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FIQUEM LIGADOS! TODOS OS SÁBADOS NA RÁDIO AGRESTE FM - NOVA CRUZ-RN - 107.5 - DAS 19 HORAS ÁS 19 E 30: PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA" - PROMOÇÃO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN

Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

domingo, 12 de julho de 2020

O CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN PARABENIZA A DEPUTADA BENEDITA DA SILVA - PT/RJ PELA LEI DE EMERGÊNCIA CULTURAL - A CULTURA BRASILEIRA AGRADECE E EM ESPECIAL OS ARTISTAS EM GERAL!

Deputado(a) Federal Benedita da Silva - Portal da Câmara dos Deputados
Deputada, BENEDITA DA SILVA - PT-RJ - Imagem do Portal da Câmara dos Deputados
 Foto por: Divulgação - http://www.cultura.mt.gov.br/

O Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, entidade sem fins lucrativos, com finalidades culturais e em defesa do resgate cultural e preservação da mesma, vem por intermédio deste blog, PARABENIZAR e AGRADECER a Deputada Federal, BENEDITA DA SILVA - PT/RJ pela iniciativa do Projeto de Lei Emergência Cultural - "compositor Aldir Blanc" - Aprovado dia 26/05/2020, pela Câmara Federal/Congresso.

Os artistas do Brasil inteiro reconhecem a importância do projeto e chega em BOA HORA!

São ações desta natureza que o brasileiro começa a acreditar em "alguns parlamentares", voltados para o POVO BRASILEIRO, que neste caso estão sendo representados pelos artistas.

Este é um exemplo do DEVER CUMPRIDO por uma parlamentar com histórico de LUTA, desde de sua infância e dedicação aos Movimentos Sociais e Sindicais.

Neste sentido o CPC/RN irá apresentar aos seus membros a proposta de certificação do Diploma de Honra ao Mérito para que em breve possamos entregar pessoalmente a parlamentar, BENEDITA DA SILVA!

Agradecemos de coração e que este exemplo seja seguido por outros parlamentares.

EDUARDO Henrique Félix de VASCONCELOS
Presidente

Benedita da Silva
Deputada federal

Descrição

Descrição

Benedita Sousa da Silva Sampaio é uma servidora pública, professora, auxiliar de enfermagem, assistente social e uma política brasileira. Foi a 59ª governadora do Rio de Janeiro e atualmente é deputada federal. É esposa do ator Antonio Pitanga e madrasta da atriz Camila Pitanga e do ator Rocco Pitanga. Wikipédia
Nascimento: 26 de abril de 1942 (idade 78 anos), Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Cargo: Deputado federal do Brasil desde 2011
Cônjuge: Antonio Pitanga (desde 1992), Agnaldo Bezerra dos Santos (de 1983 a 1988), Newton Aldano da Silva (a 1981)

