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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Novo impulso a obras de infraestrutura turística

Represa de São José do Rio Preto (SP), um dos municípios contemplados pelos repasses do MTur. Foto: Ricardo Boni/MTur Destinos
Um repasse autorizado nesta terça-feira (25) pelo Ministério do Turismo assegura pagamentos relativos a 157 obras de infraestrutura turística realizadas em todas as regiões do país com recursos de programação do órgão. No total, a Pasta disponibilizou cerca de R$ 17,9 milhões à Caixa Econômica Federal, gestora de contratos do MTur, contemplando 151 destinos de 23 Unidades da Federação.
Os projetos beneficiados incluem ações como a construção de centros culturais, de eventos, de mercados públicos, pavimentação asfáltica, a reforma de praças e a revitalização de orlas, entre outros. A região Nordeste lidera em quantidade de recursos alocados (R$ 7,277 milhões), seguida do Sul (R$ 6,035 milhões), do Sudeste (R$ 2,523 milhões), do Norte (R$ 1,286 milhão) e do Centro-Oeste (R$ 715 mil). A obra que receberá mais recursos fica em Aracaju (SE) e trata da primeira fase de pavimentação e drenagem do bairro Atalaia, com investimento de R$ 1,08 milhão.
O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, lembra que os trabalhos favorecem a atração de visitantes, ajudando a movimentar a economia e a gerar emprego e renda. “Essas obras aprimoram a capacidade de atender bem o turista, despertando cada vez mais interesse por nossos destinos. Elas se somam a ações adotadas pelo governo Bolsonaro para ampliar o turismo, como a abertura do mercado aéreo ao capital estrangeiro e a isenção de vistos, que ampliam o movimento de visitantes no país”, frisa.
Os 10 estados que concentram o maior volume de recursos são Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Ceará, Sergipe, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Norte e Roraima. No último dia 18, o MTur autorizou o repasse de outros R$ 34,1 milhões para o pagamento de 351 obras realizadas por meio de emendas parlamentares em 324 municípios brasileiros, beneficiando projetos de 26 estados.
Os investimentos são feitos preferencialmente em municípios do Mapa do Turismo Brasileiro, ferramenta do MTur que busca aperfeiçoar a aplicação de verbas públicas em locais que têm no turismo uma das estratégias de retorno econômico. Orientações sobre o apoio do órgão a obras, que devem ter valor mínimo de R$ 250 mil, podem ser verificados na portaria nº 39/2017. Desde que foi criado, em 2003, o MTur já destinou mais de R$ 10 bilhões a projetos de infraestrutura em 4,3 mil cidades de todo o país.
O detalhamento dos estados e os valores repassados para o pagamento de obras pelo MTur nesta terça-feira (25) pode ser conferido na tabela abaixo:
UFObrasValor
AC1       221.032,50
AL2       268.104,54
AP1       134.452,50
BA13   1.158.352,39
CE10   1.486.460,09
ES3       166.971,49
GO7       491.302,45
MA2       307.114,28
MG8       565.805,42
MS2       224.074,50
PA1           7.716,25
PB2       207.585,00
PE6   1.322.979,70
PI2       169.703,33
PR21   2.130.027,31
RJ1         15.892,50
RN7       998.447,29
RR3       588.124,86
RS26   1.905.592,09
SC21   2.058.849,34
SE2   1.361.930,70
SP12   1.775.646,00
TO4       334.990,50
Total157 17.901.155,03
Edição: Cecília Melo e Vagner Vargas 

Celso Marconi: Democracia em Vertigem

Não se pode negar que o título desse documentário, produzido pela Netflix e dirigido pela jovem brasileira Petra Costa, tem uma dimensão densa e se abre para o espectador, deixando-o com uma pergunta de difícil definição mesmo após assistir ao filme.
Por Celso Marconi*
No filme, tem algo que em geral não se encontra nas produções cinematográficas. Seu argumento fala e mostra personagens que estão ainda bem vivos e vivendo a realidade do nosso país nos dias atuais. Ou de modo mais particular: os últimos anos da nossa vida política, sem esconder nenhum dos lados e abrindo-se de uma forma íntima para permitir uma real integração na vida contemporânea.
Para mim, é fundamental a exibição pela Netflix para o público do mundo todo, e também pelo fato de estar na internet em streaming, que pode ser visto por quem quiser. Importante: a empresa produtora e exibidora está abrindo a oportunidade de ver documentário até mesmo para quem ainda não é associado.
Petra Costa, com 35 anos de idade, é uma realizadora bem dentro do mundo atual, que vive se movimentando pela globalização. Ela é sócia da Academia Cinematográfica de Hollywood, produz nos Estados Unidos e em outros países e certamente se comporta com naturalidade em todos lugares do mundo.
Filha de pais comunistas, o seu nome é Petra em homenagem ao dirigente comunista Pedro Pomar. Mas pelo clima em que o filme está estruturado sentimos que seu espírito de criação é bem autônomo, buscando crescer e evitando se prender a um só lado, deixando que a narrativa ganhe maior dimensão tanto no argumento quanto na expressão formal.
Petra Costa é formada em Antropologia por uma universidade em Nova York, cursou dois anos em Artes Cênicas e ainda tem uma especialização no tema Trauma. Isso mostra por que seu filme não fica no simples político do tema, mas vai numa visão antropológica e, por isso mesmo, vai narrando e se deixando envolver para se explicar de forma dramática muito mais tranquila.
Democracia em Vertigem tem 1h53 de duração, o que é muito para um documentário, mas consegue instigar o tempo todo a atenção do espectador. Petra tem um documentário sobre sua irmã, Elena, que se suicidou, e com esse filme ganhou o prêmio de Melhor Documentário no Festival de Havana. Consta que o cinema reflexivo de Petra Costa tem influência de cineastas como a francesa Agnès Varda e o italiano Gillo Pontecorvo.
Por fim, é digno de nota que a grande repercussão do Democracia em Vertigem em todo o mundo é uma evidência da veracidade dos fatos da sua narrativa fílmica.
Celso Marconi, 89 anos, é crítico de cinema, referência para os estudantes do Recife na ditadura e para o cinema Super-8.

Inédita no País, sala de streaming do Cine Passeio está aberta a locações

Uma sala aconchegante, com sofás, poltronas e pufes confortáveis, uma televisão tela 4K de 86 polegadas e som de 5.1 canais é a nova forma de entretenimento que está disponível para aluguel, no Cine Passeio. A Sala Passeio On Demand é a primeira sala de streaming dentro de um cinema, e possibilita aos cinéfilos o acesso a diversos conteúdos digitais com grande estilo e sofisticação.
No espaço, localizado no subsolo do Cine Passeio e em frente ao Worktiba, diversos conteúdos digitais podem ser conectados com a escolha do usuário, como por exemplo Netflix, Amazon e Youtube. O local é perfeito para ministrar masterclasses, fazer reuniões, assistir a conteúdos de longa-metragem, maratonar séries, entre outros.
Segundo o diretor executivo do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Marino Galvão Jr., essa é mais uma das diversas formas de apreciação do audiovisual oferecidas pelo Cine Passeio.
“A sala on demand tem como proposta ser um espaço que o usuário possa programar com amigos e convidados”, destaca o diretor.
“Essa novidade foi trazida pelo prefeito Rafael Greca e possibilita que o espaço se transforme em um inovador cine clube possibilitando que o local seja utilizado para o lazer e também para discussões sobre estética cinematográfica”, completa Galvão Jr.
Para locação e utilização do espaço, é cobrada uma taxa por pessoa, sendo possível contratar para um mínimo de 4 e um máximo de 12 pessoas. São três tipos de pacotes de locação oferecidos, conforme o tempo de utilização da sala: o Soft (2h30), o Meio Período (5h) e o Integral (8h). A inscrição é feita pelo site, e o pagamento totalmente online.
O produtor de vídeos Gabriel Maçã viu uma oportunidade de apresentar seu trabalho de uma forma mais agradável. “Levamos um casal de noivos para ver o filme de casamento. Impressionou bastante. O equipamento é maravilhoso e o espaço muito confortável. Quero aproveitar para usufruir toda a experiência que a sala proporciona”, afirmou.
Cine Passeio
Inaugurado em 27 de março de 2019, o Cine Passeio, localizado na esquina das ruas Riachuelo e Carlos Cavalcanti, no centro de Curitiba, tem a proposta de trazer de volta a concepção dos cinemas de rua e ser um espaço de formação audiovisual e de inovação na área da economia criativa. Possui duas salas de exibição, o Cine Luz e o Cine Ritz, uma cafeteria e espaço para eventos.

O complexo tem no subsolo, além da Sala On Demand e do Worktiba, uma área dedicada às ações de formação, que recebeu o nome de Espaço Valêncio Xavier, homenagem ao escritor, cineasta e criador da Cinemateca de Curitiba, falecido em 2008. Conta com uma sala multiuso (Estúdio Valêncio Xavier), com 110 lugares, também dotada de modernos equipamentos, com projetor móvel e tela retrátil.
Serviço
Sala Passeio On Demand
Site para locação: http://www.cinepasseio.org/
Capacidade: mínimo de 4 e máximo de 12 pessoas
Atributos:
Equipada com tela 4K de 86 polegadas e som de 5.1 canais
Pacotes de locação
Soft (2h30)
Conteúdos de longa-metragem, série, palestras e/ou aulas
R$ 20 por pessoa – (mínimo de 4 pessoas – R$ 80)
Meio período (5h)
Filmes ou séries, masterclasses, reuniões e aniversários
R$ 40 por pessoa (mínimo de 4 pessoas – R$ 160)
Integral (8h)
Maratona de filmes ou séries, masterclasses e reuniões
R$ 80 por pessoa (mínimo de 4 pessoas – R$ 320,00)

