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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Ouça “História Hoje” 05/02/: Há 91 anos, morria Osório Duque Estrada, autor da letra do Hino Nacional

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O autor da letra do Hino Nacional, poeta, crítico, professor, ensaísta e teatrólogo Osório Duque -Estrada morre em 5 de fevereiro de 1927.
Apresentação José Carlos Andrade
ANTES DE OUVIR O ÁUDIO DESLIGUE O SOM DA RÁDIO BRASIL CULTURA NO TOPO DA PAGINA
Publicou 27 livros – poesias, didáticos, peças teatrais, conferências, traduções e libretos de operas – destacando além de Alvéolos, Flora de Maio, A Arte de Fazer Versos e A Abolição, este com prefácio de Rui Barbosa.
Foi critico-literário, mantendo por muito tempo a secção “ Registro Literário “ no “Correio da Manhã”, no “Imparcial” e no “Jornal do Brasil.
Em 1888 escreveu os primeiros ensaios como um dos auxiliares de José do Patrocínio na campanha da abolição.    Nesse ano alistou-se nas fileiras republicanas, ao lado de Silva Jardim, entrando para o Centro Lopes Trovão.   Em 1891dedicou-se à diplomacia sendo nomeado 2º Secretário de Alegação, no Paraguai.    De 1893 a 1896, morou em Minas Gerais, onde foi redator do “Eco de Cataguazes.
Destacou-se no magistério como professor e inspetor-geral de ensino, até o ano de 1902, quando foi nomeado regente interino da cadeira de História Geral e do Brasil no Colégio Pedro II. Voltou à imprensa e colaborou com quase todos os jornais do Rio de Janeiro.
Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1915, na vaga de Silvio Romero, sendo o segundo ocupante da cadeira nº 17, que tem como patrono, Hipólito da Costa. Seu discurso de posse foi respondido por Coelho Neto.
História Hoje: Programete sobre fatos históricos relacionados às datas do calendário. Vai ao ar pela Rádio Brasil Cultura de segunda a sexta-feira.