Conheça a Lei de Emergência Cultural aprovada na Câmara Federal

O projeto de lei (PL 1075/20) destina R$ 3 bilhões para ações emergenciais no setor cultural. Proposta segue agora para aprovação do Senado.
Cida Rodrigues | Secel-MT
A Câmara Federal aprovou na terça-feira (26.05), o projeto de lei (PL 1075/20) que destina R$ 3 bilhões para ações emergenciais de ajuda ao setor cultural durante a pandemia da Covid-19. Chamado de Lei de Emergência Cultural, o texto aprovado traz as fontes de financiamento e prevê a descentralização dos recursos a estados e municípios para fortalecer o Sistema Nacional de Cultura. A proposta segue agora para aprovação do Senado Federal.
Para o titular da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel/MT), Allan Kardec, a Lei vai ajudar muito a classe artística de Mato Grosso e irá refletir diretamente nas ações da pasta, a exemplo de outros projetos já realizados nesse período, como o Festival Cultura em Casa e o Cachê Solidário.
“Comemoramos a primeira etapa de aprovação, e esperamos que seja rápida também a aprovação no Senado. É uma maneira de fazer com que nossa economia da cultura não pare, que pais de família, que homens e mulheres, que fazem a cultura por vocação e profissão, sejam respaldados nesse momento de isolamento social, uma vez que foi o segmento mais afetado”, complementa o secretário. 
O projeto de lei, de autoria da deputada federal Benedita da Silva, foi aperfeiçoado com propostas de outros deputados que tramitaram apensados, sendo aprovado na forma do substitutivo.  A relatora do projeto, a deputada Jandira Feghali, sugeriu ainda que a lei seja chamada de “Aldir Blanc”, homenagem ao artista vitimado pelo novo coronavírus.
Entre outros pontos, a proposta garante um auxílio emergencial de R$ 600 mensais aos trabalhadores do setor, subsídios a espaços artísticos e culturais, criação de linhas de crédito, e prorrogação de prazos para aplicação de recursos de projetos já aprovados pelo Executivo. Os recursos também poderão aplicados em instrumentos de incentivo à cultura, como editais, chamadas públicas e prêmios.
Repassamos abaixo mais informações da Lei de Emergência Cultural “Aldir Blanc” (Fonte: Agência Câmara de Notícias).
Descentralização
Os recursos serão repassados pelo governo federal aos demais entes federados em até 15 dias da publicação da lei e serão aplicados utilizando os fundos de cultura.
O dinheiro será dividido pelo seguinte critério: metade do valor (R$ 1,5 bilhão) ficará com os estados e o DF, sendo 80% de acordo com a população e 20% pelos índices de rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE).
A outra metade ficará com o DF e os municípios, seguindo os mesmos critérios: 80% segundo a população e 20% segundo o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Auxílio a trabalhadores
O texto prevê auxílio emergencial de R$ 600, pagos em três parcelas, para trabalhadores da área cultural com atividades suspensas por conta da pandemia. Esse benefício contempla artistas, produtores, técnicos, curadores, oficineiros e professores de escolas de arte. O auxílio poderá ser prorrogado no mesmo prazo do auxílio emergencial do governo federal aos informais.
Para receber a renda emergencial, os trabalhadores devem cumprir vários requisitos, como limite de renda anual e mensal; comprovação de atuação no setor cultural nos últimos dois anos; ausência de emprego formal; e não ter recebido o auxílio governamental dos informais.
O auxílio não será concedido a quem receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou valores de programas de transferência de renda federal, exceto o Bolsa Família.
O recebimento dessa renda emergencial está limitado a dois membros da mesma unidade familiar. A mulher provedora de família monoparental receberá duas cotas (R$ 1,2 mil).
Subsídios a espaços culturais
Os governos poderão repassar entre R$ 3 mil e R$ 10 mil mensais para manter espaços artísticos e culturais, micro e pequenas empresas culturais, cooperativas e instituições e organizações culturais comunitárias que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social.
Poderão receber essa ajuda aqueles inscritos em cadastros estaduais, municipais ou distrital, em cadastros de pontos e pontões de cultura, no Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (Sniic) ou no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab).
Podem ter acesso também aqueles com projetos culturais apoiados pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) nos 24 meses anteriores contados da data de publicação da futura lei.
Exemplos de espaços culturais
O substitutivo lista 25 exemplos de espaços culturais aptos a pleitear o subsídio mensal, tais como teatros independentes; escolas de música, dança, capoeira e artes; circos; centros culturais; museus comunitários; espaços de comunidades indígenas ou quilombolas; festas populares, inclusive a cadeia produtiva do Carnaval; e livrarias.
Entretanto, não poderão receber o auxílio aqueles vinculados à administração pública ou criados ou mantidos por grupos de empresas ou geridos pelos serviços sociais do Sistema S.
Em contrapartida, o substitutivo prevê a obrigação de realizar, gratuitamente, uma atividade cultural por mês para alunos de escolas públicas ou em espaços públicos de sua comunidade.
Fomento
O substitutivo direciona 20% dos recursos totais repassados para iniciativas vinculadas à compra de bens e serviços para o setor cultural, a prêmios e outros gastos voltados à manutenção de agentes, espaços, iniciativas, cursos, produções e desenvolvimento de atividades de economia criativa e solidária.
Crédito
O texto autoriza a criação de linhas de crédito de instituições financeiras para fomento de atividades, aquisição de equipamentos e renegociação de dívidas. Também serão prorrogados por um ano os prazos para aplicação de recursos no setor em projetos culturais já aprovados pelo Executivo.
Enquanto durar a calamidade e a pandemia, o Programa Nacional de Apoio à Cultura e outros programas de apoio à cultura devem priorizar atividades que possam ser transmitidas pela internet.

Diálogos Culturais entrevista o maestro Linus Lerner

Maestro, LINUS LENER
FAPERN/RN

A live Diálogos Culturais promovida pela Fundação José Augusto apresentou ontem (sábado -11/07) às 17h  uma conversa musical sobre a carreira do mastro Linus Lerner e seu trabalho à frente da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte.

A transmissão será realizada no perfil @culturarn do instagram FJA. A ação integra o projeto #toemcasatonarede que incentiva as pessoas a ficarem em suas residências para o enfrentamento à pandemia da COVID 19.

O maestro Linus Lerner tem regido orquestras na Alemanha, Brasil, Bulgária, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, México, Panamá, Paraguai, Polônia, República Checa, Turquia e Rússia.

É atualmente Diretor Artístico e Maestro da SASO: Southern Arizona Symphony Orchestra (EUA); OSRN: Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte e OSG: Orquestra Sinfônica de Gramado (Brasil); Gramado In Concert.

