvolvimento Comunitário de Maravilha (Cdecma)
Centro Diocesano de Apoio ao Pequeno Produtor (CEDAPP)
Centro Dom José Brandão de Castro (CDJBC)
Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos (CEBI)
Centro Público de Economia Solidária – Metopolitano (CESOL)
Centro Vianei de Educação Popular (AVICITECS)
Clube de Mães e dos Agricultores Familiares do Povoado Pindoba (CMPP)
Coletivo Agroecologia na Periferia Região Metropolitana de Belo Horizonte
Coletivo de Estudos e Ações em Resistências Territoriais no Campo e na Cidade – Universidade Estadual do Centro-Oeste (CERESTA/UNICENTRO)
Coletivo de Estudos e Práticas em Permacultura Pés Vermelhos (Pés Vermelhos)
Coletivo de Estudos sobre Conflitos pelo Território e pela Terra – UFPR (ENCONTTRA)
Coletivo de Segurança Alimentar e Nutricional RJ
Coletivo Nacional de Agricultura Urbana (CNAU)
Coletivo Rede Sustenta (São Paulo)
Comisão de Produção Orgânica de Santa Catariana (Ceporg-SC)
Comissao de Producao de Organicos de Minas Gerais (CPOrg-MG)
Comissão Pastoral da Terra (CPT)
Comissão Pastoral da Terra Paraná
Comitê Chico Mendes
Confederação Nacional dos Trabalhadores Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG)
Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (CONTRAF)
Conselho de Missão entre Povos Indígenas (COMIN)
Conselho de Seguraça Alimentar do Estado do Ceará (CONSEA CE)
Conselho de Seguranca Alimentar e Nutricional do Paraná (Consea Paraná)
Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Estado do Rio Grande do Sul (CONSEA RS)
Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional de Sergipe (CONSEAN-SE)
Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional de Sergipe (CONSEAN-SE)
Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional do RJ (CONSEA/RJ)
Conselho Municipal de Seguranca Alimentar da Serra (Consea)
Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS)
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC)
Conselho Regional de Nutricionistas 8a. Região – Paraná (CRN-8)
CONTRAF BRASIL
Cooperativa Agroindustrial do Seridó e Curimataú Paraibano (COOASC)
Cooperativa Agropeácuria do Estado de Alagoas (Coopal)
Cooperativa da Agricultura Familiar de Conceição do Coite (COOPAFAM)
Cooperativa de Beneficiamento e Comercialização ltda. (COOBENCOL)
Cooperativa de Consultoria, Pesquisa e Serviços de Apoio ao Desenvolvimento Rural e Sustentável (COOPESER)
Cooperativa de Economia Popular Solidária da Agricultura Familiar Reflorestamento e Agroecologia (COOPERSAFRA)
Cooperativa de Geração de Emprego e Renda na Região de Serra Branca (COOGERRSB)
Cooperativa de Produção Agropecuária de Gilo e Região Ltda (COOPAG)
Cooperativa de Produção Agropecuária de Jaraguá do Sul (COPAJAS)
Cooperativa de Produção Agropecuária de Lagoa de Dentro e Região da Serra LTDA. (COOPAL)
Cooperativa de Produção e Comercialização dos Produtos da Agricultura Familiar e Economia Solidária de Serrinha (COOPAF)
Cooperativa de Produção, Comercialização e Serviços Pe. Leopoldo Garcia Garcia (COOPERAGIL)
Cooperativa de Produtores Orgânicos e Biodinâmicos da Chapafa Diamantina (COOPERBIO)
Cooperativa de Trabalho Assessoria Tecnica, Extensão Rural e Meio Ambiente (AMATER)
Cooperativa de Trabalho dos Agricultores Familiares de Quijingue e Semiárido LTDA. (COOAFAQS)
Cooperativa de Trabalho e Assistência a Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte (COFASPI)
Cooperativa de Trabalho e Assistência Técnica do Paraná (Biolabore)
Cooperativa de Trabalho, Consultoria, Projetos e Serviços em Sustentabilidade (Cooperativa CEDRO)
Cooperativa dos Agricultores e Piscicultores Vitoria Viva
Cooperativa dos Agricultores Familiares do Meio Sudoeste da bahia (COOPAMESB)