Após Doria, Gilmar e Bolsonaro viram marchinhas da Orquestra Royal

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Neste ano, em vez de “É melhor Jair se acostumando”, slogan informal dos eleitores de Bolsonaro, o grupo mineiro sugere na marchinha Bolsomico: “É melhor Jair embora/ Sair correndo para a aula de história.” Sobra também para o desfile de decisões favoráveis de Gilmar Mendes a seus aliados na divertida Dancinha da Tornozeleira.
Desde 2013, o grupo mineiro segue uma velha tradição carnavalesca de contar a vida política do País em jogos de palavras e piadas ambíguas embaladas por compassos binários. Entre os anos de 1920 e 1960, o gênero da marchinha cobriu musicalmente os fatos de maior relevância no Brasil, do autoritarismo de Arthur Bernardes ao moralismo de Eurico Gaspar Dutra, passando pela Revolução de 1930 e a Segunda Guerra Mundial.
Em baixa em décadas recentes, as marchinhas têm voltado cada vez mais à cena não apenas em razão da crise política, mas pela facilidade com que podem ser adaptadas à linguagem das redes sociais por meio de vídeos divertidos e de edição rápida.
Compositor da Orquestra Royal, Vitor Velloso define uma boa canção do gênero como “curta, direta ao ponto, engraçada e repetitiva”, características imprescindíveis em qualquer meme capaz de viralizar nas redes sociais. Lançado em fevereiro, o vídeo da marchinha Bolsomico (assista ao fim da matéria) já registrou mais de 2 milhões de visualizações. Após uma agenda intensa no carnaval de 2017, a Orquestra apresenta-se neste domingo 4 no pré-carnaval de Belo Horizonte.
“O formato da marchinha cai como uma luva para os tempos de hoje”, diz Velloso. “Vivemos na era do déficit de atenção coletivo. Nos nossos vídeos, a cada dois segundos existe uma piada nova na tela e em dois minutos a música já acabou.”
Além das condições políticas e culturais propícias, as marchinhas devem seu aparente renascimento à cena musical de Belo Horizonte. Antes da Orquestra Royal, o pioneiro no gênero foi o músico e jornalista Flávio Henrique. Ex-parceiro de Milton Nascimento, Lô Borges e outros integrantes do Clube da Esquina, o músico, também presidente da Empresa Mineira de Comunicação, morreu em janeiro por complicações decorrentes de febre amarela.
Em 2012, Flávio não tinha Doria para ironizar, mas contava com Léo Burguês, então presidente da Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte. De nome sugestivo, o tucano foi alvo de uma denúncia naquele ano por contratar com dinheiro da Casa um buffet comandado por sua madrasta.
Flávio Henrique inspirou-se no episódio para compor “Coxinha da Madrasta”, que tripudiava do nome do deputado e da denúncia. “Milhares de reais por mês pro lanchinho do burguês”, ironiza um dos versos.
Com a canção, o compositor ganhou o então recém-criado Concurso de Marchinhas Mestre Jonas, que, à semelhança dos velhos festivais de música dos anos 1960, ajudou a alavancar uma nova geração de compositores mineiros de marchinhas, a exemplo de Velloso. “O Flavio foi quem começou tudo. Quem jogou a primeira pedra na vidraça da hipocrisia”, lembra o compositor da Orquestra Royal.
Após o sucesso de “Coxinha da Madrasta”, o grupo de amigos que formaria a Orquestra Royal passou a investir também em marchinhas sobre política. A primeira tentativa de Velloso foi uma composição sobre os médicos cubanos que chegavam ao País em 2013. A canção, diz, não chamou muita atenção.
Pouco depois, a apreensão de 450 quilos de pasta-base de cocaína no helicóptero do senador mineiro Zezé Perrela serviu de inspiração para “Baile do Pó Royal”, que fez sucesso ao trazer um malicioso trocadilho: “O pó rela no pé, O pé rela no pó”. Além da premiação no Mestre Jonas, a marchinha acabou por batizar a orquestra mineira.
A ascensão recente das marchinhas coincide com aquele que promete ser um dos carnavais mais politizados dos últimos anos. A Paraíso do Tuiuti, escola da primeira divisão do Rio de Janeiro, terá uma ala destinada a criticar os paneleiros pró-impeachment e Michel Temer, a ser retratado como um vampiro. Ataques nada frontais ao prefeito carioca Marcelo Crivella, do PRB, estão previstos na Sapucaí: seu nome deve estampar a alegoria de uma bunda gigante da Mangueira.
Se haverá política no carnaval das escolas de samba, é provável que nos blocos de rua o tema ganhe ainda mais peso. “Estamos mudando de uma realidade de cordas, de segregação e de camarotes para um carnaval de rua, popular e miscigenado”, analisa Velloso. “Os carnavais de São Paulo e Belo Horizonte estão despontando como uns dos maiores do Brasil. A rua fala a verdade da rua. O show é menos ensaiado. Talvez por isso haja tanta resistência do Estado ao carnaval popular.”
Marchinhas estão diretamente ligadas ao carnaval de rua. Se esse último floresceu em Belo
Horizonte nos últimos anos pelo esforço coletivo, a recriação moderna do gênero musical em Minas deve-se principalmente a Flávio Henrique, diz Velloso. “É no trinco que ele fez que nós batemos todos os anos. Todas as risadas e incômodos que a Orquestra Royal causou, devemos a ele.”

Conheça a marchinha Bolsomico da Orquestra Royal: 

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Brasil já emitiu mais de 300 vistos eletrônicos solicitados por norte-americanos

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O Brasil recebeu 616 solicitações de vistos de norte-americanos na primeira semana de funcionamento do processo eletrônico para simplificar a emissão dos documentos nos Estados Unidos. Desses, 327 já haviam sido emitidos nessa quinta-feira (1º).
A simplificação dos vistos de visita por sistema eletrônico, o chamado e-Visa, começou em 21 de novembro na Austrália. O Ministério do Turismo afirma que cerca de 570 mil turistas norte-americanos viajam ao Brasil por ano e injetam US$ 710,5 milhões na economia.
O visto de visita tem duração de dois anos ou pelo período de validade do passaporte. Segundo o Itamaraty, para os vistos de maior duração, é necessário procurar um consulado brasileiro.
Fonte: Agência Brasil

