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sexta-feira, 25 de novembro de 2022

BRASIL: Mulheres negras do PCdoB estão na linha de frente da luta antirracista - por Priscila Lobregatte

 por Priscila Lobregatte

Daiana, Bruna, Dani, Leci e Olívia. Fotos: reprodução

De diferentes perfis e lugares, elas têm papel fundamental na luta pelos direitos da população negra.


O governo Bolsonaro chega ao fim deixando como herança um rastro de destruição, miséria e violência em todas as áreas. E entre os mais atingidos pela sanha destrutiva da extrema-direita está a população negra. Porém, se por um lado o cenário foi de profunda adversidade, por outro, em meio à lama bolsonarista, emergiram com ainda mais força lideranças dessa e de outras parcelas da população que resistiram, colocando em pauta aquilo que o presidente e seus apoiadores fizeram o possível para apagar ou apequenar. 

Nesse cenário, ganha especial relevância a eleição de mulheres negras, especialmente no campo da esquerda, outro setor fortemente atacado nos últimos anos. O PCdoB é, historicamente, um dos partidos que mais investem nessas candidaturas e neste ano colheu importantes frutos. E esses frutos têm especial relevância na luta antirracista, que se tornou ainda mais urgente diante do aumento das manifestações racistas e mesmo nazistas nos últimos anos. 

Leia também: Cresce número de parlamentares mulheres e negros na  Câmara 

Negras no Sul

Daiana Santos. Foto: Cristiane Leite

Mesmo num dos estados com maior presença bolsonarista, o PCdoB conseguiu eleger uma das duas primeiras mulheres negras a representarem o Rio Grande do Sul na Câmara dos Deputados, Daiana Santos. Também foi eleita Denise Pessoa (PT). 

Uma das frentes prioritárias na atuação de Daiana, que aos 40 anos cumpre seu primeiro mandato como vereadora de Porto Alegre, tem sido a luta antirracista em suas várias facetas. Nesse sentido, pretende, em Brasília, apostar na luta pelo desenvolvimento de políticas públicas voltadas às periferias, de maioria negra; pela implementação de uma agenda política de reparação e por políticas públicas na área da saúde da população negra, assunto que Daiana, que é sanitarista, também é conhecedora. 

“Bolsonaro sempre demonstrou ser contra os avanços e conquistas civilizatórias em nosso país. Infelizmente, o Brasil sofreu com o sufocamento das políticas de Estado de combate ao racismo. Passamos por quatro anos de ataques racistas perpetrados por membros do governo, além da destruição de uma importante instituição, a Fundação Palmares. Acredito que com a volta da Seppir (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial), vamos conseguir retomar a nossa caminhada na busca por direitos humanos”, destacou. 

Para Daiana, a eleição de Lula representa um avanço para a população negra. “Nossas pautas devem ser trabalhadas numa perspectiva transversal, ou seja, serem parte de todas as políticas de todas as áreas do governo e não somente da pasta de igualdade racial. Precisamos retomar um governo com uma agenda política para o povo negro, trabalhando na inclusão social, educacional e laboral de todas e todos nós.  Além disso, é de muita importância a construção de políticas que priorizem as mulheres negras, que são a base de sustentação de nossa sociedade, bem como aprofundar e ampliar políticas como a de cotas raciais nas universidades”. 

Bruna Rodrigues. Foto: Júlia D’Ávila

Colega de bancada de Daiana na Câmara de Porto Alegre, Bruna Rodrigues, 35 anos, é outra mulher negra e jovem do PCdoB que vai mudar de casa legislativa em 2023, quando assume como deputada estadual. 

Ao avaliar o atual governo, ela destaca a letalidade que Bolsonaro e o bolsonarismo representam à existência negra. “A política deles é algo que fala não apenas da falta de prioridade à nossa dignidade, mas de combate às nossas vidas. Aqui no RS, por mais que o atual governo seja de uma direita democrática, pouco avançamos em políticas de combate ao racismo”.

Para Bruna, a eleição de Lula “é a chance de promovermos uma grande repactuação no que diz respeito à política de igualdade racial. O movimento negro se mobilizou em torno dessa candidatura e agora temos a oportunidade de retomar uma construção que avance na equidade racial e na superação do racismo”. 

Na Assembleia Legislativa gaúcha, Bruna diz que vai ampliar o trabalho executado na Câmara Municipal, como a Lei 13.274, de sua autoria, que cria o Selo Igualdade Racial. “Essa é uma iniciativa que fomenta e valoriza as práticas antirracistas das empresas em Porto Alegre — e queremos ver isso se tornar realidade por todo o Rio Grande. Além disso, queremos propor mecanismos orçamentários e legislativos para assegurar a implementação de uma Política Integrada à Saúde da População Negra, bem como discutir com o devido mérito e coletividade políticas de segurança pública”. 

