Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
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segunda-feira, 8 de agosto de 2022
CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN SE MOBILIZA PARA LANÇAR CAMPANHA DA SUA SEDE PRÓPRIA!
Um em cada 4 brasileiros não consegue pagar todas as contas do mês - Escrito por: Redação CUT | Editado por: Marize Muniz
ROBERTO PARIZOTTI (SAPÃO)
Sobram
dívidas e falta dinheiro até para pagar as contas de água e luz, segundo
pesquisa da CNI. Para 42% dos brasileiros, a situação econômica pessoal piorou
em relação a três meses atrás
Um em cada quatro brasileiros não consegue pagar todas as contas do mês e as dívidas se acumulam, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta segunda-feira (8).
As contas de luz e de água estão no topo das que mais têm
sido atrasadas:
. 34% dos entrevistados já atrasaram contas de luz ou água,
. 19% deixaram de pagar o plano de saúde, e
. 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.
Sem conseguir sair do negativo, a maioria da população (64%)
precisou cortar gastos desde o início do ano. Os primeiros cortes foram nos
gastos com lazer, seguido por compra de roupas e calçados, depois desistência
de viagens.
Mas, o orçamento apertado provocou mudanças mais drásticas no
dia a dia do brasileiro, como parar de comer fora de casa (45%), diminuir
gastos com transporte público (43%) e deixar de comprar alguns alimentos (40%).
O levantamento da CNI também mostrou que a cada cinco
brasileiros, pelo menos um precisou pedir empréstimo ou contrair dívidas nos
últimos doze meses. Para 42%, a situação econômica pessoal piorou em relação a
três meses trás. Outros 16% acham que ainda vai piorar mais até o final do ano.
Sem conseguir sair do vermelho, 69% da população não
conseguem guardar dinheiro para emergências, nem tampouco planos futuros.
“O estudo mostra os efeitos da situação econômica do
país nos hábitos da população. O aumento de preços de produtos como gás de
cozinha, alimentos e combustível impacta diretamente no orçamento das famílias
e isso reflete na redução do consumo de uma forma mais ampla”, disse o gerente
de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.
A pesquisa CNI avaliou, ainda, a percepção da população sobre
os aumentos. Gás de cozinha lidera o ranking de produtos cujos preços mais
subiram nos últimos seis meses na percepção da população. Nesta edição da
pesquisa, 68% disseram que o valor do gás está maior contra 56% em abril.
Em seguida, aparece os itens alimentos, conta de luz e
combustível. Mais da metade dos brasileiros destacam o aumento desses itens. A
percepção de alta dos preços de itens como arroz e feijão e carne vermelha
também cresceu bastante em relação à pesquisa de abril, com aumento de mais de
10 pontos percentuais em julho.
Diante do aumento dos preços, a maioria da população (68%)
pechinchou antes de fazer uma compra este ano e utilizou o cartão de crédito
(51%). O famoso “comprar fiado” fez parte da realidade de 3 em cada 10
brasileiros este ano, mais que cheque especial, crédito consignado ou
empréstimo com outras pessoas, que tiveram menos de 15% de uso cada um entre os
entrevistados.
A pesquisa encomendada pela CNI para o Instituto FSB Pesquisa
é a segunda realizada no ano com foco na situação econômica e hábitos de
consumo da população. Foram entrevistados, presencialmente, 2.008 cidadãos em
todas as unidades da federação entre os dias 23 e 26 de julho.
Fonte: CUT NACIONAL
Brasil tem quase 20 milhões de pessoas em situação de pobreza nas regiões metropolitanas
Foto: Bruno Santos/Folhapress
O número de pessoas em situação de pobreza saltou para 19,8 milhões nas regiões metropolitanas do Brasil em 2021, onde mais de 5 milhões estão ainda abaixo da linha da extrema pobreza.
A interrupção do auxílio emergencial, com a retomada posteriormente para uma base menor e com valor reduzido, foi o principal acelerador do processo, explica Andre Salata, um dos coordenadores do estudo e professor da PUCRS.
“A explicação é o que vinha acontecendo com a renda do trabalho, mas junto com isso teve a decisão do governo de interromper por três meses o pagamento do auxílio, em 2021. Isso foi gravíssimo e fez a pobreza explodir”, diz ele.