GILBERTO GIL EXALTA A HOMENAGEM RECEBIDA PELA VAI-VAI

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A máxima de que “todo artista tem que estar onde o povo está” cai perfeita em se tratando de Gilberto Gil, pois, mais uma vez, em sua trajetória profissional, recebe de braços abertos e com muita emoção, uma homenagem. Desta vez, da Vai-Vai, escola de samba do grupo Especial do Carnaval paulistano, em 2018.
“Como artista é mais uma oportunidade de destacar o meu trabalho e associá-lo a outro igualmente importante que é dessa escola das mais icônicas no Carnaval paulistano. Do ponto de vista pessoal, recebo essa homenagem, participando e contribuindo para que ela se estenda não somente ao artista em foco, mas também ao povo brasileiro e de São Paulo”, ressaltou durante sua apresentação no Bar Brahma e no trio elétrico, entre as avenidas Ipiranga e São João, em comemoração aos 464 anos da cidade de São Paulo.

Ciente da crescente participação do Carnaval paulistano no cenário artístico nacional, inclusive, como maior festa popular brasileira, Gil observou as recentes iniciativas de governos que ajudaram as pessoas a se mobilizarem, a abertura de novos espaços locais dedicados ao Carnaval e a importação de elementos das folias baiana, pernambucana e carioca que impulsionaram a festa, fazendo com que a cidade faça jus ao novo momento carnavalesco.
A confirmação de que estará presente no desfile organizado pela Vai-Vai foi aplaudida pelos fãs que cantaram alguns de seus maiores sucessos em coro e total ovação. Gil é daqueles homenageados que dá gosto, pois reúne qualidades de poucos artistas que, certamente, merecem receber “flores em vida” como fez questão de ressaltar, recentemente, Janaína Decarli, Diretora de Carnaval. Aliás, para Gil a Vai-Vai tem tudo para desfilar bonito. “A homenagem me toca muito, pois é uma escola importantíssima que, há 88 anos, vem fazendo um belo papel. É isso. Músicos, música, celebração do aniversário de São Paulo e Carnaval. Tudo isso é vida!”, sublinhou.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Conheça opções de destinos para descansar no Carnaval

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No feriadão, alguns brasileiros preferem fugir da folia e aproveitam para descansar e curtir a natureza. Confira algumas sugestões de destinos alternativos
Para aproveitar a natureza
Divulgação/Embratur
Chapada dos Guimarães

No litoral do Ceará, os turistas podem descansar na praia de Icaraí de Amontada (popularmente conhecida como Icaraizinho), onde há maré calma e piscinas naturais. O local é considerado rústico e por lá o sinal de celular, por exemplo, é pouco encontrado.
Mas se o turista preferir se aventurar na mata, os destinos são as chapadas: Diamantina (BA), Guimarães (MT, imagem) ou Veadeiros (GO). Cachoeiras, florestas e paredões se tornam espaços para a prática de trekking, escalada, rapel, tirolesa, rafting e acampamentos. De quebra, o viajante ainda aproveita banhos em águas praticamente intocadas.
Para ir em casal
Divulgação/Embratur
Petrópolis (RJ)

O interior de São Paulo e do Rio de Janeiro, além do sul do Brasil, são roteiros indicados para os casais. Quem visita Campos do Jordão (SP) na época de Carnaval vai encontrar serviços mais baratos e aproveitar uma cidade acolhedora, com direito a passeios de teleférico, cavalgadas e visitas a jardins.
Na região serrana do Rio de Janeiro, os casais poderão conhecer cidades com construções históricas, clima ameno, vegetação verdinha e lindos chalés prontos para hospedagem. Petrópolis (imagem), Itaipava e Visconde de Mauá são alguns dos municípios românticos do Rio.
Clima de lua de mel também no sul do Brasil, onde fica difícil escolher um só destino. Gramado e Canela (RS) além e serem charmosas, oferecem uma gastronomia de vinhos e chocolates que podem ser apreciados em volta da lareira. Já na serra catarinense, o casal vai curtir o sossego, belezas naturais endêmicas e baixas temperaturas de Urubici, Bom Jardim da Serra e São Joaquim.
Para comer bem
Divulgação/Associação dos Produtores de Queijo Canastra
Queijos da Serra da Canastra