Garantindo a vida negra

Dani Balbi. Foto: reprodução/redes sociais

Estreante no parlamento fluminense, Dani Balbi, 33 anos, é mais uma comunista negra a contribuir na luta antirracista. Primeira transexual a conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Dani também foi a primeira professora trans da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Sobre o cenário que marcou o país nos últimos anos, a professora lembra: “tivemos que sair a campo tanto para que a gente pudesse garantir a vida da população negra — a que mais sofre com o desemprego, com a carestia, além do racismo estrutural — como também em defesa da memória da população negra e da luta antirracista. Além disso aqui no estado do Rio de Janeiro, isso se materializou no genocídio promovido pelo desgoverno de Cláudio Castro que arma a Polícia Militar para ceifar vidas negras”. 

Com o novo momento que se inicia com o governo Lula, Dani defende, entre outras medidas, a volta da Seppir  e a implantação de programas de acesso ao ensino público. “É preciso permitir que pessoas negras tenham acesso facilitado aos recursos para construir a sua formação e também ingressar no mercado de trabalho através de uma política nacional orientada para a reserva de vagas em melhores postos de trabalho e fortalecer a luta no campo da cultura pela valorização da memória e resistência das pessoas negras, suas lideranças e também suas figuras históricas”, argumenta. 

Trajetória antirracista

Leci Brandão. Foto: Alesp

Experiente na luta antirracista, seja nos palcos, seja na política, a deputada estadual, cantora e compositora Leci Brandão, 78 anos, foi reeleita para a Assembleia Legislativa de São Paulo, onde cumprirá seu quarto mandato, sempre pelo PCdoB. 

“Quem acompanha minha carreira tanto na arte quanto na política sabe que as questões relativas à população negra sempre estiveram presentes, afinal a pauta da igualdade racial, do combate ao racismo e da cidadania pela de negros e negras é mais do que uma bandeira de ativismo, é quem eu sou, minha vida, minha ancestralidade. Não teria como caminhar no mundo sem falar e agir em prol dessas questões”, diz Leci. 

A parlamentar avalia que “a extinção da Seppir e a entrega da Fundação Palmares a pessoas que estão na contramão de tudo o que o movimento negro sempre defendeu foram golpes muito graves sofridos por todos os que sempre estiveram na luta antirracista em nosso país”. 

Leci aponta ainda o risco constante, sob Bolsonaro, do fim das cotas, e destaca como sendo de extrema gravidade “a autorização dada pelo atual governo para que crimes de racismo fossem praticados, na medida em que esse governo e seus gestores em todas as instâncias reforçaram ou ficaram calados e coniventes diante das demonstrações de racismo”. 

No próximo governo, diz, será preciso reconstruir o que foi desfeito, em todas as áreas e “ter um olhar para a questão racial, que é transversal, passando por todas as áreas. Já está mais do que comprovado que quando não existe esse olhar específico, a população negra, que é a maioria entre os mais pobres, não é alcançada”. 

Olívia Santana. Foto: reprodução

Outra comunista experiente na luta antirracista é a pedagoga Olívia Santana, 55 anos, que renovou seu mandato pela segunda vez para a Assembleia Legislativa da Bahia pelo PCdoB. Durante a campanha deste ano, disse, sua pauta foi a vida, especialmente a da juventude negra. Ela defende “projetos que fortaleçam uma infraestrutura de direitos para a população negra, sobretudo a juventude que é a mais vulnerável em relação à falta de oportunidades de formação, o desemprego e o enfrentamento à violência policial”. 

Olívia alerta para o grave quadro que leva ao assassinato de grande número de jovens negros nas periferias do país em geral e da Bahia em particular, especialmente pelas polícias. “Temos que de fato enfrentar esse desafio utilizando o mandato como instrumento de denúncia, mas também de maneira propositiva. Nós temos um projeto de lei para colocar câmeras nas viaturas e no fardamento policial; há uma mobilização para que isso aconteça na Bahia e a gente está na na linha de frente dessa agenda”.

A parlamentar aponta ainda que “o governo de Bolsonaro representou um revés muito violento, foi um governo que atacou todas as políticas. Lula está encontrando um país destroçado, são muitos escombros, então a gente vai ter que refazer muito do que já tinha sido feito e que foi destruído. Eu digo que o governo de Lula é um governo de reconstrução nacional”. 

Leia também: PCdoB tem quase metade de mulheres entre suas candidaturas 

PT e Psol pedem à PGR que investigue governo por suspender água no Nordeste

 Escrito por: Redação CUT | Editado por: Marize Muniz

FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL

As bancadas do PT e do Psol na Câmara dos Deputados e no Senado entraram com representação junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo que o governo de Jair Bolosnaro (PL), derrotado nas eleições deste ano, seja investigado por suspender os repasses para a Operação Carro-Pipa, que há mais de 20 anos leva água para 1,6 milhão de nordestinos e exigem que o abastecimento seja retomado imediatamente. O governo federal alega falta de recursos. O Psol vê a medida como retaliação aos eleitores nordestinos, que votaram majoritariamente no presidente eleito Lula.


Leia mais: Em plena seca, Bolsonaro castiga nordestinos com corte de verba de carros-pipa.


A suspensão do abastecimento foi revelada pelo colunista Carlos Madeiro, do UOL. De acordo com o colunista, a suspensão pegou as Defesas Civis, pipeiros e moradores de surpresa. Pela regra, cada família tem direito a 20 litros de água por dia a cada integrante assistido. Ou seja, se a casa tem cinco moradores, são 100 litros diários. Eles já relatam prejuízos.