Os dados integram o Boletim Desigualdade nas Metrópoles, produzido pelo Observatório das Metrópoles, da PUC-RS, em parceria com a Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina (RedODSAL).
Salto na pobreza entre 2019 e 2021
“De fato, o que a gente vê é um aumento muito grande da pobreza e da extrema pobreza, que já vinha ocorrendo há alguns anos, mas houve um salto entre 2019 e 2021, passando por 2020, que é um período interessante porque está no meio da crise e ainda assim tem uma melhora de alguns indicadores, em função daquele Auxílio Emergencial de R$ 600 para mais de 65 milhões de famílias durante a pandemia de Covid-19”, ressalta Salata.
O aprofundamento da pobreza nas metrópoles brasileiras nesses três anos é imenso. Em 2019 e 2020, havia 15,7 milhões e 15,9 milhões de pessoas em situação de pobreza nessas regiões, respectivamente. Abaixo da linha da extrema pobreza eram 3,52 milhões e 3,69 milhões.
O impacto da inflação também colaborou para a perda de renda dos beneficiários do auxílio emergencial. “A população passou a ganhar R$ 300, em termos de valor nominal, mas com uma renda real bem inferior ao que era no auge do recebimento dos 600 reais”, destaca Marcelo Ribeiro, pesquisador do Observatório e professor do Ippur/UFRJ, também à frente do boletim.
Ele frisa ainda que a retomada do mercado de trabalho no pós-pandemia está acontecendo num ritmo insuficiente para puxar a recuperação do nível de renda das pessoas ao patamar pré-Covid. O salto “muito grande” nas taxas de pobreza e extrema pobreza, explica Salata, vem da decisão “equivocada” do governo de suspender o auxílio emergencial.
Perda de renda acentuada
A perda de renda ao longo dos anos demonstra esse efeito. Em 2014, os 40% mais pobres das regiões metropolitanas registravam R$ 515 em renda média. Em 2019, esse valor havia recuado para R$ 470. No ano passado, em contexto de pandemia, chegou a R$ 396.
Em um período de sete anos, 7,2 milhões de pessoas entraram em situação de pobreza nas metrópoles do país. A taxa de pobreza saltando de 16% para 23,7% entre 2014 e 2021. Na extrema pobreza, subiu de 2,7% para 6,3%, passando de 2,1 milhões para 5,2 milhões de pessoas.
Previsões para 2022
Para este ano, avaliam os pesquisadores, pode haver melhora nesses indicadores tanto pela queda na taxa de desemprego, quando pelo impacto que o novo Auxílio Brasil de R$ 600 terá as famílias cadastradas no programa do governo. Ribeiro, porém, destaca que os avanços do mercado de trabalho ainda não serão suficientes para retomar o cenário pré-pandemia: “Penso que a população mais pobre ainda vai passar por uma conjuntura bastante complicada em termos de renda média e poder aquisitivo até o final do ano”, diz.
Salata reconhece que o Auxílio Brasil vai ter resultado em redução de desigualdade. Mas alerta que políticas de transferências de renda exigem atenção: “Tem que ser bem focalizada, então, acho que há muitas críticas a serem feitas em relação à focalização e sustentabilidade dessa política no momento, mas que vai ter efeito até o final do ano no valor de R$ 600, isso é certo”.
Fonte: Agência O Globo
Fonte: Agência O Globo
Com Potiguar Notícias
domingo, 7 de agosto de 2022
NULHERES: 16 anos da Lei Maria da Penha: celebração e retrocesso
Neste domingo, dia 7 de agosto, a Lei Maria da Penha completa 16
anos com celebração e denúncias de retrocesso. A Lei nº 11.340/2006 prevê
dispositivos mais rigorosos contra crimes cometidos no ambiente familiar, além
de ações que promovam a dignidade das mulheres - no entanto, muitas mulheres
ainda morrem vítimas de feminicídio.
