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FIQUEM LIGADOS! TODOS OS SÁBADOS NA RÁDIO AGRESTE FM - NOVA CRUZ-RN - 107.5 - DAS 19 HORAS ÁS 19 E 30: PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA" - PROMOÇÃO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN

Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

sábado, 14 de abril de 2018

Dia 19 de Abril ou Todo dia é dia de índio?


Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais. 

Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras...

“A palavra chegou até o século XXI e continua sendo um fantasma a assustar os nativos brasileiros. [...] Ao conseguir se livrar deste modo genérico de referir-se aos povos indígenas, a sociedade brasileira irá dar um passo enorme na sua capacidade de conviver com a diferença. [...] Aqui não há índios, há indígenas; não há tribos, mas povos; não há uma gente indígena, mas muitas gentes, muitas cores, muitos saberes e sabores.”

Índio = ˈĩdju
ETNOGRAFIA antiquado relativo aos povos aborígenes do continente americano ou aos grupos étnicos descendentes dos nativos americanos(Índios) nome masculino

ETNOGRAFIA antiquado membro de um desses grupos ou povos depreciativo designação preconceituosa, discriminatória ou ignorante de indígena americano

Impactos do contato- As estimativas sobre os contingentes populacionais dos povos que habitavam a região que agora denominamos Brasil variam mais de acordo com os interesses políticos de seus autores do que com relação à metodologia adotada.

A dominação européia: "Em nome de Deus"-A modernidade emergiu sob o mito da criação de uma racionalidade instrumental, que levou o homem europeu a confrontar-se com o outro, que habitava o "novo mundo". Cristóvão Colombo, representante máximo da mentalidade "moderna" européia, deixou registrado em seu diário que o objetivo final de suas viagens era 
o enriquecimento e a expansão do cristianismo; porém, logo se percebeu de que o Deus dos espanhóis era o ouro: "Estava atento e tratava de saber se havia ouro... Não quero parar, para ir mais longe, visitar muitas ilhas e descobrir ouro". Colombo pedia, em suas orações, que Deus o ajudasse a encontrar o referido metal: "Que nosso Senhor nos ajude, em sua misericórdia, a descobrir este ouro..." . A segunda intenção de Colombo era a de expandir o cristianismo aos povos "bárbaros", com o apoio dos Bispos e do Papa, juntamente com toda a Igreja, com o objetivo final de obter maior financiamento para tal empreendimento: as viagens às Américas. A sua próxima viagem será "para a glória da Santíssima Trindade e da Santa religião cristã" e, para isso, Colombo "espera a vitória do eterno Deus, como ela sempre me foi dada no passado" e sintetiza: "Espero em Nosso Senhor poder propagar seu Santo nome e seu Evangelho no universo". Todos sabiam que Colombo era um fervoroso cristão, inclusive que não viajava aos domingos, respeitando, assim, os mandamentos de Deus, seguindo os ensinamentos da Igreja.

Alguns autores estimam a população indígena no século XVI entre 2 e 4 milhões de pessoas, pertencentes a mais de 1.000 povos diferentes; Darcy Ribeiro afirma que desapareceram mais de 80 povos indígenas somente na primeira metade do século XX, sendo que a população total teria diminuído, de acordo com esse autor, de 1.000.000 para 200.000 pessoas(1). O extermínio de muitos povos indígenas no Brasil por conflitos armados, as epidemias, a desorganização social e cultural são processos de depopulação que não podem ser tratados sem uma análise das características internas e da história de cada uma dessas sociedades. Estudos sobre os diferentes impactos que uma mesma epidemia teve sobre diferentes povos ainda estão por surgir; as relações entre esses povos e diferentes agências indigenistas ou frentes de colonização e seus impactos na dinâmica demográfica de suas populações também não foram ainda estudadas.