Antes de sua dedicação total à regência, Lerner também cantou com várias companhias de ópera e orquestras nos EUA, Brasil e Europa e recebeu vários prêmios em diferentes competições de voz.

Sua performance de Carmina Burana com a OSRN ganhou o título de "Melhor Performance do Ano". Alguns reconhecimentos e honrarias importantes recebidos pelo Maestro Linus Lerner são: a Medalha Ohtli (o maior prêmio do governo mexicano) por seu trabalho para o desenvolvimento da ópera no México; a medalha Djalma Marinho e a medalha Alberto Maranhão por seu trabalho com a OSRN, bem como a chave da cidade por seu trabalho na comunidade musical de Tucson, Arizona.

Lerner recebeu seu título de doutor em música em regência orquestral pela Universidade do Arizona (UA), mestrado em regência orquestral pela Florida State University (FSU), outro mestrado em Performance Vocal no Conservatório de Música da Universidade de Cincinnati (CCM) e bacharelado em música em Regência Coral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul no Brasil (UFRGS).

Paixão Côrtes 12 de julho de 1927

João Carlos D’Ávila Paixão Côrtes (Santana do Livramento, 12 de julho de 1927) foi um folclorista, compositor, radialista e pesquisador brasileiro. Formado em Agronomia.
O distanciamento da vida do campo, fez Paixão notar a necessidade de fixar certos valores que havia aprendido de ancestralidade. Em 1947, com Glauco Saraiva, Barbosa Lessa, e Orlando Degrazia, grupo de estudantes secundaristas do Colégio Júlio de Castilhos, em Porto Alegre, deu origem ao Movimento Tradicionalista Gaúcho, que hoje congrega mais de 1.500 entidades. Na época, como relata, só se ouvia, nos galpões, a gaita, os versos de improviso e especialmente o Boi Barroso. Já Prenda Minha, era ouvida em um ambiente mais urbano. Neste mesmo ano, os rapazes saíram às ruas pilchados para escoltar os restos mortais do herói Farroupilha David Canabarro. Assim, surgiram as Rondas Crioulas, que mais tarde, originaram a Semana Farroupilha, em 11 de dezembro de 1964. Paixão também fundou o primeiro Centro de tradições Gaúchas, chamado de 35, em 24 de abril de 1948.
O primeiro contato de Paixão Cortes com o rádio foi em 1953, na rádio Farroupilha. Ele levou um grupo do Centro de Tradições Gaúchas 35 para uma apresentação ao vivo no programa de J. Antônio D’Ávila . Acabou sendo convidado pelo comunicador para apresentar, em estúdio, Festa no Galpão, programa que ficou no ar até 1957. Em primeiro de maio de 1955, ainda na rádio Farroupilha, Augusto Vampré diretor da emissora, convidou-o a apresentar um programa de auditório de caráter puramente regional. Paixão chamou o amigo Darci Fagundes, com quem formou uma dupla. Juntos lançaram o programa Grande Rodeio Coringa, que foi ao ar até 1957 e reformulou toda a história da fonografia riograndense, na comunicação dos temas regionais, abrindo caminho para músicos, cantores e compositores populares.
Em 1958, Paixão Côrtes foi convidado por Maurício Sirotsky e Frederico Arnaldo Balvé para apresentar “Festança na Querência”, na rádio Gaúcha, programa de auditório, com uma hora de duração. Paixão dividia com Dimas Costa a animação do programa que era veiculado aos domingos. Festança na Querência foi ao ar de 1958 a 1967.
No ano de 1968, Paixão estava na Europa, levando o folclore do Rio Grande do Sul. Na ocasião encontrou Flávio Alcaraz Gomes, então diretor da rádio Guaíba. Ele convidou o tradicionalista para apresentar um programa de na emissora. Paixão passou, então, a apresentar dois programas na Guaíba; Querência, programa diário de lançamentos musicais, com dez minutos de duração e, Domingo com Paixão Côrtes, programa temático, com meia hora de duração.
De acordo com Paixão, a rádio Guaíba, com seu perfil de programação e audiência qualificados, foi importantíssima para a transformação de “grossura em cultura”. Nesta época, a indústria fonográfica, já desenvolvida pela repercussão dos programas regionais no rádio, apresentava uma grande diversidade de artistas ligados à cultura do Rio Grande, o que facilitava a seleção musical dos programas de Paixão, que veio, também, a gravar, como intérprete, oito LPs (Long Plays). Paixão Côrtes recebeu dois importantes prêmios fonográficos: Melhor Realização Folclórica Nacional (1962) e Melhor Cantor Masculino (1964).
Em meados da década de 50, existiam apenas cinco músicas gauchescas catalogadas. Essa pobreza de sons moveu Paixão Côrtes a promover novos grupos musicais. Em seus programas foram lançados Os Gaudérios, o conjunto vocal Farroupilha e outros. O comunicador viajava com freqüência para pesquisar e identificar novos valores, liderando um processo de desenvolvimento da cultura regional. Isto foi essencial para a ampliação da cobertura e expansão dos centros de tradições. No final de 1999 contava-se, aproximadamente, 4200 Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) espalhados pelo mundo.
Paixão Côrtes permaneceu na Rádio Guaíba até 1995. Era convidado com freqüência para falar sobre assuntos ligados à cultura regional. O pesquisador possui um acervo de milhares de slides, centenas de fitas gravadas, filmes super 8 e vídeos sobre os costumes rio-grandenses. Todo esse material foi reconhecido e aprovado em vários Congressos Tradicionalistas. Suas investigações estenderam-se, também, a documentos e peças originais nos Museus do Louvre e Les Invalides, em Paris, no Museu do Trajo Português, em Lisboa, nos Museus Militar e do Padro, em Madrid, no Victória e Albert, em Londres e no Museu Militar da Escócia.
Por sua importância dentro da história gaúcha, a figura de Paixão Côrtes ficou eternizada em bronze na estátua do Laçador, reproduzida pelo escultor pelotense Antônio Caringi, instalada, em 1954, na rótula de entrada de Porto Alegre (confluências das avenidas Farrapos, Ceará e dos Estados), frente ao Aeroporto Salgado Filho. Pelos seus mais de 50 anos de dedicação aos estudos sobre a cultura rio-grandense-do-sul, que lhe renderam mais de 30 obras sobre ovinocultura e folclore, recebeu a Ordem de Mérito Cultural.
Morte: 27 de agosto de 2018 (91 anos); Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Fonte: Portal BRASIL CULTURA