A Lei Maria da Penha é considerada pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações
Unidas para a Mulher (Unifem) uma das três leis mais avançadas do mundo, entre
90 países que têm legislação sobre o tema. Essa legislação foi fruto de muitas
lutas sociais, e de mulheres, contra a omissão do Estado em caso de violência
doméstica, que era tratado como um crime de menor importância.
A Lei nº 11.340/2006 define que a violência
doméstica contra a mulher é crime e aponta as formas de evitar, enfrentar e
punir a agressão. Também indica a responsabilidade de cada órgão público para
ajudar a mulher que está sofrendo a violência em conformidade com a
Constituição Federal (art. 226, § 8°) e os tratados internacionais ratificados
pelo Estado brasileiro, como a Convenção de Belém do Pará, Pacto de San José da
Costa Rica, Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem e Convenção
sobre a Eliminação de
Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher.
“A Lei da Maria da Penha é um instrumento importante e a gente precisa sim
parabenizar e comemorar esse aniversário, mas fazendo esse recorte, dizendo que
nesse último governo, principalmente, nosso país retrocedeu muitos anos. Foi
uma luta dos movimentos de mulheres sociais para que tivesse essa lei poderosa,
mas é importante que a lei tenha sucesso e para isso precisamos de governantes
que possibilitem que a lei seja cumprida integralmente”, destacou a secretária
de relações de gênero da CNTE, Berenice D’Arc Jacinto.
Educação para combater violência de gênero
A CNTE sempre lutou pelo fim da violência contra mulher e defende a educação
como importante ferramenta para esta luta. A entidade promove ação nas escolas
públicas em apoio à campanha nacional de combate à violência, que visa a
estimular as denúncias por meio da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180.
Além disso, mantém a campanha “Saber amar é
saber respeitar”, com objetivo de trabalhar valores que
inspirem o espaço e as práticas escolares, de forma a favorecer a convivência,
o respeito, a inclusão das diferenças e a solidariedade, além de outras
ações.
Debate de gênero nas escolas
A pesquisa nacional Educação, Valores e Direitos revelou
que a maioria dos brasileiros defende a abordagem de temas relacionados à
desigualdade de gênero e à educação sexual nas escolas. Coordenada pelas
organizações Ação Educativa e Cenpec, a pesquisa inédita foi realizada pelo
Centro de Estudos em Opinião Pública (Cesop/Unicamp) e Instituto Datafolha, no
marco da articulação de organizações da sociedade civil em defesa do direito à
educação e contra a censura nas escolas.
“A pesquisa mostra que a população compreende a educação sexual como uma forma de
proteger crianças e adolescentes. É a partir dessa abordagem, por exemplo, que
crianças podem identificar e denunciar situações de abuso sexual e adolescentes
podem se informar sobre a prevenção de uma gravidez indesejada”, comenta Anna
Helena Altenfelder, presidente do Conselho de Administração do Cenpec.
A secretária de Relações de Gênero da CNTE ressalta: “Debater sobre respeito,
diversidade e inclusão nas escolas é fundamental para criarmos um mundo com
menos violência, principalmente contra mulheres”.
Feminicídio aumenta e escola pode ajudar a evitar
Dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo
(SSP) mostram números alarmantes de mulheres que foram vítimas de violência no
Estado, com um acumulado de 138,8 mil ocorrências registradas entre junho de
2021 e junho deste ano.
O número de vítimas de feminicídio em Santa Catarina dobrou neste ano. De
janeiro até maio, 26 mulheres perderam a vida por conta da condição de gênero.
No mesmo período do ano passado foram 13 casos.
Um balanço no Paraná, da Secretaria de Estado Segurança Pública
(Sesp), mostra que uma mulher morreu vítima de feminicídio a cada cinco dias no
estado no primeiro trimestre deste ano. Conforme os dados, foram 19 crimes
registrados entre janeiro e março de 2022.
“Hoje cada dia mais no Brasil a gente vive a repressão doméstica e a violência
contra a mulher é uma das grandes preocupações da sociedade e da comunidade
educacional. A escola é um espaço de debate, de discussão, de formação. É
importante que desde pequenininhos tenhamos essa preocupação sobre a discussão
de gênero e que a escola seja um dos espaços formais onde se discuta a o
combate à violência contra a mulher", disse Berenice D’Arc Jacinto.
