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sexta-feira, 14 de maio de 2021

TCU aprova prorrogação da Lei Aldir Blanc, sancionada com vetos por Bolsonaro

Apesar de manter a prorrogação até o dia 31 de outubro para programação dos recursos ao setor cultural, Jair Bolsonaro vetou dispositivos, alegando não ser possível usar, neste ano, recursos aprovados no ano passado. Esse entendimento é diferente do apresentado nesta quarta-feira pelo TCU.

O Palácio do Planalto argumentou que a legislação não autoriza o uso dos recursos da Lei Aldir Blanc neste ano porque o dinheiro teve origem no Orçamento de Guerra, criado no ano passado com regras fiscais específicas. Esse entendimento é diferente do apresentado nesta quarta-feira pelo Tribunal de Contas da União. Por unanimidade, autorizou o uso do dinheiro da Lei Aldir Blanc até o final de 2021.

A doutora em gestão cultural pela Universidade de São Paulo, Inti Queiroz, argumentou que, apesar dos vetos, o TCU deu as garantias para gastar o dinheiro não executado. TCU identificou que foram executados, até o final de março, 73% dos 3 bilhões de reais destinados ao setor cultural em razão da pandemia. Com isso, mais de 700 milhões de reais ainda podem ser usados para projetos na área cultural.

Para o escritor e ativista cultural Célio Turino, que ajudou na formulação da Lei Aldir Blanc, os vetos podem atrasar a execução do recurso disponível.

Segundo o Sistema de Informações e Indicadores Culturais, o setor empregava, em 2017, 5,7% da mão de obra nacional. Isto equivale a mais de 5 milhões de pessoas, sendo responsável por 3,4% do Produto Interno Bruto brasileiro.

Fonte: BRASIL 247

UFRN discute políticas públicas contra o racismo - Com Potiguar Notícias

 

Foto: Foto: Cícero Oliveira – Agecom/UFRN

Com o intuito de discutir políticas públicas que visem a igualdade de direitos, o reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), José Daniel Diniz Melo, se reuniu com a vereadora do município de Natal, Brisa Bracchi, e o diretor da União Estadual dos Estudantes (UEE) e representante do coletivo Enegrecer, Herbert Goulart. O encontro aconteceu na manhã desta quinta-feira, 13 de maio, data de reflexão e luta contra o racismo.
 
A vereadora Brisa Bracchi explicou que, apesar de 13 de maio marcar oficialmente a abolição da escravatura, a data representa a luta do povo negro contra as desigualdades que, ainda nos dias atuais, estruturam o racismo no país. Já o diretor da UEE e representante do Enegrecer, Hebert Goulart, destacou a importância do Estado na criação e execução de iniciativas que promovam, verdadeiramente, a igualdade de direitos.
 
Nessa perspectiva, eles entregaram ao reitor Daniel Diniz a carta Povo negro por direitos!, na qual o movimento negro se coloca à disposição para construir iniciativas de combate ao racismo estrutural nas instituições. Entre as pautas sugeridas para a UFRN, foi destacada a criação de cotas nas seleções da pós-graduação. “Sabemos que cada programa de pós-graduação tem autonomia, mas queríamos abrir esse diálogo junto à Reitoria, que tem se mostrado sensível para receber essas questões”, disse Brisa.
 
O reitor Daniel Diniz colocou a UFRN à disposição na elaboração e implementação de políticas públicas que promovam a igualdade de direitos. Na luta contra o racismo, o gestor lembrou que a universidade, recentemente, institucionalizou os procedimentos de heteroidentificação nos processos seletivos. Sobre a pós-graduação, o reitor contou que a universidade está elaborando um novo regulamento e que a criação de cotas nas seleções será incluída para deliberação da comunidade universitária.

Fonte: Williane Silva de Ascom-Reitoria UFRN

Essencial do DCM – SEXTOU COM BEMVINDO SEQUEIRA - por Pedro Zambarda de Araujo

 Por DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO

Bemvindo Sequeira. Foto: Reprodução/YouTube

AO VIVO. Kiko Nogueira, Pedro Zambarda e Bemvindo Sequeira analisam as últimas notícias.

VEJA TAMBÉM – Embaixador Celso Amorim reage à chacina do Jacarezinho: vergonha do meu país. Por Denise Assis

Aras pede esclarecimentos a autoridades do Rio sobre chacina no Jacarezinho

Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO 0 DCM

Pavê Tradicional

Aprenda a preparar Pavê tradicional com esta excelente e fácil receita. O Portal da Cultura Brasileira sugere uma receita de pavê tradicional que todo o mundo vai adorar.