A partir de análises demográficas e antropológicas de populações autóctones de diferentes regiões colonizadas pelos europeus, sabe-se que, após um longo período de perdas populacionais causadas por guerras, epidemias e pelos processos de escravização, os povos indígenas iniciam um processo de recuperação demográfica, muitas vezes consciente. Alguns estudos exemplares demonstram essa tendência de recuperação e, portanto, crescimento acelerado dessas populações, quando se tem acesso a fontes de dados com séries históricas.A comemoração do “Dia do Índio"

A escolha do dia 19 de abril é uma referência à data em que lideranças indígenas se reuniram pela primeira vez em assembleia, no Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México em 1940. Fora do continente americano, a homenagem é feita no dia 9 de agosto, por determinação da Organização das Nações Unidas (ONU).

Na visão de Munduruku, a comemoração nas escolas é, em geral, um equívoco, porque costuma generalizar a diversidade indígena, criando uma imagem equivocada e distante da realidade. “Dessa maneira, as crianças acabam aprendendo a discriminar em vez de se aproximar. Isso naturalmente gera uma desinformação capaz de alimentar o preconceito contra nossos povos.”

A saída seria, então, esquecer o Dia do Índio como data comemorativa e pensar em como aproveitar a ocasião para fazer uma leitura crítica das questões que afetam esses povos. “É 
importante que as escolas comecem a pensar os indígenas como seus contemporâneos, ou seja, como grupos que estão vivendo este mesmo tempo, com todas as suas facilidades tecnológicas e, mesmo assim, procurando manter vivas suas tradições. Assim, todos poderão perceber que são povos que lutam por dignidade e pelo direito de manter suas formas ancestrais de vida.”

"Qualquer estimativa da população global de 1500 terá de levar em conta fatores históricos, tais como efeitos diferenciados das doenças sobre povos distintos e os movimentos espaciais de grupos indígenas em decorrência do contato, entre outros." 

(Jonh Monteiro. A Dança dos Números, in Tempo e Presença, São Paulo: CEDI, ano 16, n. 273, 1994).

Um afro abraço.
Claudia Vitalino.
UNEGRO-RJ

Fonte: HUBERMAN, L. História da riqueza do homem. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1986./LAS CASAS, Bartolomeu. O paraíso destruído: brevíssima relação da destruição das Índias./Porto Alegre: L&PM, 1984, p. 32.LEÓN-PORTILLA, Miguel. A conquista da América vista pelos índios. Petrópolis: Vozes, 1984./OLIVEIRA, Adélia Engracia de. Esta terra tem dono. Ciência Hoje, Rio de Janeiro, SBPC, v. 2, n.º 10, jan./ fev., 1984)./TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América: a questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1999, p. 9.

50 vagas para especialização em estudos culturais e políticas públicas


A Universidade Federal do Amapá (Unifap) oferta 50 vagas no processo seletivo para o curso de especialização em estudos culturais e políticas públicas. As inscrições gratuitas são on-line seguem até 10 de maio.
O curso propõe formar especialistas no planejamento e execução de pesquisa voltada a compreender a sociabilidade contemporânea na perspectiva dos estudos culturais nas esferas públicas e nos espaços sociais, investigando fenômenos midiáticos, religiosos, artísticos, educacionais, linguísticos e políticos no campo cultural.
A seleção será por meio de prova escrita, apresentação de carta de intenção, pré-projeto e realização de entrevista. Os locais da prova escrita serão divulgados a partir de 15 de maio. As vagas serão distribuídas em duas linhas de pesquisa: “Cultura, Identidade e Linguagem” e “Cultura, Diversidade e Política Pública”.
As aulas estão previstas para começar no segundo semestre deste ano. Elas serão na modalidade semipresencial, com estudos presenciais aos sábados no campus Macapá e 25 horas de conteúdo à distância.
Doze das 50 vagas ofertadas serão destinadas a candidatos (as) pretos, pardos, quilombolas, indígenas e pessoas com deficiência e pessoas trans.
O resultado final deverá ser publicado até 6 de junho e as chamadas para matrículas acontecerão em julho.
Fonte: BRASIL CULTURA

sexta-feira, 13 de abril de 2018

CONGRESSO DA UEE/RN ENTRARÁ PARA A HISTÓRIA HOJE EM CURRAIS NOVOS-RN!