O Psol pede à PGR a instauração de procedimento administrativo de acompanhamento de política pública, com participação de setores da sociedade civil. A Operação Carro-Pipa é financiada com recursos do Exército em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional.

“O corte no programa Operação-Pipa é mais uma clara ação do governo Bolsonaro, em seus momentos agonizantes, para confirmar seu desprezo pela dignidade humana do povo brasileiro e exercitar sua retaliação antidemocrática contra os nordestinos e nordestinas, por sua participação fundamental na derrota da extrema direita nas eleições”, afirma a líder do partido na Câmara, Sâmia Bomfim (SP).

O PT pede que abastecimento seja retomado imediatamente, sob pena de causar mortes. “Os fatos apontados na matéria compõem uma situação que demanda a mais pronta intervenção dos órgãos de controle sobre a Administração Pública, porque se afigura iminência de morte se essa população seguir desassistida da entrega de água potável, cabendo ponderar que nesse contexto as vulnerabilidades se somam: além do não acesso a bem imprescindível ao viver, há, nesse contingente, crianças, idosos, gestantes, pessoas com doenças graves.


Fonte: CUT NACIONAL

BRASIL - Transição de Tarcísio de Freitas garante cabide para bolsonaristas e mira Sabesp

No último dia 22 de novembro, o coordenador - geral da equipe de transição da futura Tarcísio de Freitas, Guilherme Afif Domingos, apresentou o nome dos 105 membros que comporão a equipe. A lista indicada para oito grupos de trabalho sinaliza a acomodação de membros da equipe do presidente derrotado Jair Bolsonaro (PL) e de nomes ligados a Gilberto Kassab.

No anúncio não só ficou confirmado o aparelhamento do governo de São Paulo com o exército de Jair Bolsonaro, como também que o governador eleito não irá alterar a quantidade de pastas já existentes no atual governo, 23 no total.

Logo, a pauta defendida pelo Sintaema de reestruturação da Secretaria do Meio Ambiente no estado com vistas a fortalecer a pasta e ampliar a aplicação de recursos para políticas no setor – proposta também defendida pelo candidato Fernando Haddad (PT) – não se efetivará. De acordo com o anúncio, o governo eleito tratará a gestão ambiental de forma transversal e altamente focada com a infraestrutura.

Entre os nomes do governo Jair Bolsonaro que virão para o governo de São Paulo estão Marta Lisli Ribeiro de Moraes Giannichi, que ocupou cargo no Departamento de Conservação Florestal e Serviços Ambientais, da Secretaria da Amazônia do Ministério do Meio Ambiente. Vale lembrar que o bioma sofre atualmente com um dos mais ferozes ataques e computa recorde em desmatamento e queimadas.

Sabesp na mira de Tarcísio

A privatização da Sabesp, terceira maior empresa de saneamento do mundo, está no radar de Tarcísio de Freitas e, para esse tema, o governador eleito está montado uma equipe de transição que irá trabalhar com a proposta. Já são nomes confirmados Paulo Ferreira, ex-superintendente e Sabesp, ex-diretor na CETESB e secretário-adjunto do Meio Ambiente.

Também comporá a Natália Resende Andrade Ávila, consultora do Ministério da Infraestrutura de Bolsonaro e pesquisadora na área de Parcerias Público-Privadas. Além dela, também fará parte Marco Aurélio Costa, economista especialista em planejamento urbano, técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Especulação imobiliária x meio ambiente

No ponto habitação e transporte, a lista de contemplados é ampla e segue à risca a influência de Gilberto Kassab. Farão parte da equipe Miguel Bucalen, ex-secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano; o vice-presidente do Secovi [maior sindicato do mercado imobiliário da América Latina], Claudio Bernardes; o engenheiro e ex-secretário secretário de Habitação do município e do Estado de São Paulo, Lair Krahenbuhl; o ex-secretário de Habitação do Município de São Paulo e ex-diretor-presidente da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab), Ricardo Pereira Leite; e Marcelo Branco, ex-secretário Municipal de Transportes em São Paulo.

Esses nomes têm em comum um projeto de cidade e estado voltado para a especulação imobiliária de forma desenfreada e sem cuidados com o meio ambiente. Isso porque, habitação e transporte são temas transversais ao meio ambiente, com impactos como o estímulo à construção ilegal em áreas de mananciais e ao uso do transprote individual e automotivo, com consequente emissão de gases das mudanças climáticas (GEE).

O Sintaema conclama toda a sua base para ficar vigilante e mobilizada contra a ameaça de privatização da Sabesp, CETESB e Fundação Florestal, três órgãos essenciais para a preservação do meio ambiente e defesa da vida que, diuturnamente, são atacados pelas gestões tucanas e agora estão ameaçadas pelo bolsonarista Tarcísio de Freitas.