INGREDIENTES

1 lata de creme de leite

1 lata de leite (a mesma medida da lata)

2 latas de leite condensado

2 gemas

2 colheres de amido de milho

3 colheres de chocolate em pó ou achocolatado

Biscoito amido de milho

Leite para molhar os biscoitos

Raspas de chocolate (opcional)

Manteiga sem sal ou margarina só para dar o ponto

MODO DE PREPARO

Primeiro pegue a lata de leite condensado, as gemas, a maisena e o leite

Coloque no fogo e deixe até que fique um creme

Reserve

Coloque a segunda lata de leite condensado com um pouco de margarina e o chocolate

Deixe no fogo até ficar um creme tipo brigadeiro

Desligue o fogo e junte com o creme de leite

Para montar: Coloque primeiro o creme branco

Em seguida, mergulhe os biscoitos no leite e coloque sobre o creme branco

Depois, coloque o creme preto e acrescente as raspas de chocolate sobre ele

Deixe no congelador durante 2 horas

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

BIENAL DE TEATRO LAMBE-LAMBE DE PARANAGUÁ COMEÇA NESTE SÁBADO (15) - Por Portal BRASIL CULTURA

A mostra será em meio virtual (online) de 15 a 22 de maio e contará com 28 espetáculos além de palestras, oficina de dramaturgia, laboratórios e lançamento de livro.

Paranaguá recebe a partir deste sábado (15) a 1ª Bienal de Teatro Lambe-Lambe. O evento terá oito dias de atividades com 28 espetáculos de sete estados do Brasil, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e do Distrito Federal; além da Argentina, Chile e México. Devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19, o evento será apresentado em meio virtual através das plataformas do Youtube e Facebook.

A abertura da Bienal será às 16 horas do sábado (15) com a participação especial das criadoras do Teatro Lambe-Lambe, Denise di Santos, com a Palestra/Espetáculo “O vir a ser”; e Ismine Lima, com o espetáculo “Esperando Dora” e lançamento do seu livro “Circo de papel”. No domingo (16), também a partir das 16 horas, serão apresentados quatro espetáculos. A partir da segunda-feira (17) até sexta-feira (21) os espetáculos serão apresentados as 19 horas. No dia do encerramento, sábado (22), os espetáculos começam às 16 horas.

Os espetáculos que vão compor a Bienal foram selecionados por meio de convocatória que aconteceu em abril de 2020. E, ainda na Programação, os artistas participantes farão uma partilha de seu processo de trabalho, pela plataforma Zoom, com a mediação de profissionais renomadas na área do Teatro de Animação.

Assim, durante oito dias, a Bienal de Teatro Lambe-Lambe, além de entreter as famílias paranaenses, brasileiras e internacionais, também vai oferecer ações formativas para o público jovem e multiplicadores por meio das Palestras, Oficina de Dramaturgia e Laboratórios. Os espetáculos terão acessibilidade em Libras.

Sobre o Teatro Lambe-Lambe

O Teatro Lambe-Lambe é uma arte genuinamente brasileira. Criado na década de 80 em Salvador, na Bahia, por Ismine Lima e Denise di Santos, este jeito de fazer teatro foi inspirado nas antigas caixas fotográficas do século XIX.

Inecê Gomes, integrante da Trágica Companhia de Arte ao lado de Jacques Beauvoir, idealizadoras e realizadoras da Bienal de Teatro Lambe-Lambe, explica: “Os espetáculos em miniaturas são apresentados dentro de uma caixa, onde um espectador por vez é conduzido na ludicidade da história”.

Desde 2013, Inecê e Jaques circulam com seus espetáculos de teatro lambe-lambe por Curitiba e em diversos festivais pelo Brasil e América Latina. Agora elas estão trazendo essa Bienal para Paranaguá conhecer e se encantar com o infinito universo do Teatro Lambe-Lambe.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura – PROFICE – Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

Realização: Trágica Cia de Arte e Companhia Paranaense de Teatro de Formas Animadas.
Apoio: Copel – Uma das maiores companhias elétricas do Brasil que está presente em dez estados brasileiros.

Onde assistir e obter maiores detalhes:
https://www.facebook.com/bienal.lambe
https://youtube.com/c/BienalLambeLambe
Instagram: @bienal.lambe
O evento terá acessibilidade em Libras.