sábado, 11 de julho de 2020

Os camisas negras de Bolsonaro - por Jornalistas Livres

Mais de 1 milhão de crianças, 2 milhões de mulheres e 3 milhões de homens foram submetidos ao assassinato e à tortura de forma programada pelos nazistas com o objetivo de exterminar judeus e outras minorias. Nos primórdios da Itália fascista, os camisas negras – milícias paramilitares de Mussolini – espancavam grevistas, intelectuais, integrantes das ligas camponesas, homossexuais, judeus. Quando a ditadura fascista se estabeleceu, dez anos antes da nazista, Mussolini impôs seu partido como único, instaurou a censura e criou um tribunal para julgar crimes de segurança nacional; sua polícia secreta torturou e matou milhares de pessoas. Em 1938, Mussolini deportou 7 mil judeus para os campos de concentração nazista. Sua aliança com Hitler na 2ª Guerra matou mais de 400 mil italianos.
Perdoem-me relembrar fatos tão conhecidos, ao alcance de qualquer estudante, mas parece necessário falar do óbvio quando ser antifascista se tornou sinônimo de terrorista para Jair Bolsonaro. Os direitos universais à vida, à liberdade, à democracia, à integridade física, à livre expressão, conceitos antifascistas por definição, pareciam consenso entre nós, mas isso se rompeu com a eleição de Bolsonaro. O desprezo por esses valores agora se explicita em manifestações, abraçadas pelo presidente, que vão de faixas pelo AI-5 – o nosso ato fascista – ao cortejo funesto das tochas e seus símbolos totalitários, aqueles que aprendemos com a história a repudiar. Jornalistas espancados pelos atuais “camisas negras” estão entre as cenas dessa trajetória.
A patética lista que circulou depois que o deputado estadual Douglas Garcia(PSL-SP) pediu que seus seguidores no Twitter denunciassem antifascistas mostra que o risco é mais do que simbólico. Depois do selo para proteger racistas criado pela Fundação Palmares, e das barbaridades ditas pelo seu presidente em um momento em que o mundo se manifesta contra o racismo, e que lhe valeram uma investigação da PGR, essa talvez seja a maior inversão de valores promovida pelos bolsonaristas até aqui.
A ameaça contida na fala presidencial e na iniciativa do deputado, que supera a lista macartista pois não persegue apenas os comunistas, tem o objetivo óbvio de assustar os manifestantes contra o governo e de açular as milícias contra supostos militantes antifas, dos quais foram divulgados nome, foto, endereço e local de trabalho.
É A JUNÇÃO DOS “CAMISAS NEGRAS” COM A POLÍCIA MILITAR, QUE JÁ SE MOSTROU FAVORÁVEL AOS BOLSONARISTAS CONTRA OS MANIFESTANTES PELA DEMOCRACIA NO DOMINGO PASSADO EM SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO. E QUE VEM PRATICANDO O GENOCÍDIO CONTRA NEGROS IMPUNEMENTE NO PAÍS DESDE SUA CRIAÇÃO, NA DITADURA MILITAR, MUITAS VEZES COM A CUMPLICIDADE DA JUSTIÇA, IGUALMENTE RACISTA.