Cooperativa dos Cajucultores Familiares do Nordeste da Bahia (Rede Cooperacaju)
Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia (COOPALM)
Cooperativa dos Produtores Derivados de Cana da Microrregião de Abaira (Coopama)
Cooperativa Mista da Agricultura Familiar e Economia solidária de Bebida Velha (COOPABEV)
Cooperativa Mista de Agricultores Familiares de Itati Terra de Areia e Três Forquilhas (COOMAFITT)
Cooperativa Mista de Produção e Comercialização Camponesa da Bahia (CPC/BA)
Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares e Pecuaristas de Biritinga LTDA. (COOMAPEBI)
Cooperativa Paraibana de Avicultura e Agricultura Familiar (COPAF)
Cooperativa Polivalente Filhas da Terra (COOPOFIT)
Coopertiva dos Agricultores Familiares da Região de Ribeira do Pombal, Cipó e Ribeira do Amparo (COOPERPRAC)
Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE)
Diaconia
Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE)
Federação dos Estudantes de Agronomia (FEAB)
Federação Nacional dos Nutricionistas (FNN)
Federação Nacional dos Urbanitários (FNU)
Fian Brasil – Organização pelo Direito Humano à Alimentação e à Nutrição Adequadas
Forum Baiano de Direito Humano a Alimentação Adequada
Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN)
Fórum da Amazônia Oriental (FAOR)
Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT)
Fórum Nacional da Reforma Urbana (FNRU).
Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana (FONSANPOTMA)
Fórum Paraibano de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FPBSSAN)
Fórum Paulista de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional
Fórum Paulista de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FPSSAN)
Fórum Permanente Pela Igualdade Racial (FOPIR)
Frente Nacional pelo Saneamento Ambiental (FNSA)
Frente Parlamentar de Segurança Alimentar e Nutricional (FPSAN)
Fundação Luterana de Diaconia (FLD)
Fundação Vida para Todos ABAI (ABAI)
Fundação Viver Produzir e Preservar (FVPP)
Grupo Coletivo Triunfo
Grupo de Estudos em Agricultura Urbana/UFMG assina (AUÊ!)
Grupo Regional de Economia Popular e Solidária (GREPS)
Instituto de Belas Artes Vale do Una (IBAVALE)
Instituto de Formação Cidadã São Francisco De Assis (ISFA)
Instituto Ecovida
Instituto Nacional de Inclusão Social (INIS)
Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS)
Instituto Sociedade, PopulAção e Natureza (ISPN)
Instituto Terramar de Pesquisa e Assessoria à Pesca Artesanal
JUREMA:Feminismo e Agroecologia da UFRPE,JUREMA/UFRPE
Laboratório de Segurança Alimentar e Nutricional e Políticas Públicas
Laboratório digital de Educação Alimentar e Humanidades/UFRJ (LADIGE/UFRJ)
Laboratório e Grupo de Pesquisa em Geografia das Lutas no Campo e na Cidade (GEOLUTAS)
Marcha Mundial das Mulheres (MMM)
Movimento Camponês Popular (MCP)
Movimento Ciência Cidadã
Movimento das Mulheres Trabalhadoras Rurais de Pernambuco (MMTR-PE)
Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB)
Movimento de Mulheres Campo e Cidade de Uruará
Movimento de Mulheres Camponesas (MMC)
Movimento de Mulheres de Uruara Campo e Cidade (MMUCC)
Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais de Teofilandia (Mmtr)
Movimento de Organização Comunitária (MOC)
Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
Movimento dos trabalhadores Sem Teto (MTST)
Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH)
Movimento Urbano de Agroecologia (MUDA_SP)
NEA Mutiró – CEFET-MG/UEMG
Núcleo de Educadores Populares do Sertão de Pernambuco (NEPS)
Núcleo de Estudos em Agroecologia do IFPI Campus Paulistana (NEA Paulistana)