Fonte: Sintaema

Com CTB NACIONAL

quinta-feira, 24 de novembro de 2022

A SOCIEDADE BRASILEIRA REAFIRMA SEU COMPROMISSO COM A DEMOCRACIA - "Vale a pena lê de novo!" - CPC-RN

No último dia 30 de outubro de 2022, o Brasil concluiu uma das eleições nacionais mais desafiadoras de sua história. A soberania popular foi consumada e a jornada cívica transcorreu com ampla participação, transparência e segurança. Desde a redemocratização, a realização de cada eleição é reconhecida como um direito inalienável e celebrada como uma conquista democrática vital à construção do país. Agora, este sentimento se renova. Após quatro anos de ataques à democracia, aos valores da convivência democrática e às instituições da República, a sociedade brasileira reafirma o seu compromisso e protagonismo cívico, concluindo este ciclo eleitoral com êxito inegável.

Ao longo dos últimos quatro anos o Brasil passou por um intenso processo de recessão democrática, impulsionado por um governo abertamente autoritário. Tal cenário demandou de todos os setores da sociedade civil brasileira um esforço hercúleo de resistência, resiliência e compromisso com a construção democrática herdada por nossa geração, mesmo em meio à maior pandemia de nossa história e a um contexto de crises sanitária, política, econômica e social sobrepostas.

Organizações e movimentos sociais, entidades de classe, imprensa, agentes políticos, academia e setores empresariais uniram-se em frentes, coalizões e redes em defesa da democracia e dos direitos fundamentais. Aplacamos parte considerável dos retrocessos em agendas vitais ao país. Estivemos ao lado de instituições de Estado, entidades internacionais e vozes relevantes da sociedade que se levantaram contra os avanços autoritários em curso. Como parte de uma ampla articulação, enfrentamos o peso da máquina pública posta a favor de um projeto autocrático e o abuso de poder econômico e político para proteger a integridade do processo eleitoral brasileiro. Confrontamos a violência de redes poderosas de desinformação, bem como ataques e perseguições a organizações, ativistas e jornalistas. E mesmo assim, logramos criar um ambiente de normalidade para a realização de eleições livres e íntegras.

Nem mesmo os ataques à credibilidade do sistema eleitoral, o assédio a eleitores por parte de empresários e líderes religiosos, o boicote e a má-fé de agentes públicos foram capazes de enfraquecer a aposta da sociedade brasileira na democracia. Conquistado em quase 400 cidades, a mobilização pelo acesso gratuito ao transporte público no dia do pleito foi um importante elemento na garantia do exercício do voto. A população brasileira compareceu em peso recorde às urnas e renovou seu empenho em favor da Constituição Federal e do regime das garantias, das liberdades e da pluralidade. Agora, espera-se que as instituições competentes apurem as infrações praticadas em âmbito eleitoral, aplicando as correspondentes responsabilizações a quem as tiver cometido, sem distinção de cargo ou relevância hierárquica.

A lisura do nosso sistema eleitoral foi reconhecida mundo afora, por diversos países, blocos multilaterais, observadores e organismos internacionais, e exaltada por lideranças de todo o espectro político e setores sociais brasileiros. Lamentamos que o mesmo não tenha sido feito, de forma explícita, pelo Presidente da República e seus apoiadores mais radicalizados, amotinados em estradas e vias públicas, gerando incômodos e prejuízos ao país.A sociedade civil seguirá zelando por um processo de transição construtivo e respeitoso, ao mesmo modo que incansável no reforço e na reconstrução das bases que retomem a trilha do enraizamento e aprofundamento democráticos no país. Será preciso trabalhar junto à população brasileira pela recuperação do sentido de convivência e destino partilhados, com a promoção da tolerância e do pluralismo; junto às instituições, pelo aperfeiçoamento do sistema político, e dos meios de participação, transparência e controle social, mecanismos fundamentais para o fortalecimento da democracia. Assim, as organizações sociais, abaixo subscritas, vêm a público reafirmar o seu compromisso com o Brasil.

ASSINAM:

4daddy

Agência Ambiental Pick-upau

Aliança Nacional Lgbti+

All Out

Associação Brasileira de Famílias homotransAfetivas

Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji)

Associação Brasileira de ONGs (Abong)

Atados

AVAAZ

Cenpec

CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL (CTB)

Centro de Convivência É de Lei

CENTRO POPULAR DE DIREITOS HUMANOS – CPDH

Climate Reality Project Brasil

Coalizão Brasil por Memória, Verdade, Justiça, Reparação e Democracia

Conectas Direitos Humanos

CSB – CENTRAL DOS SINDICATOS BRASILEIROS

CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros

CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil

CTI – Centro de Trabalho Indigenista

CUT – Central Única dos Trabalhadores

Elas No Poder

Força Sindical

Grupo MOL

Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Institito de Desenvolvimento Sustentável Baiano – IDSB

Instituto 215

Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico – IBDU

Instituto Cidades Sustentaveis

Instituto Clima de Eleição

Instituto de Defesa do Direito de Defesa

Instituto de Referência Negra Peregum

INSTITUTO ETHOS DE EMPRESAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Instituto Hori Educação e Cultura