Como disse Mirtes Renata, a mãe de Miguel, o menino negro de 5 anos que foi abandonado no elevador pela patroa branca de sua mãe, mulher de um prefeito, liberada depois de pagar fiança de R$ 20 mil reais, “se fosse eu, a essa hora já estava lá no Bom Pastor [Colônia penal feminina em Pernambuco] apanhando das presas por ter sido irresponsável com uma criança”. Irresponsável. Note a generosidade de Mirtes com quem facilitou a queda de seu filho do 9º andar.
Neste próximo domingo, os antifas vão pras ruas. Espero não ouvir à noite, na TV, que a culpa da violência, que está prestes a acontecer novamente, é dos que resistem como podem ao autoritarismo violento. Quem quer armar seus militantes, e politizar forças de segurança pública, está no Palácio do Planalto. É ele quem precisa desembarcar. De preferência de uma forma mais pacífica do que planejam os fascistas para mantê-lo no poder.
Por: Marina Amaral, codiretora da Agência Pública
Fonte: Jornalistas Livres

Quem confia em Milton Ribeiro, o ministro da Educação escolhido por Jair Bolsonaro?

Por Ricardo Melo* Um belo dia, o finado político Abraham Weintraub saiu-se mais ou

Esse é um país que vai pra frente…, por Dirce Waltrick do Amarante

Por Dirce Waltrick do Amarante* - por 
Nestes últimos dois anos o Brasil mudou muito e para melhor! Com a economia em plena ascensão, nem mesmo o clima permaneceu o mesmo.
Nosso inverno no norte e nordeste se assemelha cada vez mais ao inverno dos países ricos do Hemisfério Norte.  É certo que, em razão dessa mudança climática drástica, essas regiões agora frias sofreram muito com pandemia no início deste ano, como bem lembrou um ilustre ministro interino brasileiro. Mas é certo também que uma boa equipe técnica no governo transformou esse grande revés em uma excelente oportunidade: Campina Grande irá sediar a próxima Olimpíada de Inverno, em 2022.
A mudança mais recente se deu na Amazônia, graças ao excepcional trabalho de preservação ambiental do Ministério do Meio Ambiente, o qual não só preservou a Mata Atlântica como a expandiu de forma fenomenal. Hoje ela já ocupa 87% da Amazônia, região que está cada vez mais perto de Miami, como afirmou uma vereadora democrata de Taubaté. Aliás, está tão perto que já se viu botos cor de rosa na Baía de Biscayne.

Globo paz e amor enfrenta hoje sua maior ameaça existencial

Grupo de comunicação da família Marinho enfrenta a rejeição da esquerda e da direita, a hostilidade do governo Bolsonaro, a pressão dos clubes de futebol por retornos mais justos no futebol e concorrentes de peso como Youtube, Amazon e Netflix, diz o jornalista Leonardo Attuch, editor do 247.

“Não há como uma nação se reencontrar se 30% da sua população for sistematicamente rejeitada. Este é o tamanho do problema que o Brasil precisa enfrentar e superar”, escreveu o jornalista Ascânio Sêleme, ex-diretor de redação do jornal O Globo e ainda hoje um de seus principais articulistas, em sua coluna deste sábado.