Fotos em anexo no link: https://drive.google.com/drive/folders/1bohYXEskj8BurZEsfHn2W87W-z86ce6m?usp=sharing
Legendas:
1. “Missiva” – Cia Mútua- Monica Longo- Itajaí/SC/BRA
2. “La Mar”- Movimiento Piruleta – Vanina Zequeira – Buenos Aires – Argentina
3. “Teatro de Caixa”- Rudinei Morales Produções – Porto Alegre – RS (Foto: León Naifleisch)
4. ” R.I.P.” – Cia La Polilla- Ruddy Castillo Rojas – Paranaguá – PR
5. “Uma janela para o Largo”- Cia Balbuínas – Ana Piu – Campinas – SP

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Valéria Oliveira lança novo álbum, "Sacrário" nesta sexta (14) - Por POTIGUAR NOTÍCIAS

A poética do feminino sagrado irrompe as fronteiras do imaginário e demuda-se em imagens, poemas, ritmos e arranjos de "Sacrário", o novo álbum de Valéria Oliveira, que será lançado nesta sexta-feira, 14 de maio, pela Tratore, com distribuição nas principais plataformas digitais.

"Sacrário" é o 10º álbum da cantora e compositora natalense e desponta no cenário nacional como uma elegia aos 30 anos da sua carreira artística. Com produção musical de Valéria e Jubileu Filho, o novo álbum se revela como um ambiente íntimo e sacrossanto da artista onde a sacralidade do feminino brota no seio lírico da mãe terra e ecoa sonoramente por meio da delicadeza e da força mulheril da voz sedutora e doce dessa cantante potiguar.

As composições de "Sacrário" foram trançadas e enfeitadas pelos ritmos, interpretações e pelas marcações compassadas e sincopadas de sambas que estão carregados “de amor, de liberdade, de dor e de alegria”.

Valéria Oliveira divide quatro faixas do seu SACRÁRIO com cantoras de renome nacional: Leila Pinheiro, emprega a doçura da sua voz à canção, ALENTO; Simona Talma, apresenta a sua personalidade plural, na música UM SIMPLES OLHAR; A cantora Daúde, imprime sua vibração e seu balanço soteropolitano na faixa GENTE; além da presença de Leci Brandão, interpretando sua ontológica música, ESSA TAL CRIATURA, que em SACRÁRIO ganha uma releitura, com novo arranjo orquestrado pelo maestro Rildo Hora. No vestígio dessa grande elegia ao samba, Valéria Oliveira reverencia os mestres Wilson da Neves (1936 – 2017) e Delcio Carvalho (1939 – 2013) interpretando a obra POR ONDE COMEÇAR. SACRÁRIO completa o seu intertexto musical com as parcerias dos compositores Drika Duarte, Ivando Monte, André Morais, Luiz Gadelha, Simona Talma, Khrystal, Rico Dias e Vinícius Lins.

A capa ficou a cargo de Elifas Andreato, designer gráfico, ilustrador e artista plástico renomado no Brasil e no exterior. Elifas revelou em seu campo visual uma imagem indicial que pressupõe uma essência específica, uma linguagem íntima, transversal e contígua, para representar a simbologia do sagrado feminino que está presente na matriz sonora e nas cores ritmadas das 14 faixas do álbum. 

SACRÁRIO apresenta boas vibrações, traz um swing e um balanço sincopado, além de despontar e traduzir a essência e a personalidade musical que Valéria Oliveira nos propõe neste trabalho: “Sinta a marcação, o ruído das ondas do mar no rufar dos tambores, a liberdade no peito e a cor da verdade no sangue”. SACRÁRIO “nasceu perto do mar” e está repleto de signos musicais e de imagens acústicas banhadas pelo sol e pelo sal “Da velha Cidade do Reis”.

Repertório

Sacrário (Valéria Oliveira)
Toca tambor (Valéria Oliveira/Drika Duarte)
Rosa de aroeira (Valéria Oliveira)
Alento (Ivando Monte/Valéria Oliveira)
Participação especial: Leila Pinheiro

Voragem (Valéria Oliveira/André Morais)
Essa tal criatura (Leci Brandão)
Participação especial: Leci Brandão

Está tudo aí (Luiz Gadelha/Valéria Oliveira)
(Simona Talma /Valéria Oliveira)
Participação especial: Simona Talma

200% (Khrystal/Valéria Oliveira)
Por onde começar (Wilson das Neves/Délcio Carvalho)
O beco (Valéria Oliveira)
Gente (Rico Dias/Valéria Oliveira)
Participação especial: Daúde