Instituto Igarapé

Instituto Marielle Franco

Instituto Physis – Cultura & Ambiente

Instituto Piracicabano de Estudos e Defesa da Democracia

Instituto Pro Bono

Instituto Sou da Paz

Instituto Vamos Juntas

Instituto Vladimir Herzog

Intersindical Central da Classe Trabalhadora

Kurytiba Metropole

LabHacker – Laboratório Brasileiro de Cultura Digital

LAUT – Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo

Movimento Acredito

Movimento do Ministério Público Democratico – MPD

Movimento Político pela Unidade

MPpU – Movimento Político pela Unidade

NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores

Observatório do Clima

Observatório Político e Eleitoral (OPEL)

Open Knowledge Brasil

Oxfam Brasil

Plan International Brasil

PNBE -Pensamento Nacional das Bases Empresariais

ponteAponte

PÚBLICA Central do Servidor

Rede Brasileira de Conselhos -RBdC

Rede Justiça Criminal

SEJA DEMOCRACIA/IMJA

TETO Brasil

UGT – União Geral dos Trabalhadores

Washington Brazil Office

WWF Brasil

FONTE: Pacto Pela Democracia

Com https://intersindicalcentral.com.br

Domingo na Arena terá programação de apresentações artísticas, atividades lúdicas e educativas

Foto: Extra Comunicação

O próximo Domingo na Arena (27/11) promove a melhor opção de diversão para toda a família, abrindo seus portões às 16h com acesso gratuito, contando com apresentações artísticas, espaço gourmet, além de atividades lúdicas e educativas para todos.

No palco, abrindo os trabalhos, uma aula de dança com a Fitdance Rio Grande do Norte, às 16h30.

Às 17h30 será a vez de receber o ilusionista Rian Razzani, que traz o espetáculo “A Mágica e Seus Encantos”, que inclui números de habilidades e grandes ilusões. Profissional desde 1997, Razzani já percorreu vários estados brasileiros e países da Europa, levando sua mágica por circos conceituados como Stankowich, Le Cirque, Orfey e Golden Circus.

Finalizando as atividades no palco, às 18h30 teremos a estreia do musical “Aqui é o Meu Lugar”, do coletivo Komboio Potiguar. Apresentado em Natal desde 2016, a obra conta a história de seis personagens, onde quatro deles formam a “irmandade”, que evocam as quatro zonas da capital potiguar, abraçados pelo “Sol e sua Noiva”, responsáveis pelo plano de unir as distâncias entre esses irmãos-territórios.

No papel dos irmãos estão os atores-cantores Doc Câmara, Zeca Santos e as cantoras-atrizes Heli Medeiros e Lysia Condé. No personagem do Sol está a cantora e atriz Khrystal e como a noiva do Sol está o ator e cantor Dudu Galvão, que também assina a direção cênica e musical do espetáculo. A trilha sonora será executada ao vivo pelo multi-instrumentista e compositor Sérgio Groove, que também assina, em parceria com Dudu Galvão, a direção musical do espetáculo. A direção de arte, cenografia e figurinos são do artista visual Irapuã Júnior. A dramaturgia é de Euler Lopes, premiada escritora de Aracaju (SE), mas que tem Natal como sua segunda casa.

Durante essas apresentações, haverá ações realizadas pela Eco Praça, como o Mercado Circulante e a Oficina de Quebra Cabeças. Continua a ação "Um abraço tudo muda", quando se troca um abraço fraterno por uma muda de planta.

Nessas quatro horas, a festa da criançada está garantida com o Museu do Videogame, brinquedos infláveis, brinquedoteca, aula de beach tennis e futmesa, atividades escoteiras, locação de carrinhos elétricos, maquiagens artísticas, universo bolhástico, Bora de Bike, além das guloseimas que serão oferecidas na praça de alimentação: pipoca e algodão doce, batata frita, La Churreria Gourmet, Villa Coxinha e as Delícias do Mate.

O evento é Pet Friendly, com Play Dog, expositores, ação de adoção, além de acesso a profissionais do ramo: veterinários, adestradores, farmacêuticos, psicólogos e empreendedores, dentre outros.

O projeto Domingo na Arena acontece graças ao patrocínio do Governo do Estado e da Prefeitura do Natal, através das leis Câmara Cascudo e Djalma Maranhão, respectivamente, e do aporte financeiro da Cabo Telecom, além do apoio da TV Tropical, Home Center Ferreira Costa, Natal Vigilância e Padaria Hora do Pão.

Serviço

Projeto: Domingo na Arena

Dia: 27 de novembro

Local: Praça Externa da Arena das Dunas

Horário: 16h às 20h

Acesso gratuito: Portão P4

Estacionamento: Portão E1 Sul – entrada pela marginal de BR 101 - Valor: R$ 10,00

Fonte: Extra Comunicação

Com POTIGUAR NOTÍCIAS

Queijarias beneficiadas pelo Projeto Governo Cidadão expõem no Natal Fest Gourme


Festival será na Praça do Gringos, com entrada gratuita

A partir desta quinta-feira (24) a capital potiguar sedia o Natal Fest Gourmet, festival gastronômico na Praça do Gringos, em Ponta Negra, que contará com a presença ilustre de duas queijarias premiadas, vindas diretamente do Seridó. A Queijaria JC Caicó e a Sertão Piranhas, beneficiadas pelo Governo do Estado por meio do Projeto Governo Cidadão, estarão expondo suas iguarias e produzindo queijo ao vivo. 