Para a Presidenta da FETEMS, Deumeires Morais, os dados são alarmantes e a
pandemia ajudou a piorar ainda mais, tornando as mulheres ainda mais vítimas.
“Existe em nosso meio, infelizmente, um machismo estrutural, sem falar no
desemprego e a pobreza que tanto têm afetado ainda mais as nossas mulheres. O poder
aquisitivo da população brasileira tem diminuído drasticamente, principalmente
durante a pandemia e agora na pós-pandemia e com isso as mulheres foram as mais
prejudicadas”, destaca a Presidenta da FETEMS, Deumeires Morais, em uma reportagem publicada no site da CNTE.
ONU lança a campanha #ParaCadaUma, contra a violência doméstica e
familiar no Brasil
A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou no domingo, 31, a campanha
#ParaCadaUma sobre violência doméstica e familiar no Brasil. A data foi
escolhida para dar início ao Agosto Lilás e as comemorações do 16º aniversário
da sanção da Lei Maria da Penha.
Articulado pela Verificado, uma iniciativa global da ONU, a campanha objetiva
falar, tipificar e dar exemplos sobre todos os tipos de violência contra as
mulheres.
De acordo com a organização, a proposta é fazer com que cada uma das cinco
violências características contra as mulheres (psicológica, moral, patrimonial,
sexual e física) sejam identificadas e nomeadas para ampliar as formas de
enfrentamento a cada uma delas.
>> Saiba mais no site da ONU
Fonte: CNTE
Rock in Rio 2022 Meia Entrada, Ingressos e regras
Ingresso Rock in Rio 2022
Os Ingressos do Rock in Rio estão esgotados, portanto já foram vendidos, o que inclui os passes para VIP e Club Rock in Rio também esgotados.
Meia Entrada Rock in Rio 2022
A Meia entrada do Rock in Rio para estudantes, deve ser garantida através da carteira de estudante, documento oficial das entidades estudantis, que comprova o seu direito a meia entrada de estudante.
Regras do Rock in Rio
Quem tem direito a meia-entrada?
Maiores de 60 anos – De acordo com a Lei Federal 10.741/03
Estudantes de ensino médio, fundamental ou superior da rede pública ou particular – Decreto 8.537/15 (art. 3º); Lei Federal 9.394/96 (Título V); Lei Federal 12.933/13 (art. 1º).
Professores e profissionais da rede pública municipal de ensino do Rio de Janeiro – Lei Estadual Ordinária nº 8775/2020 Pessoas até 21 anos – Lei Estadual n° 3.364/00, Leis Municipais n° 3.424/02 e 5.844/15.
Pessoas com Deficiência (e um acompanhante quando necessário) – Lei Estadual RJ 4.240/03; Lei Federal 12.933/13 (art. 1o, §8º); Lei Federal 13.146/15 (arts 44, §7º e 92); Decreto 8.537/15 (art. 6º).
Dúvidas Rock in Rio 2022
Rock in Rio Card 2022
O Rock in Rio Card é um ingresso sem data pré-definida! E é válido para apenas para um único acesso no festival, no gramado. A escolha do dia já passou e foi feita online através do site www.rockinrio.com.br, entre os dias 03/11/2021 e 01/04/2022.
Rock in Rio line up
A Line Up do Rock in Rio inclui diversas bandas e cantores internacionais famosos, vale conferir a lista de atrações do Rock in Rio 2022.
Fonte: UNE
sábado, 6 de agosto de 2022
DIREITO DO TRABALHO: Câmara aprova MP de Bolsonaro que retira direitos trabalhistas - " ACORDA MEU POVO!" - CPC-RN
O governo de Jair Bolsonaro (PL), conseguiu que a Câmara dos Deputados aprovasse, na noite dessa terça-feira (2), por 249 votos a favor e 111, a Medida Provisória (MP) nº 1109/22, que institui relações trabalhistas alternativas para vigorar durante estado de calamidade pública decretado em âmbito nacional, ou estadual e municipal reconhecidos pelo governo federal.
Isto quer dizer que até mesmo municípios em estado de calamidade pública, por exemplo, por causa de fortes chuvas, podem mudar as regras trabalhistas. Ou seja, o trabalhador será penalizado pela tragédia ambiental com a perda de direitos.