A frase poderia ser reescrita de outra forma - e seria bem mais honesta e precisa. “Não há como uma nação se reencontrar se 30% da sua população for sistematicamente rejeitada. Este é o tamanho do problema que a Globo precisa enfrentar e superar”. Afinal, foi o grupo de comunicação da família Marinho que há vários anos decidiu liderar uma campanha midiática, em associação com setores do Judiciário, para marginalizar uma força política que, como o próprio jornal reconhece, representa 30% dos anseios da sociedade brasileira.
Os resultados do trabalho deste “gabinete do ódio” limpinho e cheiroso são conhecidos: um golpe de estado, em 2016, e uma eleição manca, em 2018, uma vez que os direitos políticos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram artificialmente subtraídos. Uma eleição, diga-se de passagem, que instalou no poder um governo de corte neofascista, que nutre grande hostilidade em relação à Globo e à mídia corporativa, que se diz portadora do chamado “jornalismo profissional”.
Portanto, o desafio da Globo é bem maior do que se reencontrar com 30% da sociedade brasileira que ela própria marginalizou - e ainda hoje marginaliza. Com a chegada de Jair Bolsonaro ao poder, o grupo de comunicação dos Marinho também passou a ser rejeitado pela extrema-direita, que enxerga na Globo uma força manipuladora - e não propriamente democrática. Ciente disso, o bolsonarismo claramente estimula o crescimento de outros meios de comunicação, como Record e SBT, por meio da publicidade oficial, e da CNN, com o privilégio nas informações de governo.
Hoje, portanto, a Globo enfrenta sua maior ameaça existencial. Perdeu público à direita e à esquerda, tem concorrentes de maior peso no entretenimento e no jornalismo e também se mostra incapaz de reagir ao avanço das plataformas de streaming, como Youtube, Netflix e Amazon. E se tudo isso não bastasse, os clubes de futebol, liderados pelo Flamengo, começam a se libertar do monopólio nas transmissões de futebol, também estimulados pelo governo federal.
Em seu artigo, Ascânio Sêleme afirma que “o ódio dirigido ao PT não faz mais sentido e precisa ser reconsiderado se o país quiser mesmo seguir o seu destino de nação soberana, democrática e tolerante”. É interessante o uso da palavra “soberana”, uma vez que o ambiente de intolerância semeado pela Globo foi extremamente útil para a destruição da soberania nacional. Todos sabem que o golpe de 2016 não foi dado apenas para que direitos trabalhistas e previdenciários fossem eliminados, mas também para que se alterasse o modelo de exploração do pré-sal e para que o Brasil fosse reenquadrado politicamente, sob o tacão imperial.
No entanto, o uso do conceito de soberania pela Globo pode ser uma tentativa de seduzir forças do campo democrático para uma aliança contra marcas internacionais, como a CNN, e as plataformas de streaming já citadas. No Brasil, a lei proíbe que grupos de comunicação sejam controlados por estrangeiros, mas essa legislação já foi ultrapassada pela tecnologia. E hoje, curiosamente, publicações internacionais, como BBC, El País e Intercept conseguem ser mais democráticas do que as empresas nacionais.
O fato é que a “Globo paz e amor”, que surge na coluna de Ascânio Sêleme deste sábado, enfrenta nos dias atuais a sua maior ameaça existencial.
Fonte: BRASIL 247

sexta-feira, 10 de julho de 2020

CARTA CAPITAL - Jovem negro preso por 10g de maconha morre em presídio por coronavírus

Jovem negro preso por 10g de maconha morre em presídio por coronavírus
Lucas Morais da Trindade foi preso em flagrante em 2018 por porte de drogas. 
Em primeira instância, o jovem foi condenado a 5 anos e 4 meses de reclusão. A defesa do mineiro então entrou com três recursos no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), mas todos foram negados.
A decisão do TJMG vai contra uma resolução divulgada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre prisões durante a pandemia. O texto sugere, entre outras coisas, a reavaliação de prisões provisórias e preventivas que resultem de crimes menos graves, além de indicar que novas ordens de prisão devem respeitar a “máxima excepcionalidade”.
Segundo a Sejusp, no sábado, Lucas desmaiou na cela e foi encaminhado desacordado para atendimento no hospital Padre Júlio Maria, onde morreu.
Inicialmente, disseram aos familiares que a causa era infarto, mas no atestado de óbito veio o resultado positivo para a covid-19.
Segundo o CNJ, de maio para junho, houve um aumento de 800% nos casos de covid-19 nos presídios. O advogado de Lucas, Felipe de Oliveira Peixoto, informou que o recurso do jovem seria julgado pelo TJMJ no dia 30 deste mês. A família estuda processar o Estado pelo ocorrido.
Parentes de detentos que cumprem pena no sistema penitenciário de Manhumirim cobram transparência sobre o estado de saúde dos presos, depois da morte de Lucas.
De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), o presídio de Manhumirim tem 159 presos confirmados com a doença.
Fonte: Carta Capital

10 de Julho – Dia Nacional da Pizza

Diz a história que a primeira pizza apareceu há mais de 6 mil anos e era apenas uma fina camada de massa conhecida como “pão de Abrahão”, que os hebreus e egípcios consumiam. Ela se parecia com nosso pão sírio atual e também era chamada de “piscea”, daí o nome pizza .
Os italianos, milhares de anos depois, incrementaram a pizza com o tomate, e ela era consumida dobrada ao meio como se fosse um sanduíche. Sua disseminação aconteceu durante a segunda metade do século XIX, em 1889, com dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita e, para agradar e inovar o cardápio, resolveu adicionar à massa, mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana. E, em homenagem à rainha, ele batizou sua receita com o nome de pizza Margherita.
Na seqüência, padeiros mais criativos começaram a inovar e colocaram na pizza outros ingredientes, como o alho, o alicce e peixes da região.
A fama de Nápoles correu o mundo e, assim, surgiu a primeira pizzaria: a Port’Alba. Ela era um grande ponto de encontro de artistas da época. Entre eles, estava Alexandre Dumas, que até mesmo citou em uma de suas obras algumas variações da pizza. Por muito tempo, ela era vendida em padarias e barracas de rua e consumida no café da manhã. De Nápoles para o resto do mundo foi “um pulo”, pois os imigrantes a levaram para vários países e a popularizaram.
Ela chegou aos EUA, assim como ao Brasil, por intermédio dos imigrantes italianos. Por muito tempo, só se encontravam pizzarias nos redutos e colônias italianas. Hoje, essa famosa delícia está em qualquer lugar das cidades.
O Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho, desde 1985, em São Paulo. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da redonda.