É agudo o nosso enredo (Khrystal/Valéria Oliveira)
Vai além (Vinicius Lins/Valéria Oliveira)

Ficha Técnica

Produção Musical: Valéria Oliveira e Jubileu Filho

Coordenação Geral: Mônica Mac Dowell

Produção executiva: Mônica Mac Dowell e Valéria Oliveira

Direção musical: Jubileu Filho

Assessoria vocal: Nina Pancevski

Mixagem e masterização: Eduardo Pinheiro

Gravações de bases e coberturas: Beju Estúdio por Jubileu Filho

Gravações de piano, baixo acústico, sanfona, clarinete, flauta e vocais:

Estúdios Megafone por Eduardo Pinheiro e Miguel Sampaio

Gravação de voz de Valéria Oliveira: Estúdios Megafone por Valéria Oliveira

Capa: Elifas Andreato

Foto: Luciano Azevedo 
 
SERVIÇO:
 
Valéria Oliveira – Sacrário
 
Lançamento: 14 de maio de 2021, nas principais plataformas digitais
 
- O CD  “Sacrário” conta com o patrocínio da Prefeitura do Natal, Hospital do Coração e HC Cardio - por meio do Programa Djalma Maranhão e tem o patrocínio da Prefeitura do Natal e do Governo Federal - por meio da Lei Aldir Blanc. E apoio do SEBRAE RN - por meio do Edital de Economia Criativa.

Fonte: Potiguar Notícias

Foram os homens e as mulheres negras que construíram a identidade nacional: vidas negras do Brasil

O Museu Afro Brasil instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo inaugura nesse sábado, 19 de dezembro, uma exposição em homenagem a João Alberto Silveira Freitas, homem negro brutalmente assassinado em um supermercado da rede Carrefour de Porto Alegre (RS). 

Intitulada Foram os homens e as mulheres negras que construíram a identidade nacional: vidas negras do Brasil a mostra conta com os trabalhos e seis artistas plásticos que gravitaram a faixada externa da instituição, localizada no Parque Ibirapuera, em São Paulo. 

Questionando o racismo, a violência e as desigualdades do país, a exposição concebida por Emanoel Araujo faz, além de um protesto evidente, a reafirmação positiva das contribuições negras para a formação da sociedade brasileira, cumprindo uma agenda compromissada com a superação do racismo e a promoção dos Direitos Humanos no país. Entre os artistas envolvidos estão, por exemplo: Kika, Diego Mouro e Zeh Palito; juntos eles pintaram obras que reconstituem em cores e formas plurais, um cenário de engajamento e alteridade no museu.

A mostra também faz uma importante saudação aos nove jovens assassinados pela polícia numa comunidade de Paraísópolis, em São Paulo, no ano de 2019..

Outras Exposições

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EXPRESSÕES DA ALMA E DO IMAGINÁRIO BRASILEIRO

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Museu Afro Brasil abre exposição de Melvin Edwards, renomado artista estadunidense

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"Heranças de um Brasil profundo” apresenta arte e cultura indígenas

Após exaltar contribuições africanas e portuguesas, trilogia homenageia povos indígenas

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Museu Afro Brasil celebra o 20 de novembro com novas exposições

Walter Firmo, João Câmara, Castro Alves e jovens artistas contemporâneos da Bahia estão entre os destaques das aberturas que também celebram os 15 anos da instituição. Juntas, mostras reúnem mais de 300 obras

·        

Museu Afro Brasil expõe pinturas de João Câmara

Artista é conhecido por acirrar as tensões entre o social e o político em sua produção

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Exposição homenageia Elifas Andreato e Clementina de Jesus

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A cidade da Bahia, das baianas e dos baianos também

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Aberto pela Aduana - Livro de Artista de Eustáquio Neves


Fonte: museuafrobrasil.org.br

Dia Internacional da Enfermagem e do Enfermeiro - "VOCÊ SABIA QUE ONTEM (12) FOI O DIA INTERNACIONAL DO ENFERMEIRO! PARABÉNS!

O Dia Internacional da Enfermagem é comemorado anualmente em 12 de maio.

Também conhecido como Dia Internacional dos Enfermeiros ou Dia do Enfermeiro, esta data homenageia o trabalho e contributo dos enfermeiros e enfermeiras para a proteção da saúde.

A função desses profissionais é essencial para garantir a recuperação e salvamento de vidas em perigo, seja nos hospitais ou demais instituições que necessitam da assistência contínua de cuidados médicos.