UEE RN – CONGRESSO

Hoje (13), sábado e domingo próximos a cidade da Chelita (Currais Novos-RN), sediará o Congresso de Reconstrução da UEE/RN (União Estadual dos Estudantes), entidade máxima dos estudantes universitários do Rio Grande do Norte!  Os DCEs de várias universidades, entre elas a UFRN, UERN, UNP, FACEX, entre outros estarão discutido, debatendo e aprovando estatuto da UEE;RN, elegendo sua diretoria, como também aprovando propostas de luta em defesa da educação universitária, da democracia, da liberdade de expressão;organização, em defesa da cultura e por um Brasil Soberano e dos brasileiros!

É preciso apoiar essa ideia, pois só quem ganhará são os estudantes potiguares e a sociedade como um todo. O Movimento Estudantil tem sua história escrita na transformação de uma mais justa e igualitária, portante junte-se a eles, que mais conquistas virão!

Em breve divulgaremos o resultado do referido congresso.  O Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN apoia essa luta e fará o possível para somar ao conjunto dos estudantes universitários, aliás já estar junto, pois em Nova Cruz, desde de 2008 que foi criado a Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN na Região do Agreste Potiguar (Nova Cruz), que se soma aos DCEs das referidas universidades. 

"VEM VAMOS EMBORA QUE ESPERAR NÃO É SABER QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER!"

Um abraço a todos os congressistas da UEE/RN!

Museu Paranaense recebe povo Fulni-ô no Mês do Índio

Apresentação dos indígenas Fulni-ô para estudantes no Museu Paranaense(MP).Curitiba, 27 de abril de 2017.
Foto: Kraw Penas/SEEC
Em comemoração ao Dia do Índio, em 19 de abril, o Museu Paranaense (MP) recebe em vários dias do mês os indígenas Fulni-ô, do interior de Pernambuco. O grupo vem à Curitiba para divulgar sua cultura, com danças, rituais e artesanato. Nos dias 10, 12, 24, 26 de abril e 3 de maio eles permanecem o dia todo no museu, das 9h às 17h, com apresentações na parte da manhã (10h) e da tarde (16h). Dias 15, 19 e 29 de abril estarão no museu apenas na parte da manhã.
O diretor do MP, Renato Carneiro Jr., comenta: “será uma ótima oportunidade para conhecer a cultura, danças, cantos, pinturas corporais, além de objetos e adornos de uso cotidiano e o ritual do povo Fulni-ô”.
Os artesanatos – colares, cocares e pulseiras – estarão à venda e todo o valor adquirido será revertido para a própria aldeia. O diretor do museu explica que o grupo precisa comprar até mesmo água potável para o consumo diário, além de outros suprimentos.
Fulni-ô
Os Fulni-ô habitam o município de Águas Belas, a 273 quilômetros de Recife-PE. É o único povo indígena do Nordeste que conseguiu preservar a própria língua, chamada Ia-tê, assim como o sigiloso ritual Ouricuri, que acontece em agosto. O que é de conhecimento público é que, durante o ritual, é realizada a eleição das autoridades máximas do grupo: o Pajé, o Cacique e a Liderança.

Agendamento de grupos
A visita do grupo é uma ótima chance para quem quer conhecer mais sobre os indígenas e para que grupos escolares possam aprofundar o contato com a cultura indígena. O Setor Educativo do museu já está agendando atendimentos às escolas nesses dias no próprio local.

Serviço
Mês do Índio no Museu Paranaense
Exposição e venda de artesanatos do povo Fulni-ô
Dias 10 (terça), 12 (quinta), 15 (domingo), 19 (quinta – manhã), 24 (terça), 26 (quinta), 29 de abril (domingo) e 03 de maio (quinta).
Horários: terças e quintas das 9h às 17h; domingos das 10h às 12h.
Entrada gratuita

Museu Paranaense
Rua Kellers, 289 – São Francisco – Curitiba – Paraná
Terça a sexta-feira, das 9h às 18h
Sábados e domingos das 10h às 16h
Informações (41) 3304-3300 | www.museuparanaense.pr.gov.br
Fonte: SEEC

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Bora ocupar as urnas! UBES lança campanha “Se Liga, 16!”