A MP vale para qualquer motivo em que seja decretada a calamidade, pelo presidente, governadores e prefeitos.
Retrocesso
Entre as medidas trabalhistas previstas estão o teletrabalho; a antecipação de férias individuais; a concessão de férias coletivas; o aproveitamento e a antecipação de feriados; o banco de horas; e a suspensão da exigibilidade dos recolhimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
A MP também retoma, com algumas mudanças, regras do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), adotado durante a crise causada pela pandemia de coronavírus. O programa passa a ser permanente, podendo ser instituído para combater consequências de estado de calamidade pública.
Com o programa, contratos de trabalho poderão ser suspensos temporariamente, com a concessão do Benefício Emergencial (Bem), a ser pago mensalmente como compensação aos trabalhadores atingidos. Além da suspensão temporária dos contratos, será possível a redução proporcional da jornada de trabalho e do salário.
O Benefício Emergencial devido a cada trabalhador será calculado com base no valor que ele teria direito de seguro-desemprego. O beneficiário poderá receber o Bem na instituição financeira em que possuir conta-poupança ou conta de depósito à vista, exceto conta-salário.
Em 2021, o valor do BEm era calculado pelo Ministério da Economia, de acordo com o salário dos últimos três meses e correspondeu ao percentual do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito caso fosse demitido, até o valor máximo do benefício, conforme o tipo de acordo e o percentual de redução negociado com o empregador. Hoje o teto do seguro-desemprego está em R$ 2.106,08.
Na redução de 25% da jornada e salários, o trabalhador recebe 75% do salário + 25% da parcela do BEm
Na redução de 50% da jornada e salários, o trabalhador recebe 50% do salário + 50% da parcela do BEm
Na redução de 70% da jornada e salários, o trabalhador recebe 30% do salário + 70% do BEm.
Como deve funcionar com a nova MP
O empregador pode acordar a suspensão do contrato de trabalho de forma setorial, departamental, parcial ou na totalidade dos postos de trabalho. O período máximo previsto para a redução da jornada e a suspensão dos contratos de trabalho é de 90 dias, prorrogável enquanto durar o estado de calamidade pública em âmbito nacional ou local.
FGTS
Em relação aos recolhimentos do FGTS, a medida provisória dá poderes ao Ministério do Trabalho para suspender a exigibilidade por até quatro meses nos estabelecimentos situados em municípios com estado de calamidade pública reconhecido pelo governo federal.
A medida alcança todas as empresas, independentemente do setor em que atuam, do regime tributário ou de adesão. Os depósitos ao fundo serão retomados após o fim da medida alternativa, em seis parcelas, sem incidência de juros, multas ou outros encargos.
Abrangência
As medidas da MP se estendem a trabalhadores rurais, domésticos e temporários urbanos, além de aprendizes e estagiários. Ato do Ministério do Trabalho e Previdência estabelecerá o prazo de adoção das medidas alternativas, que poderá ser de até 90 dias, prorrogável enquanto durar o estado de calamidade pública decretado.]
Concessão de férias
A concessão de férias coletivas poderá ser decidida pelo empregador e informada aos empregados com antecedência mínima de 48 horas. Ela poderá incidir sobre toda a empresa ou setores dela. A MP permite a concessão por prazo superior a 30 dias.
Oposição critica MP
O deputado Bohn Gass (PT-RS) criticou a medida provisória por flexibilizar e prejudicar as relações de trabalho. “Em casos de calamidade, as contratações nos municípios vão ser mais precárias ainda. Vamos dar um cheque em branco para terceirizações e contratos emergenciais, sem concursos e estabilidade”, alertou.
A líder do Psol, deputada Sâmia Bomfim (SP), afirmou que as medidas adotadas durante a pandemia se limitavam ao contexto específico da necessidade de seguir regras de isolamento social. “Eram medidas para salvar os trabalhadores e as empresas do ramo produtivo que empregavam muitas pessoas que corriam o risco de ser demitidas”, comentou. “Isso não se justifica como um gatilho para outras situações de crise.”
O deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) disse que a matéria não deveria ser discutida em uma medida provisória. “O governo quer atropelar direitos de trabalhadores na véspera da eleição”, lamentou.
Governistas e liberais apoiam a MP
Já o deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) afirmou que a medida provisória moderniza as relações trabalhistas e pode gerar emprego e renda.
O deputado Kim Kataguiri (União-SP) ressaltou que as medidas adotadas na pandemia garantiram a manutenção de mais de 20 milhões de empregos formais.
O deputado Paulo Marinho Jr (PL-MA) lembrou que o índice de desemprego está em queda, com 9,3 milhões de desocupados no último trimestre segundo o IBGE, o menor número desde 2016. “As medidas em vigor têm surtido efeito, e a economia está melhorando”, avalia. O deputado, no entanto, não esclareceu que o aumento de vagas de trabalho é sem carteira assinada, e a maioria dos trabalhadores exerce atividades informais.
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Reportagem: Francisco Brandão
Charge: Gilmar
Fonte: CTB NACIONAL
Segredos do churrasco da gastronomia brasileira.
A preparação do churrasco não é tão simples quanto parece; alguns ‘segredinhos’ podem garantir a maciez e o sabor da carne.
Para não errar na preparação e garantir o sucesso entre os convidados, o Portal Brasil Cultura coloca aqui algumas dicas fundamentais para não errar no preparo e deixar o churrasco ainda mais gostoso.
Segredos do churrasco.
– Não compre carnes se a gordura estiver de amarelo escuro. Isto é indicação de animal velho, ou seja, carne dura. No caso específico de costela, osso chato e grande é animal velho, enquanto ossos pequenos e arredondados são de novilho. As costelas devem ser compradas em tiras de 8 a 10 cm de largura. Dê preferência as costelas centrais do animal.
– O corte da carne deve ser feito no sentido transversal ao comprimento das fibras do músculo.
– Alguns cortes de carnes precisam de um preparo especial como o cordeiro ou a costela. É importante deixar essas carnes marinando no tempero de um dia para o outro, isso deixa a carne mais tenra e com o tempero mais acentuado.
– Não deixe de separar os tipos de carne na hora de assar, como lingüiça e frango, para que o sabor e tempero de uma não afetem o paladar das outras.
– É importante checar também outro “personagem” do churrasco, o carvão. É bom lembrar que não é aconselhável a sua reutilização. A dica é sempre assar as carnes no em brasa e não com fogo muito alto, pois assim não se corre o risco de sapecá-las ou queimá-las.
Cuidado com as carnes congeladas.
– É sempre bom descongelar com antecedência (12 horas) e não colocar na água quente, muito menos no forno de micro-ondas, pois retira totalmente o sabor da carne. Uma boa sugestão para temperar o frango é deixá-lo marinando de um dia para outro numa mistura com shoyo e leite de coco. Dessa maneira, a carne fica macia e com um sabor diferente.
– Antes de ser levada à churrasqueira, a carne deve adaptar-se à temperatura ambiente. Não se deve levar a carne da geladeira diretamente ao fogo. A carne pode não ficar no ponto ideal. Outra dica de marinada para carnes vermelhas é deixá-las no vinho tinto com ingredientes frescos como ervas, pois assim elas ficam macias e dão um toque todo especial. Mas não se deve colocar todas as carnes nesse tempero, senão, todo o churrasco ficará com o mesmo sabor. Um diferencial é fazer costela no bafo. Basta temperar somente com sal grosso e enrolar a costela numa folha de papel celofane e levar direto para a grelha.
– Um segredo para os apaixonados por carnes mal passadas: assim que ela começar a sangrar por por cima, virá-la e deixar assar por alguns minutos. Quando a carne estiver semi-assada é hora de apreciar. Isso faz com que os sucos da carne sejam preservados e não deixa passar do ponto. Para os cortes de carne grandes é sempre bom fatiar e servir logo em seguida para que não queime muito e fique crua no meio.
– Verificar a qualidade das carnes quanto à sua origem e procedência – dar preferência aos produtos com SIF (Serviço de Inspeção Federal).
Combinações e acompanhamentos.