“É uma honra para nós, que somos uma queijeira recém-certificada, estar em um evento grande como esse na capital do estado. Estamos ansiosos para fazer o queijo na hora e vendê-lo ao público presente”, diz a produtora Cláudia Araújo, que faz queijo junto ao esposo José Lopes e dos filhos. Além de produzirem queijo ao vivo na sexta (25), eles também irão vender os produtos já prontos. 

A Laticínio Sertão Piranhas, que produz queijo no Sítio Cachoeira Do Anta, em Jardim de Piranhas, também vai preparar seus produtos na hora na sexta e sábado (26), além de comercializar os queijos de sua produção. Este ano as duas queijarias participaram da 2ª edição do Mundial do Queijo do Brasil e conquistaram prêmios: a Sertão Piranhas venceu na categoria ouro. 

“Ao construir e equipar a nossa queijeira, o Governo colocou a gente no mercado formal aqui no nosso Estado. Agora, já temos uma fila de espera de clientes e queremos atingir outros estados, Brasil afora, e por isso já estamos na batalha para garantir o selo federal”, planeja José Lopes. 

O Natal Fest Gourmet começa amanhã e segue até sábado na Praça do Gringos, com entrada gratuita. Na quinta, funcionará das 14h às 23h; na sexta das 18h à 00h, e no sábado das 15h à 0h. 

Saiba mais

O Edital de Leite e Derivados lançado pelo Governo do Estado, através do Projeto Governo Cidadão, Secretaria de Agricultura (Sape) e recursos do Banco Mundial, beneficiou centenas de queijeiros potiguares com a construção e montagem de 39 queijeiras ligadas às cooperativas Capesa e Coafs. A primeira recebeu mais de R$ 6,6 milhões em recursos, enquanto a segunda se beneficiou com R$ 12,5 milhões. Todas as unidades foram estruturadas de forma que atendam os padrões sanitários vigentes e alcem os produtos a novos e maiores mercados.

Fonte: http://www.rn.gov.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

Transição de Lula fala em limitar Codevasf e reclama de orçamento secreto para ‘varejo’ - História por Vinícius Valfré



Transição de Lula fala em limitar Codevasf e reclama de orçamento secreto para ‘varejo’

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BRASÍLIA - A equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda, em um de seus subgrupos temáticos, limitar as atribuições da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), conhecida como a “estatal do Centrão”. O órgão ficou marcado por escândalos de corrupção e por dar vazão ao orçamento secreto na gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Apesar de a empresa pública ser responsável, originalmente, por desenvolver a agricultura irrigada, a economia sustentável e a segurança hídrica nas bacias hidrográficas dos rios São Francisco e Parnaíba, seu papel cresceu para além da lista de atribuições. Com emendas, parlamentares controlam a compra e a distribuição de maquinário e pavimentação de estradas nas bases eleitorais, por exemplo.

A companhia é vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional. “Tem um papel da Codevasf que temos que destacar e ressaltar. Ela é importante como companhia de desenvolvimento nacional. Não tem nada contra pavimentação, mas temos que ajustar para as atividades fins do ministério. Pode continuar fazendo pavimentação, mas seu escopo tem que ser definido”, afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), nesta terça-feira, 22, coordenador da área de desenvolvimento regional.

Na avaliação de integrantes do grupo de transição de governo, os investimentos feitos pela Codevasf são pulverizados, principalmente com o orçamento secreto, e isso prejudica o desenvolvimento de políticas públicas.

“O RP-9 (nome técnico do orçamento secreto) vai picotado, para ações discricionárias, de acordo com interesses especialmente de deputados. Essa é uma situação preocupante. As ações estruturantes ficam ali numa condição muito vulnerável, muito frágil”, disse o deputado distrital Leandro Grass, também membro da transição.

Os representantes do governo eleito evitaram falar em redução da área de atuação da Codevasf. No governo Bolsonaro, a abrangência da empresa foi ampliada significativamente. Hoje, ela pode atuar em 15 estados da federação. As superintendências regionais são controladas por políticos aliados de caciques do Centrão.

Agora, o Centrão sinalizou que concorda em votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição apresentada pela equipe do petista, mas condiciona os votos. Uma das condições para liberar novos gastos fora do teto, como pretende o futuro governo, é a manutenção do orçamento secreto.

Fonte: https://www.msn.com

Símbolo do Paraná, Museu Oscar Niemeyer completa 20 anos

Para comemorar a data, o espaço oferece entrada gratuita aos visitantes e uma programação especial. Maior museu de arte da América Latina, com 35 mil metros quadrados, dos quais 17 mil são dedicados a áreas expositivas, o MON quintuplicou de tamanho nos últimos anos e conta hoje com 14 mil obras de arte.