“Vivemos um cenário de retrocessos e o momento de virar o jogo é agora”, convoca Pedro Gorki, presidente da entidade

A cada 10 jovens entre 16 e 18 anos no Brasil, apenas 2 já tiraram o seu título de eleitor, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para mudar este cenário, a UBES lança hoje em todo o Brasil a campanha “Se Liga, 16!”, que incentiva os adolescentes nessa faixa etária a exercerem o seu direito de participar da democracia.
A ideia é mostrar como política tem sim a ver com a juventude, com as escolas, com o dia a dia.
“Nossa sensação, com o assassinato de Marielle Franco, a chacina dos cinco meninos de Maricá (RJ), a prisão arbitrária do ex-presidente Lula, é de um cenário de retrocessos. Então o momento de mudar esse jogo é agora, com as eleições de outubro. Vamos entrar com tudo para ocupar a política”, diz Pedro Gorki, presidente da UBES.
Quatro anos atrás, o Brasil saiu das eleições gerais com o Congresso mais conservador da sua história. Isso tem trazido resultados perversos não apenas para a política, mas para o cotidiano da juventude. Exemplo disso, após o golpe parlamentar sobre a presidenta Dilma, foi a reforma que na verdade deformou o ensino médio, o congelamento dos investimentos em educação, a tentativa de amordaçar discussões dentro das escolas.
Para Gorki, é preciso combater a apatia em relação ao assunto, pois os espaços da política precisam ser ocupados “por alguém que seja gente com a nossa cara, com os nossos ideais”. Ele tem 17 anos e também vai tirar seu título de eleitor este mês.



Votar aos 16 é conquista da juventude

“Chegou a nossa vez, voto aos 16!”, gritaram centenas de jovens que lotaram a Assembleia Nacional 30 anos atrás, em março de 1988. A juventude com menos de 18 anos conquistava o direito de ir às urnas para escolher seus representantes.
Depois de muita mobilização, o direito veio com uma emenda aprovada pelos deputados constituintes. Após décadas de ditadura militar, enfim os parlamentares definiam uma nova Constituição Federal, esta que vale até hoje. Virou lei: o voto é obrigatório para os adultos a partir de 18 anos e facultativo para cidadãos a partir de 16 anos e acima de 70.

“Para os adolescentes, é uma conquista, para o País é algo de que se orgulhar, sendo referência para outras nações”, diz a cientista social e mestre em políticas públicas Gabriela Schreiner.
Desde esta vitória, “Se Liga, 16” tem sido uma campanha permanente da UBES para conscientizar os jovens de seus direitos democráticos. Dados de 1990 mostram mais de 2 milhões de eleitores com menos de 18 anos cadastrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) naquele ano, graças ao esforço.

Passo a passo para tirar o título

Fonte: UBES

Inscrições abertas para o Festival Internacional de Fotografia do Irã


Fonte:http://culturagerafuturo.com/inscricoes-abertas-para-festival-de-fotografia-do-ira/
Inscrições abertas para o Festival Internacional de Fotografia do Irã
O evento, que aceita fotos de profissionais e amadores, trata de temas como energias limpas, otimização do consumo de energia e poluição industrial
Já pensou em ter sua foto exposta no Irã? O 2º Festival Internacional de Fotografia “Olhar Azul”, promovido pela Universidade de Teerã, pode ser uma oportunidade. Para isso, os candidatos (profissionais ou amadores) terão de enviar suas fotografias até 30 de abril.
O primeiro colocado na categoria “Pro”, receberá U$S 1 mil. Um prêmio de U$S 500 e um de U$S 250 também será concedido aos vice-campeões. Na categoria “Mobile” (celular), serão ofertados prêmios de U$S 20 para os vencedores.
Para a fotografia “Pro”, os participantes podem enviar seu trabalho por meio do site oficial. Para aquelas tiradas de celular, os interessados devem compartilhar seu trabalho em sua página do Instagram usando a hashtag #BvipFest e a página do Tag Festival (@BivpFest). Cada candidato pode enviar até 10 fotos por categoria.
Energia limpa
Nesta edição, o foco do evento são as energias limpas, a otimização do consumo de energia, o desperdício de energia, a poluição industrial, o transporte, a poluição do ar, as cidades verdes e o desenvolvimento sustentável.