Normalmente, durante este dia são organizadas atividades destinadas aos profissionais de enfermagem, como palestras e discussões que ajudam a potencializar as funções do seu trabalho.

Origem do Dia Internacional da Enfermagem

O Dia Internacional da Enfermagem é celebrado mundialmente desde 1965. Porém, oficialmente esta data só foi estabelecida em 1974, a partir da decisão do Conselho Internacional de Enfermeiros.

O dia 12 de maio foi escolhido como homenagem ao nascimento de Florence Nightingale, considerada a “mãe” da enfermagem moderna.

Florence Nightingale, de nacionalidade inglesa, nasceu em Florença, na Itália. Aos 17 anos, Florence Nightingale, que era cristã anglicana, decidiu ser enfermeira, acreditando ter um chamado de Deus para fazer enfermagem.

Foi na guerra da Crimeia, em que o Reino Unido participou entre 1853 e 1856, que o seu trabalho se tornou mais conhecido e ela foi chamada de “Dama da Lâmpada”, instrumento que usava durante a noite para ajudar melhor os feridos.

Florence Nightingale fundou a primeira Escola de Enfermagem secular do mundo na Inglaterra, em 1860.

Dia da Enfermagem no Brasil

O Dia Internacional da Enfermagem passou a ser uma data comemorativa no Brasil em 1938, quando a data foi instituída pelo então presidente Getúlio Vargas através do Decreto no 2.956, de 10 de agosto de 1938.

No entanto, no Brasil é comum a celebração da Semana da Enfermagem, que começa em 12 de maio (com o Dia Internacional da Enfermagem) e termina em 20 de maio (com a comemoração do Dia do Auxiliar e Técnico de Enfermagem).

Mensagens para o Dia dos Enfermeiros

A enfermagem é uma arte e o principal instrumento é a dedicação e o carinho pela vida humana! Parabéns pelo seu trabalho! Feliz Dia dos Enfermeiros!

Enfermeiro, obrigado pela sua capacidade de curar vidas! Feliz Dia da Enfermagem!

Os enfermeiros são como anjos da guarda. Estão sempre perto das pessoas que precisam, vigiando e cuidado das suas frágeis vidas… Obrigado pelo esforço e dedicação! Feliz Dia dos Enfermeiros!

Fonte: Portal BRASIL CULTURA

A intrigante lenda do tesouro de Extremoz no Rio Grande do Norte - Por Henrique Araujo

Uma história curtinha e interessante pra você hoje

Extremoz é município na região norte da Grande Natal. Seus primeiros habitantes foram os índios tupis e paiacús, que viviam lá às margens da Lagoa de Guajiru.

Em 1607 os jesuítas receberam estas terras, e foram os principais responsáveis pela construção da Igreja de São Miguel, famosa na região.

A primitiva igreja foi sendo destruída pouco a pouco, tanto por ação do tempo quanto por ação do homem, a destruição do templo foi contada geração a geração, através de lendas. Uma delas é ela guarda um valioso mistério, que se tornou até uma lenda pra cidade.

Igreja de São Miguel, Extremoz (RN) antigamente
Ruínas da Igreja de São Miguel, Extremoz, RN. Foto: Brechando.com (https://brechando.com/2020/12/esta-igreja-de-extremoz-esta-em-ruinas/)

Uma delas faz menção a um tesouro, que seria sido enterrado no interior da construção da Igreja. Com isso, os antigos moradores da região teriam demolido parte do templo na tentativa de encontrarem o tal tesouro. Mas até hoje nem sinal dele.

Será mesmo que esse tesouro está lá? Estando ou não, no dias atuais, quem passa pela cidade de Extremoz ainda pode contemplar as ruínas da primitiva Igreja de São Miguel. As ruínas são apreciadas por muitos ciclistas que contemplam a paisagem registrando lindas fotos.

Ah, e aqui vai uma foto da fachada da igreja original antigamente:

A Igreja de São Miguel, Extremoz, RN, fachada mais completa. Foto: Brechando.com (https://brechando.com/2020/12/esta-igreja-de-extremoz-esta-em-ruinas/)

A foto acima foi é de 1903 e mostra a existência apenas da fachada da Igreja. Na época a construção já tinha 300 anos de vida e estava começando a ruir. Isso lembrou até aquela casa de Caraúbas (RN) que guarda uma lenda parecida.