O Museu Oscar Niemeyer (MON) completou 20 anos na última terça-feira (22) e, para comemorar a data, o espaço ofereceu entrada gratuita aos visitantes e uma programação especial, com ações realizadas até o fim do ano, entre exposições de artistas internacionais e lançamento de novos catálogos. O público pode conferir as atrações até às 18h.

Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o MON é uma referência a nível nacional e mundial. “Essa é uma casa do povo paranaense e um grande marco para o Paraná, além de uma referência incontestável no País e no mundo. São 20 anos de uma obra de arte que abriga muitas outras obras ricas em diversidade e beleza. E tem DNA paranaense”, destacou o governador.

O secretário da Comunicação Social e da Cultura do Paraná, João Evaristo Debiasi enfatizou que, ao longo desses 20 anos, o museu conquistou um acervo fundamental para a preservação da cultura da América do Sul.

“Em 20 anos de história, como ator vivo da cultura, escreveu um importante capítulo nas artes da América do Sul, com a criação de um acervo respeitadíssimo e de exposições celebradas. Temos que comemorar essa data, vislumbrando um futuro ainda mais espetacular para esse museu que já alcançou estatura internacional entre as instituições”, destacou.

ATRAÇÕES – Atualmente, o público pode visitar as exposições em cartaz: “Afinidades II – Elas!”; “Poty, Entre Dois Mundos”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses (Colonialismo)”; “Sou Patrono”; “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea”; “Recortes de um Lugar”; “Luz e Espaço”; “Grid”; “Bancos Indígenas do Brasil”; “África, Expressões Artísticas de um Continente” e “O Mundo Mágico dos Ningyos”, além do “Espaço Niemeyer”, “Pátio das Esculturas” e “Cones”.

Um dos destaques na programação de aniversário é a instalação da obra “Terzo Paradiso”, a abertura da exposição do escultor espanhol Jaume Plensa que, entre outros trabalhos icônicos, é o criador da Fonte Crown, no Millennium Park de Chicago; do projeto “Museu Fora das Paredes”, no parque do MON; lançamento de três novos catálogos de exposições recentes do MON: Ascânio MMM, Orlando Azevedo e Rodrigo Andrade; e ainda o novo catálogo do acervo do MON.

“Para fazer parte das comemorações de 20 anos do MON, buscamos uma ação que mostrasse união, reencontro e celebração, especialmente após o difícil período de pandemia”, explicou a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika. “Chegamos ao momento de uma grande manifestação de paz e sustentabilidade, por meio da arte”.

TRAJETÓRIA – Maior museu de arte da América Latina, com 35 mil metros quadrados, dos quais 17 mil são dedicados a áreas expositivas, o MON quintuplicou de tamanho nos últimos anos e conta hoje com 14 mil obras de arte, além de receber aproximadamente 380 mil visitantes anuais.

Somente em março deste ano, o museu incorporou a maior coleção já doada à instituição: aproximadamente 4,5 mil obras assinadas por Poty Lazzarotto (1924 – 1998). São mais de 3 mil desenhos e 366 gravuras, além de tapeçarias, entalhes, serigrafias e esculturas, entre outros.

Nos últimos anos a instituição já havia recebido em doação aproximadamente 3 mil obras de arte asiática. Em 2021, as mesmas credenciais fizeram com que o museu recebesse a doação de uma das mais importantes e significativas coleções de arte africana contemporânea, com aproximadamente 1.700 obras, oriunda da Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY), de São Paulo.

De 2003 ao fim de 2021, o MON calcula ter recebido quase 4 milhões de visitantes em 388 exposições. Um dos recordes de visitantes foi registrado em março deste ano, quando 4.288 pessoas estiveram no museu no mesmo dia. Uma das mostras mais visitadas foi “OSGEMEOS: Segredos”, vista por 160 mil pessoas.

Além disso, em 2019, o MON registrou recorde de público presencial: 377.737 visitantes. Também naquele ano, o último antes da pandemia, outros números expressivos foram registrados, como 83.426 atendimentos realizados pelo setor Educativo do Museu, responsável por mediações, oficinas e programas específicos.

O MON também promoveu várias outras importantes exposições, como “Ai Weiwei Raiz”, em 2019; “Fernando Velloso por ele mesmo”; “Japonésia, de Naoki Ishikawa”, numa parceria institucional do MON com a Japan House São Paulo (JHSP); “Schwanke, uma Poética Labiríntica”; “A Travessia do Desastre, de François Andes”; “Mens Rea: A Cartografia do Mistério”, de Mac Adams; “Forma e Matéria”, de Claudia Moreira Salles; e “O Labirinto da Luz”, de Orlando Azevedo.

EXPANSÃO – A abrangência do MON tem alcançado outras regiões do Estado, levando o acervo para fora da instituição. Recentemente, houve projetos de itinerância para vários municípios paranaenses. Como exemplo, o MON levou a exposição “Artigas, nos Pormenores um Universo” a Ponta Grossa (Campos Gerais) e “O Mundo Mágico dos Ningyos” a Irati (Centro-Sul).