Os organizadores do festival defendem que as artes constituem uma ferramenta eficaz para reformular as crenças culturais dos comportamentos de uma sociedade. O “Blue Vision” pretende dar um pequeno passo no sentido de iniciar uma coalizão global de artistas que tentam re-imaginar seus mundos.
Mais informações: www.bluecirclegroup.ir

Novo programa vai ampliar oferta de recursos para projetos em turismo


Para ampliar a oferta de recursos aos projetos de avanço do turismo no País, o ministério do Turismo lançou nesta terça-feira (3) o Programa de Desenvolvimento e Estruturação do Turismo (Prodetur + Turismo). A medida surge para apoiar estados e municípios no acesso a financiamento, com prazos e juros diferenciados.
São R$ 5 bilhões disponíveis. Para acessar o recurso, os interessados têm de integrar o Mapa do Turismo Brasileiro, com 3.285 cidades e 328 regiões turísticas. As propostas para obtenção de financiamento deverão contemplar principalmente projetos na área de infraestrutura turística, saneamento básico, gestão e avaliação ambiental, transporte e mobilidade urbana.
O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) são as instituições parceiras, que possibilitam as taxas especiais para financiamento.

XIII Encontro Nacional de Acervos Raros


Fundação Biblioteca Nacional abriu convocatória de trabalhos para serem apresentados no XIII Encontro Nacional de Acervos Raros. O evento será realizado nos dias 29 e 30 de novembro e terá como tema “Políticas de Segurança e Salvaguarda de Acervos Raros e Especiais”. Envie seu projeto até 1º de junho e compartilhe conhecimentos. 
Regulamento e inscrições: https://bit.ly/2Hb9kMT
fonte: Brasil CULTURA

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Em memória de Marielle, estudantes organizam atos e exigem justiça


Manifestações estão marcadas para o próximo dia 13 de abril; Veja como organizar uma na sua universidade
Em homenagem à memória da vereadora Marielle Franco estudantes estão organizando atos para a próxima sexta-feira, 13 de abril, data que marca quase 30 dias de uma execução ainda sem elucidações. As manifestações ocorrerão em diversas universidades brasileiras e foram convocadas durante a plenária final do 8º EME da UNE, realizado no último dia 01, na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais.
”É muito simbólica que a aprovação feita no 8º EME da UNE se transforme em um conjunto de ações a serem realizadas na véspera do aniversário de 1 mês das mortes de Marielle e Anderson. Chegamos nesse momento sem saber quem são os responsáveis por esse crime, portanto esse dia é fundamental para deixarmos claro que queremos saber quem mandou matar Marielle. Vamos reivindicar respostas para que não haja impunidade”, falou a 1ª diretora de mulheres da UNE, Luiza Foltran.
Marielle Franco e Anderson Gomes foram mortos a tiros, na noite do dia 14 de março, no centro do Rio de Janeiro, após deixarem a Lapa, onde ela participou do seu último ato político. As investigações seguem em sigilo. O secretário de Segurança do Rio, general Richard Nunes, declarou que os indícios apontam para um crime com motivação política. Marielle atuava contra milícias e era defensora dos direitos humanos.
Para Luiza, o legado e a luta de Marielle devem ser evidenciados.
” As mulheres da UNE se colocam na tarefa de dizer que Marielle foi assassinada porque enfrentava os poderes políticos nesta conjuntura de golpe e retrocessos. Porque era uma mulher negra, favelada, LBT que denunciava os ataques aos direitos humanos. Se por vezes a mídia tenta retratá-la como alguém esvaziada politicamente, a gente tem que fazer essa disputa de dizer quem era ela e porque suas pautas também são nossas pautas”, disse.