Núcleo de Estudos em Agroecologia do Pontal do Paranapanema / Universidade Estadual Paulista – Presidente Prudente (NEAPO/UNESP)
Núcleo de Permacultura da Sete Cascas – Universidade Estadual do Sudosete da Bahia (Sete Cascas – UESB)
Núcleo de pesquisa e Extensão Rural (Nuper)
Núcleo Gestor da Cadeia Produtiva do Pequi e Outros Frutos do Cerrado (Núcleodo Pequi)
Núcleo Multidisciplinar de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica (UNICENTRO-Universidade Estadual do Centro-Oeste/)
Núcleo Sertão Verde
Núcleode Estudo, Pesquisa e Extensão em Agroecologia e Produção Orgânica (Nea-Cajuí)
Núcleode Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (NERA)
Núcleode Segurança Alimentar e Nutricional (NUSAN/UNIRIO)
Observatório da Questão Agrária do Paraná
Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutricional (OPSAN)
Observatório dos Direitos a água e ao Saneamento (ONDAS)
ODARA – Instituto da Mulher Negra
Organização Cooperativa de Agroecologia (OCA)
Pastoral da Juventude da Diocese de Itapipoca
Pastoral da Juventude Rural (PJR)
Presença Ecumênica e Serviço (KOINONIA)
Programa de Aplicação de Tecnologias Apropriadas (PATAC)
Projeto de Extensão Universitária Feira Agroecológica – UNICENTRO Universidade Estadual do Centro-Oeste
Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA)
Rede Brota Cerrado de Cultura e Agroecologia (Brota Cerrado)
Rede Carioca de Agricultura Urbana (RedeCau)
Rede DATALUTA – Banco de Dados da luta pela Terra (REDE DATALUTA)
Rede de Agroecologia e Feminismo do Nordeste
Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas (REDE)
Rede de Mulheres Produtoras do Nordeste
Rede de Organização em Defesa das Águas (RODA)
Rede de Produtoras da Bahia (Cooperede)
Rede de Prossumidores Raízes da Mata (Viçosa-MG, Zona da Mata)
Rede Feminismo e Agroecologia Nordeste,
Rede Hortas do Bem Comum de Aldeia (RHBC Aldeia)
Rede Jubileu Sul Brasil
Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas
Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas (REMA)
Rede Pajeú de Agroecologia
Rede Raízes do Brasil
Rede Sementes da Agroecologia do Paraná (RESA-PR)
Rede Sergipana de Agroecologia (RESEA)
Rede Territorial de Agroecologia do Sertão do São Francisco Baiano e Pernambucano
Rede Vencer Juntos
Redemoinho Comércio justo e Solidário
REPAM Brasil – Eixo de Justiça Socioambiental e Bem Viver
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social (SMDHS SAN)
Secretaria Municipal de Educação de Diamantina (SMED)
Serviço de Assessorias à Organizações Populares Rurais (SASOP)
Serviço de Assistência Socioambiental no Campo e Cidade (SAJUC)
Serviço de Tecnologia Alternativa (SERTA)
Sindicato dos Comerciários de Pato Branco (SECPB)
Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Timbiras/MA (SINDSERT)
Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (SINTRAF)
Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Municipio de Aparecida – PB (STR Aparecida)
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Pato Branco e Região Sudoeste do Paraná (STIMMMEPBRSPR)
Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Município de Pé de Serra – SINTRAAF
Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricutores e Agricultoras Familiares de Santarém (STTR)
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Aparecida-PB – STR
Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares de Monte Santo-BA – Sintraf
Slow Food Brasil (SFB)
Teia de Articulação pelo Fortalecimento da Segurança Alimentar e Nutricional (TearSAN/UFSC)
Terra de Direitos
TERRA VIVA
Terre des Hommes Suisse (TDH Suisse)
União Brasileira de Mulheres (UBM)
União de Hortas Comunitárias de São Paulo
União de Negros pela Igualdade (UNEGRO)