RECEITAS MARAVILHOSAS

MASSA BÁSICA DE PIZZA

Ingredientes:

1 tablete de fermento biológico
2 ½ xícaras de chá de farinha de trigo
sal, óleo, leite (opcional)
Preparo:
Coloque o fermento em uma tigela, junte ½ xícara de chá de água morna e mexa para dissolver bem o fermento. Coloque a farinha de trigo peneirando-a sobre uma superfície, faça um buraco no meio e tempere com um pouco de sal. Acrescente o fermento e misture com um garfo ou com as mãos. Não pare de mexer juntando aos poucos ½ xícara (chá) de água morna. Feito isso, trabalhe a massa até ela ficar consistente e elástica. Faça uma cruz na superfície, cubra com um pano e deixe descansar por mais ou menos umas 2 ou 3 horas, dependendo da temperatura ambiente. Após esse tempo, coloque a massa, de preferência, sobre uma pedra polvilhada de farinha de trigo, amassando-a ligeiramente com o rolo de macarrão. Unte uma assadeira com manteiga ou azeite e abra a massa, empurrando-a bem para que não fique um bolo (grossa demais).

Observação: Está porção dá para umas 4 pessoas. Leva uns 15 minutos para fazer, e 3 horas descansando. Por isso, faça com bastante antecedência.

MASSA FINA E CROCANTE

Ingredientes:

(Quantidade para cerca de 6 discos de pizza fina de 30 cm ou 8 de 25cm)
4 xícaras de farinha de trigo
8 a 10 colheres de sopa de azeite de oliva ou óleo vegetal
1 ovo
45 g de fermento biológico
250ml de cerveja*
sal a gosto
*a cerveja pode ser substituída por água, e o ovo pode ser suprimido, embora dê uma boa liga à massa.

Modo de fazer:

Esquente a cerveja (ou a água) a mais ou menos 36 graus (para saber ao certo, sinta se está na temperatura do corpo); Junte o fermento à cerveja, até que se dissolva completamente (antes de adicionar o fermento, tire um pouco do gás da cerveja, para evitar que transborde); Coloque a farinha de trigo numa tigela grande*, junte o sal e misture bem; Abra um buraco no meio farinha e despeje a mistura do fermento com a cerveja dentro, cobrindo com a farinha. Deixe descansar assim por uns minutos; Adicione o ovo batido e o azeite de oliva, misture bem até que forme uma massa bem homogênea. Quando a massa começar a se soltar da tigela, tire-a de dentro, e passe a amassá-la em cima de uma pedra mármore, de preferência, até que esteja completamente lisa e homogênea; Unte uma tigela grande com óleo ou azeite, coloque a massa dentro e cubra com filme plástico para não secar, deixando uma folga para a massa crescer; Coloque a tigela dentro de um saco plástico e feche-o completamente. Ponha para repousar em algum lugar abafado, como dentro de um forno frio e desligado, por exemplo. Deixe descansar de 4 a 6 horas.
Opcional: Após a massa descansar por volta de uma hora e meia, retire-a de dentro da tigela e volte a amassá-la até que se reduza ao tamanho original. Coloque em seguida na tigela, conforma mencionado acima, e deixe descansar de 4 a 6 horas.

MASSA DE PIZZA

Tempo de Preparo: 40 minutos
Rendimento: 2 pizzas de 30 cm de diâmetro
Ingredientes:
– 2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
– 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
– 1 e 1/2 colher (sopa) de fermento biológico
– 1 xícara (chá) de água morna
Modo de Preparo:
Coloque a farinha de trigo em uma tigela e misture o azeite. Dissolva o fermento na água morna e incorpore à farinha, misturando bem com uma colher de pau e uma espátula de plástico. Depois trabalhe com as mãos, até obter uma massa um pouco pegajosa. Forme uma bola com a massa, cubra com um guardanapo e deixe repousar em lugar quente por 30 minutos até crescer. Trabalhe um pouco a massa com as mãos, levemente enfarinhadas, e forme uma bola. Divida-a ao meio e amasse ligeiramente cada metade, obtendo dois círculos espessos.

PIZZA AOS TRÊS QUEIJOS
Ingredientes: (para duas pizzas)
Esponja:
50 g de fermento biológico
1 colher (sopa) de açúcar
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 copo de leite integral
Outros Ingredientes da Massa:
1 ovo inteiro
1 colher (sopa) de óleo
500 g de farinha de trigo
sal
Molho:
600 g de tomate (sem pele) moídos a grosso modo
sal e pimenta a gosto
2 colheres (sopa) de azeite
orégano e cheiro verde picado
Cobertura:
400 g de queijo mussarela ralada no ralo grosso
300 g de requeijão
50 g de queijo parmesão ralado
azeite e azeitonas pretas
Preparo:
Dissolva o fermento com o açúcar. Junte o leite e a farinha. Misture bem. Cubra com um pano e deixe a esponja dobrar de volume. Adicione o ovo, o óleo, o sal e a farinha peneirada. Misture, passe para a mesa polvilhada e amasse bem. Deixe crescer novamente em uma vasilha coberta. Separe a massa em duas partes, forre as formas com uma massa leve para assar em forno pré-aquecido. retire do forno, espalhe o molho e cubra com os queijos. Regue com azeite e volte ao forno. Coloque as azeitonas somente quando pronta.

PIZZA DE HOT DOG
Tempo de preparo: 30 minutos
Rendimento: 4 pessoas
Ingredientes:
150 gr de mussarela ou requeijão
5 salsichas grandes sem tempero
1 lata de molho de tomate temperado para pizza
pimenta do reino (opcional)
Preparo:
Prepare a massa de pizza colocando-a sobre uma superfície polvilhada com farinha e abra-a ligeiramente com o rolo. Feito isto, coloque numa assadeira untada com azeite ou óleo. Distribua por cima o molho de tomate como uma colcha, espalhando-o bem de acordo com o gosto de cada um. Pode-se jogar uma pitadinha de orégano. Coloque a mussarela ou requeijão, distribuindo-a de maneira a cobrir a superfície e o molho. Tire a pele das salsichas e corte-as em fatias no sentido do comprimento. Coloque as salsichas sobre a mussarela.

Por fim, leve ao forno pré-aquecido (220 graus) e deixe assar por uns 20 minutos. Depois, abaixe um pouco a temperatura do forno para uns 180 graus e deixe por mais 10 minutos. Nunca deixe de olhar a pizza, porque os tempos dependem da espessura da massa que você fez. Estes tempos são para massa média. Sirva quente.

PIZZA DE BANANA
Ingredientes:

Banana, açúcar e canela.
Porção: 3 a 4 pessoas.
Abra a massa com um rolo, depois coloque as fatias de banana bem espalhadas até preencher todos os espaços.
Em seguida acrescente o açúcar e a canela. Leve ao forno pré-aquecido (220 graus) e deixe assar por mais ou menos 15 minutos, sempre observando para não queimar as bananas.

PIZZA MARGHERITA
Ingredientes:
Massa:

1/2 litro de água morna
900 g de farinha de trigo
20 g de sal
20 g de fermento biológico
2 colheres de sopa de azeite de oliva
Molho:

1 kg de tomate maduro
1 colher de sal
1 colher de chá de orégano
Recheio:

600 g de queijo mussarela de búfala
folhas de manjericão

Modo de Preparo:

Divida a água morna em duas partes, dissolva o fermento em uma das metades e o sal e azeite na outra. Coloque a farinha em uma tigela e acrescente a água com o fermento. Misture bem e acrescente a água com o sal e azeite. Amasse e sove a massa por cerca de 15 minutos, até que esteja bem lisa e não grude mais nas mãos. Coloque novamente na tigela e cubra com um pano, deixe a massa fermentar por 1 hora ou até dobrar de volume. Amasse novamente por mais 5 minutos e divida a massa em 6 partes iguais com cerca de 250 g cada. Coloque sobre um plano de trabalho e cubra com um pano, deixe a massa crescer novamente por mais 1 hora ou até dobrar de volume. Enfarinhe bem um plano de trabalho e abra os discos de massa com cerca de 3 mm de espessura. Cobrir com o molho.

Molho: Lave bem os tomates e retire a pele e as sementes. Pique finamente os tomates ou passe-os numa peneira grossa. Acrescente o sal e orégano. Utilize como solicitado na receita. Rale grosseiramente a mussarela. Abra a massa e coloque em uma fôrma para pizza. Cubra com o molho e leve ao forno pré-aquecido em fogo forte por 12 minutos. Retire. Cubra com a mussarela ralada e leve novamente ao forno para a mussarela derreter. Quando a massa estiver dourada, retire do forno e salpique com folhas de manjericão.

Fonte: Portal BRASIL CULTURA