FAÇA UM ATO NA SUA UNIVERSIDADE

Você também pode organizar um ato em sua universidade em memória de Marielle e Anderson. Para isso, siga os passos descritos abaixo e participe dessa luta:
1. Articule com mais gente – A partir dos coletivos de mulheres, CA’s ou DCE’s paute a intervenção do dia 13 de abril.
2. Organize uma ação – Avalie com as entidades qual tipo de atividade é possível fazer de acordo com mobilização. Vale tudo! Intervenção artística, jogral no bandejão, lambes pela universidade, saraus, paralisação, debates…
3. Divulgue – No site da UNE disponibilizamos o panfleto da campanha “A defesa da universidade nos UNE #MarielleVive”, artes para os lambes e material de divulgação. Também é importante confirmar a presença no evento e informar quais a atividades que irão rolar, com local e hora para que a UNE ajude a divulgar.
4. No dia 13 – Envie e compartilhe fotos e vídeos da atividade para somar na cobertura colaborativa.

BAIXE OS MATERIAIS:

Fonte: UNE

Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras


ASCOM/SEARA
O Arca proporciona cultura e conhecimento para crianças e jovens no meio rural
Ampliar as oportunidades culturais daqueles que vivem no campo, incentivando a leitura e o acesso aos livros em assentamentos, comunidades de agricultura familiar e de remanescentes de quilombos, esse é o objetivo do Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras.

Criado em 2003 pela Secretaria de Reordenamento Agrário do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o programa é executado com absoluto sucesso no Rio Grande do Norte pelo governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Assuntos Fundiários e de Apoio à Reforma Agrária (SEARA) e entidades parceiras.

Desde a implantação do programa no estado, já foram implantadas 792 (setecentos e noventa e duas) bibliotecas, em 127 (cento e vinte e sete) municípios; distribuídos aproximadamente 170.810 (cento e setenta mil ,oitocentos e dez mil) livros; beneficiadas cerca de 62.846 (sessenta e duas ,oitocentas e quarenta e seis mil) famílias rurais.

O RN é o quarto estado com o maior número de Arcas no Brasil. 

Desenvolvido através do projeto Leituras e Linguagens: para quem é da terra fortalecer suas raízes, o programa tem buscado registrar e incentivar as mais diversas manifestações artísticas e a diversidade cultural do homem do campo. 

As comunidades participam da formação e implantação das bibliotecas. Os moradores indicam o local de instalação das Arcas, os assuntos de seu interesse e seus Agentes de Leitura, voluntários das próprias comunidades que são responsáveis pelo empréstimo dos livros e pelo incentivo à leitura no local

Cada Arca comporta mais de 200 títulos, entre literatura infantil, literatura para jovens e adultos, livros didáticos, de pesquisa e técnicos (sobre saúde, cidadania e agricultura).
Com a missão de implementar uma política de incentivo à leitura, à arte e à cultura universal, fortalecendo as singularidades do campo, a coordenação acredita que o RN possa se tornar referência em práticas no campo educativo e popular, levando em conta a leitura, a arte e a cultura como instrumentos de resistência e transformação, articulando e integrando os conhecimentos que envolvam o sentido, o pensar e o agir contra a alienação, o analfabetismo e a fragmentação do saber que tanto atrapalha o desenvolvimento rural.

O programa, através de sua rede de parcerias, vem contribuindo para o desenvolvimento, o trabalho, a educação e o entretenimento no meio rural brasileiro. O Arca das Letras articula nacionalmente ações dos Ministérios da Educação, da Cultura, da Justiça, bem como de outras esferas públicas e privadas, que publicam livros ou produzem informações de interesse para as pessoas que vivem no meio rural.

Ao Arca das Letras agregam-se outros componentes de valorização social e cultural: articulação com os Pogramas de Alfabetização de Jovens e Adultos com atuação em assentamentos de reforma agrária,comunidades de agricultores familiares, remanescentes de quilombos e indígenas; fortalecimento das ações da Rede de Educação para a convivência com o semi-árido brasileiro; visitas de acompanhamento pedagógico a todas as comunidades beneficiadas com o Programa de Bibliotecas Rurais; participação em comitês, fóruns e grupos de trabalho ligados à educação do campo; promoção de oficinas de mediação de leitura com a participação de agentes de leitura e membros do comitê gestor responsável pela implementação do Programa Arca das Letras nas comunidades; realização de campanhas de doação de livros para renovação dos acervos das Arcas, entre outras.