Fonte: CURIOZZZO

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Jornalismo é inconformismo – Sobre a chacina no Rio - Por Jornalistas Livres

Foto: Francisco Proner

Por: Luciano Martins Costa

"Então, dá pra fazer um jornalismo melhor?" Luciano Martins Costa levanta questões básicas sobre a operação da Polícia Civil na qual morreu o policial Leonardo Mello Frias e que resultou na morte de mais 27 pessoas.

O noticiário sobre a operação policial na favela do Jacarezinho, que causou o maior número de mortes em ações desse tipo no Rio de Janeiro, produz uma avalanche de protestos, que chegam até da ONU, e muitas declarações de apoio que todos sabem de onde vêm. Mas tudo isso pode ser apenas espuma. Ou, digamos, uma espuma que interessa aos autores da chacina. O jornalismo não deve ser conformista, mas precisa buscar a raiz da indignação.Todo repórter investigativo tem, ou deveria ter, como principal preocupação, parar no meio da enxurrada de informações, principalmente aquelas produzidas pelas autoridades, e olhar para o lado oposto, para além da fonte.

Parado no meio da correnteza, o que vai ver o jornalista? Vai ver que a primeira vítima, o agente policial André Leonardo Mello Frias, tombou a poucos metros do veículo blindado que transportava parte da tropa. Recebeu uma ordem para desbloquear o caminho. Para isso, teria que arrastar um trilho de metal preso a um latão. Tarefa pesada, que exigiria pelo menos mais um homem bastante forte. O jornalista vai se dar conta de que nenhuma outra das 29 vítimas foi morta naquele lugar. A maioria morreu a quase três quilômetros dali.

Para não fazer o trabalho de quem ganha com isso, mas apenas aplicando um pouco da Teoria da Complexidade aos fatos conhecidos, basta imaginar que, evidentemente, toda a tropa de 250 policiais foi imediatamente informada de que um colega havia sido morto. Esse foi o estopim do massacre.

Ainda parado no meio da correnteza de informações e factoides, o jornalista irá pesquisar quem era André Leonardo Mello Frias, e com pouca dificuldade encontrará um homem que entrou para a corporação aos 40 anos, era filho único, tinha um enteado de dez anos e cuidava da mãe doente, da qual era tutor oficial. Descobrirá também que ele era especialista em armas, tinha enorme dedicação ao trabalho e muito interesse em investigação.

Lá no meio de uma pesquisa que não lhe custará mais do que meia hora, tal repórter vai ficar sabendo que André Leonardo participou da investigação que resultou na apreensão de uma enorme quantidade de armamento pesado no Aeroporto Santos Dumont, em 1º de junho de 2017.

Eram armas de guerra, modelos AK-47, G3 e AR-10, estavam escondidas em um carregamento de aquecedores de piscina no terminal de cargas da Receita Federal. As armas, contrabandeadas de Miami, se destinavam a milícias cariocas.

Ainda dentro dessa meia hora, o jornalista na contramão dos factoides vai descobrir que, nessa operação de 2017, também estava presente o policial Bruno Guimarães Buhler, amigo de André Leonardo e seu então colega na Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da polícia do Rio. Buhler, que tinha então 36 anos e um filho pequeno, era considerado um dos melhores atiradores da polícia fluminense.

Como André Leonardo, era um idealista, entusiasta do trabalho policial. Ele foi morto dois meses depois da apreensão das armas destinadas a milicianos no aeroporto Santos Dumont, na mesma favela do Jacarezinho, numa operação de rotina, exatamente como viria a ser vitimado seu amigo: levou um tiro quando saía de um veículo blindado.

Então, dá pra fazer um jornalismo melhor? Depois dessa paradinha rápida na correnteza dos fatos despejados pela polícia, o repórter vai reler os comunicados oficiais sobre a operação da manhã de 6 de maio de 2021, reproduzidos sem crítica pelas maiores máquinas de informação do País, e vai se dar conta de que não houve uma apreensão de toneladas de cocaína, que as armas apresentadas podem ter tido qualquer origem. Podem até mesmo ser parte do arsenal de traficantes.

Então, terá diante de si outra hipótese: a de que o monte de cadáveres foi produzido para esconder o corpo de André Leonardo de Mello Frias.

Uma curiosidade: em 2018, depois da morte de Bruno, André Leonardo recebeu na Assembleia do Rio uma menção de louvor e congratulações por sua ação na apreensão das armas, o que lhe deu uma perigosa notoriedade. O autor da moção foi o então deputado Flávio Bolsonaro.

Fonte: JORNALISTAS LIVRES