A Serra da Canastra (MG) espera os turistas que querem conhecer seus famosos queijos. Nas fazendas da região, o viajante aprende sobre a iguaria e presencia desde a produção até o consumo do alimento. Se quiser, pode levar uns exemplares para casa.
Para relaxar
Divulgação/Ministério do Turismo
Domingos Martins (ES)

Poços de Caldas (MG) e Domingos Martins (ES) são destinos certos para quem gosta de calmaria. Na época da folia, Poços atrai principalmente famílias e casais que buscam diversão em um ambiente tranquilo e acolhedor. Os atrativos são um verdadeiro resgate ao estilo retrô, com coretos e serestas.
Já em Domingos Martins, o Carnaval é celebrado com a família e tem “jeitinho de interior”, como a própria prefeitura da cidade classifica. Isso porque, por lá, o som é tradicional, com marchinhas de carnaval executadas pela Banda Campinho, que anima os festejos carnavalescos da cidade há mais de 30 anos.

“Não me misturo com golpista”, diz PC Siqueira sobre Temer

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PC Siqueira, tem um dos perfis mais populares do Twitter e seu canal no Youtube conta com mais de 2 milhões de assinantes. Diante de tamanha influência, o youtuber foi convidado pelo governo federal para popularizar a pauta da Reforma da Previdência. Esta estratégia já foi usada com outros influenciadores.
A campanha do Governo já rendeu postagens e vídeos no Youtube de outros influenciadores, mas PC Siqueira não entrou nesta onda e recusou o convite.
Famoso pelo jargão “Oi, como vai você?”, o youtuber disparou no Twitter: “não me misturo com golpista”, ao ser convidado para integrar a onda de propagandas em defesa da reforma que atenta contra os direitos dos trabalhadores.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

III PARTE|: SÃO LUIS DO MARANHÃO - TRADIÇÃO E MUITO O QUE FAZER POR PARTE DOS GOVERNANTES - DE VOLTA PARADA EM CAMOCIM-CE E NOVAMENTE EM MOSSORÓ-RN

 Palácio dos Leões - Governo do Maranhão
Palácio dos Leões é o edifício-sede do governo do estado brasileiro do Maranhão. Localiza-se no centro histórico da cidade de São Luís, na área designada Patrimônio Mundial pela UNESCO.Wikipédia
O Palácio dos Leões, sede do Governo do Estado do Maranhão, apresenta em sua ala social os salões nobres, espaço aberto à visitação pública, com exposição de obras do séc. XVII ao XX, entre elas, mobiliário, telas, porcelanas, esculturas, pratarias e gravuras.
Endereço: Av. D. Pedro II, Centro, São Luís – MA
Telefone: (98) 3232-9789

Visitação: Segunda à sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h /Fim de Semana, das 9 às 12h
 Maravilhoso! Uma riqueza de história - Residência Oficial do Governo
 Igreja da Sé - Centro do Maranhão 
Considerado um dos monumentos históricos mais antigos e importantes de São Luís do Maranhão, a Igreja da Sé (ou Catedral Metropolitana) foi denominada Igreja de Nossa Senhora da Vitória, em homenagem a Nossa Senhora, protetora dos portugueses na Batalha de Guaxenduba. 

Essa batalha ocorreu em 1615, onde hoje se localiza a cidade de Icatu e foi um confronto militar importante para acelerar a expulsão definitiva dos franceses do Maranhão. Conta-se que, nessa batalha contra os franceses, os portugueses estavam em desvantagem quanto ao número de soldados. Pediram ajuda a Nossa Senhora e foram atendidos. Por isso, a igreja foi denominada Nossa Senhora da Vitória.