– O churrasco apresenta inúmeras possibilidades e combinações que, muitas vezes, são esquecidas. Preparar legumes (batata, berinjela, abobrinha) assados na brasa e temperados com azeite, sal e pimenta do reino branca é uma dica simples e deliciosa que por vezes é deixada de lado. Alguns itens são importantíssimos para um churrasco de sucesso, como os acompanhamentos: farofas, molhos para acompanhar as carnes, saladas diversas e leves ajudam na digestão. Frutas como abacaxi e banana grelhados na própria churrasqueira com açúcar e canela podem ser servidos como sobremesas ou usados como alternativa para os vegetarianos.
Quantidade de carne.
– Para se calcular a quantidade de carne para um churrasco, lembre-se que haverá pessoas que consumirão apenas 250 gramas e outras chegarão a consumir até 1 kg de carne. Então, para calcular a quantidade, recomenda-se 400 a 600 gramas de carne para adultos e 300 gramas para cada criança. Mas se você for servir vários tipos de carne, aumente as quantidades por tipo de carne, para não arriscar a falta de carne se todos preferirem consumir um só tipo. Além da carne, os convidados irão consumir também acompanhamentos (pão de alho, saladas, maionese, farofas, arroz, aperitivos, vinagrete.
Grelha ou espeto?
Grelha – Muitos churrasqueiros preferem a grelha, argumentando que assim a carne é assada por inteiro não perde o suco, pois não é furada pelo espeto. A grelha permite que se trabalhe com vários tipos de carnes ao mesmo tempo, além de outros complementos como queijo provolone, pimentão, lingüiças, tomates, cebola, morcilha, etc. A grelha favorece as carnes sem osso, em detrimento das carnes com osso como a costela. Portanto as carnes mais indicadas para a grelha, são: picanha, maminha, assado de tira (tiras muito finas de costela), lingüiças, salsichões, chuleta, fraldinha e o filé mignon. Quando utilizar a grelha, é interessante ter pinças de metal compridas para virar e manusear a carne. O ideal é evitar o uso daquele garfo comprido de dois dentes, que é bastante comum para carnes – o suco pode sair pelos furos e a carne ficará mais seca e menos macia. A carne deve começar a grelhar na parte mais quente da churrasqueira, tostando-a bem de um lado e depois do outro. Em seguida, colocar a carne numa parte com calor menos intenso, para que ela asse até chegar no ponto desejado. Deve-se perguntar aos convidados qual o ponto de carne que eles desejam, pois esse será um fator fundamental no sucesso do churrasco.
Espeto – A dica é comprar espetos de aço inoxidável. Apesar de mais caros que os comuns são de melhor qualidade. Por não serem rugosos, são mais fáceis de limpar, mais duráveis e não soltam resíduos metálicos na carne. Escolher espetos de comprimento adequado à churrasqueira. Isso importante, pois evitará acidentes de queimaduras na empunhadura do espeto e os espetos não cairão dentro da churrasqueira, o que poderá acontecer se eles forem curtos.
Melhores carnes para o churrasco.
– Costela: é a carne mais típica do churrasco. Para os churrasqueiros, churrasco é sinônimo de costela. Antigamente fazia-se churrasco só de costela e de alguns anos para cá é que foram introduzidos outros tipos de carne. Ela só deve ir ao fogo quando estiver bem limpa, isto é: carne à vista de um lado e osso de outro. A costela deve sempre ir às brasas com o lado do osso para baixo. Somente quando esta parte mostrar-se bem assada é que se deve virar o espeto. Serve-se ao ponto.
– Alcatra: apresenta pouca gordura, que ainda deve ser retirada, deixando-a perfeitamente limpa. Deve ser cozida ao ponto ou mal passada. Como as outras carnes de primeira, não deve ser fatiada e sim cortada em pedaços grossos para ser levada ao prato. É a maneira de manter o ponto por fora, na casquinha, e a suculência por dentro.
– Picanha: é macia e isto se deve por ser uma carne sem músculos e de alto volume sanguíneo, o que lhe marca o sabor característico. Ela deve ser servida em pedaços grossos e no prato é que se vai cortando em pequenos cubos para comer. O ponto certo da picanha é o malpassado.