O museu também fez a itinerância da exposição “Estruturas e Valores – Antonio Arney”, no Centro de Artes Iracema Trinco Ribeiro, em Guarapuava (Centro-Sul), e emprestou 15 obras para exposições no Masp (Museu de Arte de São Paulo), Instituto Tomie Ohtake, Museu Paranaense e Galeria Simões de Assis.

Em 2022, foi inaugurada uma plataforma avançada em Cascavel (Oeste), com 180 obras africanas do acervo do MON, no Teatro Municipal Sefrin Filho. É um novo recorte da exposição “África, Expressões Artísticas de um Continente”, promovida pelo Museu Oscar Niemeyer (MON), extrapolando as paredes do Museu e levando a arte para outros locais do Paraná.

ESTRUTURA – A parte do museu conhecida como “Olho” foi construída depois do prédio que abriga a maior parte das exposições. Primeiro, em 1967, Oscar Niemeyer projetou o prédio branco, com um vão livre. O objetivo era que ali funcionasse o Instituto de Educação do Paraná, o que acabou não acontecendo.

Em 1978, o edifício foi inaugurado e funcionava como Secretaria do Estado. Anos depois, em 2002, foi inaugurado o “Olho”, também projetado pelo arquiteto. Os dois edifícios seguem um modelo de arquitetura modernista.

Fonte:https://www.brasilcultura.com.br

terça-feira, 22 de novembro de 2022

Sem Floresta, Sem Vida

Apoie a Luta dos Povos Indígenas

A Amazônia está sendo drasticamente destruída. Apenas em 2018, mais de um bilhão de árvores foram perdidas - este foi o maior desmatamento dos últimos 10 anos!

Quase 20% da Amazônia já foi desmatada, e cientistas afirmam que estamos muito perto de atingir um ponto que não será mais possível reverter os impactos desta destruição.

Povos indígenas e comunidades tradicionais protegem diariamente as florestas: são seus verdadeiros Guardiões. Eles arriscam suas vidas para denunciar atividades ilegais em seus territórios.

Dados de satélite explicitam que as terras indígenas funcionam como uma barreira ao avanço do desmatamento e de suas trágicas consequências.

Por isso, os Guardiões da Floresta são ameaçados, criminalizados e sofrem graves tipos de violência.

Se não mudarmos esta realidade, como vamos nos justificar com as futuras gerações?

Assine já

O problema

Uma grave ameaça à humanidade Dados do Instituto Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) revelam que o desmatamento na Amazônia aumentou 54% em janeiro deste ano, na comparação com o mesmo mês em 2018. Também houve, recentemente, uma ampliação das invasões nas terras indígenas e áreas de proteção ambiental e da violência contra povos indígenas e comunidades tradicionais. Cada área desmatada na Amazônia impacta a disponibilidade de água doce e o equilíbrio climático, não só no Brasil, mas em todo o planeta. A própria produção de alimentos será drasticamente impactada se não barrarmos a destruição da Amazônia. Isso tudo é muito grave!

A solução

Proteger a Amazônia e seus Guardiões O Estado brasileiro precisa cumprir o seu dever de proteger a Amazônia e todos os povos da floresta. Para isso é fundamental respeitar os direitos dos povos e das comunidades tradicionais determinados na Constituição Federal e em outras legislações nacionais e internacionais, de modo que eles possam viver de acordo com seus modos de vida. A adoção do Desmatamento Zero e o combate à grilagem, aos crimes ambientais e à violência no campo são outras medidas urgentes e necessárias. Além disso, a população brasileira precisa conhecer e valorizar a resistência dos Guardiões da Floresta

O que você pode fazer

Com pequenas ações você pode contribuir com a luta pela proteção da Amazônia e apoiar os Guardiões da Floresta! Informe-se, participe do abaixo-assinado e ajude a dar visibilidade a esta realidade. As futuras gerações agradecem!

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Conheça o povo Karipuna

A resistência deles merece ser conhecida mundo afora! Apenas oito Karipuna sobreviveram à trágica aproximação com a sociedade não indígena, na década de 1970: quatro adultos e quatro crianças. A invasão e destruição de sua terra tem escalado assustadoramente nos últimos anos. Os Karipuna, que vivem às margens do Rio Jaci-Paraná (RO), não podem nem mais colher castanhas. Eles têm denunciado, dentro e fora do Brasil, as violações que sofrem. Assista ao vídeo para saber um pouco mais sobre este povo

Assista ao vídeo

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Seja solidário aos Guardiões da Floresta

Agora é o momento de protegermos os protetores. Povos indígenas e comunidades tradicionais estão na linha de frente da resistência, denunciando crimes contra a Amazônia. E são, por isso, ameaçados, criminalizados e sofrem graves tipos de violência. Ouça o chamado deles! Participe do abaixo-assinado!

Assine agora

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Levante sua voz pela Amazônia e seus povos

Os Guardiões da Floresta precisam do apoio do máximo de pessoas! Mostre que você se importa com eles e com a proteção da Amazônia e envolva mais gente nesta causa, tão vital pro planeta e todos nós. Semeie boas ideias e atitudes! Compartilhe o abaixo-assinado com seus amigos e familiares no WhatsApp!

Compartilhe já



Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil