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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

sábado, 26 de agosto de 2017

HOMOFOBIA MATA! RESPEITE A LIBERDADE DE GÊNERO!!!

RESPEITAR O PRÓXIMO, É RESPEITAR A LIBERDADE DE GÊNERO, LEMBRE-SE: HOMOFOBIA MATA! - Uma Campanha do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN

O Sistema Nacional de Cultura (SNC), já conta com 2,4 mil municípios e CARNAÚBA DOS DANTAS/RN É DELES!!!

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Sistema Nacional de Cultura (SNC), ferramenta de gestão compartilhada de políticas culturais entre a sociedade e as três esferas de governo (municipal, estadual e a União), já conta com a adesão de 2,4 mil municípios. O número corresponde a cerca de 43,7% do total dos municípios brasileiros.
Só este ano, foram 194 novas adesões. A lista com os 12 novos participantes foi publicada pelo Ministério da Cultura no Diário Oficial da União desta quinta-feira (24).
Passaram a integrar o SNC: Porciúncula (RJ), Carnaúba dos Dantas (RN), Colônia Leopoldina (AL), Mogi Mirim (SP); Califórnia (PR), Santa Fé (PR), Córrego Fundo (MG), Lavras (MG), Rio Preto (MG), Teutônia (RS), Rio Pardo (RS) e Ponte Preta (RS).
Os estados e os municípios integrantes do SNC têm condições de aprimorar a gestão cultural por meio da criação de órgão de gestão local, conselho de política cultural, conferência e plano de cultura, além de um sistema de financiamento.
Adesão
A adesão se dá por meio da assinatura de um acordo de cooperação federativa entre o MinC e o ente federado, que se compromete a estruturar o seu sistema de cultura.
Para auxiliar nesse processo, o Ministério da Cultura promove oficinas para capacitação dos gestores e conselheiros municipais de cultura. Dessa forma, o ministério oferece as condições técnicas apropriadas para a integração ao Sistema Nacional de Cultura.
A integração dos estados e municípios ocorre em três etapas: a primeira é a adesão voluntária; a segunda é a institucionalização, por meio da publicação de lei específica de criação dos sistemas estaduais, distrital e municipais de cultura; e a terceira é a implementação, com o efetivo funcionamento dos componentes da estrutura do sistema.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Cultura

Prêmio Culturas Populares recebe inscrições até a próxima segunda-feira (28)

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As inscrições do Prêmio Culturas Populares vão até segunda-feira (28). O Ministério da Cultura vai premiar com R$ 10 mil 500 iniciativas de mestres, grupos/comunidades e instituições privadas que colaboram com a patrimônio da cultura popular do País
Das 500 premiações, 200 serão destinadas a pessoas físicas, outras 200 a coletivos culturais sem constituição jurídica, 80 a pessoas jurídicas sem fins lucrativos e com natureza ou finalidade cultural e 20 a herdeiros de mestres já falecidos (in memoriam). Este é o primeiro edital de cultura popular lançado pelo Minc desde 2012 e o maior em número de premiações.
O Prêmio busca fortalecer expressões culturais brasileiras, como o Cordel, a Quadrilha, o Maracatu, o Jongo, o Cortejo de Afoxé, o Bumba-Meu-Boi e o Boi de Mamão, entre outros. Culturas Indígenas, Culturas Ciganas, Hip Hop e Capoeira ficaram de fora, por já serem objeto de editais específicos do MinC.
Entre os critérios avaliados estão: contribuição sociocultural que o projeto proporcionou às comunidades; melhoria da qualidade de vida das comunidades a partir de suas práticas culturais; e impacto social e contribuição da atuação para a preservação da memória e para a manutenção das atividades dos grupos, entre outros.
 Inscrições 
Quem se inscrever pelo correio deve endereçar a correspondência da seguinte forma:
Edital de Seleção Pública n.º 01, de 29/05/2017
Edital Culturas Populares – Edição Leandro Gomes de Barros
Setor Hoteleiro Sul – Quadra 02, Bloco “B”, Ed. TELEX – Térreo
Caixa Postal: 8591
Brasília/DF – CEP 70.312-970.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Cultura 

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Há 63 anos morria Getúlio Vargas

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Em 24 de agosto de 1954 o presidente Getúlio Vargas se matou com um tiro no peito, acossado por uma campanha difamatória sem precedentes (lembrando ao que acontece hoje contra o o ex Presidente Lula) contra ele e seus familiares.

Um dos maiores estadistas do Brasil, o “pai dos pobres”, o trabalhista, o ditador. Faz exatamente 63 anos, nesta quinta feira, que uma das figuras mais complexas da política brasileira deixou esta vida para entrar para a história. Getúlio Vargas, presidente da República por quatro mandatos, porém, eleito democraticamente somente para um, foi amado e odiado, mas no fim, pondo fim à própria vida, conseguiu, sozinho, mudar o curso da história.

Uma das marcas mais vivas de Vargas é a do gestor que deu direitos aos trabalhadores brasileiros. De fato, houve um avanço social significativo durante o período em que ele esteve no poder. Foi entre 1930, ano da revolução que colocou Vargas no comando do Brasil pela primeira vez, e 1945, data da sua deposição, após a ditadura do Estado Novo, que a maior parte das leis trabalhistas foi formulada e os maiores avanços nesta área também, como o salário mínimo, descanso semanal, farias remuneradas e redução da carga horária para oito horas diárias.

Foi no seu governo que se fez a Consolidação das Leis Trabalhistas, a conhecida CLT, que reúne todas as normas da área. Getúlio também era um grande defensor da economia nacionalista e foi o responsável por um conjunto de ações estruturadoras que possibilitaram o desenvolvimento da indústria no Brasil. Seu objetivo era tornar independente a economia brasileira. Visando proporcionar essa infraestrutura para o desenvolvimento industrial, Vargas criou, já no governo democrático, duas forte estatais no setor energético: a Petrobras e a Eletrobrás.

A herança do modo de governar “getulista” curiosamente foi herdada pelas forças de esquerda do Brasil. Curioso, porque Getúlio era, em princípio, um ditador com inclinações fascistas, que perseguiu, torturou e matou muitos comunistas durante o Estado Novo. Seu legado e, principalmente, as circunstâncias da sua morte fizeram o Getúlio ditador ficar no passado. “Ele é a figura a quem se associa a proteção social, dos direitos dos trabalhadores, a previdenciária. É também a referência do que se costuma chamar de nacionalismo econômico. A essência desse legado de Vargas hoje pode ser identificada nas propostas e governos dos partidos mais à esquerda”, avaliou o historiador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Flávio Weinstein.

Segundo ele, as forças políticas que trazem um sentimento econômico mais liberal e que encaram a legislação trabalhista como um entrave ao desenvolvimento são também aquelas que normalmente fogem desse legado getulista. “Esse grupo que fala em flexibilização das leis trabalhistas, tornando mais fácil contratar e demitir, reduzindo os custos com a remuneração de pessoal, no geral, tem verdadeiro horror à herança de Vargas”, explicou.

Portal Brasil

TROVADORES URBANOS FAZEM HOMENAGENS PARA OS FEIRANTES DA CIDADE DE SP

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Bom dia, freguesa! Precisa de alguma coisa? “Olha o mamão! Morangos aqui  , docinhos, docinhos. Olha o pastel,  de todos os sabores, freguesia!
No dia 25 de agosto comemora-se o dia do feirante, o profissional que trabalha com produtos da agricultura, levando os alimentos até nossas mesas.

Hoje em dia, além dos produtos alimentícios, hortifrutigranjeiros, podemos encontrar bancas vendendo vários tipos de produtos, como doces, farinha, pescados, carnes e linguiças defumadas, deliciosos pastéis fritos na hora, pequenos utensílios de cozinha, roupas, CDs e DVDs, além de serviços de consertos de panelas entre outros.
A criação da data se deu em virtude da realização da primeira feira livre do Brasil, no ano de 1914, na cidade de São Paulo. São Paulo tem, em média, 122 feiras livres por dia
OS  seresteiros Trovadores Urbanos vão circular feiras em quatro regiões da cidade, fazendo uma linda homenagem aos feirantes e também aos  clientes.
Serviço: 
A partir das 7h da manhã
Feiras Visitadas:
– Pacaembu (em frente ao Estádio)
– Santana – Rua Tupiguaes
– Vila Mariana – Rua Conceição Veloso
– Tatuapé – Rua Santa Catarina
Sobre as feiras da cidade de SP:
Em São Paulo, há 857 feiras livres, segundo dados Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras. Nelas, há 16.305 barracas. Se somarmos a extensão de todas as feiras, temos 248, 6 quilômetros – quase a mesma distância entre São Paulo e Ubatuba, no litoral norte do Estado. Em média são 122 feiras por cada dia da semana.
As subprefeituras da Penha e da Mooca, ambas na zona leste, são as campeãs em número de feiras, com 52 e 42, respectivamente. Perus, na zona norte, e Parelheiros, na zona sul, empatam em último lugar, ambas com 8.
Sobre Trovadores Urbanos:
Conhecidos como os “Seresteiros da Cidade”, têm 26 anos de carreira, 8 CDs e 2 DVDs gravados, mais de 100 mil serenatas realizadas e shows pelo Brasil e mundo.
Instituto Trovadores urbanos atende a 150 crianças, com aulas de música e teatro.
Toda sexta oferecem à cidade uma serenata gratuita, “Seresta de Sexta “, na Casa dos Trovadores Urbanos, em Perdizes.
Facebook: Trovadores Urbanos
Instagran #trovadoresurbanos
Macida Joachim
Relacionamento com a imprensa
Rua Diana, 607/24 -Vila Pompéia
São Paulo – Brasil
11-3459-2442/99937-3446

Portal Brasil

Empoderamento e letramento – Por Richard Santos*

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Há alguns anos escrevo esta coluna em nome da Nação Hip Hop Brasil, o que para mim é motivo de grande orgulho poder através de minhas letras, não mais cantadas em forma de rap, chegar a um público vasto e amplo como o deste espaço. Representar a Nação Hip Hop, ser membro do movimento Hip Hop é motivo de orgulho e parte significativa de minha história, relato isso no memorial de minha tese de doutoramento. Porém, sempre fiz coisas pensando em seu inicio, meio e fim. E achando que estamos chegando no momento de passar o bastão, o espaço é para escritos e pensamentos da Nação, com toda a boa vontade que tenha, tenho certeza que não consigo traduzir com minhas palavras e compreensão do mundo as demandas e necessidades dos manos e minas deste enorme país filiados a essa importante entidade. Precisamos respirar, re-energizar as relações e compreensões. Assim que com este texto começo a me despedir deste momento e contribuição extremamente significativo em minha formação pessoal.
Ainda que esteja de partida deste espaço e não da militância na Nação Hip Hop, gostaria de deixar dois indicadores de caminho a serem analisados por aqueles que se propõem a ler minhas más traçadas linhas, a você leitor:
1- EMPODERAMENTO- Ao longo dos últimos anos tenho visto, lido e ouvido muitas queixas sobre como pensar o Hip Hop, como ser mais respeitado por parceiros como partidos políticos e organizações de juventudes que, independentes da nomenclatura, têm sido fortes aliados à esquerda daqueles que acreditam que podem transformar o mundo, também, através do Hip Hop. O conteúdo básico das reclamações é que o aliado Xis ou Ipissilóm não lembra dos manos e minas para a hora do filé mignon, apenas para roer o osso. Que somos convidados apenas para cantar, dançar ou pintar gratuitamente (e a maioria de nós assim aceita), exoticamente somos vistos mais como acessórios do que como sujeitos ativos e contribuintes da transformação. De certo modo já escrevi sobre isso em um texto anterior (Sobre o uso utilitarista do Hip Hop), mas, é algo que não se esgota.
Ultimamente perdemos importantes parceiros que foram para fora das fronteiras do movimento e/ou mesmo buscaram oportunidades oportunas em novos conglomerados políticos com perspectivas de mudança e CAPITALIZAÇÃO da situação do sujeito negro e favelado no Brasil. Certo ou errado, não estou julgando, esses verdadeiramente continuam sua caminhada em busca de EMPODERAMENTO. Sim, faz parte da auto-estima coletiva se sentir empoderado, não vislumbrar soluções individuais para os problemas imediatos mas saber, sentir-se abraçado pelo coletivo e reconhecido nas oportunidades que isso for possível. Enfim, acho que neste momento crucial de acirramento das contradições e das identidades precisamos ter uma organização empoderadora, empoderada e cada vez mais independente. Como isso se dará ou se já está acontecendo, o tempo dirá. Isso é o que definirá se somos uma organização de jovens nem tão jovens mais em busca de um caminho mais rápido para o sucesso e fama, ou se temos amadurecido nossa compreensão sobre o espaço pisado e caminhamos para consolidarmos o processo de amadurecimento organizacional. Esse empoderamento não é responsabilidade de um ou de outro, é uma construção coletiva de todos os que formam essa entidade e, passa também pelo letramento, o segundo ponto a ser tratado aqui.
2- LETRAMENTO- O Hip Hop historicamente é responsável pelo letramento de muitos jovens alijados do processo de alfabetização comum. Em Guiné-Bissau, África, pude conhecer muitos jovens que através das letras do rap, do interesse em fazer a pintura do grafite ou mesmo da necessidade de saber a marcação da música, foram atrás de mais conhecimento e deram os primeiros passos para a cidadania, para o ser e saber através das posses, das pequenas organizações juvenis de Hip Hop aos quais eram filiados. Agora, mais recentemente, no mês de julho de 2017 estava em Cartagena das Indias na Colômbia participando de um Congresso na Universidad Tecnológica ,e dentro de um local histórico chamado Cidade Amuralhada, conheci uns B.Boys venezuelanos que se apresentavam na rua e davam aulas de dança para os interessados, didaticamente localizavam a origem dos movimentos, relacionavam o processo histórico, etc.
Além dos elementos do Hip Hop, tantos os ativistas do bairro de Pindiguiti em Bissau como os venezuelanos em Cartagena, utilizam a arte de rua contra o analfabetismo, isso é letramento. O letramento apresenta-se como um processo em que o ensino da leitura e da escrita acontece dentro de um contexto social e que essa aprendizagem faça parte da vida dos alunos efetivamente. Ao contrário do tradicional conceito de alfabetização, em que os alunos deveriam dominar as habilidades de leitura e escrita de forma mecânica, sem a preocupação com a capacidade de interpretar, compreender, criticar; As habilidades adquiridas na escola devem fazer parte das relações comunicativas dos indivíduos. Assim que questiono: quantos de nós trabalha com essa perspectiva? Quantos têm no estudo uma das ferramentas para a emancipação e luta contra a subserviência? Talvez, através do letramento, do estudo e do raciocínio crítico direcionado um dia consigamos nos livrar das amarras ilustradas no item Empoderamento.
Sei que posso ter me alongado tratando desses dois itens, mas penso que são reflexões e ações que faltam para os manos e minas que se querem ativistas das periferias, da cultura de rua, do movimento Hip Hop. Para quem acredita no poder emancipador descoberto, talvez, através do Hip Hop, mas que possível de irmos mais longe, de vislumbrarmos outras possibilidades e atitudes perante a vida, o letramento e o empoderamento é essencial para esta independência. O que não significa se afastar das atividades ligadas ao Hip Hop, e, sim, fortalece-las, retornando para os seus de forma mais significativa todo o aprendizado iniciado ali nas rodas de break, nas batalhas de rima ou na pista para pintar a cidade cinza. É de cores que falo aqui, precisamos buscar caminhos e soluções para que nossa relação com o movimento, com a arte não seja tão cinza, de dependência e subserviência a quem pagar mais, e, sim, colorida de possibilidades, saberes e altruísmo.
Saudações e respeito à todos os camaradas do Hip Hop brasileiro, axé!

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Lula recebe título de Doutor Honoris Causa em Alagoas

Mais um título de Doutor Honoris Causa para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nesta quarta-feira (23), sétimo dia da caravana Lula pelo Brasil, o ex-presidente recebeu o seu 32° título, dessa vez da Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL), na cidade de Arapiraca.  
Durante a cerimônia, realizada no ginásio municipal João Paulo II, Lula agradeceu a homenagem e ofereceu o título ao povo brasileiro. "Sempre que recebo um título de Doutor Honoris Causa divido com todos que lutam por um Brasil mais justo", disse o ex-presidente, que lembrou ainda da aluna quilombola da cidade de Cruz das Almas (BA), a primeira pessoa de sua família a se formar e obter o doutorado pela Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB). "O que eles não sabem é que meu título mesmo é o diploma da aluna quilombola. E isso vereador ou político nenhum vai poder tirar dela. O diploma dessa menina é meu título e ninguém pode tirar". 
Em seu discurso, o ex-presidente enumerou as conquistas e os avanços em educação durante os governos do PT e ressaltou o aumento do número de vagas nas universidades de Alagoas, de 12 mil para mais de 35 mil. Contando com o ensino privado, o número de vagas no ensino superior em Alagoas passou de 32 mil para quase 100 mil. "Eu tenho muito orgulho de ter sido a pessoa que mais fez instituições de ensino superior neste país. Eu fui o único presidente que, durante todos os oito anos de governo, me reuni com todos os reitores de universidades e institutos federais", reafirmou Lula. 
Para ver as fotos da cerimônia em alta resolução, acesse o Flickr do Instituto Lula
Para o ex-presidente, o que o povo nordestino precisava era de uma oportunidade. "Parecia que o Nordeste estava predestinado a ser uma área esquecida e abandonada. E eu fiz questão de provar que o povo nordestino não era inferior ao americano, ao francês, ao paulista ou a qualquer outro povo do mundo. O povo nordestino precisava apenas de oportunidade", disse. Ao comentar as agressões à Uneal, Lula criticou a elite e afirmou que a universidade foi agredida por ser pioneira em formar professores indígenas. "A UNEAL tem a cara do povo brasileiro. As elites dirigentes deste país nunca se preocuparam em democratizar o acesso à universidade".  
Cisternas
Lula falou ainda sobre o Prêmio das Nações Unidas que reconheceu o programa de Cisternas como uma das melhores políticas públicas do mundo. "O Brasil ontem ganhou um prêmio da ONU, que é considerado quase um Oscar das políticas públicas. Graças às cisternas implantadas aqui no Nordeste", comentou. Ao todo, foram entregues 1,2 milhão de cisternas em todo País, sendo 1,1 milhão no Nordeste. 
Veja como foi a cerimônia de entrega do título de Doutor Honoris Causa da Uneal, em Arapiraca (AL), ao ex-presidente Lula: 
Ouça o discurso do ex-presidente na íntegra: 
 

Iphan é responsável pela preservação de 87 conjuntos urbanos tombados

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Para reforçar a conscientização quanto à preservação da identidade, da memória e do desenvolvimento socioeconômico do País, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) criou, em 1998, o Dia Nacional do Patrimônio Cultural, comemorado em 17 de agosto.
Atualmente, o Iphan é responsável pela preservação de 87 conjuntos urbanos tombados e de 1262 bens materiais tombados; pela salvaguarda de 40 bens imateriais registrados como patrimônio cultural brasileiro e pela gestão de 24 mil sítios arqueológicos cadastrados.
O Patrimônio é reconhecido pela Constituição Federal como os produtos “de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira”.
A definição abrange formas de expressão, criações científicas, artísticas e tecnológicas; obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.
Durante o mês de agosto, o Dia do Patrimônio é celebrado com atividades nas capitais e em cidades do interior. Seminários, palestras, oficinas, exposições, rodas de conversa, visitas guiadas e apresentações culturais integram as programações.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Cultura

Fundação Palmares comemora 29 anos com eventos especiais

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A Fundação Cultural Palmares celebrau 29 anos nesta terça-feira (22). Além de desenvolver políticas públicas para valorizar o patrimônio cultural afro-brasileiro, a instituição age como interlocutora dessa população com o governo.
Apesar das vitórias, a Palmares sabe que muito ainda tem de ser feito para erradicar o racismo, o preconceito e a intolerância no Brasil. Várias ações são realizadas ao longo da semana para lembrar a data e combater o racismo.
Nesta terça-feira (22), por exemplo, foi realizado o seminário Estado, Racismo e Violências, no Instituto de Biologia da Universidade de Brasília (UnB). O evento contará com a presença de representantes do Ministério da Educação (MEC), de alunos e de universidades que implantaram o sistema de cotas, além de especialistas sobre o tema.
Na quarta-feira (23), será realizado o encontro Literatura Negra Contemporânea – Mesa de Debate com Escritores e Escritoras, no Beijódromo, no ICC Sul, na UnB. Na quinta-feira (24), será a vez do seminário Muitos Caminhos – Um Único Encontro, com a presença de diversos líderes religiosos. A ideia é mostrar que, independentemente das convicções religiosas, é possível a convivência pacífica e o respeito à diversidade.
A programação inclui ainda o I Encontro de Cineastas e Produtoras Negras, que homenageia Adélia Sampaio, primeira cineasta negra brasileira. A mostra competitiva do Encontro será na terça (22), quarta (23) e quinta (24). Os vencedores serão conhecidos na sexta (25). A programação e os horários/locais das sessões dos filmes pode ser conferida neste link.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Cultura

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Expansão Universitária no Campus de Nova Cruz (Diálogo Plural - Íntegra ...

22 de agosto, Dia do Folclore Nacional


Jornal GGN - É entre lendas, brincadeiras, crenças, danças, músicas e literatura que se comemora o Dia do Folclore Nacional, no 22 de agosto. A mescla de costumes, que dá cor e sabor à cultura popular brasileira, passou a ser comemorada em 1965, quando o Congresso Nacional Brasileiro oficializou a data, viabilizando a passagem folclórica entre as gerações.
Saci-pererê, Iara, Mula sem Cabeça, Lobisomem, Curupira, Boto e Boitatá, encantam um universo de contos que fazem a cabeça da garotada. Na literatura, os cordéis evidenciam a linguagem folclórica, além das adivinhações, provérbios, piadas, trava-línguas e parlendas.
O Folclore Brasileiro é celebrado nas danças e nas músicas, ao ritmo do maracatu, do baião, do frevo, do samba e da catira. E todas essas manifestações culturais não cabem só no dia 22 de agosto, mas também na alegria do carnaval, na folia de reis e nas festas juninas.
“Folclore é a Cultura do Popular, tornada normativa pela tradição”, dizia Luís da Câmara Cascudo, um dos principais folclorista brasileiros.

V Seminário Unificado de Imprensa Sindical será em Brasília-DF

 As inscrições encerram no dia 26 de agosto.
Brasília-DF vai sediar a quinta edição do Seminário Unificado de Imprensa Sindical, nos dias 14 e 15 de setembro. O evento organizado por entidades que compõem o Fórum Unificado de Comunicação Sindical será realizado em parceria com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJDF), no Hotel Brasília Imperial.
A capital federal recebe pela primeira vez o seminário nacional que concentrou as primeiras edições no sul do país. O SJDF trouxe o evento para a região central do país, possibilitando alcançar o maior número de participantes.
Público-alvo
Diretores de sindicatos, profissionais da imprensa, estudantes e demais interessados em fazer a disputa de hegemonia via comunicação sindical podem participar.
Será um importante espaço para debates e troca de ideias, tão fundamental diante dos desafios que vive hoje a imprensa sindical. O evento conta com representantes de diversos estados brasileiros e palestrantes de referência nacional, promovendo o debate e ações importantes sobre o assunto.
O V Seminário Unificado de Imprensa Sindical é um importante espaço de formação para jornalistas, dirigentes sindicais e estudantes de comunicação.
Inscrições
As inscrições para o Seminário, que darão direito a almoço, foram fixadas em R$ 250,00 para dirigentes e jornalistas e R$ 125,00 para estudantes. A inscrição vai até o dia 26 de agosto e pode ser feita aqui: https://goo.gl/cEfTYm
Serviço
V Seminário Unificado de Imprensa Sindical
Data: 14,15 e16 de setembro de 2017
Local: Hotel Brasília Imperial

FASUBRA

Dia do Folclore: 22 de Agosto

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A palavra Folclore, segundo o dicionário significa conjunto das tradições, conhecimentos ou crenças populares expressas em provérbios, contos ou cançõesÉ um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da imaginação das pessoas, principalmente moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas dessas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Alguns deles deram origem à festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.
Lendas
São histórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.
Mitos

São narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar alguns fenômenos da natureza, criavam mitos com este objetivo: dar sentido às coisas do mundo. Os mitos também serviram como uma forma de passar conhecimentos, alertar as pessoas sobre alguns perigos, defeitos ou qualidades dos seres humanos. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido à vida e ao mundo.
Proteção Jurídica
Que existe uma proteção jurídica para o folclore? Está na Constituição Federal:
Art. 215. “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional e apoiará e incentivará a valorização e difusão das manifestações culturais.”

A importância do Estudo do Folclore
O Estudo do folclore é o estudo da alma de um país, é o estudo do modo de ser da gente, do povo, das suas maneiras de pensar, de agir e sentir. É a mentalidade de um povo. É a lição que nos vem sendo transmitida através das gerações.
Se não conhecemos a mentalidade de um povo, não conheceremos os efeitos de uma vida futura. A sementeira só germinará se anteriormente o terreno for estudado, conhecido e preparado.
O Folclore na Escola
O folclore não está desvinculado do cotidiano do aluno, desde que o professor esteja atento ao fato de que o folclore é a origem de tudo o que a cultura humana vem construindo e sofisticando através dos séculos.
Na sala de aula pode estar presente em várias disciplinas, embora sua maior aplicação esteja no setor de linguagem oral e escrita, com a amplitude dos contos. A criança é conduzida a um mundo de fantasias. O conto é um veículo educativo, usado nas mais antigas civilizações. Os provérbios, que representam a condensação da sabedoria, as adivinhas, que são testes de conhecimentos, as parlendas, os jogos, os brinquedos que estimulam as relações sociais e reafirmam a unidade do grupo.
Na História do Brasil, na Geografia e nas Ciências, as lendas relativas à escravidão, mineração, bandeiras, os heróis brasileiros, e os ambientes que viveram, as serras, lagoas, cada um com seus mitos.
Em Matemática, inúmeras fórmulas e outras contribuições em parlendas, poesias e jogos.

Em Artes, enfatizam-se os trabalhos manuais, artesanatos, uso do material local, música, melodia, instrumentos.
O aproveitamento do folclore no Ensino Fundamental é das mais válidas contribuições, pela intenção formativa e pelo caráter de nacionalidade que imprime.
O
Congresso Nacional Brasileiro, oficializou em 1965 que todo dia 22 de agosto
seria destinado à  comemoração do folclore brasileiro. Foi criado assim o Dia do
Folclore Nacional. Foi uma forma de valorizar as histórias e personagens do
folclore brasileiro. Desta forma, a cultura popular ganhou mais importância no
mundo cultural brasileiro e mais uma forma de ser preservada. O dia 22 de agosto
é importante também, pois possibilita a passagem da cultura folclórica nacional
de geração para geração.

Comemoração
O Dia 22 de agosto é marcado por várias comemorações em todo território nacional.
Nas escolas e centrou culturais são realizadas atividades diversas cujo objetivo
principal é passar a diante a riqueza cultural de nosso folclore. Os jovens
fazem pesquisas, trabalhos e apresentações, destacando os contos folclóricos e
seus principais personagens. É o momento de contarmos e ouvirmos as histórias do
Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira, Boto, Boitatá, etc

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Elas por elas – 20 músicas feministas feitas por mulheres – Por Mariana Serafini

meninas cantando

“Punk rock não é só pro seu namorado”, já dizia a banda Bulimina lá nos anos 90, em Brasília. Não é de hoje que o feminismo é tema de música feito por mulheres, para mulheres. Porém, com a pauta em evidência, não falta quem tente “surfar na onda”. A questão é que esta não é uma bandeira vazia. Não basta cantar porque é o tema da vez, é preciso comprometimento e há muita mulher com propriedade para fazer isso.
Recentemente a banda gaúcha Apanhador Só lançou seu último disco, “Meio que tudo é um”. Aclamado pela crítica e pelos fãs, o álbum se destacou não só pelo experimentalismo, diferente de tudo que o trio tinha feito até então, mas também por trazer uma música “feminista”, a 14ª faixa, “Linda, louca e livre”.
No entanto, “nem tudo que reluz é ouro”, denunciou a escritora Clara Corleone em sua conta oficinal no Facebook ao contar sobre relacionamento abusivo que viveu com o guitarrista da banda, Felipe Zacanaro, durante cinco anos.
Três anos se passaram desde o fim do casamento e só agora ela resolveu denunciar a violência física e psicológica. O motivo foi justamente a canção feminista. “Considero um tapa na minha cara que a banda do toque uma música chamada ‘Linda, louca e livre’ (…). Não há nada de feminista ou de desconstruído nesse músico (…). O Felipe teve um relacionamento aberto com uma mulher que acreditava estar vivendo um relacionamento fechado. Foi cruel, irresponsável com os meus sentimentos, desleal, covarde. Usou de todo tipo de artimanha psicológica, eu pensei que estava ficando louca e, de fato, quase enlouqueci. Não pode, agora, a banda tocar uma música que pague de bacana sobre como o homem deixa a mulher livre para ser o que ela quiser dentro duma relação”.
Neste desabafo corajoso Clara conta sobre como foi viver ao lado do músico e afirma, mais de uma vez, que o problema não foram as 40 traições, mas sim a falta de lealdade e agora a hipocrisia de cantar sobre o feminismo. No dia seguinte à publicação, a banda anunciou a “suspensão das atividades por tempo indeterminado”. A atitude não repercutiu bem entre os fãs que esperavam um posicionamento e não um afastamento frente à situação tão delicada.
A história nos levou a buscar canções feministas feitas por mulheres para mostrar que sim, há muita mulher engajada – de fato comprometida com a luta feminista – produzindo coisas incríveis. Não significa que homens não possam debater o feminismo, pelo contrário, devem. Mas vale sempre destacar que esta bandeira só existe porque a violência contra as mulheres é real.
O Brasil é o quinto país que mais mata mulheres no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Destes crimes, mais de 30% são cometidos por companheiros ou ex-companheiros.

A cada 11 minutos uma mulher é estuprada, segundo dados da FBSP. Apenas 30% dos casos chegam à justiça. A OMS aponta também que em dez anos o número de assassinatos de mulheres negras cresceu 54%. Um estudo do Instituto Patrícia Galvão mostrou que 70% da população acredita que as mulheres estão mais inseguras e sofrem mais violência dentro de casa, e não em espaços públicos.
Por isso ao levantar a bandeira em defesa das mulheres, o mínimo que se espera é coerência. Combate à violência e defesa de direitos iguais não é moda e deve ser encarado com responsabilidade. Manifestações de apoio através de músicas, fotografias, filmes, poesias, grafitis, e muitas outras formas de expressão, sempre serão bem-vindas, desde que exista comprometimento.
Com a ajuda de dezenas de mulheres, selecionamentos 20 músicas que abordam o feminismo em diversos aspectos. Esta lista foi criada de forma coletiva a partir de uma publicação no Facebook. Está disponível também no Deezer.
Ouça a lista:

Que tal também visitar a cidade-irmã do Recife? Conheça Olinda, a primeira Capital Brasileira da Cultura!

Regata para Fernando de Noronha

Recife dos navios. Era assim que chamada essa cidade plantada à beira do mar e à beira do rio. Era apenas um porto de Olinda, a capital de Pernambuco nos idos de 1535. E exatamente por essa condição de porto que Recife tornou-se um ponto de encontro de povos de várias culturas, um mosaico de costumes, o que gerou a cidade de maior diversidade cultural do país e que a todos encanta.

Essa diversidade cultural vai desde a sua gastronomia. Recife tem o terceiro pólo gastronômico do país que dispõe de opções para todos os gostos. Desde o amante da comida vegetariana, até os que apreciam os sabores mais picantes, como a cozinha mexicana, a cozinha baiana, entre tantas outras opções. Além dos restaurantes com pratos típicos locais, como é o caso da Peixada Pernambucana, a Galinha a Cabidela, o Arrumadinho.
Sem falar da grande variedade de frutas que são encontradas, seja em forma de sucos, seja na sua forma natural. Além da deliciosa água de coco, é claro!

E os doces, que é um registro vivo do período do chamado Ciclo do Açúcar e dos Engenhos. São compotas, doces, e bolos, como o tão apreciado Bolo de Rolo e o Bolo Souza Leão, que remonta ao tempo do Brasil Império.
Não podemos esquecer a famosa Cartola, uma das sobremesas mais apreciadas pelos da terra e pelos visitantes, que faz qualquer um esquecer a balança!
Sem falar das comidas de milho, tão comum no período de festas juninas.

Recife é festa! Essa diversidade cultural também pode ser comprovada nas suas festas, que começa pelo primeiro dia do ano, o réveillon.
réveillon de Recife possui dois pólos de animação, sendo uma onda de pessoas de branco à beira mar da belíssima Praia da Boa Viagem. O réveillon de Boa Viagem regado a champanhe, cerveja gelada ou água de coco ouve além das explosões de fogos de artifícios, shows de artistas locais, com muito frevo, além de artistas nacionais convidados, numa mistura de ritmos musicais que só o Brasil possui.
O réveillon do Recife também pode ser curtido no Marco Zero do Recife, que também dispõe de shows de artistas nacionais e locais, além da queima de fogos, abrindo o novo ano.

E a partir de então, começa o Recife a respirar o Carnaval. Já é carnaval no Recife! O carnaval multicultural do Brasil. O carnaval do Recife é conhecido como o carnaval multi-cultural por reunir vários ritmos como o frevo, o maracatu, o caboclinho, a ciranda, o pastoril profano, o samba, o manguebeat, o afoxé.

O carnaval do Recife começa com suas prévias em clubes, em bailes de máscaras, nos ensaios dos blocos líricos, blocos de frevo, ensaios e maracatu, ensaios de escola de samba. No carnaval do Recife o frevo disputa com o maracatu de baque virado ou maracatu nação, com o maracatu de baque solto ou maracatu rural, disputa com o caboclinho, disputa com os afoxés, mas não falta os chamados perseguidores de todos esses ritmos contagiantes.

O carnaval começa oficialmente na sexta feira de carnaval com várias nações de maracatu, seguindo com o Galo da Madrugada, o maior bloco de carnaval do mundo, constante no Guinness Book, no sábado de Zé Pereira. E assim segue todos os dias de carnaval, numa folia contagiante.

Um registro especial para a Noite dos Tambores Silenciosos, que acontece na segunda-feira de carnaval, onde todas as nações de maracatus vão prestar homenagem aos eguns (almas) no Pátio do Terço. Nessa festa, que recebe a atenção de todos os visitantes do carnaval de Recife, à meia noite todos os tambores silenciam para reverenciar os seus antepassados, num espetáculo de grande emoção.
Segue os demais dias no carnaval do Recife com grande animação até que chega “...oh quarta-feira ingrata chega tão depressa só pra contrariar...”

E Recife agora se prepara para as Paixões. Pernambuco das Paixões. É o ciclo da quaresma. Nesse período iniciam as procissões tradicionais, procissões que existem desde o período do Brasil colônia. Com grande emoção Recife assiste a Procissão do Encerro e a Procissão dos Passos, que levam multidão às ruas do Recife.
Além do belo espetáculo da Paixão de Cristo. Do Recife pode-se visitar Nova Jerusalém e assistir ao espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em Fazenda Nova.

Terminado o período da semana santa, o Recife começa a pensar no seu ciclo junino. No Recife é São João! E respeita as tradições. É forró! São quadrilhas, coco de roda, ciranda.
Com um autêntico forró pé-de-serra o Recife tem um grande São João, com vários pólos de animação espalhados pela cidade, com música e comidas típicas durante todo o mês de junho. Artistas como Arlindo dos 8 baixos apresentam-se em várias casas de forró, como a Casa de Zé Nabo, Sala de Reboco, Aconchego do Matuto, Cafundó e no Forró do Arlindo dos 8 Baixos. Músicas de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião e de seus discípulos são ouvidas por todos os pólos de animação do São João do Recife.

Além das festas do período junino, um destaque para a comida típica, a gastronomia do ciclo junino, com suas mesas fartas de comidas de milho, que é herança do europeu na formação do povo nordestino. Mesas compostas de canjica, pamonha, milho cozido, milho assado, o bolo pé-de-moleque, vários tipos de tapiocas, mungunzá, etc.

Mas o gosto pela diversidade na cultura se estende para os festivais que acontecem em Recife.
Festival de Cinema, o Cine-PE de Audiovisual reúne o maior número de espectadores do Brasil, no Centro de Convenções de Pernambuco.

Fenneart – Feira Nacional de Negócio de Artesanato é hoje a maior feira de artesanato da América, reunindo stands de quase todos os municípios do Estado de Pernambuco, quase todos os Estados do Brasil e quase todos os Países da América Latina, além de lugares como Síria, Índia, Líbia, Líbano e Ilha de Java, e tem também apresentações de shows diariamente.

E o Recife de dois em dois anos recebe a Bienal do Livro que leva milhares de leitores ao Centro de Convenções de Pernambuco.
Além de vários congressos que o Recife recebe durante todo o ano, no Centro de Convenções de Pernambuco. Com capacidade para receber mais de 6.000 pessoas, 02 teatros, 04 auditórios e 22 salas de convenções com capacidade para abrigar eventos de pequeno, médio e grande porte com conforto, funcionalidade e dinamismo.

São todos esses ritmos, cheiros, sabores e cores que rodeiam o Recife que inspiram poetas do presente e do passado.

E o Recife possui o passeio turístico denominado Circuito dos Poetas, que trata-se de um passeio que leva-nos ao encontro com Manuel Bandeira, João Cabral de Mello Neto, Joaquim Cardoso, Solano Trindade, Capiba, Antônio Maria, Chico Science, Mário Mota, Carlos Pena Filho, Ascenso Ferreira, Clarice Lispector e o Dom da Paz, Dom Hélder Câmara. Durante esse passeio o visitante pode conhecer as ruas históricas do Recife, como por exemplo, Rua do Bom Jesus, com seu casario que registra o período do Brasil Holandês, que teve sua sede em Recife, sob a batuta do Conde Maurício de Nassau.

Além de conhecer as dezenas de igrejas existentes na cidade, como as belas igrejas de São Pedro dos Clérigos, Igreja Nossa Senhora do Carmo, a Capela Dourada, o Convento Franciscano, entre tantas outras. Nesse passeio o visitante poderá fazer compras na Casa da Cultura de Pernambuco (antiga Casa de Detenção) ou no Mercado de São José, o mercado público mais antigo do Brasil, com suas estruturas arquitetônicas preservadas. Nesses pontos de compras o visitante poderá comprar artesanatos, além de ervas e até fazer uma visitinha à loja de Dr. Raiz, além de consultar as rezadeiras que possuem nos boxes do mercado.

E por falar em diversidade cultural, a religiosidade é um capítulo à parte. No Recife, o visitante poderá fazer o turismo religioso católico, onde são contempladas a Igreja Nossa Senhora do Carmo, o túmulo de Frei Damião, o Santuário da Mãe Rainha Três Vezes Admirável, e o santuário de Nossa Senhora no Morro da Conceição.
Mas a religião de Recife também tem sua diversidade, e o culto afro-brasileiro também é contemplado, com visitas a terreiros de candomblé ou de xangô, como é comum aos da terra, como é o caso do Terreiro de Pai Adão e o Terreiro Santa Bárbara da Nação Xambá.

E para a preservação desse grande legado de diversidade cultural, os museus são vários.

Destaque para Museu do Homem do NordesteFundação Gilberto FreyreInstituto Ricardo BrennandOficina Cerâmica de Francisco Brennand, Memorial Luiz Gonzaga, Museu de Arte Popular, Casa do Carnaval, Núcleo Afro Brasileiro, Mamam – Museu de Arte Moderna Aluízio Magalhães, Museu da Cidade do Recife, Museu do Estado, com um destaque para a coleção do artista plástico Cícero Dias etc.

Além dos museus, ainda pode-se visitar o Forte das Cinco Pontas e o Forte do Brum, além da Sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira sinagoga das Américas, do período holandês no Brasil.

Além dessas opções por terra, ainda podemos conhecer o Recife pelo Rio Capibaribe, em um passeio de catamarã, passado por baixo de várias pontes que cortam o centro do Recife.

Ou, se você preferir, pode conhecer o Recife pelo ar! Através do passeio panorâmico, possibilitando a visão panorâmica de todas as ilhas do Recife, além de Olinda e de todo o litoral sul e norte de Pernambuco.

E pra quem quiser curtir um mergulho, atenção, você está na capital dos naufrágios. Recife é considerada a capital dos naufrágios. O Recife possui mais de vinte navios naufragados, alguns com 400 anos. Um dos mais procurados pelos veteranos é o Pirapama. Para isso o Recife dispõe de escolas de mergulho para os iniciantes, bem como para os veteranos, que vêm em busca de águas claras e mornas.

Mas quem quiser ficar em terra, vale a pena jogar golf no Caxangá Golf.

E nos intervalos, nada como experimentar a bela praia de Boa Viagem, com suas águas calmas e mornas, com piscinas naturais, promovidas pela ocorrência dos arrecifes que tanto impressionaram Charles Darwin, no ano de 1836, a bordo do navio Beagle, que viajou durante cinco anos.

No Bairro de Boa Viagem o visitante encontra uma excelente rede de hotéis, restaurantes, lojas e supermercados, e do Shopping Center Recife, além de clínicas e hospitais. O Bairro de Boa Viagem fica a apenas 10 minutos do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, possibilitando ao máximo sua estada na capital multicultural do Brasil.

E mais, fica apenas a 20 minutos de Olinda, patrimônio da humanidade e primeira capital brasileira da cultura.

Vamos até lá?!


Praias


Vamos ver esse Recife Prateado!

O Sol aqui acorda cedo, assim vamos começar esse passeio pela Praia da Boa Viagem e Praia do Pina ou se preferir podemos ir a Praia de Porto de Galinhas que fica a apenas 1 hora de Recife. Mas não deixe de conhecer a Praia dos Carneiros, Tamandaré, Praia de Calhetas e Ilha de Itamaracá com seu Forte Orange e o Projeto Peixe-Boi, além de Vila Velha, a primeira capital da Ilha de Itamaracá.

São 187km de praias com águas mornas, sem contar com o Arquipélago de Fernando de Noronha.

Praia de Boa Viagem
Praia de Boa Viagem

Famosa pelas suas piscinas naturais formadas pela ocorrência dos arrecifes.






Naufrágios em Recife e Fernando de Noronha


Quando convidamos você a mergulhar de cabeça na História e Cultura de Recife, pode levar ao pé da letra, pois além de toda sua História e Cultura, Recife atende pelo título de Capital dos Mergulhos! Assim, vamos ao fundo!

Considerada pelos mergulhadores como a capital brasileira dos naufrágios, Recife reúne em suas águas claras doze naufrágios operáveis, com profundidades que variam entre 12 e 58m.

Com uma visibilidade média de 20m durante os meses de Setembro e Abril e com temperatura média anual de 27ºC. Os naufrágios, além de ser decorados por lendas e histórias fabulosas, pode ser apreciada a riquíssima vida marinha, com enormes cardumes que nos apresenta painéis pintados por Netuno que formam verdadeiras paredes vivas, tartarugas e raias de grande porte. E com possibilidade de mergulhos noturnos, o mais faosos do Brasil.

Sem dúvida, para mergulhar, Recife é o lugar!

Os naufrágios são: Areeiro (12m); Vapor de Baixo(21m); Pirapama(25m), o mais procurado para mergulho noturno; Servimar X(25m); Comandante Alvarenga(25m); Chata de Noronha(31m); Miuano(32m); Flórida(33m); Lupus(36m); Vapor Bahia(26m): - Silêncio! É onde dormem os tubarões lixa; Vapor 48(48m) e Corveta Camaquã(58m).


História


Olinda
Para voltar ao tempo, vamos andar a pé nas ladeiras de Olinda – Patrimônio Artístico e Cultural da Humanidade – e pelas ruas dos bairros históricos do Recife Antigo, Bairro de Santo Antônio, São José e Boa Vista. Os conjuntos arquitetônicos, que nos levam ao período do Brasil colonial que esteve ora sob o domínio dos holandeses, ora dos portugueses, que lutaram pelo domínio dessas terras em busca do monopólio na produção e comércio do açúcar, e que ainda hoje guarda essa memória em seus engenhos, situado em municípios próximos ao Recife. Além de suas dezenas de igrejas com seus pátios rodeados de belos casarios. Ainda podemos entrar em seus fortes que protegiam as Ilhas do Recife e Santo Antônio.


Monumentos


Na Praça da República, projetada por Burle Marx, podemos encontrar os prédios históricos do Palácio do Campo das Princesas, o Palácio da Justiça, o Teatro de Santa Izabel e o Liceu de Artes e Ofícios, além do imenso baobá que reina nessa praça que também é cercada por deusas romanas.

Rua da Aurora
Casario da Aurora

A visão da Rua da Aurora a partir da Rua do Sol é um dos mais belos cartões postais do Recife, quando podemos avistar o casario preservado, que nos leva a mais um belo monumento histórico, a Casa da Cultura de Pernambuco.




Casa da Cultura
Casa da Cultura

A Casa da Cultura é uma antiga Casa de Detenção de 1850, que funcionou até o ano de 1973 e reaberta em 1976 para visitação em suas celas, hoje transformadas em lojinhas de artesanatos, possui uma cela original para visitação. Além de um imenso painel do artista plástico Cícero Dias, alusivo as Revolução Republicana de 1817 e da Confederação do Equador.

Pontes
Pontes

O Recife é conhecido como a Capital dos Rios e das Pontes. Existem hoje em Recife 40 pontes, mas nem sempre foi assim. A primeira ponte construída nas Américas foi a ponte hoje conhecida como a Ponte Maurício de Nassau que levou o seu nome em homenagem ao seu realizador, com um destaque para a façanha do Boi Voador que após quase 4 séculos ainda aguça a curiosidade dos visitantes da cidade. Além dessa, são mais 07 pontes que cortam o centro do Recife, ligando as pessoas e as 03 ilhas que formam o centro do Recife: Ilha do Recife Antigo, Ilha de Santo Antônio e Ilha da Boa Vista.

Igrejas

Existem mais de 20 igrejas espalhadas pelas três ilhas que formam o centro do Recife, algumas construídas em pátios que possuem casarios ao seu redor. Algumas compondo conjuntos arquitetônicos completos, com seus conventos e capelas.

Convento Franciscano e Capela Dourada

No Convento Franciscano de Recife podemos conhecer a maior coleção de azulejos, da época da presença holandesa no País.

Capela Dourada

A Capela Dourada, datada do século XVIII, registra o período que foi construído no apogeu econômico de três elementos tradicionais da Região Nordeste: os senhores de engenho, os representantes da nobreza e as ricas irmandades e encanta os olhos de quem a visita pela harmoniosa distribuição de seus quadros e talhas douradas.

Pátio de São Pedro
Igreja São Pedro dos Clérigos

Em estilo barroco do século XVIII com um interior em formato octogonal e de uma verticalidade que impressiona os que a visitam, além da sua bela portada com seus almofadões.

Ao redor da igreja encontramos um casario que data do século XIX, com seus bares, restaurantes e espaços culturais que transforma o local em um ambiente festivo.

Forte das Cinco Pontas
Forte das Cinco Pontas

Contruído em 1630 pelos holandeses, o Forte das Cinco Pontas é o registro do período holandês no Brasil, com sede em Recife, o Forte das Cinco Pontas pode ser visitado de 3ª feira a domingo.

Forte do Brum
Forte do Brum

Construído no século XVI para proteção da parte norte da Ilha do Recife, pelos portugueses e depois conquistado pelos holandeses, voltando em seguida para os luso-brasileiros, após a retomada do poder de Pernambuco.


Museus


Museu a céu aberto
Museu a Céu Aberto

Na Rua do Bom Jesus, além de apreciar o casario de prédios alongados e estreitos, que registra a influência holandesa nas construções, podemos visitar o Museu a Céu Aberto que nos leva a conhecer as ruínas de muralhas que circundavam a cidade, ainda nos tempo que esta era fechada pelas suas portas e seus Arcos da Conceição, do Bom Jesus e de Santo Antônio.




Sinagoga Kahal Zur Israel

Na Rua do Bom Jesus, a antiga Rua dos Judeus, encontramos a Primeira Sinagoga das Américas, que teve sua liberdade de culto no período do governo do Conde Maurício de Nassau, podendo assim conhecermos a história cultural desse povo, que pouco tempo após a expulsão dos holandeses seguiram em direção a cidade hoje conhecida como Nova York e fundaram a sua sinagoga surgindo assim uma nova comunidade judaica na América. Conheça mais sobre a sinagoga Kahal Zur Israel.

Museu do Homem do Nordeste

Com uma exposição permanente de 3.500 peças, o Museu do Homem do Nordeste é parada obrigatória para quem quer conhecer a síntese da formação do homem do nordeste do Brasil. Faz parte do Instituto de Documentação da Fundação Joaquim Nabuco idealizado pelo sociólogo Gilberto Freyre, autor de Casa Grande e Senzala e Sobrados e Mocambos.

Oficina Francisco Brennand
Oficina Cerâmica Francisco Brennand

Um impressionante museu que acolhe peças de feições misteriosas e simbólicas, foi fundado na década de 70, a partir do Engenho São João. Rodeada de jardins, projetado por Burle Marx, encanta pelo seu silêncio cortado apenas pelos cantos dos pássaros da imensa Reserva de Mata Atlântica que a rodeia.

Instituto Ricardo Brennand

O Instituto Ricardo Brennand é um espaço cultural que abriga museu, pinacoteca, biblioteca e outros espaços. Foi criado pelo colecionador Ricardo Brennand e está situado no bairro da Várzea. O museu possui acervos de obras de arte das mais diferentes procedências e épocas, levando-nos a uma viagem no tempo que vai da Europa medieval do século XV, do Brasil Colonial das invasões holandesas, século XVII, até o Brasil do século XIX. Vale a pena visitarmos.

Fundação Gilberto Freyre

A Vivenda Santo Antonio de Apipucos, hoje Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre, está instalada no local em que o escritor escolheu para morar, por mais de 40 anos: o bucólico e tradicional bairro de Apipucos.
A construção, reconhecida como casa-grande original do século XIX e reformada em 1881, abriga o conjunto de objetos colecionados, guardados e ordenados pela família Freyre.
A preservação do ambiente, exatamente como fora concebido por Gilberto, revela a emoção e a sensibilidade diante da formação de um acervo que enfaticamente testemunha a vida de Pernambuco, do país e de diferentes locais do mundo. Aí se confundem imagens sacras católicas com peças de origem africana, azulejos portugueses com peças da arte popular brasileira, porcelanas orientais com prataria inglesa e portuguesa, além de um vasto acervo bibliográfico e de uma rica pinacoteca.

Memorial Luiz Gonzaga

O Memorial Luiz Gonzaga é um espaço cultural , que acolhe um acervo formado por discos raros de 78 rpm, Long Plays, CDs, fotos, impressos, álbuns de recortes, vídeos e arquivos de áudio em formato MP3. Constitui uma coleção singular. Além de um conjunto de documentos cedidos para replicação pelo Parque Aza Branca, construído pelo Mestre do Araripe em seu torrão natal, na cidade de Exu - fotos, partituras e álbum de recortes.


Jardim Botânico


Quem pensa que o Recife é apenas a Terra do Frevo, do Maracatu, do Caboclinho e São João e de Sol e Praia, não sabe o que está perdendo!

No Recife você pode também fazer visitas a parques ecológicos, em um ambiente de Mata Atlântica.

O Jardim Botânico ocupa uma área de 10,7ha, Unidade de Conservação Municipal denominada Matas do Curado, além de uma área de 113,6ha pertencente, em sua maioria, ao patrimônio do Exército. Nesse espaço poderá ser contemplada a fauna e a flora ocorrente na Mata Atlântica, além de poder apreciar abelhas sem ferrão, e conhecer um pouco mais do alto valor terapêutico do mel.

Para os amantes das orquídeas, o Jardim Reserva um espaço só para elas com todas as informações científicas, além de seu lado mais mítico, como é a da Lenda da Orquídea.

Visitas dirigidas pelos monitores do Jardim Botânico.


Passeio de Catamarã pelo Rio Capibaribe


O passeio de catamarã no Rio Capibaribe, o mais conhecido de Pernambuco, possibilita conhecer o Recife de Dentro pra Fora, passando embaixo de cinco pontes das oito pontes que cortam o centro do Recife, quando você pode conhecer os principais pontos turísticos e culturais do centro do Recife, tais como o Casario da Rua da Aurora, Palácio do Governo, Marco Zero e Parque das esculturas de Francisco Brennand. Com duração de aproximadamente 1:15h (uma hora e quinze minutos), este passeio é uma ótima opção para quem quer conhecer o Recife de forma tranqüila. Passeio com saídas diárias.


Compras


O Recife dispõe de várias opções de compras, seja em shoppings centers, seja em mercados públicos.

Shopping Centers

O Shopping Center Recife em Boa Viagem é uma excelente opção para compras, lazer, serviços diversos, clínicas médicas, gastronomia, além de uma exposição de artes permanente.

Destaque para o Shopping Center Paço Alfândega, que além de suas opções de compras e lazer, o prédio leva-nos aos séculos XVIII e XIX com o conforto do Século XXI.

Mercados Públicos

Vale a pena conhecer os mercados públicos do Recife que é parte da tradição local, seja no quesito lazer ou compras de produtos artesanais e também onde podemos encontrar as deliciosas castanhas de caju torradinhas, ervas locais e até poder consultar-se com o Dr. Raiz e as rezadeiras. Os mais procurados são:

Mercado de São José

A arquitetura é típica do século XIX. Com inspiração o mercado público de Grenelle, de Paris. Projetado por Victor Lenthier, com detalhes de Louis Vauthier. O mercado público mais antigo do Brasil.

Mercado da Boa Vista

Localizado no Bairro da Boa Vista, foi inaugurado no século XIX. Foi local de venda de escravos. E hoje a influência dos negros é registrada pelas rodas de sambas que acontece aos sábados, alternando com recitais de cordel.

Mercado da Madalena

Local onde se reúne a nação forrozeira de Pernambuco. Sempre aos sábados é comum encontrar artistas locais reunidos fazendo o mais autêntico forró pé-de-serra. Além das opções de compras de artesanatos e frutas típicas.

Mercado de Casa Amarela

Bairro onde nasceu e viveu o ilustre educador Paulo Freire, o Mercado de Casa Amarela possui uma estrutura arquitetônica em ferro que foi trazida de bonde pela empresa Borrione, em 1928. Na parte interna, o Grandão do Queijo é ponto tradicional de venda de charque e queijo de coalho diretamente do sertão. Mas a oferta de produtos no mercado é diversificada: há carnes e frios, peixes e crustáceos, armarinhos, ervas, flores e artesanato em palha e barro.


Diversão


No Recife há opções para todos os gostos. Vai desde opções dançantes a locais tranqüilos para um bate papo com amigos ou um jantar romântico. Algumas opções:

Galeria Joana D’Arc

Para um público mais alternativo, a Galeria Joana D'Arc abriga bares e restaurantes, que atende a várias tribos, além de lojas especializada em moda masculina para um público mais arrojado. Também está no espaço da Galeria Joana D´Arc, o salão Corporis Fabrica, do Hair Stylist Fernando Costa. Ele, que já fez a cabeça de muitas celebridades, refugia-se em Recife e faz as cabeças mais clubbers da região. Todos estes locais funcionam à noite. Com um respeitável estoque de vinhos, o Anjo Solto é também referência para os alternativos. O Revolução Industrial segue o estilo moderno e volta e meia recebe DJ´s para instigar a galera. A Galeria Joana D´Arc funciona de terça a domingo.

Biruta Bar

Para uma noite de Lua Cheia com um clima romântico, nada melhor que o Biruta Bar com sua decoração rústica. Sua companhia irá adorar.

Downtown

Boate para um público mais jovem e admirador do rock, o Downtown é uma boa opção.




Recife, além de frevo e maracatu, é também forró. E tem forró o ano inteiro. Casas de Forró:

Forró do Arlindo

Arlindo dos 8 Baixos – Discípulo do Rei do Baião, o Arlindo dos 8 Baixos recebe em sua casa os convidados para assistir ao mais autêntico forró do Brasil.

Sala de Reboco

No bairro do Cordeiro, a Sala de Reboco recebe todas as semanas artistas locais conhecidos nacionalmente como Elba Ramalho, Dominguinhos, Santana, Genival Lacerda, entre tantos outros que fazem salão pipocar!

Casa da Rabeca

Bem pertinho de Recife, em Olinda existe a Casa da Rabeca do Brasil de Mestre Salustiano. Lá encontramos o Forró Rabecado. Vale a pena conhecer!


Bolos


A gastronomia de Pernambuco recebeu influências indígena, africana e portuguesa. Dessa mistura surge uma culinária saborosa, de diversos aromas e cores. Tudo aqui tem ritmo, cor, cheiro e sabor. E há tempo pra tudo!

Semana Santa – Não pode faltar o bredo que acompnha o peixe ou camarão, além do feijão de côco, além do quibebe.

São João – o Rei Milho é quem comanda! Ele está na pamonha, canjica, bolo, mungunzá, milho assado ou cozido.

Além do bolo de macaxeira, bolo pé-de-moleque e o famoso bolo de Souza Leão e de Rolo. Para estes dois, destacamos ser patrimônio de Pernambuco.

Aproveite a oportunidade nessa viagem de sabores e procure saber o que o famoso sociólogo Gilberto Freyre pensa desse importante item na formação do povo brasileiro em seu livro intitulado Assucar e tente fazer alguns dos quitutes que constam nas receitas desta obra. E se sobrar tempo não deixe de visitar o Casarão Gilberto Freyre.

Bolo Souza Leão

Esse bolo é patrimônio da cultura de Pernambuco. Conta a história que o bolo foi servido pela família Souza Leão — dona de vastos canaviais — ao imperador dom Pedro II e sua mulher, Teresa Cristina, em viagem a Pernambuco. O casal real empanturrou-se.

O Bolo Souza Leão já tem 140 anos e entre os seus ingredientes traz um generoso pedaço da história pernambucana. Não se permitia servi-lo em qualquer utensílio. A tradição obrigava o uso de pratos de porcelana ou cristal.

Bolo de Rolo

Patrimônio cultural e imaterial de Pernambuco, essa delícia é sem dúvida uma deliciosa especiaria que compõe a vasta culinária pernambucana. É presença garantida em todo evento que se apresenta Pernambuco.

Mais um motivo para visitar Recife!


Pernambuco das Paixões


Paixão de Cristo em Nova Jerusalém

É em estado de paixão que o Estado de Pernambuco recebe seus visitantes de todos os outros Estados vizinhos e de outros países no período da Semana Santa!

Além de Sol e Mar, de Nação Cultural, de lugar de negócios e eventos, do segundo maior pólo médico e de informática do país, Pernambuco hoje se consolida como o Estado das Paixões.

Mas não é à toa!

Em Pernambuco encontra-se o maior teatro ao ar livre do mundo. Que agora também é Patrimônio Cultural Material e Imaterial de Pernambuco.

Falamos de uma cidade cenográfica, no município do Brejo da Madre de Deus, no Agreste de Pernambuco, onde é encenado o espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.

Para chegar-se a Nova Jerusalém pode-se ir pela BR 232 e aproveitar e dau uma passadinha nas cidades de Bezerros (Terra dos Papangus) e Caruaru (Capital do Forró) e que tem a sua famosa Feira de Caruaru, hoje Patrimônio Imaterial de Pernambuco.

Paixão de Cristo do Recife

Em Recife também é realizado o espetáculo da Paixão de Cristo na Praça do Marco Zero. A Paixão do Recife é, indiscutivelmente, emocionante!

Trata-se de um mega-espetáculo dirigido por José Pimentel (que fez o papel de Jesus Cristo durante vários anos em Nova Jerusalém) e que leva o público ao ápice de aplausos em sua última cena, quando o Cristo ressuscitado surge nos céus, de braços abertos, como símbolo da fé, da vida nova, com efeitos especiais que deixa todos extasiados.

Se entregue às paixões em Pernambuco!


Serviços


Metrô

Venha de onde vier...

O Recife dispõe de serviços de transportes de metrô que possui conexão com ônibus que levam para as diversas áreas da Região Metropolitana do Recife, diminuindo as distâncias.

Além de levar você ao TIP – Terminal Integrado de Passageiros, de onde você poderá visitar cidades interioranas como Caruaru, Bezerros, Gravatá, Garanhuns, e os pólos de confecção Toritama, Santa Cruz do Capibaribe, Taquaritinga do Norte e Caruaru.

Moda e Sulanca

De nome curioso, o que antes era uma pequena feira, surgiu um segmento de mercado que trouxe para o Agreste de Pernambuco a estabilidade de algumas cidades, como Santa Cruz do Capibaribe, Toritama, Caruaru e Taquaritingado Norte.

Mas o que é Sulanca?

O termo surgiu a partir de confecções feitas com retalhos de helanca trazida do sul do país, que encontrou na criatividade do povo do agreste de Pernambuco um novo nome para roupas que abriu novas possibilidades.

Pólo Médico

O Recife possui o segundo maior Pólo Médico do Brasil. Possui aproximadamente 400 hospitais, uma média de oito mil leitos. Com essa estrutura, aliada às clínicas médicas, laboratórios e centros diagnósticos, é Recife referência na área de saúde no Brasil e mais importante do Nordeste. Por ser pólo médico, Pernambuco tornou um excelente local para a realização de grandes eventos na área de saúde.

Alguns hospitais:

Hospital Unimed Recife; Hospital Jayme da Fonte; Hospital Santa Joana; Hospital De Ávila; Hospital Esperança, Hospital de Olhos de Pernambuco-HOPE; Clínica de Queimados; Albert Sabin; Hospital Portugês; Hospital de Câncer de PE; Hospital Osvaldo Cruz, Hospital da Restauração; Hospital Getulio Vargas.