A edificação foi iniciada em 1619 pelo 3º Capitão-Mor Diogo Machado da Costa que, no final do seu mandato, em 1622, a inaugurou. 
Quase setenta anos depois, a Companhia de Jesus deu início às obras da igreja de Nossa Senhora da Luz, conforme desenho feito pelo padre Felipe Bertendorf e aprovado por Roma. A construção ficava próxima à modesta igreja construída pelo Capitão-Mor Diogo Machado e foi concluída em 30 de julho de 1699.

Em 1761, após a expulsão dos jesuítas do Brasil (1759-1760), ficou determinado que os bens daquela ordem religiosa passariam para a Fazenda Nacional e o Colégio e a Igreja de Nossa Senhora da Luz iriam servir de Paço Episcopal e Catedral. Como a primeira e antiga igreja estava bastante arruinada, a  dos jesuítas tornou-se catedral, deixando de ter como padroeira Nossa Senhora da Luz e passando a ter como titular Nossa Senhora da Vitória. A antiga igreja foi demolida no ano de 1763.

Durante sua longa existência sofreu reformas, muitas malfeitas, que culminaram com desmoronamento de parte da igreja e sua reconstrução. Em 1701, restauração do frontispício; 1737: afixação de relógio doado pela Casa da Câmara; 1768: ampliação da capela-mor pelo Cabido; 1851-1927: restauração do assoalho, execução de obras de encanamento para luz de gás hidrogênio; reconstrução da fachada, com o acréscimo da torre norte; colocação de novo piso e nova pintura. As formas atuais da Igreja da Sé ou Catedral Metropolitana de São Luís do Maranhão é o resultado da reforma ocorrida em 1922.

No período de 1993 a 1996, a 3ª Superintendência Regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizou obras de restauração que recuperaram o ouro primitivo “encoberto por pintura azul e branca que refletem um simbolismo litúrgico muito frequente no barroco luso-espanhol, austríaco e sul-americano em geral”. 

A Catedral é tombada pelo Iphan e tem como destaque o altar-mor, do século XVIII, que é considerado um tesouro da arte barroca brasileira.

Recife, 29 de março de 2012.

FONTES CONSULTADAS:

IGREJA da Sé ou Catedral Metropolitana. In: BRASIL. Ministério do Interior. Fundação Projeto Rondon. Monumentos históricos do Maranhão. São Luís: SIOGE, 1979. p. 112-115.
 
QUEIROZ, Germana Costa. Igreja Católica e Estado no Maranhão Colonial (1750-1777).2007. 70 f. Monografia (Graduação em História) – Centro de Ciências Exatas e Naturais, Universidade Estadual do Maranhão, São Luís, 2007. 

RETÁBULO da Igreja de Nossa Senhora da Vitória (São Luís MA). Disponível em: <http://www.iphan.gov.br/ans.net/tema_consulta.asp?Linha=tc_belas.gif&Cod=1252>.  Acesso em: 29 mar. 2012.

REZENDE FILHO, João Dias. A Igreja da Sé de São Luís do Maranhão. Disponível em: <http://joaopecegueirodias.blogspot.com/2011/05/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html >. Acesso em: 28 mar. 2012.

SERRA, Astolfo. Guia histórico e sentimental de São Luís do Maranhão. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965. (Imagens da Terra e do Povo, v. 3).

COMO CITAR ESTE TEXTO:

Fonte: BARBOSA, Virgínia. Igreja da Sé, São Luís, MAPesquisa Escolar Online. Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/>. Acesso em:  26 mar. 2012.
Tombado pelo IPHAN, igreja imponente de 300 anos de idade tem altar precioso que é referência da arte barroca.
EndereçoAv. Pedro II, S/N - Centro, São Luís - MA, 65010-450
"Muito Linda!" - Eduardo Vasconcelos
 Centro Antigo - MA
 Uma parada no Bar das Criolas - Centro Antigo - São Luis
 MUSEU DO REGGAE - Centro Antigo do Maranhão
MUSEU DO REGGAE: Muito bonito, organizado, vale a pena visitar!
LPs - relíquias 

O primeiro museu temático de reggae fora da Jamaica abriu suas portas quinta-feira (18/01), no Centro Histórico de São Luís. A nova casa de cultura é a realização de um sonho antigo dos regueiros, através da  iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur).

O Museu do Reggae Maranhão tem como objetivo materializar as memórias do ritmo jamaicano que conquistou o Maranhão. Na inauguração haverá um show que reunirá a história viva desse movimento. Cantores, radiola e DJs históricos se apresentarão no palco da Praça do Reggae, logradouro situado ao lado do Museu.

Na programação haverá a radiola FM Natty Naifson, como os DJs Neturbo, Ademar Danilo, Maestro Jaílder, Carlinhos Tijolada, Roberthanko e outros, além de shows com Célia Sampaio, Oberdan Oliveira (Nonato e Seu Conjunto), Tadeu de Obatalá ( Banda Guetos), Mano Borges & Celso Reis, Garcia (banda Reprise) e vários outros também.

Após o descerramento da placa de inauguração, o público poderá conhecer os cinco ambientes do Museu do Reggae Maranhão. Um dos ambientes será a sala dos Imortais, destinado aos grandes nomes do reggae maranhense que já morreram. Os outros quatro espaços homenagearão tradicionais clubes de reggae  da cidade: Clube Pop Som , Clube Toque de Amor, Clube União do BF e Clube Espaço Aberto.

O ambiente contará com relíquias do reggae, como é o caso de uma guitarra da banda maranhense Tribo de Jah, instrumento que acompanhou a banda por mais de 20 países e fez parte da história do grupo, além de ter sido usada nas primeiras gravações de suas canções e em grandes shows nacionais e internacionais.

Outra joia que poderá ser encontrada no Museu do Reggae Maranhão, é a radiola “Voz  de Ouro Canarinho”, de Edmilson Tomé da Costa conhecido como Serralheiro, um dos pioneiros do reggae no Maranhão, e disseminador do gênero musical nos anos de 1970.

O público poderá ter contato com discos raros, vídeos e fotos históricas, moda Reggae ao longo do tempo, além de depoimentos gravados com personagens da cena reggae, livros, artigos, teses e dissertações compõem o acervo imaterial e digitalizado do museu.

O Museu do Reggae Maranhão permitirá que seus frequentadores sejam transportados para uma festa em um clube de reggae em um de seus ambientes, além de despertar a paixão pelo ritmo que denomina São Luís como a Jamaica brasileira, já que a cidade é considerada o maior polo de cultura reggae fora da Jamaica. Fonte: SECTUR-MA. Adaptado por Eduardo Vasconcelos - CPC/RN.
 Centro Antigo de São Luiz - MA

Palácio de La Ravardière - (Atual Prefeitura de São Luis)

Palácio La Ravardière (Século XIX) - https://www.saoluis.ma.gov.br/pagina/56/

Palácio de La Ravardière / Palácio do Governo Municipal.

Construído por volta de 1689, o antigo prédio da Casa de Câmara e Cadeia sofreu sucessivas reformas até adquirir as características atuais, passando inclusive a ser utilizado como sede da administração pública municipal.
De fachada simétrica, em dois pavimentos, centrada por uma caitela, decorada com concha e folhas de acanto estilizado, dando idéia de pequeno frontão, todo em estuque. Os vãos do segundo pavimento são em verga reta, decorados em estuque, janelas envidraçadas, balcão sacado, balaustrado, em argamassa, com base em cantaria sustentada por mísulas, trabalhadas no mesmo material. Os vãos do térreo são em arco abatido, com bandeiras de ferro trabalhadas, sem decoração, exceto a principal, que recebe o mesmo tratamento das do segundo pavimento. A escadaria de acesso ao pavimento superior merece destaque por seu desenho e corrimãos balaustrados.
À frente, calçada de cantaria exibe busto de bronze de Daniel de La Touche, Senhor de La Ravardière, esculpido por Bibiano Silva.
A distribuição dos cômodos atuais não permite transparecer a primeira função do imóvel, apresentando subdivisões das áreas. https://www.saoluis.ma.gov.br/pagina/56/
FONTE: https://www.saoluis.ma.gov.br/pagina/56/
 Prefeitura de São Luis - MA
 Prédio Histórico... Preciso de reparos...

 Prédio da Faculdade de Odontologia - São Luis - MA, conforme informações de obtidas no local da visita, a cerca de 1 ano as obras estão paralisadas, é lamentável, mas...
 Localizado no centro de São Luis, num solar do século XIX, o Museu Histórico e Artístico do Maranhão - MHAM foi inaugurado em 28 de Julho de 1973, data em que se comemora a adesão do Maranhão à Independência do Brasil.
Com a missão de zelar pelo patrimônio maranhense, divulgar e incentivar todos os segmentos da cultura, o MHAM é reconhecido como a instituição museológica de acervo erudito mais importante do Estado, sendo composto por aproximadamente 10.000 mil peças, dentre elas: mobiliário maranhense da primeira metade do século XIX azulejaria de origem diversa, porcelana, coleção numismática, vidros, cristais, pinturas, esculturas, gravuras, arte sacra católica, arte de origem africana e acervo documental, incluindo o original da obra de Aluízio de Azevedo, ”O Mulato”, além de uma relevante coleção bibliográfica.
O Museu Histórico e Artístico do Maranhão é também um local privilegiado para a difusão cultural, dinamizando seus espaços para atividades que fortalecem a identidade cultural maranhense, sejam com projeções de filmes, exposições de curta direção apresentações culturais, visitas monitoradas, espetáculos teatrais, palestras que possibilitam encontros, geram reflexão, debates, fruição artística e difusão cultural.
Fonte: cultura.ma.gov.br
 O Museu Histórico e Artístico do Maranhão é muito bonito, histórico, que retrata momentos importantes de São Luis.  
 Na volta para casa uma parada em Camocim - CE. Cidade de lindas praias e que também retrata um cenário muito bonito com prédios históricos. Vale a pena visitar!
   Parada para relaxar e seguir viagem de volta para casa!

 Barzinho super gostoso em Camocim - CE
Antes de chegar em casa mais uma parada. Dessa vez em Mossoró! Aproveitamos e participamos do Programa do SINTRACOMM na Rádio Rural, sob a presidência de Biró. Aproveitamos falar do objetivo da viagem e ampliar apoio ao DOCUMENTÁRIO que estará pronto após o carnaval.  Lembrando que DOCUMENTÁRIO servirá para debatermos com os referidos governo, seja ele municipal (capital) e o governo do estado. Pois apontaremos os que estão abandonados e é claro os que estão em plena atividades. PRESERVAR O PATRIMÔNIO DE UM POVO É PRESERVAR SUA HISTÓRIA, TRADIÇÃO E LUTA! CPC/RN.


PRESSÃO DOS SERVIDORES IMPÕE DURA DERROTA AO GOVERNO ROBINSON

Foto redes sociais do SINTE RN

Dois dos principais Projetos do pacote de ajuste fiscal e econômico - batizado de “pacote da maldade” – do governo Robinson/Fábio, o da extinção dos adicionais por tempo de serviço e o que acabava com a paridade entre ativos, aposentados e pensionistas, foram derrotados no dia de hoje na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

O Projeto da extinção dos adicionais por tempo de serviço foi retirado de pauta em acordo dos deputados e o que acabava com a paridade entre ativos, aposentados e pensionistas, foi derrotado por 13 votos a 10.

Caso a matéria da extinção dos adicionais tivesse sido aprovada, os servidores teriam um enorme impacto na vida funcional por acabar praticamente com todos os Planos de Cargos, Carreiras e Remuneração do Executivo estadual.

O Coordenador geral do SINTE RN, professor Rômulo Arnaud, comemorou a retirada de pauta de um dos Projetos e a derrota do governo, no voto, em outro: “Foram as mobilizações dos trabalhadores e das trabalhadoras que fizeram a diferença nesse processo. A luta organizada pelo Fórum de Servidores mostrou para todo o Rio Grande do Norte o mal desse pacote de Robinson para o serviço público”, afirma Rômulo.