Fonte: SEARA/RN

Editora Boitempo libera download gratuito de livro sobre Lula


O recém-lançado “Luiz Inácio Lula da Silva – A Verdade Vencerá”, publicado pela Editora Boitempo, está disponível gratuitamente para download em sua versão digital.
No livro, o ex-presidente relata o atual momento da história brasileira e o que considera ser sendo uma perseguição política sem precedentes por parte do sistema judicial do país.
“O que está aqui (no livro) é a minha verdade, é desafiar a verdade dos meus acusadores”, afirmou Lula no lançamento da obra, em março deste ano. O livro é o resultado de entrevistas concedidas aos jornalistas Juca Kfouri e Inês Nassif, ao professor de relações internacionais da Universidade Federal do ABC (UFABC) Gilberto Maringoni e a Ivana Jinkings, editora da Boitempo.
A versão digital do livro pode ser baixada diretamente do site da Boitempo. Segundo a editora, as principais plataformas de venda de livros eletrônicos também disponibilizarão a versão gratuita até o dia 13. Durante o período, os leitores que optarem pela versão impressa receberão um segundo exemplar gratuitamente.
Clique aqui para fazer o download do livro. Para comprar a versão impressa (R$ 35,00) clique aqui.
Fonte: Opera Mundi

terça-feira, 10 de abril de 2018

Estudantes pressionam o MEC em defesa da UnB e da educação pública



Universidade criada por Darcy Ribeiro é a mais nova ameaçada de parar o funcionamento devido as cortes feitos pelo governo
Nesta terça-feira, 10 de Abril, estudantes de uma das mais importantes universidades do país, a Universidade de Brasília (UnB) realizam um ato de protesto contra a politica de austeridade fiscal na educação em frente ao Ministério da Educação, na capital federal. A concentração será as 10h em frente ao Museu Nacional. Alguns cursos da universidade devem inclusive paralisar as aulas.
A UnB enfrenta uma grave crise, devido às restrições orçamentárias impostas pelo Ministério da Educação, o que coloca em risco o funcionamento da instituição.
“ Vamos fazer piquetes em frente dos departamentos para chamar os estudantes e haverão ônibus saindo da UnB para a concentração do ato no Museu Nacional. De lá vamos marchar até o MEC e vamos entregar uma carta construída com a UNE, SINTFUB, Fasubra e Andes, entidades que se somam ao ato”, explicou a estudante de museologia, Amanda Costa, representante do DCE UnB Honestino Guimarães – Gestão Todas as Vozes.
De acordo com a estudante, alunos e comunidade acadêmica estão começando a sentir o reflexo dos cortes principalmente depois da aprovação da Emenda Constitucional 95.
De 2016 para 2017 a UnB teve um corte de mais ou menos 47% no orçamento, foram 80 milhões. Além disso 50% desses recursos serão geridos para o MEC. Ou seja, será metade da metade dos recursos de 2016”, ressaltou.
Além de todos os cortes a UnB também tem um limite de arrecadação, parte dos recursos que a universidade arrecada anualmente acaba voltando para a União. Com os cortes a devolução dessa arrecadação para a União tem sido sofrida.
Amanda relata ainda as tentativas de contingenciamento por parte da reitoria que tem prejudicado muito os estudantes como a tentativa de aumentar o preço do RU de R$2,50 para R46,50; a revisão de contratos das empresas terceirizadas que resultou na demissão de servidores da limpeza e segurança – um problema constante na universidade; e na última semana a demissão mais de mil estagiários da instituição.
Para falar desses problemas os estudantes realizaram uma assembleia geral no último dia 29 de Março na reitoria, para cobrar um posicionamento da direção da universidade e onde decidiram pressionar o MEC. Na reunião Denise Imbroisi, decana de Planejamento e Orçamento da UnB chegou a anunciar que com a crise financeira, se não houver contingenciamento a instituição poderá parar de funcionar no mês de agosto.

EXPERIÊNCIA EDUCADORA

A Universidade de Brasília foi inaugurada em 21 de abril de 1962, com a promessa de reinventar a educação superior. Na construção da universidade estão nomes como antropólogo Darcy Ribeiro, o educador Anísio Teixeira e o arquiteto Oscar Niemeyer que transformou as ideias em prédios. Durante três anos consecutivos, a instituição obteve nota máxima no Índice Geral de Cursos do MEC e é destaque na área de pesquisa, sendo reconhecida internacionalmente por cursos como o de relações internacionais.
Fonte: UNE

Todos Iguais, Todos Diferentes



Existe preconceito de todas as cores e de todos os tipos, que chega uma hora que tu te pergunta: Até quando?


Porque a diferença existe e porque a discriminação é real é preciso mudar mentalidades. Quando olhamos para o "Outro" há sempre uma apreciação que nos é instintiva. Muitas das vezes não sabemos como olhar, porque somos capazes de o julgar de uma forma subjetiva. Neste julgamento que fazemos, colocamos à frente de tudo as aparências, as crenças, as orientações e deixamos de lado o valor real que Ele tem.

Nem todos temos a côr da pele igual, nem as mesmas crenças, os mesmos gostos, ou a mesma altura, todas as pessoas exteriormente falando são diferentes umas das outras. Mas no interior, bem lá dentro somos todos iguais. Precisamos de carinho, de atenção, de afetos, todos precisamos de felicidade para sermos alguém melhor e mais forte.

Precisamos de saber viver com as nossas diferenças e fazer a diferença, respeitar as dos outros.
Um afro abraço.
Claudia Vitalino.

Fonte: www.inclusive.org.br/arquivos/

Dia Mundial do Livro nas Fábricas de Cultura


Dia Mundial do Livro é comemorado em 23 de abril desde 1995. Originalmente a data surgiu na Catalunha, região da Espanha, mas só com a morte do escritor inglês William Shakespeare a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) oficializou a comemoração. As Fábricas de Cultura das zonas norte e sul, organizaram uma série de atividades gratuitas para celebrar a data.
A programação terá início no dia 12 de abril, quinta-feira, às 15h00, com a Oficina de Reparos na Fábrica de Cultura Jardim São Luís. A proposta é conscientizar, de maneira lúdica, os participantes a conhecerem de forma teórica e prática as condições, os cuidados e os reparos com os materiais disponíveis nas bibliotecas. A atividade é livre e serão oferecidas 20 vagas.
Fábio Lisboa conta a história de seu livro O mistério amarelo da noite, na Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha, também no dia 12 de abril às 15h00. A obra narra a aventura de um menino que está voltando sozinho para casa e, de repente, a iluminação desaparece. Correria e perseguição o levam até o Beco Escuro, onde o autor instigará seus ouvintes a usarem a imaginação e vencerem seus medos. Serão oferecidas 50 vagas para crianças de 6 a 11 anos. Essa contação de história acontecerá em todas as Fábricas em datas diversas.


Na Fábrica de Cultura Brasilândia, a equipe da biblioteca realizará a intervenção Dia do Livro, utilizando a literatura como ferramenta. No dia 18 de abril, quarta-feira, a partir das 13h, histórias serão contadas e poemas serão declamados por quem quiser participar. A atividade será livre e serão oferecidas 20 vagas.
Ainda na zona norte, a Fábrica de Cultura Jaçanã convida as crianças de 8 a 10 anos para construírem seus próprios diários no dia 19 de abril, quinta-feira, às 15h00. Na oficina Construa este Diário, a equipe da biblioteca apresentará para a criançada uma série de “Diários” do acervo – como Diário de um Banana, Diário de uma Garota Nada Popular e Diário de um Zumbi do Minecraft –, para que eles montem seus diários pessoais, com histórias livres e criativas.
E fechando as comemorações, a Fábrica de Cultura Capão Redondo realizará a atividade Escrita Viva, no dia 26 de abril, quinta-feira, às 15h00. O jogo consiste em usar vários espaços da Fábrica para brincar, utilizando a leitura e a escrita como recursos; a ideia é construir o mundo em palavras e as palavras em mundo. A atividade será livre e serão oferecidas 15 vagas.
Fonte: Brasil CULTURA