– Contra-file: é macio, tem sabor acentuado, muito suco e dificilmente se erra no ponto. Deve ser servido ao ponto ou mal passado, sob pena de perder o suco e daí o sabor. Para servir, corte em postas de espessura média.
– Maminha ou ponta de alcatra: deve ser servida malpassada mas aceita ser servida ao ponto e até bem passada. Fraldinha: é uma carne muito saborosa, boa de assar mas que não é uma carne popular. Não deve ser passada demais. É uma carne cheia de gorduras e nervos e é preciso ser muito bem limpa para ir até à grelha.
– Chuleta: é também uma carne saborosa mas às vezes fica dura ao ser assada. Seu ponto certo é o malpassado. É entremeada de gordura, que a mantém suculenta.
– Filé mignon: caracteriza-se por ser uma carne macia e gosto levemente adocicado. Tem presença obrigatória nos melhores restaurantes. Para grelhar deve ser cortado em bifes grossos e servir ao ponto pois a maciez e o sumo se mantém. Além do churrasco tradicional, usa-se no Brasil outros tipos de carne como as de porco, ovelha, frango e peixe, além da lingüiça, coração de galinha etc.
Churrasco com sal grosso.
• Deixe as carnes pegarem cor e calor antes de salgar: tire do fogo e espalhe – sem exagero – sal grosso ou médio por toda a carne. A carne salgada bem antes de ser colocada para assar fica dura e seca.
• O lado mais magro da carne deve estar virado para o fogo. Assim, não haverá perda de gordura. As costelas devem ser assados com o osso para baixo. Um bom combustível para o fogo é o osso do animal a ser assado. O melhor fogo é aquele em que se forma uma camada de cinza por cima do braseiro, impedindo a formação de labaredas.
• A labareda jamais deve tocar na carne. Não fique mexendo no fogo. Mexa sempre na carne, levantando, baixando etc. Nada de jogar água sobre a brasa. O ideal, novamente, é levantar a carne. Conforme as labaredas vão diminuindo de tamanho, o assador pode optar em aproximar a carne da brasa.
• Não vire o saco de carvão direto sobre a grelha quando houver carne assando. Assim, pó e brasa serão levantados. Pegue os pedaços de carvão e com a mão coloque devagar no braseiro. Depois de pronta, a carne deve ser batida para soltar o sal grosso nela impregnada.
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sexta-feira, 5 de agosto de 2022
Teatro infantil e reggae são atrações de domingo, no Parque das Dunas
Foto: Divulgação
O Parque das Dunas inicia o mês de agosto com diversão, música e teatro. No domingo, 7, o Bosque Encena recebe, às 10h, o espetáculo Emília Detetive, que resolverá um mistério e os outros personagens do Sítio do Pica-Pau Amarelo vão ajudá-la no Parque.
Tudo começa quando Pedrinho, Narizinho e Emília resolvem fazer um concurso de desenhos e se dão conta que falta a cor verde. A boneca Emília lembra que uma vez Visconde de Sabugosa havia ensinado como poderia fazer essa cor.
O Som da Mata, a partir das 16h30, recebe Jamming, um quarteto composto por Ricardo Baya (guitarra e violão), Xikinho Bass (contrabaixo), Ozy Cavalcante (sax e trompete) e Dinei Teixeira (percussão).
O grupo foi formado a partir de um convite da curadoria do Fest Bossa Jazz, para integrar o circuito de apresentações no ano de 2019. O junteiro é armado por quatro músicos experientes e potiguares atuantes na cena local, nacional e com atuações internacionais.
Da união desses músicos surgiu Jamming, com o intuito de “reggear” grandes clássicos de canções, fazendo revisitações em vários ritmos e vertentes, resultando em versões reggae.
Programação
Dia: 07/08 (domingo)
- Bosque Encena com o espetáculo Emília Detetive
Horário: 10h
Local: Parque das Dunas, no Anfiteatro Pau-Brasil
- Som da Mata com Jamming
Horário: 16h30
Local: Parque das Dunas, no Anfiteatro Pau-Brasil
Acesso ao Parque: R$ 1,00 – Os espetáculos são gratuitos!
Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS