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Presidente do Senado decide que demarcação de terras indígenas segue na FUNAI

Foto: Mídia NINJA
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), devolveu nesta terça-feira (25) ao Palácio do Planalto o trecho da medida provisória (MP) do presidente Jair Bolsonaro que transferiu a demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura. Ele nega votar a nova MP editada por Bolsonaro pois o assunto já foi votado pelo Congresso.
“Definimos, em reunião de líderes, que o Congresso Nacional vai devolver parte da Medida Provisória 886/2019, que trata da demarcação de terras indígenas. Concordamos que o tema deve ser competência do Ministério da Justiça e Segurança Pública”, publicou Davi Alcolumbre sobre a decissão.
Nesta segunda (25), o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu o trecho da MP que trata da demarcação.
Com a decisão de Barroso, a demarcação deve retornar para a Fundação Nacional do Índio (Funai), vinculada ao Ministério da Justiça.

Preta Ferreira envia carta da prisão: ninguém chuta cachorro morto

Preta Ferreira, liderança cultural do Movimento Sem-Teto do Centro de São Paulo, filha de Camen Silva, cantora e apresentadora do programa Lula Livre, foi presa arbitrariamente sem explicações nesta segunda-feira (24), em São Paulo. Junto a ela, Ednalva, Angélica e Sidney, ambos lideranças de movimentos de moradia, também foram detidos arbitrariamente, alvos de uma ação do juiz Marco Antônio Martins Vargas, da DIPO.
O pedido integra a investigação sobre o edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu, em maio de 2018, entretanto nenhum dos detidos é ligado aos responsáveis do Wilton Paes, entretanto, nenhum dos detidos fazem parte da organização responsável pela ocupação no prédio que desabou.
Artistas, advogados, ativistas e parlamentares estão acompanhando o caso e estiveram na Delegacia Especializada em Investigações Criminais para prestar solidariedade aos detidos e nessa terça-feira Preta enviou uma carta para seus apoiadores.

Confira na íntegra:

Oi gente que saudade de vocês.
Estamos bem na medida do possível, infelizmente a vida tem dessas. Agradecemos imensamente o apoio de todos, isso me da mais força para continuar.
Ouvi vocês cantando minha carne e fiquei muito feliz!
Eu e as meninas estamos nos fortalecendo, nos cuidando. Tudo aqui é dividido em quatro. Conhecemos mais uma injustiçada! Não vejo a hora de dar um abraço, um beijo e tomar um porre com vocês.
O Marcos, esse policial que vai entregar essa carta, nos trata muito bem. Ele é gente boa! Até já viu o clipe rs
Mandem notícias! Estamos ansiosas para revê-los.
Ainda não conseguimos comer, não por falta de comida. É porque aqui não desce mesmo.
Nós estamos presas por lutar por nossos direitos, e isso nos fortaleceu mais.
Ninguém chuta cachorro morto! Nossa luta não é em vão! Vocês que me conhecem sabem da minha inocência jamais serei capaz de roubar, matar e enganar ninguém. Eu trabalho e sempre trabalhei. Continuo com a minha alegria animando e contagiando as manas aqui. Me alegro em saber que não estamos só. Nossa luta é por direito e eu posso ser presa mil vezes mas eu continuarei lutando. Foi assim que aprendi desde menina! Eles tiraram nossos direitos, e nós vamos continuar lutando por eles. Peço que cuidem da minha família em minha ausência.
Gratidão a todos e todas eu amo vocês
Preta Ferreira.
Para vocês com muito amor.
Eu amo vocês !
QUEM NÃO LUTA TÁ MORTO!

AGENTES CULTURA DE NOVA CRUZ REUNIRAM-SE COM COORDENADORES DA FJA HOJE (26) NA CASA DE CULTURA DE NOVA CRUZ/RN

Momento da reunião - esclarecedora e fortalecimento para avançar nos objetivos
Final da reunião no clic de Teobânio Tavares
Tirando dúvidas e obtendo mais conteúdos para fazer um bom trabalho em prol da cultura novacuzense, disse Eduardo Vasconcelos
Coordenadores da FJA: Uma reunião dinâmica e objetiva

Hoje (26) pela manhã os Agentes de Cultura, Eduardo Vasconcelos e Teobãnio Tavares, além dos amigos da cultura, Francinaldo Soares, Lene Rosa, Narciso e Diego Ramos participaram de uma importante reunião com os Coordenadora da Fundação José Augusto - FJA, Messias e Jefferson Tavares, cuja pauta foi administrativa e de orientação aos agentes, além da oportunidade de ambos os agentes tirarem dúvidas e ganhar mais conhecimentos.

Um dos pontos também super importante foi as comemorações dos 16 anos da Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara", que acontecerá dia 16 de julho e o Encontro Estadual de Agentes de Cultura com data ainda a ser divulgado, como também a audiência que os agentes de cultura terá com o prefeito, FLÁVIO NOGUEIRA, que por sinal o Chefe de Gabinete tentará marcar para amanhã (27), a se confirmar.

No enceramento os Coordenadores ficaram de enviar documentos que a ajudará os agentes para o um bom desempenho frente a CASA DE CULTURA. 

terça-feira, 25 de junho de 2019

EDUARDO VASCONCELOS RECEBE O TERMO DE POSSE DAS MÃOS DO PRESIDENTE DA FJA - CRISPINIANO NETO

Da esquerda p/ direita: Gelson Pessoa, Messias Domingos, CRISPINIANO NETO, Eduardo Vasconcelos e Jefferson Tavares. 

Nesta manhã de hoje (25) em Natal, o presidente da Fundação JOSÉ AUGUSTO, Crispiniano Neto juntamente com seus Coordenadores das Casas de Cultura do RN, Messias Domingos e Jefferson Tavares, além de Gelson Pessoa entregou o Termo de Posse ao mais novo Agente de Cultura da Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara", EDUARDO VASCONCELOS.

Todos deram votos de boas vindas se prontificando-os a juntos lutarem na preservação da cultura popular e suas raízes bem como oferecer suporte jurídico, administrativo e organizacional bem como trabalhar em sitônia com as diretrizes da Fundação José Augusto.

Em um outro momento, antes da entrega do Termo de Posse, Eduardo Vasconcelos entregou aos Coordenadores, Messias Domingos e Jefferson Tavares RELATÓRIO e AGENDA JULHO A DEZEMBRO, solicitadas pelos mesmos.  

Para Eduardo Vasconcelos será um enorme prazer em poder trabalhar com grandes profissionais o que para ele irá adquirir mais e mais conhecimentos, como também ações determinantes para o DESENVOLVIMENTO CULTURA do nosso ESTADO. Concluiu, EDUARDO VASCONCELOS.

A FJA estará em peso participando do ANIVERSÁRIO DOS 10 ANOS DA CASA DE CULTURA "LAURO ARRUDA CÂMARA", que ocorrerá dia 16 de julho, onde haverá várias apresentações culturais, principalmente com artistas da terra. Disse, Eduardo.

PRESIDENTE DO CPC/RN EDUARDO VASCONCELOS FOI RECEBIDO HOJE (25) EM AUDIÊNCIA PELO SEEC/RN, GETÚLIO FERREIRA

 Eduardo Vasconcelos - CPC/RN (a esquerda) expondo a demanda ao SEEC/RN, Getúlio Marques
Hoje (25) pela manhã o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, EDUARDO VASCONCELOS esteve em audiência com o Secretário Estadual de Educação e Cultura - SEEC/RN, professor, GETÚLIO FERREIRA MARQUES, cuja pauta foi o comunicado do CPC/RN ao Secretário através de que o mesmo será homenageado na 3ª NOITE DAS HOMENAGENS, evento este que ocorrerá dia 30 de dezembro em Natal, data esta em que o CPC/RN estará completando 10 ANOS!

Eduardo também entregou ofício com demandas solicitadas pela instituição, que prontamente o secretário deu como recebido e que procurará caminhos para ajudar a instituição no que for possível dentro dos parâmetros legais.

LEMBRANÇA: O professor Getúlio Marques quando foi Diretor Geral do CEFET ajudou e muito as instituições, juntamente com o professor Mariz.

Para Eduardo Vasconcelos professor GETÚLIO MARQUES tem muito a oferecer a EDUCAÇÃO Potiguar pela sua experiência, dedicação e empenho constante em favor da EDUCAÇÃO, como também a nossa CULTURA e tem todas as qualidades para ser um dos homenageados no ANIVERSÁRIO DE 10 ANOS DO CPC/RN. Concluiu, Eduardo Vasconcelos.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

As lagoas desertas de Nísia Floresta que você não conhecia

Publicado porPor Henrique Araújo

O município de Nísia Floresta antigamente era chamado de Papari. Ele fica distante 30km de Natal (RN) e é um dos lugares mais bonitos do Rio Grande do Norte.
Isso porque Nísia possui natureza exuberante, abundante e, como você vai ver aqui, até curiosa.
Um exemplo de uma dessas curiosidades é que existem por lá mais de 20 lagoas de águas mornas, cercadas de dunas e vegetação nativa. Muitas delas, claro, conhecidas, batizadas e já bem frequentadas.
Porém vários outros lagos desses ainda são desconhecidas e desertos, e portanto nem nomes receberam ainda.
Essas lagoas estão distribuídas entre as dunas ao longo da paisagem e tem tamanhos variados, compondo um cenário interessante e muito bonito:
Paisagem que mostra as lagoas desertas de Nísia Floresta, RN. Foto: https://www.facebook.com/turistandoemnatal/

Um prato cheio para aventureiros de plantão, já pensou uma trilha por ali?
E você já foi ou iria lá? Conte nos comentários.
Fonte: CURIOZZZO

‘Índio não tem vez aqui’: Estudante indígena da UFT sofre ameaças de racismo

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Imagem (bilhete) do Google
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O estudante indígena da Universidade Federal do Tocantins, campus de Araguaína, Kayman Karajá, teve o nome citado em um bilhete onde dizia: “Índio não tem vez aqui na UFT. Vou tirar todos os índios do meu caminho”. O bilhete foi colocado na mochila do estudante. Em um outro bilhete, dois indígenas são citados: “Primeiro vai ser a Raiane e Kainã fica esperto”.

Em resposta ao ocorrido, os alunos e indígenas da instituição realizaram um protesto pelo direito constitucional de acesso à educação, no Hall do Bloco H (Cimba). Além disso, os colegas exigiam respeito às diferenças e que o caso seja levado às instâncias competentes para que não passe impune.

Após a manifestação na UFT nesta quarta-feira, os dois jovens ameaçados e uma professora da UFT foram para a Polícia Federal e relataram o caso. Foi feito um boletim de ocorrência para que o caso seja investigado.

Fonte: Mídia Ninja

domingo, 23 de junho de 2019

VEREADOR EDSON CAZUZA PRESTIGIA FESTIVAL DE QUADRILHA EM MONTE ALEGRE AO LADO DA GOVERNADORA, FÁTIMA BEZERRA E SENADOR

 2º da esquerda, vereador, Edson Cazuza (Passa e Fica) entre a governadora, FÁTIMA BEZERRA, Senador JEAN-PAUL PRATES, Deputado Estadual KLEBER RODRIGUES  e amigo em Monte Alegre/RN 
Banda Filarmônica Potiguar, da Associação Comunidades dos Jovens - Passa e Fica/RN

Ontem (22) em Monte Alegre a 30 km de Natal foi realizado o 17º FESTIVAL DE QUADRILHAS JUNINAS DO RIO GRANDE DO NORTE, onde a governadora, FÁTIMA BEZERRA sancionou  o Projeto de Lei 088/19, que institui a cidade de Monte Alegre como a capital estadual das Quadrilhas Juninas. Projeto este de autoria do Deputado Estadual, KLEBER RODRIGUES. Cidade onde onde nasceu, o escritor, C:amara Cascudo.

O vereador de Passa e Fica/RN, EDSON CAZUZA, amante da cultura popular também prestigiou a festa ao lado do Deputado autor da lei, Deputado KLEBER RODRIGUES. Aproveitou para conversar rapidamente com a governadora, FÁTIMA BEZERRA e o Sen, JEAN PRATES, aproveitando para falar dos seus projetos culturais, a exemplo do apoio a Banda Filarmônica Potiguar, da Associação Comunitárias dos Jovens - Passa e Fica/RN.

E por em Edson Cazuza, aproveito para parabenizá-lo pelo excelente trabalho legislativo na cidade de Passa e Fica, além de amante da cultura potiguar o mesmo vem se destacando com suas intervenções em plenário bem como apresentando projetos para benefício da população local e em especial a Zona Rural.

Edson Cazuza com suas intervenções constantes no plenário da câmara vem conquistando a população local, como também suas ações voltadas para a cultura.

Parabenizo-o pelas suas constantes ações em defesa de Passa e Fica, tanto pelos projetos aprovados e outros que futuramente também serão aprovados em prol da sociedade de forma geral, como exemplo de um político sério, que princípios e que exerce seu mandato com honraria.

Eduardo Vasconcelos, radialista, presidente do Centro Potiguar de Culturra - CPC/RN, ativista, blogueiro e amante da cultura popular.

Monte Alegre é oficialmente a Capital Potiguar das Quadrilhas Juninas


Demis RoussosASSECOM/RN


Em meio à multidão que prestigia o maior São João do Agreste potiguar, a governadora sancionou a lei que institui a cidade de Monte Alegre como a capital estadual das Quadrilhas Juninas. O projeto de lei 088/19, é de autoria do deputado estadual Kleber Rodrigues, que é natural de Monte Alegre. "Uma justa homenagem e o reconhecimento à tradição das quadrilhas juninas preservada com primor pelo povo de Monte Alegre. É com muita alegria que sanciono está lei que além de incentivar a promoção da cultura nordestina, fomenta a economia criativa. O Festival de Quadrilhas Juninas não é só de Monte Alegre, nem do Agreste é do Rio Grande do Norte. A terra de Câmara Cascudo tem que dar exemplo e valorizar às tradições do nosso povo", enfatizou a Governadora.

O Festival de Quadrilhas Juninas do RN é realizado em Monte Alegre há 17 anos. Este ano, 66 quadrilhas, de diversos municípios do RN, estão participando. As apresentações atraem público de 4 a 5 mil pessoas, de toda a região e da capital, que vão ao ginásio da cidade presitigiar uma das mais verdadeiras manisfestações populares no período junino.

 "Esta lei colabora para que este evento se consolide no calendário dos grandes eventos culturais do Rio Grande do Norte. Com trabalho queremos que o Festival de Quadrilhas Juninas seja não só o maior da região Agreste, mas de todo o RN", destacou o prefeito Severino Rodrigues. 

O evento é o mais esperado do ano, cerca de 5 mil quadrilheiros, vindos de várias regiões do RN, participam do Festival deste ano. Ao longo dos festejos juninos, forma-se uma rede de comércio dos mais diversos segmentos. As artesãs Maria Dalva Paulino e Elione Lourenço todos os anos colocam a banca de artesanatos durante o festival. "A festa melhora as vendas e também ajuda na divulgação do nosso trabalho. Com essa lei acredito que nossa festa ficará ainda melhor", disse Dalva. 

Já Dona Maria Valdineide de Silva, há cinco anos trabalha na festa vendendo bebidas para conseguir um renda extra para sua família. "É um dinheirinho certo todo ano, tudo que a gente ganha é uma ajuda a mais em casa", expressou. 

O maior São João do Agreste começou no dia 14 e seguirá até 29, o evento recebe milhares de visitantes na Vila São João, construída especialmente para o momento. Neste ano, a tradicional festa tem uma grande programação nos 12 dias de folia incluindo a famosa carroçada, quadrilhas e 26 atrações musicais. A estrutura conta com dois palcos, apresentações no ginásio Osmundo Farias.

O São João de Monte Alegre contempla apresentações de quadrilhas juninas, artísticas e culturais, atividades folclóricas e de talentos regionais. Misturando tradição e inovação as quadrilhas juninas abordam temáticas importantes para manter seus espaços nas cidades do RN. Elas valorizam e evidenciam a cultura popular. Por meio do enredo, figurino e música, e trazem à memória personagens relacionados ao forró e ao Nordeste.

A governadora Fátima Bezerra, o senador Jean-Paul Prates e João Hélio, diretor técnico do SEBRAE-RN, ao lado do prefeito de Monte Alegre, Severino Rodrigues e do deputado Kleber Rodrigues visitaram a festa, cumprimentando os comerciantes e visitantes. Também prestigiaram a apresentação das quadrilhas juninas.

Fonte: Fundação José Augusto - FJA

“Fracasso óbvio”, diz Chico Buarque sobre governo Bolsonaro

Divulgação

Em entrevista ao jornal francês Le Monde, Chico Buarque avaliou que o governo Bolsonaro vai "obviamente" acabar em fracasso e que há um desprezo pela cultura no Palácio do Planalto.

O cantor e compositor Chico Buarque deu entrevista ao tradicional jornal francês Le Monde, que será publicada neste sábado (22), onde comentou sobre pedido de visto de longa duração na França e fez uma análise da situação no Brasil.

Segundo Chico, que já esteve exilado no país europeu durante os tempos da ditadura militar brasileira, o pedido de visto se deve ao fato não são bem-vindos, nem bem vistos pelo atual governo. “Uma cultura de ódio se espalhou de maneira impressionante”, disse ao comentar sobre o desprezo de Bolsonaro pela cultura.

O compositor ainda declarou que o governo está fadado ao fracasso e é mal visto internacionalmente. “Não sei como tudo isso vai acabar. O fracasso desse governo me parece óbvio”, afirmou.

Questionado sobre a relação com o PT, o cantor também expôs críticas ao partido. “Tenho muitas reservas ao PT, o partido teve episódios de corrupção, como os governos precedentes”, afirmou. “Mas depois da derrota da direita nas eleições presidenciais, o PT foi incrivelmente estigmatizado”, completou.

Fonte: REVISTA FÓRUM

Folha comprova autenticidade e integridade do material da Vaza Jato

Folha comprova autenticidade e integridade do material da Vaza Jato


Conforme antecipado pela Fórum na manhã de ontem (22) a Folha e o The Intercept firmaram parceria editorial e o jornal confirmou a autenticidade do banco de mensagens da Vaza Jato.

Na manhã de ontem (22) o diretor de redação da Revista Fórum antecipou que uma parceria entre o The Intercept Brasil e o jornal Folha de S. Paulo havia sido realizada e que neste domingo começariam a ser publicadas as primeiras reportagens frutos deste acordo.

Fórum também antecipou que a veracidade e autenticidade das mensagens seriam comprovadas pela Folha.
O furo da Fórum se confirmou.
O jornal revela na sua edição de hoje (23) que o The Intercept “permitiu que a Folha tivesse acesso ao acervo, que diz ter recebido de uma fonte anônima há semanas” e confirma que nos últimos dias, repórteres do jornal e do site trabalharam lado a lado, pesquisando as mensagens e analisando seu conteúdo.
Segundo a Folha o pacote obtido pelo Intercept reúne mensagens privadas trocadas pelos procuradores em vários grupos no aplicativo Telegram desde 2014, incluindo diálogos com o ministro Moro, que foi o juiz responsável pelos processos da Lava Jato em Curitiba até 2018.
Também confirma que além das mensagens, o acervo inclui áudios, vídeos, fotos e documentos compartilhados no aplicativo.
E o mais importante, diz que, ao examinar o material, não detectou nenhum indício de que ele possa ter sido adulterado.
Uma das checagens utilizadas pela Folha pra isso foi que os repórteres que estão trabalhando o banco de dados da Vaza Jato buscaram nomes de jornalistas da Folha e encontraram diversas mensagens que de fato esses profissionais trocaram com integrantes da força-tarefa nos últimos anos. E não havia nenhuma adulteração na troca de mensagens.

Fonte: Revista FÓRUM

1817: Revolução com as cores de Pernambuco

Vitral no Palácio do Campo das Princesas mostra retrato da Revolução de 1817
Vitral no Palácio do Campo das Princesas mostra retrato da Revolução de 1817
A Revolução 1817 completa dois séculos, nesta segunda (6), mas ainda é episódio pouco explorado na história do Brasil.
Eram 10 horas da manhã do dia 6 de março de 1817 e o clima no Recife parecia calmo. Sinais de insatisfação com a Coroa Portuguesa vinham sendo emitidos, mas nem de longe se tinha a sensação de que estava prestes a irromper um dos movimentos mais emblemáticos da história pernambucana. Uma hora depois a aparente tranquilidade foi cortada com golpe de espada. O sangue derramado sobre o peito do brigadeiro Manoel Joaquim Barbosa de Castro foi o estopim para o início da revolução, que vinha sendo maturada em fogo brando, mas que explodiu antes da data prevista. Pela cidade, ressoavam os gritos de “Viva a Pátria! Mata Marinheiro!”. Era desse modo que os brasileiros se referiam aos portugueses. A essa altura, nos primeiros disparos, o governador da província já tinha fugido para se abrigar no Forte do Brum, de onde sairia direto para o Rio de Janeiro. Os revoltosos montaram um governo provisório e deram a chance ao governador de sair da província sem confronto. Apesar de registros o apontarem como bom administrador, a coragem não era traço marcante da personalidade de Caetano Pinto.

O relato da cena foi contado há 200 anos pelo comerciante francês Louis-François Tollenare, que viveu no Recife entre 1816 e 1818. Nesta segunda-feira (6), a revolução completa dois séculos, mas ainda é um episódio pouco explorado na historiografia brasileira.
Em 1817, o caldeirão da insatisfação fervia na província de Pernambuco, que tinha histórico de movimentos nativistas, como a expulsão dos holandeses (1654) e a Guerra dos Mascates (1710). O desembarque da Família Real no Rio de Janeiro em 1808 só aumentou a fervura da indignação. Havia uma forte discrepância social entre a vida na Corte e nas províncias – o que se arrecadava aqui era enviado para o Rio a fim de manter o estafe de Dom João VI. Fora isso, uma seca devastadora assolou a região em 1816, no mesmo momento em que a produção de açúcar em outros países fez o preço do produto nordestino despencar. “Paga-se em Pernambuco um imposto para iluminação do Rio de Janeiro, quando as do Recife ficam completamente às escuras”, descreveu o inglês Henry Koster, que viveu no Recife no período.
E foi neste caldo que a luta estourou.
Não à toa, a revolta também é chamada de Revolução dos Padres, uma vez que o Seminário de Olinda foi o nascedouro do movimento. Letrados e com acesso à informação, os religiosos tiveram papel crucial na formação do governo provisório, que durou 75 dias. O padre João Ribeiro, um dos líderes do movimento, tinha uma biblioteca fora dos mosteiros e abria o espaço à comunidade, conta Betânia Corrêa de Araújo, presidente do Museu do Recife. No Forte das Cinco Pontas, onde funciona o Museu, estreia dia 12 uma exposição sobre o período.
“A Revolução Republicana de 1817 se destaca não só por ter sido o primeiro movimento efetivo no sentido da independência do Brasil, mas também porque foi a única insurreição anticolonial que conseguiu tomar o poder em toda história da monarquia portuguesa”, explica o historiador George Cabral, professor da Universidade Federal de Pernambuco e presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).
Apesar da onda de insatisfação à época, o movimento vinha sendo pensando para a Semana Santa de 1817, em abril, mas foi adiantada por causa de um decreto de prisão emitido pelo governador Caetano Pinto Montenegro. A lista vazou e os revolucionários reagiram à ordem. A morte do brigadeiro por Leão Coroado deflagrou o movimento.
A partir daí, instalou-se o governo provisório que tomou várias decisões para garantir os direitos de cidadania e as liberdades individuais dos novos republicanos – formado em sua maioria pelos senhores de engenho, padres e comerciantes. Uma lei orgânica com 28 artigos norteou os revolucionários e a liberdade de imprensa foi uma das conquistas. O Preciso foi um panfleto divulgado na época que propagou a revolta. Outra marca presente até hoje é a bandeira de Pernambuco – composta por um fundo azul e branco. Sobre a faixa azul, figuravam um arco-íris, como símbolo da união, três estrelas (representando Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte) e o sol da liberdade.
Escravidão x Abolicionismo
Embora embebida dos ideais da Revolução Francesa, que estourou 28 anos antes, a Revolução de 1817 não tocou no regime escravocrata. O tema é, inclusive, alvo de discussão na academia. Os líderes tinham ideias abolicionistas, mas para levar o pensamento adiante era preciso romper com o status quo da época. “Era algo muito capilarizado e mexer nessa estrutura era tocar em algo essencial dessa sociedade e é onde se encontram os limites da revolução. Haviam boatos que iriam abolir a escravidão, mas o governo provisório precisou publicar uma nota informando o contrário”, explicou Cabral. No texto, o governo dizia: “A suspeita de vocês muito nos honra, porque a escravidão é ruim, mas vamos respeitar as propriedades privadas, mas desejamos abolir a escravidão gradualmente”, pontua o professor.
“A escravidão é o grande bode na sala da Revolução Pernambucana. Seus documentos defendiam ideais republicanos e liberais, inspirados pela Revolução Francesa, e propunha que todos os seres humanos nasciam livres e com direitos iguais. Apesar disso, em momento algum as proclamações de 1817 sugerem o fim do tráfico negreiro ou a abolição. O motivo é bem simples: alguns dos principais líderes do movimento eram senhores de engenho. Pertenciam, portanto, à mais fina flor da aristocracia rural escravagista da época. Um dos filhos do líder revolucionário Domingos José Martins, homônimo do pai, se tornaria alguns anos mais tarde o maior traficante de escravos na costa do Benin, na África, onde até hoje existe uma numerosa família de descendentes dele. Havia, claro, gente com simpatias abolicionistas no movimento, mas o tema era explosivo demais para ser defendido publicamente”, destaca o jornalista e escritor Laurentino Gomes, autor do livro “1808” sobre a chegada da família real portuguesa ao Brasil.
Foram 75 dias da República Pernambucana, que caiu por terra diante da falta de apoio das outras províncias, pelas falhas na organização militar do território e por contradições internas, mas os princípios de liberdade, ética e a ampliação dos direitos do cidadão perpassaram os séculos e continuam vivos. Os líderes foram mortos ou presos e documentos históricos foram destruídos a mando do Rei para evitar novas revoltas. Pouco explorada pela história brasileira, a Revolução de 1817 é considerada de suma importância para os ideais de Independência, em 1822. Pelo seu caráter regional, Paraíba, Rio Grande do Norte e parte do Ceará se juntaram ao movimento, mas capitularam rapidamente. Em 19 de maio, uma força de oito mil homens cercou Pernambuco e executou os envolvidos. Como punição, a Coroa tirou de Pernambuco o território de Alagoas. “Celebrar o Bicentenário da Revolução de 1817 é também relembrar a importância destes valores para os nossos dias”, defende George Cabral.
Por Diogo Guedes e Marcela Balbino
Veja o mapa do Nordeste na época da Revolução:
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Imagem: MultRio -  Mapa de Pernambuco, 1817/Ceert Google
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Pernambuco já foi um País - Imagem do Google
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FonteAutor: Brasil Cultura
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